Sistema Unicred RS lança cartões próprios
A Unicred está lançando cartões de crédito e débito próprios com bandeira MasterCard. O produto já está disponível na Unicred Porto Alegre e ainda no primeiro semestre deste ano será ofertado no Vale do Sinos, Integração, VTRPP, Centro-Oeste RS e Ijuí. A partir do segundo semestre, os cartões estarão disponíveis nas demais cooperativas.
Os novos produtos do Sistema Unicred RS oferecem mais benefícios aos cooperados, como o Programa Unicred Pontue Mais – com troca de pontos por prêmios e milhas em empresas parceiras; vantagem progressiva com descontos no valor da anuidade, de acordo com a utilização do cartão; dois limites de créditos, um para compras à vista e outro, no mesmo valor, para compras parceladas, entre outros.
Nas modalidades Platinum, Gold, Standard, Débito e Empresarial, os cartões Unicred Mastercard são aceitos no Brasil e no Exterior e incrementam o portfolio dos produtos das cooperativas, fortalecendo-as como instituição financeira. Cooperados da Unicred podem usufruir das vantagens dos cartões, que oferecem atendimento por meio da Central de Atendimento 24 horas e sistema de fácil acesso.
“O produto trará vantagens tanto para os associados quanto para as cooperativas. Entre elas, estão o fortalecimento da marca, o aumento da competitividade, além da segurança por se tratar de um produto tecnologicamente evoluído”, explica o diretor-presidente da Unicred Central RS, Léo Airton Trombka.
Fonte: Unicred RS
Conferência Regional da ACI Américas ocorrerá em São Paulo, no mês de outubro
Cooperativas de crédito do estado de Rondônia aprovam filiação ao Sistema Cresol
Segue a passos largos o processo de filiação das Cooperativas de Crédito da Agricultura Familiar de Rondônia (Creditag) ao Sistema Cresol Baser. Na última semana do mês de abril as cooperativas aprovaram a filiação, em assembleias, vencendo assim uma das etapas de todo o processo. As primeiras se cumpriram com a autorização do Banco Central para que a Cresol ampliasse sua área de abrangência para o Estado de Rondônia e com a aprovação do Conselho Administrativo do Sistema Cresol pela filiação.
De acordo com o analista de gestão do Sistema Cresol Sérgio Souza da Silva, a próxima etapa do processo é conseguir a aprovação das atas das assembleias e do estatuto padronizado da Cresol pelo Banco Central, o que deve acontecer nos próximos dias.
Sérgio Souza informou que mesmo antes do cumprimento desta próxima etapa, já estão sendo encaminhados alguns pontos rumo à mudança de marca, onde as cooperativas de Rondônia deixarão de ser identificadas como Creditag, passando a ser Cresol. “Primeiramente estão sendo criados cronogramas de padronização das agências, com fachadas e móveis. As primeiras agências a serem padronizadas serão as de Presidente Médici e Ministro Andreazza, com datas previstas para o dia 24 e 27 de maio, respectivamente. As outras agências iniciaram um processo de readequação interna, com aumento de espaço interno para posterior padronização”.
Formação
Assessores e funcionários das cooperativas receberão treinamentos, a partir deste mês, para a utilização de sistema e novas tecnologias, a exemplo de Pronaf, cartão, microcrédito, entre outras.
Expansão
Mais do que uma associação de pessoas, as cooperativas de crédito Cresol são agentes que promovem o desenvolvimento econômico e social. O Cooperativismo de Crédito Solidário da Cresol que iniciou sua história no Sudoeste do Paraná e hoje conta com mais de 100 mil famílias cooperadas desafiou-se a uma expansão ainda maior, levando o crédito solidário da Cresol à outros estados fora do sul do Brasil.
A atuação das cooperativas do Sistema Cresol Baser nos mais de 18 anos de existência abrange aproximadamente 300 municípios nos estados de Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Espírito Santo, e agora filiando novas cooperativas em Rondônia e ainda com expansão para outras regiões desses estados e ainda para novas áreas como Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e ainda apoiando o estado do Amazonas, aproximando cada vez mais do agricultor familiar os serviços e as operações de crédito disponibilizadas pela Cresol, buscando a inclusão financeira e o desenvolvimento social em cada região.
Fonte: Cresol
Sicoob fecha parceria com Br Supply
O Sicoob (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil) disponibiliza, a partir deste mês, o Portal de Compras Sicoob, por meio de contrato com a Br Supply, empresa de suprimentos que tem como foco oferecer soluções para o mercado corporativo. O Portal é uma ferramenta de compras on-line com mais de 6.000 itens distribuídos nas categorias de equipamentos de tecnologia, material de escritório, higiene e limpeza, consumíveis, descartáveis e materiais elétricos. Além disso, conta com o catálogo de brindes Sicoob, com mais de 100 opções de brindes disponíveis para aquisição das cooperativas filiadas presentearem associados ou usar em feiras e eventos.
O Portal tem o objetivo de centralizar as compras das cooperativas do Sicoob em um único local, reduzir os custos operacionais e administrativos, facilitar a compra de equipamentos de tecnologia (caixas eletrônicos, pinpads, scanners), reduzir estoques e contribuir para que as cooperativas singulares priorizem as atividades relacionadas ao negócio.
Entre os benefícios do serviço estão o acompanhamento do status dos pedidos diretamente no site, frete gratuito para compras acima de R$ 350 para qualquer lugar do país e, para compras inferiores, o frete é de R$ 35. As entregas dos pedidos são feitas diretamente nos postos de atendimento do Sicoob e a emissão de Nota fiscal e Faturamento direto para a cooperativa ou central requisitante. O site permite, ainda, visualizar e imprimir a Danfe (nota fiscal eletrônica).
Fonte: Sicoob
Inadimplência em cooperativas de crédito é de 1,3%, mostra Banco Central
O Banco Central divulga hoje pesquisa mostrando que 1,3% do crédito concedido por cooperativas a pessoas físicas são operações com algum pagamento em atraso há mais de 30 dias. Embora não seja perfeitamente comparável com o do conjunto do sistema financeiro nacional (SFN), o dado mostra que a inadimplência desse tipo de tomador tende a ser menor nas cooperativas.
Com data-base de setembro de 2012, em sua primeira edição, o levantamento apontou que, entre mais de 5,5 milhões de cooperados pessoas físicas, 1,49 milhão tinha operações de crédito de pelo menos R$ 1 mil com essas instituições. O tíquete médio era de R$ 20,3 mil, quase o mesmo do SFN (R$ 20,6 mil).
Os homens eram mais de dois terços e respondiam por quase 80% do saldo com esse público, que era de R$ 30,3 bilhões. Entre cooperados homens, o tíquete médio era de R$ 23 mil no país, chegando a R$ 51 mil no Mato Grosso. Entre as mulheres, a média ficava em R$ 14 mil no Brasil, com máxima de R$ 27 mil no Amazonas.
Os dados de inadimplência não são perfeitamente comparáveis porque não há indicador para atrasos a partir de 31 dias para o conjunto do SFN. Mas considerando só aquelas com atrasos há mais de 90 dias, universo mais restrito, a inadimplência das pessoas físicas junto ao sistema todo era bem mais alta, 5,9%.
Nas operações de cooperativas com empresas, cujo saldo era de R$ 18 bilhões, aquelas com parcelas em atraso há mais de 30 dias chegavam a 2%. Ainda assim, a inadimplência das empresas também mostrou-se mais alta no conjunto do sistema (2,2%).
As cooperativas respondem por cerca de 2% do crédito no Brasil. O BC acredita que a menor inadimplência está relacionada ao fato de que o tomador de crédito é ao mesmo tempo sócio da cooperativa.
Mais da metade (50,5%) dos 1,49 milhão de cooperados com crédito tinha de 31 e 50 anos, mas 50,9% do saldo estava com a faixa de 41 a 60 anos. Aqueles com até 30 anos eram 20,1% e respondiam por 10,3% da carteira. Nessa faixa etária, a inadimplência era de 1,9%.
A pesquisa mostrou inadimplência menor entre nordestinos (1,1%) e mais alta no Norte (1,7%). O Sul destacou-se pela maior proporção de cooperados tomadores de crédito em relação à população total (2,6%) e pelo fato de que 36% não tinham operações em outras instituições, ante médias nacionais de 0,8% e 29%.
Fonte: Valor Econômico
Sicredi é Top of Mind
Instituição é a marca mais lembrada na categoria Cooperativa de Crédito
O Sicredi recebe, nesta segunda-feira, 13 de maio, o prêmio Top of Mind, promovido pela Revista Amanhã. A instituição é a marca mais lembrada no Rio Grande do Sul na categoria Cooperativa de Crédito, criada a partir deste ano. O Sicredi foi citado por 58,1% dos entrevistados, 47,4% residentes na região metropolitana e 66,2% no interior. Deste total, 69,2% são da classe A/B, 60,5% da classe C e 44,8% da classe D/E.
O Top of Mind da Revista Amanhã é uma tradicional pesquisa de lembrança de marca. Realizada em parceria com a Segmento Pesquisas, ao longo dos últimos 23 anos, busca a lembrança espontânea de marcas no Rio Grande do Sul. Os consumidores respondem à pergunta: “Quando falo em… qual é a primeira marca que você lembra?”. A cada categoria de produto, serviço ou comunicação mencionado pelo pesquisador, o entrevistado deve citar o primeiro nome que lhe vem à mente.
A amostra inclui pessoas de ambos os sexos, entre 16 e 65 anos, de todas as classes sociais (A/B, C e D/E). Foram realizadas 1,2 mil entrevistas entre os dias 28 de janeiro a 16 de fevereiro de 2013.
Fonte: Sicredi
Sicredi é premiado no Broadcast Projeções
Instituição financeira cooperativa ficou em segundo lugar nas categorias
Top 10 Geral e Top 10 Básico da 7ª edição da premiação
O Sicredi ficou em segundo lugar no prêmio Broadcast Projeções nas categorias Top 10 Geral e Top 10 Básico. Em sua 7ª edição, a distinção é baseada no ranking AE Projeções e tem o objetivo de premiar as instituições cujas previsões para os principais indicadores econômicos do país mais se aproximam da realidade.
Para o economista-chefe do Banco Cooperativo Sicredi, Alexandre Barbosa, o prêmio comprova a qualidade e precisão das projeções econômicas da instituição financeira cooperativa. “Esta conquista evidencia o trabalho diário da nossa equipe em fazer projeções econômicas precisas, que permitem a tomada de decisões embasadas em cenários e análises que se aproximam da realidade”, complementa o economista.
Na categoria Top Geral, foram avaliados sete indicadores: IPCA, IGP-M, Selic, câmbio (dólar), saldo da balança comercial e relação de dívida-PIB e PIB. Já na categoria Top Básico, foram levados em consideração projeções para inflação, câmbio e taxa de juros.
A Agência Estado desenvolveu uma metodologia própria para reunir e avaliar dados fornecidos por instituições, tais como: bancos, corretoras, consultorias, assets, instituições de ensino, entre outras que realizem projeções de indicadores econômicos.
Fonte: Sicredi
Reunião do Ceco em Brasília movimenta importantes lideranças do setor
Forte relação entre o Sistema OCB e Banco Central foi destacada por presidentes e diretores
Brasília, 9/5/2013 – Ressaltar os avanços do cooperativismo de crédito no Brasil nos últimos anos e discutir os desafios que o setor tem a enfrentar. Estes são os objetivos da primeira reunião em 2013 do Conselho Consultivo de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB), que acontece hoje, em Brasília (DF). Com a presença de presidentes de organizações estaduais da OCB, representantes do Banco Central do Brasil (BC), da Confederação Alemã de Cooperativas de Crédito (DGRV) e de cooperativas de crédito do Sistema OCB, o encontro, nas palavras do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, “espelha a representatividade que o Ceco tem enquanto Fórum de discussão das estratégias do cooperativismo de crédito brasileiro”.
Lopes de Freitas ressaltou, em sua breve apresentação aos participantes, a importância que o cooperativismo de crédito possui no país. : “Hoje, o ramo é orientador para o comportamento dos outros setores da economia, vivendo um processo claro de melhoria da gestão, investimento em profissionalização e mantendo a sua essência“. Nosso presidente também destacou o grande desafio que o grupo reunido em Brasília tem: sustentar, com qualidade, os patamares de excelência e crescimento alcançados.
TRABALHO CONJUNTO – O diretor de Regulação Financeira do BC, Luiz Pereira, exaltou o grande interesse que o órgão regulador tem em atuar conjuntamente com o Sistema OCB. Ele argumentou que a reunião do Ceco se traduz em excelente oportunidade à troca de pontos de vista capazes de auxiliar o BC na avaliação e revisão de normativos, contribuindo para o fortalecimento do setor. “As cooperativas têm um papel fundamental no equilíbrio econômico e financeiro do país, complementando a oferta de produtos e serviços com suas próprias características. São verdadeiros agentes de inclusão financeira e, esta contínua colaboração entre as instituições, tem contribuído para o constante aperfeiçoamento dos marcos regulatórios“, disse Pereira.
O diretor complementou afirmando que o objetivo do Banco Central é sempre manter uma base regulamentar atualizada, ajustada às necessidades do setor. E resumiu: “O cooperativismo é uma excelente alternativa econômica à sociedade e deve ser fortalecido cada vez mais, para que o cidadão tenha o direito de empreender e crescer“.
Também compondo a mesa de abertura do evento, o coordenador do Ceco, José Salvino de Menezes, ressaltou o bom relacionamento com o Banco Central. Segundo ele, após a instalação de um departamento específico na estrutura do órgão para cuidar dos assuntos relacionados ao cooperativismo, os avanços foram significativos. “Com a criação do DESUC, os números apontam um crescimento constante do setor, numa média de 50% acima das demais instituições financeiras brasileiras. Isso se deve, sem dúvida, a essa parceria dedicada”, pontuou Menezes.
Otimiza BC – Encerrando os depoimentos iniciais, se pronunciaram o diretor da OCB e também presidente da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebrás), Celso Régis, e o secretário executivo do Banco Central, Geraldo Magela. Após explicar o funcionamento regimental do Ceco, Celso Regis ressaltou: “Estamos fortemente empenhados em aprimorar nossos processos para alcançar, com cada vem maior qualidade, os objetivos estratégicos primordiais para o cooperativismo de crédito”. Já Magela aproveitou a oportunidade para reforçar o convite à atuação do Ceco como interlocutor no programa lançado pelo BC em fevereiro deste ano, o Otimiza BC. O principal objetivo do projeto é a redução de custos operacionais e procedimentos burocráticos, gerando maior rentabilidade às instituições financeiras do país. o coordenador Salvino de Menezes respondeu de pronto à convocação. “Vamos com certeza abraçar esta causa e participar ativamente”.
Assuntos em pauta – A reunião do Ceco tem previsão de término para as 18h de hoje. Ao longo do dia, a programação do evento inclui: uma apresentação dirigida pelo representante da DGRV, Matthias Knoch, sobre “Os desafios atuais do cooperativismo de crédito brasileiro”; outra apresentação, conduzida pelo coordenador José Salvino de Menezes, sobre os avanços, as conquistas e o Plano de Ação do Ceco para 2013; uma conversa com o chefe adjunto do Departamento de monitoramento do Sistema Financeiro e de Gestão da Informação (Desig/BC), Ailton Santos, sobre o projeto “Perfil das pessoas físicas tomadoras de operações de crédito nas cooperativas brasileiras”; além de exposições, conduzidas por representantes do BC, sobre o documento “Basiléia III”.
FGCoop – O Fundo Garantidor de Crédito das Cooperativas, lançado pelo BC em outubro de 2012, também terá espaço nas discussões dos membros do Ceco. Ele está em fase de regulamentação para começar a operacionalizar efetivamente. “O FGCoop visa trazer mais solidez e confiabilidade às cooperativas de crédito, resultando em mais segurança para os associados”, explica o coordenador do Ramo Crédito na OCB, Thiago Borba. Como vai funcionar: O fundo será uma garantia de depósitos, assegurando os valores de depositantes em cooperativas de crédito, igualmente ao que é feito no sistema bancário convencional. “Hoje, cada sistema tem seu fundo próprio”, acrescenta Borba.
Fonte: OCB
Sicoob cresce 33% em captação de poupança em 2012
O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) alcançou a marca de R$ 369,7 milhões em captação de poupança em 2012, com um volume acumulado de R$ 1,48 bilhão. O valor é 33% superior ao apresentado no mesmo período de 2011, evolução maior que a apresentada pelo mercado, que foi de 16%. Desse montante, foram aplicados R$ 911,3 milhões em operações de crédito rural. Atualmente o Sicoob possui 620.038 cotas (fevereiro/2012).
De acordo com Ricardo de Amorim, gerente de captações do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), instituição financeira provedora da poupança para as cooperativas do Sicoob, a evolução é resultado das campanhas de estímulo para o uso da poupança e os diferenciais do setor cooperativista de crédito. “O crescimento nas captações deve-se às ações de incentivo promovidas pelas cooperativas de crédito do Sicoob. Além disso, os recursos da poupança das cooperativas retornam em benefício para as comunidades, viabilizando o desenvolvimento local”, diz. Ainda de acordo com Amorim, a expectativa para este ano é alcançar R$ 2 bilhões em captações até dezembro de 2013.
Setor Cooperativista de Crédito
O cooperativismo de crédito alcançou R$ 46,8 bilhões em depósitos no final de 2012, crescimento de 22,8% em relação a 2011, evolução acima da média do Sistema Financeiro Nacional, que registrou aumento de 6% nos depósitos.
Fonte: Sicoob
Sicredi Alto Nordeste RS incorpora Sicredi Metropolitana SC e dá origem à Sicredi Aliança RS/SC
Visando fortalecer o cooperativismo de crédito na região metropolitana de Florianópolis, o Sicredi iniciou um processo de incorporação de cooperativas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que reforçará a capacidade operacional, proporcionando maiores ganhos de escala, sinergia e logística.
“Esta reestruturação é importante para a região metropolitana de Florianópolis e também para o Sicredi, pois teremos cooperativas ainda mais fortes para os nossos associados”, ressalta Ivo Miri Brugnera, presidente da Sicredi Alto Nordeste RS.
O processo envolveu diretamente as cooperativas Sicredi Alto Nordeste RS, com sede em Marau, e Sicredi Metropolitana SC, com sede em Florianópolis.
“Com o rearranjo entre essas cooperativas teremos uma otimização geográfica da área de atuação de cada uma delas o que irá propiciar uma maior eficácia operacional e de logística”, afirma Ivo Miri Brugnera.
A nova cooperativa, denominada Sicredi Aliança RS/SC, passa a ter 27 municípios em sua área de atuação, com mais de 1 milhão de habitantes, 15 unidades de atendimento, mais de 25 mil associados e patrimônio líquido de 53 milhões.
O processo de incorporação foi aprovado pelos associados das cooperativas envolvidas, em Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 02 de maio, em Marau. Participaram do evento os 62 delegados que representam os núcleos de associados das duas cooperativas, onde na ocasião aprovaram a incorporação proposta, a reforma e a consolidação do Estatuto Social da cooperativa incorporadora e a eleição para preenchimento dos cargos criados no Conselho de Administração da cooperativa incorporadora. Também participaram do evento conselheiros de administração, membros da diretoria, colaboradores e representantes da Central Sicredi Sul.
Fonte: Sicredi Alto Nordeste RS
OCB: Conselheiros avaliam resultados do Formacred
Após seis meses do fim da capacitação, turmas piloto do curso especializado para conselheiros de cooperativas de crédito volta a se reunir. A missão deles é validar o programa para aplicação em nível nacional
“Hoje, informação é uma mercadoria muito importante, mas também muito abundante. O grande segredo é saber como digeri-la, torná-la aplicável. A partir desta avaliação vamos dar início a um processo contínuo do Formacred. Peço que vocês dediquem esses dois dias a nos dar esse retorno, para que possamos validar um programa definitivo, efetivo para o cooperativismo de crédito, que servirá de base para os demais ramos inclusive.” Estas foram as palavras do presidente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Márcio Lopes de Freitas, aos participantes do Curso de Formação de Conselheiros de Cooperativas de Crédito (Formacred), na manhã de hoje (8/5), em Brasília (DF). Eles se reuniram para o Seminário de Avaliação do Formacred, curso integrante do Programa Nacional de Educação do Crédito Cooperativo (Educred), do Sescoop.
“Vocês estão reunidos aqui nesses dias para avaliar a validade desse processo, desenhado por um grupo técnico, e que envolveu todas as Confederações de Cooperativas de Crédito do Brasil. Estamos usando vocês como ‘cobaias’, no bom sentido, porque agora é a hora de reciclarmos tudo o que foi visto, sua aplicabilidade, e relatar o que pode ser melhorado”, destacou Lopes de Freitas junto aos Conselheiros.
As turmas-piloto, tanto de Conselheiros Fiscais, quanto de Conselheiros de Administração, tiveram início em maio e foram concluídas em novembro do ano passado. Para a gerente de Formação e Qualificação Profissional do Sescoop, Andréa Sayar, a sensação é de satisfação e emoção pelo sucesso alcançado. “Este momento representa o coroamento de nosso trabalho. O programa levou dois anos sendo construído, com muito cuidado e atenção para que atendesse adequadamente às demandas das cooperativas. E agora estamos vendo a coisa realmente acontecer. O Formacred alcançou uma credibilidade muito grande junto ao Sistema OCB, que já está aguardando a sua disseminação para todos os ramos e estados”, disse a gestora.
Andrea relata que a opinião comum entre todos os envolvidos no projeto é sobre a integração gerada pelo curso. “Sem dúvida, o principal benefício que notamos foi a inter-relação criada entre pessoas diferentes, de sistemas, cidades e estados diferentes. Esta atuação orquestrada entre indivíduos, cooperativas e sistemas é o que vai garantir a força para que o cooperativismo, em cada um de seus ramos, se apresente de maneira imponente perante a sociedade e o governo, demonstrando o verdadeiro DNA do movimento”, avalia.
Ela realça que o Seminário, que teve início hoje e prossegue até amanhã (9/5) tem como foco avaliar qualitativamente a utilidade dos conceitos aprendidos pelos participantes na prática de suas atribuições diárias.
SOBRE O FORMACRED
Concebido para atender a uma demanda do Conselho Especializado do Ramo Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB), e do Banco Central do Brasil (BC), para que fossem desenvolvidos programas de capacitação e treinamento de dirigentes e empregados das cooperativas de crédito, o Formacred tem como objetivo oferecer formação de qualidade a conselheiros de Administração e Fiscal, contribuindo para o processo de desenvolvimento, profissionalização e aumento da competitividade desses empreendimentos frente ao sistema financeiro nacional.
O foco está em contribuir para o processo de desenvolvimento, profissionalização e aumento da competitividade desses empreendimentos frente ao sistema financeiro nacional. Ao longo de 2012, 40 conselheiros foram formados nas turmas-pilotos realizadas pelo Sescoop.
Sicredi quer desembolsar R$ 18 bilhões neste ano
Resultado representa incremento de 25% em relação ao ano anterior
O Sicredi pretende desembolsar R$ 18 bilhões em financiamentos ao longo de 2013 em todo o País. Caso a projeção se confirme, o desempenho será o melhor já obtido pela instituição e representará um incremento de 25% em relação aos negócios feitos em 2012. Com a carteira recheada por causa dos lucros da supersafra de grãos deste ano, os produtores rurais serão os principais responsáveis pela demanda de crédito do banco nesta temporada. A expectativa é de que o setor agrícola responda por 60% do volume de pedidos, sendo o restante voltado ao crédito pessoal e comercial.
“O Rio Grande do Sul deve responder por 50% dos valores financiados em 2013“, projeta o presidente da cooperativa, Ademar Schardong. Mesmo assim, segundo o dirigente, a instituição está passando por uma mudança de perfil em relação à concessão dos empréstimos. “Éramos voltados essencialmente ao financiamento agrícola, mas essa lógica deve se inverter nos próximos anos. É uma questão natural, pois o setor primário responde por 40% do PIB do País e os demais segmentos por 60%. É possível que tenhamos essa mesma divisão no Sicredi”, aponta o dirigente, que ontem palestrou no Tá na Mesa, da Federasul. O executivo se mostra otimista com as perspectivas da economia brasileira para os próximos anos. Mesmo assim, ele acredita que o cenário de luta contra a inflação deve permanecer, e os juros tendem a ser elevados. “É um ledo engano pensar que vamos conviver com juros de Europa nos próximos anos. Mas teremos taxas de juros mais civilizadas em relação a tempos atrás”, projeta.
“o diferencial do Sicredi está no tipo societário e não nos produtos oferecidos”
Em um mercado financeiro dominado por grandes players, Schardong destaca que o diferencial do Sicredi está no tipo societário e não nos produtos oferecidos. “O produto bancário é commoditizado. O cartão de crédito é igual em qualquer banco”, exemplifica, mencionando que a cooperativa possui “2,3 milhões de donos”. A expectativa para este ano é de aumentar em 200 mil a quantidade de cooperativados.
“o diferencial competitivo do futuro não será preço, qualidade ou produto, mas, sim, o valor que a organização representa para as pessoas que se utilizam dos seus serviços”
Para o presidente, a relação entre as empresas e a sociedade passa por uma profunda transformação. “As grandes corporações já estão começando a humanizar suas atividades. Isso porque o diferencial competitivo do futuro não será preço, qualidade ou produto, mas, sim, o valor que a organização representa para as pessoas que se utilizam dos seus serviços”, aponta. Neste sentido, ele destaca que, para acompanhar esse movimento, as companhias vão precisar investir em diversos aspectos, entre eles, a governança.
Fonte: Jornal do Comércio
Central Sicredi PR/SP celebra prêmio com APACN (Associação de Apoio à Criança com Neoplasia)
Projeto social recebeu selo “Referência Estadual” no Prêmio Cooperativa do Ano da OCB
O Sicredi celebrou na última semana o reconhecimento que recebeu da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) pelo projeto desenvolvido em parceria com a Associação de Apoio à Criança com Neoplasia (APACN). O trabalho social recebeu o selo “Referência Estadual” no Prêmio Cooperativa do Ano.
Estiveram presentes à solenidade, realizada na sede da Central Sicredi PR/SP, em Curitiba, o presidente da Central e da Sicredi Participações S/A, Manfred Dasenbrock, o presidente da APACN, Antônio Carlos Santos Lima, executivos do Sicredi e da Associação, além de crianças atendidas pela entidade.
O projeto premiado consiste em transformar banners utilizados nas campanhas do sistema de crédito cooperativo em bolsas ecológicas. A Central Sicredi PR/SP gera, por ano, mais de mil metros de faixas e banners. Essas peças permaneciam expostas nas Unidades de Atendimento e nos estandes montados pelas cooperativas em eventos regionais. Após as ações, o material ficava guardado, ou era descartado
no lixo reciclável (em cidades que dispunham deste tipo de coleta).
Para conseguir dar destinação adequada aos resíduos e ainda contribuir com crianças com a saúde debilitada, o Sicredi se uniu à Associação de Apoio à Criança com Neoplasia e à Europarts Comunicação Visual e criou o projeto “O futuro está em nossas mãos!”. A APACN ficou responsável pela confecção das bolsas (serviço feito voluntariamente pelas mães das crianças atendidas pela entidade) e a Europarts por fabricar o selo que é aplicado nos bolsos das Ecobags.
Ao final deste processo, o Sicredi compra as bolsas produzidas pela instituição por R$8,50 a unidade, dinheiro que é revertido para o tratamento das crianças.
Atualmente, todos os banners e faixas utilizados são transformados em bolsas ecológicas, que são distribuídas pelo Sicredi em eventos, como brindes para associados. Em pouco mais de um ano de projeto, foram confeccionadas, a partir de mais de 1.600 banners e faixas, aproximadamente mil peças.
Fonte: Sicredi
Equipe Sicredi Rancing vence a primeira etapa do Mercedes-Benz Grand Challenge
Márcio Campos, agora correndo sozinho, abriu a liderança do campeonato
Bicampeão brasileiro, correndo em dupla com o pai João Campos, o piloto Márcio Campos estreou com vitória a terceira temporada no Mercedes-Benz Grand Challenge, agora sozinho. Ele foi o mais rápido durante todo o fim de semana e venceu neste domingo (5) a prova inicial, disputada no circuito de rua do Anhembi, em São Paulo (SP), integrando a programação da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé.
Neste ano, o sistema de rodadas duplas da competição foi modificado para uma corrida por etapa com duração de 50 minutos. Com isso, a equipe Sicredi Racing, formada por João e Márcio Campos e patrocinada pelas seguradoras parceiras da Corretora de Seguros Sicredi – Icatu e Mapfre, terá somente um piloto inscrito no carro 31.
No domingo, o piloto largou bem e abriu vantagem na liderança. A partir da sétima volta, precisou de atenção redobrada, já que Neto De Nigris se aproximou ameaçando a boa performance de Márcio. Na segunda parte da corrida, depois que todos os carros cumpriram o pit stop obrigatório, o bicampeão abriu uma vantagem segura, de quase 10 segundos. No final da corrida, mais um desafio: De Nigris voltou a se aproximar. Depois de 22 voltas, Márcio venceu a competição e ficou satisfeito com o desempenho da equipe e do carro. “A equipe me deu um carro bem acertado desde o primeiro treino, muito rápido. Tudo deu certo”, complementou o piloto.
A próxima etapa do Mercedes-Benz Grand Challenge será no dia 23 de junho, domingo, em Curitiba (PR).
Fonte: Sicredi
Cooperativas Sicredi Sudoeste e Vale se unem e fortalecem a marca Sicredi em Goiás
Unidas sob o nome Sicredi Sudoeste GO, as cooperativas somam aproximadamente cinco mil associados
No último dia 1° de maio, Dia do Trabalho, os associados das cooperativas Sicredi Sudoeste GO (ex-Sicredi Verde GO, de Rio Verde) e Sicredi Vale GO (de Quirinópolis) tomaram uma decisão histórica: uniram-se estrategicamente para fortalecer a marca Sicredi em Goiás. Agora, sob o nome Sicredi Sudoeste GO, as cooperativas somam uma força de aproximadamente 5 mil associados, R$ 50 milhões em recursos, R$ 70 milhões em ativos e um patrimônio de R$ 15 milhões, com duas unidades de atendimento.
Em breve, haverá abertura de nova unidade em Jataí, expansão que seguirá para outras cidades da região Sul de Goiás. Para o presidente do Sicredi Vale GO, Enio Freitas de Sene, “a maturidade do quadro social e a forma com que cada conselheiro conduziu este assunto na sociedade permitiu que todos enxergassem a viabilidade de melhoria aos associados e suas demandas”.
O presidente do Conselho de Administração da nova Sicredi Sudoeste GO, Paulo do Vale, elogiou a “maturidade” dos associados de ambas as cooperativas, agradeceu especialmente o apoio dos conselhos de administração e fiscal e “principalmente aos colaboradores que estão trabalhando na busca de um atendimento de qualidade e diferenciado do modelo tradicional, fazendo com que o sistema cooperativo seja reconhecido pela sua essência e natureza”.
Mudanças – Na ocasião foi deliberada a reforma e atualização do estatuto social, bem como o preenchimento dos cargos vagos no Conselho de Administração do Sicredi Sudoeste GO, que passa a contar com o trabalho e a representação dos conselheiros Ilnélio Martins de Medeiros, Joaquim Sardinha Júnior e Naelia Candida Rosa Caiado Fleury.
O vice-presidente da central Sicredi Brasil Central, Sadi Masiero, falou sobre suas experiências na questão da união de cooperativas de crédito e afirmou que a decisão dos cooperados demonstra que a cooperativa e suas unidades desejam e querem crescer. Masiero parabenizou a todos pela decisão, colocou a central regional do Sicredi à disposição e disse que em pouco tempo, “todos irão sentir a diferença e a robustez dos números que a cooperativa irá apresentar”.
Para finalizar, o superintendente de Desenvolvimento da central, Zeir Ascari, reafirmou sua confiança no crescimento do Sicredi na região e no estado de Goiás, “ainda mais com a abertura de mais um ponto de atendimento na cidade de Jataí”. Ascari reafirmou a crença de que em 2014 a cooperativa avançará ainda mais.
Fonte: Sicredi Sudoeste GO
Sicoob lança nova edição de cartilha sobre a evolução do cooperativismo de crédito brasileiro
O Sicoob Confederação, em parceria com o Bancoob, disponibiliza no site do Sicoob, a segunda edição da cartilha “A Evolução do Sistema Cooperativista de Crédito Brasileiro“.
De autoria do diretor de Negócios, Abelardo Duarte de Melo Sobrinho, do diretor de Desenvolvimento Organizacional, Marden Marques Soares, ambos do Sicoob Confederação, e do diretor Operacional do Bancoob, Ênio Meinen, o estudo atualiza os números e as informações relativas ao cooperativismo de crédito brasileiro em 2012, de acordo com a base de dados disponibilizada pelo Banco Central do Brasil, mediante convênio firmado com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
A obra traz um diagnóstico que reflete o desempenho em termos quantitativos e qualitativos, comparado aos outros períodos, em especial com os anos de 2010 e 2011. Desde sua primeira edição, em maio de 2011, além de avaliar os avanços do segmento na última década, o objetivo da cartilha é fomentar a reflexão acerca dos desafios para os próximos anos, num ambiente cada vez mais competitivo.
Acesse a cartilha no link http://sicoobcorporativo.com.br/evolucao/#/1/
Conheça abaixo alguns dos dados constantes na cartilha e que contam com interpretação detalhada no documento:





Fonte: Sicoob
Cresol Central realiza novo intercâmbio com cooperativa de crédito do Canadá
Durante o período de 22 a 27 de abril, a convite da Cecosol, o Diretor Administrativo da Cresol Central, Gelson José Ferrari, e o Assessor, Cledir Magri, participaram de agendas estratégicas em Québec e Montreal, no Canadá. O intercâmbio teve como objetivos principais a participação da Cresol Central no encontro solidário (seminário que antecede realização da Assembleia Geral) e na assembleia da Caixa de Economia Solidária Desjardins – Cecosol, bem como em reuniões com a Central Nacional dos Sindicatos – CSN.
No primeiro dia de atividades, a Cresol Central participou de encontro que tratou sobre controles internos, forma preventiva que permite a Cecosol identificar situações anormais, até antecipando fatos que somente seriam identificados pela auditoria. Nesta reunião, o grupo conheceu mais a fundo como são realizados os controles internos da Cecosol e apresentou os métodos de fiscalização e controles que utiliza. Ainda neste dia, foi realizada agenda com dez funcionários da Cecosol, entre eles o Diretor Poul Oullet, que contemplou a apresentação dos dois sistemas e permitiu traçar pontos em comum nas duas atuações.
Dando continuidade aos trabalhos, outras agendas foram realizadas com a Cecosol, entre elas uma que tratou sobre a análise de empreendimentos de economia solidária, cujos temas centrais foram liberações de recursos e operações de crédito.
No dia 25, a Cresol Central participou da principal atividade do intercâmbio, o Seminário e a Assembleia da Cecosol, em Montreal, que teve como tema “Globalização das nossas práticas solidárias”. Nesta atividade a Cresol apresentou seu histórico, indicadores e desafios, enfatizando o projeto de cooperação Cresol do Futuro através das metas, resultados e conclusões. Este projeto também foi pauta dos encontros com representantes da CSN e do Développement Solidaire International (DSI), realizados no dia 26.
Conforme Ferrari, a participação nas agendas oportunizou ampliar o intercâmbio entre a Cresol Central SC/RS e Cecosol, refletir sobre o conceito de globalização atrelado a economia solidária, sendo fundamental estreitar a parceria com outras instituições da economia solidária e conhecer novas formas de pensar este setor. “Estabelecemos objetivos comuns para continuidade do intercâmbio, nas áreas de controle interno, gestão preventiva e avaliação de crédito para empreendimentos coletivos (cooperativas de produção, agroindústrias, sindicatos) e pessoas jurídicas, áreas que a Cecosol possui expertise e longa prática na área”, salienta o diretor.
Fonte: Cresol Central SC/RS
Cooperativas de crédito têm 19% de depósitos em Mato Grosso
Com um espaço cada vez mais amplo, as cooperativas de crédito têm crescido destacando-se a cada ano. Dados estaduais apontam que do total dos valores que circulam pelas instituições financeiras do estado 19% estão nas cooperativas. Outro dado de um levantamento pelo Sistema OCB-MT aponta que o setor é responsável por 15,7% das operações de crédito de MT, o que equivale a mais de R$ 4 bilhões.
Esse crescimento em números reflete no desenvolvimento econômico e social do estado, já que toda a movimentação financeira permanece na área de atuação das cooperativas. Somente no número de associados de 2005 a 2012 o crescimento foi de 138%, alcançando hoje mais de 260 mil cooperados. Nesse mesmo período as vagas de emprego cresceram 47% no setor.
Em 2012 as cooperativas do estado distribuíram mais de R$ 179 milhões em sobras para seus cooperados. “Essa aproximação com a comunidade é clara. As cooperativas oferecem soluções financeiras, agregando renda para as pessoas e atendendo a vocação econômica da região. O dinheiro investido nas cooperativas é recolocado na comunidade. Isso é valorizado pelos associados o que faz as cooperativas crescerem a cada dia”, explica Onofre Cezário de Souza Filho, presidente do Sistema OCB-MT.
E para aumentar essa representatividade do crédito cooperativo no Sistema Financeiro Estadual o Sistema OCB-MT promove o I Fórum mato-grossense das Cooperativas de Crédito. O evento aconteceu no dia 25 de abril, no Hotel Gran Odara, em Cuiabá. Além dos dirigentes e executivos das 26 cooperativas de crédito de todo estado, ainda estavam presentes representantes do Banco Central do Brasil e do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – IBGC.
Mato Grosso tem 187 cooperativas gerando renda, 8.481 empregos e fortalecendo as economias locais e atendendo mais de 285 mil associados. Ao todo o setor atinge direta e indiretamente mais de 1,17 milhão de pessoas – 38% da população mato-grossense.
Fonte: 24horasnews.com.br
Equipe Sicredi Racing apresenta novidades na temporada 2013 do Mercedes-Benz Grand Challenge
A temporada 2013 do Mercedes-Benz Grand Challenge começa neste domingo (05/05), em São Paulo, integrando a programação da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé no circuito de rua do Anhembi. Neste ano, a competição traz duas mudanças importantes. O sistema de rodadas duplas passa a ter um novo formato, com uma corrida por etapa – aos domingos, e a duração foi ampliada de 30 para 50 minutos. Com isso, a equipe Sicredi Racing, formada por João e Márcio Campos e patrocinada pelas seguradoras parceiras da Corretora de Seguros Sicredi – Icatu e Mapfre, terá somente um piloto inscrito no carro 31.
Márcio Campos assume como piloto, enquanto João Campos será o estrategista da equipe, com a bagagem de mais de três décadas no automobilismo. “O mais importante de tudo é que nosso entrosamento segue valendo. Meu pai só não estará na pista, mas vai me ‘pilotar’ dos boxes”, afirma. Em 2011, a equipe Sicredi Racing obteve cinco vitórias nas 14 corridas válidas pelo campeonato. Já no ano passado, o bicampeonato ocorreu após oito vitórias em 16 etapas.
A largada da primeira das oito etapas do calendário do Mercedes-Benz Grand Challenge será às 8h45min, com transmissão ao vivo pela Rede Bandeirantes e pelo SporTV.
Depois da corrida no Anhembi, o campeonato segue o seguinte cronograma:
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23 de junho: Curitiba (PR)
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28 de julho: Tarumã (RS)
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18 de agosto: Interlagos (SP)
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8 de setembro: Curitiba (PR)
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6 de outubro: Tarumã (RS)
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3 de novembro: Santa Cruz do Sul (RS)
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8 de dezembro – Interlagos (SP)
Fonte: Sicredi
Cresol Central conclui processos assembleares de 2013
Ciclo de pré-assembleias e assembleias reuniu mais de 50 mil associados
No período compreendido entre os meses de janeiro e abril, o Sistema Cresol Central realizou os processos assembleares de 2013. Os encontros tiveram os intuitos de aproximar os associados da cooperativa, mostrar os resultados do exercício de 2012 e planejar os próximos períodos.
Neste ciclo, foram realizadas 626 pré-assembleias, que reuniram 24.953 participantes, e 61 assembleias gerais ordinárias e extraordinárias, que contemplaram público de 25.368 associados. Além destes encontros, foram realizadas assembleias nas oito Bases Regionais de Serviços e na Cresol Central, sendo esta formalizada no dia 22 de março, paralelamente a sétima edição do Seminário “O Cooperativismo promovendo o desenvolvimento da Agricultura Familiar”, em Chapecó – SC. Ao todo, mais de 50 mil associados participaram dos encontros, o que representa 38,6% do quadro social do Sistema.
Conforme o Diretor Presidente da Cresol Central, Rudemar Casagrande, as assembleias são importantes momentos de participação dos associados na vida da cooperativa. “São nestes momentos que as cooperativas apresentam a prestação de contas para os associados, bem como estabelecem as diretrizes que nortearão os trabalhos para o ano. Por isso, a participação dos sócios é um elemento fundamental, pois além de avaliar os resultados das cooperativas, eles entendem melhor o processo de funcionamento e participam ativamente das decisões. É através do envolvimento dos associados que construímos um Sistema cada vez mais forte”, salienta Casagrande.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Cresol Central SC/RS
Participe da pesquisa que está sendo feita pela Aliança Cooperativa Internacional
A ACI (Aliança Cooperativa Internacional) está promovendo uma pesquisa com o objetivo de identificar uma mensagem e uma imagem que possa representar o cooperativismo durante a chamada Década Cooperativa. Participe acessando o http://calverts.polldaddy.com/s/encuesta-sobre-la-identidad-cooperativa-en-el-mundo
As Instituições Financeiras Cooperativas Alemãs: Governança
Na Alemanha, assim como em qualquer outra cooperativa do mundo, a base são os associados, que elegem delegados para representa-los nas Assembleias. São os delegados que elegem o CONSELHO DE SUPERVISÃO (Supervisory Board), formado por 3 pessoas, equivalente ao Conselho de Administração das cooperativas brasileiras.
Os DELEGADOS são escolhidos tanto em relação à distribuição geográfica como pelo ramo econômico ou profissional. Sua eleição é normalmente realizada no próprio ponto de atendimento, não havendo uma assembleia para escolha dos mesmos. O associado que tem interesse de ser delegado deve se inscrever junto à cooperativa e, após terminado o prazo de inscrições, cada associado tem o direito de votar na chapa em que constam os candidatos. O associado tem como opções aprovar toda a chapa, ou aprova-la destacando aqueles nos quais não quer votar. Os delegados normalmente são lideranças locais, como prefeitos, comerciantes e presidentes de entidades. A eleição dos delegados não é obrigatória e por isto são poucos os associados que participam deste processo de escolha.
O Conselho de Supervisão não tem funções administrativas, o que faz com que os conselheiros eleitos compareçam a cooperativa apenas quando existe algum assunto a ser discutido ou por ocasião da reunião do conselho. Atualmente, não existem exigências mínimas para se tornar um membro do Conselho de Supervisão, fato que tem gerado discussões considerando-se a complexidade das atividades bancárias. O mandato dos conselheiros é de cerca de 3 anos e por ser uma função honorífica eles recebem cédula de presença, a título de ressarcimento de custos.
Já os DIRETORES (executivos), são contratados pelo Conselho de Supervisão, sendo responsáveis pelos negócios da cooperativa. A Diretoria deve ser formada por no mínimo 2 pessoas, havendo a segregação entre a área de mercado (comercial) e o back-office, atendendo ao chamado “princípio dos 4 olhos”. Os diretores tem um vínculo forte com o Conselho de Supervisão, mas a última palavra sobre a estratégia e execução cabe aos diretores. Os diretores tem dedicação exclusiva e reportam-se exclusivamente ao conselho, salvo em caso de dificuldades.
Em relação às estratégias, a BVR (Federação Nacional dos Bancos Cooperativos) elabora o planejamento sistêmico e as grandes metas. Já a estratégia individual da cooperativa é definida pelos diretores.
Por Márcio Port – autor do Portal do Cooperativismo de Crédito
As Instituições Financeiras Cooperativas Alemãs: Estrutura
O cooperativismo de crédito alemão é muitas vezes citado em nível mundial como sendo um modelo a ser seguido, seja por seus grandes números ou pela estruturação sistêmica adotada.
Os precursores do cooperativismo de crédito alemão foram Hermann Schulze-Delitsch (idealizador do Volksbank, com ênfase no meio urbano) e Friedrich Wilhelm Raiffeisen (idealizador do Raiffeisenbank, com ênfase no meio rural), sendo que as primeiras instituições por eles criadas hoje já contam com mais de 150 anos. A estratégia adotada por ambos era a de que cada cidade tivesse sua própria cooperativa de crédito, motivo pelo qual estas se proliferaram rapidamente, o que pode ser comprovado pelo número de 4.500 Volksbank existentes no ano de 1892 (com cerca de 1,5 milhão de membros) e pelas 13.000 Raiffeisenbank existentes em 1905 (com cerca de 1 milhão de membros). Ao longo da história, muitas foram as fusões e incorporações ocorridas na Alemanha, existindo casos em que cooperativas dos dois sistemas se uniram, através de fusões, dando sentido a expressão lá utilizada: “um mercado, um banco”, ou seja, em um mesmo mercado (cidade ou região) não deveriam haver dois bancos cooperativos concorrendo entre si.
Em termos históricos, na Alemanha, as cooperativas fundadas por Raiffeisen eram cooperativas mistas (agropecuárias e crédito ao mesmo tempo). Com o tempo, por força da legislação, houve a segregação das atividades, criando-se cooperativas distintas. Ao mesmo tempo, a concorrência fez com que as cooperativas pequenas tivessem de unir-se para poder competir.
Ao mesmo tempo em que estavam em franca expansão, ainda antes do ano de 1900, muitas foram as fusões ocorridas, a exemplo do “Volksbank Rhein-Lahn eG”, que entre 1982 e 1900 passou por mais de 50 fusões. Já em um período mais recente, o 1º banco cooperativo criado por Raiffeisen, em 1862 em Anhausen (e em 1864 em Heddesdorf), atualmente denominado “VR Bank – Volks- uns Raiffeisenbank Neuwied-Linz eG“, passou, nos últimos 60 anos (depois de 1953) por uma onda de fusões, tendo as maiores ocorrido na década de 1990.
Muitas das fusões ocorridas são de cooperativas do leste alemão, da antiga Alemanha Oriental, onde as cooperativas eram pouco competitivas e com alguns problemas de gestão.
Os Raiffeisenbank tradicionais atuavam (e alguns ainda atuam) em lugares pequenos, com pessoas físicas, agricultura e com o setor manufatureiro. Já os Volksbank de Schulze trabalhavam na área urbana, com pessoas físicas, indústrias, comércio e setor manufatureiro de maior porte.
Atualmente, dos 18 milhões de associados a cooperativas na Alemanha (de todos os ramos), 17 milhões estão vinculados aos 1.121 bancos cooperativos (é assim que são chamadas as cooperativas de crédito por lá). Esta forte participação é decorrente do modelo de livre adesão adotado pelos bancos cooperativos Volksbank e Raiffeisenbank. Além deles, existem também os Spardabank, formados inicialmente por funcionários de ferrovias e que hoje dedicam-se a pessoas físicas; e os PSDbank, originários dos funcionários dos correios e que hoje são mais dedicados ao varejo.

Curiosidade: Dos 80 milhões de habitantes da Alemanha, apenas 850 mil pessoas vivem da agricultura. A propriedade rural média tem 48,5 hectares.
Em termos numéricos, o menor banco cooperativo administra cerca de 12 milhões de Euros e o maior 38 bilhões.
Toda a REDE DE ATENDIMENTO dos bancos cooperativos está totalmente interligada, embora existam duas grandes centrais de processamento de dados (GAD e Fiducia), responsáveis também pelo desenvolvimento de softwares. Os clientes dos bancos cooperativos alemães contam com uma rede de 19.000 ATMs (auto atendimento).
Na Alemanha, os bancos cooperativos podem operar com CLIENTES, não sendo obrigatória a associação. Com isto, existem aproximadamente 30 milhões de clientes, sendo que 17 milhões deles são associados. O regime de tributação dos bancos cooperativos é igual ao dos bancos tradicionais, não existindo o Ato Cooperativo que existe no Brasil. Além disto, não existem preços diferenciados entre clientes e associados.
Em alguns Bancos Cooperativos, existem produtos ou serviços diferenciados para os associados. Como exemplos: cartão de crédito específico para associados e convênios específicos com os lojistas.
Alguns bancos cooperativos não fazem questão de associar seus clientes visto que os DIVIDENDOS pagos para quem é associado estão entre 5 a 10% a.a., o que causa uma pressão para geração de resultado. Por este motivo, os bancos cooperativos estipulam, em seus estatutos sociais, limites máximos de capital a ser integralizado, podendo em alguns casos chegar a 5.000 Euros, mas havendo uma grande quantidade deles que definem o capital máximo em torno de 500 Euros.
As SOBRAS LÍQUIDAS, após deduzidos os dividendos dos associados, são destinadas ao fundo de reserva ou às “reservas escondidas”. As reservas escondidas não aparecem no Patrimônio Líquido, mas servem para o cálculo do Índice de Basiléia. Tais reservas podem ser de no máximo 4% do valor dos créditos dos clientes, assemelhando-se às provisões para devedores duvidosos das cooperativas brasileiras.
Os Bancos Cooperativos locais contam com dois BANCOS COOPERATIVOS CENTRAIS, o WZG Bank, com sede em Düsseldorf e que tem atuação no oeste alemão, na região de atuação da federação regional RWGZ, na região de Munster e Forsbach; e o DZ Bank, com sede em Frankfurt e ao qual estão ligadas a maior parte dos bancos cooperativos do país. Apesar de já terem ocorrido discussões para a unificação dos Bancos Cooperativos Centrais, as resistências recaem em algumas diferenças culturais, como por exemplo: o WGZ prática os princípios do cooperativismo, onde cada banco cooperativo tem um voto junto ao WGZ Bank. Já no DZ Bank, valem os princípios de uma sociedade anônima. Os bancos cooperativos locais não são obrigados a centralizar sua liquidez nos Bancos Cooperativos Centrais.
O modelo alemão apresenta importantes pontos de reflexão para o cooperativismo de crédito brasileiro visto que apesar dos bancos cooperativos manterem suas marcas (Volksbank, Raiffeisenbank, Spardabank, PSDBank), toda a ESTRUTURA DE RETAGUARDA É COMPARTILHADA, desde a tecnologia até os Bancos Cooperativos Centrais, otimizando assim os custos para os associados e tornando as instituições competitivas perante o mercado.
Por Márcio Port – autor do Portal do Cooperativismo de Crédito
Consórcios: Executivo do Sicredi é eleito para presidência da ABAC e do SINAC
Romeo Balzan passa a integrar o Conselho Nacional das duas entidades, representando as filiadas do RS e de SC
O superintendente de Consórcios do Sicredi, Romeo Balzan, foi eleito presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC) e do Sindicato Nacional dos Administradores de Consórcio (SINAC) – Regional Sul I, gestão 2013-2015. Com essas novas atribuições, Balzan passa a integrar o Conselho Nacional das duas entidades, representando as filiadas do RS e de SC.
A posse ocorreu no dia 10 de abril, em Assembleia Geral Ordinária (AGO), durante o Congresso Brasileiro das Administradoras de Consórcios, realizado na Bahia.
“A eleição de um representante do Sicredi para a ABAC e para o SINAC demonstra o reconhecimento e importância da nossa operação de consórcios em nível nacional, o que nos engrandece e significa que estamos no caminho certo“, afirma o diretor de Produtos e Negócios no Banco Cooperativo Sicredi, Edson Nassar. A ABAC e o SINAC são entidades de classe sem fins lucrativos que representam cerca de 300 empresas do setor de consórcios em todo o Brasil.
Fonte: Sicredi
Sicoob lança cartão com o BNDES para micro e médias empresas
Democratização no acesso a crédito, fidelização do cooperado
Brasília, 18/4/2013 – Maior sistema de cooperativas de crédito do país, o Sicoob lançou hoje de manhã um produto inédito: o Cartão Sicoob BNDES. Específico para cooperados, ele oferece uma modalidade de financiamento de longo prazo, voltado para micro, pequenas e médias empresas. Entre as vantagens estão: parcelamento automático em até 48 vezes, prestações fixas e isenções de IOF e anuidade.
Na solenidade de lançamento, realizada na sede do Banco Cooperativo (Bancoob), em Brasília (DF), o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, avaliou a novidade: “Para nós, entidade de representação do setor, este lançamento é motivo de muito orgulho; um marco histórico trazendo grande motivação para o cooperativismo. O cartão une a finalidade econômica à preocupação com o social, tão relevante para nós. Tenho certeza de que esse acontecimento vai trazer um salto de qualidade no desenvolvimento do cooperativismo de crédito, que hoje é grande referência para todos os outros ramos no país”.
Com a novidade, o Sicoob se torna o primeiro sistema cooperativo de crédito a emitir o cartão BNDES, explica o diretor-presidente do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), Marco Aurélio Almada. “Por meio do Bancoob, o Sicoob lança um produto, até então, inédito no cooperativismo de crédito brasileiro. Além disso, nos tornamos a sexta instituição financeira a disponibilizar o Cartão BNDES, tendo como bandeira e adquirente a nossa Cabal, instituição brasileira que trará vantagens em relação às bandeiras universais nas vendas realizadas com o Cartão BNDES Sicoob”, ressalta. “O cartão traz consigo uma função social importante, com prazos e juros adequados e justos ao usuário. Ele é fundamental para alcançarmos o objetivo de que as cooperativas de crédito sejam as principais instituições financeiras de nossos cooperados”, complementou Almada.
PRIMEIRAS IMPRESSÕES
- O projeto-piloto do cartão foi lançado no Espírito Santo, há cerca de dois meses. Segundo o presidente do Sistema OCB-ES, Esthério Colnago, os primeiros resultados demonstram contentamento dos usuários: “Um sucesso! Os empresários que já estão utilizando o cartão estão completamente satisfeitos. O custo é muito interessante: enquanto outros bancos cobram de 4 a 5% de juros, o cartão Sicoob cobra 2%. Na prática, estamos falando em 100% menos encargos. Funcionalidade muito boa a um custo menor. E o que todo empresário quer é justamente diminuir custos.”
Para Colnago, o maior benefício que o novo cartão vai gerar é a fidelização dos associados. “Ele traz a oportunidade de o associado encontrar na sua própria cooperativa todos os produtos que encontra em outras instituições financeiras. A facilidade de ter tudo que você precisa no mesmo lugar é fator de fidelização, sem dúvida”, afirmou.
FORTALECIMENTO DO SISTEMA – O presidente do Sicoob Confederação e coordenador do Conselho Consultivo Especializado do Ramo Crédito da OCB, José Salvino de Menezes, destacou o fortalecimento do sistema cooperativo de crédito como benefício principal que o cartão trará. “O cartão BNDES Sicoob é um importante produto que demonstra a consolidação do Sicoob como conglomerado financeiro capaz de atender todas as necessidades do empresário brasileiro. Com ele, passaremos a oferecer um portfólio ainda mais completo ao micro, pequeno e médio empreendedor“, disse.
Compartilhando do pensamento de Menezes, o conselheiro fiscal do Bancoob e diretor-presidente da diretor-presidente da Cooperativa de Crédito Rural dos Plantadores de Cana da Zona de Guariba (Coopecredi), Ismael Perina, acrescentou: “É uma evolução, sem dúvida. Mostra que o caminho está correto: agregar mais produtos para resolver os problemas do cooperado lá na ponta. É um instrumento de trabalho fantástico, além de agregador de serviços, transformando a cooperativa de crédito o agente financeiro único do cooperado, com custo muito melhor e trazendo todos os benefícios que o cooperativismo traz”.
INCLUSÃO FINANCEIRA – Para o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a parceria vai aproximar ainda mais o BNDES de microempreendedores e cooperativas. “O cartão BNDES Sicoob vai democratizar o acesso aos seus recursos, fazendo com que o Banco chegue a localidades onde sua presença ainda é pequena”, concluiu.
EM DETALHES – O Cartão BNDES Sicoob consiste em uma linha de crédito pré-aprovada, com limite de até R$ 1 milhão, taxa de juros atrativa e pagamento em prestações mensais fixas. Podem solicitar o cartão os associados Pessoa Jurídica (PJ) donos de empresas de micro, pequeno e médio porte com controle nacional, cujo faturamento bruto anual não ultrapasse R$ 90 milhões, que exerçam atividade econômica compatível com as políticas operacionais e de crédito do BNDES e que estejam em dia com as obrigações fiscais e tributárias. Com o Cartão BNDES Sicoob os associados PJ poderão financiara compra de máquinas, equipamentos, veículos e outros bens de produção, diretamente de fornecedores credenciados pela Cabal Brasil no portal do Cartão BNDES.
Fonte: Sicoob
Sicredi apresenta o seu primeiro Relatório de Sustentabilidade
Publicação atende aos princípios da boa governança corporativa e integra a Política de Sustentabilidade do Sistema
Mais do que uma associação de pessoas, as cooperativas de crédito do Sicredi são agentes promotores do desenvolvimento social e econômico das comunidades onde atuam e estão comprometidas com a proteção e o respeito ao meio ambiente. Para consolidar e aperfeiçoar suas iniciativas socioambientais, o Sicredi lança o primeiro Relatório de Sustentabilidade. A publicação atende aos princípios da boa governança corporativa, integra a Política de Sustentabilidade e representa um importante instrumento de comunicação com os seus principais públicos.
A Política de Sustentabilidade do Sicredi, criada em 2011, faz parte do Planejamento Estratégico 2011-2015 e visa gerar direcionamento para explicitar as boas práticas sustentáveis desenvolvidas pelo Sicredi e aprimorar sua atuação, além de procurar envolver cada vez mais seus públicos de relacionamento. O registro e o acompanhamento da efetiva implantação da Política serão feitos por meio do Relatório, elaborado com base nas diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) – instituição não governamental internacional com sede na Holanda, que desenvolve e dissemina diretrizes para a elaboração de relatórios de sustentabilidade utilizadas voluntariamente por empresas do mundo todo.
O Relatório de Sustentabilidade do Sicredi atende aos requisitos para o nível C (autodeclarado) da GRI. O Sicredi respondeu a 53 indicadores: 30 de perfil e governança e 23 de desempenho, sendo três deles integrantes do suplemento setorial da GRI para o setor financeiro. A produção e o desenvolvimento do Relatório teve consultoria externa da Report Sustentabilidade.
Segundo o presidente executivo do Sicredi, Ademar Schardong, o Relatório é um importante passo em direção às melhores práticas que preconizam a sustentabilidade e a governança corporativa. “Sustentabilidade é algo que não se constrói com pressa. Precisamos debater as formas, os procedimentos e de que maneira cada um contribuirá para satisfazer as necessidades atuais, das próximas gerações e do nosso próprio empreendimento cooperativo“, complementa Schardong.
SUSTENTABILIDADE NO DIA A DIA
A Política de Sustentabilidade do Sicredi está baseada em três eixos:
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inserir princípios socioambientais no portfólio de produtos e serviços;
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tratar de questões de sustentabilidade nas compras e contratação de serviços, no cumprimento a normas do setor e na ecoeficência e
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fomentar o desenvolvimento de programas de educação financeira e sensibilização em sustentabilidade para os públicos de relacionamento.
Entre as iniciativas já implantadas em produtos e serviços estão as ações de inclusão e educação financeiras e microcrédito, além de um conjunto de linhas de crédito socioambientais com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O Sicredi fomenta a inclusão financeira, especialmente de pequenos municípios. É a única instituição financeira existente em 235 cidades brasileiras (segundo o Banco Central do Brasil – Bacen), atendendo mais de 260 mil associados com soluções financeiras personalizadas. Por meio de seus produtos e serviços, promove a formalização de atividades, o resgate da cidadania, a geração de empregos, o aumento da renda e mais oportunidades de acesso ao crédito.
Um sistema ecoeficiente produz mais e melhor, com menores quantidades de resíduos. Com o objetivo de gerar um menor impacto ambiental, o Centro Administrativo Sicredi (CAS), em Porto Alegre (RS), adota diversas ações de ecoeficiência, como otimização de processos, inovações tecnológicas e economia no uso de recursos naturais e materiais. Um exemplo disso é a atenção especial dada ao controle e a gestão do consumo do papel na área de Seguros, por meio de práticas tais como o uso de e-mails em substituição às correspondências impressas. Documentos também passaram a ser enviados por correio eletrônico. Estima-se que, entre 2011 e 2012, deixaram de ser impressas 25,7 mil páginas.
Destacam-se, ainda, entre outras iniciativas: aproveitamento de água da chuva, substituição de torneiras; uso de lâmpadas LED em locais de trabalho 24h; medição de consumo de energia pelo Datacenter; adoção de um sistema de compostagem e um software para a gestão da ecoeficiência, que será utilizado a partir de 2013.
DESEMPENHO E GOVERNANÇA
O Sicredi encerrou 2012 com R$ 31,3 bilhões de ativos totais, o que representa um crescimento de 20% sobre 2011. Foram apurados R$ 4,5 bilhões em patrimônio líquido, 27% a mais em relação ao período anterior, e R$ 20 bilhões em depósitos totais, crescimento de 23%. As sobras totalizaram R$ 671 milhões. Estes resultados refletem uma atuação focada no atendimento às necessidades financeiras dos associados, por meio de uma ampla oferta de produtos e serviços.
A governança corporativa do Sicredi está em constante aprimoramento para assegurar boas práticas de gestão. O Conselho de Administração da SicrediPar, entidade máxima da instituição, tem o assessoramento permanente de comitês: Auditoria e Compliance; Estratégico e de Acompanhamento; de Riscos; de Fundos Garantidores e de Pessoas e Conduta. A fim de mitigar os riscos inerentes à sua atividade, cada operação financeira tem seus riscos avaliados de acordo com a sua complexidade e com as regras do Sistema Financeiro Nacional (SFN). São avaliados os riscos de crédito, liquidez, mercado e operacional.
Em 2012, foi criado o Regulamento de Risco Socioambiental para analisar os riscos socioambientais. O documento, que deve entrar em vigor em 2013, estabelece diretrizes para a concessão de crédito. A análise dos riscos climáticos também é feita periodicamente, além do trabalho de conscientização com os associados.
PESSOAS
Além das metas propostas pelo Planejamento Estratégico para 2013, o Sicredi pretende ampliar sua linha de produtos e expandir ainda mais o quadro de associados, por meio da busca de novos mercados e da fidelização dos atuais, mantendo também o foco na gestão de pessoas. O modelo de gestão cooperativo reconhece, capacita e oferece oportunidades de crescimento profissional aos colaboradores. No Sicredi, 80% dos cargos de gestão são ocupados por pessoas que cresceram profissionalmente na instituição. A contratação local de colaboradores gera emprego nas comunidades onde o Sicredi está presente, 76% da alta gerência (diretores, superintendentes e gerentes) são provenientes da comunidade local.
Reflexo da importância dada aos colaboradores, em 2012 o Sicredi integrou, mais uma vez, o guia “As Melhores Empresas para Você Trabalhar“, elaborado pela revista Você S/A em parceria com a FIA (Fundação Instituto de Administração). No ranking, o Sicredi obteve o índice de Felicidade no Trabalho (IFT) de 77,9 e ficou entre as 150 melhores empresas nas quais as pessoas desejam trabalhar. O Sicredi foi ainda destaque pelo investimento no desenvolvimento dos colaboradores – R$ 20 milhões em 2012.
DESENVOLVIMENTO LOCAL
A atuação da instituição financeira cooperativa prioriza a especificidade da região. Neste contexto, o microcrédito tem papel fundamental e inclusivo ao permitir que os associados tenham acesso ao capital de baixo valor que possibilite o investimento necessário para sua capacidade competitiva. No Sicredi, o microcrédito é um produto que atende pessoas físicas de baixa renda e empreendedores de pequeno porte e contribui para o desenvolvimento sustentável, pois, além de manter o homem no campo e na sua comunidade, melhora a qualidade de vida das pessoas envolvidas. Para a concessão do crédito, além da avaliação de riscos inerente aos negócios, são analisados os impactos ambientais da operação.
O Sicredi também oferece uma série de linhas de financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para ampliação, implantação e melhoria das instalações ou da capacidade produtiva. O BNDES determina quais questões ambientais e sociais devem ser avaliadas. O Sicredi, em seu papel de agente de repasses, exige que os associados tenham sua situação regularizada em meio aos órgãos ambientais e acompanha o cumprimento das normas durante toda a vigência da operação.
No Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o Sicredi é o maior agente privado brasileiro em valores e em número de operações – R$ 1,5 bilhão em mais de 97 mil operações. O Pronaf tem como objetivo a disponibilização de recursos aos financiamentos dos produtores familiares em suas diversas atividades agropecuárias e não agropecuárias desenvolvidas na propriedade rural ou fora dela. Por ser voltado às unidades familiares de produção, adequado à realidade de cada uma delas, além de contar com as mais baixas taxas de juros de financiamento rural, é um importante instrumento na concessão de crédito para os associados Sicredi.
A íntegra do Relatório de Sustentabilidade do Sicredi, em PDF, está disponível no site www.sicredi.com.br – Conheça o Sicredi.
Fonte: Sicredi
Unicred Central RS apresenta Relatório de Gestão 2012
A Unicred Central RS está divulgando o Relatório de Gestão da cooperativa relativo ao exercício de 2012, ano declarado pela Organização das Nações Unidas como o Ano Internacional do Cooperativismo. Entre outras informações, o material apresenta números importantes do Sistema Unicred RS, como o crescimento de 24% nos ativos totais no ano passado, na comparação com o ano anterior, alcançando a marca de R$ 1,2 bilhão.
O documento destaca também o aumento de 26% nos depósitos totais, atingindo R$ 972 milhões e superando o crescimento do Sistema Unicred nacional, que foi de 21%. Quanto ao número de cooperados, a instituição fechou 2012 com mais de 29 mil sócios – uma elevação de 13% –, que foram atendidos nas 56 unidades de negócios pertencentes a 18 cooperativas no Estado. “Estes números são fruto do esforço e da dedicação das equipes de trabalho e de uma gestão focada em resultados”, diz o diretor-presidente da Unicred Central RS, Léo Airton Trombka.
Além do detalhamento dos números positivos da cooperativa de crédito, o relatório traz ainda um resumo das principais ações realizadas ao longo de 2012, como campanhas institucionais, atividades de apoio às cooperativas, produtos e negócios desenvolvidos, bem como o item “Regionalização”, principal projeto do Planejamento Estratégico.
Para saber mais, acesse o link http://www.unicred-rs.com.br/relatoriogestao/relatorio.html e confira todas as informações do Relatório de Gestão da Unicred Central RS.
Fonte: Unicred Central RS
Unicred Porto Alegre inaugura Moeda Cooperativa
A Unicred Porto Alegre inaugurou, na noite desta terça-feira (16), a escultura da “Moeda Comemorativa ao Ano Internacional do Cooperativismo”. A moeda foi lançada pelo Banco Central no final de 2012, como referência ao Ano Internacional das Cooperativas, celebrado no ano passado – uma declaração da Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico sustentável e a redução da pobreza.
“Todos temos conhecimento sobre o que representou o ano de 2012 para o cooperativismo. E o que queremos, agora, é eternizar esse momento, divulgando, ainda mais, o cooperativismo de crédito”, afirmou o diretor-presidente da Unicred Porto Alegre, Paulo Abreu Barcellos, ao abrir a cerimônia.
Para o presidente da Ocergs, Vergilio Frederico Perius, embora a moeda seja pequena, é revestida de significado. “Ela é como o cooperativismo, em que começamos pequenos e juntos nos tornamos grandes”, enfatizou.
Já o diretor-presidente da Unicred Central RS, Léo Airton Trombka, destacou que as celebrações de 2012 precisam ter continuidade. “Ao vermos a moeda cooperativa, lembramos da responsabilidade que adquirimos e que, agora, conseguimos frente a um mundo sem individualismo”, disse ao recordar a exposição mundial que o sistema cooperativista obteve no ano passado.
A obra de arte (réplica), elaborada pela artista gaúcha Mayta Fernanda Pasa, mede 50 centímetros, é composta por resina, mármore e com revestimento de lâminas douradas. Já a moeda original do Banco Central tem valor de face de R$ 5, é de prata, pesa 28 gramas e tem diâmetro de 4 centímetros.
Também participaram do evento o gerente-técnico regional do Bacen, Paulo Renato Abrahão, o presidente do Conselho de Administração da Unimed Porto Alegre, Márcio Pizzato, além de conselheiros e colaboradores da cooperativa.
Fonte: Unicred
Sicredi conquista o Prêmio Mérito Lojista Brasil 2012
Mais uma vez, a instituição financeira cooperativa é destaque na categoria Serviços
O Sicredi obteve o reconhecimento de lojistas, empresas e entidades ligadas ao varejo com o Prêmio Mérito Lojista Brasil 2012, na categoria Serviços, segmento Banco Cooperativo. A distinção, promovida pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) desde 1980, foi entregue ontem à noite, 18 de abril, em Brasília.
Os vencedores, instituições que mais se destacaram na promoção do desenvolvimento do varejo nacional, foram escolhidos durante a 53ª Convenção Nacional do Comércio Lojista, realizada em Natal (RN). A partir de uma pesquisa espontânea sem indicação de marcas, os associados apontaram a empresa que melhor presta serviço ao seu negócio, levando em conta a qualidade do produto oferecido, preço, atendimento, promoção e propaganda. Considerado o “Oscar do Varejo”, o prêmio é realizado pela Confederação há 34 anos.
Segundo Paulo Valadares Pereira, superintendente de Distribuição e Core Bancário do Banco Cooperativo Sicredi, que representou a instituição no evento, o prêmio demonstra a preocupação do Sicredi em investir constantemente em soluções financeiras que melhor atendem as necessidades dos associados. “É resultado também de um atendimento diferenciado, focado na proximidade, e um modelo de gestão financeira que respeita a individualidade de cada sócio e, ao mesmo tempo, valoriza o desenvolvimento mútuo“, complementa Valadares.
Esta é a nona vez consecutiva em que o Sicredi recebe o Prêmio Mérito Lojista Brasil na categoria Serviços.
Fonte: Sicredi
Inflação faz Copom elevar Selic a 7,5%, primeira alta desde 2011
Decisão do BC acontece em meio a temor de disparada da inflação. Alta de 0,25 é a menor praticada pelo BC; medida deve encarecer crédito.
Para tentar conter a inflação elevada, o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (17) elevar a taxa de juros de 7,25% para 7,5% ao ano. Trata-se da primeira elevação da Selic desde julho de 2011 – quando a taxa subiu de 12,25% para 12,5%.
A decisão, já esperada por parte dos analistas de mercado, interrompe o período de juros na mínima histórica, que nos últimos meses havia levado ao barateamento do crédito, com consequente aumento do consumo pelas famílias brasileiras. A taxa de 7,25% era o menor patamar histórico da Selic e vigorava desde outubro de 2012.
“O Comitê avalia que o nível elevado da inflação e a dispersão de aumentos de preços, entre outros fatores, contribuem para que a inflação mostre resistência e ensejam uma resposta política monetária”, diz nota divulgada pelo Banco Central na noite desta quarta, após o fim da reunião do Copom, e que justifica a elevação da Selic.
“Por outro lado, o Copom pondera que incertezas internas e, principalmente, externas cercam o cenário prospectivo para a inflação e recomendam que a política monetária seja administrada com cautela”, completa a nota, indicando a explicação para a alta de apenas 0,25 ponto percentual, a menor praticada pelo Banco Central.
A alta dos juros não foi unânime entre os membros do colegiado: foram seis votos a favor e outros dois pela manutenção da taxa em 7,25%. Votaram pela elevação: Alexandre Tombini (presidente do BC), Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques. Já pela manutenção em 7,25%, votaram os membros Aldo Luiz Mendes e Luiz Awazu Pereira da Silva.
INFLAÇÃO
O aumento da Selic ocorre num momento em que cresce o temor de descontrole da inflação em 2013. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ) divulgou que o IPCA acumula alta de 6,59% em 12 meses até março, acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo BC para o ano.
Com a alta dos juros, o Banco Central mira justamente a inflação. A decisão deve levar a um encarecimento do crédito, o que deve levar as famílias a frearem o consumo. Com menos compras, a tendência é que o preço dos produtos caia.
Fonte: G1
A Lei Complementar 130 em seu quarto aniversário: resgatando virtudes e retomando desafios, por Ênio Meinen
Hoje, 17 de abril, a LC 130/2009 completa quatro anos de vigência. Marco na evolução regulatória do cooperativismo de crédito brasileiro, o documento é, sem dúvida, o mais importante instrumento legislativo do setor, ao lado da Constituição Federal de 1988, sendo a primeira – e até aqui a única – lei complementar a dispor, em caráter de especificidade, sobre instituições do Sistema Financeiro Nacional (SFN).
Além de elevar o status formal das regras então vigentes e, assim, conferir a necessária estabilidade ao marco jurídico, a LC 130 inovou ao reconhecer (em perspectiva) no cooperativismo de crédito um sistema único, estabelecendo incentivos para a consolidação do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo. Com isso, o movimento assumiu posição de maior relevância no mercado financeiro brasileiro, reunindo credenciais institucionais para crescer, melhorar o padrão de qualidade dos serviços financeiros (como agente regulador), servir aos interesses da coletividade e, através de ações locais e regionais, contribuir para o desenvolvimento sustentável do país.
Adicionalmente, a Lei veio assegurar, às cooperativas, isonomia de condições operacionais com o sistema bancário tradicional, outorgando-lhes a plenitude de portfólio e aperfeiçoando o seu regime de governança. Ao fortalecer as entidades cooperativo-financeiro-mutualistas, a LC 130, ampliando a sua abrangência operacional e também associativa, incentiva a busca por novas soluções de negócios e aprimoramento dos produtos e serviços financeiros já operados.
Pontualmente, prestada a devida reverência ao preâmbulo do expediente regulatório – que remete para a unificação do setor em âmbito nacional –, há que se dar destaque ao art. 2º, que, em sua parte final, deixa “assegurado o acesso aos instrumentos do mercado financeiro” às cooperativas. Com isso, na qualidade de instituições financeiras plenas (“instituições financeiras de natureza cooperativa”), credenciam-se como os principais, ou até mesmo os únicos, agentes financeiros dos seus associados, podendo reivindicar destes a desejável fidelidade operacional.
De grande impacto, também, a inovação no modelo de governança patrocinada pelo art. 5º, que, ao determinar a segregação de papeis estratégicos e executivos, vem produzindo uma espécie de choque virtuoso na gestão das entidades.
Somam-se, por fim, como aspectos relevantes para a confiança dos sócios e do mercado, nos termos dos arts. 16 e 12, §2º, respectivamente, as medidas de controle ou supervisão intrusivas representadas pela autorização de intervenção externa na gestão das cooperativas (cogestão) pelas correspondentes centrais ou confederações do subsistema associado, e a possibilidade de convocação, pelas mesmas entidades corporativas, de assembleias gerais extraordinárias, direito este também reservado ao Banco Central do Brasil (BCB).
Efeito desse novo padrão institucional, o setor, de lá para cá (não computando os números dos bancos cooperativos), evoluiu 88% em ativos; 87% em operações de crédito; 110% em depósitos; 69% em patrimônio líquido; 18% em novos pontos de atendimento, e, o mais importante, 71% em número de associados!


Além disso, nesse intervalo, contabilizam-se apenas 7 ações de intervenção do BCB em cooperativas de crédito. A título comparativo, nesses mesmos quatro anos 35 instituições convencionais foram submetidas a regimes especiais pela autoridade supervisora. Ou seja, embora as cooperativas somem 60% das instituições financeiras, sua representatividade no insucesso é de apenas 17%!
Feita essa alusão otimista, há que se admitir, por outro lado, que a aproximação intersistêmica, na sua essência, se mantém no plano do desafio, louvada a concretização de parcerias pontuais, de cunho comercial, entre alguns dos susbsistemas, e também a menção mais explícita a tal oportunidade (ou necessidade) em recentes fóruns corporativos envolvendo o setor. Na prática, portanto, remanesce ainda uma distância considerável até a formação do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo proclamado no preâmbulo da LC. Há, no entanto, forte expectativa em torno do fundo garantidor único (FGCoop) como ambiente indutor de uma aproximação mais densa e pragmática intramovimento, capaz de gerar (ou simplesmente descortinar) oportunidades reais de integração em áreas de maior sinergia, de onde os associados poderão colher os benefícios do ganho de escala, da economia de escopo e do fortalecimento de seus empreendimentos mutualistas.
De igual forma, há pela frente um longo percurso até a efetiva consolidação – com os méritos que do modelo se esperam – do regime dual de governança, tanto do lado da assimilação dos papéis de cada colegiado (conselho, como órgão estratégico, e diretoria, como órgão executivo-operacional) quanto do lado da adequada preparação para o efetivo domínio e cumprimento de cada grupo de competências. Ademais, a inovação, ao ser melhor testada, requererá prováveis aprimoramentos.
No que se refere à entrega (e acolhimento) de portfólio amplo, inúmeras também são as oportunidades para ampliar o volume de soluções complementares, uma vez que, ainda em grande medida, as cooperativas ainda estão essencialmente restritas ao papel clássico da intermediação financeira, captando e, especialmente, emprestando recursos. Posicionam-se, assim, mais como cooperativas “de crédito” e menos como instituições financeiras cooperativas. Nesse particular, há, inclusive, muitos associados, entre eles dirigentes e colaboradores de cooperativas, que não migraram a sua “preferência” para as cooperativas (suas próprias instituições financeiras), mantendo cartões, previdência privada, consórcios, seguros, entre outros, em instituições bancárias concorrentes.
Embora a LC 130 contemple, em grande parte, as aspirações de ordem regulatória do cooperativismo de crédito, há espaço para novas ações legislativas, tanto para corrigir pontos específicos do marco vigente – incluindo um ou outro dispositivo da própria LC 130 – quanto para agregar avanços em outros campos. Nesse sentido, continuam as diligências, lideradas pela OCB, através do Conselho Consultivo de Crédito (Ceco), para, exemplificativamente:
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aperfeiçoar aspectos de governança (v.g., a possibilidade de os executivos contratados, que também sejam associados, poderem ser eleitos a qualquer tempo para cargos de direção na cooperativa, sem a necessidade de prévia desvinculação contratual ou societária);
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dar às cooperativas condições para operarem com prefeituras (recebendo depósitos), principalmente nas pequenas e remotas comunidades;
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permitir que as cooperativas tenham acesso direto a recursos oficiais (FAT, FCO, FNE, FNO e outros);
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assegurar a isonomia, no campo tributário, do fundo garantidor único do setor (FGCoop) com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) dos bancos;
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consolidar o regime tributário do ato cooperativo.
Enfim, aplicados todos os elementos da equação, o resultado dos quatro anos de vida da LC 130 é, estreme de dúvidas, positivo, o que, contudo, não deve ser motivo para desacelerar as ações que, em futuro não muito distante, conduzam ao aproveitamento pleno das prerrogativas e dos incentivos outorgados pelo expediente, e nem razão para interromper a dinâmica de aperfeiçoamento do processo legislativo.
Por Ênio Meinen, advogado, pós-graduado em direito e em gestão estratégica de pessoas e autor de vários livros sobre cooperativismo de crédito – área na qual atua há 29 anos -, entre eles “O cooperativismo de crédito ontem, hoje e amanhã”. Atualmente, é diretor de operações do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob).
WOCCU elogia cooperativas brasileiras
Case do Sicredi está sendo estudado por entidades de todo o mundo
Representantes do WOCCU (World Council of Credit Unions / Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito) estiveram no Brasil para uma séria de eventos em Foz do Iguaçu (PR). O presidente do Conselho, Manuel Rabides, e o CEO (Chief Executivo Officer) do WOCCU, Brian Branch, foram recebidos pelo representante brasileiro no Conselho Mundial, Manfred Alfonso Dasenbrock, que também é presidente da Central Sicredi PR/SP e da Sicredi Participações S.A..
Os executivos do WOCCU, entidade que atua em mais de cem países e 53 mil cooperativas, abrangendo um total de 196 milhões de sócios, ressaltaram que o Brasil cresce acima da média mundial quando o assunto é cooperativismo de crédito. De acordo com Branch, a nível mundial, o numero de associados cresceu em torno de 7% no último ano. Enquanto isso, aqui, o crescimento do Sicredi superou os 15%.
Além disso, o Sistema de Crédito Cooperativo registrou crescimento de 20% em ativos totais no ano de 2012 no Paraná e em Santa Catarina, sendo que o patrimônio líquido da Central ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão em 2012. Tudo isso fez com que a cooperativa fosse transformada em case de sucesso – estudado por entidades de todo o mundo.
Entre os assuntos debatidos nos eventos em Foz do Iguaçu, estava a mudança no perfil dos cooperados, que deixaram se ser apenas de áreas agrícolas. “Agora há um grande crescimento urbano, devido ao modelo de Livre Admissão”, destaca Dasenbrock. De acordo com ele, a história do cooperativismo no Brasil tem dois momentos bem distintos: primeiro, com a organização do cooperativismo, principalmente junto ao público rural; e o segundo com a profissionalização da organização e o crescimento da credibilidade das cooperativas. “Estes fatores possibilitaram a criação de um banco cooperativo no qual as cooperativas e seus associados fossem donos. Por meio dele, o cooperativismo de crédito atende todos os públicos, rural e urbano”, explica.
Rabides destacou que as cooperativas buscam inclusão social das pessoas ao mercado financeiro. “Elas cresceram primeiramente entre pessoas físicas e depois entre pequenas e medias empresas e até entre as grandes empresas”, aponta. Comentando sobre a evolução do setor no Brasil nos últimos anos, Rabides cita o Sicredi como um dos capacitadores dos recursos humanos do cooperativismo de crédito no mundo e revela o exemplo que é o Sicredi para o mundo: “pela importância da sua integração e alinhamento sistêmico”.
O presidente também comentou que, em sua visão, o cooperativismo necessita de uma regulação diferente da utilizada pelos bancos, por sua condição de agente de transformação social muito mais comprometida. Ele relatou que entidades como o WOCCU buscam esta condição, ao discutir o real papel das cooperativas frente aos bancos. “O cooperativismo tem muitos ativos nas mãos de um elevado número de pessoas, os associados. Diferente dos bancos, que rentabilizam somente uma dezena ou centena de executivos donos destas corporações”, lembra.
Brian Branch acredita que ainda há muito por se fazer e crescer e, desta forma responsável, o Sicredi está na frente. “Hoje, as cooperativas além de prestarem os seus serviços e oferecerem seus produtos, estão também se responsabilizando pela educação e profissionalização dos seus membros”, avalia.
Para Dasenbrock, esse é o segredo que faz com que numa cooperativa as taxas de serviços possam ser menores que as praticadas pelo mercado financeiro. “O interesse não é pelo lucro e sim pelo objetivo de construir uma organização de satisfação de demandas. Pensando assim, o cooperativismo poderá ser cada vez mais eficiente, a partir do momento que cresce em capilaridade e na responsabilidade sistêmica”, finaliza.
Fonte: Sicredi
Sicredi RS/SC lança promoção Milhões de Amigos, Milhões em Prêmios
Instituição financeira cooperativa distribuirá, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, mais de R$ 1,3 milhões em prêmios
O Sicredi lançou, neste dia 8 de abril, a promoção Milhões de Amigos, Milhões em Prêmios, que tem vigência até dia 31 de outubro entre as unidades de atendimento do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Serão distribuídos 26 prêmios semanais de R$ 40 mil e um prêmio final no valor de R$ 250 mil a associados pessoas físicas e jurídicas, sorteados pela Loteria Federal. No total, serão mais de R$ 1,3 milhões em prêmios.
Participam da promoção associados que utilizarem soluções financeiras do Sicredi ou fizerem indicações de amigos ou familiares para tornarem-se associados. Assim, tanto o associado que indicou e utilizou produtos e serviços do Sicredi, quanto o novo associado da cooperativa, ganham “números da sorte”. O primeiro sorteio será realizado em maio e o sorteio do prêmio final será no dia 23 de novembro.
Os números da sorte serão distribuídos aos associados de forma eletrônica. Cada número concorrerá cumulativamente aos sorteios semanais e ao sorteio final. Os associados poderão consultar seus números da sorte, regulamento completo e critérios através do site www.milhoesempremiossicredi.com.br, da sua unidade de atendimento ou do SAC Sicredi, pelo telefone 0800 724 7220.
Fonte: Sicredi
Instituições Financeiras Cooperativas podem passar o Santander em volume de depósitos em até 3 anos
Nova Petrópolis/RS - Utilizados como parâmetro os mesmos indicadores que outros países consideram ao divulgarem a participação de mercado das instituições financeiras cooperativas, os dados abaixo, baseados em estatísticas divulgadas pelo Banco Central do Brasil (BCB) em seu website, demonstram a performance do Sistema Financeiro Nacional (SFN) em DEPÓSITOS e OPERAÇÕES DE CRÉDITO.
DEPÓSITOS TOTAIS
Os dados, baseados nos últimos 5 anos, demonstram que em 2008 o volume de depósitos do SFN era de R$ 1,274 trilhão e que de lá para cá aumentou 38%, passando para os atuais R$ 1,766 trilhão.
Nesse mesmo período, as instituições financeiras cooperativas saíram de R$ 25 bilhões para os atuais R$ 67 bilhões, com um aumento de 168%, muito superior ao desempenho, por exemplo, da CEF (93%), do Citibank (89%) e do Banrisul (88), que apresentaram os maiores crescimentos entre as instituições convencionais.
Em 2008 as instituições financeiras cooperativas detinham um market share (participação de mercado) no volume de depósitos de 1,97%, sendo que esta participação, hoje, passou 3,80%.
É de se destacar que, no mesmo período, o Santander
- hoje ocupando a 5ª posição no mercado financeiro do país – saiu de R$ 124,6 bilhões em depósitos para os atuais R$ 126,6 bilhões, apresentando uma evolução de apenas 2% no período. Tal informação, analisada em conjunto com o desempenho das instituições financeiras cooperativas, nos permite projetar que:
Caso as instituições financeiras cooperativas cresçam, anualmente, 15% a mais que o Santander, no ano de 2016 ou 2017 ultrapassarão o banco espanhol no volume de depósitos. É importante ressaltar que atualmente a diferença de crescimento anual entre ambos é de mais de 30%, o que pode antecipar esta previsão já para 2015.
Clique sobre as imagens para ampliá-las.
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
Os dados, baseados nos últimos 5 anos, evidenciam que em 2008 o volume de operações de crédito do SFN era de R$ 1,108 trilhão, tendo, de lá para cá, evoluído 113%, passando para os atuais R$ 2,355 trilhões.
Nesse mesmo período, as instituições financeiras cooperativas saíram de R$ 27 bilhões para os atuais R$ 61 bilhões, com um aumento de 128%, desempenho este inferior ao da CEF (+342%) e do Safra (+157%), mas muito semelhante ao do Banco do Brasil (+126%).
Em 2008 as instituições financeiras cooperativas detinham um market share (participação de mercado) de 2,42% no volume de depósitos, sendo que atualmente esta participação alcança 3,46%.
Seguindo a mesma projeção anterior, comparando o desempenho do Banco Santander com o das instituições financeiras cooperativas, caso estas cresçam, anualmente, 15% a mais que o banco espanhol, no ano de 2021 ou 2022 o ultrapassarão também no volume de operações de crédito.
Os números retratam o bom desempenho do cooperativismo de crédito brasileiro, permitindo projetar-se que, mantida a tendência atual, o movimento, dentro de 5 anos – em 2018 -, atingirá uma participação de mercado de cerca de 7% nos depósitos e de 4% nas operações de crédito, sendo fator decisivo para essa expansão o avanço nos grandes centros urbanos, notadamente na região sudeste do país.
Por Márcio Port – Autor do Portal do Cooperativismo de Crédito
Conheça as maiores cooperativas de crédito do país – base dez/2012
Nova Petrópolis/RS – Encerrada a temporada de divulgação de balanços das instituições financeiras já é possível conhecer as maiores cooperativas de crédito do país no quesito volume de ativos.
Os dados abaixo apresentados podem ser utilizados como uma forma de atualização das informações constantes nas páginas 150 a 152 do livro “O Cooperativismo de Crédito ontem, hoje e amanhã“, de autoria de Ênio Meinen e Márcio Port.
O livro pode ser adquirido através do site www.confebras.com.br, no link Livraria Virtual, ou através do Portal do Cooperativismo de Crédito, clicando na imagem ao lado.
Dentre as 100 maiores cooperativas de crédito do país, tem-se a seguinte distribuição:
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50 ligadas ao Sistema Sicredi
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28 ligadas ao Sistema Sicoob
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15 ligadas ao Sistema Unicred
Os dados, baseados em informações disponíveis no site do Banco Central do Brasil, são os abaixo apresentados. Para ampliar a imagem basta clicar sobre ela.
Por Márcio Port – autor do Portal do Cooperativismo de Crédito
Portal do Cooperativismo de Crédito demonstra sua expressão também no Facebook
No último domingo, 7/4/13, a notícia de que as cooperativas de crédito passaram o HSBC em volume de ativos foi fortemente divulgada também no Facebook, onde 784 pessoas curtiram e promoveram a notícia.
Segundo estatística divulgada pelo Facebook, a notícia foi vista por 4.538 pessoas.
Muito obrigado à todos os que prestigiam os conteúdos aqui publicados.

Acionistas elegem novos conselheiros do Bancoob
Brasília/DF – Os acionistas do Bancoob, reunidos em Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada ontem, quarta-feira (10/4), no Centro Corporativo Sicoob (CCS), em Brasília (DF), elegeram os novos integrantes dos Conselhos de Administração e Fiscal (CA e CF) do Banco, para mandato de três anos e de um ano respectivamente.
Para Henrique Vilares, eleito presidente da nova composição do CA, a designação traz uma responsabilidade muito grande. “O Bancoob é o agente financeiro e de negócios de um Sistema que reúne, atualmente, quase de 2,5 milhões de associados, o que agrega grande responsabilidade à função. No entanto, motivado pelo espírito de união e cooperação entre as Centrais, assumo com entusiasmo o desafio de liderar o Conselho de Administração durante esses três anos“, afirma.
O resultado das eleições segue agora para avaliação do Banco Central (BC), ficando a posse dos conselheiros eleitos sujeita à aprovação pela referida autarquia.
Foram eleitos para o Conselho de Administração:
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Henrique Castilhano Vilares (Sicoob Central SP) – Presidente
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Geraldo Souza Ribeiro Filho (Sicoob Central Crediminas) – Vice-presidente
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Miguel Ferreira de Oliveira (Sicoob Planalto Central)
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Luiz Gonzaga Viana Lage (Sicoob Central Cecremge)
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José Salvino de Menezes (Sicoob Goiás Central)
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Manoel Messias da Silva (Sicoob Central Cecresp)
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Ivo Azevedo de Brito (Sicoob Central BA)
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Rui Schneider da Silva (Sicoob Central SC)
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Ivan Capra (Sicoob Central Norte)
Passam a compor o Conselho Fiscal:
Efetivos
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Siguetoci Matusita (representante dos acionistas preferencialistas)
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Francisco Greselle (Sicoob Central SC)
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Persio Marco Antonio Davison (Sicoob Planalto Central)
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Vanderval Lima Ferreira (Sicoob Goiás Central)
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Carlos Augusto de Macedo Chiaraba (Sicoob Central Cecresp)
Suplentes
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Manoel Carlos de Azevedo Ortolan (representante dos acionistas preferencialistas)
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Hermes Barbieri (Sicoob Central SC)
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Newton José Cunha Brum (Sicoob Planalto Central)
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Francisca de Souza Fileti (Sicoob Goiás Central)
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Francisco Ráo (Sicoob Central Cecresp)
Fonte: Com informações do Bancoob.
Central Sicredi PR/SP promove evento de formação para conselheiros
Os novos conselheiros eleitos no processo assemblear 2013 receberam a formação do Percurso 3 do Programa Crescer
A Central Sicredi PR/SP promoveu de 9 a 12 de abril, no Estação Business School, em Curitiba, um evento para a formação de 96 conselheiros de administração e fiscal eleitos no último processo assemblear nas cooperativas dos dois estados.
Essa formação é orientada pelo “Crescer”, programa de educação cooperativa do Sicredi, que é formado por três percursos com as seguintes rotas de aprendizagem: Percurso 1 – Associar, Deliberar, Planejar e Acompanhar; Percurso 2 – Mobilizar, Representar e Coordenar; e o Percurso 3 – Administrando e fiscalizando o empreendimento (este direcionado aos novos conselheiros).
Em cinco anos de desenvolvimento do Programa Crescer, as cooperativas Sicredi do Paraná e São Paulo já formaram mais de 12 mil associados, um movimento estruturado de formação cooperativa continuada, que já está apresentando bons resultados. Uma recente pesquisa da Fundação Sicredi aponta que os associados formados no Programa Crescer têm um índice de utilização de produtos bem superior ao da média dos demais associados, comprovando que, quanto mais conhecimento, mais comprometimento.
“O Programa Crescer é essencial para compreender o cooperativismo. É empolgante, pois os associados ficam muito entusiasmados após a certificação”, destaca o conselheiro de administração da Sicredi Planalto das Araucárias PR/SC, Adão Vilmar de Oliveira. Ele ressalta ainda que o conteúdo programático do Percurso 3 dá uma visão global do Sistema. “O crescimento do Sicredi é tão expressivo que devemos estar sempre muito bem informados, por isso essa formação continuada é muito importante”, finaliza.
Fonte: Central Sicredi PR/SP
Confebras elege novo Conselho de Administração e Fiscal
A Confebras (Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito) realizou no dia 09.04.2013, na Sede da Cooperforte, em Brasília-DF, a Assembleia Geral Ordinária. Com foco no crescimento e sustentabilidade da Confederação, na oportunidade foi aprovado o plano de trabalho que tem como principal objetivo buscar alternativas de sustentação através de uma reestruturação organizacional e de gestão de nossa Confederação, bem como, colocar a Confebras como entidade que detém neutralidade sistêmica, no centro das
discussões rumo ao desenvolvimento do cooperativismo de crédito nacional, com fortalecimento de seu quadro de filiadas e parcerias com entidades como OCBs, Sescoop, Bacen, etc, que visem a melhoria e ampliação dos serviços e produtos oferecidos aos cooperados, principal agente de nosso movimento.
Com a participação de 70% de suas filiadas, foi eleita por aclamação o novo Conselho de Administração e Fiscal, para um mandato de dois anos, conforme descrição abaixo:
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO:
- Presidente – Celso Ramos Régis (Sicredi União MS)
- Vice-Presidente – Manoel Messias da Silva (Sicoob Central Cecresp – SP)
- Secretário – Rui Schneider da Silva (Sicoob Central Santa Catarina)
Os conselheiros acima comporão a Diretoria Executiva e ocuparão os cargos de Diretor Presidente, Diretor Administrativo e Diretor Financeiro respectivamente.
DEMAIS MEMBROS DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO:
- Henrique Castilhano Vilares (Sicoob Central São Paulo – SP)
- Oswaldo Henriques Guimarães (Sicoob Central Crediminas – MG)
- Marcio Roberto Palhares Nami (Cremendes – RJ)
- Moacir Krambeck (CECRED – SC)
CONSELHO FISCAL:
TITULARES:
- Carlos Alberto Pio (Sicoob Central DF)
- Edwaldo Pinheiro de Santana Filho (Coopec -BA)
- Neilson Santos Oliveira (Sicoob Central Nordeste – PB)
SUPLENTES:
- Alexandre Teixeira de Cerqueira (Sicoob Cooperbom – BA)
- Ivan Capra (Sicoob Central Norte – RO)
- Márcio Port (Sicredi Pioneira RS)
Fonte: Confebras
Cooperativas de crédito de Minas Gerais também oferecem antecipação do IR
Com mais de 400 postos de atendimento em MG, as cooperativas do Sicoob Sistema Crediminas facilitam o recebimento da restituição do Imposto de Renda de seus associados.
Para a maioria dos brasileiros, a possibilidade de adiantar em alguns meses o recebimento da restituição do Imposto de Renda (IR) pode representar um grande alívio financeiro ou, no mínimo, uma vantagem bem-vinda. Em 2013, o prazo para a entrega da declaração do imposto vai até 30 de abril e os lotes mensais de restituição serão liberados a partir de junho.
Durante a declaração do IR, caso escolha receber a restituição em alguma cooperativas de crédito do Sicoob Sistema Crediminas, o associado Pessoa Física não precisa esperar, nem se preocupar com processos complicados. “Essa antecipação é uma vantagem já reconhecida pelo mercado e a demanda vem crescendo a cada ano. Com o Sicoobcred Leão, os cooperados têm a possibilidade de recebimento de até 80% da restituição do IR”, afirma o analista da Gerência de Apoio a Negócios da Sicoob Central Crediminas, Orlando Carvalho Cézar.
Segundo ele, a diferença do Sicoobcred Leão para o mesmo produto oferecido pelas outras instituições financeiras tradicionais é a facilidade, a confiança e o atendimento. “Esse é uma opção ideal para quem precisa de dinheiro rápido e com taxas de juros diferenciadas. E tudo isso de forma simples, pois essa linha de crédito voltada à antecipação do IR tem como garantia a própria restituição do associado”, explica o analista.
O Sicoob Sistema Crediminas é composto de 83 cooperativas com 422 postos de atendimento, presentes em todo o Estado. Elas atuam na captação e administração de recursos financeiros e na prestação de serviços a meio milhão de associados. Muitas vezes, as cooperativas e postos de atendimento são a única opção de prestação de serviços bancário à população, no interior de Minas Gerais.
COMO ANTECIPAR SUA RESTITUIÇÃO
Para ter acesso ao serviço, basta informar, na hora do preenchimento da declaração do IR, o número do banco (que, no caso das cooperativas, é o 756) e indicar, também, o número da cooperativa ao qual é associado. Em seguida, deve levar a declaração à cooperativa e solicitar a linha de crédito. De acordo com Orlando Cézar, o valor do crédito é definido de acordo com cada restituição do IR e é depositado na conta corrente do associado. O pagamento da dívida é feito, automaticamente, quando a restituição for creditada nessa mesma conta.
SOBRE AS COOPERATIVAS DE CRÉDITO
O ramo de crédito cooperativo possui aproximadamente 1.200 cooperativas em todo o país, presentes em mais de 2 mil municípios. Minas Gerais é o estado com o maior número de cooperativas de crédito que atendem micro e pequenas empresas. Das quase 220 cooperativas existentes no estado, 100 já fazem atendimento a mais de 901 mil pequenos negócios.
Em uma cooperativa de crédito todas as operações feitas pelos associados (empréstimos, aplicações, depósitos e outras) são revertidas em seu benefício. Os recursos aplicados na cooperativa ficam na própria comunidade, o que contribui para o desenvolvimento das localidades onde está inserida. Sendo integrada por no mínimo 20 pessoas, uma cooperativa é uma empresa de dupla natureza que contempla o lado econômico e social de seus associados. O cooperado é ao mesmo tempo dono e usuário da cooperativa.
Fonte: Sicoob
Cooperativas do Sistema CECRED agora somam 300 mil cooperados
Planejamento Estratégico do Sistema, formado por 15 cooperativas de crédito de SC e PR, prevê crescimento de 30% ao ano até 2017
O Sistema CECRED registrou nesta semana, a conquista de 300 mil cooperados e R$ 2 bilhões em ativos totais, justamente quando coloca em prática o novo Planejamento Estratégico 2013-2017, prevendo manter o crescimento médio anual de 30%.
O Sistema integra a Central CECRED (Cooperativa Central de Crédito Urbano) e 15 cooperativas de crédito de Santa Catarina e Paraná. Até o final de abril as cooperativas do Sistema irão distribuir aos seus cooperados R$ 59 milhões referentes ao saldo positivo de 2012.
Consolidação
A marca de 300 mil cooperados e R$ 2 bilhões em ativos consolida o crescimento contínuo e sustentável do Sistema, contribuindo para fortalecer o cooperativismo nas regiões onde suas cooperativas estão presentes. Em 2012, quando o Sistema CECRED completou 10 anos, duas novas cooperativas filiaram-se: a Viacredi Alto Vale (com sede em Ibirama/SC) e a Credimilsul (cooperativa de Porto União/SC).
Pelas projeções do novo Planejamento Estratégico, definido em conjunto com as cooperativas filiadas, até 2017 o Sistema CECRED deverá contar com mais de 800 mil cooperados e cerca de R$ 9 bilhões em ativos. As previsões de crescimento representam a evolução do Sistema, que nos últimos anos tem registrado uma média de crescimento expressiva.
Segurança
A Central CECRED é responsável por apoiar o desenvolvimento e a integração das cooperativas filiadas, garantindo o cumprimento da legislação, dos normativos internos e do Banco Central.
Com experiência de mais de 60 anos no cooperativismo de crédito, sempre valorizando o modelo participativo e a gestão democrática, a CECRED oferece diferenciais de segurança. Sob sua supervisão, as cooperativas filiadas contam com o FGCECRED, Fundo Garantidor de Depósitos administrado pela Central, que representa uma garantia a mais para depósitos em conta corrente e aplicações dos cooperados.
Com um modelo único de Central, criada estrategicamente para garantir maior eficácia e ganho de escala nos serviços oferecidos aos cooperados e à comunidade, agrega funções de banco cooperativo, confederação e Central, em uma única estrutura.
Papel social
O presidente da CECRED, Moacir Krambeck, ressalta que o Sistema está em crescimento constante, porém, sem perder o foco no desenvolvimento socioeconômico das comunidades, levando o modelo do cooperativismo de crédito a lugares que, por vezes, nem contavam com a presença de outra instituição financeira.
As cooperativas do Sistema se preocupam com a inclusão financeira de seus cooperados, disponibilizando produtos e serviços mais adequados à sua realidade. O acesso ao crédito e à poupança é facilitado, mesmo para valores reduzidos. Programas de orientação a empreendedores e pessoas físicas são mantidos pelas cooperativas, com o objetivo de estimular o consumo consciente e a formalização de negócios locais.
A economia gerada pelos custos mais baixos das operações financeiras nas cooperativas contribui para o desenvolvimento das comunidades onde elas estão inseridas (ou de seus segmentos de atuação), favorecendo a movimentação dos recursos e incentivando a geração de novos negócios e empregos. O Resultado Social-Econômico de 2012 do Sistema CECRED demonstra que a economia em 2012 foi superior a R$ 273 milhões. Este resultado é calculado com base nas sobras das cooperativas e na economia que os cooperados obtiveram ao realizar suas operações nas cooperativas ao invés do sistema bancário.
Cooperativas do Sistema CECRED:

Fonte: Cecred
UNICRED Centro Brasileira implanta produto Previdência
A UNICRED Centro Brasileira iniciou nesta quarta feira, a implantação do produto PRECAVER – Previdência Complementar Fechada Unicred. Segundo o Superintendente da cooperativa Sr. Valmir Galhardo, trata-se de uma demanda existente a muito tempo pelos nossos associados e familiares. O produto PRECAVER, foi concebido para atender exclusivamente os associados do sistema Unicred e possui muitas vantagens competitivas, quando comparado aos tradicionais PGBL e VGBL.
Fonte: Unicred Centro Brasileira
Palestra: Cenário econômico e perspectivas para as cooperativas de crédito no Brasil – dia 10/04 em Goiânia
Tema será abordado pelo presidente executivo do Sicredi, Ademar Schardong, em palestra da Unicred Centro Brasileira
O presidente executivo do Sicredi, Ademar Schardong, fará palestra, em Goiânia, sobre “Cenário econômico atual e perspectivas para as cooperativas de crédito no Brasil” no próximo dia 10 de abril (quarta-feira). Promovido pela Unicred Centro Brasileira, o evento é direcionado aos principais executivos da cooperativa e aos conselheiros de administração e fiscais.
Serão abordadas projeções relativas às taxas de crescimento econômico, juros, inflação, bem como os níveis atuais e potencias de participação das cooperativas de crédito no mercado nacional.
A Unicred Centro Brasileira é uma cooperativa de crédito para profissionais da área de saúde. Seu objetivo é administrar os recursos financeiros dos mais de nove mil associados, proporcionando rentabilidade e resultados para todos.
Fonte: Sicredi
Exclusivo: Cooperativas de Crédito já são maiores que o HSBC e passam a ocupar a 6ª posição dentre as maiores instituições financeiras do Brasil
Nova Petrópolis/RS – Desde o ano de 2008, o Portal do Cooperativismo de Crédito tem se firmado como uma importante fonte de informações para associados, conselheiros e colaboradores de cooperativa de crédito. Várias são as informações que aqui são divulgadas em primeira mão e que depois se tornam de domínio público. Esta confiança e credibilidade, manifestada por muitos leitores, resultou no convite do cooperativista Ênio Meinen, para em parceria escrevermos a obra intitulada de “O cooperativismo de crédito ontem, hoje e amanhã” (link), lançada em agosto/2012 durante o 9º Concred (Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito).
Nesta obra, em sua página 126, consta uma tabela que demonstra que as cooperativas de crédito brasileiras (incluídos os bancos cooperativos), quando somadas, ocupavam a 7ª posição no ranking das maiores instituições financeiras de varejo do país em 31/12/2011, ficando uma posição atrás do banco HSBC. Constava também, a informação de que no ano de 2009, o Banco Safra era maior do que as cooperativas, mas que em 2010 o Safra passou a ser menor do que o somatório das cooperativas de crédito.
Após o lançamento do livro, diversas palestras foram realizadas visando divulgar o trabalho e também o cooperativismo de crédito. Nestas palestras, uma das informações compartilhadas era a grande possibilidade que existia do cooperativismo de crédito ultrapassar o HSBC ainda no ano de 2012, fato este que está confirmado conforme os dados a seguir compartilhados.
Mantendo esta tradição, de divulgar notícias relevantes e em tempo real, o Portal do Cooperativismo de Crédito apresenta abaixo o ranking das maiores instituições financeiras de varejo do Brasil baseado nas informações divulgadas pelo Banco Central do Brasil neste final de semana no seu site (veja o link), com a data base de dez/2012, onde pode ser visto que o cooperativismo de crédito ultrapassou o HSBC em todos os dados apresentados e inclusive já abriu uma boa margem em relação a ele:

No ano de 2012, o Sistema Financeiro Nacional cresceu 16,19% no volume de ATIVOS, enquanto as cooperativas de crédito cresceram 19,18%. Nestas informações estão somados os volumes administrados por 1.214 cooperativas de crédito mais os Bancos Cooperativos Sicredi S.A. e Bancoob S.A. Quando analisado o crescimento percentual nos depósitos, operações de crédito e patrimônio líquido temos:
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Crescimento de 25,2% no volume de DEPÓSITOS nas cooperativas de crédito, comparativamente a aumento de apenas 3,84% no Sistema Financeiro Nacional;
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Crescimento de 24,13% no volume de EMPRÉSTIMOS nas cooperativas, contra 16,90% no SFN;
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Crescimento de 26,37% no total do PATRIMÔNIO LÍQUIDO das cooperativas, contra um crescimento de 15,11% no SFN.
Comprova-se nesta informação o maior percentual de crescimento das cooperativas de crédito comparativamente aos bancos, apesar de no volume de ativos a diferença entre ambos ter sido muito tímida.
Na tabela seguinte, é possível verificar o market share (participação de mercado) de cada uma das principais instituições financeiras. Comparativamente a 2011 temos o seguinte:
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aumento no market share dos ATIVOS TOTAIS, de 2,25% em 2011 para 2,31% em 2012;
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aumento no market share dos DEPÓSITOS, de 3,15% para 3,80%;
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aumento no market share do PATRIMÔNIO LÍQUIDO, de 3,51% para 3,85%;
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aumento no market share das OPERAÇÕES DE CRÉDITO, de 2,45% para 2,60%.

Analisados estes dados, cabe a reflexão sobre qual item deveria ser levado em consideração quando falamos do tamanho do SNCC (Sistema Nacional de Crédito Cooperativo) no mercado financeiro? O volume de ativos, ou o volume de depósitos e da carteira de crédito? Qual o item que realmente demonstra o quanto a população brasileira deposita de confiança nas instituições financeiras cooperativas.
A maioria dos dados estatísticos divulgados pelas cooperativas de crédito e bancos cooperativos em nível mundial apresentam o market share no volume de depósitos e nas operações de crédito. Se você, em sua análise, concordar com esta visão, poderá perceber que houve um significativo aumento na participação de mercado das cooperativas de crédito no ano de 2012.
Faça sua análise e sinta-se à vontade para deixar seus comentários.
Por: Márcio Port – autor do Portal do Cooperativismo de Crédito
CRM: Conheça a reciprocidade e rentabilidade de cada associado de sua cooperativa de crédito
Nos últimos anos, com a rápida evolução tecnológica, muitas cooperativas tem se utilizado de ferramentas de CRM (Customer Relationship Management) para conhecer melhor seus associados, traçando diferentes estratégias de negócios para cada público (aposentados, assalariados, empresários, pessoas jurídicas).
Com uma ferramenta de CRM é possível que a cooperativa saiba exatamente a margem de contribuição (rentabilidade) gerada por cada associado, podendo utilizar esta informação para diferentes finalidades, inclusive para a distribuição das sobras, gestão de carteiras e oferta de produtos e negócios.
Com relação a distribuição de sobras, muitas cooperativas de crédito ainda fazem a distribuição baseada exclusivamente nos saldos médios de aplicações e empréstimos, não levando em consideração a taxa de juros pactuada com cada associado. Significa que um associado com empréstimo pessoal de R$ 30.000,00, com taxa pactuada de 2,5% ao mês receberá a mesma distribuição de sobras de um outro associado, que tenha os mesmos R$ 30.000,00, utilizados para o financiamento de um veículo, mas com taxa pactuada de 1,5% ao mês. Cada uma destas operações gerou diferente rentabilidade para a cooperativa, o que justifica que a distribuição das sobras seja baseada na rentabilidade gerada por cada operação e não no saldo médio das operações. Desta forma a cooperativa distribui mais sobras para o associado que mais ajudou a gerá-las e menos para quem contribuiu menos.
A empresa S&W Sistemas de Informação customiza ferramentas de CRM para cooperativas de crédito desde 2006, sendo que entre as principais funcionalidades oferecidas estão:
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Análise do associado com evolução de sua movimentação nos últimos 12 meses;
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Análise gráfica do associado;
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Análise das carteiras e controle de evolução das mesmas, permitindo acompanhar o desempenho de diferentes gestores de carteiras;
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Análise gráfica das carteiras, identificando a distribuição dos produtos constantes na mesma;
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Análise da cooperativa;
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Prospecção de mercado por produto/serviço, identificando associados com maior potencial de negócios para determinado produto;
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Análise de rentabilidade por Ponto de Atendimento/Carteira/Gerente/Associado;
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Relatórios de consultas e análises;
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Distribuição de sobras baseadas na rentabilidade do associado.
Saiba mais sobre as funcionalidades de uma ferramenta de CRM no site da S&W Sistemas de Informação ou por email.
Woccu: Sistema Sicredi inspira cooperativas de crédito de todo o mundo
Foz do Iguaçu/PR: Em 2012, o Sistema Sicredi registrou crescimento de 20% em ativos totais, somando R$ 31,5 bilhões. O patrimônio líquido do sistema cooperativista passou de R$ 3,6 bilhões em 2011, para R$ 4,5 bilhões, um aumento de 27%. Enquanto o número de associados cresceu 13%. Tal musculatura atraiu a atenção do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu) que elegeu a cooperativa brasileira como um case de sucesso estudado por entidades de todo o mundo.
Ativos – Os Ativos das cooperativas de crédito filiadas ao Woccu totalizaram US$ 1,6 trilhão em 2011, através da atuação em mais de cem países e 53 mil cooperativas que integram 196 milhões de sócios, tendo o Brasil posição de destaque em função do crescimento do cooperativismo de crédito ser superior ao da média mundial. “No Brasil o sistema teve um crescimento muito rápido e mostrou-se uma excelente ferramenta de desenvolvimento das comunidades, com incremento também de participantes jovens“, avalia Manuel Rabides, Presidente da Woccu.
Década de crescimento - Na avaliação de Manfred Dasenbrock, presidente da Sicredi Participações, as oportunidades de mercado devem propiciar mais uma década de crescimento para o setor, com taxas anuais de incremento de 15% para o número de sócios e de 20% para os ativos. Isso porque a participação do setor no mercado financeiro ainda é pequena, diante da estimativa do Banco Central, que prevê que as cooperativas detenham 15% do mercado financeiro brasileiro nos próximos anos. Atualmente este índice é de 3%.
Inadimplência - Outro ponto positivo registrado pelo Sicredi, é que em 2012 não houve impacto no índice de inadimplência, que manteve-se estável em 1,77%. O baixo índice pode ser explicado pela natureza cooperativa do negócio, uma vez que o associado tem um vínculo mais forte com a instituição financeira, da qual é sócio, e entende que quanto mais utiliza os produtos e serviços, mais contribui com o crescimento de sua cooperativa.
Comunidade - “Outra aproximação importante feita pelo Sicredi é com a comunidade. E isso serve de exemplo para o mundo inteiro. As cooperativas buscam oferecer soluções financeiras para cada perfil de associado, agregando renda para as pessoas e atendendo a vocação econômica da região. O dinheiro investido nas cooperativas é recolocado na comunidade. Ações como essa são valorizadas pelos associados e autoridades”, avalia Brian Branch, diretor executivo da Woccu.
Agricultura - Fomentando a agricultura, o comércio e pequenas indústrias e atuando com taxas operacionais inferiores às praticadas pelo mercado financeiro, o Sicredi alavancou em R$ 2,9 milhões o PIB das comunidades onde está inserido.
Fonte: Globo Rural
Cooperativas de Crédito do Mato Grosso se unem e se posicionam entre as maiores do Brasil
União da Sicredi Ouro Verde e da Sicredi Centro Norte dá origem a uma das maiores cooperativas de crédito do Brasil
Seguindo a tendência de união de grandes forças para o benefício dos seus associados, o dia 1º de abril de 2013 ficará marcado na história do Sicredi. Nessa data as duas grandes cooperativas do Mato Grosso, Sicredi Ouro Verde e Sicredi Centro Norte, se uniram, dando origem a uma das maiores cooperativas de crédito do Brasil. A data foi marcada com a realização da Assembleia Extraordinária Conjunta, em Lucas do Rio Verde, reunindo diretoria e coordenadores dos núcleos das duas cooperativas que validaram a união.
A nova cooperativa terá mais de 40 mil associados em uma área de atuação de 22 unidades de atendimento distribuídas entre os 15 municípios: Acorizal, Alto Paraguai, Cuiabá, Diamantino, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Jangada, Lucas do Rio Verde, Nobres, Nova Maringá, Nova Mutum, Rosário Oeste, Santa Rita do Trivelato, São José do Rio Claro, Tapurah.
O patrimônio será de mais de R$ 213 milhões e os ativos, que são basicamente os bens e direitos que cooperativa possui, serão maiores que R$ 1 bilhão.
Para o presidente da Sicredi Ouro Verde Eledir Pedro Techio, este processo de fusão é muito importante para a cooperativa crescer e também poder atender cada vez mais as demandas dos associados, sendo este o grande objetivo da cooperativa.
Além da validação da existência desta nova cooperativa, os associados aceitaram o novo formato de gestão. Seguindo as exigências do Banco Central, será de governança corporativa, tendo um presidente e um vice Presidente do Conselho de Administração, que serão respectivamente Eledir Pedro Techio e Alceu Mognon, e um diretor executivo, Rudinei Edilson Kronbauer.
Fonte: Sicredi
Sicoob atinge a marca de 10 mil fãs no Facebook

Na última quarta-feira (27/3) a fan page nacional do Sicoob (www.facebook.com/Fanpage.Sicoob) atingiu a marca de 10 mil fãs na rede social Facebook. Os fãs do Sicoob na rede podem comentar e acessar os principais conteúdos do Sistema, do mercado financeiro e cooperativista do país, além de sugerir novos temas a serem abordados no Blog Sicoob e na Revista Sicoob. O Sistema também está próximo da marca de 2 mil seguidores no seu perfil no Twitter (@SICOOB_Oficial).
De acordo com a gerente de Comunicação e Marketing do Sicoob Confederação, Andréa Hollerbach, as redes sociais têm sido uma importante ferramenta de comunicação e relacionamento com os associados. “Iniciamos um trabalho gradativo e focado nas mídias sociais no início do ano passado. O crescimento do número de fãs e seguidores prova a relevância e credibilidade do Sicoob. O estreitamento no relacionamento com o cooperado tem refletido nos números, pois pulamos de 3 mil para 10 mil fãs no Facebook em um ano”, comemora.
O objetivo da fan page nacional do Sicoob no Facebook, não é apenas estreitar a relação com os associados de forma informal e descontraída, mas também oferecer maior diversidade de informações sobre os produtos e serviços financeiros, além de dicas sobre economia, sugestões e divulgação de promoções e concursos culturais.
Fonte: Sicoob
Sistema Cresol filia novas Cooperativas no estado de Minas Gerais e Espírito Santo
Mais do que uma associação de pessoas, as cooperativas de crédito Cresol são agentes que promovem o desenvolvimento econômico e social. O Cooperativismo de Crédito Solidário da Cresol que iniciou sua história no Sudoeste do Paraná e hoje conta com mais de 100 mil famílias cooperadas desafiou-se a uma expansão ainda maior, levando o crédito solidário da Cresol à outros estados fora do sul do Brasil.
A atuação das cooperativas do Sistema Cresol Baser nos mais de 18 anos de existência abrange aproximadamente 300 municípios nos estados de Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Espírito Santo, com expansão para outras regiões desses estados e ainda para novas áreas como Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Rondônia e ainda apoiando o estado do Amazonas, aproximando cada vez mais do agricultor familiar os serviços e as operações de crédito disponibilizadas pela Cresol, buscando a inclusão financeira e o desenvolvimento social em cada região.
No mês de março o Sistema Cresol filiou mais duas novas cooperativas, a Cresol Araponga, ela é a terceira cooperativa filiada no estado de Minas Gerais totalizando 15 unidades de atendimento todas na Zona da Mata Mineira. Além do estado de Minas Gerais a Cresol também filiou uma nova cooperativa no Espírito Santo, a Cresol Sul Capixaba, as filiações foram realizadas na Assembleia dessas cooperativas e aprovadas por unanimidade.
“Chegamos agora a seis cooperativas filiadas nos dois estados e nesses primeiros 10 meses de atuação operamos aproximadamente R$ 5,5 milhões de reais de recursos de Pronaf Custeio, Investimento e Procapcred, e ainda um milhão de reais em Microcrédito BNDES e Trias nas quatro cooperativas já filiadas em 2012. Para a Cresol Baser as cooperativas desses dois estados até o momento representam 3% dos ativos e 8% das unidades do Sistema pertencem a eles”, comenta Pablo José Guacino, assessor da Central Cresol Baser.
O Sistema Cresol é o resultado de uma construção coletiva, por acesso ao crédito, a terra e por uma vida digna no campo. A Cresol pensa dessa forma e, por isso, muito mais que disponibilizar crédito aos agricultores familiares, busca contribuir para o desenvolvimento sustentável de novas áreas e grupos sociais e para a erradicação da pobreza nas comunidades onde atua.
Fonte: Cresol
Sicredi Cataratas do Iguaçu PR: União entre área de ação no Paraná e São Paulo é aprovada em assembleia
Durante as Assembleias Geral Extraordinária (AGE) e Ordinária (AGO), realizadas no sábado (23/03) pelo Sicredi Cataratas Iguaçu, foram aprovadas as contas da cooperativa. Os cooperados deliberaram ainda sobre a união entre a área de ação no Paraná e São Paulo que, a partir de agora, formam uma nova cooperativa, denominada Sicredi Vanguarda PR/SP. O presidente da cooperativa, Luiz Hoflinger, comandou as assembleias, que contaram com a presença de diversas lideranças cooperativistas, entre elas o presidente e vice-presidente da Central Sicredi PR/SP; Jaime Basso e Manfred Alfonso Dasenbrock, respectivamente.
AGE – Entre os temas discutidos na AGE estiveram a incorporação (união) da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empresários do Cone Leste Paulista – Sicredi Cone Leste com sede em Taubaté (SP) pela Sicredi Cataratas do Iguaçu; mudança do nome e razão social da cooperativa; criação da diretoria executiva, propondo a eleição de Aldo Dagostim para o cargo de diretor executivo, Ademir Roque, para diretor de Desenvolvimento e Antonio Clarindo Sobrinho para diretor de Operações. Também esteve em pauta a reforma e consolidação do Estatuto Social para a nova cooperativa Sicredi Vanguarda PR/SP.
Área de ação – Com a aprovação da união se consolida o nascimento da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Vanguarda da Região das Cataratas do Iguaçu e do Vale do Paraíba – Sicredi Vanguarda PR/SP e que compreende, a partir dessa assembleia, uma área de ação com 17 municípios no estado do Paraná e 12 no estado de São Paulo.
Compromisso – O presidente da Central Sicredi PR/SP e da Sicredi Participações, Manfred Alfonso Dasenbrock, falou sobre a importância da tomada de decisão em assumir este compromisso pelo cooperativismo e em assumir esta etapa de desenvolvimento. Validou a importância de ter pessoas que assumem desafios e o quanto essa força ressona dentro de um sistema que ainda tem muito por crescer, e que com certeza, o profissionalismo é a chave para esta conquista. Desejou ainda sucesso ao presidente e a nova diretoria executiva e disse que gostou muito do nome Vanguarda, pois é muito bom ter este compromisso de olhar para frente e com ambição de crescer de forma cooperativa e objetivo comum.
Oportunidade – O presidente Luiz Hoflinger finalizou o evento enfatizando que passamos a viver um novo momento, de muitos desafios mas com oportunidades ainda maiores, e desfrutar da confiança dos associados e coordenadores, tem sido e será muito positivo, principalmente neste momento. Agradeceu as lideranças pela participação, aos conselheiros, aos coordenadores.
Fonte: Paraná Cooperativo







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