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Diretor do BC fala sobre os desafios para o cooperativismo de crédito brasileiro

May 16th, 2012 No comments

A criação de um Fundo Garantidor de Crédito para o cooperativismo foi abordada como prioridade do órgão regulador em 2012

Durante abertura da reunião do Conselho Consultivo de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB), realizada nesta quinta-feira (10/5), em Brasília (DF), o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Controle de Operações do Crédito Rural do Banco Central, Sidnei Marques, aproveitou a oportunidade para apresentar a visão do órgão regulador sobre os desafios e expectativas para o cooperativismo brasileiro de crédito nos próximos anos. “O Banco Central cumpre, dentro do sistema financeiro nacional, o papel de assegurar a solidez e regular o seu funcionamento. Nesse contexto, o cooperativismo de crédito desempenha um papel essencial para o país, promovendo a inclusão financeira em localidades e segmentos sociais de todas as partes do Brasil, ampliando o aporte de produtos financeiros e elevando o nível de concorrência no mercado“, declarou o diretor.

Marques apontou números relevantes do setor: “São indiscutíveis alguns avanços do cooperativismo nos últimos anos: de 2002 a 2011 o número de associados passou de 1,6 milhão para 5,8 milhões – um crescimento de 262%. Os PAC’s e sedes de cooperativas aumentaram de 3.626 em 2005 para 4.847 em abril de 2012. Se comparados aos pontos de atendimento do sistema bancário, a rede de atendimento cooperativa seria a quarta maior do país, atrás apenas dos três maiores bancos nacionais”. E enfatizou ainda há muito espaço para expansão do segmento.

Apesar do crescimento nos últimos anos, o número atual de associados ao cooperativismo de crédito representa pouco mais de 5% da população economicamente ativa do país, e a participação do setor nas operações de crédito ainda está, “aquém do potencial que a gente visualiza para o sistema”, afirmou. O dirigente. “Além disso, o segmento se depara atualmente com outros desafios, decorrentes da tendência de redução das taxas de juros e da maior competição com os bancos”, complementou.

Dentro desse contexto, Marques avaliou que as cooperativas têm o desafio de assegurar a sua competitividade, e ampliar a sua participação no sistema financeiro nacional, cabendo ao órgão regulador propiciar um adequado ambiente normativo para que os negócios sejam realizados com confiabilidade e segurança. E elencou quatro pontos como de extrema relevância para alcançar esse objetivo:

  1. a implantação efetiva da estrutura administrativa prevista no artigo 18 da resolução 3.859/2010, composta por Conselho de Administração e Diretoria;
  2. a regulação do regime de cogestão por cooperativa central ou por confederação de crédito, de que trata o artigo 16 da lei complementar 130/2009;
  3. o recondicionamento de questões relacionadas à auditoria externa especializada – “essencial para propiciar adequada confiabilidade e qualidade nas demonstrações financeiras” –
  4. e a criação de um fundo garantidor de crédito para o setor cooperativo. 

Segundo o diretor, esses quatro pontos, em especial a criação do Fundo Garantidor, compõem uma agenda do Banco Central, acompanhada de perto pelo presidente da instituição, para ser implementada ainda em 2012.

Fonte: OCB

Sicredi é sinônimo de cooperativismo de crédito

May 16th, 2012 No comments

Seria difícil imaginar o que representaria a fundação da primeira caixa rural da América Latina, em 1902, no município gaúcho de Nova Petrópolis, depois de passados 102 anos da iniciativa dos primeiros imigrantes que chagavam ao País para substituir a mão de obra escrava, abolida em 1888. Em mais de um século, diferentes governos, ideais políticos e planos econômicos se sucederam, mas os valores do cooperativismo permaneceram vivos no Sicredi, uma rede financeira que atualmente possui 2 milhões de associados em 10 estado do Brasil.

Com uma postura atuante em momentos marcantes desta história, o presidente da Central Sicredi Sul, Orlando Müller, brinca que só não participou do pioneirismo do início do século “por pura falta de tempo”, mas relembra as conquistas obtidas a partir da década de 1980 com a criação da Cooperativa Central de Crédito Rural (Cocecrer) e, em seguida, o reconhecimento na Constituição de 1988, após o ostracismo em razão da reformulação do Sistema Financeiro Nacional, imposta pelo regime Militar em 1964.

Em 1988, vencemos a barreira da Constituição, com o reconhecimento no artigo 193. Foi nossa primeira vitória. Antes trabalhávamos sem qualquer amparo jurídico“, ilustra o presidente da Central Sul, Orlando Müller.

Na década seguinte, a adoção da marca Sicredi em todas as cooperativas integrantes do sistema é considerada o passo inicial para chegar ao atual modelo – onde cada unidade permanece independente – e criar o primeiro Banco Cooperativo do Brasil, formalizado em 1995. Segundo Müller, foram mais de dez anos de lutas com o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional até que fossem concedidas as autorizações para oferecer serviços financeiros como a compensação de cheques e, mais tarde, a operacionalização de crédito rural com encargos equalizados pelo Tesouro Nacional.

“A ideia em 1985, com a fundação da Cocecrer, sempre foi buscar a equiparação dos serviços, até então, exclusivos de agências bancárias. Retomamos o cooperativismo por uma necessidade agropecuária, mas com o passar do tempo buscamos inspiração em outros modelos do resto do mundo para diversificar as áreas de atuação”, revela.

O foco das atenções voltado ao agronegócio foi responsável pelo salto de 99,1 mil para 369,3 mil associados e de 191 para 627 unidades em quatro estados, entre os anos de 1992 e 2000. No período, o patrimônio líquido avançou de R$ 16,256 milhões para R$ 256,1 milhões. Com resultados em franca expansão, o prestígio também aumentou. Até 2012 – instituído pela ONU como o ano do cooperativismo – a organização econômica registrou novos progressos e ingressou nas áreas de seguros e cartões de crédito, além de receber a aprovação da livre admissão de associados em 2003.

Os principais diferenciais competitivos frente aos sistemas tradicionais, segundo Müller, são os mesmos valores responsáveis pela manutenção do cooperativismo por mais de um século no Brasil. O dirigente destaca que, no mercado financeiro, os clientes são usuários, enquanto na cooperativa são donos, pois administram lucros, ao mesmo tempo em que assumem os riscos de suas unidades, o que, segundo ele, significa a adaptação a uma cultura econômica alternativa.

Meta é duplicar número de associados

As conquistas da última década e a diversificação das áreas de atuação, que culminaram em reconhecimentos na legislação financeira, formam o panorama ideal para a expansão dos bancos cooperativos no País. Presente em dez estados e em 90% dos municípios do Rio Grande do Sul, a meta do Sicredi é cobrir todas as cidades gaúchas até 2015. Conforme explica o presidente da Central Sul, Orlando Müller, o objetivo é dobrar o número de associados no Brasil – dos atuais 2 milhões para 4 milhões – no período.

Com 1,2 milhão de associados, o Estado deve consolidar o pioneirismo nos próximos quatro anos. Enquanto em países como a França, a representatividade do cooperativismo no PIB financeiro chega a 30%, no Brasil é de apenas 2%. Entretanto, no ano passado, reforçado por uma das maiores redes bancárias gaúchas, o Rio Grande do Sul alcançou 10% de participação e a intenção é ultrapassar os 20% em curto prazo, estima Müller.

“Não tenho dúvidas de que o cooperativismo tem um longo caminho a percorrer no Brasil. Para chegarmos ao nível dos países mais desenvolvidos, teríamos de dobrar a participação aqui no Estado e vamos conseguir isso em pouco tempo, só que precisamos de fortalecimento nos demais estados da Federação”, analisa.

Na opinião do presidente da Central Sul, o momento é propício ao desenvolvimento. Neste cenário, a criação de produtos de qualidade e a fidelização das mais variadas atividades econômicas são essenciais para gerar os investimentos necessários e conquistar espaço em um mercado “gigante” e cada vez mais acirrado.

Fonte: Jornal do Comércio RS – ANA PAULA APRATO/JC

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Presidente do Sicoob Confederação assume coordenação do Ceco/OCB

May 16th, 2012 No comments

O presidente do conselho de administração do Sicoob Confederação, José Salvino de Menezes, assumiu no último dia 11, durante reunião ordinária, a coordenação nacional do Conselho Consultivo de Crédito da OCB (Ceco/OCB). O evento reuniu integrantes do conselho, dirigentes das cooperativas centrais do Sicoob, executivos do Bancoob, representantes do Banco Central do Brasil (BC), convidados e representantes de entidades afins. Salvino, que assume a gestão 2012/2013, sucede Manfred Dasenbrock, à frente da coordenação do Conselho nos dois últimos anos.

Durante a reunião, Manfred Dasenbrock apresentou um panorama atual, incluindo ações realizadas e o andamento de outras que ficarão a cargo da nova direção. Em seu discurso de posse, José Salvino destacou a importância da continuidade do plano de ações do conselho com o objetivo de incrementar o setor cooperativista de crédito no país. “Nós continuaremos este trabalho com o intuito de promover o desenvolvimento e, para isto, é necessário que o setor fale a mesma língua, como por exemplo, nas questões tributárias”. Salvino destacou ainda o crescimento do cooperativismo de crédito nos últimos anos. “O sistema cooperativista de crédito começou a crescer a partir do momento em que o Banco Central passou a conhecer melhor o setor, o que resultou na expansão das cooperativas”, ressaltou.

O evento teve ainda dois paineis com a participação de representantes do Banco Central, Ministério da Fazenda e Casa Civil. Além disso, foram apresentados números relativos à evolução do cooperativismo de crédito no Brasil aos presentes. O objetivo do Conselho Consultivo de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB) é propor ações voltadas ao fortalecimento e desenvolvimento do cooperativismo de crédito brasileiro.

Fonte: Sicoob

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Novo cenário do cooperativismo de crédito e mudanças na Unicred Central MG são propulsores de desenvolvimento de cooperativas filiadas

May 16th, 2012 No comments

O mercado financeiro, foco das atenções nacionais nos últimos meses, tem como desafio a fidelização de clientes com geração de produtos e serviços que atendam às suas necessidades. O número de associados de cooperativas de crédito, ligadas à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), superou a marca de 10 milhões de pessoas, em 2011. O cooperativismo no Brasil destaca-se com o Ramo de Crédito e acaba de ganhar um dia de comemoração nacional, 28 de dezembro, sancionado pela Presidenta Dilma Rousseff, através da nova lei 12.620/2012.

O ano de 2012 foi escolhido pela ONU para ser o Ano Internacional das Cooperativas. Um ano de desenvolvimento e crescimento para todo o setor, já que conta com mais de 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo. Tais números demonstram o grande potencial das cooperativas no mercado financeiro e a Unicred Central Minas Gerais teve grande destaque, em 2011, ficando entre as 50 maiores cooperativas de crédito de Minas Gerais no ranking da OCEMG – Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais, ocupando as seguintes posições: 

  • 13º lugar em Lucros Líquidos (sobras)
  • 24º lugar em Depósitos
  • 25º lugar em Patrimônio Líquido
  • 38º em Ativos Totais.

Em março, a instituição completou 18 anos e mantém o foco no desenvolvimento, oferecendo soluções e melhorias para todas as cooperativas singulares. A Unicred é uma cooperativa de crédito mútuo que oferece serviços similares às instituições financeiras tradicionais e se diferencia por dar, ao cliente, o perfil de dono do seu negócio, participando diretamente na gestão da cooperativa, definindo suas diretrizes e linhas de atuação. O associado ainda conta com um atendimento diferenciado, melhores taxas e, principalmente, participação nos resultados. Atualmente, a Unicred Central possui 15 cooperativas singulares, 64 agências filiadas e mais de 23 mil associados ativos em Minas Gerais, Bahia e Espirito Santo, que comemoram mais de R$ 14 milhões em sobras distribuídas no último ano.

Após quatro anos, a Unicred Central renovou seu quadro de diretores executivos. Quem assumiu como diretor-presidente foi o Dr. Carlos Antônio Alves Farah, da Unicred Uberaba, a diretoria administrativa financeira foi ocupada pelo Dr. Mauro Toledo Sirimarco, da Unicred Juiz de Fora e o Dr. José Alencar de Castro, da Unicred Sul de Minas, assumiu o cargo de Diretor de Supervisão. Na reunião extraordinária, houve também a posse de 12 conselheiros de administração e 3 membros efetivos do conselho fiscal e 3 suplentes. A nova diretoria conduzirá as ações desta cooperativa durante a gestão 2012-2016.

Na oportunidade, o novo diretor-presidente falou sobre seus projetos para a nova gestão: “Esse é um momento no qual estou focado 100% na Unicred para desenvolver uma gestão ambiciosa de crescimento”, anuncia Farah.

A nova gestão será responsável pela condução de projetos já em andamento com as cooperativas singulares, bem como pelo desenvolvimento de novas estratégias voltadas para o crescimento de todo o Sistema. “Estou muito motivado para liderar a Unicred Central em todo o desafio que ela representa. O atual momento que o mercado financeiro vive não poderia ser melhor para uma nova gestão, pois será possível inovarmos em um cenário que está se ajustando às mudanças implantadas pelo Governo Dilma Rousseff. Tivemos uma excelente receptividade por todas as cooperativas singulares no momento da posse, o que reforça nossos ideais e projetos para os próximos 4 anos.” O executivo ainda explica que a expectativa é de que as iniciativas da Unicred Central garantam respaldo para as decisões estratégicas e tragam maiores resultados à gestão de toda cooperativa filiada.

Com o slogan “Faz sentido operar com uma instituição financeira que é sua”, a Unicred Central demonstra que a concentração da movimentação financeira na cooperativa e participação ativa dos associados geram resultados crescentes, contribuindo significativamente na rentabilidade de cada associado.

Para dar continuidade a essas conquistas, a nova diretoria executiva está pronta para atuar no desenvolvimento do Setor Cooperativista. A posição que a Unicred Central possui no mercado foi sendo consolidada pela confiança necessária em consequência do compromisso e profissionalismo, sempre fiéis às necessidades dos associados que partilham do objetivo de fazer, da Unicred, uma cooperativa de referência na região e no País.

 

Resultados da Unicred do Brasil – Sistema Nacional, em 2011:

Cooperativas no Sistema Unicred

100

Postos de Atendimento ao cliente

419

Associados em todo o Brasil

245.640

Ativo Total

R$ 7.3 bilhões

Depósitos Totais

R$ 5.3 bilhões

Empréstimos

R$ 4.2 bilhões

Sobras

R$ 316 milhões

Fonte: Unicred Central MG

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Sescoop investe na formação de conselheiros de cooperativas de crédito

May 16th, 2012 No comments

Grupo formado por 44 conselheiros fiscais e de administração integra a turma piloto do Formacred, curso de formação que compõe Programa Nacional de Educação do Crédito Cooperativo (Educred)

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) inicia esta semana a execução do Programa Nacional de Educação do Crédito Cooperativo (Educred) com a realização do primeiro módulo do Curso de Formação de Conselheiros de Cooperativas de Crédito (Formacred). Concebido para atender a uma demanda do Conselho Especializado do Ramo Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB), e do Banco Central do Brasil (BC), para que fossem desenvolvidos programas de capacitação e treinamento de dirigentes e empregados das cooperativas de crédito, o Formacred tem como objetivo oferecer formação de qualidade a conselheiros de Administração e Fiscal, contribuindo para o processo de desenvolvimento, profissionalização e aumento da competitividade desses empreendimentos frente ao sistema financeiro nacional. “Trata-se de uma oportunidade para ampliarmos nossas redes de relacionamento pessoal e profissional, e de criarmos condições para continuarmos contribuindo com o fortalecimento do cooperativismo brasileiro”, afirma o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

A capacitação acontecerá entre nos dias 16 a 18 e 23 a 25 de maio, em Brasília (DF) e contará com a participação de 44 conselheiros – 22 fiscais e 22 de administração. O primeiro módulo, que trará uma abordagem comportamental, será dividido em dois blocos, cada um com carga horária de 24 horas. O primeiro acontece nesta semana e, o segundo, na próxima, e serão conduzidos pelo instrutor Inocêncio Oliveira. Segundo o gerente geral de Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop, Maurício Alves, “a participação dos alunos será imprescindível para validar esse programa de formação, que visa atender às demandas do ramo crédito e às expectativas apontadas pelo próprio Banco Central, de contínuo desenvolvimento e fortalecimento das cooperativas de crédito brasileiras”.

Conforme explica a gerente de Formação e Qualificação Profissional do Sescoop, Andréa Sayar, para a composição da turma piloto foram estabelecidos critérios com o objetivo de “garantir que esse laboratório propicie a reprodução da diversidade presente no ramo e, também, que as unidades estaduais fossem contempladas de forma igualitária”. De acordo com a gestora, os estados foram responsáveis pela indicação dos conselheiros, e o objetivo foi compor um grupo diversificado. “Solicitamos às unidades o cuidado de indicarem conselheiros pertencentes a cooperativas diferentes, para oportunizar que a formação alcance o maior número de entidades possível”, ressalta.

Os próximos módulos do Formacred já estão previstos e deverão ser realizados nos meses de junho, agosto, setembro e novembro de 2012. Ao final das 96 horas, os participantes serão certificados pelo Sescoop.

Fonte: OCB

Projeto de cooperação com a instituição canadense DSI

May 16th, 2012 No comments

Inicia segunda etapa de oficinas nas Bases Regionais de Serviços da Cresol Central

Nos dias 09 e 10 de maio, o Sistema Cresol Central iniciou a segunda etapa de oficinas do Projeto de Cooperação com o Développement Solidaire International (DSI), cuja sede está localizada na Província de Québec – Canadá. A primeira oficina deste ciclo foi realizada em Curitibanos – SC e reuniu representantes das Cooperativas Singulares e Unidades de Atendimento Cooperativo (UAC’s) vinculadas a Cresol Base Serrana.

O encontro teve o objetivo de apresentar e debater sobre o tema governança no Sistema. A atividade foi coordenada pelo Diretor de Desenvolvimento e Educação da Cresol Central, Rivaldo Ferron, pelo Assessor, Cledir Magri, pelo assistente de formação Sergio Schneider e pelo representante da instituição canadense, Jean Bergevin. Conforme Magri, a atividade é importante pois representa um amplo momento e debate com os dirigentes. “Os debates que estão sendo construídos nas Bases Regionais, de forma participativa, nos permitem avaliar a estrutura de governança e de gestão em vista de qualificar nossas ações e, assim, fortalecer o Sistema Cresol Central a partir da sua estrutura sistêmica”, explica.

Esta oficina será realizada em cada uma das Bases Regionais de Serviços da Cresol Central e, desta forma, contemplará, todas as cooperativas e unidades de atendimento do Sistema. Além das oficinas, as próximas etapas do projeto consistem em curso internacional previsto para o segundo semestre deste ano, com delegação de 15 lideranças do Sistema Cresol Central ao Canadá, e, ainda, outros seminários.

Fonte: Cresol Central

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Presidenta Dilma Rousseff sanciona lei que cria o Dia Nacional do Cooperativismo de Crédito

May 9th, 2012 3 comments

Presidenta Dilma Rousseff com o Presidente da Sicredi Pioneira RS, Márcio Port

A Presidenta da República Dilva Rousseff sancionou no dia 08/05/2012 a Lei 12.620 (link) que criou o Dia Nacional do Cooperativismo de Crédito, a ser comemorado anualmente no dia 28 de dezembro.

O dia escolhido pela Presidenta Dilma é a mesma data em que ocorreu a fundação da Sicredi Pioneira RS, em Nova Petrópolis/RS, no ano de 1902.

Para o Presidente da Sicredi Pioneira RS, Márcio Port, “é motivo de grande satisfação termos o reconhecimento da Presidenta Dilma Rousseff acerca da importância do Cooperativismo de Crédito no Ano Internacional das Cooperativas, inclusive criando o Dia Nacional do Cooperativismo de Crédito no mesmo dia em que é comemorado o aniversário da Sicredi Pioneira RS, a mais antiga cooperativa de crédito da América Latina”.

O projeto da lei é de autoria do deputado Luis Carlos Heinze (PP/RS), que o apresentou em 2007 com o objetivo de chamar a atenção do governo e da sociedade brasileira sobre a importância do cooperativismo de crédito para o país.

Heinze explica que a data foi escolhida foi a mesma em que ocorreu a fundação da primeira cooperativa de crédito no Brasil, a então Pioneira RS, em Nova Petrópolis (RS), em 1902.

 “Além da homenagem que estamos prestando ao sistema, a memória e a garra de seus fundadores e aos funcionários e associados, nossa proposta tem por objetivo contribuir com o crescimento desse setor e, consequentemente, com a economia dos municípios onde estão inseridos e na geração de empregos e renda”, destaca.

 

Cnac com relevante atuação no crédito cooperativo brasileiro em 2011

May 7th, 2012 No comments

Com base em índices percentuais é possível ter um panorama da atuação da Cnac (Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa) no cooperativismo de crédito, que em 2011 representou 31% das cooperativas de crédito do Brasil.

Com base em informações levantadas junto ao Banco Central do Brasil e OCB é possível ter uma visão geral da participação da Cnac na prestação de serviços de auditoria externa, em índices percentuais, junto ao cooperativismo de crédito brasileiro no ano de 2011.

Segue abaixo quadro ilustrativo:

Dados – 2011

Total

Cnac

%

Ativos¹

86,5

42,7

49%

Operações de Crédito¹

37,8

23,8

63%

Depósitos¹

38,1

25,7

67%

Patrimônio Líquido¹

15,9

7,7

48%

Cooperativas

1.312

403

31%

PAC´s

3.502

1.848

53%

Cooperados²

5,8

3,6

62%

Legenda: 1 – Em bilhões de R$ ;  2 – Em milhões      

Em análise ao quadro podemos evidenciar que no período, a Cnac respondeu pela auditoria externa de 49% dos ativos, 63% das operações de crédito, 67% dos depósitos e 48% do patrimônio líquido, do crédito cooperativo brasileiro.

Além disso, auditou 31% das cooperativas de crédito, o que representou 53% dos pontos de atendimento cooperativos. Seu trabalho atingiu 62% do total de cooperados de cooperativas de crédito do Brasil, algo em torno de 3,6 milhões pessoas.

Com isso a Cnac reafirma seu compromisso junto ao cooperativismo de crédito, no sentido de levar informações fidedignas aos usuários das informações contábeis, proporcionando maior credibilidade, segurança e transparência.

Fonte:  Cnac

Faça hoje mesmo sua inscrição para o 9º Concred e garanta seu desconto

May 7th, 2012 No comments

De 21 a 23 de Agosto de 2012 em Nova Petrópolis/RS

O 9º Concred – Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito – ocorrerá em Nova Petrópolis/RS entre os dias 21 e 23 de Agosto de 2012.

O evento caracteriza-se por trazer à discussão em nível nacional importantes assuntos relacionados ao Cooperativismo de Crédito e para esta 9ª edição já estão confirmadas presenças internacionais como o Diretor Geral da ACI, Sr. Charles Gould, o Presidente da ACI Américas, Sr. Ramón Imperial e também o case do Movimento Desjardins, do Canadá.

Faça hoje mesmo a inscrição de sua cooperativa no www.confebras.com.br/concred e aproveite os preços diferenciados para inscrições antecipadas.

Obs.: O Concred é um evento realizado pela Confebras (Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito) e as cooperativas filiadas a ela tem como custo de inscrição o demonstrado na coluna “Filiada”.

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Central Sicredi PR/SP chega a 500 mil associados

May 7th, 2012 No comments

Cooperativas de crédito Sicredi nos dois estados possuem R$ 5 bilhões em recursos administrados

As cooperativas de crédito Sicredi que atuam no Paraná e São Paulo ultrapassaram 500 mil associados em abril, um marco nos 27 anos de história da Central Sicredi PR/SP. Neste contexto, as cooperativas atingiram, também, a marca também de R$ 5,3 bilhões em recursos administrados nos dois estados, configurando um aumento de aproximadamente 6%, nos dois indicadores, nos primeiros meses do ano.

Atualmente o sistema de cooperativas Sicredi possui dois milhões de associados nos 10 estados que atua, e a meta estabelecida no Planejamento Estratégico 2011-2015, é chegar a três milhões e meio de associados.

De acordo com o presidente da Sicredi Participações e Central Sicredi PR/SP, Manfred Dasenbrock, esta conquista cumpre com as metas estabelecidas no planejamento estratégico da Central, com foco no aumento da base de associados e no crescimento dos depósitos, para ampliação das carteiras de crédito.

Para esta conquista, os dirigentes e executivos das 39 cooperativas em atuação nos dois estados estão conduzindo diferentes projetos com suas equipes, para aprimoramento dos resultados, como: treinamentos corporativos, ações de marketing, campanhas de endomarketing, ações de aproximação com as comunidades (como o Programa A União Faz a Vida), a ampliação da participação dos associados na gestão da cooperativa pelos Programas Crescer e Pertencer, entre outras que diferenciam as atividades das instituições financeiras cooperativistas das demais. Entre elas, o resultado de R$ 44 milhões em sobras (lucro da operação), apenas no primeiro trimestre de 2012.

Ano internacional – As cooperativas de crédito têm se firmado no mercado financeiro como um sistema mais inclusivo, participativo e justo, atuando como instrumento de organização econômica da sociedade. A ONU reconheceu essa importância e declarou 2012 o Ano Internacional das Cooperativas.

“No Sicredi, a utilização de produtos financeiros como conta corrente, cartão de crédito, investimentos, seguros e consórcios, trazem benefícios aos associados,pois os resultados de uma cooperativa de crédito são repassados proporcionalmente ao volume das suas operações e reinvestidos no lugar onde vivem, fortalecendo a economia da região”, explica Dasenbrock.

Fonte: Sicredi

“Síndrome da não-culpa”: a velha – nova pandemia nas organizações!, por Enio Meinen

May 6th, 2012 13 comments

“O homem superior atribui a culpa a si próprio; o homem comum, aos outros.” (Confúcio).

 

O ambiente profissional – ainda bem – revela mais soluções do que problemas; menos conflitos do que entendimentos; menos indiferenças do que manifestações de solidariedade; menos enfermidades do que boas condições de saúde.

Mas há uma adversidade que insiste em permear as organizações. Falo de uma doença grave, que se alastra de forma avassaladora, elevando-se, por sua dimensão e efeitos, ao grau de pandemia. A “síndrome da não culpa”: eis o mal a que me refiro!

E como se revela o sintoma desse “distúrbio”? A constatação não requer nenhum diagnóstico mais aprofundado. Basta que se apresente um problema – operacional, legal, administrativo ou de outra ordem -, ou ainda apareça uma dificuldade qualquer, e o doente-portador, devidamente “armado”, sai imediatamente na defensiva: “a culpa não é minha/nossa”, “não tenho/temos nada a ver com isso”, “o responsável é o fulano ou a área tais”, “não posso fazer nada”, e por aí vai.

Num estágio ainda mais avançado da moléstia, há os que já tratam de arranjar justificativas ou evasivas antes mesmo de o problema concretizar-se! E o pior é que isso pode sair do mundo da ficção e virar realidade… A propósito desse grupo de enfermos o escritor John Maxwell apresenta uma esclarecedora impressão. Diz ele: “as pessoas desperdiçam energia fantasiando soluções para problemas que temem aparecer em seu caminho. Ironicamente, o que começou como um medo infundado pode se transformar em um problema real, porque a pessoa desperdiçou energia pensando em coisas que gostaria que fossem realidade, em vez de pensar em uma ação eficaz” (in 6 John Maxwell John C, Você faz a diferença: como sua atitude pode revolucionar sua vida / John C. Maxwell; tradução de Valéria Lamim Delgado Fernandes. São Paulo: T. Nelson, 2006).

Assumir os próprios erros ou a responsabilidade pela sua ocorrência enquanto gestor são atitudes dignas e corajosas, virtude infelizmente ausente em muitas pessoas. Quando os problemas aparecem, o normal é o executivo (e os colaboradores que nele se espelham) eximir-se da responsabilidade e procurar “bodes expiatórios”, iniciando-se, assim, o conhecido “jogo de culpa” ou “jogo de empurra”. Em vez da busca da solução, dando curso à verdade, o foco passa a ser a identificação de subterfúgios para a autopreservação, muitas vezes transferindo ou tentando empurrar a reponsabilidade para um terceiro, não raro colega de profissão.

O personagem bíblico Adão talvez tenha sido o primeiro a padecer dessa doença. Quando Deus lhe perguntou se o havia desobedecido, ele respondeu: “Foi a mulher que me deste por companheira que me deu o fruto da árvore, e eu comi” (Gênesis, Capítulo 3, Versículo 12 – Bíblia Sagrada). As consequências para ele próprio e para a humanidade todos conhecemos…

Observador atento e combatente desse comportamento, o líder cooperativista José Salvino de Menezes, muito acertadamente, costuma dizer: “depois que inventaram a desculpa, ninguém mais comete erros”.

E que implicações essa postura provoca, mais especificamente na seara profissional? Muitas! A principal delas é a não resolução do problema ou não equacionamento da demanda, em flagrante desrespeito àquele que está “do outro lado” aguardando providências (que não quer saber de quem é a culpa…!). Outra consequência é a desarmonia que a (falta de) atitude ocasiona nas organizações ou entre organizações, já que se instala um ambiente de “queda de braços”, de desconfiança e de desesperança. Um terceiro efeito é o aumento de custos nas empresas, já que na falta ou no retardamento da solução, a saída é incrementar estruturas ou fazer investimentos adicionais – em outras áreas ou entidades – para resolver os problemas. Aliás, o tempo que se perde discutindo de quem é a culpa ou mesmo para tentar justificar o injustificável, é por si só um fator de improdutividade, implicando dispêndios sem necessidade.

A postura esperada dos verdadeiros profissionais, ainda que determinada adversidade não lhes possa ser atribuída imediatamente, é agir (“matar no peito”) em sua área de domínio/responsabilidade ou promover articulações em sua área de influência, mobilizando pessoas e recursos para dar conta do “recado”. Além de tudo, este gesto é uma demonstração de respeito.

Em relação aos líderes e principais executivos, por servirem de referência aos demais, essa iniciativa é ainda mais aguardada. Poder e responsabilidade estão íntima e proporcionalmente atrelados.

Não se deve ter receio de admitir falhas ou avocar responsabilidade, especialmente quando se é gestor, pois falíveis todos são – pela simples condição, primária, de seres humanos. Aliás, é também meritório aprender com o erro, pois só assim evita-se a reincidência em circunstâncias semelhantes. Atribuir a responsabilidade a outrem ou tentar justificar demasiadamente os erros reduzem o prestígio profissional, às vezes sem que se o perceba. O certo é canalizar as energias para a solução e a verdade, em vez de ficar procurando desculpas e formas de desqualificar terceiros, muitas vezes colegas de profissão.

Como ensina Augusto Cury, “Ser sábio não quer dizer ser perfeito, não falhar, não chorar e nem ter momentos de fragilidade. Ser sábio é aprender a usar cada dor como uma oportunidade para aprender lições, cada erro como uma ocasião para corrigir rotas, cada fracasso como uma chance para ter mais coragem. Nas vitórias, os sábios são amantes da alegria; nas derrotas, são amigos da reflexão” (in 12 semanas para mudar uma vida. Augusto Cury Colina, SP: editora Academia de Inteligência, 2004).

A prática do “mea culpa”, de maneira sincera e construtiva, diferentemente do que alguns podem imaginar, contribui para aumentar o apreço profissional e pessoal, e é indispensável para a evolução nos dois planos. Além disso, o ambiente harmonioso daí resultante, ao mesmo tempo em que repercute na redução de falhas futuras, potencializa a capacidade de entrega das organizações.

Abraham Lincoln já ensinava que “você não consegue escapar da responsabilidade de amanhã esquivando-se dela hoje”. Daí que assumir a culpa, logo cedo, é bem melhor do que alguém descobrir a verdade mais tarde. E isso fatalmente ocorrerá, ainda que a aposta seja em contrário…!

Portanto, deve-se evitar o contágio pela moléstia da irresponsabilidade. Como medidas de prevenção há que se antecipar à imputação; admitir o erro e tratar do problema imediatamente; evitar críticas e desgastes desnecessários; dar o exemplo para os colegas (pares e liderados); … dormir tranquilo. Enfim, agir como sábio!

Este tema, por sinal, pelo seu grau de importância e impactos gerados nas empresas, habilita-se como pauta frequente em treinamentos e diálogos/feedbacks dos líderes organizacionais com/para os seus executivos. Nessas abordagens, como recurso de apoio, sugere-se apresentar o vídeo “O problema não é meu”, distribuído pela Siamar, que retrata, didaticamente e precisamente, o comportamento dos atores comprometidos (adequado) e descomprometidos (inadequado) diante de um problema concreto.

“Quase todas as nossas falhas são mais perdoáveis do que os métodos que concebemos para escondê-las”
(François Poitou, o Duque La Rochefoucauld)

Enio Meinen é advogado, pós-graduado em Gestão Estratégica de Pessoas e Diretor Operacional do Banco Cooperativo do Brasil – Bancoob.

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Concred: Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito – faça hoje mesmo a sua inscrição

May 1st, 2012 1 comment

Já estão abertas as inscrições para o 9º Concred a ser realizado em Nova Petrópolis/RS de 21 a 23 de Agosto de 2012.

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No Brasil, o ponto máximo da celebração do Ano Internacional das Cooperativas será o 9º CONCRED – Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito, que apoiado e incrementando o slogan criado pela ACI, acolheu como tema desta 9ª edição: “As Cooperativas de Crédito constroem um mundo melhor”.

O objetivo é de fortalecer esta celebração ímpar que é o Ano Internacional do Cooperativismo. Por isso a Confebras em parceria com a Sicredi Pioneira RS farão esforços hercúleos para realizarem o maior evento do Cooperativismo de Crédito Brasileiro, uma 9ª edição especial, que acontecerá na cidade Nova Petrópolis/RS, a Capital Nacional do Cooperativismo.

O CONCRED é uma oportunidade para reunir as maiores Instituições Cooperativistas do ramo Crédito que fazem a cultura e os negócios do Cooperativismo continuarem em perfeita sintonia. Esta edição do Congresso possui diferenciais que remetem ao atual momento vivido, revelando-se uma ótima oportunidade para celebrar e discutir os próximos passos para o contínuo progresso da categoria cooperativista de crédito, bem como a ascensão da cultura do cooperativismo.

A Confebras tem consciência da repercussão e influência que o 9º CONCRED proporciona no Sistema Cooperativista de Crédito brasileiro, por isso a cada edição busca superar-se, na realização, na promoção e na produção do maior evento do cooperativismo de crédito nacional. Por esta e tantas outras razões, este 2012 será das Cooperativas de Crédito que estão ainda mais motivadas e prontas para evoluir em grande escala durante este ano e nas próximas décadas.

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Hotéis, passagens aéreas e transfer

Para o transfer aéreo, terrestre e para as reservas de hotéis o 9º Concred contará com os serviços da Brocker Turismo (http://www.brockerturismo.com.br/eventos-feiras/1/concred2012-gramadors), agência oficial para o evento.

Através da negociação com as companhias aéreas, a Brocker Turismo e a Confebrás conseguiram descontos expressivos sobre os preços normalmente oferecidos no balcão ou na internet. Ao reservar seu hotel não deixe de conferir os preços das tarifas aéreas.

A Brocker também fará todo o transfer terrestre desde o aeroporto até os hotéis e dos hotéis até o Centro de Eventos de Nova Petrópolis onde será realizado o Concred, valores estes já negociados pela Confebrás e com redução de custos para quem contratar tais serviços. Importante ressaltar que a Brocker Turismo possui uma sala de atendimento dentro do Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre, estando preparada para prestar o melhor atendimento à todos os congressistas.

Para sua melhor comodidade e conforto durante o Concred, contrate todos os serviços através do site da Brocker Turismo.

Acesse www.confebras.com.br/concred e participe do maior e mais importante evento do Cooperativismo de Crédito.

Fonte: Confebrás

Assembleia Geral da Central Cresol Baser reúne parceiros e lideranças no Ano das Cooperativas

May 1st, 2012 No comments

Diretores, colaboradores e assessores do Sistema Cresol reuniram-se na nos dias 24 e 25 de abril para a realização da Assembleia Geral Ordinária da Central Cresol Baser. A AGO foi realizada no Santa Fé Clube de Campo em Francisco Beltrão/PR e contou com mais de 300 participantes.

Neste ano a Assembleia teve início com painéis onde fomentaram debates sobre temas do de relevância para o trabalho cooperativista junto à agricultura familiar no Sistema. Os painéis abordaram três temáticas: a educação no campo, políticas públicas e ainda um terceiro painel que trouxe experiências positivas de agricultores e suas organizações em diferentes atividades de produção.

Após os painéis a Assembleia realizou uma mesa de honra onde estiveram presentes parceiros e autoridades que enalteceram a história de sucesso da Cresol em prol ao desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito.

Na oportunidade também foi realizada a assinatura da ficha matrícula com as cooperativas filiadas dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, e ainda um acordo de cooperação, uma parceria com o Trias e as novas cooperativas para o desenvolvimento das regiões através do repasse do microcrédito.

Sorteios

Para o encerramento do primeiro dia de Assembleia, foi realizado o Sorteio da Campanha Interna para Colaboradores e Diretores do Sistema, com o sorteio de uma TV LCD 32″ e uma MOTO, onde os contemplados foram Johannes Antonio Vogelaers da Central Cresol Baser com a TV, e a colaboradora Salete Godzink da Cresol São Miguel do Oeste com uma MOTO.

Além de premiar os colaboradores a Assembleia também realizou o último sorteio da Campanha que durante todo o ano já havia premiado mais de 500 famílias com TVs LCS 32″, computadores e motos. Com aproximadamente quatro milhões de cupons de agricultores familiares do Paraná e Santa Catarina que concorreram a UMA CASA e UM TRATOR.

O ganhador da Casa foi o cooperado Miguel Cordeiro de São João do Triunfo na região metropolitana do Paraná, e o cooperado Altamiro Stedile foi o premiado com o trator ele é sócio da Unidade de Atendimento de Guabiruba, que pertence a Botuverá em Santa Catarina.

UM MILHÃO EM PRÊMIOS

As Cooperativas Cresol buscam premiar o cooperado como forma de valorizar cada vez mais o agricultor familiar que acredita nos produtos e serviços da Cooperativa. E para a Campanha de Prêmios da Cresol deste ano a Cresol vai distribuir UM MILHÃO em prêmios.

São vales compra de R$ 500,00, 160 Tvs LCDs 32″, 80 motos, carro, casa e um trator. Um milhão em prêmios para toda a família.

Você concorre Capitalizando na Cresol, Poupando na Cresol, usando o Cartão Cresol, fazendo um Seguro na Cresol.

Prestação de Contas 2011

No dia 25 de abril, finalizou a Assembleia com a prestação de contas do Instituto de Formação – Infocos e da Central Cresol Baser, onde foram aprovados por unanimidade os gastos e sobras e suas destinações.

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Sistema Unicred RS atinge R$ 1 bilhão em ativos

May 1st, 2012 No comments

Ver imagem em tamanho grandeCom 22 anos de atuação no Estado, o Sistema Unicred RS alcançou, neste mês, a marca de R$ 1 bilhão em ativos totais e 26,5 mil associados. “Esse valor significa um aumento na capacidade de empréstimo do Sistema Unicred RS para com seus sócios, representa um potencial de crescimento ainda maior e demonstra a confiança por parte do cooperado no sistema”, comenta o superintendente da Unicred Central RS, Mauro Costa. Ele acrescenta que a relação entre o elevado montante de ativos (R$ 1 bilhão) e o número de associados (26,5 mil) comprova que o cooperado acredita no negócio no qual passou a investir ainda mais e na solidez financeira da Unicred.

Mauro destaca também a vantagem do sistema cooperativo de crédito sobre os bancos públicos e privados em que, seguindo a essência cooperativista, já oferece aos sócios taxas inferiores às praticadas pelo mercado. “O que os bancos estão fazendo, neste momento, a Unicred já faz há tempo. E o associado, que toma empréstimo junto à cooperativa, ainda recebe retorno de sobras sobre esse volume“, enfatiza o superintendente. No mesmo período do ano passado, o Sistema Unicred RS contava com R$ 799 milhões em ativos e 23,9 mil sócios.

Fonte: Unicred RS

12 temas para reflexão dos gestores líderes do Cooperativismo de Crédito, por Ricardo Coelho

May 1st, 2012 1 comment

Os sábios orientavam que quando um problema parece complexo, é prudente que o esqueçamos temporariamente e o substituamos por um novo problema, que seja de preferência lúdico. Pois assim, o problema original sai de cena, para que foquemos no novo tema. Quando voltarmos ao tema original, muito provavelmente o veremos com outros olhos, mais oxigenado e com mais possibilidades de solução. Ou seja, sem o ranço original e a forte carga de emoção e tecnicismo que inicialmente existia. Dessa maneira, esse é o motivo deste artigo, já que o Cooperativismo de Crédito se vê diante de inúmeros temas recorrentes, que por vezes são empacotados como novos, como é o caso da redução de juros pelos bancos públicos.

Mas antes deveríamos analisar o que nos ofusca para que sejamos eficazes na gestão de nossa Singular. Será a complexidade da crise internacional e de como ela irá nos impactar? Será o desconhecimento de como o fluxo de capitais externos reagirá diante das abruptas reduções da Selic? Será que o “boom” econômico nacional já sinaliza estagnação? Será nossa baixa astúcia em antever e entender as ações “populistas” de todo governo próximo a eleições? Será que realmente conhecemos a previsão econômica de nosso micro-mercado para os próximos anos? Etc.

Certamente temos respostas macros para muitas destas perguntas já que são realidades que podem vir a afetar nosso micro cenário no médio prazo. Assim, propomos 12 grandes temas para que sejam analisados em reunião junto com sua equipe sênior, permitindo que já nos próximos 60 dias desenhem uma estratégia vitoriosa para o segundo semestre.

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1ª) Percepções políticas dos líderes: Sabemos que o cenário desenhado até 2014 – fim do governo Dilma; Copa do Mundo – será muito influenciado por ações “populistas”, visando atacar a “forma” e não o “conteúdo” dos problema socioeconômicos, tal qual como vimos com a ação de redução de juros pelos bancos públicos. Ou seja, atacam o que dá “mídia social”, sem foco nas necessárias ações macros como redução dos gastos do governo, reforma tributária, redução dos casos de corrupção etc.

Percebamos que estamos a seis meses das eleições para prefeitos e vereadores e “casualmente” vemos medidas “estratégicas” dos governos atuais potencializando suas reeleições, em especial focado na grande massa formada pela classe menos abastada que pode fazer toda a diferença no pleito. Mas este efeito na mídia será curto, pois há muitos fatos cíclicos que ganharão destaque e irão vender muito mais audiência, além do fato das campanhas suportadas por TV serem caríssimas, mesmo para a Caixa e BB. Ou seja, tão logo um novo tema “social” ganhe a mídia, rapidamente veremos a redução da dita eficácia socioeconômica da redução dos juros definida por uma “canetada” da Dilma.

Portanto, como os gestores da sua Singular vêem o peso político eleitoreiro das atuais medidas de redução de taxas de juros do BB e da Caixa? Os quais focam sobremaneira em consignado, veículos, crédito imobiliário (todos com garantia) e aos clientes atendidos por programas sociais, sempre pedindo “reciprocidade explícita” e abertura de C/C para que possam acessar taxas menores. Qual é o prazo de impacto, de duração e do destaque deste tema na mídia, diante a aproximação da eleição em seis meses para prefeito e vereador, da CPI do Bicheiro Carlinhos Cachoeira, dos dias das mães, dos finais dos campeonatos estaduais, das festas juninas, das férias escolares de inverno etc?

Por fim, qual é o impacto na receita e nas sobras que a sua Singular pode absorver diante de qualquer medida de redução do spread líquido? Havendo redução de juros em linhas de crédito, sabemos realmente sua percepção de valor para o sócio e se isto será realmente visto por ele como uma ação indispensável para que nos elejam como sua melhor opção? E se adotarmos a redução de juros de forma intempestiva, sabemos claramente o risco que isto pode trazer na precificação de nossa inadimplência e no adiamento de projetos pela perda “inesperada” de recursos/sobras? Etc. Assim, nossos líderes precisam ser mais reflexivos do que impulsivos.

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2ª) Receita com Tarifas de Serviços: Não adianta atacar o problema da redução de juros como se fosse algo isolado. Nosso cobertor é curto. Temos que ter receita líquida eficaz e crescente, e as tarifas são parte deste bolo. Então respondamos: Sua Singular ainda tem um discurso retrógrado de que não cobrará tarifas, em especial pacotes de serviço, já que este seria um grande diferencial competitivo? Qual é a relevância que sua Singular dá (ou deu) para as receitas com tarifas, inclusive pela implementação eficaz do pacote de serviço? Qual será a estratégica comercial para que sua Singular tenha receitas representativas com serviços já para o próximo semestre? Como evoluíram as receitas de serviços nestes primeiro semestre comparadas ao mesmo período do ano anterior? Quanto da despesa bruta da folha de pagamento é coberta com as receitas de tarifas saudáveis, excluindo as punitivas? Têm evoluído as receitas com tarifas punitivas perigosas como: adiantamento a depositantes, exclusão de CCF, multas etc?

 

3ª) Força de venda: Sua Singular tem um plano de cargos e salários que foca preferencialmente na carreira dos profissionais de vendas? O plano de meritocracia é dinâmico, incentivador, respeita a produção, é no mínimo semestral e é individualizado ou no máximo agrupado pela agência? As avaliações semestrais dos profissionais são simples, focadas e feitas pelo seu chefe imediato? As seleções de novos profissionais seguem preceitos técnicos acompanhados por empresas terceirizadas ou apenas indicações? O pessoal de atendimento/venda tem recebido capacitação e reciclagem constantes? A sede se comporta como uma serviçal das unidades, apoiando-as eficazmente? O prêmio variável da sede está atrelado ao resultado médio das agências? etc

 

4ª) Aluguel do Dinheiro: Os critérios para definição de taxas de juros em sua Singular seguem o preceito de competitividade frente ao mercado ou simplesmente o preceito do “barato”? As taxas de juros realmente estão levando em conta a inadimplência potencial, esta baseada na safra, região, linha etc? Há taxas de juros distintas para linhas com vários prazos, de tal sorte que estejam precificadas visando evoluírem conforme o prazo, já que o prazo agrava o risco? Há ainda muitas taxas atreladas ao CDI sem que se tenha clareza da sua eficácia interna e atratividade comercial? Sua Singular tem uma área profissional para cobrança de crédito? Há visitas técnicas para conceder, acompanhar e eventualmente cobrar dívidas de porte? etc

 

5ª) Compra de Depósito a Prazo: Qual é a estratégica da sua Singular para continuar a crescer o saldo líquido em depósito a prazo, mantendo-o atrativo para seus contumazes investidores, sem agravar a concentração? Qual é a evolução em depósito a prazo nos últimos 12 meses em sua Singular, já deduzidos o crescimento vegetativo? Caso esteja havendo perdas líquidas nestes saldos, qual está sendo a ação efetiva para estancá-las? Esperamos que não estejam adotando a previsível e arriscada ação de apenas elevar ainda mais da remuneração do CDI, passando em alguns casos para índices muito acima de 100% do CDI. Vendemos confiança e esta ação em nada nos ajuda?

Qual foi a real percepção de seus gestores e executivos quanto à perda líquida de 50% de ganho em poucos meses destes tradicionais investidores? Já que com uma inflação prevista de 4,5% a.a., aplicavam a 12,5% a.a., permitindo um ganho líquido de 8% a.a. . Agora com uma taxa Selic de 9%a.a. irão ganhar apenas 4,5% a.a. . Ou seja, isto representa uma perda líquida de 50% em seus ganhos anuais ou se preferirem, demoraram o dobro do prazo para multiplicarem seu patrimônio líquido investido.

O que fazer para que não fujam para investimentos especulativos ou empreendedorismo, ou até mesmo para a velha e temida poupança? Precisamos e dependemos muito da permanência destes recursos em nossos depósitos a prazo.

Qual está sendo o impacto em sua Singular por não adotar uma tabela de remuneração que premie aos investidores proporcionalmente ao valor investido e que se comprometam a travar suas aplicações por mais tempo? Isso evitaria manter a perigosa concentração das aplicações naquelas que permitem resgates com 31 dias, pois estas não mantêm a coerência comercial frente o maior prazo da carteira de crédito, além de permitir o saque ao menor desconforto financeiro do cliente, sem qualquer pênalti.

Sua Singular está realmente utilizando o diferencial comercial potencializado pelo Fundo Garantidor de Crédito, quando necessário e oportuno? Seus gerentes de carteiras sabem realmente o objetivo final das aplicações dos seus 10 maiores investidores? Etc.

 

6ª) Atenção a captação em Poupança: Como seus líderes analisam a provável e indesejável concorrência da Poupança que sempre ressurge quando temos Selic abaixo de 9% a.a.? Vamos ver este exemplo: Dificilmente um cliente ganhará 100% do CDI em uma aplicação, então vamos imaginar que ganhará 95% do CDI de 9% a.a. (ex), e deste seu ganho deduz-se o IR de 25%. Ou seja, seu ganho líquido será muito próximo a poupança. E pior, sabemos que poupança tem um direcionamento nada interessante para aquelas Singulares que pretendem avançar no varejo dito urbano, no qual precisam de astúcia para comprar recursos que possam ser alugados (emprestados a juros) para o varejo financeiro.

Mesmo sabendo da sua utilidade na linha rural, devemos ter cautela em promover o crescimento da captação em poupança, especialmente neste momento da economia. Reforço o que já orientamos anteriormente: “Nossos clientes querem poupar e não poupança“. Portanto o depósito a prazo atende perfeitamente nossos clientes.

 

7ª) Compra do dinheiro:
Nunca devemos nos esquecer de nosso grande gol. Precisamos fazer resultados consistentes frente a nosso modelo de negócio no micromundo onde competimos. E um dos grandes desafios de nossos gestores será a boa compra de recursos. Seria saudável que diante do cenário cada vez mais competitivo que se desenha, entendêssemos a lógica de nosso mercado, pois é ela que dirá se iremos ou não nos mantermos saudáveis.

Assim, paremos de gastar esforços em nos envaidecer sobre nossas evoluções em números brutos baseados nos anos anteriores ou comparados com nossas coirmãs. Isto é importante em nossas AGOs, mas não é referência para o mercado financeiro massificado de varejo onde competimos. Além de nos afastar de nossa missão de perpetuar comercialmente nossa Singular em seu micromercado.

Sendo assim, precisamos aprender rapidamente a comprar nossos recursos da melhor forma, observando o prazo médio da sua provável alocação, além de obter um custo baixo, pois isto nos permite gerir com mais eficiência nossa carteira de crédito. Desta boa gestão, outra desaguara naturalmente. Que é o recurso aportado em nossa central como reserva de liquidez, pois se nossos recursos forem baratos na compra, este montante “apartado” na Central se torna uma fonte real de receita e não um mero empate contábil.

A pergunta que sua Singular deve se fazer é: Somos eficazes na compra do dinheiro que vendemos? Na compra, os recursos já internalizados estão estáveis para um médio prazo e se mantêm a custos competitivos? A redução da Selic para 9% a.a. teve quais impactos em nossa gestão macro? Já foi sentido um “desconforto” junto aos grandes e concentrados aplicadores? Sua Singular é eficaz na conquista do Depósito à Vista já que é um dos funding mais baratos do mercado? Sendo apenas medianamente eficaz neste esforço frente ao Depósito à Vista, será que isso não seria pelo baixíssimo uso e aderência de nossos “sócios” as nossas soluções, incluindo aqui as soluções da conta corrente? O que estão fazendo para mudar esta perigosa realidade?

 

8ª) Sobras e Reservas:
Como sua Singular analisa as últimas Sobras quando compara o verdadeiro potencial da base de associados e o realizado comercialmente? Acreditamos que em sua Singular há um grande caminho a percorrer para saturar saudavelmente sua base com as soluções comerciais disponíveis em sua prateleira de soluções. E dessa maneira, mesmo com Sobras numericamente crescentes, elas tendem a ser, de fato, fracas comercialmente.

Como as Reservas guardam uma relação direta com o volume das Sobras, se deduz que as Reservas foram convertidas em montante insuficiente para alicerçar o projeto de perenidade da Singular, mesmo que tenha sido direcionado 50% das sobras para esta conta.

Seria oportuno analisar o crescimento das Reservas da sua Singular, deflacionando a inflação, para ver se, apesar de crescente, ela não é fraca diante do real potencial comercial da instituição. Portanto, diante do cenário que se desenha, não seria prudente nos dar ao luxo de apenas elevar o percentual direcionado das Sobras para a Reserva. Precisamos rapidamente crescer as Sobras com eficácia mercadológica, pois dela derivam as melhores opções para alicerçar consistentemente uma Singular que deseja competir de frente com os bancos de varejo massificado. E este é o único caminho possível.

 

9ª) Sobras e Capital Social:
Como sua Singular está se estruturando para fazer uma reengenharia no valor e na utilidade do Capital Social? Na última AGO houve “Sobras Eficazes” (ver artigo específico sobre o tema) ou apenas os números brutos cresceram acima da inflação ou do esperado? Quanto foi direcionado para as Sobras a serem distribuídas em cota capital? Quanto foi creditado em Conta Corrente? Esta decisão focou no julgamento estratégico de curto ou longo prazo? Etc.

Sua Singular precisa muito de fontes de recurso fortes, distintas e travadas para fazer frente a sua carteira de crédito de varejo massificado. O Capital Social, junto com as Reservas, são seus grandes pilares, já que os repasses federais têm estruturas e focos distantes do varejo.

Então, sem rodeio, é hora de buscar crescer o Capital Social da Singular fortemente sobre os tomadores de crédito de varejo. Seja com aportes “voluntários” quando vierem demandar crédito, que muitas vezes são maquiados por “rifas” convertidas em capital social e que permitem concorrer a prêmios. Ou mesmo através do necessário e desajeitado Procapcred.

Imaginar crescer o Capital Social sobre os investidores é desconhecer o processador mental destes clientes. Contudo, pode haver alguns poucos investidores amigos dos executivos ou sócios fundadores que podem até vir a aportar mais algum capital, mas esta fonte logo seca. Portanto, os tomadores de crédito são o único caminho rápido e consistente para que cresçamos em Capital Social.

Fica claro que devemos crescer verdadeiramente em Capital Social, mas será que sua Singular não reduziu há poucos anos seu patamar para valores pífios, alegando que isto evitaria um entrave para a conquista de novos sócios? Será que esta decisão não pode estar sendo um tiro no pé, já que provavelmente não há incentivo (ou métrica) para que nossos sócios aportem mais recursos no capital social? Este tema tem inúmeros e sérios desdobramentos, que devem ser geridos em bloco, pois é algo muito delicado para ser analisado de forma pontual e intempestiva como usualmente se vê. Ele é um dos grandes temas discutidos em nossas consultorias e em nossos treinamentos de gestão para líderes e executivos seniores do cooperativismo de crédito. Estes líderes devem pensar e agir como banqueiros, para que possam competir no mercado e assim entregar os benefícios do cooperativismo a seus sócios.

 

10ª) Taxas Baratas – Onde estão nossos diferenciais? Reforçamos há anos que somos ineficazes na venda de nossos inúmeros diferenciais (IOF, Sobras, Voto, Desenvolvimento local, tarifas, taxas competitivas etc). E agora diante da redução das taxas de juros dos bancos públicos vimos o desespero de alguns para reduzir a taxas, tornando inútil o conceito de que no cooperativismo de crédito há ganhos para quem concentra para ganhar.

Calma ao optar por reduzir taxas! Se nós entrarmos neste jogo de cabeça quente perdemos muito, e esta ação descuidada pode ter consequências fatais para muitas Singulares, já que lhes faltarão recursos para reinvestir em tecnologia, marketing, pessoal, expansão, remunerar capital social, ou mesmo absorver inadimplências elevadas e não corretamente precificadas. Isso sem contar que muitas Singulares não dispõe de gordura nem mesmo para estas atividades tão elementares.

Observemos minuciosamente a nossa base e percebamos que para a grande maioria de nossos sócios este tema macro – redução de taxa – está sendo muito bem conduzido pelos executivos da Singular. E eles estão certos, pois somos um corpo vivo e não uma financeira onde só se atende crédito para “taxeiros”. Bem como, que muitos de nossos clientes não irão fazer demanda de crédito neste trimestre onde o tema está em voga, e, portanto, após baixar a poeira, tudo se manterá. Lembremos que tudo na vida é passageiro, e esta enxurrada logo perderá força, pois como exposto no início deste artigo temos a chegada de fatos macros como uma importante eleição, CPI do Cachoeira, dias das mães, festas juninas, final de campeonatos regionais, etc. Todos temas tradicionais que sobrepõe involuntariamente os demais. Por mais que queiramos discordar, isto é o Brasil.

Alguns bancos comerciais sinalizaram reduções, mas na grande maioria delas você terá que trocar de banco transferindo seu salário para lá, ou são linhas com excesso de garantia e disponível apenas para alguns extremamente bons e antigos clientes. Vamos e convenhamos. Isto não pega no Brasil. No fundo sabemos que os bancos de varejo são todos iguais e logo estaremos pagando o mesmo que no banco antigo (ou até mais nos créditos e nas tarifas). Além de contar com limites menores, já que não o conhecem e não tem a certeza que o banco antigo retirou seus limites. A tudo isto se soma o processo de abrir conta, a proximidade da nova agência, a necessidade de decorar novas senhas, entre outros problemas.

Os bancos públicos não podem ser o guia para as Singulares, pois irão fazer sempre estripulias comerciais desfocadas do bom senso mercadológico. Estas estripulias irão em breve desaguar em discretos, mas severos entraves comerciais, como: elevação do já deficitário atendimento com maiores reclamações junto ao Procon; maior inadimplência, pois muito do crédito é demandado por clientes já bem endividados e com contas e limites em mais de um banco; funcionários desmotivados, seja pelo excesso de serviço ou pela redução/extinção de prêmios por participação nos resultados, devido à redução abrupta de taxas com reflexos no resultados, etc.

Este nosso mercado não é para amadores, bem intencionados e puros de alma. Não podemos agir como se fossemos ingênuos e desatentos às jogadas previsíveis que de forma cíclica irão nos afrontar. Vemos casos de clientes (que não podem ser chamados de sócios) que bravam que no banco “X” é mais barato na linha tal. Mas será que este seria o perfil de sócios que estamos buscando para edificar nosso projeto? Se não é, então por que damos tanta atenção as suas bravatas, e muitas vezes oriundas de poucos clientes “taxeiros”? Entretanto, por outro lado, muitas vezes já vimos depoimentos de alguns destes sócios “taxeiros” que foram nos bancos atrás das promoções de taxas, e voltaram ao analisarem que no final das contas, eles perdem.

Somos bons e precisamos acreditar nisto, em especial na ponta da caneta no final do ano para quem nos prestigiou. É uma boa hora para saber quem são os nossos clientes que merecem ser reconhecidos pela aderência as nossas soluções e, por conseguinte, desejados no projeto de perenidade de nossa Singular. Se não formos seletivos, perderemos. Fora “tranqueiras”!

Precisamos de serenidade em nossas jogadas, pois como sempre orientamos quanto a nosso modelo de negócio: “não se pode jogar dama com peça de xadrez”. Seria prudente, de forma discreta e escalonada, irmos criando alguns movimentos para que nossos clientes percebam que, apesar de sermos muito competitivos em nossas soluções (e vantagens), estamos sempre analisando melhorias em nossas soluções. Quem sabe, não seria oportuno adotarmos a redução em uma ou duas linhas de crédito de financiamento já para os próximos 30 dias. Linhas estas que tenham realmente pouca saída para não expropriar nosso já delicado funding, mas tragam boas garantias. Ex: Crédito de veículos novos em 12 meses com 50% de financiamento a X%a.m., ou Crédito Consignado de clientes que recebam salário conosco, em até 06 meses com uma taxa hiper bonificada. Sabemos que poucos farão uso destas linhas, mas realmente estaremos demonstrando um movimento pró-ativo diante do cenário macro do mercado.

 

11ª) É hora de convocar nossos sócios para remar ainda mais? Somos um modelo de negócio muito interessante para os sócios que concentrarem suas necessidades conosco. Mas isto não se observa por inúmeras razões, entre elas a nossa complacência com os sócios, deixando que se portem como espertos clientes. Esta inversão de valores dificulta que entendam nosso mantra com o qual batizamos uma de nossas palestras feitas aos sócios e potenciais sócios: Concentrar para ganhar. O cliente foge facilmente do desejado ganha-ganha ao nos cotar em uma solução específica como se fosse um leilão, colocando toda a brasa na sardinha dele, de tal sorte que só ele ganha. Somos uma sociedade de interesses comuns, e a concentração deste tipo de “parceiro” fará nosso projeto ruir. Este comum cenário é eventualmente encontrado em muitas Singulares que rezam que o cliente é “dono”. Se não os acompanharmos e os auditarmos, perdemos sempre.

 

12ª) Foco no relacionamento e não em produtos:
Devemos cuidar muito para que não haja esforço na promoção de um determinado produto ou serviço. Esta é uma visão imediatista e desfocada dos mais singelos preceitos comerciais, e com resultados nefastos ao nosso modelo de negócio e a perpetuação da Singular. Portanto, é equivocado acharmos que ganhamos algo comercialmente ao atender o cliente em uma solução pontual. Só sobreviveremos se atender cada um de nossa base de sócios em sua gama de demanda. Qualquer foco fora deste é desconhecer a lógica deste maquiavélico mercado.

Na crise se cresce melhor, pois só há musculatura na medida em que há resistência a superar. É hora de convocar nossos sócios para que se portem como tal. Aqueles que se portarem como “taxeiros” de crédito ou de serviços devem ser disciplinados ou finalmente descartados. Já os “taxeiros” aplicadores, inclusive em capital social, devem sempre ser bem cuidados e muito bem vindos. Se não desovamos os recursos que aportam na Singular é um problema mais fácil de resolver do que buscar captação barata e de longo prazo.

Cabe aqui uma ressalva. Se há concentração nestes aplicadores e estas aplicações são de curtos prazos, deve a Singular ter ciência que precisam alongar e pulverizar sua captação de forma discreta e no médio prazo. Caso contrário, ela viverá unicamente a mercê das constantes e crescentes reivindicações destes poucos aplicadores. Um enorme e usual risco.

 

Reflexão final: A condução de uma Cooperativa de Crédito precede de uma fortíssima veia comercial, pois sem resultados não há como distribuir os benefícios sociais que estão contidos em nosso modelo de negócio, e muito menos apresentar para a sociedade local nossa solução como uma verdadeira e racional proposta.

Relembramos o que orientamos há anos. Devemos perseguir taxas e tarifas competitivas e nunca Baratas. Assim, diante do novo cenário pontual da redução das taxas de juros impigido pelo governo através de seus braços finaceiros – BB e Caixa – é bom analisarmos os inúmeros outros coadjuvantes deste cenário. Estes apresentados em cada um dos 12 temas deste artigo.

Somos e podemos ofertar muito mais vantagens que os bancos Baratos. Nossos bons sócios que aqui concentrarem terão ganhos racionais no todo e não em um produto ou serviço. Se formos nesta linha simplista de taxa e tarifa Barata, o futuro não nos pertence.

Boa reunião com sua equipe de executivos para discutirem estes temas.

Ricardo Coelho Consultoria e Treinamento Comercial para Instituições Financeiras – www.ricardocoelhoconsult.com.br

Cresol Central realiza Assembleia Geral Ordinária

May 1st, 2012 No comments

Encontro possibilitou o debate de assuntos estratégicos para o Sistema

Nesta sexta-feira (27 de abril), a Cresol Central realizou as Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária (AGO e AGE) de 2012. O encontro aconteceu em Chapecó – SC e reuniu diretores e funcionários das Cooperativas Singulares e Bases Regionais de Serviço para debater assuntos importantes para o fortalecimento do Sistema.

Durante as Assembleias, foram debatidas e aprovadas ações estratégicas que nortearão as atividades da Cresol Central no próximo período. Entre os assuntos abordados estiveram: prestação de contas do exercício de 2011, habitação, crédito e código de ética. Além disso, os participantes acompanharam um painel sobre o atual cenário econômico brasileiro, ministrado pelo Economista e Coordenador do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), José Martins dos Santos.

A AGO da Cresol Central marcou ainda o encerramento do ciclo de assembleias que foi realizado nas Cooperativas e Bases Regionais, no período de fevereiro a abril deste ano.

Fonte: Cresol Central

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O spread do Banco Central versus o spread dos bancos

May 1st, 2012 No comments

Enquanto o Banco Central aponta spread médio de 28% ao ano, os três maiores bancos privados divulgaram nesta semana junto com seus balanços que, segundo seus cálculos, seus spreads médios com operações de crédito rodaram em torno de 13% ao ano no primeiro trimestre.

O indicador calculado pelo BC e divulgado mensalmente virou argumento central do governo contra os bancos na recente cruzada para forçar para baixo o alto spread – diferença entre o custo de captação dos bancos e os juros dos empréstimo aos clientes – praticado no país.

Na quarta-feira, o BC divulgou a nota de crédito referente a março, que indicou spread médio de 18,4% ao ano nos empréstimos para empresas e de 35,1% para pessoas físicas, além de ter cravado o spread geral de 28%. O Itaú informou que seu spread de janeiro a março foi de 13,5% ao ano, enquanto o Santander apontou 12,4%. No balanço do Bradesco, o dado não é explícito.

O tamanho da diferença intriga. E os bancos começam a empreender um esforço para explicá-la, com o objetivo de ganhar algum terreno na polêmica que se instalou nas últimas três semanas em torno do custo do crédito.

“Qual dos dois está certo? O fato é que o spread do BC e o dos bancos mostram coisas diferentes”, pontua um banqueiro. “O spread do BC é baseado em poucos produtos. Virou verdade porque tem o selo do BC”, diz um ex-presidente da Febraban, a federação dos bancos.

Os bancos apontam que o spread do BC só pega 52,9% do crédito para pessoas físicas do sistema e 39,1% dos empréstimos para empresas; e essa seria a principal falha da metodologia. Abrange basicamente créditos concedidos a partir dos chamados recursos livres, aqueles que não têm direcionamento obrigatório (como rural e imobiliário) e não contam com subsídio, como os financiamentos do BNDES. Justamente linhas como as do BNDES e o crédito imobiliário têm boas garantias e, portanto, risco mais baixo e spreads menores. Os grandes bancos são grandes repassadores dos recursos do BNDES e assumem o risco de crédito das operações que fecham.

O argumento não é novo. No site da Febraban, é possível encontrar estudos publicados desde outubro de 2009 exatamente com o mesmo raciocínio. Os estudos são atualizados mensalmente e elaborados pelo economista-chefe da instituição, Rubens Sardenberg.

Segundo aponta Sardenberg, no spread para pessoa física entram as linhas de cheque especial, crédito pessoal, de compra de veículos e outros bens. Ficam de fora cartão de crédito, imobiliário e leasing, por exemplo. Já no spread das empresas, entram desconto de duplicatas e notas promissórias, capital de giro, conta garantida, aquisição de bens e repasses externos e ACCs. BNDES, crédito rural e leasing não integram a conta e respondem por quase 60% dos empréstimos para empresas.

“Produtos com taxas mais altas e mais sensíveis a flutuações de curto prazo estão super representados na amostra utilizada pelo BC para cálculo do spread bancário”, afirma o estudo. Exemplo citado: o crédito pessoal representa 27,1% do saldo das operações para pessoas físicas e, segundo a Febraban, tem peso de 54,4% no saldo das operações incluídas no cálculo do spread. Outro: a conta garantida é 8,9% do saldo de empréstimos para empresas e tem peso de 13,5% no estoque considerado para o spread; enquanto o ACC é 4,3% do estoque e 8,5% do spread.

Sardenberg chega a recalcular o spread, incluindo, entre outros, o imobiliário, que tem spread de 6% ao ano. E, nas suas contas, o spread em fevereiro deste ano para pessoas físicas não seria de 35,8% ao ano, como apontou o BC, mas de 28,4%. O cálculo da Febraban baseia-se em 78,6% do estoque (ante 52,9% do BC) e não chega a 100% porque deixa de fora modalidades como empréstimos de cooperativas e saldos não financiados no cartão de crédito, que não têm taxas acompanhadas pelo BC.

Para empresas, o spread recalculado da Febraban para fevereiro é de 13,5%, ante os 18,8% do BC. De novo, ficam de fora da conta da entidade modalidades não acompanhadas pela autoridade e entram no cálculo 67,9% do estoque (em comparação a 39,1% do BC).

Banqueiros apontam outro “defeito” do spread do BC. “O spread é calculado sobre o fluxo de empréstimos e os prazos desses empréstimos não são ponderados. Com isso, os créditos de 30 dias, mais caros, têm o mesmo peso no cálculo do que os financiamentos de longo prazo”, diz um deles.

Três executivos de instituições distintas ouvidos pelo Valor contam a mesma história para explicar a origem do cálculo feito pelo BC: ele foi idealizado na gestão de Armínio Fraga à frente do BC, em 1999, com o objetivo de acompanhar a tendência da taxa no tempo e não para ser a reprodução exata daquilo que é praticado. A um interlocutor, recentemente, Armínio Fraga não teria endossado a história e teria dito que o cálculo deveria refletir a realidade.

O curioso é que o autor do estudo inicial mencionado pelos banqueiros sobre spread no BC, sob a gestão de Fraga, foi justamente Alexandre Tombini, o atual presidente do Banco Central e que, à época, chefiava o departamento de estudos e pesquisas da autarquia. Isso situa Tombini no coração do debate atual. A pressão sobre os bancos tem sido puxada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pela presidente Dilma Rousseff, enquanto o BC, que fiscaliza e regula os bancos, tem se mantido silente. Mas o tema é próximo de Tombini. Ele conduziu o estudo logo depois da implementação do regime de metas de inflação no país, que criou o ambiente de estabilidade econômica que pavimentou o caminho para a expansão do crédito desde então.

Algumas das sugestões de medidas para baixar o spread feitas por Tombini há 13 anos constam também da lista entregue ao governo pela Febraban há duas semanas. Outras foram implementadas, como a ampliação da base de cobertura da central de risco do BC, que abrangia empréstimos de R$ 50 mil para cima em 1999 e agora chega a R$ 1.000. Vale a pena revisitar o texto.

Fonte: Valor Econômico

Proteste: clientes não conseguem contratos com juros baixos

May 1st, 2012 No comments

De acordo com pesquisa da associação de consumidores Proteste, os clientes estão tendo dificuldade em contratar financiamento com as taxas mínimas divulgadas nos bancos públicos e privados que promoveram queda nos juros (Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, HSBC, Itaú e Bradesco).

Conforme a associação, em visitas às agências de São Paulo e do Rio de Janeiro nos dias 23 e 24 de abril, os pesquisadores tiveram dificuldades para obter simulação de financiamento para não clientes, no caso do HSBC. A transferência da conta salário para o banco é exigido pela maioria deles na hora do pedido de crédito, assim como é levada em conta a renda e o histórico do cliente na hora de definir a taxa de juros a ser oferecida, diz a Proteste, que considera que, por esses motivos, é importante pesquisar também as taxas máximas oferecidas.

A Proteste simulou o financiamento de um Gol GV 1.0 Flex 4p 2011 zero km em 24 vezes nas cinco instituições e constatou que, na Caixa, para obter as taxas mínimas há uma série de exigências como prazo de financiamento, tempo de conta na instituição e número de parcelas. No Bradesco, a taxa mínima de 0,97% só é válida no caso de o cliente dar entrada de 50% do valor do carro e fizer o parcelamento em, no máximo, seis meses, segundo a Proteste.

Segundo a associação, na comparação das taxas de abril com as de fevereiro, não houve mudança significativa e em alguns casos, a taxa chegou a ser maior do que a verificada anteriormente. Em fevereiro, a taxa para o financiamento do mesmo carro no Bradesco era de 2,45% ao mês e, nesse mês, foi de 2,22% na agência de São Paulo, e de 2,04% na agência do Rio de Janeiro.

Os juros praticados na Caixa chegaram a ser piores do que encontrados em fevereiro; enquanto a taxa anterior variava entre 1,66% e 2,6%, hoje o mesmo financiamento é feito com uma taxa de 1,70%, diz a Proteste.

No caso do rotativo do cartão de crédito no banco Itaú a nova taxa mínima, de 3,85%, é praticada somente nos casos de novos clientes e não houve alteração para quem já é correntista, conforme o levantamento enquanto no Bradesco as novas taxas dependem da linha do cartão do cliente. Um cliente com renda mensal a partir de R$ 3.100 teria acesso a um cartão em que a taxa do rotativo permanece a mesma, 15% ao mês, quase 440% ao ano, diz a associação.

No caso de empréstimo pessoal, o levantamento constatou que taxa informada para o empréstimo pessoal no Bradesco chega a 7,31% e dependem da renda e do relacionamento com o banco. No Banco do Brasil, as taxas irão variar de 1,99% a 5,8%, mas os valores mínimos são válidos somente são válidos para os que levarem o salário para o banco. No Itaú a taxa informada para o empréstimo pessoal é 3,55%, mas também é válida somente para novos clientes que receberem o salário pelo banco, completa a associação.

Procurada, a Caixa Econômica Federal ainda não se manifestou sobre a pesquisa. Segundo a assessoria de imprensa do Itaú Unibanco, as novas taxas de juros começam a valer apenas no dia 02 de maio. Em nota, o Banco do Brasil afirmou que “diferentemente do que informou a Proteste, as taxas de juros para empréstimo pessoal no BB (BB Crédito Automático) foram reduzidas de 3,39% a 6,79% ao mês, para o intervalo de 1,99% a 5,80% ao mês e são válidas para todos os clientes do Banco do Brasil.”

O banco HSBC informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não oferece financiamento de veículos para não-correntistas. O Banco Bradesco afirmou que a taxa mínima do crédito pessoal foi reduzida de 2,66% para 1,97% ao mês e a taxa de 7,31% refere-se ao limite de crédito pessoal rotativo disponível na conta do cliente. “Isto significa que o cliente tem opções de financiamento mais em conta na rede de agências”, diz nota. No financiamento de veículos, a taxa mínima do banco caiu de 1,35% para 0,97% ao mês, com 40% de entrada e prazo de até 12 meses, conforme a assessoria. “As condições estipuladas para o cliente podem sofrer alterações conforme perfil e relacionamento”, completa.

Fonte: Terra – TERRA – SÃO PAULO 26/04/2012

Morya Brasil, associada ao Grupo ABC, é a nova agencia de publicidade do Sicredi

May 1st, 2012 No comments

O Sicredi tem uma nova agência de publicidade. A Morya Brasil será a responsável pela criação e produção das campanhas publicitárias do Sicredi, que nos últimos oito anos foi atendido pela Competence.

A Morya Brasil tem 56 anos, está presente em 10 estados e em todas as regiões do país por meio de parceiros locais. Desde 2011 é associada ao grupo ABC, maior holding brasileira de comunicação e 19ª no ranking mundial, liderado pelo publicitário Nizan Guanaes. 

Em Porto Alegre, a agência tem um ano e meio de operação, e desde janeiro de 2012 conta com a liderança dos sócios Fábio Bernardi, diretor de criação, e Lara Piccoli, diretora de Planejamento. A Morya construirá uma operação 100% dedicada ao Sicredi e Tania Grigoletto está deixando a Competence para contribuir com a operação como diretora da conta na Morya.

“Foi um intenso processo. A Morya se destacou por ser uma agência que conhece o potencial regional brasileiro, além de sua estrutura nacional, forte know-how em pesquisa e questões muito similares ao nosso DNA”, declara Daniel Fuchs Ferretti, superintendente de Comunicação e Marketing do Banco Cooperativo Sicredi.

A notícia de ser a escolhida para atender a conta foi recebida com muita alegria na Morya: “O Sicredi, por sua natureza e visão, irá proporcionar uma rica pauta para trabalharmos”, afirma Gustavo Queiroz, sócio-diretor de Novos Negócios.

Além da conta publicitária, a Morya será também a porta de entrada para as demais empresas do Grupo ABC. “Estamos investindo em novas frentes e desenvolvendo um novo instrumental de Marketing, incluindo desde o digital até o marketing direto, e o expertise do Grupo ABC poderá nos auxiliar muito” comenta Edson Nassar, diretor executivo de Produtos e Negócios do Banco Cooperativo Sicredi.

“Nós do Grupo ABC vemos o Sicredi com um enorme potencial em um mercado ainda pouco explorado no mundo da publicidade, o cooperativismo”, declara Manuk Masseredjian, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios do Grupo.

Fonte: Sicredi

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Conheça a Carta Circular 3.547/2012 que esclarece sobre vedação da acumulação de Presidência do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva

April 24th, 2012 No comments

Considerando frequentes consultas recebidas acerca das disposições do art. 18 da Resolução nº 3.859, de 27 de maio de 2010, que dispõe sobre a estrutura administrativa das cooperativas singulares de livre admissão, de empresários, de pequenos empresários, microempresários e microempreendedores e nas constituídas ao amparo do art. 12, § 3º, inciso I, da referida Resolução, e tendo em vista que o referido dispositivo:

I – tem por objetivo estabelecer a implantação de estrutura administrativa composta por conselho de administração e por diretoria executiva a ele subordinada, na forma de órgãos estatutários segregados, bem como definir a acumulação máxima de cargos entre esses dois órgãos;

II – veda a acumulação das presidências mencionadas no seu caput, não estabelecendo exceção nem mesmo em caso de substituição temporária dos ocupantes desses cargos;

III – deixa livre a eventual eleição de não associados para cargos de diretores executivos, podendo o conselho de administração escolher entre pessoas capacitadas, tanto associadas quanto não associadas, ressalvados eventuais impedimentos legais;

IV – não dispõe sobre o número de membros considerado adequado pela assembleia geral para o conselho de administração e a diretoria executiva, nem altera a aplicação dos princípios regentes das boas práticas de governança corporativa; e

V – não implica a introdução de duplicidade de comando administrativo, visto caber ao conselho atuar no nível estratégico e no controle das atividades da diretoria, e a essa última o desempenho das atividades operacionais da sociedade, conforme objetivos definidos pelo conselho;

R E S O L V E M:

Art. 1º Para fins de verificação da observância da vedação à acumulação das presidências do conselho de administração e da diretoria executiva, de que trata o caput do art. 18 da Resolução nº 3.859, de 27 de maio de 2010, serão assim considerados, respectivamente, o presidente do conselho e o diretor indicado no estatuto como principal executivo, observadas as atribuições a eles conferidas, independentemente de ser utilizada ou não a denominação “presidente” para o principal executivo.

Art. 2º Aplica-se à eleição de diretores executivos, associados ou não, a regulamentação observada pelas cooperativas de crédito sobre exercício de cargos em órgãos estatutários, e sobre procedimentos para instrução de processos referentes a pedidos de autorização.

Art. 3º A eleição a que se refere o § 1º do art. 18 da Resolução nº 3.859, de 2010, é a primeira eleição realizada a partir do início do ano de 2012, quando do vencimento do mandato de todo o conselho de administração ou de toda a diretoria.

Art. 4º Esta Carta Circular entra em vigor na data de sua publicação.

Sergio Odilon dos Anjos – Chefe do Denor
Adalberto Gomes da Rocha – Chefe do Deorf

Fonte: BACEN – Carta Circular 3.547/2012 (link)

BC divulga orientações sobre governança nas cooperativas de crédito

April 24th, 2012 No comments

Documento elaborado pelo órgão fiscalizador está disponível para acesso pela internet

O Banco Central do Brasil (BC) divulgou carta-circular que contribui na interpretação da Resolução 3.859/2010, que dispõe sobre a constituição e o funcionamento de cooperativas de crédito. O documento traz maior esclarecimento e segurança para a melhor aplicação das normas referentes aos dispositivos de governança das instituições.

Em decorrência das frequentes consultas e dúvidas surgidas a respeito do assunto, o BC publicou no último dia 11 a Carta-Circular nº 3.547/2012 (link), esclarecendo pontos relativos às disposições do artigo 18 da Resolução de 2010, que é aplicável às cooperativas singulares de livre admissão, de empresários, de pequenos empresários, miocroempresários e microempreendedores e àquelas com quadro social de vínculo de natureza associativa, econômica ou social. “A resolução determina a adoção de estrutura administrativa integrada por conselho de administração e por diretoria executiva, subordinada ao conselho, admitindo a acumulação entre os dois órgãos para, no máximo, um dos membros do conselho. A acumulação das presidências, no entanto, é vedada”, explica o chefe do departamento de Organização do Sistema Financeiro (Deorf/BC), Adalberto Gomes da Rocha.

O chefe do Deorf enfatiza que as orientações contidas na Carta, assim como os dispositivos da Resolução, deverão ser observados atentamente pelas cooperativas nas suas disposições estatutárias e na instrução de pleitos junto ao órgão fiscalizador. Para acessar a Carta-Circular, clique aqui.

Fonte: OCB

Viacredi atinge a marca de 200 mil cooperados

April 24th, 2012 No comments

A Viacredi está comemorando a marca de 200 mil cooperados conquistada no mês de abril, o que consolida sua liderança como a maior cooperativa de crédito do Brasil em número de associados. A conquista ocorreu na semana em que a Viacredi realizou sua Assembleia Geral Ordinária (quinta-feira, dia 19/4), evento que reuniu cerca de três mil cooperados para aprovar os balanços do exercício anterior, eleger os dirigentes da cooperativa, definir a forma de destinação das sobras e projetar as metas para o ano corrente. No período que antecedeu a Assembléia Ordinária foram realizadas 179 pré-assembleias, com a participação de 35,9 mil pessoas.

Presente em 19 municípios do Médio Vale, Alto Vale e Vale do Itapocu, a Viacredi tem uma estrutura com 60 Postos de Atendimento ao Cooperado e mais de 150 caixas eletrônicos. No ano passado a cooperativa comemorou 60 anos de constituição (é uma das mais antigas do Brasil). O balanço de 2011, aprovado pelos cooperados na Assembleia, registrou um crescimento de 38% no volume de ativos (alcançando R$ 1,1 bilhão) e de 24% no quadro social.

Em 2012 a cooperativa já deu mais um salto de crescimento, alcançando a marca histórica de 200 mil cooperados, ancorada na confiança que as pessoas estão depositando na cooperativa e no cooperativismo de crédito. Para a Viacredi, chegar aos 200 mil cooperados reforça a sua importância na economia da região, por oferecer diferenciais em produtos e serviços, permitindo o acesso de todos ao crédito facilitado e mais barato, às opções de investimento e ao atendimento personalizado, já que o cooperado é também dono da cooperativa.

Para o corpo diretivo, o sucesso da Viacredi se deve à sua credibilidade junto à sociedade, graças ao trabalho comprometido com os valores cooperativistas e focado no desenvolvimento das comunidades. A conquista coincide com outro marco na história do cooperativismo, já que 2012 está sendo lembrado como o Ano Internacional das Cooperativas, instituído pela ONU.

Fonte: Viacredi

Sicoob lança funcionalidade para impressão a partir de dispositivos móveis

April 24th, 2012 No comments

Inovação tecnológica para o setor financeiro

O Sicoob, maior sistema de cooperativas de crédito do país, lança no dia 25 de abril uma atualização do seu aplicativo que possibilitará a impressão de extratos e comprovantes diretamente de celulares e tablets. O Sicoob é a primeira instituição financeira do país a oferecer esse serviço no mercado. Para ter acesso à funcionalidade é necessário atualizar o aplicativo Sicoob, gratuitamente, nas lojas virtuas App Store (Apple) e Android Market (Google).

Nos aparelhos Apple iOS, o aplicativo Sicoob utiliza a tecnologia AirPrint que foi lançada a partir da versão 4.2 do iOS para os dispositivos iPad (todos os modelos), iPhone (3GS ou superior) e iPod touch (3ª geração ou superior). Esta tecnologia é suportada por impressoras de diversos fabricantes.

Nos dispositivos Google Android, o aplicativo Sicoob utiliza a tecnologia Google Cloud Print, suportada nativamente em alguns modelos de impressoras. Esta tecnologia também permite o uso de impressoras tradicionais, desde que conectadas à internet por meio de um laptop ou PC. O Google Cloud Print conecta as impressoras na web, podendo ser utilizadas de qualquer dispositivo Android. A lista completa de impressoras compatíveis com a nova funcionalidade pode ser obtida no site do Sicoob (www.sicoob.com.br).

De acordo com o diretor de Tecnologia da Informação do Sicoob, Ricardo Antônio de Sousa Batista, o lançamento da nova funcionalidade surgiu da necessidade das pessoas obterem comprovantes de forma rápida e prática. “A impressão de comprovantes e extratos diretamente de dispositivos móveis, facilitará a vida dos associados que buscam maior comodidade ao realizar transações financeiras no dia a dia”, diz.

Fonte: Sicoob

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Copom corta taxa de juros para 9% ao ano, menor nível em dois anos

April 18th, 2012 No comments

Na 6ª redução seguida, juros caem a nível próximo da mínima histórica.
Previsão do mercado financeiro é que este seja o último corte do ano.

 O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reuniu nesta quarta-feira (18) e decidiu baixar a taxa básica de juros da economia brasileira de 9,75% para 9% ao ano, em um novo corte de 0,75 ponto percentual. Com isso, os juros caíram ao menor nível desde abril de 2010 (8,75% ao ano – mínima histórica, que vigorou entre julho de 2009 e abril de 2010). Esta foi a sexta redução consecutiva da taxa.
 

A decisão do Banco Central confirmou a expectativa de parte expressiva dos economistas do mercado financeiro. A aposta dos analistas dos bancos tem por base sinalização da própria autoriadade monetária, que informou, em março, que atribuía “elevada probabilidade” à concretização de um cenário que contempla a taxa de juros caindo para “patamares ligeiramente acima dos mínimos históricos, e nesses patamares se estabilizando”.

Com base nesta declaração do BC, o mercado passou a acreditar que este será o último corte de 2012 e que um novo movimento na taxa básica da economia acontecerá somente em abril do ano que vem – quando a taxa subirá, segundo os analistas, para 9,5% ao ano. Em julho do ano que vem, a taxa avançaria para 10% ao ano, acreditam os economistas dos bancos.

Explicação
Ao fim do encontro, o BC divulgou a seguinte frase: “O Copom considera que, neste momento, permanecem limitados os riscos para a trajetória da inflação. O Comitê nota ainda que, até agora, dada a fragilidade da economia global, a contribuição do setor externo tem sido desinflacionária. Diante disso, dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 9% a.a., sem viés”.

Fonte: G1

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Sicredi conquista o Prêmio Mérito Lojista Brasil 2011

April 18th, 2012 No comments

Pelo oitavo ano consecutivo, instituição é destaque na categoria Serviços

O Sicredi obteve o reconhecimento de lojistas, empresas e entidades ligadas ao varejo com o Prêmio Mérito Lojista Brasil 2011, na categoria Serviços, segmento Banco Cooperativo. A distinção, promovida pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) desde 1980, foi entregue na quinta-feira, 12 de abril, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília.

Os vencedores, instituições que mais se destacaram na promoção do desenvolvimento do varejo nacional, foram escolhidos durante a Convenção Nacional do Comércio Lojista, realizada em Fortaleza/CE. A partir de uma pesquisa espontânea sem indicação de marcas, os associados apontaram a empresa que melhor presta serviço ao seu negócio, levando em conta a qualidade do produto oferecido, preço, atendimento, promoção e propaganda.

Considerado o “Oscar do Varejo”, o prêmio é realizado pela Confederação há 33 anos, para homenagear seus parceiros. Esta é a oitava vez consecutiva em que o Sicredi recebe o Prêmio Mérito Lojista Brasil na categoria.

 Fonte: Sicredi

Sicoob ingressa no mercado de consórcios

April 18th, 2012 No comments

O Sicoob, maior sistema de cooperativas de crédito do Brasil, entrou no ramo de consórcios há pouco mais de quatro meses e já apresenta um crescimento acentuado nesse período. De dezembro de 2011 a março de 2012, o Sicoob Consórcios, que possibilita a aquisição de veículos e imóveis, já comercializou mais de R$ 50 milhões em cartas de crédito.

Uma das vantagens do consórcio no sistema cooperativista de crédito são as taxas de administração mais acessíveis em relação ao mercado. De acordo com o superintendente de Negócios do Bancoob (Banco Cooperativo do Brasil), provedor do produto para as cooperativas de crédito do Sicoob, Marcelo Carneiro, os valores praticados no Sicoob são muito competitivos.

Além de disponibilizar o produto a um custo competitivo para o cooperado, a maior parte das receitas advindas do negócio, vai para as cooperativas do Sicoob. Adicionalmente, o cooperado do Sicoob é beneficiado com as sobras (equivalente ao lucro dos bancos comerciais) de sua cooperativa, todo final de ano, que se torna maior à medida que a cooperativa recebe receitas pela comercialização das cotas.

De acordo com Marcelo, a meta para 2012 é comercializar 5 mil cotas, com um valor total aproximado de R$ 300 milhões. “O mercado de consórcios no Brasil está em uma fase de crescimento muito satisfatória, o que significa uma ótima oportunidade para a comercialização desse produto. O objetivo é posicionar o Sicoob Consórcios, no médio prazo, entre os dez maiores do ranking nacional”, completa.

O Sicoob Consórcios é administrado pela Ponta Administradora de Consórcios Ltda, empresa adquirida pelo Bancoob em julho de 2011. Fundada em fevereiro de 1972, em Belo Horizonte, foi a primeira administradora de consórcios do Brasil a obter autorização de funcionamento pelo Banco Central do Brasil (BC), servindo de modelo para a estruturação de outras empresas do segmento.

Fonte: Sicoob

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Sicredi lança campanha para celebrar o Ano Internacional das Cooperativas

April 18th, 2012 1 comment

A Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas para destacar a contribuição das cooperativas no desenvolvimento da sociedade. E o Sicredi, um dos principais sistemas cooperativos do país e da América Latina, está reforçando esse reconhecimento com a campanha “Gente que coopera constrói um mundo melhor”, ressaltando a força da cooperação na construção de um mundo melhor.

O conceito principal da campanha é resultado da união dos slogans do Sicredi, Gente que coopera cresce, e da ONU, Cooperativas constroem um mundo melhor. A campanha destaca a importância das cooperativas. Tem como pano de fundo a cor branca, símbolo universal da paz, a linguagem gráfica é jovem e moderna. As crianças unidas, cooperando para pintar o mundo, expressam valores e atitudes que devem estar presentes no dia a dia das pessoas para que o mundo seja um lugar mais humano e igualitário. Além disso, as peças fazem uso da ilustração e da pintura como elementos visuais que fortalecem o tema “construir um mundo melhor”.

A campanha é composta por três imagens conceituais, que são desdobradas num enxoval de 50 peças de comunicação, que serão veiculadas em jornais e revistas de grande circulação, mídia externa (outdoor, front light e mobiliário urbano), rádio e internet, por meio do hotsite gentequecooperacresce.com.br e dos canais do Sicredi nas redes sociais.

A campanha também terá desdobramentos internos, entre colaboradores e dirigentes das cooperativas do Sicredi, e em eventos e ações de relacionamento que destacam as comemorações do Ano Internacional das Cooperativas.

gentequecooperacresce.com.br

O hotsite gentequecooperacresce.com.br é uma plataforma do Sicredi para falar sobre cooperativismo. Em formato de blog, é uma fonte de conhecimento e informação sobre cooperação, por meio da divulgação de notícias, cases e práticas modernas de cooperação e colaboração que acontecem no Sicredi, em outras cooperativas e no mundo.

Fonte: Sicredi

Taxas de Juros: Cooperativas vão entrar na briga

April 18th, 2012 No comments

Enquanto os bancos privados resistem em reduzir os juros e o spread (diferença entre a taxa cobrada dos clientes e a que é paga aos investidores), as cooperativas já começam a avaliar o novo cenário e a possibilidade de baixar ainda mais suas taxas, acompanhando o movimento de incentivo ao crédito capitaneado pelos bancos públicos. Elas se apresentam como uma opção mais barata, com a vantagem de tornar o cidadão, ao mesmo tempo, cliente, investidor e dono do negócio.

Segundo Abelardo Duarte de Melo Sobrinho, diretor de Negócios do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), os juros das cooperativas são competitivos e diferenciados. No crédito pessoal, a taxa média cobrada pelo sistema é de 2,2% ao mês, contou. Nos grandes bancos, chegam a 4,6%. No cheque especial, as cooperativas oferecem 4,6%, contra os 6,5% dos concorrentes. No cartão de crédito, a diferença é de 7% para 10,5%.

O Sicoob aponta também vários outros benefícios, como o contato direto, personalizado e cordial com o colega dirigente, orientação financeira especializada e o privilégio de contar com distribuição de lucro, ao final de cada ano.

A estratégia de baixo custo do dinheiro rendeu excelente retorno mesmo no auge da crise. “Em 2008, o sistema financeiro praticamente parou. Para nós, foi o melhor período. A procura por recursos cresceu 27%”, revelou Márcio Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Ele destacou que as cooperativas não cobram tarifas de manutenção de conta ou talão de cheque.

Em 2011, o total de associados da OCB passou dos 10 milhões, crescimento de 11% em relação a 2010. O número de empregados subiu para 296 mil, 9,3% a mais que em 2010.

A guerra entre as cooperativas e as instituições financeiras tomou corpo com a portabilidade das contas dos servidores públicos. A disputa envolvia uma polpuda movimentação de mais de R$ 200 bilhões, ao longo de 2012, de um público com estabilidade no emprego, baixo risco de calote e alto poder aquisitivo.

Fonte: Fazenda.gov.br – Correio Braziliense – 12/04/2012, por Vera Batista

Taxas de Juros: Sicoob é destaque no Correio Braziliense

April 18th, 2012 No comments

O Sicoob foi fonte em reportagem intitulada Cooperativas vão entrar na briga, sobre a redução das tarifas e taxas dos bancos públicos, do jornal Correio Braziliense, edição de quinta-feira, dia 12 de abril.

Na matéria, a jornalista Vera Batista destaca as cooperativas de crédito como uma opção mais econômica de acesso ao crédito para o cidadão, onde ao mesmo tempo é cliente, investidor e dono do negócio. Aponta também vários outros benefícios que as cooperativas de crédito oferecem, como o contato direto e personalizado, orientação financeira especializada e o privilégio de contar com distribuição de lucro, ao final de cada ano.

Abelardo Duarte de Melo Sobrinho, diretor de Negócios do Sicoob Confederação, demonstra como os juros das cooperativas são competitivos e diferenciados. No crédito pessoal, a taxa média cobrada pelo Sistema é de 2,2% ao mês, enquanto nos grandes bancos, chegam a 4,6%. No cheque especial, as cooperativas oferecem 4,6%, contra os 6,5% dos concorrentes. No cartão de crédito, a diferença é de 7% para 10,5%.

Desde que o governo determinou aos bancos públicos, Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, baixarem a taxa de juros cobrada do consumidor, o assunto tem sido pauta em toda a imprensa nacional.

Depois dos bancos públicos, os bancos privados também entraram na mira do Banco Central. Na última semana, o HSBC cedeu à pressão do BC e anunciou redução dos juros em algumas linhas de crédito voltadas à pessoa física. Os cortes foram nas linhas de empréstimo pessoal, financiamento de veículos e crédito consignado, segundo comunicado do banco inglês à imprensa. As taxas menores começam a valer imediatamente. O HSBC foi o primeiro banco privado a reduzir taxas.

Fonte: Blog do Sicoob

Cooperativismo: desenvolvimento por meio da cooperação

April 18th, 2012 No comments

Uma nova alternativa para o desenvolvimento sustentável está em evidência no cenário mundial: o cooperativismo. A Organização das Nações Unidas (ONU) elegeu 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas, com o slogan “Cooperativas constroem um mundo melhor”. O objetivo é despertar o interesse e sensibilizar o governo e a sociedade sobre o papel das cooperativas para o desenvolvimento socioeconômico e comunidades onde atuam, bem como destacar a importância da criação de políticas que contribuam para o crescimento do setor.

O desenvolvimento do cooperativismo no Brasil e no mundo tem contribuído para a conscientização das pessoas sobre a importância da construção de uma sociedade mais equilibrada, sustentável e inclusiva. A cooperação mútua entre os indivíduos desempenha papel fundamental na consolidação de perspectivas para a redução das desigualdades e a promoção do crescimento econômico das localidades onde atuam.

Cerca de um bilhão de pessoas, em mais de 100 países, estão inseridas no cooperativismo. O cooperativismo de crédito brasileiro, por exemplo, desempenha um papel fundamental na inclusão financeira de mais de cinco milhões de cooperados, proporcionando a oferta de crédito àquelas que não têm acesso a esses recursos nas instituições financeiras convencionais.

No Brasil, existem mais de nove milhões de associados e mais de 6.500 cooperativas atuantes em 13 ramos de atividades econômicas. No cooperativismo de crédito são mais de 1.100 cooperativas que oferecem aos seus associados um amplo portfólio de serviços e produtos financeiros com vantagens competitivas em relação ao mercado.

As possibilidades e as vantagens oferecidas pelo segmento de crédito cooperativo têm contribuído para o crescimento contínuo do setor nos últimos anos. Uma das maiores vantagens é o retorno dos investimentos aplicados na cooperativa em prol dos seus associados e das regiões em que atuam. Os serviços oferecidos pelas cooperativas de crédito possibilitam a democratização do acesso a recursos financeiros e a oportunidade de crescimento qualitativo das sociedades.

Outra grande vantagem do segmento é a valorização do capital humano, pois as cooperativas de crédito são organizações formadas por pessoas que não visam o lucro e têm o objetivo essencial de atender às necessidades sociais e econômicas de cada indivíduo que compõe a instituição, considerados também como sócios do negócio e com direito de participar das decisões da cooperativa.

Este ano é especial para todos os cooperativistas do mundo. Para que o setor se consolide de forma plena, cabe a nós o engajamento, com o intuito de disseminar a cultura cooperativista no Brasil e promover o desenvolvimento sustentável do país. Dessa forma, poderemos sonhar com uma sociedade mais democrática e inclusiva para todos.

Fonte: Correio Braziliense - por José Salvino de Menezes – Presidente do Sicoob Confederação

Juro mais baixo é para poucos

April 17th, 2012 No comments

Ao contrário do que tem sido amplamente divulgado nas campanhas publicitárias dos programas BomPraTodos, do Banco do Brasil, e Caixa Melhor Crédito, da Caixa Econômica Federal, nem todos os consumidores interessados poderão, de fato, se beneficiar das reduções nas taxas de juros de algumas linhas de crédito. Além disso, informações desencontradas e incompletas caracterizam a busca por esclarecimentos sobre os programas nos dois bancos públicos.

A Gazeta do Povo visitou quatro agências na condição de cliente – duas do Banco do Brasil e duas da Caixa – e constatou que, embora os bancos afirmem não haver distinção entre clientes novos e antigos na aplicação das taxas, algumas delas estão necessariamente atreladas aos níveis de relacionamento do cliente com a instituição. Ou seja: novos correntistas podem ter acesso às taxas reduzidas, porém, não nos mesmos patamares ou mesmo período de tempo.

Na Caixa, o folder publicitário do programa informa que o taxa mínima do cheque especial é de 1,35% ao mês. Além de não informar a taxa máxima (que é de 4,27% ao mês), um número que remete ao pé da página ressalta que a taxa varia de acordo com o nível relacionamento. Para quem não aderir ao novo programa, a taxa do cheque especial segue em 8% ao mês.

Tanto no Banco do Brasil quanto na Caixa, o acesso às novas taxas é facilitado para quem já possui conta-salário ou recebe benefício ou aposentadoria na instituição. Quem não se encaixa nestas categorias é orientado a pedir a transferência da conta para os bancos em questão. Também não é possível, segundo os funcionários de ambos os bancos, fazer simulações das taxas de empréstimos ou financiamentos de veículos, sem antes transferir ou abrir uma conta nos referidos bancos. Quem busca comparar taxas e tarifas para uma possível portabilidade de serviços bancários, por exemplo, consegue apenas informações insuficientes, que podem levar a uma decisão precipitada e ruim para o bolso.

No Banco do Brasil, por exemplo, os funcionários das duas agências não deixaram claro que correntistas e novos correntistas que se encaixam nas modalidades de crédito consignado para servidores públicos e cheque especial não precisam aderir a um dos cinco pacotes de serviços do programa. Por outro lado, para as modalidades de financiamento de bens, automóveis, capital de giro e crédito consignado do INSS, a adesão é obrigatória.

Quem faz a adesão a um dos cinco pacotes do programa – beneficiários do INSS (R$ 6,70), econômico (R$18), especial (R$ 30), completo (R$ 34) e pleno (R$54) – paga, entre outros serviços, por uma assessoria financeira do banco, que passará a readequar automaticamente suas operações às melhores taxas de juros da instituição.

Na Caixa, a nova taxa de 2,85% ao mês no rotativo do cartão de crédito estaria valendo apenas para quem aderir ao novo cartão Caixa Azul, criado junto com o programa de redução. No folder publicitário do programa, no entanto, não consta essa informação, e a taxa mínima do crédito rotativo é de 3,97%. Já a taxa anunciada a partir de 1,99% para cartão de crédito vale apenas para o parcelamento das compras em até 36 vezes. Assim, quem possui outros cartões do banco está sujeito a taxas bem mais elevadas que as anunciadas.

Fonte: Gazeta do Povo – Paraná

Redução de juros da Caixa e BB beneficia ‘poucos’, diz ProTeste

April 17th, 2012 No comments

Entidade encaminha ao governo documento em que mostra que redução anunciada não beneficia maioria. Entidade de defesa do consumidor vai a agências do BB e Caixa checar condições para usar novas taxas (Claudioa Rolli)

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (ProTeste) encaminha ao governo na segunda-feira documento em que mostra que a redução de juros anunciada pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil beneficia “poucos” e não está disponível para a maioria dos consumidores.

Em visita a agências dos dois bancos em São Paulo e no Rio, pesquisadores constataram que as taxas menores só podem ser conseguidas se os consumidores forem correntistas, além de estarem sujeitos à análise de crédito.

O fato é que consumidor não consegue se beneficiar do corte de taxas das principais linhas de crédito nos patamares anunciados, como mostram propagandas. É preciso ter cautela antes de sair trocando de banco“, afirma a advogada Maria Inês Dolci, coordenadora da ProTeste e colunista da Folha.

O documento será entregue ao Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça, à Casa Civil e ao ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Para verificar se os juros anunciados estavam em prática, os pesquisadores simularam algumas situações.

 

“Em nossa visita às agências simulamos o financiamento de um carro zero quilômetro, com entrada de 40%. A simulação na Caixa mostrou que a taxa que o cliente encontra nas agências está bem longe das mínimas anunciadas. Na agência visitada em São Paulo foi informado que a taxa de juros para o financiamento em 24 vezes é de 1,92% ao mês. No Rio de Janeiro o mesmo financiamento teria a taxa de 1,70% ao mês.

Nas agências das duas cidades foi informado, ainda, que a taxa de 0,98% só está disponível para quem der 50% do valor do carro de entrada e fizer o financiamento em 12 meses. Ou seja, não é para todos!”

 

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NEM TÃO BAIXAS

“Nem todos podem pagar em um ano nem têm a entrada exigida”, diz Dolci. “Antes do anúncio do corte de juros, a Caixa já oferecia juros de 1,19% a 2,25%. Ou seja, bem próximas às que estão oferecendo agora.”

No BB, a constatação foi a mesma. No Rio, a taxa para o financiamento em 24 vezes é de 1,46% ao mês. Em São Paulo, 1,02% ao mês. O financiamento do carro com a taxa mínima anunciada pelo BB (0,99%) só seria possível após três meses da abertura da conta, além de ampla análise de crédito e do relacionamento do cliente com o banco, diz Tâmara Isaac, economista da ProTeste.

EMPRÉSTIMO PESSOAL

No empréstimo pessoal, os pesquisadores foram informados que o juro de 2,39% ao mês é oferecido somente para quem recebe salário na Caixa, como mostra a propaganda do banco.

No Banco do Brasil, a taxa fornecida no Rio para clientes regulares foi de 5,10% a 6,79% ao mês. Segundo a ProTeste, os gerentes não souberam informar qual a taxa para os que tinham conta-salário e disseram que o percentual dependeria da análise de crédito do cliente.

“Ficou claro que a estratégia do governo de usar os bancos públicos para forçar a queda nos ‘spreads’ (diferença entre o custo da captação e o valor cobrado do tomador final) e assim impulsionar o crescimento do país não é para todos”, diz Dolci.

Com relação às taxas do rotativo do cartão de crédito a PROTESTE recomenda atenção, na Caixa a nova taxa de juros de 2,85% ao mês é válida somente para o novo cartão, chamado “cartão Azul Caixa”. Nos outros cartões da instituição as taxas são bem mais elevadas.

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O QUE VERIFICAR

Antes de trocar de banco, a especialista recomenda verificar o custo total de serviços e tarifas da nova conta.
Também aconselha a negociar com o gerente da agência em que o consumidor já tem conta. “Os bancos não querem perder clientes. Por isso é hora de barganhar e conseguir juros ainda menores do que os oferecidos.”

“Por isso recomendamos que o consumidor não se deixe levar pelo que está sendo divulgado, pois a realidade ainda não é de juros baixos.”

Fonte: Sindicato dos Bancários

Sicoob Confederação divulga nova estrutura organizacional

April 16th, 2012 No comments

O Sicoob Confederação divulgou na última terça-feira, 10 de abril, a criação de novos componentes e a reorganização da sua estrutura organizacional, aprovada durante reunião do Conselho de Administração da instituição realizada em 3 de abril de 2012.

A principal mudança é a criação de uma nova diretoria e superintendências denominadas respectivamente de Diretoria de Negócios e Superintendência de Negócios. A partir de agora a Confederação passa a contar com três diretorias. Até então a instituição trabalhava com duas: Diretoria de Desenvolvimento Organizacional e Diretoria de Tecnologia da Informação. “É preciso estar cada vez mais preparado para apoiar o crescimento do Sistema. Estamos nos estruturando para atender às nossas cooperativas com mais agilidade e maior eficiência.”, disse o diretor-presidente do Conselho de Administração do Sicoob Confederação, José Salvino de Menezes.

Com a nova estrutura Abelardo Duarte de Melo Sobrinho assume o cargo de diretor de Negócios. Antes dessa posição Abelardo estava como diretor de Desenvolvimento Organizacional, cargo que agora passa a ser ocupado por Marden Marques Soares, até então superintendente de Desenvolvimento Organizacional.

Para Abelardo, o principal ganho que se tem com a nova estrutura apresentada é a divisão no que se refere à organização interna da Confederação e ao atendimento às cooperativas. “Entre as atribuições da nova diretoria está o atendimento mais direcionado e focado nas cooperativas do Sicoob em termos de geração de produtos financeiros e tecnológicos e negócios. Nosso desafio continua sendo o mesmo, que o Sistema esteja satisfeito e que a Confederação cumpra seu papel de organização sistêmica”, enfatizou.

A expectativa do novo diretor de Desenvolvimento Organizacional, Marden Soares, na nova função é aumentar a qualidade dos serviços que o Sicoob Confederação presta na área de Desenvolvimento Organizacional, às cooperativas do Sistema. “Nosso objetivo é aproximar mais nossos cooperados dos nossos serviços”, afirmou.

Para ocupar o cargo de superintendente de Negócios, foi designada Daniela Pimenta Pinheiro Cancian, e como superintendente de Desenvolvimento Organizacional, José Carlos de Assunção. Antes de assumirem a nova função, os novos superintendentes eram os titulares das gerências de Normas e de Controles Internos, respectivamente. Assume a gerência de Normas, Cristine Nolêto Alves Meireles e a gerência de Controles Internos e Riscos, Maria Tereza Arantes Rodrigues da Cunha.

De acordo com a superintendente de Negócios, Daniela Cancian, as expectativas não podiam ser melhores. Além de estar entre os profissionais que ajudaram a constituir a Confederação, Daniela é a primeira mulher a assumir um cargo diretivo na instituição. “Representar as meninas em um cargo de gestão é bacana. É mais um marco e espero que essa minha nomeação seja uma porta de entrada para muitas outras mulheres assumirem um papel diretivo não só na Confederação, como também nas centrais e singulares, onde mulheres no comando são uma realidade. Espero estar à altura desse novo desafio. Nasci e me criei no Sicoob e espero continuar no Sistema pelo tempo que ele precisar de mim”, falou.

Já o novo superintendente de Desenvolvimento Organizacional, José Carlos, espera continuar contribuindo na nova função, com um novo papel e responsabilidades. “Há anos venho trabalhando no Sistema, desde uma cooperativa singular. Entendo que só vai valer a pena se realmente eu estiver à altura do desafio em continuar contribuindo com minha humilde e pequena parcela para levar o Sicoob, com o apoio dos associados, ao papel que está reservado para ele, por meio dos nossos planos estratégicos”, finalizou.
Estão vinculadas administrativamente à Diretoria de Negócios e à Diretoria de Desenvolvimento Organizacional, respectivamente, a Assessoria de Planejamento e Projetos Corporativos e a Gerência de Auditoria. O novo organograma ainda prevê mais um componente na Diretoria de Tecnologia da Informação, que é composta pela Superintendência de Tecnologia da Informação e pela Superintendência de Sistemas de Informação, denominado de Assessoria de Tecnologia da Informação.

Fonte: Sicoob

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Cooperativas avançam em ritmo acelerado

April 16th, 2012 No comments

Diante de um cenário de debate sobre a necessidade de redução do spread bancário – diferença entre o custo de captação e aplicação – no sistema bancário brasileiro, as cooperativas de crédito sobressaem ao fechar 2011 com R$ 86,5 bilhões em ativos, acréscimo de 25,8% ante 2010, o que representa um total 8,7% superior às demais instituições financeiras. De acordo com os representantes da Organização das Cooperativas de Crédito (OCB) e do Sescoop-SP, a função está na inclusão bancária e regulação das taxas de juros, já que o objetivo não está no lucro.

Até fevereiro, o saldo de empréstimos concedidos para pessoas físicas por meio de cooperativas de crédito totalizou R$ 32,956 bilhões, crescimento de 24,5% em 12 meses, segundo dados do Banco Central. Mas no acumulado total, em 2011, o estoque de financiamentos concedidos atingiu R$ 37,8 bilhões, alta de 25% na comparação com 2010.

No que se refere ao total de ativos, o segmento acumulou até dezembro do último ano R$ 86 bilhões, com a entrada de R$ 17,8 bilhões em recursos financeiros, enquanto em 2010 os ingressos somaram R$ 15,9 bilhões. Em depósitos, o saldo ficou em R$ 38,1 bilhões, alta de 26,3%, enquanto o sistema financeiro nacional apresentou expansão de 14,1% no mesmo período. Já em patrimônio líquido, as cooperativas somaram R$ 15,9 bilhões em 2011, contra R$ 13,1 bilhões do ano anterior, o que representa um acréscimo de 20,6%.

Questionado sobre o papel das cooperativas de crédito para estímulo da economia, o gerente do ramo Crédito da OCB, Sílvio Giusti, explica que a função, também estimulada pelo Banco Central, está na regulação, além da inclusão bancária. “As cooperativas servem como reguladores de preço com taxas mais atrativas e, assim, o banco tem a pressão de fazer com que as taxas caiam. Quanto maior for a participação, maior será a eficiência de promover a queda.”

No entanto, a média de participação no Brasil ainda é pequena, de 2% do sistema financeiro nacional ante outros países, como a Alemanha, que detém até 30%, ou a França, na qual 43% do crédito estão nas cooperativas. “Apesar do crescimento acima do do mercado, estamos expandindo em torno de 2%. Mas temos o objetivo a perseguir de 10%, porque o nosso papel é de desconcentrar o mercado com alternativas para a sociedade”, ressalta Giusti.

O consultor do ramo de crédito do Sescoop-SP, Gil Agrela, concorda: “No interior de São Paulo, as cooperativas têm um poder de regular o mercado com força muito maior. Em certas cidades a movimentação é superior do que em agências de banco”.

Outro ponto a ser destacado em 2011, segundo o gerente do ramo Crédito da OCB, Sílvio Giusti, foi a entrada de novos associados: 700 mil, para 5,8 milhões. Giusti explica que o conceito garante o crescimento, no qual a relação é de dono e não cliente.

Presente em 45% dos municípios brasileiros, há 4,8 mil pontos que somam cooperativas e postos de atendimento cooperativo (PACs), saindo da marca de 4,5 mil em dezembro de 2010. Do total de PACs -3,159 mil-, 354 novos foram implantados no último ano. “Este foi o melhor desempenho dos últimos seis anos e permite a inclusão financeira das classes C,D e E, além de manter a característica que não visa ao lucro, com o objetivo de atender o quadro social com taxas de juros mais justas”, diz o gerente da OCB.

As cooperativas de crédito são instituições financeiras reguladas e fiscalizadas pelo Banco Central, e o consultor do ramo de crédito do Sescoop-SP explica que as instituições devem ser vinculadas a algum segmento ou de livre admissão, também chamadas de cooperativas abertas. No último caso, a legislação permite a atuação livre somente com patrimônio líquido de mais de R$ 25 milhões, caso contrário fica restrito ao limite máximo de população por município.

Na Grande São Paulo, Agrela revela que mais de 80% são ligadas a alguma empresa, como do Grupo Pão de Açúcar, que concentra 68 mil associados. “Mas de 2003 para cá têm crescido muito as de empresários, que basta ter um CNPJ para participar.”

Outra tendência observada no estado e Região Sudeste, também repetida na Sul, está na consolidação das cooperativas. “Há um incentivo do BC para a aglutinação de cooperativas para aumentar a eficiência e reduzir custos.” Essa convergência deve continuar em 2012 junto com a expansão da área de atuação. “Hoje estamos em 52% dos municípios e trabalhamos para chegar mais próximo dos cooperados”, pontua o consultor do Sescoop-SP.

Fonte: Agronotícias

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Cooperativas de Crédito são credenciadas no Programa de Microcrédito

April 16th, 2012 No comments

Governador do Estado do RS fez entrega simbólica de três cheques do Microcrédito aos associados.Vinte e cinco cooperativas de crédito singular no âmbito do Sistema das Cooperativas de Crédito Rural com Interação Solidária (Cresol) foram credenciadas, nesta segunda-feira (9), para operar o Programa Gaúcho de Microcrédito. Ela atuam diretamente com os microempreendedores e agricultores familiares.

Na cerimônia, realizada no Palácio Piratini, o governador e o titular da Sesampe fizeram a entrega simbólica de três cheques do Microcrédito aos associados da cooperativa. O programa conta atualmente com 37 instituições de microcrédito credenciadas.

Governador fez entrega simbólica de três cheques do Microcrédito aos associados.O secretário da Economia Solidária e Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sesampe), Maurício Dziedricki, destacou que o Programa Gaúcho de Microcrédito liberou, até o agora, R$ 12 milhões em 1,6 mil operações de crédito aos pequenos empreendimentos. “Esse é o objetivo do programa. Oferecer financiamentos de forma simples e rápida aos empreendedores, possibilitando investir e ampliar os pequenos negócios no Estado”, destacou.

O Programa Gaúcho de Microcrédito é desenvolvido pelo Governo do Estado e coordenado pela Sesampe com o objetivo de atender às demandas de crédito das pessoas físicas ou jurídicas, formais ou informais, individuais ou coletivas, que não possuem acesso ao sistema de crédito convencional. Também é destinado às microempresas, à economia solidária, à agricultura familiar e aos profissionais registrados como Microempreendedores Individuais (MEI).

Fonte: Jornal do Comércio

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Sicredi reafirma compromisso com seu associado

April 16th, 2012 No comments

Instituição financeira já oferece ao seu associado crédito com taxas justas

O momento de mudanças que o mercado financeiro brasileiro está passando com a adequação de taxas das linhas de crédito já é realidade para os associados do Sicredi. O diferencial de uma instituição financeira cooperativa está no foco de sua atuação, que é atender o seu associado de forma eficaz e manter com ele um relacionamento de proximidade para poder oferecer, sempre, o que ele busca e o que está dentro de suas expectativas. Pela natureza do cooperativismo de crédito, de trabalhar para agregar renda aos seus associados e à comunidade onde está inserido, o crédito é uma ferramenta essencial para o crescimento de todos e o acesso a ele deve ser justo. Dessa forma, as taxas médias praticadas pelo Sicredi, em grande parte dos produtos do crédito comercial, já se encontram abaixo da média praticada pelo mercado.

O modelo de negócio cooperativo também apresenta como diferencial competitivo a distribuição de sobras aos associados, decorrente da utilização dos produtos e serviços e do crescimento das cooperativas.

Dessa forma, para o Sicredi, as novas taxas no mercado financeiro deverão incentivar o desenvolvimento no País e tornar esses recursos mais acessíveis para a população. O cooperativismo de crédito está alinhado aos pressupostos de crescimento sustentado, onde a organização das pessoas é a base do seu desenvolvimento, dessa forma, o Sicredi trabalha com o conceito de crédito responsável, orientando o associado em seu planejamento financeiro.

Gerson Seefeld, vice-presidente da Central Sicredi Sul diz que oferecer crédito com uma precificação equilibrada é condição necessária para que as pessoas façam negócios com segurança e um planejamento adequado a sua realidade. “À medida que o crédito se constitui em uma ferramenta de auxílio no desenvolvimento e crescimento, e não o contrário, as pessoas saberão usá-lo da melhor maneira. Hoje, no Sicredi, trabalhamos para que o nosso associado use o crédito consciente e orientamos para que ele faça seu planejamento financeiro de acordo com o que ele precisa”, afirma o vice-presidente.

O Sicredi ocupa o 7° lugar na rede de atendimento das instituições financeiras do País , com mais de 1,1 mil unidades de atendimento. E, em 2011, o Sicredi no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, teve um crescimento de 23,5% nos ativos administrados. As cooperativas de crédito, por causa da sua proposta de organização social e econômica, têm alcançado um reconhecimento significativo no Brasil. Recentemente, o Banco Central do Brasil divulgou dados que colocam as cooperativas de crédito, quando somadas, em 7° lugar em ativos administrados.

A Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB informou que as cooperativas de crédito no País fechou 2011 com R$ 86,5 bilhões em ativos, contra R$ 68,7 bilhões contabilizados em 2010, registrando, assim, um aumento de 25,8%. A ampliação do quadro de associados às cooperativas de crédito também deve ser ressaltada, uma vez que registrou o maior número de adesões em todos os anos. Com os 700 mil novos sócios que passaram a integrar o setor em 2011, as cooperativas de crédito já somam 5,8 milhões de cooperados. O mesmo se pode dizer dos pontos de atendimento. Em 2011, foram inauguradas 354 novas unidades de atendimento, mais de uma por dia útil, ou seja, praticamente 30 por mês. Essa foi a maior evolução dos últimos seis anos.

Fonte: Sicredi

Cooperativas de crédito crescem acima da média do mercado

April 10th, 2012 No comments

O cooperativismo de crédito brasileiro continua crescendo e consolidando seu papel no processo de inclusão financeira no país. O segmento fechou 2011 com R$ 86,5 bilhões em ativos, contra R$ 68,7 bilhões contabilizados em 2010, registrando, assim, um aumento de 25,8%, perfazendo um total 8,7% superior às demais instituições financeiras. Os dados sobre o sistema financeiro nacional foram divulgados pelo Banco Central do Brasil (BC), incluindo as 1.312 cooperativas atuantes, e, dentre elas, as 1.047 ligadas ao Sistema OCB.

A evolução patrimonial foi outro indicador de destaque, no qual o setor registrou uma expansão de 20,6%, praticamente o dobro do percentual percebido pelo restante do mercado, chegando a R$ 15,9 bilhões no último ano. Segundo o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, isso se deve principalmente às ações do Programa de Capitalização das Cooperativas de Crédito (Procapcred), mas também ao reinvestimento em reservas de capital social decorrente das sobras apresentadas no final de cada exercício.

Para Freitas, os resultados alcançados em 2011 refletem o olhar do cooperativismo de crédito para o profissionalismo da gestão dos negócios. “Temos trabalhado para oferecer produtos e serviços diferenciados, com um atendimento personalizado aos nossos associados. Dessa forma, temos ganhado espaço no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e vamos continuar atuando nesse sentido”, diz.

Os depósitos, por sua vez, totalizaram um crescimento de R$ 8 bilhões, passando de R$ 30,1 bilhões para R$ 38,1 bilhões, com um aumento de 26,3%. Ao mesmo tempo, a média das instituições financeiras restantes foi de 14,1%. As operações de crédito também tiveram uma evolução significativa, superando o mercado, que apresentou 22,3% de expansão nesse indicador, apontando incremento de 26%.

A ampliação do quadro de associados às cooperativas de crédito também deve ser ressaltada, uma vez que registrou o maior número de adesões em todos os anos. Com os 700 mil novos sócios que passaram a integrar o setor em 2011, as cooperativas de crédito já somam 5,8 milhões de cooperados.

O mesmo se pode dizer dos postos de atendimento cooperativo (PAC). Em 2011, foram inauguradas 354 novas unidades, mais de um PAC por dia útil, ou seja, praticamente 30 por mês. Essa foi a maior evolução dos últimos seis anos.

Ramo crédito (dados – BC/Sistema OCB) – Hoje, existem no país 1.312 cooperativas de crédito em atuação, reunindo 5,8 milhões de associados.

Fonte: OCB

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Sistema Sicredi registra crescimento de 31% no patrimônio líquido em 2011

April 10th, 2012 No comments

Os resultados consolidados do Sistema estão disponíveis no Relatório Anual

Os números do Sicredi apresentados no Relatório Anual 2011 evidenciam o crescimento das cooperativas integrantes do Sistema e, também, o aumento da identificação das pessoas com o modelo de negócio cooperativo. Em 2011, o Sicredi chegou a R$ 26 bilhões em seus ativos totais, registrando um crescimento de 28,4% em relação a 2010.

O patrimônio líquido consolidado cresceu 31,6%, alcançando R$ 3,6 bilhões, além de R$ 16,2 bilhões em depósitos totais, um incremento de 24,7%.

O Sistema também obteve um incremento de 72,1% na geração de sobras, totalizando R$ 518,2 milhões.

O ano de 2011 também foi histórico pela conquista dos 2 milhões de associados, crescimento de 100% em apenas cinco anos.

Os resultados acima estão disponíveis no Relatório Anual 2011 (link), que destaca também o desempenho do conjunto das cooperativas de crédito singulares, Centrais, Confederação, Fundação, Banco Cooperativo e empresas controladas, integrantes do Sicredi.

O documento apresenta as realizações importantes para o Sistema em 2011, como a modernização da infraestrutura, processos, tecnologias, sistemas, além de melhorias nos canais de distribuição e produtos e serviços. O ano foi marcado pela consolidação dos processos referentes à implantação do Planejamento Estratégico (PE) 2011-2015 do Sicredi. Construído coletivamente, o PE tem como grande objetivo preparar o Sistema para os próximos anos.

Atualmente, o Sicredi congrega 115 cooperativas em dez estados brasileiros, quatro cooperativas Centrais e mais de 2 milhões de associados, que têm à disposição mais de 1,1 mil unidades de atendimento em 905 municípios. A participação do Sicredi é efetiva no desenvolvimento econômico e social das comunidades e regiões em que atua, sendo hoje um dos maiores sistemas de crédito cooperativo do Brasil e da América Latina.

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Banco Cooperativo Sicredi

O primeiro banco cooperativo privado do Brasil nasceu em 1995 para ser o instrumento de acesso das cooperativas ao mercado financeiro e a programas de financiamento. Ao longo de sua trajetória, vem colocando sua experiência e a reconhecida qualificação de seus profissionais a serviço do cooperativismo de crédito. Em 2011, novamente o desempenho do Banco Cooperativo Sicredi foi expressivo. Alcançou a marca de R$ 16,8 bilhões em ativos totais e um patrimônio líquido que ultrapassa R$ 437 milhões, com lucro líquido de R$ 54 milhões.

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Produtos e Serviços

Em 2011, o Sicredi concedeu 14,4 bilhões em crédito, um incremento de 27% em relação a 2010. O crédito comercial atingiu a marca histórica de R$ 10 bilhões. Parte deste desempenho é resultado de inovações como o Sicredi Crédito Fácil, que trouxe aos associados agilidade e acessibilidade ao crédito.

No Crédito Rural foram liberados mais de R$ 4,32 bilhões no Plano Safra 2010/2011 em cerca de 140 mil operações, recorde que posicionou o Sicredi como o quinto maior agente do Brasil. Deste montante, R$ 3,26 bilhões foram liberados para operações de custeio, comercialização e investimento e mais R$ 1,06 bilhão em operações com recursos do BNDES.

Nos meios eletrônicos de pagamento, o Sicredi alcançou, em 2011, a uma base total de 1,7 milhão de cartões emitidos. As compras realizadas por meio dos Cartões Sicredi e Visa ultrapassaram a soma de R$ 1 bilhão, valor 34,7% superior a 2010. Já as transações online chegaram a um volume de R$ 70 milhões, que equivalem a 59% de todas as transações do Sistema.

O volume de prêmios de seguros cresceu 24% contra média de 17% no mercado. O aumento das receitas alcançou 39%, com a contribuição fundamental do segmento de automóveis. O ano também significou a conquista de uma marca histórica na distribuição de receita para as cooperativas: R$ 100 milhões. Com novos produtos e remodelações do portfólio, houve um crescimento de 24% na produção de seguros em relação a 2010, com destaque para os seguros de vida em grupo, que cresceram 33%. A entrada do Sicredi no marketing esportivo, com a criação da equipe Sicredi Racing, patrocinada pelas seguradoras parceiras Icatu e Mapfre, também teve papel significativo no desempenho do segmento.

Também foi relevante a performance em consórcios, a Administradora do Sicredi fechou 2011 como a 13ª no ranking geral em número de cotas administradas. No final de 2011, eram 87.658 cotas ativas e 377 grupos (crescimento de 49% em relação a 2010, superando os 33% previstos). Um dos pontos relevantes do ano foi o desempenho da carteira de imóveis, implementada há apenas dois anos. O crescimento foi de 84,82% em relação ao ano anterior, em parte impulsionado pelo lançamento de novas opções de utilização da carta de crédito para construção e reforma e para imóveis na planta. Outro segmento que é novidade é o consórcio de serviços, que pode ser utilizado para serviços de qualquer natureza.

Na captação dos produtos de investimento, o Sicredi obteve um crescimento de 30,38% nos depósitos a prazo, incremento de R$ 2,07 bilhões comparado ao ano anterior. A poupança captou R$ 503 milhões em 2011, representando um crescimento de 34% em relação a 2010. Em cobrança e pagamentos foram movimentados R$ 37,7 bilhões e processados de mais de 65 milhões de documentos.

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Cooperativas Centrais

As quatro cooperativas Centrais do Sicredi difundem o cooperativismo de crédito e coordenam a atuação das cooperativas filiadas, apoiando-as nas atividades de desenvolvimento e expansão.

Em 2011, a Central Sicredi Sul, que atua no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, ultrapassou R$ 11 bilhões em ativos totais e R$ 241,3 milhões em sobras, aumento de 39% em relação ao ano anterior. Para 2012, a Central tem como objetivos aumentar a participação dos associados nas decisões das cooperativas, potencializar o retorno financeiro aos associados, dar maior eficiência à gestão e aumentar a participação de mercado.

A Central Sicredi PR/SP foi marcada, em 2011, pela união das Centrais Paraná e São Paulo, que permitiu ganhos de escala e a expansão das cooperativas. Os ativos totais superaram R$ 5 bilhões e as cooperativas geraram R$ 119,8 milhões em sobras. Crescer a base de associados, ampliar a rede de unidades de atendimento, aumentar o volume de negócios e rentabilizar o patrimônio líquido estão entre as metas para este ano.

A Central Sicredi Brasil Central, que compreende os Estados do Mato Grosso do Sul, Tocantins e Goiás obteve, em 2011, um crescimento de 34% em seus ativos totais, chegando a R$ 1 bilhão, assim como a ampliação de 78% no volume de sobras geradas pelas cooperativas, atingindo R$ 31,5 milhões. A atuação da Central, em 2012, terá como objetivos chegar a mais de 100 mil associados, aumentar em 33% os ativos totais, consolidar a atuação em Goiás e Tocantins e ampliar a rede de atendimento no Mato Grosso do Sul.

No consolidado de 2011, a Central Sicredi MT/PA/RO, que atua nos Estados do Mato Grosso, Pará e Rondônia, ultrapassou R$ 3 bilhões em ativos totais, crescimento de 36% em relação ao ano anterior, e as cooperativas geraram sobras no valor de R$ 93,7 milhões. Para 2012, as grandes prioridades são chegar a 250 mil associados e a R$ 140 milhões de sobras.

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Comunidade

Por meio da Fundação Sicredi, uma Oscip, o Sicredi difunde o cooperativismo de crédito em programas educacionais voltados a crianças e jovens em idade escolar e à participação ativa dos associados nas decisões das cooperativas, semeando os valores cooperativos nas comunidades onde atuam.

Os Programas Crescer e Pertencer oportunizam aos associados conhecer e participar dos processos que permeiam o funcionamento das cooperativas. Em 2011, foi ampliado o número de cooperativas com voto delegado, o que representou o envolvimento de mais de 190 mil associados.

O Programa A União Faz a Vida, considerado o principal programa de responsabilidade social do Sicredi, chegou aos 16 anos de atuação envolvendo mais de 17 mil educadores e 158 mil crianças e adolescentes em mais de mil escolas distribuídas em cerca de 100 municípios. Em 2011, foram investidos mais de R$ 1,48 milhões no Programa por meio das cooperativas do Sistema.

Outra ação educativa teve destaque em 2011, com o apoio do Ministério da Cultura através da Lei Rouanet. A peça teatral itinerante Caravana dos Poupedis visitou 36 cidades do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo, apresentando a cerca de 26,9 mil crianças a importância da cooperação, o respeito à individualidade, a necessidade de poupar e evitar o consumismo. Em 2012, a Caravana visitou os estados do Mato Grosso, Goiás e Tocantins.

O Relatório Anual do Sicredi está disponível no site sicredi.com.br.

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Sobre o Sicredi

O Sicredi é um sistema composto por 115 cooperativas de crédito, integradas horizontal e verticalmente. A integração horizontal representa a rede de unidades de atendimento (1.169 unidades de atendimento), distribuídas em 10 Estados* – 905 municípios. No processo de integração vertical, as cooperativas estão organizadas em quatro Cooperativas Centrais, uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo, que controla as empresas específicas que atuam na distribuição de seguros, administração de cartões e de consórcios. Mais informações no site sicredi.com.br.
* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

Fonte: Sicredi

ACI representa um bilhão de cooperativistas no mundo

April 10th, 2012 No comments

A Aliança Cooperativa Internacional representa cerca de um bilião associados, de acordo com novos dados. Nesta base, o órgão de representação global para as cooperativas é uma das maiores organizações não-governamentais no mundo de hoje pelo número de pessoas que representa, de acordo com dados disponíveis.

Estas estatísticas são calculadas sobre as estatísticas de filiação dos membros do ICA 267 próprios de 96 países.

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A força nos Estados Unidos, China, Índia e Japão

O país com o maior número de membros individuais indiretamente representado pelo ICA é o Estados Unidos, com 305,6 milhões de membros. Existem cerca de 30.000 cooperativas de os EUA.

Os seguintes países estão na Ásia, com China na sequência próxima trás os EUA, com 160,8 milhões de membros individuais. E depois Índia, com 97,6 milhões de membros individuais.

Juntos, esses três países respondem por quase metade dos membros que o ICA representa indiretamente.

O número quarto maior de membros está no Japão, com 75,8 milhões de membros individuais – um em cada três lares japoneses serem membros de uma cooperativa – e depois a Indonésia com 40,6 milhões de membros individuais.

A França é o primeiro país europeu com 32,4 milhões de membros das cooperativas, representadas através de suas organizações pelo ICA.

O Irã tem 25,5 milhões de individuais os membros das cooperativas que são representados pelo ICA.

Canadá, onde um em cada quatro pessoas são membros de uma cooperativa, em seguida, segue com 18,1 milhões.

O Reino Unido tem 11,5 milhões de membros e Bangladesh não segue muito atrás, com 11 milhões de membros individuais.

Fonte: ACI

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Sicoob divulga relatório anual 2011

April 10th, 2012 No comments

O Sicoob (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil) divulgou este mês o Relatório Anual 2011 nas versões online e impresso, reforçando o posicionamento de uma instituição que trabalha por um sistema financeiro sustentável e inclusivo. O documento está disponível no site www.sicoob.com.br. Os resultados do Sistema no período refletem o crescimento do setor cooperativista de crédito no país. Reforçando esse cenário, o Sicoob registrou um crescimento de 18,23% em ativos totais, alcançando a marca de R$ 28,2 bilhões. Nas operações de crédito, houve um acréscimo de 25,41% com R$ 16,5 bilhões.

O relatório apresenta um panorama geral do Sicoob (cooperativas centrais e singulares, Confederação, Bancoob e Fundo Garantidor do Sicoob), os seus principais números, aspectos da organização e projetos sistêmicos, governança corporativa, entre outros. Além disso, o documento traz gráficos e tabelas com informações consolidadas sobre o Sistema, além da prestação de contas e demonstrações financeiras do Sicoob Confederação e do Fundo Garantidor do Sicoob (FGS).

Sobre o Sicoob

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui mais de dois milhões de associados em todo o país e está presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. O Sicoob é composto por 552 cooperativas singulares, 15 cooperativas centrais, o Sicoob Confederação (Confederação Nacional de Cooperativas de Crédito do Sicoob) e pelo Bancoob (Banco Cooperativo do Brasil), um banco comercial privado, sociedade anônima de capital fechado, cujo controle acionário pertence às entidades filiadas ao Sicoob, e que opera como provedor de produtos e serviços financeiros para as cooperativas.

Conta ainda com um Fundo Garantidor do Sicoob (FGS), implantando com o objetivo de garantir e realizar a cobertura dos depósitos à vista e a prazo dos associados de cooperativas singulares do Sicoob, até o valor de R$ 70 mil.

A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com aproximadamente dois mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem um amplo portfólio de produtos e serviços para seus associados e possibilitam acesso a recursos financeiros especiais para empréstimo, investimento e capital de giro, com taxas e juros mais acessíveis.

Fonte: Sicoob

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Encontro de Pesquisadores do Cooperativismo ocorrerá em Porto Alegre e e em Santiago do Chile

April 8th, 2012 No comments

Neste ano de 2012 ocorrerão dois encontros dos pesquisadores do cooperativismo. Em nível nacional o encontro será em Porto Alegre nos dias 30 e 31 de Agosto/2012 e em nível de Américas ocorrerá em Santiago do Chile nos dias 13 e 14 de Novembro de 2012.

Saiba mais sobre os encontros no http://www.fearp.usp.br/cooperativismo/

O Caminho Selic no Cooperativismo de Crédito, por Ricardo Coelho

April 8th, 2012 No comments

Sem métricas e padrões não podemos avaliar se algo está correto ou se desenvolve a contento. E, para tanto, inventamos medições para quase tudo que nos cerca como: distância, pesos, glóbulos brancos, índice de desenvolvimento humano (IDH) e assim por diante.

Entre todas estas métricas, a que atualmente mais me fascina é a que determina a distância, peso e tempo, já que no final de abril, acompanhado da esposa e de uma mochila de 10 kg, farei a caminhada de 30 dias pelos 800 km do Caminho de Santiago de Compostela, cruzando a Espanha. Investimos horas na avaliação e harmonização de temas coadjuvantes que podem minar ou favorecer nosso projeto, mesmo que seja aparentemente insignificante como a escolha da marca e formato do “band-aid” que levaremos. Estamos fisicamente e mentalmente preparados para o início do “Caminho”, tendo muita afinidade com os novos parceiros: mochila, botas, bolhas, colchonetes, trajes, alimentação, chuva, frio, piso… . Será um bom “Caminho”.   

Mas o que este projeto particular tem a ver com a gestão do Cooperativismo de Crédito? Ocorre que vemos muitas Singulares levando em suas mochilas de gestão, pesadas e desconhecidas pedras de gelo, sem saber qual a sua real utilidade e desatentas ao seu descongelar em grandes pingos por um deserto inóspito. Uma destas grandes pedras de gelo é a Selic. Vamos a ela.

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Selic: A grande e pesada pedra de gelo em nossa mochila de gestão. 

Muitas Singulares carregam esta grande pedra de gelo sem analisar detalhadamente os benefícios e malefícios em sua instituição. E para agravar, tendem a dar-lhe atenção unicamente nas 8 vezes ao ano, quando a cada 45 dias há reuniões do COPOM – Comitê de Política Monetária. E com esta visão superficial, traçam ponderações descompromissadas sobre o real impacto da Selic.

Se a distância, peso e tempo são relevantes como métricas para o projeto do Caminho de Santiago, a Selic deveria ser uma das mais importantes métricas a ser gerida com sapiência pelos gestores do Cooperativismo de Crédito. É sabido que sua manutenção ou oscilação seguem vieses econômicos e políticos, já que esta “torneira” permite que rapidamente o governo controle o consumo ou o investimento, e consequentemente o apetite da inflação, além de balizar o custo da sua dívida.

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Uma inferência pretensiosa à CDI a 8% a.a. como métrica de competitividade:

Pelos cenários macros internacionais e nacionais há uma forte sinalização que a gestão da Selic pelo COPOM para o ano será de manutenção em patamares próximo a 9% a.a, chegando eventualmente ao “número mágico” de 8,75% a.a.. Sim, pois esta é a trava mental para a Selic no Brasil. Basta observarmos que na série histórica saudável da Selic nestes últimos 15 anos, iniciada  em 1.997 quando o Plano Real amadureceu, não tivemos índices menores que 8,75% a.a.. Além de que, nos recentes governos de “esquerda moderada” (Lula e Dilma), 8,75% a.a. é o patamar de mais longa sequência de toda a série histórica, sendo 6 reuniões do COPOM em 9 meses corridos.

Este cenário pode ser melhor compreendido se revermos as ponderações do nosso artigo postado no site: CDI – Amor platônico do martelo por um prego, no qual propomos entre outras reflexões, a que baliza o ganho mínimo de 4% a.a. aceito pelo investidor, já descontado a inflação que oscila em 4% a.a.. Ou seja, uma Selic nunca menor que 8% a.a.. Menos que isto o governo terá sérias dificuldades em dar atratividade para que os investidores comprem seus papéis visando a rolar sua dívida pública. Nesse artigo, ainda orientávamos a usar uma Selic conservadora de 8% a.a. para todos os cenários do Planejamento Estratégico e dos Planos de Ação Comercial. Se uma Singular for eficaz ao patamar de uma Selic de 8% a.a., há grandes possibilidades de vir a ser um sucesso.

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Onde a Selic pode impactar o Caminho das Singulares – visão macro:

a)      Muitas Singulares coerentemente já pagam Selic cheia pelo Capital Social aplicado pelos seus “sócios”, outras o fazem parcialmente. Assim, com a redução e manutenção deste indexador, a remuneração custará menos ao ano, favorecendo a elevação das Sobras.

  • § Vemos muitas das Singulares remunerando o Capital Social em apenas um percentual da Selic. Assim, buscam no índice de poupança uma alternativa para declarar ao sócio que seu investimento foi minimamente corrigido, contudo omitem que ele ainda pagará 15% de IR.

b)      Com a Poupança mais atrativa, as Singulares passam a captar menos em Depósito a Prazo, podendo isso ser um sério problema para manter a rentabilidade da Singular ou até mesmo manter a carteira de crédito enquadrada nos índices oficiais.

  • § Devemos ficar atentos, pois a solução Poupança vem recebendo intensos estudos do governo para mudar a regra de ganhos para novas contas e aportes, visando a acabar com o tradicional ganho fixo de 6% a.a.. Sim, pois em época de Selic baixa, a Poupança se torna muito competitiva, em especial por não incidir IR, atraindo indevidamente investidores especulativos e não apenas os pequenos poupadores, que é o objetivo maior deste produto.

c)      Como medida prudencial muitas Singulares aplicam na centralizadora parte de seus passivos e/ou seus excedentes de caixa, ou seja, quanto mais tiverem recursos na centralizadora e mais a Selic baixar, menos “receita” será somada às Sobras. E para muitas Singulares hiper aplicadas esta variação negativa da Selic poderá determinar perda já neste exercício ou um enorme impacto nas Sobras. Sim, pois com este enorme saldo “parado” na centralizadora, irão abrir mão de uma receita cativa anual de 2,5% a.a. (Selic de 12/2011 a 11,50% a.a. contra 9% a.a. provável em 12/2012). E como usualmente as Singulares hiper aplicadas não sabem dar crédito de varejo, podem estar diante de um impasse existencial e de um cenário de risco.

d)      Algumas Singulares são desatentas à definição de suas taxas de captação em Depósito a Prazo, pagando sempre alto, inclusive para aplicações de curto prazo, mesmo que não tenham demanda por este recurso. Assim, a médio prazo, haverá sérios impactos na engenharia das Sobras, e em muitos casos, podem nem identificar a tempo a causa. Sim, pois é fácil incrementar ou estancar a carteira de empréstimos, mas a lógica por detrás da captação é muito mais sutil e astuta. Este tema é um dos inúmeros orientados em nossas consultorias e que muitas vezes precisam de melhorias pontuais e novas estratégicas na gestão de recursos.

e)      Muitas Singulares indexam a grande maioria de seus créditos parcelados ao CDI, o qual segue muito de perto a variação da Selic. Portanto, com a queda do CDI, as receitas futuras destes créditos irão cair substancialmente, impactando as Sobras. Contudo, beneficiando agora estes clientes, pois poderão vir a ter sua taxa de juros real menor que o custo do dinheiro da Singular.

  • § Além de ficar descasado o prazo entre captação e alocação do recurso, sem que haja garantia de que a aplicação será mantida pelo prazo médio dos longos créditos concedidos. Pois, uma baixa remuneração, faz com que boa parte dos investidores procurem novas opções ao tradicional depósito a prazo e fiquem inquietos quanto a baixa remuneração do Capital social.

f)       Confrontando a lógica mercadológica, algumas Singulares reduzem ou sobem suas taxas de juros de varejo, unicamente porque a Selic (CDI) oscilou. Ora! O custo do dinheiro a emprestar é composto por uma gama de complexas variáveis, e não unicamente pelo custo financeiro da captação. Portanto não pode sozinho deflagrar a delicada ação de alterar os juros.

g)      Outras reflexões poderiam estar aqui explicitadas, mas deixemos que vocês as construam.

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Reflexão Final:

Percebemos que nestes quase 20 anos a Selic, e o seu fiel escudeiro –  CDI influenciaram uma gama de aspectos da gestão do Cooperativismo de Crédito. Contudo, não é usual vermos muita disposição em observar e entender os sinais de advertência e de oportunidades atreladas a variações da Selic. Reconhecemos que é complexa a análise dos impactos da Selic no Cooperativismo de Crédito, mas cabe aos executivos, em especial aqueles do Conselho de Administração em Singulares com Governança, estudar e entender profundamente a Selic, como também os demais temas macros de gestão da sua Instituição.

Importantíssimo: Com  a manutenção da Selic em baixa, é urgente que oxigenemos nossas fontes de receitas, através da venda de todas as nossas soluções, e não somente das aplicações e créditos. De imediato, devemos viabilizar: tarifas avulsas e pacotes de serviços bem precificados; cobrança de títulos em valores coerentes; repasse rentáveis de seguros, consórcios, cartão de crédito etc; uso da conta corrente e dos débitos automáticos … . O mercado já pune fortemente as Singulares que não agregam a sua base todos os serviços do varejo financeiro massificado. Por mais ágil e “fácil” que possa parecer, é arriscado o “Caminho” focado em captação e crédito. A sobrevivência do Cooperativismo de Crédito passa pela entrega de nossos serviços agregados, na medida exata do que “couber” em cada um de nossos sócios. “Fidelização é a satisfação pela concentração.  

Portanto, o Governo é quem criou a Selic e, gostemos ou não, ele a conduz sem qualquer ponderação quanto a sua relevância ou impactos ao Cooperativismo de Crédito. Então temos aqui mais uma métrica para nos guiar e saibamos usá-la a nosso favor. Bom “Caminho” à nós.

Ricardo Coelho   Consultoria e Treinamento Comercial para Instituições Financeiras – www.ricardocoelhoconsult.com.br  

Secretário Executivo do Bacen realça a importância do cooperativismo para o Sistema Financeiro

April 8th, 2012 No comments

A palestra do Secretário Executivo do Banco Central, Edson Feltrin, que teve como tema “Banco Central e a Economia Nacional”, lotou o auditório da Fiemt na terça-feira, 03 de abril. Profundo conhecedor do Sistema Financeiro Nacional, Feltrin tem atuado de forma significativa junto ao sistema de cooperativismo de crédito nos últimos 10 anos. A apresentação do Secretário abriu o 7° Encontro de Conselheiros e Gerentes do Sicoob MT/MS, que aconteceu nos dias 03 e 04 de abril.

Para Feltrin, o cooperativismo de crédito exerce um importante papel na economia do país. “As cooperativas fomentam o empreendedorismo no Brasil, o que ajuda no desenvolvimento econômico e social e contribui para a consolidação do sistema financeiro”, comentou.
 
Ele destacou que atualmente existem mais de 5 milhões de cooperados no país. “O sistema cooperativista permite que uma gama maior da população passe a ter acesso ao sistema financeiro. Nos últimos anos pudemos perceber uma transformação nas classes sociais e um aumento no número de consumidores. Parte desta nova realidade se deve ao trabalho realizado pelas cooperativas de crédito”, elogiou.
 
O Secretário Executivo disse que ainda há muito espaço para as cooperativas de crédito continuarem se expandindo. “O crédito imobiliário, por exemplo, ainda é uma modalidade pouco utilizada no Brasil. Este é um nicho que tem muito para crescer e que o cooperativismo de crédito deve olhar com carinho”, sugeriu.
 
O palestrante falou ainda da importância da participação dos dirigentes do sistema cooperativo na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. “Este será um evento de extrema importância para o mundo todo, pois definirá a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas. O cooperativismo de crédito tem muito a contribuir neste processo e espero ver o que o segmento tem a oferecer.
 
Fonte: 24 horas news
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Sicoob passa a recolher FGTS

April 4th, 2012 No comments

A partir desta quarta-feira, 4 de abril, por meio de convênio celebrado entre a Caixa Econômica Federal e o Bancoob, os canais de atendimento Caixa, ATM, Sicoobnet Pessoal, Sicoobnet Empresarial e Sicoobnet Celular estarão habilitados para o recebimento da guia de recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Este convênio é muito importante para as cooperativas, principalmente no que se refere à melhoria do atendimento aos associados pessoa jurídica que possuem maior demanda para pagamento mensal das contribuições ao fundo que incide sobre a folha de pagamento.

Fonte: Sicoob

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O Brasil já tem mais de 10 milhões de brasileiros ligados aos 13 ramos do cooperativismo

April 4th, 2012 No comments

O cooperativismo tem se consolidado como fonte de renda e inserção social a um universo cada vez maior de pessoas. Os indicadores do Sistema OCB confirmam essa tendência. Em 2011, o total de associados às cooperativas ligadas à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) passou dos 10 milhões, registrando um crescimento de 11% em relação ao ano anterior, quando foram contabilizados cerca de 9 milhões. Seguindo essa mesma linha, também foi observado crescimento no quadro de empregados, que fechou o último período em 296 mil, 9,3% a mais do que em 2010. Os dados fazem parte de um estudo da Gerência de Monitoramento e Desenvolvimento do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

O número de cooperativas ficou em 6.586, representando um decréscimo de 1% no comparativo a 2010. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, essa redução mostra um caminho natural, de busca por maior competitividade no mercado.

“As cooperativas se juntam, seja por fusão ou incorporação, para ter maior escala e, assim, ganharem mais espaço e ampliarem seus negócios. Em consequência disso, observa-se uma evolução significativa no total de associados e de empregados, ou seja, na força de trabalho”, diz.

Nesse contexto, o ramo crédito se destaca, apresentando o maior contingente de associados, com crescimento de 16% em relação ao ano anterior. Em 2011, o segmento chegou a 4,7 milhões de cooperados. Já em 2010, eram 4 milhões. Em seguida, aparecem os ramos consumo, com 2,7 milhões e 18% de aumento, e agropecuário, chegando próximo de 1 milhão, com 3% de expansão.   

  • Das 1.330 cooperativas de crédito do país, 1.047 são filiadas à OCB, motivo pelo qual o número de associados informado para tais cooperativas é de 4,7 milhões, número este que agregando-se as demais cooperativas do país deve chegar a 5,7 milhões.

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REGIÕES DO PAÍS

Quando avaliada a quantidade de cooperativas, a região Sudeste aparece em primeiro lugar, com 2.349 empreendimentos e crescimento de 3% no comparativo ao ano anterior. Em seguida, está o Nordeste, com 1.738 e 1% de aumento. A região Sul aparece em terceiro lugar, com 1.050, mesmo tendo registrado 14% de diminuição no total de sociedades cooperativas no comparativo com 2010.

No tocante à relação de cooperados, o quadro muda um pouco. O Sudeste continua na primeira posição, com 4,7 milhões e 36% de expansão. Nesse caso, a região Sul ocupa o segundo lugar, com praticamente 4 milhões de associados e 15% de aumento. O Centro-Oeste aparece na terceira posição, com 644 mil e 10% de crescimento.   

E quanto à geração de empregos diretos, a realidade é outra. A região Sul é a que tem maior quadro de colaboradores – 152 mil e 10% de expansão, e a Sudeste, figura em segundo, com 94 mil e 13% de crescimento. Também nesse item, o Centro-Oeste ocupa a terceira colocação, com 21 mil empregados e 20% de aumento no período.

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DADOS ESTADUAIS

O Estado de São Paulo é o que tem mais cooperativas registradas no Sistema OCB – 932. Minas Gerais e Bahia aparecem em seguida, praticamente empatados, com 785 e 783, respectivamente, no ano.   

No total de cooperados, destacam-se os estados de São Paulo (3,4 milhões), Rio Grande do Sul (1,9 milhões) e Santa Catarina (1,2 milhões). Já no de empregados, quem lidera é o Paraná (64,9 mil), seguido do Rio Grande do Sul (48,7 mil) e de São Paulo (48,5 mil).

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PERSPECTIVAS

Com base nos dados históricos, é possível fazer, estatisticamente, uma previsão do comportamento desses indicadores para os próximos cinco anos. A estimativa é de que o número de cooperativas registradas no Sistema OCB permaneça estabilizado. Já o total de cooperados, segue uma linha ascendente e constante, prevendo chegar, também até esse ano, a 12 milhões. Seguindo a mesma metodologia, espera-se que o Sistema ofereça, até 2016, 353 mil  empregos.

CLIQUE AQUI para acessar o estudo da GeMDC/Sescoop.

CLIQUE AQUI para acessar a matéria veiculada no Valor Econômico.

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Banco Central vai monitorar operações de crédito acima de R$ 1 mil

April 4th, 2012 No comments

O Banco Central (BC) lançou na última sexta-feira, 23 de março, a ampliação do Sistema de Informações de Crédito (SCR). De acordo com o presidente do BC, Alexandre Tombini, o país agregou 40 milhões de pessoas ao consumo entre 2003 e 2009. Na avaliação dele, a inclusão financeira funcionou como uma reforma microeconômica no Brasil e destacou que é preciso continuar a avançar neste processo.

Tombini disse que o sistema reformulado vai quadruplicar a quantidade de informações. Além disso, as transações registradas no SCR vão dobrar.

“Com os tíquetes mais baixos de crédito, certamente teremos mais aderência a essa nova população que ingressa no sistema financeiro. É uma forma de consolidar os avanços e aprofundar o processo de inclusão financeira”, afirmou.

“São 155 milhões de novas operações individualmente identificadas, 93% são referentes a pessoas físicas, o restante de empresas de pequeno porte”.

Segundo o ministro, a partir de agora, 96% do total de operações de crédito no país, em valores, serão cobertas com informações detalhadas. “Poucos países têm esse tipo de cobertura”, afirmou. Entre as novas informações relevantes do sistema, Tombini citou a saída de mutuários, faturamento da pessoa jurídica, renda da pessoa física, informações complementares sobre as garantias e informações referentes a eventual cessão de crédito.

Ele também disse que o SCR vai ajudar a diminuir o spread bancário. “O detalhamento das informações vai permitir atuação do BC como regulador tanto microprudencial quanto macroprudencial de uma forma mais precisa e efetiva ao longo do tempo”.

Desde 31 de janeiro de 2012, o SCR passou a receber informações mais detalhadas sobre as operações de crédito, como a renda das pessoas físicas, o faturamento das pessoas jurídicas e as informações dos fundos de investimento de direitos creditórios. Atualmente o SCR identifica, de forma facultativa, todos os clientes com operações totais iguais ou superiores a R$ 1 mil reais. A partir de 30 de abril, a informação acima desse valor será obrigatória.

A medida contribui para o aprimoramento do monitoramento e da supervisão do risco de crédito a que estão expostas as instituições financeiras, além de fornecer condições para melhor analisar o processo de inclusão financeira no Brasil. Para o sistema, o intercâmbio de informações entre as instituições financeiras sobre o montante de débitos de clientes em operações de crédito iguais ou superiores a R$ 1 mil permite a melhor avaliação do risco de crédito, sendo determinante, por exemplo, para evitar o excesso de endividamento dos tomadores de crédito de menor valor.

Clique para acessar a Circular 3.567/11, que dispõe sobre o fornecimento de informações ao SCR.

Fonte: Com informações da Agência Estado.

Acesso do cooperativismo de crédito aos recursos do FAT é prioridade da Frencoop no Congresso

April 4th, 2012 No comments

Deputado Arnaldo Jardim defende a aprovação do PL 3.067/2011

Em discurso realizado nesta semana, o deputado Arnaldo Jardim (SP) enalteceu a capacidade de mobilização das cooperativas de crédito em prol do fortalecimento do marco regulatório do setor. O deputado, que é representante do ramo crédito na Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) destacou que o mesmo envolvimento dos líderes cooperativistas pela aprovação da lei complementar que instituiu o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), tem sido observado na discussão que envolve o acesso do cooperativismo de crédito aos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Apresentado no início de 2011 pela senadora Ana Amélia (RS), o projeto possibilita o acesso direto aos recursos provenientes do FAT pelos bancos cooperativos, confederações e centrais de cooperativas de crédito. A redação da proposta foi redigida a partir das sugestões do Conselho Especializado de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB) e alinhada com a Frencoop desde o início da Legislatura.

No Senado Federal, a matéria tramitou na forma do Projeto de Lei do Senado (PLS) 40/2011, sendo distribuído às Comissões de Assuntos Sociais (CAS) e Assuntos Econômicos (CAE), sob a relatoria da ex-senadora Marisa Serrano (MS) e do senador Casildo Maldaner (SC), que apresentaram pareceres favoráveis à aprovação da matéria. Recebido no final de 2011 pela Câmara dos Deputados, a proposição tramita atualmente na forma do Projeto de Lei (PL) 3067/2011, sob a análise da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), com a relatoria do deputado Valdir Colatto (SC), representante do ramo agropecuário da Frencoop.

Em enquete realizada recentemente pela Agência Câmara, 1661 internautas votaram sobre a aprovação do PL 3067/2011, sendo 1644 votos favoráveis (98,98%) e 17 contrários (1,02%).

Segundo o deputado Arnaldo Jardim, o resultado reflete a expectativa da sociedade referente à aprovação da proposição. Com forte atuação em municípios e regiões onde as grandes entidades financeiras não têm interesse em atuar, as cooperativas de crédito atingiram em 2011 o número de 5,8 milhões de associados, sendo importantes agentes de desenvolvimento social e econômico do País.

Fonte: OCB

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Cooperativas têm Procapcred prorrogado, com novo prazo e orçamento

April 4th, 2012 No comments

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou a Circular nº 14/2012 prorrogando o Programa de Capitalização de Cooperativas de Crédito (Procapcred) para março de 2014, com orçamento de R$ 1,5 bilhão.

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), representada pelo presidente Márcio Lopes de Freitas, e o Conselho Consultivo de Crédito da OCB (Ceco) atuaram fortemente e de forma preventiva para que o programa não fosse interrompido. A princípio, a vigência terminaria no final do mês de março.

“O Procapcred tem proporcionado o aumento do patrimônio das cooperativas de crédito permitindo que elas alavanquem sua condição de atender a gradativa demanda de crédito aos seus associados e, ainda, que o cooperativismo mantenha sua marcha de crescimento”, explicou o gerente do Ramo Crédito da OCB, Silvio Giusti. “Além disso – complementou o gestor – a prorrogação do Procapcred, reflete o entendimento do BNDES e do Governo quanto ao importante papel das cooperativas de crédito no sentido de contribuir com o sistema financeiro nacional na oferta de crédito, na inclusão financeira e no fomento a produção de produtos e serviços“.

A prorrogação e nova dotação orçamentária do Procapcred são fundamentais para a continuidade da expansão do cooperativismo de crédito brasileiro. “Sem sombra de dúvidas, é motivo de celebração, principalmente porque não deixa de ser também o reconhecimento ao cooperativismo neste ano de 2012 em que mundialmente se comemora o ano internacional das cooperativas, com o tema ‘cooperativas constroem um mundo melhor’, ressalta Giusti.

Saiba mais

 Desde 2006, quando o programa foi lançado, mais de 170 mil liberações foram feitas, atingindo cerca de R$ 900 milhões de reais. Este montante contribuiu para o fortalecimento das cooperativas de crédito e os atuais índices de desenvolvimento do ramo crédito. Hoje, são mais de 1,3 mil cooperativas, com cerca de 5,7 milhões de associados, quase 5 mil pontos de atendimento, presentes em mais de 45% dos municípios do país.

O programa tem como objetivo promover o fortalecimento da estrutura patrimonial das cooperativas de crédito, por meio da concessão de financiamentos diretamente aos cooperados, na prática, os sócios das cooperativas de crédito podem financiar o aumento de suas cotas-partes na cooperativa no valor de até R$ 10.000,00 (dez mil reais) com prazo total de até 6 anos considerando até 1 ano de carência.

Fonte: OCB

Quando somadas, as cooperativas de crédito ocupam a 7ª posição no mercado financeiro do país

April 1st, 2012 2 comments

Dados divulgados pelo Banco Central do Brasil, baseados nos dados de dez/2011 demonstram que as 1.330 cooperativas de crédito brasileiras, quando somadas, ocupam a 7ª posição entre as instituições financeiras de varejo do país, administrando 2,25% dos ativos totais.

Volume de Ativos Administrados 

O volume de recursos administrados pelas cooperativas de crédito brasileiras atingiu R$ 87 bilhões em ativos em dez/2011, mas quando somados também os recursos administrados pelos Bancos Cooperativos Sicredi e Bancoob, instituições estas que atuam como braços financeiros das cooperativas de crédito dos Sistemas Sicredi e Sicoob, este montante sobe para R$ 115 bilhões.

Operações de Crédito

Quando analisada a participação das Cooperativas de Crédito nas operações de crédito o market share passa a 2,45%, totalizando R$ 49 bilhões em operações contratadas.

Patrimônio Líquido

As cooperativas de crédito demonstram estrutura patrimonial mais alta do que a dos bancos, sendo que os R$ 16,7 bilhões de Patrimônio Líquido das cooperativas representam 3,51% do patrimônio do Sistema Financeiro Nacional.

Associados no país

Dados ainda preliminares indicam que aproximadamente 5,7 milhões de brasileiros são associados à alguma cooperativa de crédito, existindo aproximadamente 5.000 pontos de atendimento cooperativo no país.

Ativos administrados pelas Instituições Financeiras de Varejo - base dez/2011

Ativos administrados pelas Instituições Financeiras de Varejo - base dez/2011

Fonte: Dados do BACEN

Sicredi RS e Fecomércio/RS assinam Acordo de Cooperação

April 1st, 2012 No comments

Foi assinado, na quinta-feira, dia 29/03, Acordo de Cooperação entre a Fecomércio/RS e a Central Sicredi Sul com o objetivo de fomentar a parceria entre os sindicatos filiados à entidade e as Cooperativas do Sicredi no Rio Grande do Sul.

“Vamos intensificar as atividades de parceria e disponibilizar soluções financeiras de natureza cooperativa e serviços customizados aos associados dos ramos de comércio e de serviços. Tudo adequado às necessidades regionais e sempre com o intuito de promover o desenvolvimento dos associados e da comunidade”, explica Gerson Seefeld, vice-presidente da Central Sicredi Sul.

O Sicredi, hoje, tem mais de um milhão de associados no RS e está presente e 88% dos municípios gaúchos. Em 2011, teve um crescimento de 23,5% nos ativos, atingindo R$ 13,9 bilhões, e o patrimônio líquido chegou a R$ 1,9 bilhão, um crescimento de 24%.

O Sistema Fecomércio/RS reúne 112 sindicatos patronais (dos setores de comércio atacadista, varejista, varejista de gêneros alimentícios, agentes autônomos e turismo e hospitalidade) e representa mais de 500 mil empresas do comércio de bens, serviços e turismo, que geram cerca de um milhão de empregos formais no Rio Grande do Sul.

“Estamos alinhados com a filosofia do trabalho em grupo e do sentido de cooperativa que o Sistema Sicredi congrega. Temos por filosofia o trabalho em equipe e acreditamos que assim nos fortalecemos cada vez mais”, declarou Zildo De Marchi, presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac.

Com o Acordo de Cooperação, a Fecomércio irá incentivar pessoas físicas e jurídicas vinculadas a ela a participarem da parceria e que a movimentação financeira delas seja feita nas cooperativas de crédito Sicredi.

Fonte: Sicredi