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Archive for March, 2010

Mário Kruel Guimarães: onde corre o sangue cooperativista

March 31st, 2010 No comments
Mario Kruel Guimaraes

A 1ª edição da Revista SICOOB traz uma matéria abordando a trajetória de Mário Kruel Guimarães, o homem que gravou seu nome em definitivo na história do Cooperativismo de Crédito.

Mário, natural de Santa Catarina, tem 85 anos e está no meio cooperativista, segundo ele mesmo define, desde a infância. Desde 1944, quando fundou e presidiu a Cooperativa de Consumo Bancário, até hoje, a trajetória de Mario deixa límpida sua paixão pelo cooperativismo. Dentre outros cargos, foi vice-presidente da Fecotrigo e presidente da Cocecrer RS. Como se não bastasse, é autor de obras, como o ensaio “Passado, presente e futuro do cooperativismo de crédito brasileiro”.

Como e quando o senhor começou no cooperativismo de crédito ?

  • Aceitei convite da Fecotrigo (RS), entidade que associava 81 cooperativas de produtores rurais, com quase um milhão de associados. Concorri e fui eleito para o cargo de vice-presidente. A partir de 1980, recomecei o trabalho e tentei abrir os caminhos através da organização popular. Depois de longa campanha, fundamos a primeira central com as poucas caixas rurais remanescentes do sistema Raiffeisen. A primeira grande vitória veio quando conseguimos o registro da central junto ao Bacen, já que os normativos oficiais proibiam a criação de cooperativas de segundo grau.

Como se deu a expansão do cooperativismo de crédito ?

  • Tão logo o sistema começou a funcionar com êxito no Rio Grande do Sul, elaboramos o projeto nacional. Depois de aprovados os termos pela OCB, passamos a vender a ideia às cooperativas de vários estados. Foi nomeada uma comissão de alto nível para essa finalidade, sobre a presidência do insigne cooperativista Roberto Rodrigues. Em 1983, a comissão organizou o 1º Seminário Brasileiro das Cooperativas de Crédito, um grande marco do cooperativismo de crédito brasileiro.

Fonte: Revista SICOOB

Tarifa de serviço bancário sobe até 33 vezes acima da inflação, diz Idec

March 31st, 2010 No comments

As tarifas avulsas de serviços bancários subiram até 328% entre abril de 2008, quando o Banco Central (BC) instituiu novas regras para o segmento, e fevereiro deste ano. O porcentual supera em 33 vezes a inflação do período (9,88%).  No caso dos pacotes de serviços, a maior variação foi de 65,8%, sete vezes superior à inflação.

Os números integram estudo do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), obtido com exclusividade pelo Estado. O levantamento, realizado pela economista Ione Amorim, foi feito com base nas informações que as instituições publicam em seus sites na internet. Participaram da amostra os dez bancos brasileiros que têm mais de 1 milhão de clientes.

“A principal conclusão que tiramos é de que as maiores variações são explicadas pelo realinhamento das tarifas com a média do setor“, diz Ione. “Isso mostra que os bancos não trabalham pela menor tarifa, mas sim para estar junto dos outros, o que demonstra pouca concorrência.”

Campeões

No ranking de tarifas avulsas, o campeão do reajuste é o Banrisul, que pertence ao Estado do Rio Grande do Sul. Das dez primeiras posições, seis são ocupadas pelo banco estatal. Em primeiro lugar, com variação de 328,6%, ficou o fornecimento de folhas avulsas de cheques. Em abril de 2008, cada folha custava R$ 0,35. Em 28 de fevereiro deste ano, R$ 1,50.

No ranking de pacotes de serviços, o resultado foi mais pulverizado, mas também com preponderância do Banrisul – dono de cinco das dez colocações. Nesse levantamento, o campeão do reajuste foi o Banco Real, com o pacote Real Serviços Simples. A tarifa, que custava R$ 12,00 em abril de 2008, passou para R$ 19,90 no dia 5 de março deste ano – variação de 65,8%.

Os altos ganhos com tarifas e a falta de um padrão de cobrança levaram o BC a reorganizar as normas do segmento. A principal mudança se deu pela Resolução 3.518, que entrou em vigor em 30 de abril de 2008.

Padrão

Entre outros pontos, a nova regra definiu a padronização das tarifas, de modo a facilitar o entendimento dos clientes. Além disso, todos os bancos são obrigados a divulgar em seus sites os valores que cobram pelos serviços – tanto avulsos quanto pacotes.

A economista do Idec ressalta que é impossível calcular o impacto das tarifas sobre os ganhos gerais do setor, pois cada instituição adota critério próprio nas demonstrações financeiras.

Um dos que discriminam as tarifas no balanço é o Banrisul. Segundo Ione, essas receitas cresceram 13% entre 2008 e 2009, para R$ 226 milhões. O lucro no período foi de R$ 541 milhões.

Fonte: Estadão

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Rentabilidade dos Bancos Brasileiros

March 31st, 2010 No comments

São Paulo – Os bancos brasileiros são os mais rentáveis quando comparados aos bancos dos Estados Unidos e de toda a América Latina, de acordo com levantamento da Economatica. O Banco do Brasil lidera o ranking, com rentabilidade patrimonial de 34,74% em 2009. Em seguida estão Itaú Unibanco (24,19%) e Bradesco (23,82%). O banco americano mais rentável é o Goldman Sachs, com 19,82%, o quarto colocado na lista formada por 20 bancos.

quando o ranking é feito pela lucratividade, a liderança fica com os bancos americanos, que ocupam as quatro primeiras posições no ranking. O Goldman Sachs lidera, com ganho líquido de US$ 13,385 bilhões em 2009. O BB ocupa a quinta posição, com lucro de US$ 5,828 bilhões, seguido por Itaú Unibanco (US$ 5,781 bilhões) e Bradesco (US$ 4,602 bilhões). Outro banco a aparecer na lista é o Santander Brasil, na 12ª posição e resultado de US$ 1,037 bilhão. Em 2008, o mais lucrativo foi o J.P. Morgan, com US$ 5,6 bilhões. O BB apareceu na terceira colocação, com US$ 3,76 bilhões.

A Economatica considerou os bancos com ativos acima de US$ 100 bilhões para fazer o levantamento. Somente 20 bancos na América Latina e EUA têm ativos superiores a esse montante. O líder é o Bank of America (US$ 2,223 trilhões). O BB é o banco latino americano melhor classificado, com US$ 407 bilhões de ativos, na sétima colocação. O Itaú Unibanco fica na oitava colocação (US$ 349 bilhões) e o Bradesco aparece em nono lugar (US$ 291 bilhões). Em 2008, o Itaú Unibanco era o latino melhor posicionado, na oitava colocação (US$ 270 bilhões). O Banco do Brasil estava na décima primeira colocação com US$ 223 bilhões.

Para o cálculo do lucro dos bancos brasileiros, a Economatica considerou os balanços enviados para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e converteu para dólar usando a taxa (Ptax) de 31 de dezembro. Os bancos brasileiros são os únicos latinos a aparecer nos rankings, dominados por instituições americanas.

Fonte: Exame

Banco Crédit Agricole dobra capital no Brasil

March 30th, 2010 No comments

O Banco Calyon conquistou o primeiro lugar no sub-ranking de empréstimos sindicalizados para o setor privado em 2009, com operações que somaram US$ 4,356 bilhões no total.

Formado em 2004 pela fusão entre o banco booperativo francês Crédit Agricole e Crédit Lyonnais, o Calyon ganhou um novo nome este ano, passando a se chamar Crédit Agricole Corporate and Investment Bank. “Decidimos adotar um nome único no mundo todo, que é o mesmo nome da matriz”, explica Bernard Mignucci, diretor presidente do Crédit Agricole Brasil.

O motivo da mudança de nome ajuda a explicar a conquista do banco no ranking. “Há cinco anos, 85% da nossa receita era gerada dentro da França. Isso mudou. Hoje, 50% da receita é formada fora da França. Resolvemos ter o mesmo nome, Crédit Agricole, no mundo todo como resultado da maior internacionalização do banco. Na Itália, já somos o maior banco estrangeiro“, afirma Mignucci. Nesse sentido, afirma ele, “o Brasil é hoje a nossa prioridade número um”.

Tanto é fato que na primeira quinzena de março, o Crédit Agricole dobrou o seu capital no país, passando de US$ 200 milhões para US$ 400 milhões.

Mignucci diz que o Crédit Agricole passou maus momentos no auge da crise. Mas o banco decidiu cortar o mal pela raiz ao extinguir rapidamente a exposição de capital em ativos de risco e reorientar suas atividades para servir aos clientes considerados mais importantes.

Criou-se aí, afirma o executivo do Crédit Agricole, uma boa oportunidade para os empréstimos sindicalizados, uma modalidade de financiamento que está entre as atividades principais da instituição no Brasil. “Nosso banco de investimento trabalha com grandes empresas com atuação no exterior. Nosso negócio é financiamento em moeda estrangeira, especialmente em projetos de infraestrutura, uma área em que o Brasil ainda tem espaço para se desenvolver”, afirma Mignucci.

Entre as operações que levaram o Crédit Agricole a se colocar no topo do ranking, estão empréstimos para o Porto de Pecém (em conjunto com BNDES, BID, Caixa Geral de Depósitos e Millenium BCP), para construção de navios-plataforma pela Odebrecht Óleo e Gás (com Kexim, Glek Exportfinans, Banco do Brasil, BES Investimentos, BNP Paribas, HSBC, Société Générale e Santander) e para a CCR Rodoanel (em conjunto com BID, BIC, Banco Espírito Santo, Bradesco e Caixa Geral de Depósitos).

Mignucci diz que o Crédit Agricole está preparado para dar suporte no Brasil a operações de financiamento em que desenvolveu expertise, como compras de navios e de plataformas de exploração de petróleo. “Estamos de olho no pré-sal”, diz. E brinca com a questão da compra de aviões pelo governo brasileiro. “Se o governo escolher os caças franceses, estamos prontos para eles”.

Leia mais sobre o Credit Agricole no link http://www.cooperativismodecredito.com.br/CooperativasdeCreditonaFranca.php

Fonte: Valor Econômico

SICREDI Nordeste RS conclui Processo Assemblear e entra para a história do cooperativismo de crédito gaúcho

March 30th, 2010 1 comment

O novo sistema de tomada de decisões através do Processo Assemblear por Voto Delegado, que começou a ser implantado no Rio Grande do Sul, a partir da SICREDI Nordeste RS, foi orgulhosamente aprovado nas avaliações de satisfação distribuídas em todas as reuniões. Após a realização de assembleias nos 62 núcleos instalados em 11, dos 13 municípios onde possui unidades de atendimento, a cooperativa realizou no último dia 23 de março sua Assembleia Geral Ordinária, onde os líderes de vice-líderes representantes de cada núcleo homologaram as decisões já tomadas anteriormente em seus municípios.

No total 181 pessoas prestigiaram o evento, que se caracterizou em exemplo e motivo de orgulho para todo o Sistema SICREDI, na ocasião representado por uma comitiva da Central SICREDI Sul, SUREG Porto Alegre e SICREDI Mil. Nas palavras do vice-presidente da Central SICREDI Sul, Gerson Seefeld, a SICREDI Nordeste RS trilhou o caminho que a partir de agora será seguido pelas demais cooperativas até o ano de 2012. “A força de uma cooperativa está na participação efetiva de seus associados enquanto usuários e donos deste empreendimento, e o voto delegado caracteriza uma importante etapa deste processo.

Fonte: SICREDI Nordeste RS

Pesquisa de Satisfação dos Associados

March 30th, 2010 2 comments

Com o objetivo de conhecer a opinião dos associados sobre assuntos de grande importância para a Cooperativa, a SICREDI Pioneira RS promoveu no final do ano de 2009 uma pesquisa de satisfação realizada em cada uma das 24 Unidades de Atendimento. Foram entrevistadas 1.746 pessoas, representando 4% do total de associados. Entre os entrevistados 42% são associados da Cooperativa há mais de 5 anos, tendo idade entre 31 e 45 anos.

Segundo Márcio Port, Superintendente Regional da SICREDI Pioneira RS, o foco central da pesquisa dizia respeito ao fato do SICREDI ser uma Cooperativa de Crédito e não um Banco, apesar de muitos associados referirem-se à sua Cooperativa como o “Banco SICREDI”. Entre os entrevistados, 68% respondeu ser o SICREDI uma Cooperativa de Crédito, sendo que reconhecem existirem diferenças entre uma Cooperativa e um Banco tradicional, enfatizando a participação nos resultados, as taxas e custos mais adequados, o atendimento diferenciado e a participação nas decisões como as diferenças mais evidentes.

Para ser associado de uma Cooperativa é necessário que os associados integralizem Capital Social no ato da abertura da conta. Esta é uma condição imprescindível para concretizar a associação, além da aprovação de seu nome pelo Conselho de Administração. Apesar disto, apenas 56% dos associados afirmaram saber o que é o Capital Social.

Quando questionados sobre a distribuição das sobras, 74% dos entrevistados disseram saber que a Cooperativa distribui suas sobras entre os associados, apesar de que apenas 28% sabe quanto recebeu de distribuição de sobras no último ano.

Segundo Márcio, foi gratificante a afirmação de que 30% dos associados mantem conta apenas com o SICREDI, índice este que é superior a 40% em 7 de nossas 24 Unidades de Atendimento. Em nossa região de atuação, quando excluídos os maiores municípios da base de cálculo (Caxias do Sul, Novo Hamburgo e São Leopoldo), 29% da população economicamente ativa é associada da SICREDI Pioneira RS.

Quando questionados sobre o atendimento prestado pelos colaboradores, 68% disseram ser ótimo ou muito bom e 30% o classificaram como bom. 87% dos associados afirmaram que os produtos e serviços do SICREDI são adequados às suas necessidades.

Sobre o conceito da marca SICREDI 62% o classificaram como ótimo e muito bom e 35% como bom.

Para Márcio, o desafio da Cooperativa agora é trabalhar os resultados da pesquisa para que em uma próxima mensuração dos mesmos tenha-se um resultado ainda melhor.

Fonte: SICREDI Pioneira RS

Para baixa renda, Itaú adota cartão

March 29th, 2010 No comments

Sem a presença do gene da classe C em seu DNA, o Itaú Unibanco busca formatar o melhor modelo de negócios para assegurar sua presença nesse mercado em que os seus principais concorrentes – Bradesco e Banco do Brasil – mostram-se agressivos. Depois da financeira Taií, foi a vez de o banco fechar também as lojas de rua da Fininvest, herdadas do Unibanco, que atendiam os não-correntistas.

O banco concluiu que, quando se trata de atender o público de menor renda, a abordagem ostensiva não é a mais adequada. Estar presente no ponto de consumo por meio de parcerias com varejistas mostrou-se mais eficiente. O cartão de crédito tornou-se o principal instrumento do Itaú para acessar esse segmento da população e o ponto de atendimento próprio perdeu importância.

“O cartão de crédito é um caminho (para atender a baixa renda). Como é uma operação muito flexível e de custo operacional relativamente mais baixo, tem um potencial muito grande para fazer transação e concessão de crédito”, disse Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco, em recente entrevista ao Valor.

Diferentemente da conta corrente tradicional, que necessita de uma estrutura de rede de agências com custo fixo elevado, o cartão chega de forma mais fácil a essa população com renda mensal entre R$ 1 mil e R$ 2 mil. Além disso, permite um relacionamento mais próximo e um conhecimento do histórico de consumo do não-correntistas, que o crédito pessoal tradicional não fornece.

Iniciado em abril do ano passado, o processo de encerramento das lojas de rua foi concluído no fim do ano e levou ao fechamento de 470 pontos. As parcerias da Taií e da Fininvest com varejistas permanecem inalteradas.

Segundo Marcos Magalhães, diretor do Itaú Unibanco, houve uma grande mudança nos últimos dez anos nesse segmento e a presença física de lojas de rua não é mais adequada para atender ou prestar serviços nesse nicho. “Os produtos tradicionais, explorados pelas lojas de rua, como o crédito pessoal tradicional, com juro alto, não é mais viável tanto pela maturidade do mercado como pela demanda dos clientes“, diz.

As lojas de rua e as financeiras surgiram há cerca de 40 anos em um momento em que a bancarização da população estava bastante distante do que se vê hoje. Com a inclusão financeira, os melhores clientes passaram a ser atendidos pelos bancos e os clientes que procuravam as lojas de rua possuíam um nível de risco muito elevado, numa espécie de seleção adversa.

Magalhães não dá detalhes, mas sabe-se que algumas poucas lojas chegaram a ser transformadas em agências, num projeto piloto. Mas ficou evidente que o custo fixo era elevado demais – por conta, por exemplo, de itens de segurança, como cofre e porta giratória – para tornar a operação rentável.

O uso de cartões como instrumento para chegar à baixa renda não é novidade dentro do banco. A instituição já detém a maior fatia do mercado nos cartões no segmento e a experiência do Hipercard, que veio com o Unibanco, é uma das mais bem-sucedidas. Pelos dados do balanço, a carteira de crédito concedido por meio de parcerias chegou a R$ 7,9 bilhões no ano passado, com uma base de clientes de 17,3 milhões e faturamento de R$ 17,9 bilhões.

O que essa estratégia baseada em cartões e parcerias não resolve é o lado da captação, ou seja, do depósito e da poupança. Para isso, a agência é indispensável. Mas Setubal não se mostra preocupado pelo fato de outras instituições, como BB e Bradesco, terem optado por modelos diferentes. “Tipicamente, o cliente de baixa renda não faz poupança. Está mais interessado em ter um instrumento de transação, de crédito. A capacidade de poupar é muito baixa.”

Segundo ele, o primeiro produto não é mais a conta corrente, como antigamente, e sim o cartão de crédito. “Já estamos num nível de penetração muito baixa, (clientes com renda) de R$ 400 por mês”, diz Setubal. “Nenhum concorrente tem a base de cartões que a gente tem nesse nível de renda. Nossa estratégia foi muito mais no cartão do que na conta”, completa.

O Bradesco, no entanto, aposta justamente na presença física. Além do Banco Postal, nas agências dos Correios, a estratégia do banco foi abrir pelo interior do Brasil mais de 1,3 mil postos de atendimento avançado, espécie de agência de pequeno porte, formados por um gerente, um computador e um caixa eletrônico.

Mas o Itaú não descarta o assalariado que ganha até R$ 2 mil por mês. Por meio da conta salário, diz Magalhães, as necessidade de conta corrente são atendidas e complementadas pelas transações com o cartão de crédito. “A agência tem estratégia de conquista desse público, com a venda cruzada (‘cross-selling’) de outros produtos, como cartões e seguros”, diz.

Fonte: Valor Online

Unisc – Pós em Cooperativismo de Crédito com inscrições até 31 de Março

March 29th, 2010 No comments

Encerrram-se nesta quarta-feira, dia 31, as inscrições para o curso de Especialização em Cooperativismo de Crédito, oferecido pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Os interessados em fazer a pós-graduação podem ainda concorrer a bolsas de 70% do valor do curso, por meio do Programa do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Uni-Sescoop/RS). A especialização destina-se a profissionais graduados em Administração, Ciências Contábeis, Economia, Engenharias e profissionais com interesse na área de cooperação.

O curso tem início previsto para o dia 14 de maio, com carga horária de 370 horas/aula, devendo encerrar em três meses.

Entre os focos estão aprofundar os conhecimentos nas áreas de marketing, controladoria, direito, gestão, controles internos, análises de crédito e captação de recursos. O objetivo também é capacitar os profissionais para enfrentar e propor métodos de melhorias, visando ao desempenho, eficiência e produtividade nas unidades de negócios.

Para concorrer ao crédito, o aluno deve efetuar a inscrição e apresentar a documentação exigida até o dia 30 deste mês. As inscrições podem ser feitas pelo site www.unisc.br/pg  ou na Secretaria de Pós-Graduação e Extensão da Unisc, sala 110, bloco 1 do campus de Santa Cruz do Sul.

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SICOOB não é banco: veja o comercial

March 28th, 2010 No comments

Muito se fala dos diferenciais das Cooperativas de Crédito em relação aos Bancos. Normalmente a grande dificuldade enfrentada pelas Cooperativas é encontrar formas de divulgar seus diferenciais para a comunidade em geral.

O vídeo abaixo demonstra um comercial do SICOOB abordando a grande questão: SICOOB é um Banco ?

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CMN aprova socialização de ouvidorias por cooperativas de crédito

March 28th, 2010 No comments

BRASÍLIA – Corretoras, distribuidoras, cooperativas de crédito ou sociedades de crédito ao microempreendedor, de pequeno porte, foram autorizadas a compartilhar ouvidoria para atendimento de clientela. A medida foi aprovada hoje pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

O compartilhamento de um canal de comunicação com o cliente pode ser feito em associações de classe, federações, confederações ou centrais, nos bancos do sistema cooperativo ou em bolsas de valores, com o objetivo de reduzir custos para as instituições pequenas.

Segundo o consultor do Departamento de Normas do Banco Central (BC), Anselmo Araújo, a obrigatoriedade da ouvidoria está em vigor desde 2007, para todas as entidades fiscalizadas pelo BC. Instituições que contam com comitê de auditoria são obrigadas a enviar relatórios periódicos à autoridade monetária.

Fonte: O Globo

ACI Américas propõe meio ambiente como 8° Princípio do cooperativismo

March 25th, 2010 No comments

Um novo princípio para o cooperativismo está sendo elaborado por uma comissão da ACI Américas. A Aliança Cooperativa Internacional para o continente americano vai apresentar a proposta na próxima Assembleia Geral da organização, que acontecerá em novembro, na Argentina.

O tema do 8° Princípio é a preservação do meio ambiente. “Há uma preocupação crescente do movimento cooperativista com respeito às questões ambientais. No último encontro geral que realizamos (em 2009, na cidade de Guadalajara, no México) os participantes decidiram criar o Pacto Verde Cooperativo e também sugeriram o novo princípio”, explica o diretor regional da ACI Américas, Manuel Mariño.

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Sistema SICREDI administra o maior volume de ativos

March 24th, 2010 No comments

Dentre as 1.400 Cooperativas de Crédito existentes no Brasil, 1.069 pertencem a algum dos 5 principais Sistemas Cooperativos, sejam eles: SICREDI, SICOOB, UNICRED, CECRED e ANCOSOL.

Com exceção dos dados do Sistema Ancosol cujos dados de 2009 ainda não foram divulgados, os demais sistemas já disponibilizaram seus dados consolidados. Os dados apresentados demonstram que no ano de 2009 o SISTEMA SICREDI tornou-se o maior sistema de crédito cooperativo do Brasil quando analisado o volume de Ativos, sendo o SISTEMA SICOOB o maior quando considerados dados como Carteira de Crédito, Patrimônio Líquido, Sobras, Associados, Cooperativas e Pontos de Atendimento.

Os dados dos sistemas de crédito cooperativos abaixo divulgados representam aproximadamente 60% dos volumes administrados pelas Cooperativas de Crédito no Brasil. O crescimento verificado de 2008 para 2009 foi de aproximadamente 15% nas principais contas: Ativos, Operações de Crédito e Patrimônio Líquido.

Para visualizar a evolução histórica dos sistemas SICOOB, SICREDI, UNICRED, CECRED e ANCOSOL clique aqui.

 

Para visualizar os dados com perfeição clique sobre a tabela abaixo e visualize ela em uma nova tela. 

Clique sobre a imagem para ampliá-la

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Fonte: http://www.cooperativismodecredito.com.br/DadosConsolidados.php

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Presidente da OCB analisa Ramo Crédito

March 24th, 2010 No comments

O Presidente da OCB, Organização das Cooperativas do Brasil, Márcio Lopes de Freitas, gravou no dia 23/3/10, na RádioCoop, sua análise sobre os avanços experimentados pelo Ramo Crédito nos últimos anos, pontuando as estratégias para manter a curva de crescimento.

Para escutar a entrevista clique aqui

Na entrevista Freitas enfatiza que atualmente as cooperativas de crédito do país já contam com 4,5 milhões de associados, estimando-se que 18 milhões de pessoas estão envolvidas direta e indiretamente com estas cooperativas. Outros dados dão conta de 4,3 mil Unidades ou Postos de Atendimento de Cooperativas de Crédito, administrando Ativos de R$ 52 bilhões, Depósitos de R$ 22 bilhões, Empréstimos de R$ 25 bilhões e um Patrimônio Líquido de R$ 11 bilhões. Atualmente as Cooperativas de Crédito administram 2% do volume de ativos do Sistema Financeiro Nacional.

Aumento de reclamações em operações nos caixas faz BC criar nova classificação para registros

March 24th, 2010 No comments

Entre janeiro e fevereiro deste ano, o BC (Banco Central) registrou cerca de 659 reclamações contra os bancos com mais de um milhão de clientes no País.

Quase um quarto desse total se refere a problemas nos caixas eletrônicos. Apenas em agosto do ano passado, as queixas envolvendo esses equipamentos passaram a ser contabilizadas separadamente pelo BC. Até então, engrossavam a lista de outras categorias, como a que acolhe os problemas com saques ou depósitos, independentemente do local onde ocorreram. Agora, as queixas contra o serviço de autoatendimento são classificadas de duas formas: operações não reconhecidas pelo cliente; e problemas com saques e depósitos divergentes.

Antonio Carlos da Costa Pantaleão, 34 anos, enfrentou um problema em uma agência do Banco do Brasil, em dezembro, quando tentou sacar 50 reais no caixa automático. A máquina registrou a operação, mas não entregou o dinheiro. “Na hora, falei com um atendente do banco, que disse que seria feito o estorno da operação e a devolução do dinheiro. Mas isso não ocorreu.” Na época, Pantaleão registrou duas queixas na ouvidoria do banco. Não houve resposta. “É pouco dinheiro, mas me deixa insatisfeito, pois tenho conta há anos no banco.” O banco afirma que o problema foi resolvido na última semana e que o dinheiro já retornou para a conta do cliente. A instituição lamentou o ocorrido e se desculpou pelo prazo para solução da ocorrência.

Ferramentas para aumentar a segurança

De problemas nos equipamentos a questões de falta de segurança para fazer a operação, os clientes podem utilizar o canal para qualquer reclamação referente aos caixas eletrônicos. E os bancos afirmam que investem constantemente na melhoria dos equipamentos.

“As instituições têm a obrigação de investir por duas razões: confiança do cliente e por questões jurídicas, pois, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o banco tem a obrigação de responder pelos prejuízos caso se constate que a insegurança não foi gerada pelo consumidor”, explica Alberto Araújo Serrajordia Lopes, professor de Segurança de Sistemas de Informática.

Entre as ferramentas para aumentar a segurança nos caixas está o chamado cartão de chaves, com códigos numéricos que são requisitados na hora da operação; os cartões com chip; o token (aparelho que gera nova senha a cada 60 segundos) e a biometria (identificação por partes do corpo). Porém, especialistas afirmam que, por mais avançada que a ferramenta seja, não pode ser usada sozinha. ”A senha numérica e a biometria são formas de identificação e certificação nas quais o cliente diz ser quem é, elevando o nível de segurança da operação”, afirma Ricardo Giorgi, professor de Segurança da Informação.

Fonte: Estadão

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SICREDI vai inaugurar Unidade de Atendimento no Estado da Bahia

March 23rd, 2010 No comments

Luis Eduardo Magalhães

O Sistema de Crédito Cooperativo – SICREDI, que atua em 10 estados brasileiros através de uma rede de mais de mil pontos de atendimento (agências) e 1,5 milhões de associados, amplia sua rede de atendimento e chega à Bahia. Nesta terça-feira (23), às 18 horas, representantes da cooperativa de crédito nos estados de MS, GO e TO reúnem-se com a comunidade de Luís Eduardo Magalhães (BA) para apresentar a instituição financeira e seus produtos e serviços que serão oferecidos a comunidade da região em breve.

“A cidade é um grande pólo de produção e importante centro agrícola do Estado da Bahia. A expectativa é terminar a reunião com R$1,5 mi de capital mobilizado pelo grupo”, afirma o superintendente de Desenvolvimento do SICREDI em MS Leonel Romanini Junior. O município conta atualmente com 50 mil habitantes.

O encontro acontece no dia 23 de março, às 18 horas, no Hotel Saint Louis, localizado na Rua JK, 976, Jardim Paraíso. A previsão é de 90 dias para a inauguração da nova unidade.

Fonte: SICREDI

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BC mantém previsão de expansão de 20% do crédito

March 23rd, 2010 No comments

BRASÍLIA – O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, informou hoje que a instituição trabalha com a previsão de que o total de crédito concedido no País pelo sistema financeiro deve ter expansão de 20% em 2010 na comparação com 2009. Com essa evolução, a participação do crédito deve atingir 49% do Produto Interno Bruto (PIB) no fim de dezembro deste ano. Segundo ele, os números não foram alterados e são os mesmos previstos na última revisão das estimativas oficiais do BC, em dezembro de 2009.

Um mês atrás, em fevereiro, no entanto, o próprio BC havia anunciado em entrevista à imprensa a redução da estimativa de expansão do crédito em 2010 de 20% para 19%. Já a previsão da participação dos empréstimos no total da economia era de 48% do PIB no fim de 2010.

Altamir informou na entrevista de hoje que o crédito para pessoa física deve liderar a expansão em 2010, com crescimento de 21%. As operações para empresas devem ter aumento de 14%. Entre os segmentos, os financiamentos com recursos livres devem avançar 18% no ano e os empréstimos com recursos direcionados terão expansão de 26%.

Fonte: Estadão

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Bancos “refinanciam” dívida para conquistar clientes dos concorrentes

March 23rd, 2010 No comments

Um dos maiores pesadelos dos bancos brasileiros em matéria de concorrência começa a tomar corpo no mercado de crédito nacional. Trata-se do “refinanciamento” de dívida, em que um banco, em tese, seduz o cliente de outra instituição, oferecendo condições supostamente melhores para migrar um empréstimo em curso.

O modelo, que ainda engatinha no Brasil, já funciona razoavelmente bem no segmento de veículos, em que financeiras emprestam dinheiro ao cliente para quitar a dívida no banco concorrente, com a transferência de alienação do carro de uma instituição para outra.

Também está disponível para financiamentos imobiliários, embora com carteiras ainda pouco representativas.

Diferentemente da ferocidade com que ocorre nos EUA, onde os bancos batem na porta do cliente para oferecer taxas e condições melhores de hipoteca, as instituições no Brasil dizem que são “passivas” nessa abordagem comercial.

Por esse motivo, a concorrência não é um elemento-chave na mudança de banco e não resulta em ganhos significativos para o consumidor.

No caso, essas instituições aceitam o cliente descontente com seu banco original ou aquele que passa por dificuldades financeiras e precisa levantar dinheiro mesmo com a casa ou veículo alienado.

O pioneiro na modalidade é o Banco Panamericano, que opera a linha AutoPan de refinanciamento de veículos ainda alienados. Por ele, o cliente consegue levantar dinheiro, dando o carro como garantia, mas estendendo o prazo de financiamento. Como o risco da operação é maior, as taxas podem ser mais altas do que o financiamento original.

No crédito imobiliário, a financeira BM Sua Casa do grupo Brazilian Mortgages foi a primeira no país a oferecer, em maio de 2007, o refinanciamento, inclusive para imóveis alienados em outra instituição. As taxas são de cerca de 1% ao mês, e os prazos chegam a até 30 anos, compatíveis com os financiamentos habitacionais com taxa de 12% mais TR.

Segundo Vitor Bidetti, diretor da BM Sua Casa, o cliente típico do refinanciamento de imóvel é aquele que tem um financiamento, precisa levantar um novo empréstimo, mas não tem receptividade do banco.

“Ele vem aqui e sai com dois cheques: um para ele e outro para quitar a dívida no banco. É o famoso troca com troco. Nosso cliente é aquela pessoa que procura ajustar seu endividamento. Mas também tem o cliente que não quer se descapitalizar, mas pretende custear um filho estudando no exterior ou fazer um “upgrade” e trocar o imóvel por outro maior”, disse.

O Santander também atua no refinanciamento, mas só com o produto de hipoteca, em que o cliente entrega o imóvel como garantia de um empréstimo de uso livre. O banco não aceita como garantia imóveis que não tenham sido quitados. As taxas vão de 1,55% a 1,6% ao mês.

O Citibank também entrou no segmento, mas como parceiro do BM Sua Casa na rede de agências e nas lojas Credicard.

Fonte: Folha OnLine

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A briga pelo espaço financeiro

March 22nd, 2010 No comments

A briga pelo espaço financeiroNos chamados países de primeiro mundo, a associação financeira das cooperativas tem grande importância, econômica e mercadológica. Num país capitalista como nos Estados Unidos, atinge 10% do mercado. Na Alemanha, onde o cooperativismo começou, tem a parcela de 22% e na França, a representatividade no sistema financeiro chega a 65%. Em comparação a estes resultados, percebemos que os números brasileiros são pouco desenvolvidos.

Ao fim de 2009, a movimentação de crédito financeiro das cooperativas do país correspondia por 1,8% do total de crédito do sistema (dados da Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB). “Estamos a quase uma década estacionados nesse patamar”, afirma Sílvio Giusti, gerente de relacionamento e desenvolvimento do cooperativismo de crédito da OCB. Somam – se R$ 25,1 bilhões de operações de empréstimo frente a um universo de R$ 1,411 trilhão.

Mas as cooperativas planejam uma manobra arrojada para intensificar a participação no mercado. Seja por meio de um forte processo de consolidação, seja na busca por novos públicos para seus produtos financeiros, o objetivo já está definido: até 2019 conseguir participação de pelo menos 10% das operações de crédito do sistema financeiro nacional.

O resultado obtido em 2009 anima os especialistas. O crescimento das atividades de crédito registradas pelo segmento foi de 14,6%, acompanhando o sistema financeiro, que cresceu 15% ( mas que deve seu desempenho, ao “incentivo” extra, que recebeu dos bancos oficiais, amparados pela política anticíclica do governo. O balanço final mostrou que houve aumento de 18,7% no sistema cooperativista de crédito, correspondente a 52,8 bilhões. Já o patrimônio líquido faturou R$ 11,3 bilhões, 21,5% em relação ao ano passado.

As transações entre cooperativas e associados são isentas de tributação. Por isso, as instituições cobram taxas de juro inferiores à média de mercado. No segmento corporativo, onde as cooperativas tentam se aproximar cada vez mais. As instituições financeiras convencionais cobram o juro médio para o desconto de recebíveis 46% as mais em relação as cooperativas. Na linha de capital de giro, a diferença é ainda maior – enquanto os bancos cobram, em média, 4,03%, as cooperativas pedem 2,11%. Entre os clientes pessoa física, a tendência verificada é a mesma. O juro do cartão de crédito está 43% abaixo da média bancária. “É uma situação favorável, que devemos explorar em nosso favor.”

Fonte: Redação EasyCoop, com informações do portal Cooperativo de crédito

Programa Crescer: coletivizações reúnem associados da Sicredi Celeiro do MT

March 22nd, 2010 1 comment

A SICREDI Celeiro do Mato Grosso vem realizando em todos os municípios de atuação encontros de coletivização. O objetivo é reunir associados que participam do percurso 1 do Programa Crescer e permitir que sejam socializados e discutidos aprendizados decorrentes do estudo. A primeira coletivização foi realizada no município de Claudia há alguns dias, na Casa da Amizade. Nesta semana estão sendo promovidos encontros em Nova Ubiratã e Santa Carmem e, na próxima, em União do Sul. Segundo o assessor de Programas Sociais, Valter dos Reis, a estratégia da formação toma o cotidiano e o funcionamento do sistema como lugares educativos, formativos e informativos. “Ela possibilita que cada participante acompanhe e avalie seu próprio aprendizado”, disse ele.

“Nas rotas de aprendizagem, que são percursos que articulam os saberes de cada participante da formação, os objetos de conhecimento e as práticas dos agentes em direção às metas de aprendizagem foram realizadas no ambiente de cada associado participante, ou seja, na sua casa, escritório, empresa, local de trabalho entre outros”, explica o assessor.

O objetivo do SICREDI com o Programa Crescer é qualificar a participação dos associados na gestão e desenvolvimento da cooperativa e que estes tenham condições de caracterizar cooperativismo e sociedades cooperativas; diferenciar cooperativa de crédito e banco; conhecer as principais características do SICREDI e, além disso, os diferenciais competitivos das Cooperativas de Crédito que integram o Sistema.

A participação dos associados em Claudia foi considerada positiva, pelo assessor de Programas Sociais. “O encontro foi dinâmico e teve a participação de todos os presentes, através de dúvidas, perguntas e manifestações quanto as Rotas Associar-se e Planejar”, observou Valter dos Reis. Além dos associados, participam dos encontros conselheiros, gerentes e colaboradores.

Saiba mais sobre o assunto no site http://www.sicredipertencer.com.br/.

Fonte: SICREDI

Você sabia que os familiares de presos tem direito à benefício do INSS ?

March 20th, 2010 No comments

A confirmação desta informação está no site http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22.

O auxílio-reclusão é um benefício devido aos dependentes do segurado recolhido à prisão, durante o período em que estiver preso sob regime fechado ou semi-aberto. Não cabe concessão de auxílio-reclusão aos dependentes do segurado que estiver em livramento condicional ou cumprindo pena em regime aberto.

Valor do benefício

O valor do auxílio-reclusão corresponderá ao equivalente a 100% do salário-de-benefício. O salário-de-benefício corresponderá à média dos 80% maiores salários-de-contribuição do período contributivo, a contar de julho de 1994.

Para o segurado especial (trabalhador rural), o valor do auxílio-reclusão será de um salário-mínimo, se o mesmo não contribuiu facultativamente.

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Cooperativas de Crédito brigam por mais espaço

March 19th, 2010 No comments

Com fatia atual de 1,8%, objetivo das associações é aumentar participação nas operações de empréstimo do país até o final de 2019.

Na França, as cooperativas de crédito detêm participação de 43% no sistema financeiro. Na Alemanha, berço do cooperativismo, a fatia corresponde a 22%; nos Estados Unidos, templo do capitalismo, atinge 10%. Perto de qualquer um desses patamares, os números brasileiros soam bastante modestos.

Segundo dados preliminares da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o sistema cooperativista do país respondia, no fim de 2009, por 1,8% do total de crédito do sistema – foram R$ 25,1 bilhões de operações de empréstimo frente a um universo de R$ 1,411 trilhão. “Estamos há quase uma década estacionados nesse patamar”, acrescenta Sílvio Giusti, gerente de relacionamento e desenvolvimento do cooperativismo de crédito da OCB.

No que depender dos planos traçados para o setor, esse quadro está prestes a mudar. Num esforço orquestrado, as cooperativas ensaiam uma tomada de postura mais arrojada. Seja por meio de um forte processo de consolidação, seja na busca por novos públicos para seus produtos financeiros, o objetivo já está definido: chegar ao fim desta década (2019) com uma participação de pelo menos 10% das operações de crédito do sistema financeiro nacional. “Temos condições de, a longo prazo, sermos o sexto ou sétimo maior agente do mercado de crédito, ao lado dos bancos estrangeiros e nacionais, privados e públicos“, afirma Giusti.

A evolução das concessões de empréstimo em relação aos depósitos oferece uma boa medida desse comportamento mais agressivo que vem sendo forjado de dois anos para cá pelas cooperativas. “Até 2007, o crescimento das operações de crédito acompanha de perto o número de depósitos”, diz Giusti. A partir daí, um comportamento mais ousado na oferta de crédito começa a tomar forma. “Não significa que o volume de depósitos recuou, mas sim que passamos a oferecer mais crédito“, ressalta ele. As cooperativas não tiraram o pé do acelerador nem mesmo durante a crise financeira internacional.

Em 2009, a expansão das atividades de crédito registrada pelo segmento foi de 14,6%, em linha com o sistema financeiro, que cresceu 15% – mas cujo desempenho, vale lembrar, contou com o empurrãozinho extra dos bancos oficiais, embalados pela política anticíclica do governo.”Não houve retração em nenhum momento”, destaca Giusti. “O fluxo de curto prazo permaneceu e as empresas conseguiram acessar capital de giro normalmente. “Os ativos totais do sistema cooperativista de crédito somavam, no fim de 2009, R$ 52,8 bilhões, e o patrimônio líquido, R$ 11,3 bilhões – evolução de 18,7% e de 21,5%, respectivamente.

Taxas competitivas – O tratamento tributário diferenciado conferido às cooperativas é também um aliado a ser melhor explorado. As transações entre cooperativas e associados são isentas de impostos federais. Por isso, elas conseguem cobrar taxas de juro inferiores à média de mercado.

No segmento corporativo, por exemplo, do qual as cooperativas tentam se aproximar cada vez mais, o juro médio cobrado para o desconto de recebíveis é 46% inferior ao das instituições financeiras convencionais. Na linha de capital de giro, a diferença é ainda maior – enquanto os bancos cobram, em média, 4,03%, as cooperativas pedem 2,11%. Entre os clientes pessoa física, a tendência verificada é a mesma. O juro do cartão de crédito está 43% abaixo da média bancária. “É uma diferença violenta, que temos de usar a nosso favor.”

Fonte: OCB

Aumento no depósito compulsório eleva as taxas de CDBs

March 19th, 2010 No comments

Ao retirar dinheiro de circulação, a medida já aumentou o custo do crédito antes mesmo de uma elevação da taxa Selic

Em poucas semanas, tudo mudou no mercado de certificados de depósitos bancários (CDB). As taxas voltaram a subir em torno de dois pontos percentuais, seguindo a decisão do Banco Central de aumentar os depósitos compulsórios, que atingiu diretamente os grandes bancos. Ao retirar dinheiro de circulação, a medida já aumentou o custo do crédito antes mesmo de uma elevação da taxa Selic e pode ter contribuído para a decisão de retardar o início do aperto monetário. Ontem, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa básica de juros em 8,75%.

No fim do ano, os bancos reduziram fortemente a captação, pois estavam extremamente líquidos. A liquidez em excesso levou o BC a remover parte da flexibilização do compulsório adotada na crise e mudou o cenário. As grandes instituições financeiras terão de recolher R$ 71 bilhões aos cofres do Banco Central nas próximas semanas. A primeira parte desses depósitos terá de ser feita na segunda-feira, quando a exigibilidade adicional volta a ter alíquota de recolhimento de 8% sobre depósitos à vista e a prazo. Isso deve retirar R$ 37 bilhões do caixa dos grandes bancos. Em 9 de abril, mais R$ 34 bilhões serão recolhidos, quando a alíquota cheia do compulsório sobre depósitos a prazo, reduzida a 13,5%, voltar aos 15%.

“Nos últimos dias, os bancos grandes voltaram ao mercado para recompor a liquidez e as taxas voltaram a subir”, disse o diretor de uma instituição de médio porte. Ainda líquidos, os grandes bancos conseguem manter captação em nível adequado. A alta das taxas se restringe ao mercado de investidores institucionais. A remuneração subiu, em média, dois pontos percentuais, passando de 99% do CDI, no início do ano, para 101% do CDI nos últimos dias. Papéis mais longos, de dois anos, pagam até 105%. Eduardo Jurcevic, superintendente do Santander, acredita que “as taxas devem buscar um novo patamar e se estabilizar”.

Fonte: Valor Online

CNAC responde por 34% da auditoria externa das cooperativas de crédito

March 19th, 2010 No comments

Atualmente, a CNAC realiza auditoria externa em 463 cooperativas de crédito distribuídas no território nacional

Realizar auditoria externa em 100% do quadro das centrais filiadas à Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa (CNAC) é um dos grandes objetivos da instituição, revela o diretor Alexandre Euzébio Silva. Segundo ele, isso significaria, a princípio, atender cerca de 840 cooperativas. “O constante ingresso de cooperativas é extremamente positivo, uma vez que possibilita a melhor organização das estruturas regionais da Cnac, potencializando sua forma de atuação e ganho de escala de seus custos fixos”, avalia Euzébio Silva. Segundo ele, atualmente, são realizadas auditoria externa em 463 cooperativas, o que corresponde a 34% das cooperativas de crédito singulares distribuídas no território nacional.

A entidade, criada em 2007, tem como objetivo qualificar e buscar uma uniformidade na análise dos balanços das cooperativas de crédito para atender a Resolução Nº 3.442 do Banco Central, que exige a contratação de serviços de auditoria de demonstrações contábeis. Sua criação é fruto de antigo desejo do segmento cooperativo de crédito em elevar constantemente a transparência em seus processos de gestão promovendo o acesso das informações, fortalecendo assim, a governança do seu quadro social com vistas a potencializar os resultados e condução da cooperativa.

Segundo Márcio Lopes de Freitas, Presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), “o trabalho de três anos demonstrou que é possível agir em conjunto para redução de custos e otimização da eficiência na questão de auditoria de cooperativas de crédito. Também é uma forma de atender melhor as demandas do Banco Central”, enfatiza o presidente.

Para o gerente de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito da OCB, Sílvio Giusti, o trabalho que a Cnac executa é importante para o avanço da gestão, transparência, credibilidade e governança das cooperativas de crédito. “A Cnac vem gradativamente conferindo, por meio de sua atuação profissionalizada e especializada no segmento, elevado teor de qualidade nos processos de auditoria externa. Sua atuação tem sido reconhecida pelo cooperativismo de crédito, isso fica claro no processo contínuo de adesão de novas cooperativas, como é o caso do ingresso de mais duas centrais, uma do Paraná e outra da Bahia”, diz.

A Cnac é uma confederação que congrega mais de um sistema de crédito cooperativo e seus propósitos estratégicos vão além da realização de auditoria. Primando pela elevada qualidade técnica, conjugada com a isenção e independência da Diretoria para realizar programas de controle de qualidade, ela realiza o trabalho focado na metodologia de auditoria para cooperativas de crédito, considerando as novas normas de auditoria e as orientações do Banco Central do Brasil. Além de utilizar o mesmo software de auditoria reconhecido por mais de 16 mil auditores no mundo e investir fortemente na capacitação do seu quadro de auditores.

Fonte: Brasil Cooperativo

SICREDI lança novo fundo concentrado em ações da Vale do Rio Doce

March 19th, 2010 No comments

O SICREDI passou a trabalhar, a partir de março, com um novo fundo: o SICREDI FI Ações Vale. A iniciativa amplia o portfólio de produtos de investimento destinado a seus associados, por meio de uma carteira composta de ações de uma das maiores companhias do mundo, a Vale S.A..

O produto é recomendado a aplicadores de perfil arrojado, em busca de melhores rentabilidades no médio e longo prazo, atrelado a um nível maior de riscos. Também representa uma opção extra para o pequeno investidor que pode contar com uma carteira de ações de alta rentabilidade.

O fundo poderá ser movimentado nas Unidades de Atendimento do SICREDI e pelo seu Internet Banking, após a adesão do associado.

O fundo SICREDI FI Ações Vale soma-se ao seu portfólio de produtos de investimento, que já conta com dez fundos de renda variável, além de alternativas em clubes de investimento e renda fixa. Mais informações sobre o fundo podem ser obtidas nas unidades de atendimento do SICREDI e no site www.sicredi.com.br, no link Produtos e Serviços.

Fonte: SICREDI

Comitê da Basileia define novas regras bancárias

March 19th, 2010 No comments

Uma das propostas do grupo que reúne os BCs mundiais é impedir a existência de bancos que possam afetar as finanças globais

GENEBRA – Comitê da Basileia, formado por bancos centrais e autoridades de governos do Grupo dos 20 (G-20), anunciou nesta quinta-feira, 18, os primeiros dez princípios para a reforma do sistema bancário internacional. Uma das propostas é impedir a existência de megabancos.

Pela proposta, os bancos devem ser incentivados a dividir os negócios em unidades menores, a criar instituições separadas e a reservar uma “poupança” para o caso de virem a falir. A ideia é evitar a existência de bancos cuja quebra signifique o colapso da economia mundial.

Desde a eclosão da crise, em 2008, governos gastaram trilhões de dólares para socorrer bancos e evitar um colapso no sistema financeiro. Mas havia a promessa dos governos de criar novas regras bancárias.

Um ano e meio depois da quebra do Lehman Brothers, as primeiras mudanças começam a aparecer. A ideia é que mesmo bancos com potencial de afetar as finanças internacionais possam ser abandonados pelos governos para ir à falência.

O argumento de muitos governos para usar dinheiro público para salvar bancos foi que, se esse socorro não ocorresse, seria toda a economia que sofreria. Mas, diante da dívida que governos acumularam e da irritação de cidadãos em ver seu dinheiro com os bancos, as autoridades passaram a buscar alternativas para eventuais novas crises.

Dez medidas foram propostas, entre elas a que prevê que autoridades e BCs tenham o poder de intervir nos bancos antes que a crise ocorra. Outra proposta é exigir que todos os bancos apresentem planos de contingência às autoridades, mostrando que tem como sair de eventuais crises de créditos. Ou seja, uma espécie de poupança. Se quebrar, as autoridades sabem que esses recursos existem para pagar danos aos correntistas.

Divisão – Uma outra proposta é que bancos simplifiquem suas estruturas. “Uma das lições da crise foi que estruturas corporativas enormemente complexas acabam exigindo soluções difíceis, caras e imprevisíveis”, afirmou o comitê.

A crise revelou que a existência de megabancos pode ser perigosa para o sistema financeiro. A quebra de um poderia gerar uma desestabilização profunda. “Se a estrutura de uma instituição é muito complexa para permitir uma solução eficiente em termos de custo e ordenada, autoridades nacionais devem considerar impor incentivos para encorajar a simplificação de estruturas”, afirmou o comitê.

Esse incentivo poderia ocorrer por meio da exigência de capital mínimo para esses megabancos, o que colocaria pressão para que essas instituições se dividam.

Outra recomendação é para que governos criem regras para reduzir a possibilidade de um contágio de risco entre bancos. Isso seria feito por meio de mais transparência nas transações.

As propostas chegam às vésperas de uma reunião que ocorre nesta sexta, em Bruxelas, entre bancos centrais e reguladores de toda da Europa. A meta será a de debater exatamente regras para falências de bancos.

A maioria dos governos europeus quer a fixação de maiores taxas sobre os bancos para evitar que as instituições sejam autorizadas a operar sem controles e sem reservas suficientes.

Fonte: Estadão

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XIII Congresso Brasileiro do Cooperativismo tem espaço exclusivo na internet

March 18th, 2010 No comments

Já está no ar o blog do XIII Congresso Brasileiro do Cooperativismo (XIII CBC), hospedado no portal www.brasilcooperativo.coop.br . “Este espaço vai permitir o debate permanente acerca do tema Cooperativismo é sustentabilidade: o desafio da inovação, além da divulgação de todas as notícias, calendários e material de divulgação do evento”, explica Maurício Landi, coordenador do XIII CBC.

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COPOM mantém taxa Selic em 8,75% ao ano

March 17th, 2010 No comments

SÃO PAULO – 17/03/2010 – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu hoje manter a taxa Selic em 8,75% ao ano, nível em que se encontra desde julho do ano passado. A decisão dos membros do Copom foi de cinco votos a favor da manutenção e três votos sugerindo uma elevação de 0,50 ponto porcentual. A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e no início do ano passado estava em 12,75% ao ano.

O mercado estava dividido sobre o resultado dessa reunião, o segundo encontro do Copom neste ano. Por outro lado, o mercado está convicto de que o comitê formado pelos diretores do BC vai começar em breve a subir os juros, mas ainda não tem certeza sobre em que nível a taxa vai ter de parar. Para 55 analistas ouvidos pela Agência Estado, 13 acreditam que a Selic terminará 2010 em 11,25% ao ano, 2,5 ponto porcentuais acima do nível atual. Outros dez analistas veem um aperto mais forte, de 3 pontos porcentuais, o que elevaria a taxa para 11,75%. As demais apostas estão bastante dispersas, variando entre uma taxa de 9,25% e 12,50% ao final do ano.

A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 27 e 28 de abril. A ata da reunião de hoje será divulgada pelo BC na quinta-feira da próxima semana, dia 25 de março.

Fonte: Estadão

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Sistema da Redecard aceitará cartões Visa a partir de julho/10

March 17th, 2010 No comments

Com a inclusão da Visa ao seu portfólio, a Redecard passará a aceitar cartões de 17 bandeiras

A Redecard anunciou nesta quarta-feira que sua rede de terminais passará a aceitar os cartões com a bandeira Visa a partir de 1º de julho. Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia informa que está preparando seus sistemas para capturar a nova bandeira, paralelamente ao processo de licenciamento da rede credenciada.

“Já foram realizados testes de laboratório e a certificação do processo de captura e de liquidação financeira está em fase avançada”, afirma a Redecard.

Do ponto de vista de hardware e software, a empresa diz estar “praticamente pronta” para implantar a infraestrutura de comunicação com a Visa.

Fonte: Estadão

Crédito bancário já está mais caro apesar da Selic ter ficado estável

March 17th, 2010 No comments

Desde fevereiro, as instituições financeiras vêm elevando as taxas cobradas no crédito aos consumidores, revela reportagem de Felipe Frisch, publicada pelo GLOBO nesta segunda-feira. Levantamento da Fecomércio-RJ, por meio do seu sistema Qualicred, com base nos dados do Banco Central (BC), mostra que houve aumentos nas quatro principais linhas utilizadas por pessoas físicas: aquisição de bens (crédito direto ao consumidor, ou CDC), crédito pessoal, cheque especial e aquisição de veículos.

O dado que mais chama a atenção diz respeito ao crédito pessoal, as linhas de empréstimo tradicionais. A modalidade sofreu elevações nas principais instituições em fevereiro. No HSBC, saiu de 4,49% no fim de janeiro para 4,95% ao mês em 1 de março na taxa prefixada. Na Caixa, foi de 2,02% a 2,24%; no Santander Real, de 3,17% a 3,38% ao mês; no Banco do Brasil (BB), de 2,32% para 2,47%; e, no Bradesco, de 4,53% para 4,69%. No Itaú Unibanco, embora tenha evoluído de 4,03% para 4%, chegou a 4,22% em 22 de fevereiro.

As taxas para aquisição de veículos subiram em cinco dos seis bancos analisados no período.

No CDC, as taxas avançaram em quatro: Bradesco, Santander, Caixa e HSBC.

Já no cheque especial, acusado de ser o vilão dos endividados, foi onde as taxas tiveram as menores elevações – caso de Bradesco, BB e HSBC – e chegaram a cair no Itaú Unibanco, no Santander e na Caixa.

Fonte: O Globo

Credicoamo tem sobras de R$ 25,7 milhões em 2009

March 17th, 2010 No comments

A Credicoamo Crédito Rural Cooperativa, com sede em Campo Mourão/PR, pagou esta semana, aos seus associados, R$ 8,8 milhões como parte das ‘sobras’ líquidas apuradas pela cooperativa durante o exercício de 2009. O valor totalizou R$ 25,7 milhões. O resultado é 20,3% maior que o apurado em 2008. O dinheiro das ‘sobras’ foi creditado aos cooperados por meio de depósito em conta corrente, com pagamento simultâneo nos 21 Postos de Atendimento Cooperativo (PAC’s) e sete Postos Correspondentes (PC’s). A devolução foi aprovada durante assembleia geral de prestação de contas da Credicoamo, realizada na sexta-feira em Campo Mourão. Centenas de cooperados do Paraná e Santa Catarina participaram do evento. Na ocasião, a cooperativa apresentou o balanço do exercício, anunciando a geração de uma receita global de R$ 67,61 milhões, com crescimento de 10,51% em relação ao ano de 2008.

“Foi um ano de crises no setor econômico. Porém, enfrentamos e superamos todas as dificuldades com sucesso”, lembra o diretor-presidente da Credicoamo José Aroldo Gallassini. Entre as medidas adotadas pela cooperativa, Gallassini destaca a aplicação de R$ 472,06 milhões na concessão de financiamentos de crédito rural e nas demais modalidades de empréstimos e financiamentos. “Neste segmento, tivemos um crescimento de 11,03% em relação ao exercício de 2008, sendo contratadas 15.481 operações de crédito”, contabiliza.

Em 2009, o Ativo Total da Credicoamo atingiu o montante de R$ 630,60 milhões, com crescimento de 15,16% em relação ao ano de 2008. O exercício da cooperativa foi encerrado com um Patrimônio Líquido de R$ 144,44 milhões, representando um crescimento de 18,67% em relação ao ano anterior.

Balanço Social - A Credicoamo firmou, em 2009, convênio com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE/PR), com o objetivo de abrir vagas de oportunidade de trabalho produtivo para estudantes que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior. No ano, a cooperativa recolheu R$ 7,67 milhões em tributos e taxas gerados e recolhidas. Um total de 7.524 associados compuseram o quadro social da Credicoamo em 2009.

A Credicoamo é uma das 10 maiores Cooperativas de Crédito do Brasil. Leia mais sobre a Credicoamo no link http://www.cooperativismodecredito.com.br/Credicoamo.php

Fonte: Tribuna do Interior

FGTS pode ser utilizado nos Consórcios de Imóveis a partir de hoje

March 17th, 2010 No comments

Segundo Paulo Roberto Rossi, nova regra deve multiplicar número de consorciados que usam recursos do fundo para dar lance ou reforçar o valor da carta de crédito

BRASÍLIA – O presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac), Paulo Roberto Rossi, acredita que a nova regra que amplia a partir desta quinta-feira, 18, o uso do FGTS deve dobrar o número de clientes do setor que usam o FGTS. Em 2009, pouco mais de 10 mil clientes – dos 60 mil consorciados de imóveis no Brasil – usaram os recursos do fundo para dar lance ou reforçar o valor da carta de crédito.

“Em torno de 15% a 20% dos nossos clientes já usam o fundo em algum momento. Agora, a participação deve dobrar no médio prazo”, disse o presidente à Agência Estado.

O setor está bastante otimista com a regra que havia sido aprovada no ano passado pelo Conselho Curador do FGTS, mas esperava regulamentação da Caixa. “Antes, tínhamos a expectativa de que o setor cresceria de 8% a 10% em 2010. Agora, essa expansão pode até dobrar com a entrada de novos clientes atraídos pelo uso ampliado do FGTS”, diz o representante das administradoras ao citar que os novos clientes devem vir principalmente da classe C.

Fonte: Estadão

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Mapfre conclui acordo com BB no fim de abril

March 17th, 2010 No comments

As negociações entre o Grupo Mapfre Brasil e o Banco do Brasil (BB) para a constituição de uma nova empresa na área de seguros de pessoas e de ramos elementares devem ser concluídas entre final de abril e início de maio. Segundo o presidente da Mapfre, Antonio Cassio dos Santos. “As negociações estão indo bem, avançaram muito principalmente nos últimos 40 e 50 dias e esperamos concluir até o final de abril e início de maio”, afirmou Santos, negando que a data de anúncio do encerramento das negociações seja 9 de abril como noticiou a “Folha de S. Paulo”. O presidente da Mapfre reiterou que, devido à cláusula de confidencialidade envolvida no acordo, ele não poderia dar detalhes que só serão divulgados quando da finalização das negociações.

Em outubro, a Mapfre e o BB firmaram um acordo de intenções para a constituição de uma aliança estratégica cujo objetivo consiste no desenvolvimento conjunto dos negócios de seguros de ambos os grupos nas áreas de seguros de vida, acidentes, prestamistas, seguros gerais e automóveis, utilizando-se das estruturas e capacidades de ambas as empresas, conforme comunicado divulgado na ocasião.

Se concretizado, o acordo resultará na criação de um grupo segurador com participação de 16% do mercado e prêmios de R$ 4 bilhões, líder em seguros de vida, acidentes e prestamistas (não incluindo previdência PGBL e VGBL) e terá a segunda posição em seguros patrimoniais.

Fonte: Valor Online

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Federalcred discute parceria com Bancoob e Sicoob

March 16th, 2010 No comments

Representantes do Conselho de Administração da Federalcred Central (CENTRAL DAS COOPERATIVAS DE CRÉDITO MÚTUO DOS POLICIAIS FEDERAIS E SERVIDORES DA UNIÃO), do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) e do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) se reuniram, na última quarta-feira (03), em Salvador, para discutir sobre uma eventual parceria entre estas instituições.

O encontro foi realizado no Hotel Monte Pascoal e contou com a presença do Diretor Presidente da Federalcred Central, Sr. Noaman Alencar, do superintendente, Railson Oliveira, e da gerente administrativa e financeira, Marli da Silva Nunes. Representantes das entidades financeiras também participaram do evento: do Bancoob, esteve presente o Superintendente de Negócios, Marcelo Carneiro Costa e, representando o Sicoob, o Superintendente Adjunto de Tecnologia para Negócios, Dênio Álbaro de Lima. Na oportunidade, foram tratados aspectos relacionados ao convênio que continua em processo de negociação.

O Sistema Federalcred conta hoje com 1 central, 12 singulares em 10 Estados, 15 pontos de atendimento e mais de 5.000 associados. Emprega diretamente 123 colaboradores, movimenta ativos da ordem de R$ 49,6 Mi, operações de crédito de R$ 36,8 Mi, depósitos de R$ 23,3 Mi e possui um Patrimônio Líquido de R$ 22,9 Mi.

Saiba mais sobre a Federalcred no link http://www.federalcred.com.br/ 

Fonte: Central

Quando vale a pena constituir uma Cooperativa de Crédito ?

March 16th, 2010 No comments

Núcleo InternetSeguidamente sou questionado por leitores sobre o que é necessário para constituir uma Cooperativa de Crédito. Normalmente estes questionamentos são oriundos de grupos de funcionários de uma mesma empresa, mas já recebi questionamentos de interessados de constituir uma Cooperativa de Crédito formada por aposentados e outra formada por padres/pastores. Independente da origem, o objetivo pretendido é obter a independência em relação aos bancos tradicionais, obtendo ganhos financeiros ao constituir-se sua própria instituição financeira.

PRINCIPAL OBJETIVO: Normalmente busco obter informações por parte dos interessados perguntando qual o principal objetivo pretendido visto que por vezes não existe o correto entendimento do que é uma Cooperativa de Crédito. Sempre enfatizo que apesar de uma Cooperativa ser uma sociedade de pessoas, somos acima de tudo uma Instituição Financeira e como tal estamos sujeitos à uma legislação rígida por parte do Conselho Monetário Nacional (CMN) e somos fiscalizados pelo Banco Central do Brasil. Somos portanto equiparados aos Bancos em várias questões de nosso dia-a-dia. Isto demonstra que somos muito diferentes de uma associação de funcionários que entre outras atividades possui uma “caixinha de empréstimos”.

A equiparação às Instituições Financeiras faz com que as Cooperativas de Crédito tenham de cumprir várias exigências perante o Banco Central e Receita Federal, demandando portanto a contratação de profissionais com formação contábil e tributária (ou contratação de escritório contábil para tal).

PÚBLICO ALVO: Outra pergunta que faço aos interessados é em relação ao público alvo da Cooperativa de Crédito. Grande parte dos interessados buscam atender um público restrito, constituindo uma Cooperativa de Crédito Mútuo, que atenderá exclusivamente um grupo de funcionários ou pessoas de uma mesma categoria profissional (médicos, professores, juízes, …). Uma vez definido o público alvo, pergunto qual é a previsão de quantidade de associados que a Cooperativa de Crédito terá ? 100, 200, 1.000 ou 5.000 ?

RECEITAS e DESPESAS: A quantidade de associados que a Cooperativa poderá ter é uma das mais importantes informações a ser analisada. Ocorre que conforme esta quantidade poderemos estimar qual o faturamento líquido mensal que a Cooperativa terá, analisando se este valor será suficiente para pagar todas as despesas fixas que a Cooperativa terá.

PROJEÇÃO DE RECEITAS: Utilizando-se dados reais de uma cooperativa de crédito, a receita média mensal gerada por cada associado é de R$ 54,00, isto considerando-se 90% dos associados serem pessoas físicas e 10% serem pessoas jurídicas. Analisando-se exclusivamente o público pessoa física, a rentabilidade mensal é de R$ 32,00, sendo que 80% dos associados possuem rentabilidade mensal inferior a R$ 50,00 e apenas 20% tem rentabilidade superior a R% 50,00 mensais.

Se tivermos portanto um grupo de 200 funcionários o faturamento mensal da Cooperativa será de apenas R$ 6.400,00 (200 X R$ 32,00), valor do qual teremos que deduzir as despesas fixas da Cooperativa.

Costumo dizer que para uma Cooperativa de Crédito ser viável financeiramente e poder oferecer vantagens de ganho de escala à seus associados são necessários no mínimo 500 associados, salvo para Cooperativas formadas por associados com alto poder aquisitivo (normalmente profissionais liberais) onde é possível que a rentabilidade média mensal por associado seja superior a R$ 300,00.

DESPESAS MENSAIS: Entre outras despesas normalmente uma Instituição Financeira Cooperativa tem as seguintes despesas mensais: folha de pagamento, aluguel, energia elétrica, telefone, depreciação das máquinas e equipamentos (móveis, computadores), software de informática, convênio com um Banco (item abordado abaixo), despesas de seguro, despesas com perdas com empréstimos (mesmo em cooperativas de funcionários elas existem), escritório contábil (caso não tenha pessoas especializadas para tal), contribuição para a OCE (Organização das Cooperativas do Estado), entre outras. É importante lembrar que mesmo que em uma empresa haja o compartilhamento de algumas das despesas acima, onde a empresa custeia algumas despesas da Coopertiva, as despesas existem, embora não sejam pagas pela Cooperativa de Crédito.

CONVÊNIO COM UM BANCO: Mesmo sendo uma instituição financeira, as Cooperativas de Crédito necessitam firmar um convênio com algum Banco para terem acesso à algumas facilidades e necessidades. Entre outras coisas, um Banco é necessário para que a Cooperativa tenha acesso à compensação de cheques (talão de cheques, DOC´s, TED´s), conta de reservas bancárias (depósitos e saques de numerário), oferecer aos associados produtos como fundos de investimento, cartões de crédito e débito, consórcios, seguros, débitos em conta, entre outros. É por este motivo que os dois principais sistemas cooperativos do Brasil criaram seus próprios Bancos Cooperativos, o Bancoob e o Banco SICREDI. Desta forma eles conseguem ganhos de escala até mesmo em atividades inerentes aos Bancos tradicionais.

DECISÃO: Uma vez analisadas as questões acima é possível agora avaliar qual a melhor alternativa para o interesse de constituir a Cooperativa de Crédito. Conforme a quantidade de associados projetada pode ser viável a constituição da nova Cooperativa, mas, em outras situações onde a quantidade de associados será pequena talvez a melhor alternativa seja juntar-se à uma Cooperativa de Crédito já existente e que atue em sua cidade ou região.

ASSOCIAR-SE À UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO JÁ EXISTENTE: Caso o interesse do grupo de pessoas seja unicamente o de ganhar escala através de uma Cooperativa de Crédito, buscando a obtenção de diferenciais em custos, atendimento, poder de decisão e outros, em relação aos Bancos, talvez a melhor solução seja juntar-se à uma Cooperativa de Crédito que já esteja em funcionamento em sua cidade ou região. A vantagem será que unindo a quantidade de associados de sua futura Cooperativa aos associados da Cooperativa já existente haverão ganhos de escala ainda maiores para os dois grupos de associados.

COMO CONSTITUIR UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO ? Uma vez tomada a decisão sobre a constituição da nova Cooperativa é necessário agora seguir os passos abordados pelo Banco Central do Brasil na Resolução 3.859/10 que aborda especificamente os passos para tal realização.

Boa sorte. Deixe seus comentários sobre este assunto.

Sebrae e Sicoob renovam parceria para ampliar serviços para MPEs

March 15th, 2010 No comments

Ações tem foco na ampliação da formalização da economia e no aumento da competitividade do segmento

Brasília – O Sebrae e o Sicoob – Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil renovaram a parceria que prevê a ampliação de serviços financeiros para micro e pequenas empresas. Um dos focos do convênio firmado entre as duas instituições é a sustentação do processo de formalização da economia, por meio de atendimento especial aos empreendedores individuais.

O presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, reforçou que iniciativa leva em conta o desafio institucional de ampliar e melhorar continuamente o atendimento prestado aos pequenos negócios. “Nosso atendimento é voltado para a competitividade das micro e pequenas empresas. E se elas estiverem juntas, praticando as mais variadas formas de cooperativismo, incluindo o de crédito, isso facilita muito o nosso trabalho, a disseminação do conhecimento”, disse Okamotto.

De acordo com o diretor Técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, a instituição continuará articulando fortemente para que as cooperativas de crédito possam operar com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), geridos pelo BNDES, porque essa é uma forma de disponibilizar mais recursos de forma ágil e com redução de custo para micro e pequenas empresas.

“O Sebrae trabalhou para que essa permissão fizesse parte do texto da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, que acabou sendo aprovada sem esse dispositivo. Mas isso não impedirá de continuermos trabalhando pela concretização de mais esse avanço”, enfatizou Carlos Alberto.
Segundo ele, da perspectiva do Sebrae, o fortalecimento de todos os tipos de associativismo e, particularmente, do cooperativismo de crédito é fundamental. “O problema não é ser pequeno, é trabalhar sozinho. Juntos, os pequenos negócios ganham força para acessar crédito, a inovação e ganhar mercado”, disse Carlos Alberto.

Já o presidente do Sicoob, José Salvino, afirmou que as cooperativas de crédito cresceram durante a crise e isso sempre acontece em situações conjunturais difíceis, justamente porque está perto de quem produz ou presta serviços. “Elas também sabem das necessidades de seus associados e mantêm com eles uma relação baseadas na confiança e no conhecimento mútuo”, assinalou.

Para o presidente do Bancoob, Marco Aurélio Almada, a parceria permite a implementação de ações conjuntas que agregam valor à produção e à prestação de serviços ofertados por um segmento da população que precisa de apoio especial. Ele ressaltou que as cooperativas de crédito estão se voltando cada vez mais para empreendedores de pequenos negócios com dificuldades de acesso ao sistema bancário tradicional e, inclusive, trabalhando com microcrédito.

O convênio entre o Sebrae e o Sicoob foi assinado na noite de quarta-feira (10), em Brasília (DF). Assinaram o documento o presidente e o diretor Técnico do Sebrae, respectivamente, Paulo Okamotto e Carlos Alberto dos Santos, bem como os presidentes do Sicoob, José Salvino de Menezes, e do Bancoob, Marco Aurélio Almada.

Fonte: SICOOB

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Febraban prepara profissionalização

March 15th, 2010 No comments

Foto DestaqueQuando terminar seu mandato à frente da Febraban, a federação dos bancos, no próximo dia 9 de abril, o banqueiro Fábio Barbosa (atual presidente do Santander) não será substituído pelo presidente de um outro banco associado. Aos 43 anos de existência, a poderosa instituição que reúne a banca nacional caminha, silenciosamente, para profissionalizar a sua gestão, ou seja, escolher um executivo de mercado para comandá-la.

“Serão anunciadas grandes mudanças, vamos profissionalizar a Febraban”, afirmou o presidente de um grande banco. De acordo com outro executivo, conversas têm sido mantidas com alguns possíveis candidatos a ocupar o posto, mas nenhuma decisão teria sido tomada ainda. Como o processo de escolha tende a levar algum tempo, trabalha-se com a hipótese de estender temporariamente o mandato de Barbosa para a transição.

Historicamente, a entidade é comandada por um presidente ou vice-presidente de instituição financeira, como prevê seu estatuto, seguindo uma espécie de rodízio entre os bancos.

Por esse rodízio informal seguido pelos grandes bancos, que ditam as regras dentro da instituição, seria a vez de o Itaú apontar o presidente. Roberto Setubal, o presidente do banco, no entanto, não quis voltar a ocupar o cargo. O mesmo teria acontecido com o banqueiro Pedro Moreira Salles. Recentemente, circulava a informação de que o Itaú poderia indicar o nome de Geraldo Carbone, o ex-presidente do BankBoston que atualmente toca a operação de varejo do Itaú Unibanco.

Mas a opção da profissionalização acabou ganhando força. Em boa parte, a dificuldade para se chegar a um sucessor pode ser explicada pela forte consolidação do mercado bancário brasileiro. No passado, bancos como Unibanco, Bamerindus, BCN e Noroeste, por exemplo, participavam do rodízio. Com o enxugamento do número de bancos relevantes depois das grandes fusões e aquisições, as opções se restringiram a Itaú Unibanco, Bradesco e Santander. Além disso, os presidentes das instituições enfrentam uma agenda cada vez mais carregada dentro de seus respectivos bancos, envolvidos com processos de integração ou em projetos de expansão. Já o HSBC tem porte bem menor que os demais e um de seus executivos, Hélio Duarte, acaba de assumir a presidência da associação de bancos estrangeiros, a ABBI.

Os dois grandes bancos federais, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, que ganharam mercado no último ano com arrojadas políticas de concessão de crédito, não são considerados como alternativas. Os bancos privados dão sinais claros de que não gostariam de ter um presidente de um banco público a representá-los em suas demandas perante o governo.

As eleições são decididas pelos grandes bancos, com apresentação de chapa, mas a decisão sempre passa por Bradesco e Itaú.

Fonte: Valor Online

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Meirelles pode participar de sua última reunião do Copom

March 15th, 2010 No comments

SÃO PAULO – Presidente do Banco Central que mais tempo ficou no cargo – sete anos -, Henrique Meirelles poderá participar nesta semana de sua última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e dar início a um novo ciclo de alta na taxa básica de juros (Selic). Não bastasse o ingrediente político inédito – a possibilidade de saída do seu presidente para uma disputa eleitoral -, o encontro do Copom ocorre em meio à pressão do Ministério da Fazenda para manter a Selic em 8,75%.

Na Fazenda, as apostas são de que o BC vai aguardar para obter mais elementos sobre o aquecimento da economia. “O BC não baixou os juros em dezembro de 2008 (auge da crise) para ter uma ideia mais clara do quadro. Agora pode esperar mais um pouco”, disse uma fonte.

Nas últimas semanas, diante da alta recente da inflação e dos indicadores que mostram atividade econômica forte, o mercado financeiro tem consolidado as apostas de que a alta da Selic está próxima. Os analistas estão divididos entre os que preveem subida já na reunião desta semana e os que trabalham com início do ciclo em abril. No mercado futuro de juros, os preços indicam maior chance de alta dos juros nesta semana.

A equipe da Fazenda enxergou no Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre um fator a mais para justificar a manutenção dos juros. Segundo uma fonte, a alta de 4,3% do PIB nos três meses finais de 2009 sobre igual período de 2008 (o pior momento da crise) mostra expansão “moderada” da atividade.

Os técnicos também mencionam que a alta dos depósitos compulsórios (dinheiro que os bancos obrigatoriamente têm de deixar parado no BC), a elevação do superávit primário (economia para o pagamento de juros), o fim das desonerações tributárias e a alta dos juros no mercado futuro colocaram um freio na economia.

Mas o BC demonstra cada vez mais preocupação com o ritmo de crescimento do País – e tem preparado há meses o terreno para subir os juros, a fim de evitar um superaquecimento da economia. Os dados do varejo em janeiro, divulgados no mesmo dia em que saiu o PIB de 2009, reforçaram a preocupação da autoridade monetária.

As vendas subiram 2,7% em relação a dezembro de 2009, no melhor resultado da série histórica. A alta surpreendeu os analistas e também o governo. Para o BC, o varejo é entendido como a “cereja do bolo” de uma série de dados que mostram aceleração da atividade e pediriam juro mais alto para conter o risco de alta dos preços.

Entre os argumentos para o aperto monetário estão a criação de empregos formais e a expansão do crédito às famílias, fatores que elevam a demanda. O uso de 84% da capacidade das fábricas – o maior nível desde o agravamento da crise – pode indicar dificuldades de a indústria atender a essa demanda maior.

Fonte: Estadão

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Santander vai abrir 600 agências no Brasil até 2013

March 15th, 2010 No comments

Banco espanhol prevê ainda crescimento de 20% no total do crédito neste ano

RIO – O banco Santander abrirá 600 novas agências no Brasil até 2013 e deverá registrar uma expansão total do crédito em torno de 20% este ano, segundo informou o vice-presidente de assuntos corporativos da instituição, Pedro Paulo Longuini.

Ele esclareceu que a projeção de crescimento do crédito total se baseia na projeção de mercado para e avalia que, ao contrário do que ocorreu no ano passado, a expansão das concessões ocorrerá de forma similar nos bancos públicos e privados. “No que diz respeito ao crédito imobiliário os bancos públicos sempre terão vantagem, mas os outros segmentos devem mostrar equilíbrio maior este ano, com aumento das concessões“, disse após apresentação em reunião da Apimec no Rio.

Segundo ele, com as novas agências a serem abertas em várias regiões do País, o Santander vai totalizar 2.691 agências, além de 1.502 postos de atendimento. De acordo com o executivo, o Brasil hoje responde por 20% dos negócios do banco, enquanto a Espanha tem uma fatia de 26%. Longuini acredita que a tendência é de aceleração da participação brasileira nos negócios do grupo, já que a economia local está crescendo com maior velocidade do que a espanhola.

O executivo disse também, para os analistas de mercado financeiro presentes à reunião, que o processo de integração entre o Santander e o Banco Real está ocorrendo satisfatoriamente e, no caso das agências, essa integração ocorrerá a partir do segundo semestre de 2010.

Fonte: Estadão

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Curso Gratuíto, via WEB, de Gestão de Cooperativas de Crédito

March 13th, 2010 4 comments

O curso possui três módulos que tratam dos seguintes temas: – Módulo I – As Cooperativas de Crédito – Módulo II – Estrutura e Funcionamento das Cooperativas de Crédito – Módulo III – Gestão Contábil-financeira das Cooperativas de Crédito.

Objetivos: Propiciar ao participante o conhecimento e o desenvolvimento de práticas gerenciais necessárias a uma gestão efetiva e eficaz de cooperativas de crédito.

O Curso propiciará que os participantes desenvolvam competências para:

  • Módulo I – As Cooperativas de Crédito – Compreender as origens, princípios, bases e evolução do cooperativismo. – Compreender que a cooperativa como parte de um sistema econômico-financeiro e gerida de acordo com regras próprias.
  • Módulo II – Estrutura e Funcionamento das Cooperativas de Crédito – Reconhecer a importância da cooperativa de crédito para o desenvolvimento empresarial do associado e da comunidade. – Compreender a função do gerente na cooperativa de crédito e os limites de sua competência técnica.
  • Módulo III – Gestão contábil-financeira das Cooperativas de Crédito – Caracterizar os conceitos operacionais essenciais à gestão da cooperativa de crédito. – Compreender as noções básicas de demonstração financeira e de balanços empresariais e de cooperativa. – Compreender a importância dos controles internos

Inscrições no http://www.ead.sebrae.com.br/HotSite/CursoDetalhe.asp?CodCurso=33

Fonte: Sebrae

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Índice de poupança cai a 14% do PIB, o pior da era Lula

March 13th, 2010 No comments

SÃO PAULO – O índice de poupança da economia brasileira caiu drasticamente no ano passado, saindo de 18% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2008 para 14,6%. É o nível mais baixo do governo Luiz Inácio Lula da Silva, similar aos 14,7% de 2002. Esses porcentuais representam o que a população, as empresas e o governo conseguiram economizar em um ano.

É um parâmetro importante porque mede a capacidade do País de investir e aumentar sua produção de bens e serviços, sem recorrer a recursos internacionais, o que aumenta o déficit nas contas externas.

A forte queda do índice de poupança foi provocada pelo recuo dos investimentos e pela manutenção do consumo das famílias e do governo. Tradicionalmente, o índice do Brasil é baixo. O sistema de Previdência Social desestimula as pessoas a economizarem para o futuro, e o governo tende a gastar mais do que pode.

“O Brasil consumiu os fundamentos que vinha acumulando até a crise”, avaliou o economista-chefe da Corretora Convenção, Fernando Montero. Antes da turbulência internacional chegar ao País, a economia crescia com muito investimento, superávit fiscal e déficit internacional baixo.

Em 2009, apesar da crise, o consumo das famílias cresceu 4,1%. Para 2010, a previsão é que avance 7% – mesmo considerando que o Banco Central (BC) deve começar a subir a taxa de juros em breve. É um número expressivo, similar ao de 2008 e próximo aos aumentos recordes do Plano Real. Em 1994 e 1995, as famílias brasileiras consumiram 7,4% e 8,6% mais, respectivamente.

Fonte: O Estado de S. Paulo.

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Bancos – Resultados de 2009

March 13th, 2010 No comments

Após divulgados os balanços das principais instituições financeiras do Brasil é possivel agora reunir tais informações em um pequeno resumo:

  • Banco do Brasil: Ativos Totais de R$ 708,5 bilhões (+35,9%), Carteira de Crédito de R$ 300,8 bilhões (+ 33,8%), Lucro de R$ 8,506 bilhões (+ 27,2%).
  • Itaú Unibanco: Ativos Totais de R$ 608,3 bilhões (- 4,5%), Carteira de Crédito de R$ 278,4 bilhões (+ 2,4%), Patrimônio Líquido de R$ 50,7 bilhões (+ 16%), Lucro de R$ 10,066 bilhões (+ 29%).
  • Bradesco: Ativos Totais de R$ 506,2 bilhões (+ 11,4%), Carteira de Crédito de R$ 228 bilhões (+ 6,8%), Lucro de R$ 8,012 bilhões (+ 5,1%),
  • BNDES: Ativos Totais de R$ 387 bilhões(+ 39,4%), Carteira de Crédito de R$ 280 bilhões, Patrimônio Líquido de R$ 27,6 bilhões, Lucro de R$ 6,735 bilhões (+ 26,8%).
  • Caixa Econômica Federal: Ativos Totais de R$ 341,8 bilhões (+ 15,5%), Carteira de Crédito de R$ 124,4 bilhões (+ 55,3%),  Patrimônio Líquido de R$ 13,1 bilhões (+ 3,5%), Lucro de R$ 3 bilhões (- 23%).
  • Santander: Ativos Totais de R$ 315,9 bilhões (+ 7,4%), Lucro de R$ 5,508 bilhões (+ 54%).
  • HSBC: Ativos Totais de R$ 100,1 bilhões (- 10,7 bilhões), Carteira de Crédito de R$ 53,4 bilhões (+ 2,1%), Lucro de R$ 653,7 milhões (- 50%).
  • Banco Safra: Ativos Totais de R$ 65,8 bilhões, Carteira de Crédito de R$ 27,9 bilhões (+ 10,3%), Patrimônio Líquido de R$ 4,906 bilhões (+ 18,9%), Lucro Líquido de R$ 911,3 milhões (+ 8%).
  • Banco Votorantim: Carteira de Crédito de R$ 53,5 bilhões (+ 16%), Lucro de R$ 801,7 milhões (- 11%).
  • Banrisul: Ativos Totais de R$ 29,1 bilhões (+ 15,4%), Carteira de Crédito de R$ 13,4 bilhões (17,1%), Patrimônio Líquido de R$ 3,4 bilhões (+ 10,7 bilhões), Lucro de R$ 541,1 milhões (+ 7,2%).

Sistemas de Crédito Cooperativo:

  • SICREDI: Ativos Totais de R$ 16,2 bilhões (+ 25%), Carteira de Crédito de R$ 9,07 bilhões (+ 17%), Sobras de R$ 266 milhões (+ 39%).
  • UNICRED: Ativos Totais de R$ 5,4 bilhões (+ 18%), Carteira de Crédito de R$ 3,09 bilhões (+ 25%), Sobras de R$ 245 milhões (+ 23%).
  • CECRED SC: Ativos Totais de R$ 739 milhões (+ 41%), Carteira de Crédito de 434 milhões (+ 46%), Sobras de R$ 29,4 milhões (+ 96%).

Notícias mais lidas dos últimos 30 dias

March 13th, 2010 No comments
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Migração das Notícias

March 13th, 2010 No comments

Diante da mudança ocorrida no Blogger, ferramenta utilizada até hoje para a publicação das notícias neste endereço, mudamos o software de edição utilizado passando a utilizar agora o WordPress.

Com esta alteração as notícias publicadas até hoje permanecerão no link www.cooperativismodecredito.com.br/noticias e as novas notícias serão publicadas no www.cooperativismodecredito.com.br/news.

Caso não você não encontre aqui as notícias que estava procurando utilize a ferramenta de busca disponível no www.cooperativismodecredito.com.br.

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