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Archive for November, 2010

O Cooperativismo como fator de inclusão social

November 30th, 2010 1 comment
José Odelso Schneider

As Cooperativas são importantes instâncias de inclusão social nas comunidades e regiões em que atuam. Apesar disto, não é possível utilizar-se do cooperativismo como meio de inclusão social sem que seja conhecida sua filosofia e seu funcionamento.

As cooperativas não possuem um condão mágico para solucionar os problemas sociais, mas sem dúvida são norteadas por princípios e valores que possibilitam o seu funcionamento, movimento este baseado em solidariedade. Por isto o cooperativismo tem um apreço tão grande por um dos seus princípios mais importantes, conhecido mundialmente como “regra de ouro” que é a educação, pois é este princípio que nos proporciona conhecer os demais, bem como os valores cooperativos. Quanto mais ele estiver presente nos processos cooperativos, tanto mais se poderá contribuir para promover a inclusão social.

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Por que as cooperativas são importantes indutoras de inclusão social? Podemos apresentar algumas razões para tanto:

1) As cooperativas são organizações de pessoas livres e conscientes, que se organizam e mobilizam para a realização grupal, coletiva de um objetivo ou finalidade, que de forma individual não chegariam a realizar. Enquanto isto, as empresas capitalistas, expressões lidimas do individualismo, necessitam de capital para constituir-se como empresas;

2) Quando estruturadas em organizações pequenas e médias há um alto nível de confiança recíproca, que pode fortalecer processos de sinergia em prol de ações comuns. A confiança e a transparência recíproca são fundamentais para consolidar os processos participativos e decisórios, em prol de empreendimentos solidários e autogestionados;

3) O poder político e econômico é socializado, onde todos os associados são desafiados a participar, a escolher corretamente seus dirigentes, a decidir coletivamente em prol do bem comum do grupo. Sendo a cooperativa simultaneamente uma “associação de pessoas” e uma “empresa”, os associados são convidados a captarem cada vez mais e melhor quais as necessidades e as dinâmicas internas próprias e específicas de cada uma das duas dimensões. Isto requer uma consciência da complexidade das interações ao nível de associação, como também, ao nível de empresa. Ser um associado ativo, consciente e responsável nas suas decisões e escolhas, requer dele uma percepção das vantagens das ações coletivas, e, por outro lado, uma razoável cultura admiistrativa, para gerir, administrar e decidir corretamente em prol da entidade na sua dimensão de “empresa”.

4) Enquanto no sistema capitalista se manifesta a apropriação privada ou individual dos resultados, e se socializa os prejuízos, nas organizações cooperativas há uma equânime descentralização e distribuição dos resultados. No cooperativismo se divide a riqueza que foi gerada, de forma proporcional e equânime à contribuição efetiva de cada associado na produção do resultado coletivo.

5) Através de uma clara vontade política manifestada coletivamente e grupalmente, as cooperativas conseguem viabilizar formas ágeis de boas parcerias com os poderes públicos municipais e federal na consecução de seus objetivos comuns. As cooperativas podem passar a ser muito bons interlocutores entre as bases populares e os poderes públicos.

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Segundo Roberto Rodrigues, ex-Presidente da ACI Global, “as cooperativas são “a” opção e não apenas “uma opção”, porque geram valor agregado a vida das pessoas…” Pois quando se aposta em prol de uma cooperativa “tem-se a certeza de que

  1. se vence a exclusão,
  2. se gera emprego,
  3. se distribui equitativamente a riqueza e se potencializa a produtividade,
  4. se decide democrativamente,
  5. não se atenta contra o meio ambiente,
  6. se propaga o bem estar no meio comunitário,
  7. há vinculação com os setores econômicos,
  8. há a geração de produtos e serviços,
  9. há segurança e transparência
  10. de que em primeiro lugar e o mais importante são as pessoas.

 

Texto extraído do Jornal Cooperativista do Sicoob Amazônia (Edição 71) e de autoria de José Odelso Schneider

Sistema Sicoob conta com 588 cooperativas de crédito e 1,9 milhão de associados

November 30th, 2010 No comments

O Sistema Sicoob contava, em junho/10, com um total de 588 cooperativas de crédito e 1.865 pontos de atendimento. Nesta mesma data o número de associados era de 1.884.544.

Quando analisadas os PONTOS DE ATENDIMENTO, percebe-se que 874 deles (47% do total) estão vinculados à 24% das cooperativas de crédito (141), sendo estas de Livre Admissão de Associados.

No número de ASSOCIADOS, também as cooperativas de Livre Admissão, tem grande expressão. Estão vinculados às 141 cooperativas de livre admissão 44% dos associados do Sicoob (826 mil associados). Logo em seguida, com grande quantidade de associados estão as cooperativas de crédito de empregados públicos, com 371 mil associados, correspondendo a 20% do total.

Do total de ASSOCIADOS do Sicoob, 65% deles são da região Sudeste, com ênfase para o estado de Minas Gerais (663 mil associados) e São Paulo (406 mil associados). A região Sul vem em seguida com 20% dos associados, sendo Santa Catarina destaque com 315 mil associados). O Distrito Federal consta em 4º lugar, com 129 mil associados, sendo mais de 100 mil deles ligados à Sicoob Cooperforte.

Fonte: Sicoob

Sicredi Planalto das Araucárias promove campanha para premiar associados

November 29th, 2010 No comments

A Cooperativa de Crédito Sicredi Planalto das Araucárias PR/SC promove uma campanha especial para os associados. O cooperado que indicar um novo associado possibilita aos dois receberem uma raspinha para cada um, que dá direito a concorrer a diversos brindes imediatos e a prêmios maiores como: moto Honda Bros, televisores LCD, notebooks e máquina fotográfica.

A campanha já começou e segue até o dia 31 de março de 2011.

O superintendente da Sicredi, Rafael Preis, explica que a raspinha também é o cupom para concorrer aos prêmios maiores, devendo ser preenchida e depositada em urna na Unidade de Atendimento do município.

“Serão várias chances de ganhar, e os sorteios acontecerão na Assembleia Geral Ordinária da cooperativa, que acontece no início de 2011, na Lapa”, declara.

Segundo o presidente da Sicredi Planalto das Araucárias PR/SC, Luiz Roberto Baggio, esta promoção tem o objetivo de incrementar os negócios na área de atuação da cooperativa, gerando mais desenvolvimento para a região.

“Aumentando a base de associados a cooperativa tem condições de contribuir ainda mais para o desenvolvimento das cidades em que atua, seguindo o modelo de negócio cooperativista em que todo o recurso gerado pelo negócio permanece na região”, declara.

A SICREDI Planalto das Araucárias PR/SC possui 10 mil associados e R$ 71 milhões em recursos administrados, com Unidades de Atendimento nos municípios de São José dos Pinhais, Quitandinha, Rio Negro, Lapa, Contenda, Balsa Nova, Campo Largo, São Mateus do Sul e Paranaguá.

Fonte: Sicredi

Veja o discurso de Pauline Green falando sobre a irmandade de Nova Petrópolis e Sunchales

November 28th, 2010 No comments

 

Veja a cobertura do evento de irmanamento entre Nova Petrópolis e Sunchales clicando aqui.

 

A importância da Educação Cooperativista

November 28th, 2010 No comments
José Odelso Schneider

Em uma sociedade altamente individualista, competitiva e eficientista como a nossa, própria do atual contexto de globalização, importa que uma educação cooperativista defina claramente seus objetivos e conteúdos em relação ao tipo de homem e de sociedade que se pretende formar.

Parece válido poder afirmar-se que a educação cooperativista, antes de preocupar-se com a oportunização de estímulos que valorizem os procedimentos organizacionais e produtivistas, bem como as técnicas indispensáveis para uma boa atividade cooperativa, se concentre primordialmente na formação de pessoas solidárias, democráticas, capazes de auto-ajudar-se na base da entre-ajuda, capazes enfim de situar o interesse do grupo pelo menos no mesmo nível de importância do interesse individual e familiar.

Ora, tal tipo de educação e orientação situa-se totalmente na contramão da mentalidade hoje dominante, que fomenta o individualismo, a concorrência desenfreada, o passar a frente e, se for necessário, por cima dos demais, para obter êxito na vida profissional e familiar. A educação para a cooperação e a solidariedade andam assim na contra-corrente dominante e por isso, mais difíceis de serem difundidas junto as organizações cooperativistas e aos empreendimentos solidários.

A educação cooperativista deve propor-se, de ao nível de sociedade, ser um instrumento eficaz na construção de um tipo de convivência social onde a tão alardeada mas pouco realizada democratização de oportunidades, seja acompanhada pela democratização dos resultados atingidos pela sociedade.

Para fazer parte de uma cooperativa, diferente de uma empresa capitalista, é necessário que além de ser capaz na função, saiba exatamente a filosofia do movimento. É impossível falar em cooperativismo e em inclusão social sem ter conhecimento sobre o assunto.

 

Texto extraído do Jornal Cooperativista do Sicoob Amazônia (Edição 71) e de autoria de José Odelso Schneider

Na Sicoob Blucredi o associado ganha sempre

November 28th, 2010 No comments

Para uma cooperativa de crédito crescer, ela precisa ampliar, constantemente, os recursos disponíveis, para realizar operações financeiras e colocar à disposição dos sócios as melhores alternativas de acesso ao crédito e à rentabilidade do capital. Para tanto, a Blucredi desenvolveu opções atrativas aos associados, entre elas, R$ 430 mil em prêmios em 2010 e 2011.

Se este valor fosse dividido pelo salário mínimo, hoje em R$ 510,00, resultaria em 843 salários. Continuando na matemática, estes 843 salários divididos por 13 salários pagos anualmente (12 meses e o 13º, que compõem a remuneração anual de um trabalhador) levariam 64,8 anos para serem pagos. E se a divisão levasse em conta o preço do carro popular, R$ 25 mil, os R$ 430 mil seriam suficientes para a aquisição de 17,2 automóveis.

Divididos pelo preço médio de uma moradia do programa do Governo Federal – Minha Casa Minha Vida – de R$ 85 mil, a somatória dos prêmios distribuídos pela Blucredi corresponderia a cinco apartamentos.

Na matemática do cooperativismo de crédito, os associados sempre saem ganhando.

Fonte: Sicoob Blucredi – Blumenau/SC

Pauline Green apresenta palestra sobre o cooperativismo mundial em Nova Petrópolis/RS

November 26th, 2010 No comments
Presidente da ACI Global é presença confirmada para o evento de comemoração da irmandade entre Nova Petrópolis e Sunchales  Um dos momentos mais esperados do evento de comemoração da irmandade entre Nova Petrópolis e Sunchales, capitais do cooperativismo do Brasil e Argentina, é a palestra da presidente da ACI (Aliança Cooperativa Internacional) Global Pauline Green. A palestra será no dia 30 de novembro, às 17h40, no auditório do Centro de Eventos de Nova Petrópolis. 
Manuel Mariño, Raul Colombetti, Dame Pauline Green, Márcio Port e Mário José Konzen

A inglesa Pauline abordará a temática “Cooperativismo Mundial”, falando aos presentes sobre a filosofia cooperativista. A ACI Global é o órgão máximo relacionado ao cooperativismo no Mundo e tem sede na Suíça. 

O evento de comemoração da irmandade em Nova Petrópolis será aberto para a participação do público. Inscrições devem ser feitas até o dia 28/11/2010, de forma gratuita, pelo site capitaldocooperativismo.com.br, sendo que o participante só precisará arcar com os gastos relativos à alimentação. As vagas são limitadas.   A comemoração é um evento organizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul (Sescoop/RS), com o apoio da Casa Cooperativa de Nova Petrópolis e Prefeitura de Nova Petrópolis. 

Sobre Pauline Green:
Dame Pauline Green faz parte do Movimento Cooperativo há 35 anos. Ela era Chefe do Executivo e Secretária-Geral das Cooperativas do Reino Unido, cargo que ocupou de 2000 a outubro de 2009. Ela atuou como co-presidente das Cooperativas da ACI Europa, até sua eleição para presidente da ACI. Pauline tem desempenhado um papel ativo no movimento cooperativo internacional, particularmente em Cooperativas européias, e apoiou fortemente o processo de reestruturação da ACI.

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O Cooperativismo como gerador de renda e o seu impacto social

November 25th, 2010 No comments
José Odelso Schneider

As Cooperativas, por suas características de valorização da individualidade do associado e da cultura local, exercem um importante papel econômico e social em suas comunidades e respectivas regiões como geradoras de muitas oportunidades de trabalho e renda, como importantes instancias de viabilização especificamente dos micro e médios empreendimentos agropecuários, industriais e de serviços.

Convém considerar que o cooperativismo é um dos melhores mecanismos de distribuição regional da renda, já que qualquer melhoria de renda e ganho para os associados, representa geralmente uma imediata aplicação dos ganhos em investimentos e melhorias no patrimônio dos associados, nas localidades onde eles tem suas raízes e a maior parte de suas vivências e aspirações.

Ora, estas funções apresentadas, chocam-se frontalmente com os valores e as atitudes do modelo de desenvolvimento hoje hegemônico, que é o modelo neoliberal capitalista altamente competitivo, beirando a situações de efetivos conflitos sociais, que geram de um lado crescente criação de privilégios para poucos, com progressiva concentração de riquezas, de propriedade e de domínio do saber, em detrimento das grandes maiorias, cada vez mais marginalizadas e excluídas.

Além das cooperativas praticarem preços mais justos, tanto na compra como na venda dos produtos de seus e para seus associados, existe também o diferencial das cooperativas na distribuição das sobras ao final do exercício. Em qualquer das situações, sejam elas os negócios no dia-a-dia ou na distribuição dos excedentes, as cooperativas praticam a distribuição regional da renda. Esta renda é potencializada pelo efeito multiplicador da moeda, visto que, tais recursos ao circularem no município ou região em que foram gerados, propiciarão novos negócios, novos empregos e mais renda para as próprias comunidades.

Se tais recursos tivessem sido operados por empresas privadas provavelmente os preços dos produtos, tanto os pagos como os cobrados, seriam diferenciados, diminuindo o poder de compra dos consumidores ou fornecedores. Da mesma forma, os lucros obtidos pelas empresas privadas tenderiam a ser transferidos para outras regiões do estado ou do país, e mesmo que permanecesse no mesmo município em que foram gerados ficariam concentrados na mão de poucos, os donos de tais empresas.

  

INCLUSÃO SOCIAL: Por inclusão social entendia-se inicialmente o combate à exclusão social, geralmente ligada a pessoas de classe social, nível educacional, portadoras de deficiência física, jovens marginalizados, egressos prisionais, idosas ou minorias sociais entre outras que não tem acesso a várias oportunidades.

Inclusão Social é oferecer aos associados oportunidades de participarem da distribuição de oportunidades de trabalho e de renda do País, dentro de um sistema que beneficie a todos e não somente uma camada da sociedade.

O modelo econômico vigente no mundo se alimenta da exclusão de grande parcela da população em relação aos meios de produção.

É sabido que as cooperativas surgiram e continuam surgindo em tempos de crise. As cooperativas permitem obter a realização econômica para seus associados, distribuem renda, geram benefícios sociais e no plano político, permitem ao associado espaços de participação e a assunção do protagonismo no processo decisório da atividade econômica e organizacional. Há quem entenda que o cooperativismo pode ser considerado uma terceira via, entre o capitalismo e o socialismo que pode levar a inclusão social, pois ao gerar empregos para a sociedade, as pessoas estão sendo incluídos no processo produtivo.

 

EDUCAÇÃO COOPERATIVISTA: Para fazer parte de uma cooperativa, diferente de uma empresa capitalista, é necessário que além de ser capaz na função, saiba exatamente a filosofia do movimento. É impossível falar em cooperativismo e em inclusão social sem ter conhecimento sobre o assunto.

Texto extraído do Jornal Cooperativista do Sicoob Amazônia (Edição 71) e de autoria de José Odelso Schneider

Rede de atendimento bancário em Santa Catarina

November 25th, 2010 No comments
O Sicoob possui a 2ª maior rede de atendimento em Santa Catarina

Com base em informações obtidas da Febraban, do Sicredi, Sicoob, Unicred, Cecred e Cresol divulgamos abaixo a quantidade de agências bancárias existentes em Sanat Catarina nesta data:

  1. Banco do Brasil: 380 agências
  2. Sicoob: 289 pontos de atendimento
  3. Bradesco: 146 agências
  4. Itaú: 100 agências
  5. Caixa Econômica Federal: 97 agências
  6. Cecred: 90 unidades de atendimento
  7. Cresol: 75 pontos de atendimento
  8. Santander: 54 agências
  9. HSBC: 51 agências
  10. Unicred: 48 pontos de atendimento
  11. Sicredi: 32 unidades de atendimento
  12. Banrisul: 23 agências

Em Santa Catarina as cooperativas detém 534 pontos de atendimento, representando 39% de toda a rede de atendimento do estado.

O Sicoob que detém a 2ª maior rede de atendimento tem 21% do total dos pontos de atendimento de Santa Catarina. O Banco do Brasil tem a maior rede de atendimento no estado visto ter adquirido o BESC (Banco do Estado de Santa Catarina), incorporando assim sua rede de atendimento no estado.

Rede de atendimento bancário no Rio Grande do Sul

November 25th, 2010 No comments

O Sicredi possui a maior rede de atendimento no Rio Grande do Sul

Com base em informações obtidas da Febraban, do Sicredi, Sicoob, Unicred e Cresol divulgamos abaixo a quantidade de agências bancárias existentes no Rio Grande do Sul nesta data: 

  1. Sicredi: 499 Unidades de Atendimento
  2. Banrisul: 398 agências
  3. Banco do Brasil: 353 agências
  4. Caixa Econômica Federal: 194 agências
  5. Bradesco: 180 agências
  6. Itaú: 176
  7. Santander: 147
  8. Cresol: 79
  9. Unicred: 62
  10. HSBC: 50
  11. Sicoob: 3

No Rio Grande do Sul as cooperativas detém 643 pontos de atendimento, representando 30% de toda a rede de atendimento do estado. 

O Sicredi que detém a maior rede de atendimento tem 23% do total.

Meirelles confirma saída do Banco Central: Alexandre Tombini deve ser o sucessor

November 25th, 2010 No comments
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, confirmou nesta quarta-feira (24) que está deixando o comando da autoridade monetária no fim deste ano. Com isso, não permanecerá no BC na gestão da presidente eleita, Dilma Rousseff.

“Acredito que, um profissional deve iniciar e concluir sua missão na hora certa. Regras de boa prática de governança de BCs aconselham de que um presidente de BC não fique mais do que dois mandatos. No Brasil, coincide com mandato do presidente da República. É o momento adequado para encerrar a missão. Estou feliz, gratificado e realizado”, declarou Meirelles a jornalistas.

O mais cotado para substituir Meirelles é o diretor de Normas do BC, Alexandre Tombini. Antes de sair, Meirelles ainda comanda a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, marcada para 7 e 8 de dezembro. A expectativa do mercado financeiro é de que a taxa básica de juros permaneça estável em 10,75% ao ano.

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Rochdale poderá ser declarada a Capital Mundial do Cooperativismo

November 24th, 2010 No comments

Márcio Port, Ramón Imperial, Irno Pretto e Raul Colombetti

Durante a XVII Conferência Regional da ACI Américas, realizada em Buenos Aires, o Presidente da ACI Américas, Ramón Imperial, compartilhou com cooperativistas de Nova Petrópolis, de Sunchales, da OCERGS e da OCB, que a ACI Global está empenhada em tornar a cidade de Rochdale na Inglaterra, na Capital Mundial do Cooperativismo.

Segundo Ramón Imperial, “acreditamos que ninguém vá discutir o fato de ser Rochdale a cidade que merece o título de Capital Mundial do Cooperativismo“.

Além desta proposta, a ACI Américas também buscará junto à ACI Global o desenvolvimento do projeto de irmandades cooperativistas proposto pelos municípios de Nova Petrópolis/RS e de Sunchales/ARG e que consiste em estimular que todos os países com expressão cooperativa reconheçam as cidades que são suas capitais nacionais do cooperativismo. Este projeto consta em proposta enviada por ambos os municípios para a ACI Américas e que agora está sendo defendida pelo Sr. Ramón Imperial. A proposta prevê que tal reconhecimento ocorra no ano de 2012, o ano declarado pela ONU como o “Ano das Cooperativas”.

Ainda segundo Ramón Imperial, em havendo sucesso nesta proposta, “estimularemos que a cidade de Rochdale faça seu irmanamento com as precursoras Nova Petrópolis e Sunchales, dando início à uma rede de cooperativas irmanadas.”

 

A reunião contou com as presenças de Joana Marinho Nogueira (OCB), Irno Augusto Pretto (OCERGS), Márcio Port (Casa Cooperativa de Nova Petrópolis) e Raúl Colombetti (Casa Cooperativa de Sunchales).

A irmandade das cidades de Nova Petrópolis e Sunchales ocorrerá no próximo dia 26/11/2010. Veja os detalhes.

Por Márcio Port

Banco Central mostra mapa da inclusão financeira no País

November 23rd, 2010 No comments

O Brasil tem 1,4 agência bancária e 15,1 mil canais de distribuição de produtos financeiros por dez mil adultos. Os números deixam o Brasil em situação melhor que os demais países em desenvolvimento, porém bem abaixo dos países desenvolvidos. Esses e outros dados fazem parte do “1º Relatório de Inclusão Financeira do Banco Central: Construindo um Mapa da Inclusão Financeira no Brasil” divulgado na quarta-feira (17), durante o II Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, em Brasília.

Antes de apontar alguns números do relatório, a consultora do Departamento de Normas do Sistema Financeiro do BC, Elvira Cruvinel Ferreira Ventura, explicou que o documento reflete a primeira edição do Fórum, realizado no ano passado, em Salvador. “Os resultados indicam a necessidade de, para efetivo diagnóstico, organizar e consolidar essas informações, dando início à construção do mapa da inclusão financeira brasileira”, disse.

A consultora explicou ainda que, o primeiro passo para a confecção do relatório foi organizar e consolidar dados e informações disponíveis no banco de dados do Banco Central, oriundos das instituições financeiras. Também foram utilizadas informações de outros países, como o México, para servirem de parâmetro. “Esse mapa se consubstanciará com a realização de pesquisas em parcerias institucionais e será significativo para estruturação de políticas de inclusão financeira, com metas e indicadores associados, a partir de 2011”.

No relatório são considerados canais de distribuição as agências bancárias, postos de atendimento Bancários (PAA), postos avançados de atendimento bancário eletrônico (PAE), correspondentes no País, cooperativas de crédito e postos de atendimento cooperativo (PAC).
O relatório apresenta indicadores demográficos e geográficos com relação a cada canal de distribuição, por região e unidade da Federação. Tais indicadores devem ser analisados conjuntamente, já que possuem focos distintos, porém complementares, no exame do nível de capilaridade da rede de atendimento ao usuário do sistema financeiro.

O indicador “número de agências por 10 mil adultos” revela que a Região Norte está 45% abaixo da média nacional, que é de 1,36. Da mesma forma, a Região Nordeste, que tem maior densidade demográfica, possui posição semelhante, 47% abaixo da média. Por outro lado, a Região Sul possui o maior índice, 28% superior à média nacional, seguido da região Sudeste, 27% superior, e, por último, a região Centro-Oeste, 4% acima da média.

Com relação à distribuição geográfica, o País possui 2,33 agências por mil quilômetros quadrados, embora a variação seja grande quando são comparadas as cinco regiões brasileiras. A Região Sudeste possui, aproximadamente, cinco vezes mais agências por mil km² do que a média nacional, enquanto as regiões Norte e Centro-Oeste sequer alcançam uma agência por mil km². Cabe ressaltar que contribuem para o baixo índice as extensas dimensões dessas regiões e sua baixa densidade demográfica, especialmente no tocante ao Norte.

Com o levantamento das informações, o Banco Central espera em 2011 ampliar a abordagem do tema inclusão financeira, além de aprofundar a articulação dos atores envolvidos, uma vez que estão mais claras as necessidades do setor e os objetivos pertinentes à instituição. Para tanto, está sendo realizado o II Fórum, que pretende aprofundar as discussões dos temas apresentados nesse documento”, finalizou Elvira Cruvinel.

Como desafios para aprimorar o processo de inclusão financeira da população, a consultora listou o aprimoramento e a adequação dos dados, a necessidade de massificação dos serviços de crédito, o fortalecimento da estrutura institucional, e o enfrentamento do desafio da educação financeira e do consumidor.

O ’1º Relatório de Inclusão Financeira do Banco Central: Construindo um Mapa da Inclusão Financeira no Brasil’ está disponível na íntegra no site do Banco Central. (link)

Fonte: Capitalnews.com.br

Mapa da inclusão financeira no Brasil, veja alguns dados divulgados

November 23rd, 2010 No comments

Durante o II Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, em Brasília foi apresentado o “1º Relatório de Inclusão Financeira do Banco Central: Construindo um Mapa da Inclusão Financeira no Brasil” divulgado na quarta-feira (17).

 

 

A distribuição geográfica das instituições reflete, a grosso modo, a distribuição da riqueza no país, com maior presença na região Sudeste, seguida pela região Sul.

 

 

Os bancos públicos e privados são os principais agentes no processo de intermediação financeira, representando, em junho de 2010, 84% em termos de ativo do total do sistema financeiro, e sua atuação estende-se às regiões menos favorecidas por meio de seus vários canais de distribuição.

As cooperativas de crédito também possuem papel importante na oferta de serviços financeiros. Embora a maioria delas, organizadas em sistemas cooperativos, conte com rede ampla de canais de atendimento, tais instituições caracterizam-se por uma atuação regional, captando e aplicando localmente, ao contrário das instituições bancárias tradicionais, cujas decisões de investimento são predominantemente de âmbito nacional.

A rigor, as cooperativas conseguem reverter parte dos benefícios da atividade financeira para a comunidade local, por meio, por exemplo, de menores tarifas e de retorno das sobras financeiras. Aproximadamente 30% das cooperativas de crédito localizam-se na região Sul, quase 50% na região Sudeste, 10% na região Nordeste, 9% na região Centro-Oeste e 6% na região Norte.

 

A tabela abaixo demonstra a distribuição das agências e canais de distribuição entre os diversos estados brasileiros.

 

Fonte:  www.bcb.gov.br/?RELINCFIN

Grameen Bank vai abrir unidade no Brasil em 2011

November 23rd, 2010 No comments

Grameen Bank, que fornece microcrédito para a população carente, foi criado pelo Nobel da Paz Muhammad Yunus

O Grameen Bank, conhecido no mundo como o “banco dos pobres“, deu o primeiro passo concreto para iniciar suas atividades no Brasil. A instituição, criada pelo Nobel da Paz Muhammad Yunus, fechou esta semana um acordo para que o escritório Mattos Filho preste apoio jurídico para que a instituição de Bangladesh abra suas portas no País a partir de 2011.

Caberá aos advogados avaliar todas as regras societárias, tributárias e de regulamentação para ajudar a instituição a se adequar às condições impostas pela legislação brasileira.

Especializado na concessão de microcrédito, o Grameen Bank não terá de pagar nada pelos serviços do Mattos Filho, que doará horas de trabalho à instituição dentro do programa de advocacia gratuita (pro bono) criado pelo escritório há dez anos. “Para nós é uma honra estar nesse projeto, com essa atividade que é única no mundo”, afirmou Roberto Quiroga, sócio do Mattos Filho. A advogada Marina Procknor, que também é sócia do escritório, será a porta-voz do Grameen no Brasil, e ficará em Bangladesh por cinco semanas para entender como funciona o banco.

Uma das primeiras tarefas dos advogados será avaliar a regulamentação do setor bancário brasileiro. “Será o primeiro banco sem fins lucrativos. Teremos de ver como é a parte regulatória com o Banco Central e as autoridades“, explicou Quiroga.

Ainda não há uma definição sobre quais serão as fontes de recursos para garantir ao Grameen condições de aplicar no Brasil sua experiência de microcrédito para a população carente, atividade que garantiu à instituição e seu criador o Nobel da Paz em 2006.

Muhammad Yunus

População pobre: A ideia original do Grameen Bank data de 1976, quando Yunus lançou um projeto para avaliar as possibilidades de construir um sistema que oferecesse serviços bancários para a população pobre de áreas rurais. A primeira experiência prática ocorreu em uma região próxima à universidade em que ele lecionava.

A partir de 1983, o governo de Bangladesh editou uma lei transformando o Grameen em um banco independente. Atualmente, a população pobre que toma empréstimos no banco detém 90% das ações da instituição. Os 10% restantes são do governo.

?Fonte: Estadão

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1° Congresso Latinoamericano de Microcrédito ocorreu na Argentina

November 23rd, 2010 No comments
Microcrédito, responsabilidade ambiental e soberania alimentar foram as principais questões tratadas no 1° Congresso Latinoamericano de Microcrédito Cerca de 2 mil participantes, que representaram 1.500 organizações de 10 países, estiveram reunidos entre 16 e 19 de novembro em Buenos Aires, na Argentina, para participar do 1° Congresso Latinoamericano de Microcrédito. Organizado pelo Programa Nacional de Microcrédito do Ministério do Desenvolvimento Social da Nação Argentina, o encontro proporcionou a socialização de experiências através de 140 expositores, entre eles o Sistema de Cooperativas de Crédito Rural com Interação Solidária (Cresol Central SC/RS) que foi representado pelo Diretor Presidente, Egon Gabriel Junior.

No encontro os participantes socializaram experiências para dispor microcrédito, mas ao mesmo tempo evocou-se uma preocupação com relação à preservação ambiental – em especial pela terra e água –, e a distribuição de microcrédito de forma coletiva.
   
A Ministra do Desenvolvimento Social da Nação, Alicia Kirchner, ressaltou que é preciso a América Latina unir-se mais porque os países integrantes são bons produtores de alimentos, mas por falta de integração de pesquisas acabam exportando a produção para ser industrializada e após importam com valores altos.

Egon Gabriel Junior descreve que um dos pontos apontados no encontro foi que cada entidade avalie a sua produção e a forma de comercialização. “É fundamental que avalie-se o que vamos produzir, como, com qual tecnologia e para que consumidor será o destino”. Ele descreve que foi consenso dos participantes que é preciso ter uma visão social, de preservação e de pensar nas ações coletivas para crescimento da instituição e de toda a sociedade.
   
Através da exposição das experiências Cresol, foi notório que somos bem vistos e que outros países estão interessados na nossa tecnologia de trabalho. Mesmo havendo restrições por não haver políticas públicas nestes países, a Cresol é apontada como exemplo de uma importante moeda de desenvolvimento social”, finaliza Gabriel Junior.

 Fonte: Cresol

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Setor bancário é marcado por fusões e compras

November 23rd, 2010 No comments

Na última década o Brasil acompanhou uma série de aquisições e fusões de bancos dentro de seu mercado. Nos últimos anos, os mais chamativos foram a incorporação da Nossa Caixa ao Banco do Brasil, o que contribuiu para que ele se tornasse o maior do País, e a fusão do Unibanco e do Itaú, formando uma das maiores empresas do setor financeiro da América Latina.

O País acompanhou grandes movimentações das empresas no final dos anos 90, quando o HSBC entrou no mercado com a compra do Bamerindus, o Excel se firmou com a compra do Econômico e depois se juntou ao BBVA e o Bradesco adquiriu o BCN, começando uma série de compras que se estendeu até 2002, quando comprou o Banco Mercantil de São Paulo, a quinta incorporação em seis anos.

Nos últimos anos, as aquisições foram cruciais para definir o posicionamento das instituições no ranking de maiores empresas financeiras da América Latina, liderada por brasileiros.

O Bradesco, que era o maior banco privado, foi ultrapassado pelo Itaú Unibanco. Este, que foi criado em 2008, também ultrapassou o Banco do Brasil (BB), que retomou a ponta meses depois, comprando a Nossa Caixa e o Banco Votorantim.

Confira as fusões e compras mais importantes dos últimos anos:

Bradesco – Banco Ibi
Em 2009, o Bradesco anunciou a compra do Ibi, braço financeiro das lojas C&A, por cerca de R$ 1,4 bilhão de reais em ações. Com a operação, o banco dobrou sua base de clientes de cartões de crédito. A operação ocorreu depois que o Bradesco caiu da primeira posição entre os bancos privados do País, após o Itaú ter assumido o controle do Unibanco.

Banco do Brasil – Nossa Caixa
O Banco do Brasil anunciou em 2008 o entendimento com o Estado de São Paulo para a aquisição do controle acionário da Nossa Caixa. O valor da operação foi de R$ 5,386 bilhões. Na época, o banco havia sido passado pelo Itaú Unibanco no mercado nacional e estava tentando voltar ao topo do mercado.

Itaú – Unibanco
Os bancos Itaú e Unibanco anunciaram, em 2008, a fusão de suas operações, em meio à crise financeira global. O total de ativos combinado foi de cerca de R$ 575 bilhões, tornando-se o maior do hemisfério sul e um dos 20 maiores do mundo. No ato da fusão, os controladores da Itaúsa e Unibanco constituíram uma holding em modelo de governança compartilhada, com a presidência do Conselho de Administração a cargo de Pedro Moreira Salles, enquanto Roberto Egydio Setubal ficou como presidente Executivo

Santander – ABN Amro – Real
O consórcio de bancos integrado pelo espanhol Santander, o britânico Royal Bank of Scotland e o belga-francês Fortis compraram, em 2007, 86% das ações do banco holandês ABN Amro, que no Brasil controlava o Banco Real. Com a compra, o banco espanhol se fixou entre as maiores instituições financeiras do mercado nacional.

Fonte: Sindicato dos Bancários

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A própria essência cooperativista impulsiona a Sicredi União PR

November 21st, 2010 1 comment

Fundada pela Cocamar em 1985, a então Cooperativa de Crédito Rural de Maringá Ltda, que passou a integrar o Sistema Sicredi em 1998, está hoje entre as maiores organizações em seu segmento no Brasil. Completando 25 anos e com o nome de Sicredi União PR, a cooperativa conta com 41 mil associados, 61 unidades de atendimento, 450 colaboradores e ativos de R$ 600 milhões. A campanha “Sorte em Dobro”, que vai entregar duas casas no início de 2011 entre os associados que indicarem novos sócios, faz parte da estratégia de crescimento.

O grande atrativo da cooperativa está em sua própria essência, costuma dizer o seu presidente, Wellington Ferreira. São os diferenciais da instituição – resumidos no fato de que ela tem associados (que são donos) e não clientes, podendo atuar como um banco sem deixar de ser cooperativa – que a distinguem no mercado.

Grande Potencial
Em entrevista, o presidente do Banco Cooperativo Sicredi, Ademar Schardong, disse que a Sicredi União PR “é um caso de grande sucesso no sistema cooperativista de crédito brasileiro”. Segundo ele, ao absorver duas cooperativas em 2009, a instituição “colocou-se diante do maior potencial de desenvolvimento do sistema”.

Na visão de Schardong, “a perspectiva é fantástica” e a cooperativa caminha para ser a maior “por muitos anos” do sistema Sicredi no Brasil. Para que isto aconteça, acrescenta, “ela tem que entregar operações, produtos e serviços de qualidade, da forma como vem fazendo”. E, em suma, “apresentar-se na comunidade como uma cooperativa de crédito, e não um banco”.

Para Schardong, que se disse “um admirador dos gestores da cooperativa, por fazerem dela uma referência no País”, em pouco tempo a instituição chegará à marca de 100 mil associados e de R$ 1 bilhão em ativos.

Fonte: Cocamar

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Cooperativismo das Américas já está reunido em Buenos Aires

November 21st, 2010 No comments

Líderes do Cooperativismo das Américas já está reunido em Buenos Aires para participar da XVII Conferência Regional da ACI Américas.

Veja o vídeo abaixo em que Ramón Imperial, Presidente da ACI Américas, convida os cooperativistas para o evento. Ramón Imperial é também o Presidente da Caja Popular Mexicana (a maior cooperativa de crédito da América Latina).

Saiba mais sobre a conferência no http://www.aciamericas.coop/CR2010/

 

Sicredi lança o Consórcio de Serviços

November 21st, 2010 No comments

Alinhado aos constantes movimentos do mercado e sempre buscando atender de forma plena as necessidades dos associados e os interesses das cooperativas filiadas ao sistema, o Sicredi Consórcios está lançando mais um importante produto, o Sicredi Consórcio Serviços.

O novo produto, que já se destaca no mercado, permite que o crédito seja utilizado para a contratação de uma infinidade de serviços, oferecendo diversas opções aos consorciados e uma nova e potencial fonte de receita para as cooperativas. Entre os vários serviços que poderão ser contratados através do consórcio, segue alguns exemplos:

  • viagens, estudos (graduação, pós-graduação), festas (casamentos, aniversários e formaturas), cirurgias estéticas e corretivas (implantes), consultorias, projetos para reformas, entre outros.

O novo produto contará com prazo de pagamento em 36 meses.

“O consórcio é uma opção de compra de forma planejada, seja qual for o bem escolhido. Com crescimento de 33% nos sete primeiros meses de 2010, o sistema de consórcios ocupa atualmente o terceiro lugar entre as formas de investimentos preferidas pelo brasileiro da classe C. ”  Jornal ABCD MAIOR AUTOS, 29/09/2010

Sicredi Consórcios: o Sicredi possuia em julho/10 52 mil cotas de consórcio, sendo a 13ª maior administradora de consórcios do Brasil quando analisados todos os ramos de consórcios.

Destaque no Consórcio de Motos: O Sicredi é atualmente a 4ª maior administradora de consórcios do Brasil no segmento de Consórcios de Motos.

Fonte: Sicredi

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Sebrae lança material sobre o Cooperativismo

November 21st, 2010 No comments

Está disponível no site http://www.sintracesp.org.br/informativos/view.asp?id=43 o material desenvolvido sobre o Sebrae falando de Cooperativas.

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Ademar Schardong fala sobre Governança Cooperativa

November 18th, 2010 No comments
Ademar Schardong

O alinhamento do processo de gestão das Cooperativas de Crédito às boas práticas de governança corporativa, mais que uma recomendação normativa, assume dimensões próprias do objeto dessas organizações.

Como instituição financeira, a cooperativa de crédito está sujeita aos riscos decorrentes da sua atividade fim: risco de liquidez, de crédito, de mercado, operacional e de imagem. Mitigar estes riscos e alinhar o processo de gestão às características próprias do tipo societário é desafio presente dos seus líderes e administradores.

Nesta direção, a Lei complementar 130/2010 e a Resolução do 3859/2010 do Conselho Monetário Nacional, estabelecem condições específicas para as cooperativas de crédito, relativamente à estrutura organizacional e de gestão, na esteira do Projeto de Governança Cooperativa apresentado pelo Banco Central do Brasil.

Recomendou o legislador, para a estrutura de gestão das cooperativas de crédito, observâncias aos seguinte critérios:

  • Exigência de segregação das funções estratégicas e executivas às cooperativas singulares, de Livre admissão e de Empreendedores, como a implantação de Diretoria Executiva subvordinada e eleita pelo seu Conselho de Administração;
  • Manutenção do foco na implantação de sistemas de controles internos;
  • A possibilidade de adotar a representação proporcional aos associados nas cooperativas centrais de crédito.

Não obstante, acreditamos que alinhamento do processo de gestão das cooperativas de crédito deve ser forjado a partir das necessidades de preservação do tipo societário (participação qualificada dos sócios no processo de gestão) e da eficácia do seu objeto.

Este último dependente de uma estrutura que leva em consideração os seguintes pressupostos:

  1. posicionamento,
  2. escala mínima para enfrentar os competidores,
  3. atendimento do objeto da sociedade,
  4. eficiência na parestação de serviços e
  5. contratação de operações e geração de resultado que justifique a existência do empreendimento.

Portanto, as boas-práticas de governança nas cooperativas de crédito não estão disponíveis aos seus líderes e administradores, elas se impõem como pressupostos à competitividade, credibilidade e sucesso do empreendimento.

Ademar Schardong é o Presidente Executivo do Sistema Sicredi.

Fonte: Revista Gestão Corporativa

Milionários têm R$ 337 bilhões aplicados em bancos, aponta Anbima

November 18th, 2010 No comments

SÃO PAULO – Os brasileiros de alta renda têm R$ 337 bilhões aplicados nas áreas privates dos bancos do País, segundo levantamento inédito da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). A expectativa é que esse mercado cresça entre 20% e 21% este ano, influenciado por fatores como o aquecimento da economia, segundo o executivo Rogério Pessoa, da Anbima.

Para ser considerando um investidor da área private dos bancos, em geral, é necessário ter no mínimo R$ 1 milhão aplicado. A estimativa da Anbima é que o número total desses aplicadores pode chegar a 150 mil pessoas no Brasil.

Os produtos preferidos das pessoas de alta renda são fundos de investimento, que respondem por 42% das aplicações. Papéis de renda fixa, como títulos emitidos pelo governo, respondem por 34%. As ações de empresas lançadas da bolsa ficam com 19%. Os 5% restantes estão investidos em outros produtos, como poupança e planos de previdência, segundo o levantamento da Anbima.

Diferentemente do investidor comum, as pessoas de alta renda possuem um perfil mais arriscado. Apenas 13% aplicam em fundos de renda fixa, os mais conservadores. Os preferidos são os multimercados, carteiras de maior risco, que aplicam em ações, renda fixa, moedas e derivativos. Essas aplicações respondem por 52% da alocação de recursos. Quando se considera todo o setor de fundos brasileiro, a alocação em multimercados é bem menor, de 24%. Já na renda fixa, o porcentual é maior, de 28%.

Quando se considera a distribuição nacional dos recursos dos milionários, São Paulo concentra a maior parte das aplicações, com 56% dos recursos. No Rio de Janeiro estão 18%; em Minas Gerais e Espírito Santos, 9%. A região Sul responde por 13%, seguida pelo Nordeste, com 9% e Centro-Oeste com 2%. A região Norte apresentou número muito pequeno e por isso não aparece na estatística.

Este é o primeiro levantamento que a Anbima fez do mercado de private banking no Brasil. As estatísticas foram coletadas com o próprios bancos, que informaram dados desde dezembro do ano passado. Naquele mês, as aplicações na área private somavam R$ 291 bilhões. Em junho desse ano, os investimentos saltaram para R$ 311 bilhões e chegaram aos R$ 337 bilhões no final de setembro.

De acordo com Pessoa, a partir de agora os bancos sócios da Anbima serão obrigados a mandar os dados para a entidade. Com isso, se pretendem criar estatísticas regulares, como já ocorre com o mercado de fundos de investimento. Segundo o levantamento, o setor de private banking tem 1,5 mil profissionais no Brasil.

Fonte: Estadão

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Meirelles: Inclusão financeira está na base do crescimento

November 18th, 2010 1 comment

Henrique Meirelles

BRASÍLIA — O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse nesta quinta-feira (17) que a inclusão financeira das pequenas empresas e dos empreendedores é fundamental para o crescimento sustentável em qualquer economia. Além disso, lembrou que a exclusão financeira das populações de baixa renda não condiz com a construção de uma sociedade democrática.

Segundo Meirelles, o Brasil está vencendo o desafio da inclusão financeira, ou bancarização, com base na maior capilaridade do sistema financeiro que hoje está presente em todos os locais do país. Mesmo onde não tem agências físicas de bancos, a população pode contar com cooperativas de crédito, casas lotéricas e correspondentes bancários para suas movimentações.

As afirmações foram feitas durante painel no 2º Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, no qual ele falou sobre as facilidades de acesso aos serviços bancários pelas populações mais carentes e da obtenção de crédito por pessoas físicas e empresas de pequeno porte, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estava presente.

Meirelles salientou que a mudança da realidade brasileira, com mais inclusão financeira, foi decisiva para o fortalecimento do mercado doméstico e para a criação de condições adequadas que permitiram ao país sair mais cedo da crise financeira mundial, deflagrada em setembro de 2008 com a quebra do Banco Lehman Brothers, dos Estados Unidos.

“Não há dúvidas que a inclusão é fundamental para garantir mais cidadania”, disse ele. Além disso, acrescentou que o impacto da inclusão financeira e do microcrédito são de grande importância, porque “geram aumento de consumo, movimentam a economia real, e esse componente é muitas vezes ignorado”.

Fonte: DCI

Empregado de cooperativa sem direito a jornada de bancário de 6h

November 17th, 2010 1 comment

Em decisão unânime, a Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu dos créditos salariais devidos pela Unicred (Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos da Região Nordeste do Rio Grande do Sul) a ex-empregado o pagamento das horas extras a partir da sexta diária.

A relatora do recurso de revista da Unicred, ministra Kátia Magalhães Arruda, esclareceu que a jurisprudência do TST considera inviável o enquadramento dos empregados de cooperativas de crédito na categoria dos bancários, para fins de concessão da jornada especial de seis horas diárias prevista para os bancários no artigo 224 da CLT.

Tanto a sentença de origem quanto o Tribunal do Trabalho gaúcho (4ª Região) tinham condenado a empresa a pagar as horas extras, por entenderem que uma cooperativa de crédito enquadra-se na definição de instituição financeira, logo possuem características semelhantes aos bancos.

O TRT ainda aplicou ao caso a Súmula nº 55 do TST, segundo a qual “as empresas de crédito, financiamento ou investimento, também denominadas financeiras, equiparam-se aos estabelecimentos bancários para os efeitos do art. 224 da CLT”. Assim, concluiu o Regional, o empregado tinha direito à jornada diária de seis horas.

Empregado de cooperativa sem direito a jornada de bancárioNo TST, a cooperativa de crédito alegou que não podia ser considerada como instituição financeira, porque os bancos visam, principalmente, à obtenção de lucro e as cooperativas à defesa dos interesses de seus cooperados. Além do mais, era regida por lei específica (Lei nº 5.764/71).

De acordo com a ministra Kátia Arruda, de fato, não há previsão legal para a extensão da jornada de seis horas dos bancários aos empregados de cooperativas de crédito. A relatora levou em conta também a Orientação Jurisprudencial nº 379 da Seção I de Dissídios Individuais do TST que trata justamente da impossibilidade de equiparação dos trabalhadores dessas duas categorias, diante das diferenças estruturais e operacionais entre as instituições financeiras e as cooperativas de crédito.

Fonte: TST – (link)

Soluções SAP sustentam planejamento estratégico da Unicred Centro Brasileira

November 17th, 2010 No comments

Cooperativa de crédito da área da saúde, a Unicred Centro Brasileira atua há mais de 17 anos no mercado. Com mais de 7 mil associados, a cooperativa estabeleceu em 2005 um planejamento estratégico para modernizar o atendimento em suas mais de 11 Unidades de Atendimentos e acelerar o crescimento na sua área de atuação.

Diante da acirrada concorrência, a empresa entendeu que novos investimentos em TI seriam necessários não apenas para aprimorar processos, mas consequentemente para reduzir custos de manutenção tecnológica e maior capacidade de aproveitamento de oportunidades e atendimento das expectativas dos cooperados. Para isso a Unicred Centro Brasileira em conjunto com as demais co-irmãs da Brasil Central, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Amazonas Ocidental, começou a buscar soluções de tecnologia que pudessem integrar seus processos e ajudá-la a colocar em prática tal plano estratégico de crescimento estabelecido para os próximos cinco anos. Foram analisados projetos existentes em outras cooperativas e instituições.

Ainda inédita no sistema financeiro brasileiro, o SAP for Banking foi a solução encontrada pela cooperativa. “Estava em uso em vários Países na Europa e America do Norte e, bastante utilizada nas cooperativas da Europa “, recorda Dr. Clidenor Gomes Filho, diretor Presidente da Unicred

Com ferramentas que ajudam no planejamento estratégico, contabilidade financeira, controle de crédito e relatórios para toda a cooperativa, além de recursos para análise de resultados, análise de risco e módulos totalmente integrados, a solução atende às necessidades da Unicred. “A Unicred foi à primeira instituição financeira do Brasil a utilizar a solução Core da SAP para Bancos”, destaca o executivo.

“O SAP for Banking permite clareza aos processos dentro da cooperativa, bem como para os cooperados”, afirma o executivo. “Por ser um sistema completo, permite alta produtividade com grau de excelência equivalente as organizações financeiras do país”, completa.

Realizada em etapas, a implantação teve duração de 12 meses. Foi iniciada em 2005, nas unidades em Goiás, Distrito Federal e Tocantins, seguindo depois para as cooperativas de Rio Verde e Anápolis – GO. No início de 2006 foi a vez de Minas Gerais e da Amazônia e, em seguida, as unidades do Rio de Janeiro e Mato Grosso tiveram os sistemas migrados.

Para garantir a tranquila migração e implantação de novas tecnologias, as cooperativas criaram a Abraccinti, um centro de competência, responsável por assegurar o suporte técnico necessário.

Com a renovação tecnológica, a Unicred Centro Brasileira passou a contar com operações em tempo real, interligou suas Unidades de Atendimentos e cooperativas integrantes da Abraccinti, cooperados e fornecedores, unificou a base de dados (de pessoas físicas, jurídicas, organizações e grupos) e padronizou seus processos. “Com a adoção dos sistemas SAP conseguimos economizar tempo com processos operacionais para dedicarmos esforços ao relacionamento e ao negócio em si”, diz o presidente da Unicred, acrescentando que atualmente as informações com as quais a cooperativa baseia decisões são muito mais confiáveis e atualizadas.

“As novas ferramentas de TI foram essenciais para que a Unicred cumprisse seu planejamento estratégico”, avalia o executivo. Tanto é assim que os indicadores de evolução são muito bons. O desempenho global da cooperativa em 2009 melhorou significativamente em relação ao exercício de 2008. Obtivemos um resultado (sobras) de R$ 16 milhões, representando um retorno sobre o Capital Social de 43,88%, a base de associados cresceu 14%, aumentou a carteira de crédito 33% (totalizando R$ 199 milhões), os ativos totais cresceram 32% (totalizando R$ 271 milhões).

Fonte: B2B Magazine

CMN deve regulamentar cartões este mês, diz ministro

November 16th, 2010 No comments

BRASÍLIA – O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, disse nesta terça-feira, 9, estar confiante na aprovação, já em novembro, da padronização das tarifas de cartões de crédito pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O trabalho foi elaborado pelo Banco Central (BC), um dos membros do CMN, e apresentado ao colegiado em setembro, mas ainda não foi para a pauta de votação.

“Em novembro, o CMN deve regulamentar tarifas, como exemplo das tarifas bancárias”, disse o ministro. No passado, o CMN também fez uma padronização para as tarifas bancárias. Ele fez a avaliação após o recebimento, pelo diretor presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Paulo Rogério Caffarelli, de uma série de compromissos assumidos pela indústria de respeitar os direitos do consumidor. “É um passo importante que estamos dando hoje no Brasil”, disse o ministro.

O ministro ressaltou que o cartão de crédito tem substituído a utilização do cheque pré-datado pelo consumidor. “A nova classe C já usa diariamente (os cartões). Por isso, cada vez mais é fundamental a proteção ao consumidor e a transparência das informações”, disse.

Fonte: Estadão

Cooperativas de crédito ganham força no País

November 15th, 2010 No comments
Ademar Schardong: “uma cooperativa de crédito isolada é inviável”

Em meio à concentração do mercado financeiro brasileiro, atualmente 80% nas mãos de cinco grandes bancos – Banco do Brasil, Caixa Econômica, Bradesco, Itaú e Santander -, um “jovem” sistema de crédito, com pouco mais de 20 anos efetivos, começa a ganhar força no País: as cooperativas de crédito. Atualmente detentoras de 3% do mercado financeiro, com R$ 54 bilhões de ativos, distribuídos em 1.382 cooperativas e 3,8 milhões de cooperados, esse segmento vem registrando crescimento médio de 25%, ao ano.

Essa expansão já o projeta para uma representatividade de 20% do mercado financeiro, nos próximos 20 anos. No Ceará, o cooperativismo de crédito é representado por 16 instituições, que reúnem 15.534 cooperados e empregam 114 funcionários no Estado.

Expostos ontem, pelo presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi, Ademar Schardong, os números mostram o potencial de crescimento que o setor apresenta, mas revela também os desafios que há de enfrentar para coexistir entre os grandes conglomerados financeiros. “Não tem saída. Uma cooperativa de crédito isolada é inviável, vai perder importância”, alerta Schardong.

Em Fortaleza, onde proferiu a palestra de abertura do II Simpósio do Cooperativismo de Crédito, o executivo defendeu a integração em rede das pequenas cooperativas, como forma de ganhar escala nos negócios, reduzir dos custos tecnológicos e operacionais e, sobretudo, ampliar a competitividade; a exemplo do que fizeram grupos de farmácias e de supermercados. “As cooperativas devem se organizar em rede“, defende.

Reposicionamento:

Na região Sul, onde o cooperativismo, principalmente o rural é mais organizado, ele sugere a fusão de entidades, enquanto que no Sudeste, ele aponta para a necessidade de reposicionamento do setor. Nas regiões Norte e Nordeste, avalia Schardong, ainda há espaços para o surgimento de novas cooperativas, desde que mais organizadas, embasadas teoricamente e melhor aparelhadas.

Leitura semelhante faz o vice-presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras do Ceará (OCB/CE), Frederico Joffily. Para ele, o momento atual do cooperativismo cearense está mais propício à ampliação do número de cooperados, do que do de cooperativas.

Ambos avaliam que há grande espaço de crescimento para o setor, tendo em vista as vantagens dos serviços de crédito que as cooperativas oferecem, em relação às demais instituições financeiras. Além de oferecerem produtos semelhantes, com tarifas e taxas de juros menores que as dos bancos, nos empréstimos, e maiores nas aplicações, argumentam, o cooperativismo goza hoje de novo conceito no Banco Central.

O Bacen aposta nas cooperativas como forma de descentralização dos serviços bancários, de ampliar a bancarização nas comunidades“, avalia Schardong. Joffily cita ainda a maior flexibilidade de operação concedida pelo Banco Central, como a possibilidade de estudantes de segmento cooperativados, se tornarem associados. Ambos reconhecem, porém, que o sistema cooperativo precisa ser mais difundido junto à sociedade. Nesse sentido, defendem a abertura de cooperativas de livre admissão, que permitem a associação de qualquer pessoa ou grupo.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Agenda: Mikel Lezamiz de Mondragón estará em Porto Alegre no dia 29/11/2010

November 15th, 2010 No comments
Mikel Lezamiz

Mikel Lezamiz

No próximo dia 29 de novembro, a OCERGS receberá o Sr. Mikel Lezamiz – Diretor de Difusão da Cooperativa de Mondragon que, em conferência, abordará os principais aspectos do “Complexo Cooperativo de Mondragon”.

Na oportunidade a OCERGS firmará o Convênio ESCOOP X UNIVERSIDADE DE MONDRAGON.

 

Interessados poderão confirmar sua presença pelo e-mail: secretaria@ocergs.coop.br

 

Leia sobre Mondragón no link http://www.cooperativismodecredito.com.br/Mondragon_Corporacao_Cooperativa.php

Segundo Kotler, as empresas precisam ser amadas por seus clientes

November 15th, 2010 No comments

Em sua participação na HSM Expo Managemente em São Paulo Kotler defende que “as empresas são amadas, porque seus clientes satisfeitos fazem a publicidade. “Se você cria um caso de amor com seus clientes, eles mesmos se encarregam por fazer a sua publicidade”, conclui.

Segundo Kotler os clientes procuram empresas com valores e propósitos claros:

  • “O marketing 1.0 era centrado no produto; o marketing 2.0 era orientado ao cliente e agora o marketing 3.0 é orientado a valores”, explica. Mais do que isso, o professor da Kellog diz que “estamos em uma era em que a cultura da sua empresa é o conjunto de valores que você representa aos seus clientes”. 

Segundo ele, para uma empresa ser amada por seus clientes precisa:

  1. Alinham os interesses de todos os grupos de stakeholders.
  2. Os salários de seus executivos são relativamente modestos.
  3. Adotam uma política de “portas abertas” de acesso à alta gerência.
  4. A remuneração e os benefícios de seus funcionários são elevados para a categoria; o treinamento de seus funcionários é mais longo; e a rotatividade da mão de obra é menor.
  5. Contratam pessoas que têm entusiasmo pelos clientes.
  6. Consideram os fornecedores parceiros legítimos, que colaboram para melhorar a produtividade e a qualidade e para reduzir os custos.
  7. Acreditam que a cultura corporativa é seu maior ativo e sua principal fonte é a vantagem competitiva.
  8. Seus custos de marketing são muito menores que os de outras empresas do setor e, ao mesmo tempo, a satisfação e a retenção de clientes são muito maiores.

As Cooperativas tem como vantagem competitiva serem empresas diferenciadas, com princípios e valores humanos e voltados para os interesses dos associados e da comunidade. Como tal tem grande vantagem em relação às demais empresas que buscam se adequar aos conceitos de Kotler.

Leia a matéria completa no link http://www.hsm.com.br/artigos/kotler-uma-visao-humanizada-do-marketing-e-dos-negocios

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Mais notícias sobre o caso do Banco Panamericano

November 15th, 2010 No comments

Veja abaixo as últimas informações divulgadas pela imprensa sobre o caso de fraude no Banco Panamericano. 

 

A Fraude: A origem de todos os problemas está na venda de carteiras de crédito do banco em grandes volumes a outras instituições (Bradesco e Itaú), com o objetivo de levantar dinheiro e continuar emprestando, fazendo girar a carteira.

  • A diretoria do banco Panamericano praticou irregularidade nos balanços da instituição desde janeiro de 2006. Em novembro do ano seguinte, o Panamericano emitiu ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Com a operação, arrecadou quase R$ 777 milhões.
  • No total, cerca de R$ 1 bilhão em operações de crédito foram cedidas a outros bancos e não contabilizadas apropriadamente. Foi um pacote de 10 mil a 15 mil operações de empréstimos de pequeno valor.” Ainda de acordo com Hoffmann, algumas operações que já constavam como adquiridas em outras instituições remanesciam no balanço do Panamericano. “Há indícios de que houve venda dupla de carteira“.
  • Essas vendas e seus efeitos sobre o balanço não foram devidamente registrados na contabilidade, e, em seu conjunto, tiveram o efeito de inflar artificialmente seu ativo, ao mesmo tempo em que reduziam o passivo e aceleravam a geração de receitas.
  • O Panamericano continuava computando como sua as receitas decorrentes dos empréstimos já vendidos, inflando os resultados e encobrindo os prejuízos.
  • Segundo o BC, o Panamericano tinha uma estrutura de despesas incompatível com as receitas. Com isso, apurava seguidos prejuízos, que eram mascarados pelas fraudes contábeis.
  • Dentro do grupo Silvio Santos, controlador do banco, a tese existente hoje é que a maquiagem nos balanços promovida pela diretoria, ou parte dela, teve como objetivo fazer com que o banco continuasse lucrativo, o que beneficiava os executivos.
  • O BC também já encontrou no banco Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) com taxas de remuneração elevadas para os padrões brasileiros. Um dos exemplos é uma captação de R$ 386 milhões, captada com prazo de 20 anos e com promessa de 27%aa. (veja a notícia)

 

Problemas com cartões de crédito: A investigação do rombo no Banco Panamericano aponta, além de problemas contábeis, a suspeita de que pode ter havido desvio de dinheiro nas operações com cartões de crédito. Durante a investigação, diretores já demitidos admitiram que financiavam o saldo de devedores dos cartões em valores superiores à dívida real. Assim, o dinheiro que saía do caixa do banco era superior ao que os clientes financiavam.

  • Do rombo total de R$ 2,5 bilhões do Panamericano, R$ 400 milhões tiveram origem nos cartões.
  • Um dos obstáculos que os investigadores vão encontrar é que o setor de cartões de crédito no Brasil vive uma espécie de limbo jurídico. Nenhum órgão de governo é responsável pela fiscalização da área. Além disso, a administradora de cartões do Panamericano não está subordinada ao banco.

 

Agravante: Por trás dessas dificuldades, explica um analista que pede para não ser identificado, está a opção do banco em se especializar numa área com altíssimos índices de calote: financiamento de automóveis usados.

  • No segundo trimestre, o BC pediu para o Panamericano reforçar as provisões contra calotes duvidosos em R$ 120 milhões (o total acabou subindo para R$ 577 milhões, o equivalente a pouco mais de 6% da carteira de crédito, porcentual pequeno se comparado ao de instituições de grande porte).
  • A estratégia concentrada nos carros usados, somada às fraudes contábeis, derrubou o banco, a despeito de dois aportes relevantes realizados nos últimos anos – R$ 777 milhões do IPO e mais R$ 739 milhões obtidos na venda de 49% do capital votante para a Caixa Econômica Federal, em novembro do ano passado.

 

Novo papel do Fundo Garantidor: Pela primeira vez desde que foi criado, em 1995, em meio ao Proer, o FGC salvou uma instituição financeira, prevenindo uma crise, em vez de tentar recuperar ativos de uma instituição já falida.

  • A recuperação da instituição falida nem sempre é bem sucedida. O Diretor Executivo do FGC, Antônio Carlos Bueno, usa como exemplo a operação do Banco Santos, que até hoje foi uma das mais bem sucedidas e mesmo assim, até agora, só 25% da dívida foi paga. “Já pagamos 10% e agora vamos quitar outros 15%. Algo extremamente positivo.” A dívida do Santos, que sofreu intervenção em 2004, supera os R$ 3 bilhões.
  • O fundo opera com apenas 14 funcionários e administra R$ 29,6 bilhões em ativos. A maior parte, cerca de R$ 20 bilhões, está operações compromissadas com BB e Caixa, lastreada em títulos públicos, remunerado pela Selic. O restante está em fundos multimercado e fundos de crédito.

 

Ministério Público: O Banco Central (BC) comunicou nesta quarta, dia 10/11, ao Ministério Público os indícios de crimes no caso na contabilidade do Banco Panamericano, informou nesta quinta (11) o diretor de Fiscalização da autoridade monetária, Alvir Alberto Hoffmann.

 

Pagamento do Fundo Garantidor de Créditos: Silvio só começará a pagar em 2013 o empréstimo de R$ 2,5 bilhões que fez no Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para cobrir o buraco no banco.

  • O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) exigiu todo o patrimônio do apresentador como garantia – e compromisso de que as empresas sejam vendidas nos próximos anos até a liquidação da dívida.
  • Está claro que a venda dos ativos não financeiros – são 16 empresas -não será suficiente para cobrir nem metade do rombo. Em 2009, o grupo faturou R$ 4,6 bilhões e registrou prejuízo de R$ 7,8 milhões.
  •  O único pedido de Silvio Santos durante os 26 dias em que negociou socorro financeiro para o Panamericano foi a permissão para vender o SBT por último. Silvio foi atendido e poderá vender o SBT no último dos dez anos que terá para devolver o dinheiro.
  • O Banco Panamericano deverá ser o primeiro a ser vendido. O empresário Silvio Santos tem a clara percepção de que o negócio financeiro requer uma administração altamente qualificada.

 

Comportamento exemplar: “Atuo no sistema financeiro há 50 anos e nunca vi nada parecido. Um empresário financeiro entregar seu patrimônio para evitar uma liquidação. Em geral eles fazem o oposto, uma blindagem. Foi um comportamento exemplar”, disse Gabriel Jorge Ferreira, presidente do conselho de administração do FGC.

 

Auditores Independentes: Hoffmann disse que os auditores podem ser penalizados. Segundo ele, era obrigação da empresa de auditoria, no caso a Deloitte, fazer o que se chama circularização, ou seja, mandar cartas para os bancos que compraram as carteiras para verificar se de fato a operação existia. “Se identificar que o auditor não fez circularização de maneira adequada, poderá responder ao BC. Mas não podemos afirmar ainda, não temos elementos”. Segundo Luiz Sandoval, presidente do conselho do banco, o Panamericano dispensou a Deloitte e está contratando a PwC.

 

Ex-Diretores e Auditoria serão processados: O Grupo Silvio Santos vai processar, nas esferas cível e criminal, os ex-diretores executivos do banco Panamericano e a auditoria externa contratada para revisar as demonstrações financeiras do banco (Deloitte).

 

Venda de ações: A diretoria do Panamericano vinha vendendo ações do banco nos últimos quatro meses. Mas foi em setembro e outubro que se concentrou a maior parte das transações, conforme apontam os formulários consolidados com os detalhes das negociações enviados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

  • No total, a diretoria vendeu mais de 120 mil ações preferenciais (PN, sem direito a voto), num total de R$ 1,018 milhão.
  • Parte das vendas ocorreram depois da notificação do BACEN.
  • Na última semana as ações do Panamericano cairam 37%.

 

Cinco bancos tem interesse em comprar o Panamericano: segundo fontes próximas do negócio, o Grupo Silvio Santos terá que vender o controle do Panamericano para conseguir honrar parte do empréstimo do FGC.

  • O Panamericano é uma instituição atrativa pois tem mais de 20 mil canais de venda (parceiros) e 200 lojas.
  • Com o aporte de R$ 2,5 bilhões exigido pelo BC, o banco ganhou mais liquidez para ampliar suas operações de crédito. É claro que o empréstimo precisa ser pago.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários e Estadão

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Sicredi Alto Uruguai RS/SC sai na frente e libera recursos da nova linha de crédito do Pronaf

November 11th, 2010 No comments

Sicredi Alto Uruguai RS/SC viabiliza a entrega da primeira colheitadeira Massey Fergunson financiada para a agricultura familiar no país.

A entrega da primeira colheitadeira “Massey Fergunson” financiada pela nova linha de crédito especial do Pronaf, lançada a pouco mais de 60 dias, na Expointer, aconteceu na última sexta, dia 5, na Agricenter, representante da Itaimbé Máquinas, em Seberi (RS).

Como o valor da colheitadeira excede o limite individual de compra do Mais Alimentos, ela foi comercializada por meio da apresentação de um projeto coletivo dos produtores seberienses Rogelio Luiz Caxambu, Rudinei Caxambu e Augusto Caxambu, protocolado durante a Expointer 2010 em Esteio (RS).  As condições de pagamento são as mesmas dos projetos individuais: prazo de até dez anos para pagar o financiamento, com até três anos de carência e juros de 2% ao ano. Os contratos do Pronaf Mais Alimentos são vinculados ao Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar (PGPAF).

Para os agricultores beneficiados com a aquisição conjunta da colheitadeira, o novo implemento vai desencadear uma mudança significativa nas suas propriedades, podendo colher mais e com menos perdas, permitindo que a produção seja mais diversificada e agrega mais valor para suas famílias. “Ainda bem que temos o Sicredi ao nosso lado para nos ajudar em tudo o que precisamos e com agilidade”, manifestou Rogelio Caxambu.  

Durante a cerimônia também foi entregue um trator Massey Fergunson, financiado pelo Sicredi através do Mais Alimentos, para a família do seberiense Iolar Pazuch, . 

Segundo o presidente da Sicredi Alto Uruguai RS/SC, Eugênio Poltronieri, o Programa Mais Alimentos é importante para impulsionar o setor e contribuirá para a melhoria das condições de vida e trabalho no campo, proporcionando investimentos na infraestrutura das propriedades rurais. “Estamos cada vez mais, investindo em boas parcerias, apoiando o crescimento da agricultura familiar e novamente nos destacando nacionalmente pela agilidade na liberação de recursos para os agricultores, cumprindo com o nosso papel de gerar renda e qualidade de vida para nossos associados”, disse o dirigente.

Através dos recursos repassados com o Mais Alimentos, a Sicredi Alto Uruguai RS/SC permite que os agricultores familiares invistam em modernização e aquisição de máquinas e novos equipamentos, correção e recuperação de solos, resfriadores de leite, melhoria genética, irrigação, implantação de pomares e estufas e armazenagem. O programa oferece financiamentos com limite individual, de R$ 130 mil, e coletivo, de até R$ 500 mil.

Em 2009, o Sicredi ficou entre as cinco maiores instituições financeiras (Ranking FEBRABAN) em volume de operações de crédito rural.

Fonte: Sicredi Alto Uruguai

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Sicredi e Ocepar promovem integração entre programas sociais – A União Faz a Vida e Cooperjovem

November 11th, 2010 No comments

Na última semana, aconteceu o Encontro Estadual dos Programas Cooperjovem e A União Faz a Vida, no auditório do Cietep, em Curitiba. Mais de 350 pessoas participaram do evento, que selou uma parceria entre os dois programas de educação cooperativa desenvolvidos no Estado.

A ideia é proporcionar uma sinergia entre os profissionais que atuam nos dois programas. O Cooperjovem, executado pelo Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, e A União Faz a Vida, do Sistema de Cooperativa de Crédito Sicredi. Ambos são voltados ao desenvolvimento e promoção do cooperativismo, da educação e da cidadania.

Segundo o presidente da Sicredi Participações e da Central Sicredi PR, Manfred Alfonso Dasenbrock, a parceria entre os dois programas já estava sendo articulada desde maio, com a assinatura de um protocolo de intenções. “Este movimento tem dois significados muito importantes, é o exercício da intercooperação – exemplo maior dos princípios cooperativistas – e é voltado para à educação, reforçando valores de solidariedade e cidadania”, disse.

O presidente reforçou ainda que o Sicredi, com a consultoria do Senai-PR, vai neutralizar todo o carbono emitido no evento e na produção da primeira edição da Revista “Vida Cooperativa” – um balanço anual do programa realizado pelo Sicredi no Paraná – calculando a quantidade de gases causadores no efeito estufa e plantando árvores que vão absorver o gás carbônico.

“Estamos chamando de projeto ecoeficiente, principalmente quando levamos em conta que 50% dos projetos do programa de educação cooperativa do Sicredi atuam voltados ao meio ambiente”, declarou.

Para o presidente do Sistema Ocepar/Sescoop-PR, João Paulo Koslovski houve uma grande sensibilidade por parte do Sicredi em caminhar junto nessa promoção da educação, programas que são importantes para a perenidade do cooperativismo.

“O Cooperjovem e A União Faz a Vida são dois programas que valorizam a cooperação e a solidariedade, já que onde existe uma cooperativa são registrados melhores condições de vida e desenvolvimento”, afirmou Koslovski.

Ainda, segundo o presidente da Ocepar, os Programas contam com a importante contribuição dos professores, que são o elo de ligação entre cooperativismo e as escolas, contribuindo para propagar entre os estudantes valores intrínsecos ao cooperativismo.

Fundação Sicredi - O presidente da Fundação Sicredi, Ademar Schardong, veio até Curitiba para prestigiar a união de esforços em torno dos programas de educação e também para anunciar que a Fundação Sicredi agora é uma Oscip – Organização Social Civil de Interesse Público. “As Oscip’s vieram para preencher uma lacuna com o objetivo de atuar onde o Estado não conseguia chegar, pois permitem que projetos sejam desenvolvidos por meio de um termo de parceria com o Estado”.

Palestrantes – O evento contou com a participação de diferentes palestrantes, como Eliseu Felipe Hoffmann, que falou na noite de abertura (quinta 04) sobre motivação e integração. Na sexta-feira (05) foi a vez do educador Eduardo Shinyashiki apresentar o tema “A arte do conviver do aprender”, reforçando que os educadores devem possuir as mesmas características competitivas dos demais profissionais do mercado, como liderança, inovação, criatividade, entre outras.

A palestra que finalizou o evento foi do consultor de negócios Luiz Carlos de Queirós Cabrera, que abordou a questão do “Líder educador”. Cabrera elogiou a iniciativa dizendo que, programas como estes ajudam na conscientização e habilitação da atividade em sala de aula, pois auxilia no desenvolvimento do aluno como cidadão. “Deixar uma criança educada é um dos melhores legados que podemos entregar à sociedade”. O consultor, e também professor, apresentou o cenário da educação no país e finalizou deixando uma mensagem aos educadores. “Como professor afirmo que a nossa classe necessita de um enorme reforço na autoestima”.

A programação do evento contemplou ainda dinâmicas de grupo e a apresentação de trabalhos desenvolvidos com apoio dos dois programas.

Cooperjovem - O Programa Cooperjovem é uma proposta educacional construída a partir dos princípios, valores e prática da cooperação. O Sescoop/PR o adotou no sentido de contribuir com a escola na preparação das crianças para a formação cooperativista. Por meio dele, são exaltados valores essenciais como cooperação, voluntariado, autonomia, responsabilidade, democracia, igualdade, honestidade e ajuda mútua.

O Cooperjovem é destinado a estudantes do ensino fundamental e é executado em parceria com cooperativas e escolas. No Paraná, o programa abrange atualmente 9.700 alunos, 552 professores, de 131 escolas, em 42 municípios e participação de 12 cooperativas.

A União Faz a Vida - O Programa A União Faz a Vida foi criado pelo Sicredi com o objetivo de construir e vivenciar atitudes e valores de cooperação e cidadania por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo para a educação integral de crianças e adolescente, em âmbito nacional. Hoje, é desenvolvido nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul. No Paraná são 20 municípios participantes, abrangendo 143 escolas, 21 alunos e 1,8 mil educadores.

Em 2010, dois projetos do programa de educação cooperativa do Sicredi, A União Faz a Vida, foram vencedores do II Prêmio Faciap de Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável. O projeto “Leitura pela Cidade”, desenvolvido pela Cooperativa Sicredi São Cristóvão, no município de Mariópolis, venceu a categoria Média Empresa e o “PCA – Projeto de Cooperação Ambiental” conduzido pela Cooperativa Sicredi Agro Paraná, na cidade de Jaboti, venceu a categoria Meio Ambiente. Além destes, o projeto Espaço das Orquídeas, da Sicredi Fronteira, venceu o Prêmio Mundo Melhor edição 2010, realizado em Capanema.

Fonte: Sicredi

Sicoob Credip adota o novo modelo de governança solicitado pelo BACEN

November 11th, 2010 No comments

No dia 6 de novembro de 2010, às 08h00min, no auditório da sede da Cooperativa, realizou-se, após uma rodada de pré-assembleias que contou com a presença de 1.179 cooperados, a Assembleia Geral Extraordinária da Cooperativa de Crédito do Centro Sul Rondoniense – Sicoob Credip.

O Objetivo da Assembleia Geral foi de adequar o Estatuto Social a modificações da legislação e atender recomendações do Sicoob Brasil e do Banco Central do Brasil. Além disso, na oportunidade, foram referendadas as comissões eleitorais, originária e recursal, que analisarão os processos eleitorais para cargos sociais na cooperativa pelos próximos 4 anos.

Dentre as mudanças que foram aprovadas no Estatuto Social destacam-se:

  1. Alteração no nome da Cooperativa que passou a ser: Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Centro Sul Rondoniense – Sicoob Credip;
  2. Separação entre os papéis desempenhados pelos administradores com funções estratégicas (Conselho de Administração) e por aqueles com funções executivas (Diretoria Executiva);

Essa última alteração seguindo a cartilha de boas práticas de governança cooperativa editada pelo Banco Central do Brasil e conforme decisão já tomada na cooperativa desde 2008 para ser implementada a partir de 2011.

Assim a assembleia geral elegerá para a gestão estratégica um Conselho de Administração composto por sete membros, que escolherão entre eles um presidente que coordenará os trabalhos do Conselho, convocará e presidirá as assembleias gerais, representará a cooperativa com direito a voto nas assembleias gerais do Sistema Sicoob e da OCB e conduzirá o processo de escolha dos membros da Diretoria Executiva.

O Conselho de Administração, por sua vez, escolherá a Diretoria Executiva com três membros (Diretor Presidente, Diretor Administrativo e Diretor Operacional), em reunião específica e por maioria absoluta de votos, entre pessoas, associadas ou não, que detenham capacitação técnica comprovada para o exercício do cargo.

Fonte: Sicoob Credip

Cresol Central SC/RS comemora 6 anos de atividades e assina constituição de corretora de seguros

November 11th, 2010 No comments

Na manhã desta quinta-feira (4 de novembro), o Sistema de Cooperativas de Crédito Rural com Interação Solidária – Cresol Central SC/RS – reuniu colaboradores, dirigentes e diversos convidados para um café da manhã comemorativo aos 6 anos de constituição do Sistema e ainda para inaugurar as novas instalações da sede e assinar o contrato social de constituição da corretora de seguros Cresol.

O encontro contou com a presença de diversas lideranças que auxiliam a Cresol no desenvolvimento das atividades, entre elas o Deputado Estadual Dirceu Dresch; a Deputada Estadual Luciane Carminatti; o Coordenador da Fetraf-Sul, Celso Ludwig; a Coordenadora da Cooperhaf, Liane Kothe; o Gerente do Sebrae, Enio Parmediane; o Gerente de Módulo do Banco do Brasil, Waschington Arruda; o Gerente de Segmento do Banco do Brasil, Claudio Bertoldo; o Gerente Geral do Banco Safra, Paulo Moreira; o Gerente de Relacionamento do Bradesco, Carlos Campos; o Superintendente Regional da Caixa, Ricardo Troglio; o Gerente Geral de Negócios da Caixa, Wilson Argenton; a Gerente de Serviços da Caixa, Loemi Lemes; o consultor de vendas da Unimed Chapecó, Modesto Teixeira; e do Corretor Odair Vacarin, entre outros.

A Cresol Central SC/RS surgiu em 1° de novembro de 2004 contando com quatro bases regionais de serviços, 206 colaboradores, 22 mil sócios, 34 cooperativas singulares e 12 unidades de atendimento cooperativo. Atualmente são oito bases regionais, 599 colaboradores, cerca de 90 mil associados, 60 cooperativas singulares e 94 unidades de atendimento cooperativo nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Neste seis anos o Sistema repassou aos associados mais R$ 613 milhões em operações de Pronaf Custeio e outros R$ 352 milhões em operações de Pronaf Investimento. Os depósitos à vista e a prazo cooperativo (poupança) obtiveram um avanço de 1.033% no período, e os o patrimônio de referência cresceu mais de 1.108%.

“O nosso crescimento rápido se deve principalmente pela confiança e credibilidade depositada pelos agricultores e porque os colaboradores e diretores pensam juntos as estratégias e o que é o melhor para o Sistema”, descreve o Diretor Presidente da Cresol Central SC/RS, Egon Gabriel Junior. O presidente ressalta que o sucesso da Cresol também se dá pelo apoio das parcerias firmadas nesta caminhada, entre elas com a Coopertec, ONG’s, movimentos sindicais e sociais como a Cooperhaf, a Fetraf-Sul e a Unicafes, com parlamentares e os Governos Municipais, Estaduais e Federal que apoiam e apostam nos princípios do cooperativismo. “A representação neste ato de importantes parceiros demonstra a credibilidade da Cresol e a seriedade com que desempenha suas funções. É um reconhecimento de que estamos no caminho certo”, finaliza.

Na oportunidade os presentes acompanharam a assinatura do contrato social de constituição da Corretora de Seguros Solidária da Cresol. Conforme descreve o Diretor Administrativo da Cresol Central SC/RS, Gelson Ferrari, este é mais um instrumento disponibilizado aos associados com o objetivo de desenvolver microsseguros e garantir ressarcimentos de possíveis perdas nos empreendimentos nos casos de intempéries ou motivos diversos. “Nosso propósito é apresentar ao associado cotações atrativas e diferenciadas. Além disso, as operações de todo o Sistema serão centralizadas para ganhar competitividade pelo volume e performance”. A Cresol atuará nos ramos prestamista, seguro residencial, benfeitorias rurais e veículos.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Cresol Central SC/RS

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Meirelles: projeções não dão margem para reduzir juro

November 11th, 2010 No comments

BRASÍLIA – O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou hoje que a projeção de inflação encontrada no modelo do BC não dá margem para redução da taxa de juros básica. Meirelles evitou fazer comentários sobre os rumos da taxa Selic no médio prazo, limitando-se a explicar aos parlamentares da Comissão Mista de Orçamento que a Selic sobe ou desce para regular a demanda e mantê-la em ritmo condizente com a oferta.

Questionado se continuaria como presidente do BC caso convidado pela presidente eleita Dilma Rousseff, Meirelles tergiversou: “Não trabalho por hipóteses. Vou analisar caso concreto. Imagina se estivesse preocupado com esse tipo de coisa nessa situação que ocorreu com o Panamericano. Vamos considerar essa situação no seu devido momento”, afirmou.

Fonte: Estadão

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Evento internacional ocorrerá em Nova Petrópolis/RS no dia 30/Nov

November 10th, 2010 No comments

Dame Pauline Green, Presidente da ACI mundial estará presente no evento

Ocorrerá no dia 30 de Novembro, em Nova Petrópolis/RS, um evento em nível internacional que contará com a presença da Presidente da ACI mundial, Dame Pauline Green, do Presidente da ACI Américas, Ramón Imperial e do Presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas. Participará também do evento a Sra. Silvia Barberini, filha do ex-presidente da ACI mundial, Sr. Ivano Barberini, e o Sr. Mikel Lezamiz, Diretor de Disseminação Cooperativa de Mondragon (Espanha).

 

O evento consagrará a irmandade entre duas Capitais Nacionais do Cooperativismo, Nova Petrópolis/RS e o Sunchales, município da Província de Santa Fé na Argentina. A aproximação das duas cidades cooperativistas ocorreu por influência do Sr. Ivano Barberini que esteve em Nova Petrópolis em 2002, dias antes da comemoração do Centenário da Sicredi Pioneira RS, e que esteve em Sunchales/ARG em 2006 quando da inauguração do monumento ao cooperativismo naquela cidade.

 

Segundo Márcio Port, Superintendente Regional da Sicredi Pioneira RS, “em nível mundial não existe registro de cidades co-irmãs que tenham vínculo motivado pelo Cooperativismo”. A partir desta experiência, já existe uma sugestão feita pelo Sr. Raul Colombetti, Presidente da Casa Cooperativa de Sunchales, para que no ano de 2012, ano declarado pela ONU como “Ano das Cooperativas”, a ACI mundial incentive a irmandade entre outras cidades cooperativistas do mundo.

 

Confirme sua presença no evento através do site www.capitaldocooperativismo.com.br.

 

Sicredi é Top de Marketing 2010

November 10th, 2010 No comments

Pelo segundo ano consecutivo, o Sicredi é vencedor do Top de Marketing, promovido pela ADVB/RS, na categoria instituições financeiras. O case premiado – “Sicredi: a consolidação da identidade de marca fortalecendo os resultados da instituição” – revela como, nos últimos dois anos, a instituição financeira direcionou as ações de marketing para o fortalecimento e divulgação da marca e construção da percepção por parte do público dos diferenciais de um sistema de cooperativas de crédito.

De acordo com o superintendente de Comunicação e Marketing do Sicredi, Roberto Zanardo, o case aborda campanhas institucionais, promocionais e específicas de produtos e serviços que contribuíram para materializar e consolidar uma imagem de marca próxima, sólida e em pleno crescimento.

Com uma média de crescimento de 30% ao ano, o Sicredi alia suas campanhas de marketing e criação de produtos a parcerias estratégicas, iniciativa que tem garantido credibilidade e reconhecimento à instituição. “Os números demonstram o impacto de todas essas ações no Sicredi. Em dois anos, por exemplo, tivemos um aumento de 31% de associados. Quatrocentas mil pessoas se tornaram donas do Sicredi”, comemora Orlando Müller, presidente da Central Sicredi Sul.

Fonte: Sicredi

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Entenda o caso do Banco Panamericano

November 10th, 2010 No comments

O aporte de R$ 2,5 bilhões feito para capitalizar o Banco Panamericano é destaque no mercado financeiro nacional.

Clique aqui e leia todos os detalhes da notícia.

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Banco Panamericano foi vítima de fraude de R$ 2,5 bilhões em operações de venda de carteiras

November 9th, 2010 No comments

SÃO PAULO – O Grupo Silvio Santos anunciou na noite desta terça-feira, 9, um aporte de R$ 2,5 bilhões no Banco Panamericano, do qual é o principal acionista, com recursos emprestados pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O objetivo foi cobrir um rombo de R$ 2,5 bilhões descoberto cerca de um mês atrás pelo Banco Central, segundo o Estado apurou.

  • O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foi criado em 1995 e tem um reservas acumuladas de R$ 28 bilhões.

Se o Banco Panamericano fosse liquidado neste momento o rombo financeiro seria da ordem de R$ 900 milhões. Segundo pessoas que acompanham o processo, o rombo é resultado de ativos e créditos fictícios registrados por diretores do Panamericano supostamente para inflar o balanço da instituição.

A operação de empréstimo junto ao FGC foi fechada no último fim de semana, depois que os técnicos do BC conseguiram dimensionar o tamanho do rombo. A fraude passou despercebida pelos controles internos do Panamericano, seus auditores independentes e até pelo pente fino da Caixa Econômica Federal, que no ano passado comprou 49% do capital do Panamericano.

O problema foi detectado há cerca de 5 semanas, quando eram analisadas operações de crédito vendidas pela financeira do Grupo Silvio Santos aos grandes bancos de varejo. Na análise feita pelo BC, foi constatado que essas instituições haviam adquirido operações do Panamericano em número menor que o declarado pela financeira do empresário Silvio Santos. É como se o comprador declarasse a aquisição de 10 carteiras, mas o vendedor registrava a venda de 50 operações.

  • Ao se deparar com a diferença de números, técnicos do BC passaram a avaliar carteira por carteira para encontrar a causa do problema. Foi um trabalho de mais de um mês. “Chegamos à conclusão de que o Panamericano havia vendido operações e não havia dado baixa no balanço. Por isso, o volume declarado era muito maior que o efetivo”, diz fonte que acompanhou o processo. O erro se repetiu em várias carteiras especialmente de crédito consignado e financiamento de veículos.
  • Segundo o diretor de Fiscalização do Banco Central, Alvir Hoffmann, “há indícios de venda dupla” de carteiras. Ou seja, um mesmo ativo pode ter sido vendido a mais de um banco. Segundo ele, há vários indicativos que apontam para o crime financeiro. “Há perspectiva que certamente vão redundar em processo para o Ministério Público”, disse.

Segundo Hoffmann, as operações de crédito que geraram as inconsistências no balanço do banco Panamericano podem ter até três ou quatro anos, mas podem ter também dois dias, seis meses ou dois anos antes de 30 de junho. “O prazo dessas operações depende do prazo dos créditos. Tradicionalmente, no Brasil, os prazos não são muito longos, são curtos, como o consignado, que podem ter de 48 a 60 meses”. O diretor disse que neste momento não é possível dizer há quanto tempo o Panamericano vem fazendo esse tipo de operação.

O Banco Panamericano é o 17º maior banco do país. Ele administra no total R$ 11,8 bilhões, dos quais R$ 2,5 bilhões (21%) viraram pó. O patrimônio líquido do Banco é de apenas R$ 1,6 bilhão.

Silvio Santos é o controlador do Banco Panamericano

Surpresa:

“O empresário controlador demonstrou muita surpresa com a notícia, mas nunca se furtou com a responsabilidade”, lembrou o diretor do BC, ao comentar que a pessoa física de Silvio Santos optou em colocar em xeque todos os seus bens para manter o banco e, por consequência, o restante de seus negócios. “Ele nunca se furtou com a responsabilidade, com compromisso da imagem dele, com os clientes, com os funcionários”, disse Hoffmann. O diretor comentou que o empresário “sabia que uma liquidação seria a indisponibilização de todos os bens pessoais dele”.

Silvio Santos conseguiu o megaempréstimo de R$ 2,5 bilhões do FGC porque deu como garantia exatamente os mesmos ativos que poderiam ficar indisponíveis caso o Panamericano fechasse as portas. “Diferentemente do que aconteceu com a família controladora do Banco Nacional que não dispunha de bens, o fato de o empresário ter recurso e bens foi fundamental para que a operação (de empréstimo) pudesse ter sido feita”, explicou Hoffman.

Garantia da Operação: O empresário Silvio Santos colocou todo seu complexo empresarial como garantia do empréstimo de R$ 2,5 bilhões concedido ao Banco Panamericano, do Grupo Silvio Santos, pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A garantia inclui o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), a empresa de cosméticos Jequiti, a Liderança Capitalização, as lojas do Baú da Felicidade e o próprio Banco Panamericano. São no total 44 empresas, totalizando R$ 2,7 bilhões em garantias.

Fonte: Estadão

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A adoção do Crédito Pré-Aprovado em Cooperativas de Crédito

November 9th, 2010 No comments
Ricardo Coelho é consultor para Cooperativas de Crédito

O Consultor para Cooperativas de Crédito, Ricardo Coelho, em um de seus textos propõe uma reflexão para as Cooperativas de Crédito que adotam ou adotarão o crédito pré-aprovado para seus associados.

Segundo Ricardo, “não há dúvidas que o crédito pré-aprovado é bem vindo ao Cooperativismo de Crédito, mas devemos ter extremos cuidado em sua implementação e manutenção. Um destes cuidados é o de não adotar preceitos previsíveis, como a cópia pura das soluções dos bancos, pois nosso modelo de negócios tem ainda algumas características muito peculiares.”

Entre as preocupações elencadas no texto disponível no link, estão:

  1. Estruturação do Funding: manifestando sua preocupação com a abertura de limites pré-aprovados que consomem os limites de liquidez da cooperativa, visto que a demanda de crédito crescerá rapidamente e que a captação dos recursos não acompanha na mesma velocidade. A solução apontada por Coelho é que “uma boa gestão buscaria funding para fazer frente a esta demanda de crédito através do Capital Social ou da Reserva Legal.”
  2. Contato Pessoal: o “contato com os atendentes sempre potencializou enorme proximidade, a qual até hoje nos permitiu: reconhecer e rever seus anseios, potencializar novas vendas, atualizar seu cadastro, informá-lo das novidades, reforçar os preceitos do nosso modelo de negócio, etc…”
  3. Perda de aderência do associado: “lembremos que o atendimento humano é ainda um de nossos grandes diferenciais e portanto não podemos colocá-lo em cheque ao reforçarmos os mesmos aspectos reconhecidamente negativos de um banco de varejo”.
  4. O uso da cooperativa como financeira: correndo-se o risco de o associado buscar a cooperativa apenas para fazer suas operações de crédito, contratando suas demais operações financeiras (seguros, consórcios, pagamentos, cartões, e outros).
  5. Integralização de Capital Social: a integralização de capital social que ocasionalmente ocorre quando da contratação de uma operação de crédito poderá não mais ocorrer, limitando as fontes de funding da cooperativa.
  6. Perda da carteira de Seguro Prestamista: caso a operação do pré-aprovado não seja acompanhada deste tipo de seguro.

Ao final de sua reflexão, o consultor Ricardo Coelho propõe uma solução: “Será que não poderíamos divulgar esta novidade de forma bem escalonada, para que toda a base fosse atingida em até um ano (por exemplo). Isto permitiria que os gerentes de contas pudessem “cacarejar” esta novidade, alocando-as paulatinamente como se fosse uma deferência da Singular àquele cliente“.

Adicionalmente, “será que este valor e prazo não tendem a serem bem conservadores, sinalizando para o associado algo pouco coerente quando este compara com seu banco de varejo massificado ou sua real expectativa ou necessidade?”. E as taxas de juros, serão por relacionamento ou a taxa será padronizada precificada conforme a linha de crédito?

Segundo Ricardo Coelho, “a taxa de juros tem de ser competitiva, mas nunca barata“, ainda mais ao considerar-se que no crédito pré-aprovado não existe a figura do avalista.

Para finalizar a reflexão, a abertura de um limite pré-aprovado permite que possamos “ter brevemente uma parte desta carteira apenas fazendo a renovação, se aproximando muito do risco do uso cheio do cheque especial ou do pagamento mínimo do cartão de crédito. Como está nossa política para o acompanhamento destes créditos quanto à sua recuperação e provisão?

Ricardo Coelho – Consultor do Cooperativismo de Crédito
Visite www.ricardocoelhoconsult.com.br

Cooperativismo americano se reúne em Buenos Aires para temas ambientais e políticos

November 9th, 2010 No comments

Cooperativismo americano se reúne em Buenos Aires para temas ambientais e políticosEntre os dias 22 e 26 de novembro, o cooperativismo americano estará reunido em Buenos Aires, Argentina, para a XVII Conferência Regional da ACI Américas. Cooperativistas das três Américas debaterão temas ambientais e políticos, e cooperados das mais diversas cooperativas dos muitos países americanos estarão reunidos para discutir temas relevantes ao movimento.

Jovens, Mulheres, Universidades, Parlamentares, produtores agrícolas, cooperativas de crédito, de saúde, de seguro e educacionais estarão multiplicando oportunidades e experiências. E o Brasil estará presente mostrando experiências exitosas e buscando aprender mais sobre o cooperativismo nos outros países da continente americano.

Além dos fóruns e seminários técnicos, serão realizados também encontros políticos e será eleito o novo Presidente da ACI Américas. O evento, que é significativamente relevante para o cooperativismo regional, contará com a presença de Pauline Green, aual Presidente da ACI.

Mais informações no endereço www.aciamericas.coop ou com a Assessoria Internacional da OCB, no telefone + 55 (61) 3217 2142.

Fonte: OCB

Banco Cooperativo Sicredi está entre os 10 primeiros no ranking do RISKbank

November 7th, 2010 No comments

O RISKbank (Sistema de Classificação de Risco Bancário) classifica e acompanha o risco e a performance das instituições financeiras no Brasil.

Na última década, o Banco Cooperativo Sicredi esteve sempre entre os 10 primeiros lugares. Em junho de 2010, conquistou o 3º lugar no ranking entre 117 instituições financeiras.

O Sicredi obteve a classificação de baixo risco para longo prazo, com nota 11,65. Esta colocação no ranking é sustentada pelos bons fundamentos financeiros que amntém a regularidade em seus indicadores, reflexo da gestão, expertise de seus profissionais e metas bem definidas.

Fonte: Sicredi

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Viacredi realiza “Mostra de Negócios de Cooperados”

November 7th, 2010 No comments

A Viacredi, a maior cooperativa de crédito do país quando considerado o quesito número de associados, são 145 mil no total, realizará este mês duas edições da Mostra de Negócios dos Cooperados, evento lançado em 2009, em Ibrirama, e que contou com a participação de grande número de cooperados. Neste ano, a segunda edição acontece na cidade de Indaial, nos dias 6 e 7/11 e a terceira na cidade de Gaspar, nos dias 27 e 28/11, com entrada gratuita.

Em Indaial o evento será realizado no Pavilhão Municipal de Eventos, com a exposição de produtos e serviços dos cooperados de Indaial e Timbó.

O objetivo é aproximar os cooperados, gerando uma rede de relacionamento e promovendo a troca de informações e novas oportunidades de negócios. Cooperados e a comunidade estão convidados a visitar e conhecer os empreendimentos dos cooperados-expositores, além de participar de palestras de capacitação empresarial, que serão oferecidas em parceria com o SEBRAE.

A programação contará com apresentações culturais, praça de alimentação e recreação infantil. Vale ressaltar que na praça de alimentação estarão presentes algumas das entidades sem fins lucrativos da região, cuja arrecadação dos produtos comercializados na Mostra será revertida integralmente para realização de suas atividades e projetos.

Esta iniciativa da VIACREDI visa fomentar o desenvolvimento local e fortalecer o relacionamento entre cooperados, promovendo a interação econômica em seu quadro social.

Fonte: Viacredi

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”Não dizer como juro vai a 2% é perigoso”, diz consutor do Itaú

November 7th, 2010 No comments

Economista aponta que, para alcançar essa meta, Dilma Rousseff teria de reduzir os gastos públicos pela metade e questiona se haveria disposição para fazer isso

Cético quanto à meta de 2% para os juros reais brasileiros até 2014, defendida pela presidente eleita, Dilma Rousseff, como plano estratégico de seu governo, o economista Edmar Bacha afirma que a redução dos juros exigirá medidas adicionais do governo, como uma meta de inflação de longo prazo. “Eu acho muito perigoso dizer que vai colocar o juro a 2% e não dizer como”, diz o economista, consultor sênior do Itaú BBA.

Um dos formuladores do Plano Cruzado, no governo Sarney, e, posteriormente, do Plano Real, Bacha defende, em entrevista ao Estado, que o governo defina uma meta de inflação de longo prazo. O economista também demonstra preocupação com a posição do governo de “achar que todos os problemas do Brasil podem ser resolvidos com o crescimento”.

A seguir, os principais trechos da entrevista.

O sr. propõe redução da dívida líquida do governo de 40% para 20% do PIB. Faria diferença entre os juros reais brasileiros e a média mundial?

Eu coloquei esse valor para ilustrar que tipo de impacto isso teria sobre o diferencial de juros entre o Brasil e a média mundial. Meu ponto sempre é esse (sobre o patamar elevado de juros reais).

Os juros se mantêm elevados por pressão da demanda?

Há uma percepção parcialmente incorreta de que os juros são mais elevados do que na média internacional porque no Brasil, quando temos uma grande pressão de demanda, demanda forte, os juros vão para cima; e quando a demanda está fraca, os juros ficam mais baixos. Mas somente isso não é suficiente para explicar essa discrepância.

Em seu estudo, o sr. calcula que, no longo prazo no Brasil, o aumento de 1 ponto porcentual na dívida como proporção no PIB resulta em um aumento de 0,19 ponto porcentual na diferença de juros brasileiros e a média internacional.

O impacto da dívida sobre os juros no Brasil seria quatro vezes maior do que é nos Estados Unidos. Mas os Estados Unidos não têm passado de hiperinflação nem de calote da dívida. A nossa história de confiabilidade monetária ainda é muito curta. O ponto que eu faço é justamente esse. Dado o nosso passado – e o passado condena -, nós não podemos ter uma dívida pública tão elevada. Então, se fala, “todos estão elevando a dívida pública”, mas eu respondo, “estão elevando ocasionalmente”. A última vez que se elevou a dívida pública nos Estados Unidos foi na Segunda Guerra Mundial. Agora, por causa da crise, se aumentou muito.

E o gasto do governo com o pagamento de juros sobre a dívida, que no ano passado foi de 5,4% do PIB?

Eu acho que essa é uma questão um pouco complicada. É fato que os juros sobre a dívida são pesados para o Orçamento. Isso leva ao risco de uma atitude populista por parte do governo (de dizer que não vai pagar). Nós adotamos isso no passado. Nosso amigo do Mercosul, a Argentina, adotou isso recentemente, dar um calote na dívida. Um dos problemas do Partido dos Trabalhadores até 2001 eram declarações sobre isso.

De calote?

Não, não se usava o termo calote. Mas era algo do tipo, realizar uma “análise da dívida“, uma “radiografia da dívida”. Então, como existe um peso muito forte da dívida no Orçamento, existe uma pressão política latente para que o governo faça alguma coisa a respeito. Isso produz um componente de risco para quem está investindo dinheiro no Brasil, investindo dinheiro em títulos públicos. Corre o risco de levar um calote.

Nossa meta inflacionária tem um horizonte de dois anos. O que seria uma meta de inflação no longo prazo no Brasil?

Seria um valor bem razoável, de 3%. Você precisa de um pouquinho de inflação para ajustar preços relativos. Creio que 3% é uma taxa de inflação que corresponde à média mundial dos últimos dez anos.

E o horizonte de longo prazo? Dez anos?

Depende de quanto tempo o governo levaria para chegar aos 20% de dívida no PIB. Aí dependeria de quanto o governo acha que pode fazer. Uma de suas propostas para aprimorar o mercado seria liberar as aplicações financeiras no exterior.

Como isso poderia tornar o mercado mais saudável?

Temos de voltar um pouco no passado. O Brasil foi um dos poucos países no mundo que não dolarizou sua economia. Os países do Leste Europeu, por exemplo, dolarizaram, ou melhor, “eurorizaram”. Quando você tem uma moeda não confiável, naturalmente as pessoas procuram outras opções, outras moedas. A Argentina dolarizou, o Equador, o Panamá. Todos esses países que tiveram uma história convulsionada, como o Brasil, têm o dólar como uma importante característica em suas economias. Na década de 80, (o Brasil teve) a pior moeda do mundo até o Plano Real, apenas perdendo para o Congo e, apesar disso, não dolarizou, os brasileiros continuaram a usar aquelas porcarias daquelas moedas. Por quê? Porque inventamos uma coisa chamada conta remunerada, em que o dinheiro crescia como batatas no campo. Você tinha um cruzeiro de noite, e na hora que amanhecia tinha um cruzeiro e dez centavos em sua conta. Quando estabilizamos (a economia), acabamos com a conta remunerada, mas elevamos os juros para patamares muito altos. Então, a contrapartida da não dolarização foi o juro alto. Eu não estou propondo que se dolarize (a economia); acho a dolarização uma coisa ruim. O que estou propondo é que se dê aos brasileiros a liberdade de escolher a moeda em que eles querem investir. Hoje em dia é muito difícil investir lá fora. O receio (de se liberalizar as aplicações no exterior) sempre foi que, se fizesse isso, todo mundo ia correr para investir lá fora.

Mas esse receio era de outros tempos…

Isso mesmo, eram outros tempos. As pessoas não vão correr lá para fora. Acho que o tempo é favorável para se adotar uma medida que eliminaria um entrave de natureza psicológica para as pessoas que querem diversificar suas aplicações financeiras. “Be my guest” era o que eu, se fosse governo, diria (aos interessados em aplicações no exterior).

E sobre o câmbio, o que o governo brasileiro teria de fazer agora nesse campo, nesse cenário após o anúncio do pacote do Federal Reserve (de comprar mais US$ 600 bilhões em títulos do Tesouro americano)?

Eu acho que não muda grande coisa, não entendo tanta comoção. As pessoas estão enfatizando muito o aspecto da “guerra cambial”, da “guerra das moedas”, sem mencionar as oportunidades que essa situação internacional cria para um país como o Brasil.

Voltando ao cenário da economia doméstica, o sr. defende uma unificação dos regimes de indexação de preços?

Por exemplo: tirar o aluguel do IGP-M e colocar para ser reajustado pelo IPCA (índice de inflação oficial do governo).

E o IPCA seria o único índice para reajustes?

Exato. Seria o único índice. Esta seria apenas a primeira etapa. Aí, eu conseguiria definir uma meta de 3%. Paulatinamente, eu sairia do IPCA como indexador, e convergiria para a meta anual de 3% (para a inflação no longo prazo). Então, quando chegasse lá na frente, apesar dos preços administrados continuarem a ser contratuais, essa regra (para os preços administrados) seria consistente com o objetivo de longo prazo de política monetária – o que não ocorre atualmente.

Ter uma meta inflacionária de longo prazo daria maior confiança aos investidores em relação ao cenário macroeconômico brasileiro?

Com certeza. Mas não seria assim uma meta para inglês ver. Vamos definir 3% e depois acreditar. Não sem antes ter um pacote inteiro (de medidas). Outro ponto que acho importantíssimo nesse tema é a incorporação do crédito direcionado nos objetivos de política monetária.

O que não está sendo feito agora…

Não. Atualmente, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e a Caixa fazem empréstimos de recursos a taxas próprias, que não têm nada a ver com a Selic. É um sistema que está à parte da Selic, que não caminha junto. Isso aumentaria enormemente a potência da política monetária porque um terço do crédito do Brasil vem dos créditos direcionados.

A presidente eleita, Dilma Rousseff, disse que a meta de 2% para juros reais até 2014 é usada como referência. O sr. acredita que medidas como severos cortes nos gastos públicos poderiam diminuir para 2% os juros reais até 2014?

Um porcentual de 2%… Bom, no meu estudo, eu trabalho com um porcentual em torno de 6% (taxa média anual definida por Bacha para o período de 2000 e 2009). E coloco que, para diminuir para 3%, em um horizonte de longo prazo, seria preciso cortar os gastos públicos pela metade. Ela estaria disposta a fazer isso?

Para reduzir pela metade os gastos, seria necessário, talvez, maior ênfase nas reformas estruturais?

É. O governo tem uma postura, creio, de achar que todos os problemas do Brasil podem ser resolvidos com o crescimento. Nós já vimos essa história, na época da ditadura. Houve problemas, e havia a negação dos problemas. E a ideia de que o Brasil era uma ilha de estabilidade em mundo de confusão. Eu acho muito perigoso, porém, dizer que vai colocar o juro a 2% e não dizer como. Como isso vai ser?

É uma meta excessivamente agressiva, na sua opinião?

Sim. É uma meta agressiva.

Fonte: Estadão

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Dilma deve tirar Meirelles do BC para reduzir juros

November 7th, 2010 No comments

BRASÍLIA – Embora avalie que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, foi importante para sustentar a política de combate à inflação do governo Lula e certeiro nas medidas de contenção dos efeitos da crise econômica mundial de 2008 e 2009 no Brasil, a presidente eleita, Dilma Rousseff, tende a não aproveitá-lo no posto.

É certo que Dilma vai centralizar em torno de si todas as ações econômicas do início do governo, disse ao jornal O Estado de S. Paulo um de seus mais importantes colaboradores. Pretende, com isso, alcançar dois objetivos: forçar a redução nas taxas de juros logo na primeira reunião do Conselho de Política Monetária (Copom) e mostrar que, ao contrário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ela terá o controle de todos os setores do governo, a começar pela economia. Tanto é assim que o primeiro bloco de auxiliares a ser anunciado será o da equipe econômica.

Com a centralização e a pressão explícita para que os juros baixem – o que Lula nunca exerceu em relação ao Banco Central -, Meirelles ficará numa posição desconfortável, pois sua política de combate à inflação tem sido sempre a de, por absoluta prevenção, manter os juros altos.

Uma solução para Meirelles – e ele já se mostrou simpático à ideia – seria nomeá-lo embaixador do Brasil em Washington. É um nome com muito trânsito nos meios financeiros e governamentais, atributos essenciais para a interlocução de um governo Dilma que ainda não tomou posse mas já faz coro e, ao lado de Lula, acusa os Estados Unidos de, junto com a China, promoverem uma “guerra cambial” no mundo.

O PMDB, ao qual Meirelles é filiado, ainda tem esperanças de emplacá-lo no Ministério da Fazenda ou no dos Transportes. Mas Dilma tem sido aconselhada a manter Guido Mantega, decisão que contaria com a simpatia de Lula. E o Ministério dos Transportes é um feudo do PR, embora o PMDB esteja, numa espécie de escambo político, tentando trocá-lo pela Agricultura.

Conforme um integrante do governo muito próximo de Dilma, ela quer lotar o setor econômico na Esplanada dos Ministérios com “defensores de ações desenvolvimentistas” – como ela. A presidente eleita acredita que, assim como ocorreu na gestão Lula, principalmente depois da crise econômica mundial, o governo tem entre os seus papéis fundamentais fazer a indução para o desenvolvimento e o crescimento econômico.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Projeto do programa A União Faz a Vida realizado em Jaboti/PR recebe prêmio da Faciap

November 4th, 2010 No comments

Cooperativa Sicredi Agro Paraná PR recebe o reconhecimento pela realização do PCA – Projeto de Cooperação Ambiental no município

Nesta semana, a Sicredi Agro Paraná PR foi vencedora do II Prêmio Faciap de Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável, na categoria Meio Ambiente em médias empresas, com o “Projeto de Cooperação Ambiental (PCA)” desenvolvido na cidade de Jaboti, instituído por meio do programa de educação corporativa do Sicredi, A União Faz a Vida. A cerimônia de Premiação ocorreu durante a realização da XX Convenção Faciap – Inovação na Pequena Empresa, em Foz do Iguaçu/PR.

Este é o segundo ano que a Faciap – Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná – promove o Prêmio, com o objetivo de reconhecer os melhores projetos do setor desenvolvidos em todo o Paraná.

Consciência Ambiental – O PCA tem como objetivo desenvolver a consciência ambiental na comunidade de Jaboti, por meio da cooperação, visando gerar mais qualidade de vida. O projeto é realizado nas escolas municipais, por meio de ações voltadas à solução das questões ambientais consideradas alarmantes do município, como: coleta seletiva, confecção de sacolas biodegradáveis, cartilha sobre utilização responsável de agrotóxico – prática comum nesta região – e distribuição de mudas de árvores para a comunidade.

Segundo o presidente da Sicredi Agro Paraná, Paulo José Buso Júnior, a premiação demonstra o grau de profissionalismo e dedicação aplicado pelos colaboradores e assessores responsáveis pela implantação do projeto no município. “Agradeço também a equipe de assessoria pedagógica da FEATI – (Faculdade de Educação, Administração e Tecnologia de Ibaiti), que também demonstrou empenho e consistência nas ações, quando toda a comunidade do norte pioneiro do Estado sai ganhando”, finaliza.

O Programa A União Faz a Vida – de Educação Cooperativa – do Sicredi está presente em 20 municípios do Paraná, envolvendo 143 escolas, 1,7 mil educadores e 21 mil crianças e adolescentes.

Fonte: Sicredi PR

Ricardo Coelho: O risco de perdermos a singularidade das cooperativas quando de um processo de fusão

November 4th, 2010 No comments

Ricardo Coelho é Consultor para Cooperativas de Crédito

O Consultor Ricardo Coelho aborda em uma de suas matérias o tema “Singularidade – Esqueceram de mim na Fusão“, falando do risco que corremos, quando em um processo de fusão ou incorporação, tendemos a esquecer a singularidade (particularidades) de uma ou mais das Cooperativas de Crédito envolvidas no processo.

“É comum observar que facilmente esquecemos da Singularidade quando atuamos junto a população urbana, em especial, quando passamos a ser de livre admissão. Esquecemos que esta casta da sociedade tem preceitos nada condizentes com os mantras originais do cooperativismo. Ou seja, temos que atuar em outro cenário, mas demonstramos pouca habilidade em trocar nosso processador comercial, o qual nos norteou por anos a fio. Ele está programado para o conforto de atender a cativa clientela de um único ramo comercial em cidades menores, e para conviver confortavelmente com bons sócios e/ou com o apoio da entidade patrocinadora e/ou fundadora.

Sim. É complexo aceitar que temos que nos reinventar para sermos competitivos no atendimento ao público urbano, pois são raríssimas as Singulares que obtém sucesso nesta praça de guerra. Neste novo campo de batalha é mandatório um discurso racional e uma entrega coerente, mas sempre que possível regada por emoção e valorização do contato pessoal. Estes detalhes são cruciais para o sucesso junto a este distinto público.”

O texto traz a reflexão para a necessidade de valorizarmos as realidades locais de cada município/região, lembrando que no discurso utilizado pelas Cooperativas de Crédito no dia-a-dia falamos da proximidade que os associados tem com a diretoria e com o conselho de administração da mesma.

“Antes do necessário ganho de escala precisamos ter eficácia quanto a Singularidade, caso contrário, em breve, seremos mais um grande banco de varejo.”

“Reflexão final: Que o Cooperativismo de Crédito não se esqueça da Singularidade em seus processos de fusões, para que continue hiper competitivo ao respeitar nossos milhares de Brasis.”

 Leia o texto completo clicando aqui.

Itaú gasta mais de R$ 1 bilhão para integrar rede de agências do Unibanco

November 4th, 2010 No comments

O Itaú teve despesas de mais de R$ 1 bilhão neste ano para absorver a rede de agências do Unibanco. A fusão das agências foi concluída no dia 24 de outubro, pouco menos de dois anos após o anúncio da fusão.

O banco acelerou a conversão de agências do Unibanco em unidades do Itaú entre julho e setembro. No total, 998 agências e 245 postos de atendimento do antigo Unibanco foram reformados e integrados às 3.900 unidades do Itaú.

“No começo, imaginávamos que esse processo de migração iria até o final do ano. Conseguimos antecipar isso e uma parte das despesas que cairia no quarto trimestre ficou no terceiro trimestre. Mas são despesas que não se repetem”, disse Rogério Calderón, diretor de Relações com Investidores do Itaú.

Só no terceiro trimestre, as despesas com a integração das duas redes somaram R$ 406 milhões, corroendo o lucro que somou R$ 3,03 bilhões no período – excluindo os efeitos extraordinários, o banco teve ganhos recorrentes de R$ 3,2 bilhões e retorno anualizado de 22,5%.

No ano, as despesas com a integração das redes com impacto no resultado somaram R$ 700 milhões – R$ 59 milhões no primeiro trimestre, R$ 235 milhões no segundo e R$ 406 milhões no terceiro. Além desse valor, o banco já tinha provisionado gastos de cerca de R$ 500 milhões para integrar as redes, que não afetaram o resultado no período.

Fonte: Folha.com

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Bancos: Resultados divulgados do 3Trim/2010

November 4th, 2010 No comments

Iniciando o período de divulgação dos balanços dos bancos seguem abaixo algumas informações já disponíveis:

  • Bradesco: lucro acumulado até set/2010 de R$ 7,035 bilhões, com alta de 20,6% em relação à set/2009. A carteira de crédito atingiu R$ 255,6 bilhões, com alta de 18,6% nos últimos 12 meses.
  • Santander: lucro acumulado de R$ 3 bilhões. A carteira de crédito totaliza R$ 150,3 bilhões, com crescimento de 19%.
  • Itaú: lucro acumulado de R$ 9,433 bilhões (+37,6%). A carteira de crédito totalizou R$ 313,2 bilhões (+16,5%) e os Ativos Totais de R$ 686,2 bilhões (+12%).
  • Banrisul: lucro acumulado de R$ 511,4 milhões (+43%). A carteira de crédito totalizou R$ 16,2 bilhões (+29,2%). Os Ativos Totais são de R$ 32,3 bilhões.
  • BicBanco: lucro acumulado de R$ 278,9 milhões (+20%). A carteira de crédito totalizou R$ 12,4 bilhões (+59%).
  • Caixa Econômica Federal: lucro acumulado de R$ 2,4 bilhões (+18,7%). A carteira de crédito atingiu R$ 162,8 bilhões (+45,4%). Os ativos totalizam R$ 400,2 bilhões.
  • Banco do Brasil: lucro acumulado de R$ 7,7 bilhões (+28,5%). A carteira de crédito atingiu R$ 339,8 bilhões (+19%).