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Archive for January, 2012

Projeto autoriza prefeituras a depositar recursos em cooperativas de crédito

January 29th, 2012 No comments

A Câmara analisa o Projeto de Lei Complementar 100/11, do deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), que autoriza as cooperativas de crédito a prestar serviços financeiros a municípios e a órgãos, entidades e empresas por eles controlados. As cooperativas de crédito são instituições financeiras sem fins lucrativos, reguladas e fiscalizadas pelo Banco Central.

É inconcebível aceitar que existam reservas de mercado que impedem as prefeituras de depositar seus recursos nas cooperativas de crédito“, diz Sávio. “As cooperativas são instituições financeiras que, de fato, estão localizadas em seus municípios e neles promovem o desenvolvimento e o fortalecimento da economia por meio da oferta de crédito, da geração de emprego e renda, da formação de poupança e da melhoria da qualidade de vida da população.”

Para o deputado, o cooperativismo de crédito, com suas características peculiares de gestão profissional e de governança voltadas para os reais interesses locais, pode contribuir substancialmente com o desenvolvimento. “São as únicas instituições financeiras atuantes em um expressivo número de localidades mais remotas – mais de 400 municípios –, onde os bancos oficiais não estão presentes.”

O autor informa que as cooperativas de crédito reúnem atualmente cerca de 5,1 milhões de cooperativados no País e possuem R$ 78 bilhões em ativos.

A proposta altera a Lei Complementar 130/09, que regula as atividades do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, seguirá para o Plenário.

Da Agência Câmara

Novo programa de recompensa do Sicredi com a Multiplus

January 29th, 2012 No comments

Os cartões com a bandeira Sicredi contam com uma nova vantagem: o programa de recompensa que prevê a troca de pontos acumulados no uso do crédito e pagamento de anuidades dos cartões Sicredi e Sicredi Visa Gold, por milhas aéreas da TAM, produtos eletrônicos, eletrodomésticos, entre outros disponíveis em catálogo.

No programa, cada ponto é equivalente à cotação de um dólar norte-americano no fechamento da fatura mensal, e o resgate de pontos poderá ser feito por meio do Sicredi Total Fone.

Fonte: Sicredi

Sicredi Federal MS: serviços de qualidade com crédito mais barato

January 25th, 2012 No comments

O estímulo à educação financeira e ao uso adequado do capital, com juros abaixo do mercado, são fatores que fazem das cooperativas de crédito instituições financeiras diferenciadas. Foram esses diferenciais que motivaram um grupo de servidores públicos a criarem a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (Cred-UFMS).

Instituída em agosto de 1988, a Cred-UFMS começou a funcionar efetivamente em junho do ano seguinte, após autorização do Banco Central (BC). E foi nesse mês que a cooperativa liberou os primeiros empréstimos ao seu quadro social. Desde aquela época, fundamentava sua organização em comitês educativos, buscando difundir e promover a doutrina e filosofia cooperativistas a seus associados, no próprio local de trabalho. O modelo venceu o tempo e continua perdurando até hoje.

Dez anos depois de sua fundação, a Cred-UFMS passou a integrar o Sistema Sicredi e adotar o nome Sicredi UFMS. “Demos um passo determinante para a gestão da cooperativa e para os resultados alcançados. Esse é o caminho: buscar o fortalecimento por meio de uma atuação sistêmica. Assim, conquistaremos um espaço cada vez maior no mercado”, comenta o presidente da instituição, Celso Ramos Régis.

O crescimento se evidencia em diversas frentes e uma delas é no número de associados. Inicialmente com 45 pessoas, a entidade cresceu e hoje reúne cerca de 10 mil cooperados. Essa ampliação foi motivada pela aprovação de um novo estatuto social, em outubro de 2001, permitindo a participação na cooperativa de todos os servidores públicos federais do estado e não mais só da universidade. Com isso, o nome sofreu nova alteração, desta vez para Sicredi Federal – MS.

Adesão – Mais uma década se passou e outra mudança ocorreu. Em dezembro de 2011, alinhado ao seu processo de expansão, a instituição apresentou ao BC um projeto de transformação para cooperativa de livre admissão. Isso significa que, após a aprovação do órgão regulador, qualquer pessoa física terá a possibilidade de associar à entidade.

Além de estimular o trabalho cooperativo, a Sicredi Federal – MS incentiva a integração e o desenvolvimento de ações para melhorar a qualidade de vida do seu quadro social. Para prestar atendimento personalizado, conta com 68 empregados.

Os resultados já podem ser vistos. Em 2011, os ativos totalizaram R$ 81 milhões e o patrimônio líquido atingiu R$ 29 milhões. Os números comprovam que a cooperação é o segredo do sucesso.

  • Fundação: 26 de agosto de 1988
  • Cooperados: 9.746
  • Empregos diretos: 68
  • Ativos: R$ 81 milhões
  • Patrimônio Líquido: R$ 29 milhões
  • Ano-base: 2011

Fonte: ano2012.coop.br

Representação sindical a trabalhadores em cooperativas não fere princípio constitucional

January 25th, 2012 No comments

TRT-DF/TO: Representação sindical a trabalhadores em cooperativas não fere princípio constitucional

Os empregados das cooperativas de crédito devem ter garantida a possibilidade de compor o próprio sindicato. Negar a possibilidade de sindicalização para a categoria seria desprestigiar o valor social do trabalho que desenvolvem e não admitir a possibilidade de evolução e melhoria de sua condição social. Com base nessas teses, a Terceira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-DF/TO) entendeu que o pedido de registro sindical, formulado por sindicato profissional, com o fim de representar a categoria dos empregados e trabalhadores em cooperativas de crédito, submetidos ao regime da Consolidação das Leis do Trabalho, não violaria o princípio constitucional da unicidade sindical, conforme inciso II, do artigo oitavo, da Constituição Federal.

Segundo consta nos autos, o secretário de relações de trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego indeferiu o pedido de registro requerido pelo sindicato profissional para representação da categoria em questão sob o argumento de “não caracterização de categoria econômica ou profissional para fins de organização sindical, nos termos da legislação pertinente”.

Em razão do fato, o sindicato impetrou mandado de segurança, alegando que o ato feriu direito líquido e certo, no que diz respeito ao regular processamento do registro sindical solicitado.

Ao julgar o processo, a primeira instância apontou a inexistência de direito líquido e certo, afirmando que as cooperativas não se enquadram como categoria econômica, não preenchendo, assim, os requisitos legais para a formação de sindicato. Concluiu-se que o deferimento do pedido atentaria contra o princípio constitucional da unicidade sindical.

Ao julgar o recurso, a relatora, desembargadora Márcia Mazoni Cúrcio Ribeiro, adotou os fundamentos do revisor, desembargador Douglas Alencar Rodrigues. O revisor argumentou que “a rigor, os empregados das cooperativas de crédito, instituições financeiras por excelência, deveriam ser enquadrados na categoria profissional dos bancários, em razão da indiscutível semelhança das condições de trabalho que vivenciam”, porém “no âmbito desta Justiça do Trabalho prevalece concepção contrária à possibilidade de consideração dos empregados dessas cooperativas como bancários, inclusive para efeito de enquadramento sindical”, pautando-se em precedentes do TST.

Assim, concluiu o revisor que “se não podem ser equiparados aos bancários, para efeito de jornada ou para fins de enquadramento sindical, os empregados das cooperativas de crédito devem ter assegurada a possibilidade de formação de sindicato próprio, pois constituem categoria singular e específica, passível de reconhecimento e legitimação por parte do Estado, de acordo com os termos do inciso I, artigo 8º, da Constituição Federal”. Com esses fundamentos foi negado provimento ao recurso.

Processo nº 00583-2011-004-10-00-0 ReeNecRO

Fonte: www.csjt.jus.br

Governo do Estado do RS declara 2012 como Ano Estadual do Cooperativismo

January 25th, 2012 No comments

Ano Internacional das Cooperativas - 2012O ex-ministro José Graziano da Silva, diretor-geral da FAO – Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, disse, nesta terça-feira pela manhã (24/1), que “a FAO precisa do cooperativismo muito mais do que o cooperativismo da FAO“. A manifestação ocorreu durante a cerimônia de lançamento do Ano Internacional do Cooperativismo no Rio Grande do Sul. O evento no Palácio Piratini contou com a presença do governador Tarso Genro e diversas autoridades que, posteriormente, participaram de uma reunião extraordinária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), cuja pauta principal foi a estiagem.

Graziano citou que as cooperativas representam 30% da produção da agricultura familiar no mundo. Pela importância que representa no cenário mundial, as melhores práticas do cooperativismo, entre elas a desenvolvida no Rio Grande do Sul, precisam chegar aos países com sérios problemas de alimentação. Ele citou uma conversa que teve com o governador Tarso Genro e com o secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ivar Pavan, na qual trataram da experiência gaúcha e da possibilidade de levar a assistência técnica e consultores do Rio Grande do Sul para outros países, através da FAO, a fim de expor o conhecimento e as experiências bem sucedidas.

Assim como o governador Tarso Genro, que afirmou que o Programa Gaúcho do Cooperativismo é uma conquista para todo o estado e cuja elaboração envolveu diversos setores e movimentos sociais, “sem que nenhum deles tenha perdido sua identidade”, Graziano também elogiou o Programa, lançado no ano passado e coordenado pela SDR. Disse que é um modelo a ser difundido, porque o cooperativismo ajuda a organizar a produção e os mercados. “Agora, os espaços de consumo e de produção têm um outro passo a seguir, isto é, o envolvimento com o cooperativismo. E no Brasil, o Rio Grande do Sul está na cabeça deste processo”, lembrou o diretor-geral da FAO.

O secretário Ivar Pavan afirmou que “para o RS é uma boa notícia ter 2012 como o Ano Internacional dedicado às cooperativas“. Lembrou que o estado possui 2.750 cooperativas com CNPJ ativo, reunindo dois milhões de associados em 13 ramos de atividade. Os números do cooperativismo gaúcho movimentam 10% do PIB (Produto Interno Bruto) e as cooperativas agrícolas somam 59% do PIB agropecuário.

“As cooperativas exercem um papel importantíssimo no desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul e, muitas vezes, fazem o papel do próprio poder público. Pensando nisso, o Governo do Estado decidiu fazer das cooperativas uma grande força política e econômica para o desenvolvimento, ao unir todos os setores em torno de uma única proposta, o Programa do Cooperativismo Gaúcho”, afirmou Pavan. O secretário desejou vida longa às cooperativas e que elas sejam a grande estratégia de desenvolvimento do estado, do Brasil e do mundo.

Em nome das cooperativas, a manifestação foi do presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (Fecoagro), Rui Polidoro Pinto. Ele afirmou estar bastante satisfeito com o lançamento do Ano Internacional do Cooperativismo no Rio Grande do Sul e que o Programa Gaúcho do Cooperativismo vem para contribuir com o desenvolvimento do setor no estado.

Fonte: www.cdes.rs.gov.br

Sicoob cria espaço para a imprensa

January 25th, 2012 1 comment

Com o objetivo de manter a imprensa e também os associados informados com as últimas notícias o Sistema Sicoob criou um espaço específico para a divulgação de releases e notícias.

Conheça o conteúdo no http://www.sicoob.com.br/site/conteudo/sistema_sicoob/sala_de_imprensa/

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Cooperforte virtualiza estrutura para crescer

January 25th, 2012 No comments

Sede da Cooperforte em BrasíliaA Cooperforte, a 2ª maior Cooperativa de Crédito do Brasil reduziu consumo de energia, ganhou espaço físico e aumentou disponibilidade.

A necessidade de atualizar a infraestrutura tecnológica para atender ao crescimento esperado dos negócios somada à limitação de espaço fez a cooperativa de crédito urbano Cooperforte acelerar os passos rumo à virtualização. Por mês, a companhia realiza cerca de 3 milhões de transações, que incluem saques, empréstimos e aplicações, e registra incremento na base de associados que hoje soma 110 mil. Atender a essa massa com qualidade e agilidade tornou-se um desafio.

“O ambiente que tínhamos não estava compatível com a demanda gerada pela expansão da Cooperforte nos últimos anos. Já enfrentávamos limitações de disponibilidade das informações e segurança”, afirma Wilson Celso Petry, gerente de TI da Cooperforte.

Petry diz que metade dos associados da companhia se relaciona com a Cooperforte via canais virtuais e call center. Esse cenário, prossegue, gera demanda de serviços cada vez maior. “Estávamos no limite”, observa.

O executivo explica que enxergou na virtualização a saída adequada para eliminar esses problemas. “Identificamos que a tecnologia poderia diminuir o custo de propriedade, reduzir consumo de energia e de refrigeração e aprimorar o gerenciamento de equipamentos. Foi o que conquistamos”, lista.

Ele acrescenta ainda a queda nos custos com a renovação dos contratos de licenças de software. O executivo aponta que o conhecimento adquirido por ter trabalhado muitos anos com plataforma alta, que há tempos vem sendo virtualizada, o ajudou a executar o projeto com tranquilidade. Mas o apoio do seu time, diz, foi fundamental para o sucesso da iniciativa.

A empresa contava com 36 servidores físicos e decidiu renová-los por outros da HP, mas manteve o mesmo número de equipamentos, adicionando 55 servidores virtuais, com o auxílio da tecnologia VMware. Petry diz que cerca de 2 milhões foram investidos no projeto e que a iniciativa trouxe benefícios.

Assim como as empresas que estão ingressando no mundo da virtualização, a Cooperforte começou a testar a tecnologia pelos sistemas que geram menos impacto aos negócios para depois conquistar maturidade e estendê-la para as aplicações de missão crítica. “Tínhamos de ter certeza do seu potencial e segurança. Hoje, nosso servidor de e-mail, ERP, aplicações web e banco de dados estão em ambiente virtual”, assinala.

Há pouco mais de um ano com a nova estrutura, Petry diz que além dos objetivos propostos terem sido alcançados, o tempo de backup sofreu redução considerável, de 14 horas para 7 horas, ganho de 50% na realização da atividade. “Agora, temos cópias de segurança de máquinas inteiras, o que nos permite prover equipamentos virtuais mais rapidamente”, assegura.

O gerente de TI notou que antes de colocar em prática o projeto, a equipe de TI consumia boa parte do tempo apagando incêndios, prejudicando a capacidade de abraçar novas demandas e o desenvolvimento de soluções para os negócios. Mas com a facilidade de administração do ambiente, esse cenário ficou para trás, avalia.

Com a infraestrutura em dia, a Cooperforte conseguiu aumentar os negócios, ampliar a velocidade das atividades, garantir disponibilidade e, de acordo com Petry, essa combinação de fatores reflete diretamente nos associados.

Animada com os resultados, a cooperativa de crédito faz muitos planos para o futuro. O novo ambiente permitiu que a companhia estivesse pronta para ampliar os serviços prestados aos associados. Como exemplo, Petry cita que, de olho na mobilidade, a Cooperforte quer oferecer no primeiro trimestre de 2012 atendimento por meio de dispositivos móveis, inicialmente no iPad e iPhone, e que a partir de agora é possível suportar essa demanda.

“Com virtualização, não preciso aumentar a quantidade de racks, consigo suportar o aumento previsto sem dificuldades”, pontua. Para ele, a estrutura anterior certamente iria frear a expansão dos negócios e, com isso, a companhia perderia competitividade.

Diante dos resultados positivos que a virtualização possibilitou para a companhia sediada em Brasília (DF), um dos próximos passos é ampliar o uso da tecnologia para o site de contingência, que está instalado no Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), a alguns quilômetros do site principal. “Aprendemos que virtualização não é um ‘bicho de sete cabeças’, é um caminho sem volta”, avalia.

Uma nova rodada de aquisições de servidores está prevista. Seis da linha blade serão adquiridos e virtualizados. Mas isso não significa, segundo Petry, que a estrutura atual não comporta as demandas. “A garantia de alguns servidores do parque vai vencer e ampliar a de equipamentos ociosos, o que é mais caro do que adquirir novos”, explica.

Ele acrescenta que os equipamentos vão permitir à Cooperforte ganhar eficiência e performance e ficar em linha com o posicionamento estratégico da companhia, que busca cada vez mais a sustentabilidade. “Os blades nos ajudam nessa missão.” Agora, a Cooperforte, com fôlego para crescer, está preparada para demandas atuais e futuras, finaliza o gerente de TI.

Leia mais sobre a Cooperforte no http://www.cooperativismodecredito.com.br/SICOOBCooperforte.html

Fonte: computerworld.uol.com.br

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Sicredi terá mais 26 unidades em 2012 no RS e SC

January 21st, 2012 No comments

O Sicredi projeta ampliar sua rede de atendimento através da abertura de 26 unidades de atendimento nos Estados do Rio Grande do Sul (RS) e Santa Catarina (SC) em 2012. Com a inauguração da Unidade de Atendimento de Saudades (SC), que ocorre no dia 20 de janeiro, o Sistema contará com 589 pontos de atendimento nos dois Estados

O Sicredi, por meio das cooperativas filiadas à Central Sicredi Sul, que abrange o RS e SC, abriu 16 novos espaços para atender às demandas dos associados gaúchos e catarinenses em 2011. As Unidades de Atendimento de Bombinhas e Itapoá, que fazem parte do litoral de Santa Catarina, foram as últimas inaugurações previstas no calendário de inaugurações desse ano. De acordo com o presidente da Central Sicredi Sul, Orlando Borges Müller, este crescimento “é o resultado do trabalho realizado pelas cooperativas junto aos seus associados e comunidades, através de uma parceria comprometida com o desenvolvimento econômico e social”.

Müller também aponta que o ano se 2012 é o Ano Internacional das Cooperativas, chancelado pela Organização das Nações Unidas (ONU), começa com excelentes perspectivas de crescimento e consolidação. “Está comprovado que através desta forma de organização das pessoas se constroi um mundo melhor,” concluiu o presidente.

Fonte: Central Sicredi Sul

Distribuição de sobras fortalece vínculos entre cooperativas

January 21st, 2012 No comments

Assembleia é que resolve se as sobras serão aplicadas em outros investimentos

Diferentemente de uma empresa mercantil comum, que tem no lucro o objetivo final de sua atuação, a cooperativa tem como foco a prestação de bons serviços e a busca por resultados coletivos para seus cooperados. Isso significa que o saldo financeiro positivo ao final de cada ano, ao invés de ser destinado a um único dono do negócio, ou distribuído a quem tem maior número de ações, é assunto de discussão em assembleia, para que todo o conjunto dos cooperados possa decidir o que fazer com as sobras.

É a assembleia que resolve se as sobras serão aplicadas em outros investimentos – e se isso será feito em parte ou no todo – ou se devem ser distribuídas proporcionalmente à participação de cada associado na atividade da cooperativa durante o exercício. O assunto fez para da 4ª edição da revista Saber Cooperar. Se você ainda não recebe a revista do Sescoop, envie um e-mail para revistadosescoop@sescoop.coop.br com seus contatos, que faremos o seu cadastro.

Fonte: OCB

Cresol Central já ultrapassa o montante de R$ 155 milhões liberados aos associados através de operações do Pronaf Custeio

January 21st, 2012 No comments

No primeiro semestre do ano safra 2011/2012 (de 01/07 a 31/12/2011), a Cresol Central efetuou mais de 20 mil operações de Pronaf Custeio, sendo 9.722 operações através de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e mais de 11 mil via Banco do Brasil. Juntas, elas representam um montante superior a R$ 155 milhões. Além do aumento no número de operações e de valor, outra novidade do plano safra 2011/2012 é o prazo. Neste ano, pela primeira vez, a Cresol Central iniciou a liberação em agosto, sendo que foi realizada com um mês de antecedência se comparada a safra anterior.

Conforme o Diretor Operacional de Crédito, Cláudio Risson, estas operações demonstram o crescimento do Sistema Cresol. “Nesta safra avançamos significativamente no volume de crédito repassado e também na quantidade de contratos liberados. Estes aumentos representam que o ano safra 2011/2012 vem sendo positivo, especialmente, no volume de crédito operado através do Pronaf e que estamos contribuindo, cada vez mais, com o desenvolvimento local e melhorando a qualidade de vida de nossos associados”, declara.
Com maior efetividade no planejamento, as cooperativas conseguiram organizar as contratações para que o crédito chegasse no momento oportuno ao associado. Segundo o Coordenador do Departamento de Crédito da Cresol Central, Maicon Tiago Mistura, o Sistema atenta para que o associado tenha crédito disponível no momento certo e no valor necessário. “Isto é possível através do trabalho em conjunto com as Cooperativas Singulares, dos treinamentos realizados antes do início das contratações e ajustes técnicos para as novas regras”, explica.

Entre as 55 Cooperativas que operam com Pronaf Custeio BNDES, a Cresol Irineópolis liberou neste período, através de 24 operações, uma média de R$ 5.368,28 a cada financiamento. De acordo com o Vice-Presidente da Cooperativa, Edvino Zielinski, nesta safra, são mais de R$ 125 mil em operações. “O Pronaf Custeio é um importante instrumento para os agricultores, já que oferece oportunidade para desenvolverem as propriedades e condições para melhorarem a renda”, avalia.

Já a Cresol Xavantina efetuou 98 operações com média de, aproximadamente R$ 20 mil cada. Conforme o associado, Gilberto Pavan, a necessidade de financiar surgiu para aumentar os rendimentos na propriedade. “Com o crédito, financiei a lavoura de milho e também investi na produção de leite. Com isso, consigo ter capital de giro e maior renda”. Ele reside na Comunidade de Pinhal Preto, interior de Xavantina, no oeste de Santa Catarina, e acessou o Pronaf Custeio Agropecuário no valor de R$ 20 mil.
Plano Safra 2011/2012

Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), através do Plano Safra 2011/2012, os agricultores familiares de todo o país tem acesso a um total de R$ 16 bilhões, que podem ser aplicados em linhas de custeio, investimento e comercialização do Pronaf. Do total disponibilizado, R$ 7,7 bilhões são para operações de investimento e R$ 8,3 bilhões para operações de custeio.

Fonte: Cresol Central

Pesquisa de Satisfação: Sicredi tem alto índice de recomendação junto a seus associados

January 21st, 2012 No comments

Resultado é decorrente da Pesquisa de Satisfação NPS, que está sendo aplicada durante o Planejamento Estratégico 2011-2015 do Sistema. Mais de 48 mil entrevistas já foram realizadas.

O Sicredi tem um NPS (Net Promoter Score) elevado entre seus associados. Cerca de 63% deles recomendariam os produtos e serviços das cooperativas filiadas ao Sistema a amigos e familiares, resultando em um NPS geral de 55% para a instituição. Este é o resultado da primeira edição da Pesquisa de Satisfação NPS, com dados coletados junto a mais de 48 mil associados entrevistados no ano de 2011, e que seguirá sendo realizada até 2015, como parte do Planejamento Estratégico 2011-2015 do Sicredi. A média de entrevistas foi de 6 mil entrevistados a cada mês.

O objetivo da iniciativa é medir a satisfação dos associados com uma metodologia simples desenvolvida pela Bain & Company. A partir das respostas à pergunta “Você recomendaria o Sicredi a um amigo ou colega?“, classificam-se os associados numa escala de 0 a 10. Os promotores são aqueles que respondem 9 ou 10 – fãs genuínos dos produtos; neutros – aqueles que respondem 7 ou 8; e detratores, aqueles que respondem 6 ou menos. Ao subtrair a porcentagem de “promotores” da porcentagem de “detratores”, obtém-se a métrica denominada Net Promoter Score (NPS).

De acordo com Daniel Ferretti, da Superintendência de Comunicação e Marketing do Sicredi, a metodologia tem relação direta com o crescimento das empresas. “As organizações com um NPS maior apresentam índices de crescimento superiores às demais. Portanto, o NPS se reflete em resultados, já que os associados considerados ‘promotores’ – que apontam notas 9 e 10, utilizam mais produtos, recomendam a empresa para mais pessoas e permanecem mais tempo como associados”, explica. Além de obter o NPS do Sicredi, a pesquisa também aborda outras questões, que verificam a percepção dos associados quanto a produtos, canais e atendimento da instituição.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é um conjunto de 115 cooperativas de crédito, integradas horizontal e verticalmente. A integração horizontal representa a rede de unidades de atendimento (mais de 1.100 unidades de atendimento), distribuídas em 10 Estados* – 905 municípios. No processo de integração vertical, as cooperativas estão organizadas em cinco Cooperativas Centrais, uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo, que controla as empresas específicas que atuam na distribuição de seguros, administração de cartões e de consórcios. Mais informações no site sicredi.com.br.

* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

Cooperados da Unicred Central RS poderão obter linhas de crédito do BRDE

January 21st, 2012 No comments

Cooperados das 19 unidades singulares representadas pela Unicred Central RS passam a contar com a possibilidade de utilizar linhas de créditos oferecidas pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Termo de cooperação técnica entre a Unicred Central RS e o BRDE foi firmado na tarde desta sexta-feira (20), em Porto Alegre, buscando viabilizar aos associados da cooperativa de crédito no Estado a obtenção de linhas de financiamento para a realização de projetos, como ampliação de hospitais, clínicas de saúde, aquisição de equipamentos, entre outros, tanto para pessoa física quanto jurídica.

“Essa é mais uma fonte de crédito que disponibilizaremos aos nossos cooperados para que ampliem seus negócios e desenvolvam novos projetos”, comentou o diretor-presidente da Unicred Central RS, Léo Airton Trombka. Ele acrescentou que a parceria firmada também servirá de incentivo para que outros profissionais e empresas se associem às cooperativas localizadas no Rio Grande do Sul.

Já o vice-presidente do BRDE, Carlos Henrique Horn, destacou que o relacionamento com o segmento cooperativista tem trazido benefícios para ambas as partes. “Os investimentos realizados são seguros e confiáveis”, afirmou.

Para o gerente de Planejamento do BRDE, Carlos José Ponzoni, o acordo permitirá aos sócios das cooperativas usufruírem dos montantes disponíveis no Banco, conforme os interesses de cada associado da Unicred. “A singular terá a oportunidade de ampliar sua carteira de cooperados e, ao mesmo tempo, de compartilhar rendimentos, sem que perca projetos para outras instituições”, avaliou Ponzoni.

A Unicred Central RS conta com um ativo total de mais de R$ 956 milhões, sendo que aproximadamente 50% estão emprestados aos seus cooperados, e um patrimônio líquido de quase R$ 157 milhões. São 56 agências no Estado e 26 mil associados.

O BRDE conta com patrimônio líquido de R$ 1,250 bilhão e 35 mil clientes nos três estados do Sul do País.

Fonte: Unicred Central RS

Copom baixa juros para 10,5% ao ano na quarta redução consecutiva

January 18th, 2012 No comments

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, colegiado formado pela diretoria e presidente da autoridade monetária, se reuniu nesta quarta-feira (18) e decidiu, na primeira reunião deste ano, baixar novamente os juros básicos da economia brasileira, que recuaram de 11% para 10,50% ao ano.

Trata-se da quarta reunião consecutiva de redução dos juros, que caíram ao menor nível desde junho de 2010 (10,25% ao ano). Com a decisão, a autoridade monetária confirmou a expectativa do mercado financeiro e “devolveu” todo aumento de juros efetuado desde o início do governo Dilma Rousseff – visto que os juros começaram o ano passado em 10,75% ao ano.

Comportamento previsto para os juros no futuro

A previsão do mercado financeiro é que a taxa de juros, fixada pelo Banco Central, continue recuando nos próximos meses. A estimativa é de que os juros básicos caiam para 10% ao ano em março e para 9,5% ao ano em abril deste ano – patamar no qual, ainda segundo previsão dos economistas dos bancos, fechariam o ano de 2012. Entretanto, a previsão dos analistas do mercado financeiro é de novos aumentos de juros a partir do começo de 2013 – finalizando o próximo ano em 10,25% ao ano.

Fonte: G1

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Cooperativas do Sicredi iniciam o Processo Assemblear 2012

January 17th, 2012 No comments
Com o conceito Gente que coopera participa, as cooperativas reúnem seus associados para prestar contas de 2011 e apresentar o planejamento para 2012

No Sicredi, os associados são os donos do negócio e participam da gestão da cooperativa, de forma efetiva, por meio do Processo Assemblear. O futuro do empreendimento é decidido nas pré-assembleias, nas assembleias de núcleo e consolidado nas assembleias gerais. Em 2012, serão realizados mais de 1.200 encontros com os associados no Processo Assemblear, entre os meses de janeiro e abril. As cooperativas de crédito têm se firmado no mercado financeiro como um sistema mais inclusivo, participativo e democrático. Esse modelo de organização econômica tem ganhado relevância mundial, ao ponto da ONU declarar 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas.

Em 2011, a participação dos associados foi aprimorada com a realização do Processo Assemblear com voto delegado em 41 cooperativas. Líderes, escolhidos localmente, representam os demais associados nas assembleias gerais. A expectativa em 2012 é ampliar o número para 70 cooperativas. Até 2013, todas as cooperativas com mais de três mil associados estarão com este processo ativo.

O Processo Assemblear 2011 mobilizou 190 mil associados, além de 65 mil visitantes, conscientes de seu papel no negócio, que acreditam em um modelo de participação ativa para desenvolvimento do cooperativismo de crédito e do Sicredi.

Fonte: Sicredi

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Ano do cooperativismo, por Roberto Rodrigues

January 17th, 2012 No comments

A cooperativa oferece ao seu cooperado serviços que lhe permitam evoluir economicamente. O cooperativismo brasileiro vem crescendo bastante, impulsionado pelo firme timão da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), órgão de cúpula do movimento. Muita gente acha que esse poderoso instrumento de organização econômica da sociedade seja exclusivamente agrícola, o que é um engano. Os números são notáveis e mostram como o movimento se expandiu na área urbana. Há dez anos, o Brasil tinha 5.903 cooperativas, das quais 1.411 eram rurais, com 831.654 associados. Cerca de 2.067 eram urbanas, com 2.493.197 associados. No último levantamento da OCB, de dezembro de 2010, as cooperativas urbanas já eram 2.953, com 3.816.026 associados, e as agrícolas eram 1.548, com 943.054 associados.

As cooperativas urbanas atuam nas áreas de consumo, educação, habitação, infraestrutura, produção, saúde, transporte, turismo e especial (para pessoas com deficiência). E, além das rurais e urbanas, existem as cooperativas de crédito, em número de 1.330, com mais de 5,6 milhões de associados, a grande maioria urbanos, embora a área rural ainda tenha maior poder econômico. Também as cooperativas de trabalho, 1.024 no total, são majoritariamente urbanas, com seus 217 mil associados, mas algumas funcionam no campo também. O número das que são apenas agropecuárias cresceu 35% nestes dez anos, e as exclusivamente urbanas, 42%. Mas o número de associados destas aumentou 53%, enquanto o das agropecuárias, só 13%.

É claro que a urbanização crescente do Brasil tem muito a ver com isso, mas não é o único fator responsável.

Uma cooperativa precisa de três condições básicas para se desenvolver de maneira positiva:

  1. em primeiro lugar, precisa ser necessária. Não adianta querer criar uma cooperativa de qualquer tipo se ela não for sentida, pelos futuros cooperados, como uma necessidade, capaz de responder às pressões econômicas a que estão submetidos. Cooperativismo é um movimento de base, tem que crescer de baixo para cima, não pode ser imposto.
  2. Em segundo lugar, precisa ser viável economicamente: cooperativa é uma empresa, com a diferença de que o lucro não é o fim em si; ela é o instrumento da doutrina cooperativista que objetiva “corrigir o social através do econômico”. Portanto, a cooperativa oferece ao seu cooperado -de qualquer ramo- serviços que lhe permitam evoluir economicamente e, por conseguinte, acessar novos níveis sociais. Mas, mesmo assim, é uma empresa -com seu viés social, é claro-, tem que ser eficiente e lucrativa. Por isso tudo, criar uma cooperativa sem nenhum capital é vê-la nascer morta.
  3. E, por fim, é preciso que haja espírito associativo, com liderança capaz de conduzir o processo.

Ora, a rápida urbanização do país trouxe para as cidades demandas estruturais, tendo em vista melhorar a renda dos cidadãos. Estes se organizaram então em cooperativas de trabalho, de consumo, de saúde, de educação, de habitação, de crédito etc., e o movimento ganhou uma dimensão tão espetacular quanto a que aconteceu em outros países do mundo pelas mesmas razões. Tudo isso foi potencializado pelo vigoroso processo de globalização da economia que produziu exclusão social e concentração da riqueza, dois inimigos mortais da democracia e da paz. Os excluídos se agruparam em cooperativas e com isso também mitigaram a concentração, transformando-se em bastiões aliados dos governos democráticos pela sustentação da paz. Aqui e no mundo todo. É bom lembrar que existem cooperativas em todos os países, e o número total de seus associados é próximo a 1 bilhão de pessoas. Se cada qual tiver três agregados, são 4 bilhões de terráqueos ligados direta ou indiretamente ao cooperativismo, constituindo o mais gigantesco contingente humano em defesa da democracia e da paz universal. Não é por outra razão que a ONU declarou 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas. E pela mesma razão esse extraordinário movimento bem que merece o Prêmio Nobel da Paz.

* Artigo escrito por Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, professor do Departamento de Economia Rural da Unesp – Jaboticabal e ex- ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Obs: Os dados do cooperativismo de crédito foram ajustados por este Portal para refletir os dados corretos visto haver uma divirgência nas informações.

Fonte: Publicado no jornal Folha de São Paulo, em 14 de janeiro de 2012.

2012: Ano Internacional das Cooperativas – Cooperativismo, novamente a saída?

January 15th, 2012 No comments

Tomemos por base o cenário da Inglaterra em 1844; a Revolução Industrial em progresso segue desestruturando a organização social de então, lastreada nas atividades rurais e nas dos artesãos. O tear mecânico impactou dramaticamente a tecelagem artesanal, marginalizando os trabalhadores dessa categoria. Do mesmo modo a maquina a vapor, o trem e a eletricidade arrastaram para a disfunção milhões de profissionais. Os reflexos econômicos, sociais e políticos disso a história conta sob a forma de centenas de insurreições, revoluções e guerras, o que fez do século XX o mais violento da história da humanidade, sem contar a violência cotidiana que grassa em todos os recantos do planeta, produtos desta mesma revolução industrial.

Várias propostas ganharam forma prática no sentido de tentar recompor a organização social. A princípio projetaram-se como ingênuas, românticas, reformistas. Os socialistas utópicos, precursores do cooperativismo atual, constituíram-se nas iniciativas maiores dessa natureza de acomodação social pacífica. Os poderosos da época não entenderam o espírito conciliador dos reformistas e impingiram-lhes derrotas amargas. É bem verdade que a inexperiência também contribuiu decisivamente para o fracasso da maioria dessas iniciativas.

A oportunidade perdida logo transformou-se, para muitos em ressentimentos em revoltas traduzidas em motins, revoluções e finalmente em guerras, debaixo das mais diversas bandeiras: stalinismo, comunismo, nazismo, fascismo, integralismo, liberalismo etc. Entre revoluções e contra-revoluções chegamos até os dias de hoje com uma forma de organização fortemente dominante: o CAPITALISMO, seja ele privado ou estatal, de esquerda ou de direita, leigo ou de fundamentação religiosa. O importante é que a revolução industrial gerou um processo contínuo de acumulação de capital, sob a necessidade de construções de fábricas para a produção de mercadorias em larga escala.

De pouca relevância tornou-se saber quem, ao final, está por trás, no controle, desse capital; o fato é que a partir de então, a sociedade passou a se organizar dando excessivamente ênfase a um valor único: o econômico. O alvo permanente dos povos, em desenfreadas competições, passou a ser acumular, cada vez mais, capital. E nesse transcurso a SOLIDARIEDADE, o valor social mais nobre, foi o mais duramente atingido. E nesse ínterim, o Cooperativismo seguiu seu rumo, em trajetória marginal, recolhendo os fracos e abatidos, pinçando-lhes as feridas, mitigando os efeitos do processo de acumulação de capital, inerente à organização social industrial-capitalista.

A ciência e a tecnologia não são neutras, deixam m arcas profundas na história. Contribuem fundamentalmente para o progresso e o conforto da humanidade, sem dúvida: antes, porém, desalojam interesses, desarticulam organizações e métodos, trazendo, por via de consequência, turbulências e desconforto. A humanidade não aprendeu, ainda, a administrar o progresso, de modo que ele ocorra sem dores.

Ainda bem não se acomodaram os conflitos gerados pela revolução industrial, novo surto de revolução tecnológica se instala a partir de meados da década de 70, do século passado. A eletrônica digital – incluam-se aí os computadores e os equipamentos de automação – a biotecnologia, a engenharia genética, os novos materiais, os sistemas de transporte e de comunicações etc. armam, a partir de então, nova revolução em bases reestruturastes em intensidade muitas vezes mais potente do que fora a revolução industrial ao seu tempo. Com um agravante: a revolução industrial atingiu uma população basicamente rural, em ambiente favorável à subsistência, enquanto que a revolução digital IMPACTA uma enorme população, que tem pouquíssimas alternativas viáveis para a subsistência.

Novamente o associativismo, seja sob a forma cooperativa ou outra aqui lhe vier a suceder, surge como uma esperança. Como que num campo de batalha, onde o pelotão de saúde vai recolhendo os abatidos, tentando salvar-lhes as vidas, as cooperativas constituem-se novamente numa saída. Das lideranças cooperativistas esperam-se novas respostas ao desafio presente, um amparo para os deserdados, só que dessa vez: urbanos! Daí a grande responsabilidade de quantos se ocupam com o desenvolvimento das cooperativas (…) educacional, de saúde, de trabalho.

Mito ou não, as pessoas estão convencidas de que a salvação virá do conhecimento. A nova sociedade organiza-se em torno do conhecimento, já que a expressão econômica mostrou-se insuficiente para sua reestruturação. Parece defino: sem o conhecimento não haverá lugar nem oportunidades.

E o cooperativismo? Será o mesmo? Obviamente que não. A forma de organização cooperativa, tal como a praticamos em nosso dias, como é sabido, procede da percepção de necessidades que remontam a meados do século passado. Assim, é natural que as mudanças observadas reflitam sobre a forma de organização cooperativa, transformando-a, renovando-a, fazendo a progredir. Você está preparado para aceitar esta realidade? Ou está inflexível, tentando para o tempo?

Os simpatizantes e os atuantes no movimento cooperativista deverão estar atentos para impedir que conceitos e atitudes superados pela história impeçam o progresso do pensamento cooperativo, que em sua essência constitui na atitude solidária para a solução de problemas comuns a um grupo social.

(…) A atitude cooperante e solidária é o que importa. E já que falamos que estamos no limiar de uma nova sociedade, estruturada sob o domínio do conhecimento, como vocês imaginam uma experiência de compartilhamento dos conhecimentos adquiridos? Como organizar um empreendimento cuja “mercadoria” seja o conhecimento? As empresas de software poderiam ser organizadas sob forma cooperativa? Os cientistas poderiam, também, organizar seu trabalho em bases cooperativistas?  E as empresas, poderiam realizar pesquisas e desenvolver produtos em conjunto, colaborando entre si?

Ninguém, nem o maior gênio de todos os tempos, consegue reter um milionésimo de todo o conhecimento de que dispõe hoje a humanidade. Mesmo de cada uma das especialidades é impossível saber-se tudo. O conhecimento pessoal é como o fragmento do mapa da mina: se juntarmos todas as partes teremos mais do que o mapa completo, chegaremos ao tesouro.

Meditem sobre essas coisas. A humanidade está precisando urgentemente de descobridores talentosos como vocês. Será que a sua equipe trará importantes contribuições para a humanidade, como os humildes e probos tecelões de Rochdale?

Geonival Oliveira, autor do Programa Cooperjovem. Oscar César Brandão, Economista e Mestre em Ciência da Informação.

Sicredi Alto Uruguai: referência em organização social

January 15th, 2012 No comments

Fundada em abril de 1981, em Rodeio Bonito (RS), por um grupo de vinte pequenos agricultores, a Sicredi Alto Uruguai é hoje uma cooperativa de livre admissão que conta com 44 mil associados e 25 unidades de atendimento nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A entidade tornou-se referência em termos de organização do quadro social após elevar de 26 para 213 os seus núcleos cooperativos, por meio dos quais os associados participam efetivamente do planejamento e das decisões da instituição.

Esse nível de organização foi conquistado a partir de conhecimentos assimilados nos programas Crescer e Pertencer, promovidos pela Fundação Sicredi de Educação e Cultura, com sede em Porto Alegre. Marcos Schwingel, gerente de Educação Cooperativa da Fundação, explica que a proposta desses programas é exatamente qualificar a participação dos associados na gestão e no desenvolvimento das cooperativas. “Ambos se completam. Dizemos que o Pertencer é a prática e o Crescer é a teoria. Tudo o que o participante estuda no Crescer, depois ele coloca em prática no Pertencer. O objetivo é garantir a competitividade das cooperativas de crédito no mercado financeiro, mas sem perder as características cooperativistas”, afirma o gerente. Segundo Schwingel, entre as intenções dos programas está a de incentivar os associados a utilizarem mais os produtos e serviços de sua cooperativa. “Se ele é dono de uma cooperativa, deve entender que quanto mais fizer uso dos produtos e serviços da entidade, maiores serão os resultados obtidos”, raciocina.

O presidente da Sicredi Alto Uruguai, Eugênio Poltronieri, confirma que o investimento em formação profissional é, de fato, um dos segredos do sucesso da cooperativa. “Investimos em capacitação pela própria necessidade de cumprir a filosofia cooperativista. Na nossa área de atuação, poucas instituições mantêm esse foco. A cooperativa possui, em sua missão, o papel de agregar renda e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos associados e das comunidades em que está situada”, diz o cooperativista.

Marcos Schwingel acrescenta que, hoje, o sistema Sicredi está presente em onze estados brasileiros, e conta com quase dois milhões de associados. E que em todas as 120 cooperativas filiadas, a participação nos programas Crescer e Pertencer é uma exigência. “As nossas cooperativas colocaram nos seus estatutos, como condição de ingresso ou permanência no sistema, implantar esses dois programas”, comemora o gerente.

Fundação: 1981
Associados: 44 mil associados

Fonte: ano2012.coop.br

Brasil já conta com mais de 5,6 milhões de associados a cooperativas de crédito

January 15th, 2012 No comments

Apesar de termos recém encerrado o ano de 2011 já é possível afirmar que o Brasil já conta com mais de 5,6 milhões de brasileiros associados a uma das 1.330 cooperativas de crédito do país.

Os dados anteriormente divulgados pela OCB, base dez/2010, davam conta de 5,1 milhões de associados no país e atualizando-se tais valores para dados aproximados de dez/2011 nos mostram um crescimento de cerca de 10%, isto sem termos em mãos os dados exatos de cada sistema de crédito cooperativo.

Do total de 5,6 milhões temos os Sistemas Sicredi e Sicoob com pouco mais de 2 mihões de associados cada e temos ainda os Sistemas Cecred, Confesol e Unicred que juntos aproximam-se de 800 mil associados, sistemas estes a que estão ligados 87% dos associados de cooperativas de crédito do país.

Ao realizar as assembléias de sua cooperativa de crédito não deixe de enfatizar esta informação para seus associados.

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Poupança Sicoob terá divulgação durante amistoso no Pacaembu entre o Ajax e o Palmeiras

January 12th, 2012 No comments

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), maior sistema de cooperativas de crédito do País, terá um espaço de divulgação da Poupança Sicoob no jogo amistoso entre Ajax (Holanda) e Palmeiras, no próximo dia 14 de janeiro, às 17h, no estádio do Pacaembu, em São Paulo. O espaço foi oferecido ao Bancoob pela MongeralAegon, uma das patrocinadores do evento e também parceira do Sicoob em produtos oferecidos pela instituição.

Os espaços para divulgação serão placas de LED no campo de futebol do jogo que terá transmissão nacional. De acordo com a supervisora de Marketing e Comunicação de Produtos e Serviços do Sicoob, Ryvanne Alessandra Pires, a escolha do produto para divulgação foi feita com o objetivo de aumentar a captação da poupança, um produto estratégico para o Sicoob. “A partir do momento em que aumentamos o volume captado de poupança, temos a possibilidade de oferecer mais crédito para os associados atendendo às suas necessidades de crédito rural”.

Sobre o Sicoob

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui 2 milhões de associados em todo o país e está presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. O Sicoob é composto por 576 cooperativas singulares, 15 cooperativas centrais e a Confederação Nacional de Cooperativas de Crédito do Sicoob (Sicoob Confederação). Compõe ainda o Sistema o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), um banco comercial privado, sociedade anônima de capital fechado, cujo controle acionário pertence às entidades filiadas ao Sicoob, e que opera como provedor de produtos e serviços financeiros para as cooperativas. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com aproximadamente 2 mil pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no Sistema oferecem um amplo portfólio de produtos e serviços para seus associados e possibilita acesso a recursos financeiros especiais para empréstimo, investimento e capital de giro, com taxas e juros mais acessíveis.

Data: 14 de janeiro de 2012 – Hora: 17h – Local: Estádio do Pacaembu, São Paulo (SP).

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Cooperativas do Sicoob buscam ampliar atuação no Rio Grande do Sul

January 10th, 2012 No comments

O Sicoob Central SC realizou, no dia 13 de dezembro de 2011, reunião com as cooperativas do sistema interessadas em ampliar a sua área de atuação para municípios do Rio Grande do Sul. Esta foi a terceira reunião sobre o tema, que definiu critérios sobre os procedimentos a serem adotados pelas cooperativas. Doze das quarenta e duas cooperativas do sistema em Santa Catarina pretendem, gradativamente, oferecer os produtos e serviços do Sicoob em território gaúcho.

Seis cooperativas do Sicoob SC já atuam no Rio Grande do Sul, com cinco pontos de atendimento. No ano de 2010, o Sicoob Ecocredi, de Três Coroas, no Vale do Paranhana, tornou-se a primeira cooperativa do Sicoob no estado vizinho. Atualmente, 79 municípios riograndenses fazem parte da área de ação das cooperativas catarinenses Oestecredi, Transcredi, Creditapiranga, Credisulca e Credija, além da Ecocredi, que já nasceu em território gaúcho.

Segundo o presidente do Sicoob Central SC, Rui Schneider da Silva, “o Sicoob segue um modelo baseado na essência do cooperativismo de crédito, com atenção total às necessidades e urgências de cada associado, por isso se diferencia fortemente do tratamento dispensado por bancos e demais instituições financeiras aos clientes, que no cooperativismo de crédito são também os donos do negócio”.

Fonte: Sicoob Central SC

Cooperativa é um capital de democracia

January 10th, 2012 No comments

As Nações Unidas proclamaram 2012 o ano internacional da cooperativa. É uma maneira de valorizar um modelo econômico alternativo que busca combinar produtividade e responsabilidade social.

Em tempos de crise, a cooperativa pode viver uma segunda juventude.

Nascida em meados do século 19 na Grã-Bretanha, em meio às tensões inevitáveis da revolução industrial, hoje as cooperativas têm um bilhão de membros em todo o mundo, para as quais trabalham mais 100 milhões de pessoas.

Nos últimos anos, o faturamento das cooperativas superou um trilhão de euros em diversos setores como indústria, comércio, agricultura, bancos e seguros. As atividades vão desde o cacau no hemisfério sul até o time do FC Barcelona. Há outros exemplos curiosos como o caçadores de serpentes na índia e os produtores de queijo parmesão na Itália.

Na Suíça existem 9.600 cooperativas. Só para citar um exemplo, metade da população é sócia da Coop e Migros, duas redes de supermercados que detêm 50% do comércio de detalhes. Tem ainda o Banco Raiffeisen, com 1,7 milhão de sócios, a seguradora Mobiliar e o grupo agrícola Fenaco, entre muitos outros.

2012 é o ano da cooperativa

O cooperativismo, portanto, é um fenômeno imponente, mas do que se trata exatamente? Com a palavra Emmanuel Kamdem, especialista em cooperativa na Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra: Quando as pessoas se unem para criar riqueza sob uma base democrática e que essa riqueza é distribuída de maneira equitativa, então estamos em presença de uma cooperativa.”

As cooperativas não são um simples fenômeno econômico, mas um modelo empreendedor específico fundado em valores como a democracia, a igualdade, a solidariedade e a mutualidade. “É um modelo que reúne lógica de mercado e inclusão social, tendo a solidariedade como centro de interesse. Claro, a criação de uma ferramenta econômica tem de ter a garantia de crescimento social e econômico da empresa, mas o fundamento não é a maximizar lucros.”

Se a dispersão de capital e a subdivisão do poder constituem o principal freio ao desenvolvimento desse empreendimento sustentável, o potencial ainda está longe de ser explorado, comenta Emmanuel Kamdem.

“O objetivo da ONU para 2012 é de promover a criação e o desenvolvimento desse modelo que, nos últimos anos, vem atraindo cada vez mais o interesse de economistas e empreendedores.”

A campanha destaca ainda o grande número de cooperativas e os princípios fundadores. “A cooperativa muito grande tende a esquecer o papel de formação e educação que também tem e os sócios não são sempre cientes de seus direitos e deveres. É uma lacuna que deve ser corrigida.”

Pequenos produtores crescem

Se as cooperativas economicamente mais rentáveis estão concentradas nos países industrializados como França, Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Itália, nos últimos 50 anos esse modelo se desenvolveu sobretudo nos países do hemisfério sul.

“A associação de pequenos produtores é um instrumento fundamental de democratização e permite às populações mais pobres de participar na criação do futuro”, explica Hans-Peter Egler, da divisão Cooperação e Desenvolvimento da Secretaria Federal de Economia (SECO). “Além disso, uma pessoa simples não está habituada discutir durante meses. Então a cooperativa desempenha um papel importante ao dar voz aos pequenos produtores, permitindo que eles se protejam contra a concorrência multinacional.”

Para Hans-Peter Egler, o exemplo mais emblemático é o do comércio equitativo em que 75% da produção vem da própria cooperativa, com faturamento de 316 milhões de francos na Suíça em 2010. “Produtos como café, cacau e algodão são cultivados exclusivamente em pequenas cooperativas agrícolas, onde os membros têm a possibilidade de uma longa formação, de administrar seus próprios interesses e transmitir o conhecimento a outros membros da comunidade. E, ironia da sorte, esses produtos são revendidos na Suíça pelas duas maiores cooperativas que são as redes de supermercados Coop e Migros. E o círculo se fecha.”

Um capitalismo social

Segundo a Aliança Cooperativa Internacional (ICA), associação que reúne 258 organizações de 96 países, as 300 maiores cooperativas do mundo dão 20% a mais de empregos do que as multinacionais.

“As cooperativas superaram melhor a crise financeira de 2008-2009 do que os bancos”, sublinha ainda o especialista da OIT Emmanuel Kamdem. “Isso é possível porque os membros são ao mesmo tempo fregueses e proprietários e exercem, assim, um controle maior. Sem contar que têm ainda direito de voto, independente da cota de capital detida, e a margem de manobra é, assim, diferente.”

Quanto à nova crise dos países da zona do euro, Emmanuel Kamdem fala de “inevitável” retorno a um modelo corporativista, mais democrático, centrado na economia real e capaz de se adaptar às necessidades dos países industrializados como aos países em desenvolvimento.

Fonte: Correio do Brasil

Cooperativas de crédito ganham publicação

January 10th, 2012 No comments

Para divulgar práticas de sucesso de cooperativas de crédito, o Sebrae lançou no final de 2011 a publicação Disseminando Boas Práticas Entre as Cooperativas de Crédito de Micro e Pequenas Empresas. O documento, que conta histórias de instituições de crédito que tiveram êxito em suas regiões, é distribuído a cooperativas brasileiras e a unidades do Sebrae nos estados.

A publicação tem como meta estimular a busca de inovação nos processos internos e nos produtos e serviços oferecidos pelas instituições de crédito às micro e pequenas empresas, além de aprimorar a própria atuação de 138 cooperativas que participam do projeto Fomento às Boas Práticas em Cooperativas de Crédito.

Para o Sebrae, esse tipo de cooperativismo é uma importante alternativa de acesso a crédito pelos pequenos negócios. “As cooperativas são entidades transformadoras da realidade das micro e pequenas empresas. Sempre que se fala em empreendedorismo, tem que se pensar em crédito e acesso aos serviços financeiros”, afirma o diretor de Administração e Finanças do Sebrae, José Claudio dos Santos.

Temos de aperfeiçoar a gestão para não frustrar as expectativas que as pessoas apresentam em relação às cooperativas. A maior necessidade que enfrentamos hoje é acesso ao crédito”, afirma o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas.

“As cooperativas devem ter sustentabilidade, responsabilidade e governança. Precisamos que elas ocupem de fato um papel importante no sistema financeiro”, completa o secretário-executivo do Banco Central, Luiz Edson Feltrim. Existem no país 1,4 mil cooperativas de crédito, que possuem, juntas, mais de 5 milhões de associados.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Primeiro vestibular da Escoop tem como tema o Ano Internacional das Cooperativas

January 10th, 2012 No comments

Faculdade ofereceu 60 vagas para tecnólogos em Gestão de Cooperativas

A Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop) realizou, no último domingo (8/1), seu primeiro vestibular e ofereceu 60 vagas para tecnólogos em Gestão de Cooperativas. A prova teve como tema de redação o Ano Internacional das Cooperativas, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) para 2012. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, avalia que a proposta da escola é inovadora e muito bem-vinda para o setor, pois formará especialistas na área de administração em cooperativismo. “A Escoop é um avanço na construção de uma gestão mais profissionalizada, a partir do investimento no processo de governança das organizações cooperativas”, avalia.

Idealizado pelo Sescoop do Rio Grande do Sul,  o curso superior terá  duração média de dois anos e meio a três. É autorizado pelo Ministério da Educação (Portaria 290, de 22/07/2011, publicada no Diário Oficial da União de 25/07/2011) e tem carga horária total de 1.620 horas ou 108 créditos acadêmicos. As disciplinas serão ofertadas de segunda a sexta-feira, no período da noite, podendo haver opções de horários alternativos, com aulas nos turnos matutino e vespertino, nas sextas-feiras e aos sábados. Os alunos deverão se matricular em pelo menos quatro disciplinas por semestre, o equivalente a 16 créditos.

A lista dos aprovados será divulgada no dia 13 de janeiro, sexta-feira, a partir das 10h, no site do Sescoop/RS, twitter (@OcergsSescoopRS) e facebook (www.facebook.com/Ocergs.SescoopRS). 
      
Saiba mais – A sede da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo está localizada no bairro São Geraldo, na cidade de Porto Alegre. São quase 3 mil metros quadrados de construção.

Fonte: OCB

Ano Internacional das Cooperativas: Hotsite apresenta cooperativas para o mundo

January 10th, 2012 No comments
Ano Internacional das Cooperativas - site oficial para o BrasilEspaço virtual divulga história de 366 cooperativas

Sensibilizar o maior número de internautas sobre a importância do cooperativismo para o desenvolvimento econômico é um dos objetivos do hotsite criado para divulgar as ações do Ano Internacional das Cooperativas – 2012 (http://www.ano2012.coop.br/).

A data foi escolhida pela Organização das Nações Unidas (ONU), que colocou o setor na pauta mundial, nos próximos 12 meses. O espaço virtual divulga a história do cooperativismo, a importância do Ano de 2012 para o segmento e, entre outros assuntos, 366 histórias de instituições que têm como alicerces a união, integração e valorização do capital humano.

Dentro deste contexto é importante a participação das organizações estaduais do Sistema OCB, inclusive para a seleção dessas histórias marcantes. Os textos devem ser enviados à unidade nacional, com dados sobre o surgimento, principais números, diferenciais competitivos e conquistas das cooperativas, pelo e-mail comunicação@ocb.coop.br.

Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, o principal objetivo em 2012 é divulgar à população a importância das cooperativas. “Queremos mostrar que o alimento que chega às mesas e os serviços financeiros ou de transporte podem vir de uma cooperativa. Da mesma forma, o atendimento prestado por um profissional de saúde, entre tantos outros setores nos quais atuamos. Queremos sensibilizar a sociedade a fazer parte desse movimento”, diz.

Acesse o site www.ano2012.coop.br e acompanhe as notícias de quem trabalha para uma sociedade mais igualitária e justa. Hoje a C.Vale, de Palotina (PR), é destaque no site.  Com forte participação nos segmentos de soja, milho, trigo, mandioca, leite, suínos e aves, a cooperativa movimentou R$ 2,4 bilhões em 2010. Clique e saiba mais 

Fonte: OCB

Sicoob ES lança consórcio para compra de imóveis e veículos

January 8th, 2012 1 comment

Quem sonha com a casa própria ou quer começar o ano com um carro novo na garagem conta agora com o Consórcio Sicoob. O cliente tem a possibilidade de parcelar em até 75 meses a compra do veículo e até 180 meses a aquisição do imóvel, sem a cobrança de juros.

O interessado pode escolher a marca e o modelo do carro de sua preferência; e o imóvel pode ser novo ou usado, residencial ou comercial.

Segundo o diretor-executivo do Sicoob ES, Francisco Reposse Junior, um dos diferenciais é que o consórcio tem as melhores taxas de administrção do mercado.

“Além disso, tem a credibilidade do Sicoob, que garante ao cliente a segurança de fazer um plano a longo prazo”, ressalta. O diretor acrescenta outras vantagens do consórcio: “A contratação é ágil, o associado pode comprar o bem que deseja de forma planejada e sem pagar juros, apenas a taxa de administração, que será diluída nas parcelas”.

No caso do consórcio imobiliário, o cliente pode usar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para quitar ou amortizar o saldo devedor e pagar as parcelas.

Também é possível utilizar o Fundo para dar lances e tentar receber o bem antes do encerramento do grupo. O cliente pode ser contemplado com o crédito por meio de sorteio ou ainda por lances, informando o número de parcelas que pretende quitar. Quando contemplado, ele retira a carta de crédito e compra o veículo ou imóvel onde quiser.

Fonte: Sicoob ES

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Crédit Agricole injeta 2 bi de euros no banco grego Emporiki

January 8th, 2012 No comments

Todos os bancos gregos estão realizando operações de recapitalização, devido às enormes perdas e inclusive a possibilidade de quebra ou nacionalização de suas instituições.

ATENAS, 4 Jan 2012 (AFP) – O banco francês Crédit Agricole injetou 2 bilhões de euros em sua filial grega Emporiki Bank para cobrir um aumento de capital destinado a reforçar as estruturas da entidade grega, anunciou o banco nesta quarta-feira através de um comunicado.

Segundo a empresa, a medida pretende reforçar as estruturas do banco grego. “Este aumento de capital assinala a confiança e o apoio do Crédit Agricole ao novo entorno macroeconômico grego”, diz o comunicado.

Todos os bancos gregos estão realizando operações de recapitalização, devido às enormes perdas e inclusive a possibilidade de quebra ou nacionalização de suas instituições.

Fonte: Uol.com.br

Sistema SICOOB passa a arrecadar o Simples Nacional

January 8th, 2012 No comments

A partir de janeiro de 2012, o Sistema de Cooperativas de Crédito SICOOB passa a arrecadar Tributo Federais através do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Os empreendedores que possuem negócios vinculados a esse regime já podem quitar as obrigações de suas empresas no SICOOB.

O recebimento do Simples é mais um serviço disponibilizado pela cooperativa para beneficiar seus cooperados, que agora poderão centralizar a movimentação financeira na própria cooperativa.

Além do Simples, o SICOOB está habilitado para receber o DARF (Documento de Arrecadação Federal), boletos, contas de luz, água, telefone, entre outros recebimentos.

Os principais tributos federais recebidos por meio do DAS são:

  • o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);
  • Contribuição para o PIS/PASEP;
  • contribuição Patronal Previdenciária (CPP);
  • Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS);
  • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS);
  • e a Contribuição para a Seguridade Social (GPS).

No momento, as arrecadações no Sicoob foram liberadas apenas no caixa da cooperativa, tanto para associados quanto não associados. Em breve, os canais de autoatendimento do Sistema também serão habilitados para arrecadação.

Fonte: Sicoob

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Servidores públicos já podem transferir conta-salário para cooperativas

January 3rd, 2012 No comments

O servidor público que recebe pagamento em conta-salário poderá, a partir de hoje (2/1), pedir a transferência automática do dinheiro para a instituição financeira de sua escolha. Esses trabalhadores foram os últimos a ter acesso ao benefício, uma vez que os da iniciativa privada têm esse direito desde 2009.

Com o prazo maior para a entrada em vigor do benefício ao funcionalismo público, os estados e municípios puderam oferecer por mais tempo o atrativo dos pagamentos aos servidores na hora de leiloar as folhas às instituições financeiras.

De acordo com as regras estabelecidas pelo governo, para transferir o salário para outra conta diferente da aberta pelo empregador, é preciso que a indicação seja feita por escrito à instituição financeira.

O banco é obrigado a aceitar a ordem no prazo de até cinco dias úteis e os recursos devem ser transferidos para a instituição escolhida pelo empregado no mesmo dia do crédito do salário, até as 12h.

Fonte: Com informações do portal Agência Brasil

Inclusão Financeira, por Roberto Rodrigues

January 3rd, 2012 2 comments
Roberto Rodrigues foi Presidente da OCB e da ACI (Aliança Cooperativa Internacional)

A democracia só é completa quando as oportunidades são iguais para todos, e isso as cooperativas fazem bem

Sempre que há alguma crise mundial no setor financeiro, as cooperativas de crédito sofrem menos que os bancos comerciais, por causa da maior exposição de ativos que estes têm. Cooperativismo é uma doutrina socioeconômica cujo conceito tradicional é o da busca da melhoria das condições sociais dos associados por meio de seu progresso econômico.

Isso faz do cooperado a qualquer tipo de cooperativa um cidadão com três funções: ele é ao mesmo tempo dono, investidor e usuário da instituição que é dele, pertence a ele e aos seus companheiros de atividade profissional.

A cooperativa de crédito tem uma característica adicional: ela opera principalmente nas regiões ou setores em que os bancos convencionais não têm muito interesse, seja porque não existem grandes valores de recursos disponíveis, seja porque os recursos estão dispersos em um número elevado de pessoas mais pobres, cujo mutualismo paga pouco.

E essa é outra razão pela qual as cooperativas de crédito e seus bancos de cúpula (os bancos cooperativos) sofrem menos que os demais bancos: porque os ativos são pulverizados entre milhões de pequenos mutuários que têm aversão ao risco -e são os proprietários da instituição financeira.

Na atual crise, a situação não mudou. No mundo todo, os sistemas cooperativos de crédito têm reagido melhor que os bancos, suportando os problemas dela derivados com certa tranquilidade. No Brasil, esse movimento ainda é pequeno, apesar de representar uma forma mais acessível ao crédito de menor custo. As cooperativas de crédito têm apenas 2% de participação no Sistema Financeiro Nacional.

Segundo o Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito), em 2010 já existiam no mundo mais de 53 mil cooperativas de crédito operando em cem países, com 190 milhões de cooperados. E, no seu conjunto, representavam 7,5% do mercado financeiro, quase quatro vezes a participação das nossas. E isso sem contar os bancos cooperativos, cujo “market share” na Europa (segundo a Associação Europeia dos Bancos Cooperativos) chegava a 20% já em 2008, na grande crise daquele ano.

Ainda de acordo com o Woccu, em 2010, em cerca de quatro países as cooperativas de crédito já tinham ativos superando US$ 1 trilhão: França (US$ 4,2 trilhões), Alemanha (US$ 1,46 trilhão), Japão (US$ 1,05 trilhão) e Itália (US$ 1,03 trilhão), seguidos de perto por mais três países com ativos acima de US$ 900 bilhões (Estados Unidos, China e Holanda). O Brasil, mesmo com movimento ainda jovem, já é o 13º país com maior volume de ativos no setor: US$ 54 bilhões em 2010.

Mas aqui também o movimento vem crescendo de forma notável. Até outubro deste ano, os empréstimos realizados pelas cooperativas às pessoas físicas chegaram a US$ 30 bilhões (segundo o BC), com crescimento de 24% ante o ano passado, quando a crise não era pronunciada como agora.

A Organização das Cooperativas Brasileiras calcula que esse setor crescerá mais de 30% em 2011. Temos 1.370 cooperativas de crédito operando em 45% dos municípios brasileiros em 4.529 pontos de atendimento, com 5,1 milhões de associados e 56 mil funcionários. São quatro os setores centrais de crédito cooperativo no Brasil: o Sicoob, o Sicredi, o Unicred e o sistema Ancosol, da economia solidária. O primeiro cresceu 35% em 2010, enquanto os bancos cresceram 17%.

Trata-se de uma notícia alvissareira. O cooperativismo de crédito representa “inclusão financeira”.

Boa parte das cooperativas está em municípios com baixa densidade demográfica, com média de 20 habitantes por km², e que não têm acesso a nenhuma outra instituição financeira.

Que cresça esse movimento: afinal, democracia não é apenas política; ela somente é completa quando as oportunidades são iguais para todos, e isso as cooperativas fazem muito bem.

Aliás, já dizia Mário Kruel Guimarães, ideólogo das cooperativas de crédito rural no Brasil: “Com esse instrumento, podemos caminhar com nossas próprias pernas”. E tomara que os quatro sistemas se juntem num só para terem mais poder.

Fonte: Folha de São Paulo de 17/12/2011

CoopArt: Competição global para jovens apaixonados por cooperativas

January 1st, 2012 1 comment

Você tem entre 16 e 35 anos e é apaixonado pelo cooperativismo? Tem algum talento artístico e gosta de se expressar através dele?

A Aliança Cooperativa Internacional (ACI) lançou a Coop’Art, uma competição artística global com o objetivo de incentivar os jovens a expressarem com criatividade suas opiniões e experiências sobre o cooperativismo.

Pessoas com idade entre 16 e 35 anos, de qualquer país do mundo, podem se inscrever no concurso. Para participar, é preciso escolher uma das três categorias – música, fotografia ou vídeo – e utilizar a criatividade para transmitir os valores e princípios do cooperativismo da forma mais atrativa para os jovens. Serão 3 vencedores de cada categoria, que recebem os seguintes prêmios:

  • 1º lugar: US$ 3.000 e passagem aérea para participar do World Co-operative Forum em Manchester, Inglaterra, que acontece de 30 de outubro a 2 de novembro de 2012
  • 2º lugar: US$ 1.500
  • 3º lugar: Um tablet
     

Os jovens e o cooperativismo
De acordo com José Antonio Chávez Villanueva, representante da juventude do Conselho da ACI, os jovens de todo o mundo praticam diariamente os valores do movimento cooperativo. Se as cooperativas forem capazes de se comunicar com eles, será possível motivá-los, lançando as bases para a fundação de uma sociedade mais engajada e colaborativa.

O concurso Coop’Art é uma excelente ferramenta para iniciar esse processo de reconhecimento da filosofia cooperativista. O objetivo é mostrar aos jovens que ela é um exemplar modelo de empreendedorismo, além de uma ótima oportunidade de emprego em organizações que se preocupam com a gestão democrática, responsável e ética.

Confira detalhes do regulamento da competição aqui e inscreva-se preenchendo este formulário até maio de 2012.

Fonte: Sicredi – gentequecooperacresce.com.br

A Sicredi Pioneira RS, primeira Cooperativa de Crédito da América Latina completará 110 anos de atividades em 2012

January 1st, 2012 No comments

A Sicredi Pioneira RS completará 110 anos no dia 28/12/2012

A Revolução Industrial que transformou a Europa no século XVIII, fez com que inúmeros imigrantes, inicialmente alemães e italianos, vissem no Brasil uma nova esperança de vida. A difícil situação vivida pelas famílias europeias, tanto nas grandes cidades como no meio rural, provocou o surgimento de cooperativas não só naquele continente como também na América do Sul. O mesmo cenário de fome e miséria vivido na Inglaterra pelos tecelões de Rochdale era também a preocupação de Hermann Schulze e de Friedrich Raiffeisen, na Alemanha. No período compreendido entre 1824 e 1899 78 mil alemães desembarcaram no Brasil, vindo a maior parte deles a se instalar no Rio Grande do Sul, região do país em que tudo estava por fazer, mas ao menos haviam terras para todos.

Neste cenário, em 1885, chega ao Brasil, aos 34 anos de idade, o Padre Jesuíta Theodor Amstad, suíço de nascença, mas ordenado padre na Inglaterra. Amstad recebeu como primeiro trabalho missionário doutrinar as famílias de imigrantes que estavam chegando ao Rio Grande do Sul. Como era jovem, Amstad era destinado, pelos padres mais idosos, para o atendimento às capelas do interior e, especialmente, à assistência a pessoas doentes, que precisavam ser visitadas em casa. Após diversos anos (1885 a 1905) percorrendo de mula o então município de São Sebastião do Caí, que na época tinha uma vasta extensão territorial, o Padre percebera que muitas eram as carências dos imigrantes que aqui chegaram, sendo a necessidade de segurança, de educação, de saúde e a adequada alimentação algumas delas. Foi então, que no ano de 1899 o Padre Amstad  lança sua plataforma cooperativista e associativista, fundando o Bauerverein (Associação de Agricultores), uma entidade interconfessional formada por católicos e evangélicos e que começou a discutir os rumos para o futuro e que em 1912 foi substituída pelo Volksverein (Sociedade União Popular), formada apenas pela Igreja Evangélica.

O Volksverein completará seu centenário em 2012

Foi neste período de nossa história que a igreja assumiu para si um papel de fundamental importância, organizando os agricultores em torno dos objetivos que eram necessários ser alcançados, sendo constituídas escolas, asilos, hospitais sindicatos e cooperativas, agropecuárias e de crédito. As cooperativas de crédito forneceriam o suporte financeiro para o desenvolvimento que estava sendo buscado, principalmente fornecendo o financiamento para que os agricultores pudessem comprar novas terras em novas regiões que estavam sendo colonizadas.

Foi assim, que no ano de 1902, em Linha Imperial, distrito do município de Nova Petrópolis/RS, surge a primeira cooperativa de crédito da América Latina, a Caixa de Economia e Empréstimos Amstad, atual Sicredi Pioneira RS, uma das maiores cooperativas de crédito do Brasil. Logo nos anos seguintes outras cooperativas de crédito são fundadas, a exemplo de Bom Princípio (1903), Lajeado (1906) e São José do Herval (1907), sendo atribuídas ao movimento iniciado pelo Padre Theodor Amstad e ao Volksverein a fundação de 36 cooperativas de crédito, sendo uma delas em Santa Catarina. Atualmente permanecem em funcionamento 7 das 36 cooperativas constituídas neste período.

As cooperativas criadas nesta época seguiam o modelo de Raiffeisen, que se adaptava ao perfil econômico e social das comunidades dos imigrantes alemães, caracterizadas pela presença nas pequenas comunidades, capital limitado e produção voltada para o mercado interno. Este movimento atingiu um bom nível de desenvolvimento, chegando inclusive a constituir em 1925 uma Central das Caixas Rurais, a primeira do tipo no Brasil, que posteriormente foi extinta por força governamental.

Segundo o Presidente da Sicredi Pioneira RS, Márcio Port, “o ano de 2012 será repleto de comemorações, principalmente junto aos associados das cooperativas da região em que atuamos. Além do aniversário da Sicredi Pioneira RS comemoraremos os 100 anos da fundação do Volksverein, entidade que também teve o Padre Amstad como fundador e que foi fundamental para a expansão do cooperativismo de crédito no Rio Grande do Sul. Também a Cooperativa Agropecuária Piá completará 45 anos de atividades. Em agosto/12 será realizado em Nova Petrópolis o Concred (Congresso Brasileiro das Cooperativas de Crédito): tudo isto em um ano especial, o ano em que a ONU declarou como Ano Internacional das Cooperativas“.

Saiba mais sobre o Padre Amstad e sobre a fundação da cooperativa no http://cooperativismodecredito.com.br/sicredi_pioneira/

Fonte: Casa Cooperativa de Nova Petrópolis

Inicia oficialmente o Ano Internacional das Cooperativas

January 1st, 2012 No comments

Após muita espera e expectativa estamos em 2012, o Ano Interacional das Cooperativas.

Desejamos à todos um ótimo 2012 e que possamos efetivamente aproveitar este presente que a ONU nos deu ao reconhecer o movimento cooperativo como um modelo mais justo e adequado para o mundo em que vivemos.

Um grande abraço.