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Milionários têm R$ 337 bilhões aplicados em bancos, aponta Anbima

November 18th, 2010 No comments

SÃO PAULO – Os brasileiros de alta renda têm R$ 337 bilhões aplicados nas áreas privates dos bancos do País, segundo levantamento inédito da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). A expectativa é que esse mercado cresça entre 20% e 21% este ano, influenciado por fatores como o aquecimento da economia, segundo o executivo Rogério Pessoa, da Anbima.

Para ser considerando um investidor da área private dos bancos, em geral, é necessário ter no mínimo R$ 1 milhão aplicado. A estimativa da Anbima é que o número total desses aplicadores pode chegar a 150 mil pessoas no Brasil.

Os produtos preferidos das pessoas de alta renda são fundos de investimento, que respondem por 42% das aplicações. Papéis de renda fixa, como títulos emitidos pelo governo, respondem por 34%. As ações de empresas lançadas da bolsa ficam com 19%. Os 5% restantes estão investidos em outros produtos, como poupança e planos de previdência, segundo o levantamento da Anbima.

Diferentemente do investidor comum, as pessoas de alta renda possuem um perfil mais arriscado. Apenas 13% aplicam em fundos de renda fixa, os mais conservadores. Os preferidos são os multimercados, carteiras de maior risco, que aplicam em ações, renda fixa, moedas e derivativos. Essas aplicações respondem por 52% da alocação de recursos. Quando se considera todo o setor de fundos brasileiro, a alocação em multimercados é bem menor, de 24%. Já na renda fixa, o porcentual é maior, de 28%.

Quando se considera a distribuição nacional dos recursos dos milionários, São Paulo concentra a maior parte das aplicações, com 56% dos recursos. No Rio de Janeiro estão 18%; em Minas Gerais e Espírito Santos, 9%. A região Sul responde por 13%, seguida pelo Nordeste, com 9% e Centro-Oeste com 2%. A região Norte apresentou número muito pequeno e por isso não aparece na estatística.

Este é o primeiro levantamento que a Anbima fez do mercado de private banking no Brasil. As estatísticas foram coletadas com o próprios bancos, que informaram dados desde dezembro do ano passado. Naquele mês, as aplicações na área private somavam R$ 291 bilhões. Em junho desse ano, os investimentos saltaram para R$ 311 bilhões e chegaram aos R$ 337 bilhões no final de setembro.

De acordo com Pessoa, a partir de agora os bancos sócios da Anbima serão obrigados a mandar os dados para a entidade. Com isso, se pretendem criar estatísticas regulares, como já ocorre com o mercado de fundos de investimento. Segundo o levantamento, o setor de private banking tem 1,5 mil profissionais no Brasil.

Fonte: Estadão

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Entenda o caso do Banco Panamericano

November 10th, 2010 No comments

O aporte de R$ 2,5 bilhões feito para capitalizar o Banco Panamericano é destaque no mercado financeiro nacional.

Clique aqui e leia todos os detalhes da notícia.

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Banco Panamericano foi vítima de fraude de R$ 2,5 bilhões em operações de venda de carteiras

November 9th, 2010 No comments

SÃO PAULO – O Grupo Silvio Santos anunciou na noite desta terça-feira, 9, um aporte de R$ 2,5 bilhões no Banco Panamericano, do qual é o principal acionista, com recursos emprestados pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O objetivo foi cobrir um rombo de R$ 2,5 bilhões descoberto cerca de um mês atrás pelo Banco Central, segundo o Estado apurou.

  • O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foi criado em 1995 e tem um reservas acumuladas de R$ 28 bilhões.

Se o Banco Panamericano fosse liquidado neste momento o rombo financeiro seria da ordem de R$ 900 milhões. Segundo pessoas que acompanham o processo, o rombo é resultado de ativos e créditos fictícios registrados por diretores do Panamericano supostamente para inflar o balanço da instituição.

A operação de empréstimo junto ao FGC foi fechada no último fim de semana, depois que os técnicos do BC conseguiram dimensionar o tamanho do rombo. A fraude passou despercebida pelos controles internos do Panamericano, seus auditores independentes e até pelo pente fino da Caixa Econômica Federal, que no ano passado comprou 49% do capital do Panamericano.

O problema foi detectado há cerca de 5 semanas, quando eram analisadas operações de crédito vendidas pela financeira do Grupo Silvio Santos aos grandes bancos de varejo. Na análise feita pelo BC, foi constatado que essas instituições haviam adquirido operações do Panamericano em número menor que o declarado pela financeira do empresário Silvio Santos. É como se o comprador declarasse a aquisição de 10 carteiras, mas o vendedor registrava a venda de 50 operações.

  • Ao se deparar com a diferença de números, técnicos do BC passaram a avaliar carteira por carteira para encontrar a causa do problema. Foi um trabalho de mais de um mês. “Chegamos à conclusão de que o Panamericano havia vendido operações e não havia dado baixa no balanço. Por isso, o volume declarado era muito maior que o efetivo”, diz fonte que acompanhou o processo. O erro se repetiu em várias carteiras especialmente de crédito consignado e financiamento de veículos.
  • Segundo o diretor de Fiscalização do Banco Central, Alvir Hoffmann, “há indícios de venda dupla” de carteiras. Ou seja, um mesmo ativo pode ter sido vendido a mais de um banco. Segundo ele, há vários indicativos que apontam para o crime financeiro. “Há perspectiva que certamente vão redundar em processo para o Ministério Público”, disse.

Segundo Hoffmann, as operações de crédito que geraram as inconsistências no balanço do banco Panamericano podem ter até três ou quatro anos, mas podem ter também dois dias, seis meses ou dois anos antes de 30 de junho. “O prazo dessas operações depende do prazo dos créditos. Tradicionalmente, no Brasil, os prazos não são muito longos, são curtos, como o consignado, que podem ter de 48 a 60 meses”. O diretor disse que neste momento não é possível dizer há quanto tempo o Panamericano vem fazendo esse tipo de operação.

O Banco Panamericano é o 17º maior banco do país. Ele administra no total R$ 11,8 bilhões, dos quais R$ 2,5 bilhões (21%) viraram pó. O patrimônio líquido do Banco é de apenas R$ 1,6 bilhão.

Silvio Santos é o controlador do Banco Panamericano

Surpresa:

“O empresário controlador demonstrou muita surpresa com a notícia, mas nunca se furtou com a responsabilidade”, lembrou o diretor do BC, ao comentar que a pessoa física de Silvio Santos optou em colocar em xeque todos os seus bens para manter o banco e, por consequência, o restante de seus negócios. “Ele nunca se furtou com a responsabilidade, com compromisso da imagem dele, com os clientes, com os funcionários”, disse Hoffmann. O diretor comentou que o empresário “sabia que uma liquidação seria a indisponibilização de todos os bens pessoais dele”.

Silvio Santos conseguiu o megaempréstimo de R$ 2,5 bilhões do FGC porque deu como garantia exatamente os mesmos ativos que poderiam ficar indisponíveis caso o Panamericano fechasse as portas. “Diferentemente do que aconteceu com a família controladora do Banco Nacional que não dispunha de bens, o fato de o empresário ter recurso e bens foi fundamental para que a operação (de empréstimo) pudesse ter sido feita”, explicou Hoffman.

Garantia da Operação: O empresário Silvio Santos colocou todo seu complexo empresarial como garantia do empréstimo de R$ 2,5 bilhões concedido ao Banco Panamericano, do Grupo Silvio Santos, pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A garantia inclui o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), a empresa de cosméticos Jequiti, a Liderança Capitalização, as lojas do Baú da Felicidade e o próprio Banco Panamericano. São no total 44 empresas, totalizando R$ 2,7 bilhões em garantias.

Fonte: Estadão

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Itaú gasta mais de R$ 1 bilhão para integrar rede de agências do Unibanco

November 4th, 2010 No comments

O Itaú teve despesas de mais de R$ 1 bilhão neste ano para absorver a rede de agências do Unibanco. A fusão das agências foi concluída no dia 24 de outubro, pouco menos de dois anos após o anúncio da fusão.

O banco acelerou a conversão de agências do Unibanco em unidades do Itaú entre julho e setembro. No total, 998 agências e 245 postos de atendimento do antigo Unibanco foram reformados e integrados às 3.900 unidades do Itaú.

“No começo, imaginávamos que esse processo de migração iria até o final do ano. Conseguimos antecipar isso e uma parte das despesas que cairia no quarto trimestre ficou no terceiro trimestre. Mas são despesas que não se repetem”, disse Rogério Calderón, diretor de Relações com Investidores do Itaú.

Só no terceiro trimestre, as despesas com a integração das duas redes somaram R$ 406 milhões, corroendo o lucro que somou R$ 3,03 bilhões no período – excluindo os efeitos extraordinários, o banco teve ganhos recorrentes de R$ 3,2 bilhões e retorno anualizado de 22,5%.

No ano, as despesas com a integração das redes com impacto no resultado somaram R$ 700 milhões – R$ 59 milhões no primeiro trimestre, R$ 235 milhões no segundo e R$ 406 milhões no terceiro. Além desse valor, o banco já tinha provisionado gastos de cerca de R$ 500 milhões para integrar as redes, que não afetaram o resultado no período.

Fonte: Folha.com

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Bancos: Resultados divulgados do 3Trim/2010

November 4th, 2010 No comments

Iniciando o período de divulgação dos balanços dos bancos seguem abaixo algumas informações já disponíveis:

  • Bradesco: lucro acumulado até set/2010 de R$ 7,035 bilhões, com alta de 20,6% em relação à set/2009. A carteira de crédito atingiu R$ 255,6 bilhões, com alta de 18,6% nos últimos 12 meses.
  • Santander: lucro acumulado de R$ 3 bilhões. A carteira de crédito totaliza R$ 150,3 bilhões, com crescimento de 19%.
  • Itaú: lucro acumulado de R$ 9,433 bilhões (+37,6%). A carteira de crédito totalizou R$ 313,2 bilhões (+16,5%) e os Ativos Totais de R$ 686,2 bilhões (+12%).
  • Banrisul: lucro acumulado de R$ 511,4 milhões (+43%). A carteira de crédito totalizou R$ 16,2 bilhões (+29,2%). Os Ativos Totais são de R$ 32,3 bilhões.
  • BicBanco: lucro acumulado de R$ 278,9 milhões (+20%). A carteira de crédito totalizou R$ 12,4 bilhões (+59%).
  • Caixa Econômica Federal: lucro acumulado de R$ 2,4 bilhões (+18,7%). A carteira de crédito atingiu R$ 162,8 bilhões (+45,4%). Os ativos totalizam R$ 400,2 bilhões.
  • Banco do Brasil: lucro acumulado de R$ 7,7 bilhões (+28,5%). A carteira de crédito atingiu R$ 339,8 bilhões (+19%).

Um ano depois, DDA tem 4,8 milhões de usuários

October 24th, 2010 No comments

Um ano após seu lançamento, o DDA (Débito Direto Autorizado) registra 4,8 milhões de usuários cadastrados, segundo balanço da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

No período, o sistema já emitiu eletronicamente 180 milhões de boletos, que são apresentados aos clientes bancários pela internet, caixa eletrônico ou telefone. Considerando que os bancos emitem entre 1,8 bilhão e 2 bilhões de boletos anualmente, o DDA chega a representar o equivalente a 10% do volume de cobranças.

Por dia, são emitidos em média 864,7 mil boletos – a média em outubro de 2009 era de 259,9 mil boletos eletrônicos diários.

Os atuais 4,8 milhões de usuários correspondem a 15% de todos os clientes de bancos que movimentam sua conta pela internet e 5% do total de correntistas. “Nossa meta é cadastrar 50% dos clientes que movimentam sua conta por meios eletrônicos no DDA nos próximos quatro anos”, declarou o membro do comitê gestor do DDA, Leonardo Ribeiro, segundo a Agência Brasil.

Atualmente, um boleto bancário leva em torno de oito dias entre o pedido de emissão na empresa cobradora, o registro e emissão no banco, a impressão, postagem, entrega ao pagador e o pagamento. Com o DDA, segundo a Febraban, o ciclo pode ser encerrado em dois dias, com a emissão, registro, disponibilização ao pagador e liquidação.

Dificuldades
Ribeiro disse que, atualmente, não são todas as contas que podem ser pagas pelo sistema. As concessionárias de serviços de água e luz, por exemplo, ainda não podem usar o sistema eletrônico por questões técnicas. A Febraban, entretanto, informou que já está estudando uma forma de incluir as cobranças dessas companhias no DDA.

Apesar do alto número de boletos emitidos, muitos clientes cadastrados se queixam de continuar continuar recebendo boletos em papel, pelos Correios. De acordo com a Febraban, isso continuará acontecendo enquanto o nível de adoção pelas empresas cobradoras permanecer baixo.

Fonte: Infomoney

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Cooperativas de Crédito avançam uma posição no ranking nacional

October 24th, 2010 No comments

Dados consolidados do Banco Central do Brasil demonstram que no mês de junho/10 as Cooperativas de Crédito brasileiras (e também os 2 bancos cooperativos) ultrapassaram o total de ativos do Banco Safra em R$ 5 bilhões e com isto conquistaram a 9ª posição no ranking de ativos do Sistema Financeiro Nacional.

Em jun/2009 as Cooperativas já haviam ultrapassado o Banco Safra, mas em apenas R$ 1 bilhão, valor este que foi novamente conquistado pelo Safra no final de 2009. Desta vez, considerando-se que a diferença é de 6,3%, espera-se que a posição novamente conquistada seja mantida.

Segundo dados do BACEN (jun/10), no Brasil os ativos financeiros estavam assim distribuídos:

  1. Banco do Brasil – com 18,2% dos ativos
  2. Itaú Unibanco – com 15,7%
  3. Bradesco – com 12,4%
  4. BNDES – com 11,5%
  5. Caixa Econômica Federal – com 9,5%
  6. Santander Real – com 9,1%
  7. HSBC – com 2,9%
  8. Votorantim – com 2,5%
  9. Cooperativas de Crédito (SICREDI + SICOOB + UNICRED + ANCOSOL + CECRED + …) – com 2,0% com ativos totais de R$ 80 bilhões.
  10. Safra – com 1,9%

Temos nestas 10 instituições financeiras 85,7% dos ativos do mercado financeiro brasileiro.

Quando analisado os montantes emprestados na carteira de crédito as Cooperativas de Crédito detinham em jun/2010 o total de R$ 33,9 bilhões, representando 2,3% do total emprestado no país e tendo também a 9ª posição no ranking nacional.

Quando analisados apenas os montantes de Depósitos, as Cooperativas de Crédito estão em 7º lugar no ranking nacional, com 2,7% do total de depósitos.

Veja os dados completos no http://www.cooperativismodecredito.com.br/MaioresBancosdoBrasil.php

Greve já paralisa mais de 7.500 agências bancárias

October 5th, 2010 No comments

Sem proposta dos bancos, a greve nacional dos bancários se ampliou por todo o país. Na 3ª feira, 5 de outubro, 7.437 agências foram fechadas nos 26 Estados e no Distrito Federal, além de dezenas de centros administrativos de todos os bancos nas capitais. Trata-se de um crescimento de 27% em relação ao segundo dia, quando 4.895 agências foram paralisadas.

O fortalecimento da greve é a sonora resposta dos bancários ao silêncio dos bancos”, avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. “Os trabalhadores estão revoltados com o desrespeito dos bancos, que tiveram um crescimento médio de 32% nos lucros no primeiro semestre e oferecem apenas a reposição da inflação de 4,29%, num momento em que a economia brasileira cresce a um ritmo chinês e as outras categorias estão conquistando acordos com aumentos reais de salário.”

Os bancários reivindicam 11% de reajuste, valorização dos pisos salariais, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), medidas de proteção da saúde que inclua o combate ao assédio moral e às metas abusivas, garantia de emprego, mais contratações, igualdade de oportunidades para todos e mais segurança.

Fonte: Contraf-CUT

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Greve dos bancários não atinge cooperativas de crédito

October 5th, 2010 No comments

Diante da greve deflagrada pelos funcionários de agências bancária desde a noite da terça-feira passada (28/09), as cooperativas de crédito têm sido a melhor alternativa para movimentações de contas e demais operações financeiras. Por serem independentes, estas instituições não seguem as decisões do sindicato dos bancários e financiários e não sofrem pressões da categoria.

Praticamente todos os anos essa situação torna a acontecer. A população e o comércio são os mais prejudicados. Como alternativa, as cooperativas de crédito possibilitam que os prejuízos sejam menores, já que realizam serviços semelhantes aos das agências bancárias.

Para aqueles que buscam o atendimento bancário sem estar sujeitos às frequentes greves dos bancários as à associação à uma cooperativas de crédito é uma ótima alternativa.

Fonte: Gazetaweb.com

Sicredi e TecBan firmam parceria para a implantação dos serviços da Rede Compartilhada do Banco24Horas

September 22nd, 2010 No comments

As mais de mil unidades de atendimento do Sicredi, localizadas em 10 Estados brasileiros, estarão aptas a oferecer caixas eletrônicos interligados à Rede Banco24Horas no decorrer do segundo semestre deste ano. Até o momento, mais de 480 unidades de atendimento do Sicredi já estão interligadas à Rede Banco24Horas.

Este novo serviço decorre da parceria firmada entre o Sicredi e a TecBan – Tecnologia Bancária S.A. -, empresa especializada na gestão de redes de autoatendimento bancário.

A novidade permitirá que clientes de outras instituições financeiras, que também participam do serviço de compartilhamento do Banco24Horas, utilizem as opções disponíveis de saque, saldo e extrato, ampliando o atendimento aos consumidores. Segundo o diretor executivo de produtos e negócios do Sicredi, Edson Nassar, a iniciativa também irá otimizar o parque de máquinas de autoatendimento e divulgar a marca Sicredi.

Atualmente, o Sicredi possui uma ampla rede de canais de conveniência para o associado. Sob o conceito Sicredi Total, além dos caixas eletrônicos, conta com o Internet Banking, atendimento por telefone, Débito Direto Autorizado (DDA) e diversos Agentes Credenciados para pagamentos de contas de luz, água e telefone, entre outros.

Fonte: SICREDI

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Conselho amplia uso do FGTS para abater parcelas ou quitar consórcios imobiliários

September 16th, 2010 No comments

BRASÍLIA – O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ampliou o leque de possibilidades para que os trabalhadores possam abater parcelas ou quitar consórcios imobiliários usando o saldo de suas contas.

A partir de agora, as pessoas que adquiriram um imóvel por consórcio poderão usar o FGTS para amortizar a dívida ou liquidá-la mesmo que na data de compra da nova moradia elas estivessem pagando um financiamento do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Essa possibilidade consta de resolução publicada hoje no Diário Oficial da União, que alterou dois itens das regras fixadas pelo próprio conselho curador em dezembro do ano passado.

A mudança permitirá, por exemplo, que uma pessoa que adquiriu um imóvel por consórcio em junho possa usar o FGTS agora para abater ou quitar a dívida, mesmo que naquele mês ela fosse mutuária do SFH ou já tivesse um imóvel em seu nome. O dinheiro do fundo será liberado a partir do momento em que o trabalhador comprovar que o financiamento anterior foi quitado e o imóvel financiado tenha sido vendido ou transferido para outra pessoa.

Pela regra anterior, mesmo que o financiamento fosse quitado e o imóvel vendido ou transferido, o trabalhador não poderia usar o FGTS para abater sua dívida no consórcio.

“A mudança é bem sutil”, afirmou José Maria Leão, superintendente nacional do FGTS. “Ela permite que pessoas que lá na origem tinham um impedimento, e hoje não tem mais, possam vir a utilizar o FGTS”, acrescentou.

Segundo Leão, continua vedado o uso dos recursos do fundo para abater ou quitar uma dívida de consórcio nos casos em que o trabalhador ainda esteja pagando um empréstimo do SFH ou mantenha a propriedade de um imóvel. “O propósito do FGTS não é investimento em habitação, o propósito é viabilizar moradia para quem não tem”, disse.

A mudança na regra foi feita depois que alguns administradores de consórcio encaminharam ao conselho curador reclamações de alguns mutuários que tiveram o uso dos recursos do FGTS negado, mesmo sem empréstimos no SFH ou imóveis em seu nome.

Fonte: Estadão

Mercado de seguros é incompatível com tamanho do Brasil, diz Trabuco

September 13th, 2010 No comments

SÃO PAULO – O mercado de seguros brasileiro é incompatível com o tamanho da economia do País. “O Brasil tem a oitava economia do mundo, mas só o décimo oitavo maior mercado de seguros do planeta“, disse o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, em entrevista à imprensa.

O gasto médio do brasileiro com seguros por ano é de US$ 300, enquanto nos países desenvolvidos supera os US$ 2,5 mil. “Há muito o que crescer”, diz Trabuco. Por esse motivo, o banco elegeu o setor de seguros como o segundo pilar do grupo. O primeiro são as operações bancárias tradicionais, como crédito e serviços financeiros.

A população de baixa renda é um dos alvos do banco no setor de seguros. Há também uma nova classe que ainda não consome o produto, de pessoas de maior renda, filhos de pais de baixa renda que mudaram de classe. Segundo uma pesquisa citada por Trabuco, 80% dos clientes de alta renda dos bancos têm poder aquisitivo maior que os pais. “São pessoas que estudaram e tiveram vida melhor que os pais”, explica o executivo.

Para o novo público de baixa renda que está entrando no mercado de consumo, Trabuco diz que o País vai precisar abrir 100 milhões de contas correntes até 2020. “Se isso não ocorrer, o País falha enquanto nação.”

Entre os emergentes, Trabuco prevê não só pessoas físicas, mas também novas empresas sendo formadas e outras já existentes em crescimento. “Também haverá ascensão social na pessoa jurídica”, disse ele.

Trabuco participou nesta quinta-feira de um café da manhã promovido pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef).

Fonte: Estadão

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Cypriano pede saída do Conselho do Bradesco

September 8th, 2010 No comments

SÃO PAULO – O ex-presidente do Bradesco Márcio Arthur Laurelli Cypriano pediu nesta segunda-feira a renúncia ao cargo de membro do Conselho de Administração do banco, informou à Reuters uma fonte com conhecimento do assunto.

“O pedido para sair do conselho de administração e de outros cargos no banco foi feito em carta, em caráter irrevogável”, disse a fonte, que pediu para não ser identificada.

Cypriano foi presidente do Bradesco de 1999 a 2008 quando, aos 65 anos, foi substituído pelo atual presidente, Luiz Carlos Trabuco Cappi. O executivo também foi presidente da Febraban.

Fonte: Estadão

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Bancos de montadoras batem recorde de empréstimos

August 25th, 2010 No comments

Os bancos de montadoras vêm registrando forte crescimento nos empréstimos este ano. O Banco Mercedes-Benz bateu recorde de financiamento em julho, com R$ 360,1 milhões em novos negócios, um crescimento de 33%. O Banco Volkswagen também registra recordes no crédito, principalmente no financiamento para a compra de caminhões e ônibus com repasses de recurso do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), modalidade conhecida como Finame. Nos sete primeiros meses do ano, foram liberados R$ 2,159 bilhões.

Os bancos atribuem o crescimento dos empréstimos à forte expansão da indústria automobilística nacional. O setor vem batendo recorde de vendas mesmo com o fim da alíquota menor do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a compra de veículos a partir de abril. Em julho, os emplacamentos de veículos novos no mercado brasileiro somaram 302,4 mil unidades, alta de 6% ante igual intervalo de 2009 e de 15% ante junho, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Nos sete primeiros meses de 2010, foram vendidas 1,882 milhão de unidades, alta de 8,5% ante o mesmo período do ano passado.

No Banco Mercedes-Benz, o crédito direto ao consumidor (CDC) foi o produto com maior crescimento em julho, com expansão de 146%. No mês passado, foram financiados R$ 27,1 milhões por meio desta modalidade. Já o Finame teve alta de 67%, com financiamento de R$ 330,1 milhões. A exceção é o leasing, com queda de 96% nos volumes, para apenas R$ 2,8 milhões.

A procura pelo leasing vem caindo em razão das taxas atrativas oferecidas pelo Finame e das condições especiais do CDC“, comenta o diretor comercial do banco, Angel Martínez. Com esse resultado, o Finame respondeu por 91,5% dos financiamentos do Banco Mercedes-Benz; o CDC, por 7,5%; e o leasing, 1% – há um ano, esta modalidade respondia por 15%. A carteira total do Mercedes chegou a R$ 6,5 bilhões em julho, alta de 23%. Nos sete primeiros meses do ano, financiou R$ 2 bilhões. O banco financia a compra de veículos comerciais (caminhões, ônibus e Sprinter) e de automóveis de passeio da marca Mercedes-Benz.

o Banco Volkswagen é focado em repasses do BNDES e foi o banco de montadora com maior volume de operações de Finame no período. A operação respondeu por 90% dos volumes financiados de caminhões e ônibus pelo banco. Foram 18.122 operações de financiamento de janeiro a julho.

Nos grandes bancos, a carteira de financiamento de veículos tem tido expansão mais modesta. O presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, disse na semana passada que espera redução das taxas de crescimento do financiamento de veículos. “É um mercado mais maduro e com boa parte da demanda já suprida”, disse ele. No segundo trimestre, a expansão da carteira foi de apenas 1,8% ante os três primeiros meses do ano. No Bradesco, a expansão foi de 3,7%.

O Banco do Brasil foi a exceção. Por conta da compra de 49,99% do Banco Votorantim, focado no financiamento de veículos, a carteira do BB cresceu mais que seus concorrentes privados no segundo trimestre, com aumento de 8,3% na comparação com o primeiro trimestre do ano e 178% em 12 meses.

Fonte: Estadão

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Banco do Brasil planeja abrir 2 mil agências em 4 anos

August 22nd, 2010 No comments

O Banco do Brasil planeja abrir 2 mil agências nos próximos quatro anos. A meta é chegar a 100% dos municípios brasileiros, disse o presidente do BB, Aldemir Bendine, em entrevista com a imprensa para comentar os resultados do banco.

Essas agências serão diferentes das unidades tradicionais do BB. Segundo Bendine, vão ser instaladas em pequenos municípios, em conjunto com correspondentes bancários, por isso receberam o nome de “agência complementar”. A primeira unidade será aberta no município de Anhembi, interior de São Paulo. Em 2011, serão abertas mais 500 unidades. “Queremos atender a população que está sendo bancarizada”, afirmou Bendine, destacando que cerca de 30 milhões de pessoas foram incorporadas ao sistema financeiro nos últimos anos.

O banco também planeja contratar mais 4 mil funcionários até meados de 2011. O BB traçou como meta contratar, via concurso, 10 mil pessoas entre os anos de 2010 e 2011. Segundo Bendine, 6 mil já foram contratados. Por conta da lei eleitoral, o BB só pode fazer concurso após as eleições presidenciais.

Fonte: Estadão

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Grandes bancos lucram R$ 20 bi no 1º Semestre/2010

August 22nd, 2010 No comments

Os resultados apresentados pelos cinco maiores bancos do país referentes ao primeiro semestre deste ano superaram o nível pré-crise. A soma do lucro líquido dos primeiros seis meses do ano de Banco do Brasil (BB), Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Santander alcança R$ 19,85 bilhões, valor 13% superior aos R$ 17,57 bilhões apurados no primeiro semestre de 2008. Na comparação com 2009, a cifra é 29,3% maior.

A melhora de desempenho foi puxada pela expansão das concessões de crédito. As operações de financiamento vieram ainda acompanhadas de queda dos índices de inadimplência. A combinação desses dois fatores produziu menores despesas com provisões para devedores, contribuindo para impulsionar, dessa forma, o resultado final das instituições.

Em relação a 30 de junho de 2009, os estoques das carteiras de crédito evoluíram 20,6%. No segundo trimestre, o crescimento foi de 5,7%, totalizando R$ 1,17 trilhão. A inadimplência média (considerando os atrasos superiores a 90 dias) atingiu 6,1% e, em alguns bancos, já encosta nos níveis pré-crise – no BB, por exemplo, está em 2,7%, bem próximo dos 2,5% registrados em junho de 2008. A inadimplência média do setor no primeiro semestre de 2008 era de 5%. As despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa caíram 10,8% no primeiro semestre na comparação com igual período de 2009.

A avaliação dos balanços do primeiro semestre deste ano mostra uma reação dos bancos privados na oferta de crédito, após o “congelamento” ocorrido no auge da crise financeira. Desse grupo, o Bradesco foi o que mais ampliou o estoque de empréstimos, em 15% no período de 12 meses encerrado em junho – desempenho que contribuiu também para diminuir a distância que o separa do Itaú Unibanco no ranking das maiores instituições por volume de ativos. O Itaú Unibanco aparece depois com crescimento de 11,4% do crédito, seguido de Santander, com 9,9%.

Mas, ao contrário das previsões feitas por analistas, são os bancos públicos que continuam puxando as concessões. O Banco do Brasil é, nesse sentido, o grande destaque. Líder do sistema nacional, com carteira de R$ 326,52 bilhões e 20,1% de participação de mercado, o BB expandiu em 29,3% sua carteira de empréstimos em 12 meses e 6,9% no segundo trimestre.

A Caixa Econômica cresceu mais nesse período – 50,3% no intervalo anual e 10,8% no trimestral -, porém seus estoques somam menos da metade do volume do BB. Vale ressaltar também que boa parte do crescimento econômico se deve ao aquecimento da construção civil, o que acaba puxando as concessões de financiamento imobiliário por parte da Caixa, que representam 58% da carteira. No caso do BB, os repasses do BNDES no primeiro semestre de 2010 atingiram R$ 8,5 bilhões do total de R$ 25,7 bilhões em concessões.

De maneira consolidada, os bancos conseguiram aumentar a margem das operações de crédito. O resultado bruto da intermediação financeira cresceu 22,4% quando se compara semestre contra semestre, enquanto o saldo da carteira cresceu 20,6%. A explicação é que o semestre também mostrou uma sensível melhora nas despesas com provisão para devedores duvidosos, com queda de 10,8%, no consolidado.

A única exceção foi a Caixa, que viu uma elevação dessas despesas com provisões em 25% nos primeiros seis meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado. No segundo trimestre, a alta foi de 69%, pulando de R$ 718 milhões para R$ 1,212 bilhão. As despesas só não foram maiores por conta de uma reversão de R$ 537 milhões feita no trimestre, de acordo com nota explicativa do balanço da instituição. A Caixa também teve um avanço modesto de apenas 3,7% no resultado da intermediação financeira, na comparação do primeiro semestre deste ano com igual período de 2009.

Fonte: Valor Online

Itaú Unibanco tem lucro recorde no 1º semestre

August 19th, 2010 No comments

O Itaú Unibanco, maior banco privado do País, teve um lucro líquido de R$ 3,165 bilhões no segundo trimestre. Em relação ao mesmo período de 2009, representa uma alta de 23,1%. Mas, comparado com os três primeiros meses deste ano, uma queda de 2,1%. No semestre, o ganho de R$ 6,4 bilhões foi o maior da história do setor para o período.

O retorno sobre o patrimônio do Itaú, de 24,4%, também ficou dentro da previsão dos analistas, que estimavam o indicador em 24,2%, o maior entre os grandes bancos brasileiros.

A carteira de empréstimos do Itaú Unibanco fechou o segundo trimestre em R$ 296,192 bilhões, crescimento de 4% em relação ao primeiro trimestre e de 11,4% na comparação com o mesmo período do ano passado.

As despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa (recursos que o banco poupa para casos de calote) do segundo trimestre somou R$ 4,019 bilhões, com aumento de R$ 153 milhões em comparação com o primeiro trimestre do ano. O Itaú foi o único entre os grandes bancos que já divulgaram o resultado a registrar aumento nessas despesas.

O Itaú Unibanco manteve os planos anunciados de abrir 150 novas agências este ano.

Fonte: Estadão

Cooperativas de Crédito reinvestem os recursos na própria comunidade

August 19th, 2010 2 comments

Frequentemente as Cooperativas de Crédito utilizam em seu dia-a-dia o discurso de que reinvestem os recursos nas próprias comunidades em que atuam. Por vezes este discurso pode parecer vazio, principalmente se acreditarmos que os bancos também praticam este reinvestimento na comunidade. Este tópico tem o objetivo de comparar a atuação das cooperativas com a dos bancos justamente neste item.

O papel das Cooperativas de Crédito é o de captar recursos de quem os têm disponível e emprestar para quem tem necessidade de crédito. Nas Cooperativas não existe o mecanismo utilizado pelos bancos de captar recursos em uma determinada região do país e emprestar em outra região ou estado. Este fato faz com que cada cooperativa tenha o máximo de interesse em emprestar o maior volume possível de recursos para seus associados, pois do contrário sua rentabilidade será menor.

O gráfico abaixo ilustra com perfeição a ênfase que os grandes bancos dão para a migração de recursos de um estado para outro, como é o caso dos 5 maiores bancos privados que do total de recursos captados em todo o país, direcionam 77,3% para a região Sudeste e 10,63% para a região Sul. Para que a distribuição dos empréstimos dos principais bancos privados representasse a realidade da economia brasileira, 77,3% de todas as riquezas do país deveriam estar também na região Sudeste.

O gráfico demonstra também que as Cooperativas de Crédito direcionam 37,11% de seus recursos para a região Sudeste e 43,61% para a região sul. Este número é compatível com a quantidade de Pontos de Atendimento das Cooperativas existentes em cada estado já que a região sudeste tem 39% de todos os pontos de atendimento do país e a região sul tem 44% dos pontos de atendimento.

Distribuição do Crédito no Brasil

Por Márcio Port

As maiores redes de atendimento – Revista Exame

July 29th, 2010 No comments

A Revista Exame, Maiores e Melhores de 2009, divulgou informações atualizadas sobre as maiores instituições financeiras do Brasil.

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Uma destas informações é a quantidade de agências bancárias das maiores instituições financeiras do país. Para dar maior fidelidade às informações abaixo divulgadas foram incluídos no mesmo os números dos Sistemas Cooperativos que por não terem seus dados consolidados não constam na relação original:

As maiores redes de atendimento do Brasil:

  1. Banco do Brasil: 4.897
  2. Itaú Unibanco: 3.736
  3. Bradesco: 3.454
  4. Santander: 2.091
  5. Caixa Econômica Federal: 2.084
  6. Sicoob: 1.794
  7. Sicredi: 1.112
  8. HSBC: 893
  9. Banrisul: 432
  10. Unicred: 423
  11. Ancosol: 382
  12. BNB: 183
  13. Votorantim: 182
  14. Mercantil do Brasil: 151
  15. Banestes: 129
  16. Citi: 125
  17. BRB: 99
  18. Safra: 98
  19. Cecred: 80
  20. BicBanco: 36

Fonte: Revista Exame Maiores e Melhores e dados do Cooperativismo de Crédito no Brasil

Lucro do Bradesco no 1º semestre é o 2º maior da história, diz consultoria

July 28th, 2010 No comments

Ganhos do banco no período, de R$ 4,50 bilhões, só perdem para o verificado pelo Itaú Unibanco, com lucro de R$ 4,58 bilhões no 1º semestre de 2009

SÃO PAULO – O lucro do Bradesco no primeiro semestre, que somou R$ 4,508 bilhões, foi o segundo maior já registrado no período por bancos brasileiros de capital aberto, segundo a consultoria Economatica. O primeiro lugar é do Itaú Unibanco, com lucro de R$ 4,586 bilhões no primeiro semestre de 2009.

A rentabilidade sobre o patrimônio foi de 22,8% no semestre. Se considerado o lucro líquido ajustado (pela inflação), de R$ 4,602 bilhões, o banco teria o maior lucro da história para o primeiro semestre. O Bradesco ocupa a segunda e a terceira posições, com os resultados do primeiro semestre de 2010 e 2008, respectivamente. O lucro no primeiro semestre de 2008 foi de R$ 4,105 bilhões. O Itaú Unibanco, o Bradesco e o Banco do Brasil ocupam as sete demais posições do ranking, com resultados obtidos entre 2006 e 2009.

Nesta quarta-feira, 28, o Bradesco anunciou lucro líquido no segundo trimestre, de R$ 2,405 bilhões, 4,7% acima do resultado de R$ 2,297 bilhões no mesmo período do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, a alta foi de 14,4%.

Os ativos totais do banco chegaram em junho a R$ 558,1 bilhões, alta de 15,7%. Já o patrimônio líquido em junho somou R$ 44,295 bilhões, 18,8% superior ao saldo do mesmo período de 2009. O índice de Basileia alcançou 15,9%, acima dos 11% exigidos pelo Banco Central. O Basileia mede quanto o banco pode emprestar no crédito sem comprometer seu capital.

Crédito tem expansão: As operações de crédito somaram R$ 244,8 bilhões no segundo trimestre, alta de 4,1% ante o primeiro trimestre de 2010. O avanço foi reflexo da evolução de 6,7% da carteira de micro, pequenas e médias empresas, de 4,2% da pessoa física e de 1,7% das grandes empresas. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 89,648 bilhões, enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram o montante de R$ 155,141 bilhões.

Em comparação com o segundo trimestre de 2009, as operações de crédito tiveram alta de 15%. De acordo com relatório divulgado pelo banco, o avanço no ano foi de 21,4% nas micro, pequenas e médias empresas, 20,7% na pessoa física e 5% nas grandes empresas.

No segmento de pessoa física, os produtos que apresentaram maior evolução nos últimos doze meses foram o crédito pessoal consignado, o cartão de crédito (impactado pela aquisição do Banco Ibi em outubro de 2009), os repasses do BNDES/Finame e financiamento de veículos. No segmento de pessoa jurídica, os principais destaques foram os repasses do BNDES/Finame, o financiamento imobiliário, capital de giro e operações no exterior.

Fonte: Estadão

Sicredi é o 6º maior do país em operações de Crédito Rural e Sicoob o 8º

July 25th, 2010 No comments

A Revista Exame, Maiores e Melhores de 2009, divulgou informações atualizadas sobre as maiores instituições financeiras do Brasil.

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Uma destas informações é o volumede de operações de crédito rural das maiores instituições financeiras do país.

As maiores instituições em volumes de crédito rural no Brasil:

  1. Banco do Brasil: US$ 38.134,6 milhões
  2. Bradesco: US$ 6.873,4 milhões
  3. Itaú Unibanco: US$ 2.953,7 milhões
  4. Santander: US$ 2.922,6 milhões
  5. BNB: US$ 2.290,6 milhões
  6. Sicredi: US$ 2.216,8 milhões
  7. HSBC: US$ 1.176,9 milhões
  8. Bancoob: US$ 1.092,3
  9. Banrisul: US$ 466 milhões
  10. Safra: US$ 457,7 milhões
  11. Citibank: US$ 437 milhões
  12. Banco da Amazônia: US$ 264,7 milhões
  13. Banestes: US$ 215,9 milhões
  14. Mercantil do Brasil: US$ 111,2 milhões

Fonte: Revista Exame Maiores e Melhores e dados do Cooperativismo de Crédito no Brasil

Os maiores emissores de cartões de crédito – Revista Exame

July 22nd, 2010 No comments

A Revista Exame, Maiores e Melhores de 2009, divulgou informações atualizadas sobre as maiores instituições financeiras do Brasil.

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Uma destas informações é a quantidade de cartões de crédito emitidos pelas maiores instituições financeiras do país.

Os maiores emissores de cartões de crédito do Brasil:

  1. Bradesco: 79.557.000 cartões
  2. Itaú Unibanco: 52.200.000
  3. Banco do Brasil: 27.981.097
  4. Panamericano: 12.100.000
  5. HSBC: 9.980.003
  6. Caixa Econômica Federal: 4.981.531
  7. Credicard Citi: 3.384.763
  8. Votorantim: 924.423
  9. BMG: 527.229
  10. Citi: 481.799
  11. Cruzeiro do Sul: 383.094
  12. Banestes: 323.356
  13. Banrisul: 302.900
  14. BRB: 188.680
  15. Safra: 32.135

Fonte: Revista Exame Maiores e Melhores

Os Bancos Campeões de Clientes – Revista Exame

July 20th, 2010 No comments

A Revista Exame, Maiores e Melhores de 2010, divulgou informações atualizadas sobre as maiores instituições financeiras do Brasil.

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Uma destas informações é a quantidade de clientes das maiores instituições financeiras do país. Para dar maior fidelidade às informações abaixo divulgadas foram incluídos no mesmo os números dos Sistemas Cooperativos que por não terem seus dados consolidados não constam na relação original:

Os Bancos Campeões de Clientes:

  1. Banco do Brasil: 35.233.835 clientes
  2. Bradesco: 20.909.985
  3. Itaú Unibanco: 18.089.763
  4. Caixa Econômica Federal: 16.191.367
  5. Santander: 10.979.000
  6. Banrisul: 4.895.917
  7. HSBC: 2.994.257
  8. Sicoob: 1.700.000 associados
  9. Sicredi: 1.562.110 associados
  10. BNB: 663.929
  11. Citibank: 485.476
  12. BRB: 461.005
  13. Banestes: 385.177
  14. Ancosol: 214.467
  15. Unicred: 206.091
  16. Mercantil do Brasil: 205.376
  17. Cecred: 142.589
  18. Safra: 119.646
  19. Banco Rural: 32.129
  20. Alfa: 25.610

Fonte: Revista Exame Maiores e Melhores e dados do Cooperativismo de Crédito no Brasil

CMN deve receber proposta sobre tarifa de cartões em setembro, diz Meirelles

July 14th, 2010 No comments

BRASÍLIA – O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, anunciou que a proposta de regulamentação das tarifas bancárias referentes ao cartão de crédito deverá ser concluída até o final de setembro, quando será enviada ao Conselho Monetário Nacional (CMN) para apreciação e votação. Meirelles anunciou a data durante cerimônia de assinatura de acordo de cooperação entre o Ministério da Justiça e a autoridade monetária para aperfeiçoar a fiscalização e regulamentação das instituições financeiras.

Durante o evento, Meirelles defendeu uma ação regulatória para evitar problemas como os observados nos últimos anos na Europa. Segundo ele, a “cultura da falta de responsabilização clara” ajudou no agravamento da atual crise financeira. Além disso, ponderou, a ausência de regulação gera prejuízo à economia e seu custo acaba sendo pago pelas famílias via aperto fiscal ou elevação de impostos.

Segundo Meirelles, o acordo com a Justiça permitirá ao BC fiscalizar de forma mais eficiente o sistema financeiro e regular de modo mais adequado os bancos.

Fonte: Estadão

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Guinada em agências do Itaú mexe com o setor

July 11th, 2010 1 comment

O slogan “nem parece banco” do Unibanco já foi extinto, assim como a marca da instituição que pertencia à família Moreira Salles deve sumir das agências logo que o processo de fusão com o Itaú for concluído. Mas o posicionamento por trás daquela campanha talvez nunca tenha sido abraçado pela instituição com tanta propriedade como agora. Para selar a união com o Unibanco, o Itaú está redesenhando toda sua rede de agências e a nova roupagem tenta justamente passar a ideia de que aquele estabelecimento no qual o cliente paga contas, faz depósitos e saca dinheiro nem parece banco.

Na verdade, o projeto prevê que as agências deixem, aos poucos, de ser um local voltado para a realização dessas transações corriqueiras e se tornem cada vez mais um canal de relacionamento, focado na consultoria financeira e na venda de produtos. Trata-se de uma tendência mundial, diagnosticada pela consultoria inglesa Michael Allen Company, que ao longo do último ano avaliou a rede de agências do Itaú e dos concorrentes. “Ir ao banco não parece ser uma experiência agradável para os clientes”, observa Michael Allen, presidente da consultoria. “É como ir ao dentista. A pessoa vai não porque gosta, mas porque precisa.”

A mudança mais emblemática nas novas agências do Itaú é a remoção das inconvenientes portas giratórias com detector de metais, alvo até mesmo de processos de clientes dos bancos que se sentem constrangidos por não conseguirem passar por elas mesmo depois de quase se despirem. “Como posso querer que o cliente entre e consuma meus produtos e serviços se eu o barro na entrada”, questiona Fernando Chacon, diretor de marketing do Itaú. Agora, o espaço dedicado ao auto-atendimento, em que os caixas eletrônicos se encontram enfileirados, passa a ser integrado ao resto da agência, sem qualquer divisória.

A mudança é tão radical que é legítimo supor que levará o setor no país a observar os resultados da experiência do Itaú com lupa e repensar o modelo de agências. Por enquanto, a concorrência prefere silenciar sobre o tema. Se bem-sucedido, o Itaú pode tornar-se mais simpático para a clientela e catalisar uma mudança no setor. De outro lado, o banco pode se tornar mais vulnerável que os demais.

A iniciativa foi tomada de empréstimo do Unibanco, cujas agências já não contavam com as tais portas giratórias. Há, no entanto, uma diferença de escala entre o Unibanco e o Itaú que implica em fluxo de pessoas e, consequentemente, de dinheiro. São cerca de mil agências do Unibanco (cuja marca será substituída até o fim do ano) ante uma rede original do Itaú de quase quatro mil pontos. Portanto, a retirada da porta giratória, um elemento até então considerado fundamental para a segurança das agências, está sendo compensada por um novo sistema de cofre. Instalado em meio a dois caixas, chumbado no chão, o cofre só pode ser aberto remotamente. Ficará na “boca” do caixa apenas o dinheiro trocado. O cofre ainda conta dinheiro e separa as cédulas, permitindo ganho de eficiência no atendimento aos clientes. Outra providência foi reforçar o sistema de vigilância por câmeras.

Entre 60% e 70% das cerca de cinco mil agências terão as portas giratórias retiradas. Não é possível realizar a mudança em toda a rede porque em alguns Estados e municípios a presença delas é garantida por lei, com o intuito de zelar pela segurança dos funcionários. Em regiões consideradas perigosas e próximas a rotas de fuga, as portas também serão mantidas. “Apesar desses cuidados, a experiência do Unibanco nos mostra que a ausência de porta giratória não contribui para aumentar o número de assaltos”, pondera Chacon.

Um levantamento conduzido pela consultoria GFK no ano passado para a Febraban para medir a qualidade de atendimento nas agências mostra que, entre 8 mil clientes, 78% utilizam dinheiro em espécie para as transações. “Esse cliente não quer correr o risco de ser assaltado numa agência, já que dificilmente vai conseguir reaver o dinheiro”, diz Messias. O especialista considera a porta giratória um mal necessário. “Gostar, ninguém gosta. Num mundo ideal, elas não existiriam.”

Mas a repaginação das agências do Itaú vai além da remoção das portas giratórias e inclui ainda a troca de móveis antigos por peças de design mais arrojado, instalação de televisores digitais nos quais são veiculadas notícias e propagandas do próprio banco, além de algumas adaptações sutis, como uma mudança de inclinação dos caixas eletrônicos para 21 graus, para conferir maior privacidade aos usuários. “Nossa intenção é que a agência ganhe ares de loja, de vitrine”, afirma Chacon. Para conseguir o efeito, até a fachada foi modificada. A chapa com o logotipo agora é feita de alumínio composto, mais leve e moderno.

Das mil agências do Unibanco que serão transformadas em Itaú até o fim do ano, todas ganham nova roupagem, assim como as 150 agências que serão criadas em 2010. A expectativa é que, em três anos, toda a rede seja convertida.

ITAÚ UNICLASS: O Itaú resolveu adotar a segmentação do Unibanco e manter o nicho Uniclass para clientes com renda entre R$ 4 mil e R$ 7 mil. Acima de R$ 7 mil os clientes são classificados como Personnalité. Dos 15,5 milhões de correntistas do Itaú Unibanco considerados ativos, 700 mil são do Personnalité e cerca de 1,5 mil, Uniclass.

Fonte: Valor Online

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Serasa detecta aumento da inadimplência nas classes C e D e alta preocupa analistas

July 6th, 2010 No comments

SÃO PAULO e RIO – Em meio à euforia com a recuperação econômica e à fartura de crédito, acendeu a luz amarela entre especialistas. Após duas elevações seguidas da taxa básica de juros (Selic) e com a perspectiva de novas altas até o fim do ano, o que encarece os empréstimos, a taxa de inadimplência deve ter um repique em junho. A Serasa Experian vem detectando o avanço, puxado por consumidores das classes C e D, que receberam benefícios do governo para a compra de produtos da linha branca e veículos e, agora, não conseguiriam honrar seus compromissos.

- Podemos dizer que a curva de queda, que vinha ocorrendo desde outubro do ano passado, está no fim. A renda não deve crescer tanto no segundo semestre, gerando um descompasso que pode causar problemas para a inadimplência - afirmou o economista Luiz Rabi, gerente de indicadores de mercado da Serasa. – Normalmente, os consumidores mais pobres não estão acostumados a lidar com o crédito. Eles têm pouca habilidade para gerenciar dívida, praticamente não têm poupança e acabam inadimplentes.

Para a Serasa, o maior problema a curto prazo estaria na administração das dívidas no cartões de crédito, que subiram 14% em abril e 26% em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Rabi diz que essa alta deve permanecer no segundo semestre. O valor médio dessas dívidas é hoje de R$ 392,49, contra R$ 373,12 um ano atrás. Crescimento mais forte foi registrado no valor médio dos cheques não compensados por falta de fundos, que pulou 42,7% desde maio de 2007 (de R$ 855,83 para R$ 1.221,03).

Desaceleração da economia contribuirá
A Tendências Consultoria também estima que a taxa de inadimplência de pessoas físicas chegue ao fim do ano em 7,2% e acelere ainda mais, para 7,6%, em 2011. Pelos dados do Banco Central (BC), o índice – que considera o percentual de empréstimos com atrasos acima de 90 dias frente ao total de crédito – foi de 6,8% em maio (último dado disponível), o mais baixo desde março de 2008 (6,85%). A taxa recua desde maio do ano passado, quando atingiu 8,5%.

Fonte: O Globo

Caixa terá correspondentes imobiliários, parceria com imobiliárias para desafogar a rede de agências

June 21st, 2010 No comments

A Caixa Econômica Federal fecha, a cada dia, 4,3 mil novos contratos de financiamento imobiliário, média de dois em cada uma das agências espalhadas pelo país. Os números começam a se aproximar do limite operacional da instituição e a pressionar a capacidade de originação. Para evitar que haja um gargalo, a Caixa começa a colocar em prática um novo modelo de correspondente imobiliário para desafogar a rede.

Em parceria com imobiliárias, o banco criou um padrão de atendimento semelhante ao usado no financiamento de veículos. A ideia é que o comprador vá até o ponto de venda, preencha uma ficha, que é enviada à Caixa, e receba a aprovação de crédito em até 48 horas, tempo bastante inferior à média atual, de 20 dias.

Queremos oferecer o crédito nos locais em que o cliente procura pelo imóvel“, afirma Jorge Fontes Hereda, vice-presidente de governo da Caixa. Atuando junto às empresas, a oferta dos empréstimos se estende além do horário dos bancos. “A compra de um imóvel é uma decisão familiar e precisa funcionar sábado e domingo.”

A Caixa não é a primeira a buscar esse canal alternativo. O Itaú já faz isso, em parceria com a Lopes, assim como a BM Sua Casa, da Brazilian Mortgages.

A Caixa terá uma rede própria de correspondentes, basicamente por meio de acordos com imobiliárias. O Panamericano, banco em que a Caixa adquiriu participação no ano passado, também vai atuar como seu agente a partir de julho, com suas 200 lojas próprias.

Com os correspondentes, a Caixa espera aumentar a capilaridade e também a capacidade de originação. “Temos limites nas agências e também não podemos direcionar a rede exclusivamente para habitação“, disse Hereda. A Caixa cresce a uma taxa bem acima do mercado. Até o dia 9 de junho, as concessões somam R$ 28,4 bilhões, volume superior a todo ano de 2008. A expectativa é fechar o semestre com volume contratado de R$ 30 bilhões. Como o segundo semestre é sempre mais forte, o volume poderia superar os R$ 60 bilhões no ano. O estoque total do sistema financeiro em crédito imobiliário é de R$ 100 bilhões.

Hereda enfatiza que nenhum dos critérios do banco será flexibilizado no processo. O correspondente fará apenas a entrada de dados do cliente no sistema. Toda avaliação de risco, da capacidade de pagamento e do imóvel continuam a cargo da Caixa. Esse tripé é considerado essencial para garantir a baixa inadimplência na habitação. “Não vamos negligenciar as análises”, afirma. “O novo modelo contribui para a redução de custos e agilização do processo, uma vez que toda a parte operacional foi repassada ao correspondente e não induz a retrabalhos por parte das unidades da Caixa”, diz Teotonio Costa Rezende, consultor técnico da área habitacional da Caixa.

A instituição já concluiu o projeto piloto em oito Estados, que incluem grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro, mas também polos menores, como Juiz de Fora, em Minas Gerais. Num primeiro momento, os correspondentes farão apenas operações relativas ao programa Minha Casa Minha Vida, já que os projetos são financiados pela própria Caixa, o que facilita a análise.

Fonte: Valor Online

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Total de contas bancárias sobe 19% em 2009

June 13th, 2010 No comments

O total de contas correntes e de poupança no Brasil chegou a 134 milhões em 2009, uma expansão de 19%, segundo dados divulgados pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). No ano passado, foram feitas 47,6 bilhões de transações nos bancos. Os terminais de autoatendimento responderam por um terço dessas operações.

As transações pela internet também tiveram participação relevante, de 20%. As operações feitas nas agências responderam por apenas 9%. Os correspondentes bancários ficaram com 6%.

De acordo com a Febraban, o número de clientes de internet banking passou de 32 milhões em 2008 para 35 milhões em 2009. Já o volume de transferências eletrônicas diretas (TEDs) aumentou 10%, para 74 milhões. O valor médio de cada TED passou de R$ 115 mil para R$ 103 mil.

Fonte: BANCAX

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Número de agências cresceu 5,2% em 2009 e de correspondentes saltou 38%

June 13th, 2010 No comments

O número de agências bancárias no Brasil apresentou crescimento de apenas 5,2% em 2009, passando de 19,4 mil no ano anterior para 20 mil. As informações são da pesquisa “O setor bancário em números”, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Segundo o levantamento, os correspondentes bancários (estabelecimentos comerciais autorizados a realizar operações bancárias), por sua vez, registraram um aumento de 38% em 2009, para um total de 150 mil pontos.

Fonte: Bancax

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O tamanho do Sistema Financeiro Nacional

June 2nd, 2010 No comments

Em dezembro de 2009, o conjunto de instituições analisadas pelo BACEN detinha R$2,76 trilhões em ativos e uma carteira de crédito no país de R$1,22 trilhão. Ambos os valores representavam 86% do total do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Em relação ao semestre anterior, houve crescimento de 3% dos ativos e de 8% do estoque de crédito.

Do montante administrado, as captações em Poupança somavam R$ 319,4 bilhões, os Depósitos à Vista R$ 170,9 bilhões. Em fundos de investimento estão alocados R$ 1,3 trilhão.

Fonte: Relatório de Estabilidade Financeira do BACEN

 

 

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Brasil tem 139 bancos e 1.405 cooperativas de crédito

May 31st, 2010 No comments

Estes são os números apresentados pelo BACEN tendo como base dez/2009.

Dos 139 bancos que atuam no Brasil, 86 não possuem participação estrangeira e 53 deles possuem controle estrangeiro, dos quais 12 são americados e 30 europeus.

Além dos 139 bancos existe também 1 caixa econômica.

As Cooperativas de Crédito que em 2007 eram em número de 1.465, em 2008 de 1.453, finalizaram 2009 com 1.405 entidades.

Em relação aos Ativos Totais, 29,6% estavam em poder de Bancos Públicos, 52,4% com os Bancos Privados Nacionais e 17,9% com os Privados Estrangeiros.

Fonte: Relatório de Estabilidade Financeira do BACEN

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Bancos divulgam horário de atendimento nos dias de jogos do Brasil na Copa

May 27th, 2010 No comments

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou comunicado nesta quarta 26/05 sobre o horário de atendimento das instituições financeiras em dias úteis, durante os jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo, na África do Sul.

A alteração dos horários foi definida por motivos de segurança das agências e de transporte de valores, ficando da seguinte forma:

a) quando o jogo ocorrer às 15h30 (horário de Brasília):

  • Interior: das 8h às 14h (horário de Brasília);
  • Capitais e Regiões Metropolitanas: das 8h às 14h (horário de Brasília).

b) quando o jogo acontecer às 11h (horário de Brasília):

  • Interior: das 8h às 10h30 e das 13h30 às 15h30 (horário de Brasília);
  • Capitais e Regiões Metropolitanas: das 8h às 10h30 e das 14h às 16h (horário de Brasília).

Na primeira fase, a seleção brasileira joga na terça-feira, dia 15 de junho, às 15h30, contra Coréia do Norte, no domingo, dia 20, às 15h30, contra Costa do Marfim, e na sexta-feira, dia 25, às 11h. contra Portugal.

A nova determinação do BC para o horário de atendimento também vale para os demais dias de jogo, caso a seleção se classifique.

Fonte: Febraban

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Curitiba pode ter lei que proíbe uso de celular em agência bancárias

May 25th, 2010 No comments

O prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, tem até o dia 2 de junho para sancionar o projeto de lei, aprovado na Câmara Municipal, que proíbe o uso de aparelhos celulares e equipamentos semelhantes no interior dos bancos e instituições financeiras.

O texto, de autoria do primeiro-vice-presidente da Casa, vereador Tito Zeglin (PDT), foi aprovado em segundo turno, na semana passada. Os parlamentares de Curitiba querem implantar na capital o exemplo do município de Araucária, na região metropolitana, onde a lei já está em vigor.

Tito Zeglin diz que a ideia é coibir assaltos aos clientes evitando a ação conhecida como “saidinha do banco”, facilitada por pessoas no interior das agências que podem usar o celular e passar informações para criminosos que ficam nas imediações.

Se sancionada a medida, o infrator ficará sujeito à apreensão do aparelho, que será devolvido na saída. Os estabelecimentos ainda podem pedir apoio policial para conter aqueles que não obedecerem à norma. Após sancionada e publicada, a lei tem prazo de 90 dias para entrar em vigor. As agências terão que fixar placas indicando a proibição aos clientes.

Para o presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, Otávio Dias, a proibição do uso do celular, somada à colocação dos biombos nos guichês dos caixas e à instalação de vidros blindados nas portas das agências, contribui para a segurança dos clientes.

Além disso, segundo ele, são necessárias outras medidas como transferir as portas giratórias para a parte frontal das agências. “Normalmente elas estão situadas na entrada para os serviços internos, deixando descobertas as pessoas que usam os caixas eletrônicos”, afirmou.

De acordo com Otávio Dias, existem em Curitiba 380 agências, e o sindicato defende que todas sejam monitoradas em tempo real para tornar mais ágil a ação da polícia. “Sabemos que na capital e região os assaltos e homicídios a clientes são iguais ou até mesmo em maior número do que em grandes centros urbanos como Rio de Janeiro e São Paulo.”

Fonte: Agência Brasil

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Itaú ‘assume’ fim do Unibanco em campanha

May 24th, 2010 No comments

Campanha que encoraja cliente a chamar banco ‘só de Itaú’ é passo em estratégia de usar apenas um nome

O Itaú deu nessa semana um novo passo na estratégia de jogar a pá de cal sobre a marca Unibanco até o fim do ano. A estratégia, que já era visível nas ruas – o processo de substituição das cerca de mil agências do banco da família Moreira Salles ganhou fôlego no primeiro trimestre –, agora chegou à mídia de massa.

Em filme publicitário veiculado na quinta-feira 20/05, a instituição diz aos clientes que o Itaú Unibanco, resultado da fusão anunciada em novembro de 2008, pode ser chamado “só de Itaú”. De acordo com o banco, a campanha vai ganhar a mídia impressa neste fim de semana, circulando nos principais jornais e revistas do País.

Desde o início do processo de união de ativos, era consenso no mercado de que a marca do Itaú deveria prevalecer – o que surpreendeu alguns analistas foi a velocidade do descarte da marca do Unibanco.

Em setembro de 2009, menos de um ano antes do anúncio da fusão, o Itaú iniciou a conversão das agências Unibanco. A ação ganhou velocidade no início de 2010, quando executivos anunciaram que 150 seriam convertidas por mês. Nesse ritmo, por volta do aniversário de dois anos do negócio, as agências do Unibanco vão ter desaparecido do mercado.

Fonte: Estadão

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Bancos reduzem valor mínimo da TED para R$ 3.000

May 23rd, 2010 No comments

Os bancos brasileiros começam a operar desde sexta-feira (21) com novos valores para as transferências bancárias. As TEDs (Transferências Eletrônicas Disponíveis) passam a poder ser feitas a partir do valor mínimo de R$ 3.000, em vez de R$ 5.000.

Pelas novas regras aprovadas pelo Banco Central, corretoras, distribuidoras e cooperativas de crédito também poderão operar com esse tipo de transferência. Basta que tenham conta no BC. As liquidações continuam ocorrendo no prazo de um dia.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), esse tipo de transação movimentou um total de R$ 10,4 trilhões em 2009.

A CIP (Câmara Interbancária de Pagamentos), responsável pelo processamento desse tipo de operação, realizou um total de 279 mil TEDs por dia em março. Com o novo limite, o órgão estima que esse número passará para 335 mil (aumento de 20%).

Walter Tadeu Pinto de Faria, diretor-adjunto de serviços da Febraban, explica que o aumento dos sistemas de segurança dos bancos permitiu essa mudança. Para ele, a redução do limite de transferência vai trazer facilidades.

- Vai para R$ 3.000 porque o sistema dos bancos está mais seguro. Até hoje, para transferir valores até R$ 5.000 tinha o DOC [Documento de Crédito ], que demora um dia para ser compensado.

As TEDs foram uma ferramenta criada em 2002 para agilizar o SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro). Antes disso, os clientes só podiam transferir seus recursos usando cheques ou DOC. Além disso, havia o risco de haver a devolução do cheque por falta de fundos. As TEDs são creditadas assim que o banco recebe a mensagem de transferência.

- Mas um não vai matar o outro porque são demandas diferentes. Diminuir mais [o valor mínimo de transferência] só depende de como o sistema se comportará.

Fonte: R7

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Bradesco encurta distância para Itaú em ativos

May 18th, 2010 No comments

O Bradesco vem conseguindo, aos poucos, encurtar a distância em relação ao rival Itaú Unibanco no ranking por ativos do sistema financeiro nacional. Embora a composição do pódio tenha permanecido inalterada – com Banco do Brasil (BB) na dianteira, seguido por Itaú e, em terceiro lugar, Bradesco – o ritmo mais forte imprimido pelo banco da Cidade de Deus na concessão de crédito ao longo dos últimos 12 meses acabou garantindo à instituição um avanço de 10,5% no total de ativos (para R$ 532,6 bilhões), enquanto o Itaú Unibanco apresentou crescimento modesto, de 1,6%.

No conjunto, os cinco maiores bancos do país lucraram R$ 9,5 bilhões no trimestre, um avanço de 66% na comparação com igual período do ano passado.

Foto Destaque

Fonte: Valor Online

Caixa tem lucro líquido de R$ 777,5 milhões no 1º trimestre, um aumento de 72,1%

May 16th, 2010 No comments

A Caixa Econômica Federal apresentou lucro líquido de R$ 777,5 milhões no primeiro trimestre do ano, o que representa 72,1% a mais do que o registrado no mesmo período de 2009.

O patrimônio líquido chegou a R$ 13,7 bilhões. O retorno sobre o patrimônio líquido médio cresceu 25,2%, um aumento de 10,4% comparado ao primeiro trimestre do ano passado.

O crédito imobiliário atingiu recorde, com contratações que totalizaram R$ 14,5 bilhões.

O saldo da carteira habitacional chegou a R$ 77,8 bilhões, resultado 58,2% superior ao do primeiro trimestre do ano passado.

O destaque do financiamento imobiliário foram as contratações com recursos da caderneta de poupança, que somaram R$ 7 bilhões, um aumento de 82,4% ante o primeiro trimestre de 2009.

Fonte: Brasil Econômico

Caixa Federal passa Santander em ranking de ativos

May 16th, 2010 No comments

A Caixa Econômica Federal passa o banco Santander e volta ao quarto lugar no ranking dos bancos brasileiros por ativos.

No balanço, o banco público registra R$ 364 bilhões em ativos e supera os R$ 342 bilhões que constam dos resultados do Santander divulgados em abril.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, a Caixa cresceu 16,6% em ativos, muito mais que as demais instituições financeiras que já publicaram seus balanços. À frente dos principais bancos em ativos, e a sinalizar maior expansão do crédito, o Bradesco teve alta de 10,5%. O Santander teve aumento de 3,8%, enquanto o Itaú Unibanco, 1,6%.

Na Caixa, a modalidade de crédito que mais cresceu neste ano foi habitação, com alta de 10,3%. Na pessoa física, que é basicamente crédito consignado, o aumento foi de 7,1%. O financiamento à pessoa jurídica avançou 3,8%.

A inadimplência, acima de 90 dias, continuou a cair no trimestre. No crédito comercial, que exclui habitação recuou de 3,8% para 3,2%. Na habitação, a inadimplência ficou estável. A expectativa no banco é crescer ainda mais com o Banco PanAmericano, que vai entrar no financiamento imobiliário.

O PanAmericano, em que a CEF tem 49% do capital votante, atuará como correspondente bancário da Caixa, e oferecerá as mesmas condições de financiamento que o banco federal. Até setembro, o crédito imobiliário estará disponível apenas no Feirão da Caixa na Grande São Paulo.

Fonte: Folha de São Paulo

Banco do Brasil divulga resultado de R$ 2,4 bilhões no 1º trimestre

May 14th, 2010 No comments

O Banco do Brasil anunciou lucro líquido de R$ 2,4 bilhões no primeiro trimestre, crescimento de 41,2% em relação ao mesmo período de 2009. A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido foi de 28%. A participação da área de seguros no lucro subiu de cerca de 11% para 15,2%.

A carteira de crédito total, incluindo garantias e títulos de valores mobiliários privados, fechou o trimestre em R$ 327,3 bilhões, crescimento de 36% em 12 meses. No crédito, a parceria com o Banco Votorantim contribuiu com R$ 22,6 bilhões em operações de crédito.Na pessoa física, a expansão foi de 55,5%, com a carteira fechando março em R$ 95,1 bilhões. O destaque foi o crescimento de 200,3% no financiamento para compra de veículos, puxado pela parceria com o Banco Votorantim. O crédito imobiliário cresceu 103,9%.

Na pessoa jurídica, a carteira de crédito cresceu 25,8% e chegou a R$ 128,1 bilhões. Os empréstimos para capital de giro subiram 5,4%. O crédito à pequena e média empresa subiu 20,9%.As receitas financeiras, impulsionadas pelo crescimento do crédito, totalizaram R$ 18,6 bilhões nos três primeiros meses do ano, 21,6% superior ao mesmo período de 2009. Desse total, as receitas provenientes das operações de crédito somaram R$ 12,5 bilhões, ante R$ 9 bilhões no primeiro trimestre de 2009, registrando expansão de 39,4%.

Os ativos do Banco do Brasil chegaram a R$ 724,9 bilhões em março de 2010, expansão de 22,5% ante março do ano passado.

Fonte: Estadão

Brasileiros devem R$ 664 bi a bancos, 22% da renda mensal

May 6th, 2010 No comments

Com o crédito em expansão (só para a pessoa física o crescimento foi de 4,4% no trimestre), as famílias já comprometem 22% do seu rendimento com o pagamento de prestações. De acordo o Banco Central, o volume de dinheiro à disposição dos consumidores atingiu R$ 664,07 bilhões em março. A despeito do vulto, a previsão do BC é de que a situação ainda está longe de ter atingido o limite. A expectativa é de que o volume de crédito aumente 20% no ano, atingindo, ao fim de 2010, o percentual de 49% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Nesse cenário, a dívida dos brasileiros deverá corresponder a quase 25% das riquezas produzidas no país em um ano.

O professor e economista José Márcio Camargo, da PUC/RJ, não vê nenhum problema no atual nível de endividamento das famílias brasileiras. “No passado, não tínhamos crédito”, lembrou. Segundo ele, o percentual de 22% é razoável e está dentro dos padrões internacionais. “O nível de emprego está aumentando, o salário real também e é isso que tem levado a uma demanda maior por crédito”, destacou. Segundo os dados do BC, o índice de inadimplência para as pessoas físicas, de 7%, é o menor dos últimos dois anos. Já o prazo médio de financiamento, de 526 dias, é o mais elevado da série histórica, que teve início em julho de 1994. Prazos mais longos acomodam melhor a dívida ao orçamento doméstico, mesmo que isso signifique o prolongamento dos débitos.

Na visão de Camargo, o volume de dívidas em atraso é um bom indicativo da saúde do crédito. “Se o nível de inadimplência é baixo é porque o sistema de avaliação de risco dos bancos está funcionando.” Analistas da Link Investimentos avaliam que, com a melhora das condições econômicas, a inadimplência deve permanecer em queda. Diante do cenário atual, eles acreditam que as operações de crédito devem avançar entre 20% e 22%, com a relação dívida/PIB chegando a 50% no fim do ano. Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, o perfil do consumidor está adequado. “O crédito vem crescendo de maneira sustentável e nas modalidades que cobram os juros mais baixos do mercado”, disse. Entres, listou Altamir, estão os financiamentos de veículos e da casa própria, além do crédito consignado.

Para calcular a relação renda/dívida das famílias, o banco usa o conceito de massa salarial ampliada, que não se restringe aos dados da renda. Entra no cálculo, além do rendimento assalariado, aposentadorias e pensões e benefícios sociais, como a Bolsa Família.

Distribuição dos débittos – (Em R$ bilhões):

  • Empréstimo pessoal – R$ 170,068
  • Crédito consignado – R$ 114,824
  • Financiamento de veículos – R$ 101,944
  • Casa própria – R$ 100,757
  • Leasing – R$ 61,166
  • Cartão de crédito – R$ 26,975
  • Cheque especial – R$ 17,595

Fonte: Correio Braziliense

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Itaú Unibanco tem maior lucro entre bancos brasileiros no 1º trimestre

May 4th, 2010 No comments

O lucro do Itaú Unibanco no 1º trimestre, de R$ 3,234 bilhões, é o maior entre bancos brasileiros para este período, segundo a consultoria Economatica. O ganho representa uma expansão de 60,5% em relação a igual período do ano passado.

Na semana passada, o Bradesco anunciou o maior lucro para o 1º trimestre entre bancos privados, de R$ 2,1 bilhões. O balanço do Itaú divulgado nesta terça-feira, 4, ainda supera os lucros do Banco do Brasil em 2008 e 2006, de 2,347 bilhões e 2,343 bilhões, respectivamente, os melhores resultados na comparação com todos os bancos brasileiros de capital aberto até então.

Os ativos totais do Itaú Unibanco somaram R$ 634,663 bilhões, expansão de 1,6% em relação a março do ano passado.

O patrimônio líquido do Itaú ficou em R$ 52,974 bilhões. A expansão em comparação ao primeiro trimestre de 2009 foi de 17,7%.

carteira de crédito do Itaú Unibanco, incluindo avais e fianças, atingiu R$ 284,7 bilhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 4,4% quando comparada ao mesmo período do ano passado. O segmento de pessoa física teve crescimento mais expressivo que os empréstimos para empresas.

A carteira de crédito de pessoa física atingiu R$ 104,3 bilhões, com crescimento de 12,5% quando comparada a igual período de 2009. Já a carteira de crédito de micro, pequenas e médias empresas atingiu R$ 64,3 bilhões, com crescimento de 24,7% em igual período de comparação. A carteira de grandes empresas atingiu R$ 89,1 bilhões.

Os recursos próprios livres, captados e administrados totalizaram R$ 894,1 bilhões, com crescimento de 10,4% quando comparado a 31 de março de 2009.

Fonte: Estadão

Banco24Horas atinge 8,6 mil terminais de auto-atendimento no país

May 4th, 2010 No comments

A Rede Banco24Horas acaba de atingir 8,6 mil terminais ativados em todo o País. Esse resultado traduz a estratégia de uma forte expansão da rede. Nos últimos três anos, mais do que dobrou seu número de ATMs, e até o final de 2010 contabilizará mais de 10 mil máquinas em todo o País.

Em termos de transações, o aumento foi ainda mais expressivo: o Banco24Horas movimenta anualmente um volume de mais de 600 milhões de transações.

“Nosso objetivo é atingir também as classes C, D e E. Entendemos que o nosso compromisso vai além de fornecer um serviço à população: permite que as classes mais desfavorecidas tenham acesso ao papel moeda, e facilidades de consumo, ou seja, existe por parte da TecBan um compromisso de inclusão social, afirma Enrique Recasens, diretor de Produtos e Soluções da TecBan (Tecnologia Bancária S.A).

O Banco24Horas está presente em 420 cidades espalhadas pelo País, e já é um dos maiores players do mercado de terminais externos de autoatendimento bancário, com mais de 22% de market share.

A empresa possui quatro unidades de negócios: a Rede Banco24Horas, o ATMManager, Compartilhamento de Redes e o Transporte de Valores.

Fonte: Portal Fator Brasil

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Governo quer tabelar tarifas do cartão de crédito

May 4th, 2010 No comments

O governo vai regulamentar as tarifas cobradas nas operações com cartão de crédito no País. A ideia é adotar o mesmo modelo de tabelamento de preços dos serviços oferecidos aos correntistas dos bancos. A medida visa impedir abusos praticados pelas operadoras de cartão, campeãs em reclamações nos órgãos de defesa do consumidor.

A decisão de tabelar os serviços e manter uma fiscalização rígida no setor de cartões foi acertada terça-feira (27/04) pelo Ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

Caberá ao BC propor ao Conselho Monetário Nacional (CMN) as mudanças na forma de cobrança das tarifas. O Ministério da Justiça ficará responsável pela elaboração de um projeto de lei que irá definir regras mais gerais para os emissores de cartões de crédito.

Segundo Barreto, o ministério já tem um esboço da proposta que será encaminhada ao Congresso. O projeto contém pontos duros como a proibição da cobrança da chamada taxa de inatividade e o veto às tarifas por adesão e por uso do programa de milhas. Além disso, a proposta vai proibir o envio de cartões sem solicitação formal do consumidor.

Estudo feito pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça identificou diversos abusos por parte dos bancos que oferecem cartões a seus clientes.

Uma das instituições analisadas, por exemplo, cobrava 31 tarifas dos correntistas e 41 dos usuários de cartão. “Há problemas que passam por cobranças que a gente não entende por que são cobradas”, disse Barreto.

O Ministério da Justiça já vinha há tempos tentando convencer o Banco Central a participar do processo de regulação do setor de cartões.

Apesar de reconhecer que o BC poderia ter alguns impedimentos legais para definir regras gerais para esse setor, Barreto destacou que a experiência do Banco Central como fiscalizador do sistema financeiro poderia ser aplicada nas operações com cartões.

“O BC regulamentou muito bem a questão dos bancos, então, achamos que se tivéssemos nos cartões de crédito uma regulamentação parecida, em termos do que pode ser cobrado e o que não pode, teríamos um mercado mais justo, mais equilibrado”, disse o ministro.

Fonte: Estadão 

Fonte: O Estado de S. Paulo

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Microcrédito bate recorde e supera os R$ 2 bilhões

May 3rd, 2010 No comments

Expansão é puxada por estados do Nordeste que respondem por 70% dos tomadores e 65% dos recursos liberados

No ano passado, Elizete Maria da Conceição decidiu por em prática uma ideia que não saia de sua cabeça: transformar a macaxeira, como é conhecida a mandioca no Nordeste, em fonte de lucros. Elizete fazia bicos raspando a raiz na propriedade de terceiros e acreditava que podia dar um fim mais rentável a mandioca que o marido plantava numa gleba dividida com os irmãos. Como não sabia por onde começar, procurou a Acreditar, uma ONG especializada na organização de pequenos empreendimentos e na concessão de microcrédito orientado. Com a ajuda da entidade, montou um plano de negócio, fez um microfinanciamento de R$ 1 mil e mobilizou o marido, a irmã e os sobrinhos (um deles então desempregado) para implantar uma pequena empresa especializada na fabricação de massa de mandioca.

Hoje sete pessoas da mesma família vivem da atividade na pequena cidade de Glória do Goitá, zona da mata de Pernambuco. Excluindo todas as despesas (inclusive o salário acertado com cada membro da família), o lucro mensal oscila na casa dos de R$ 4 mil, que são reinvestidos na empresa. Nem um centavo do dinheiro vai para o bolso de Elizete e seus parentes. Parte do capital já financiou a compra de uma Kombi, que facilita a entrega do produto aos clientes. Agora, a família está se estruturando para fazer uma expansão. “Vendemos tudo e, se produzíssemos mais, teríamos para quem vender”, diz Elizete. “Isso me deixa muito feliz: acreditamos numa ideia e ela deu certo. Agora, vivemos um pouco melhor: no final de semana, podemos ir numa pizzaria, de vez quando, também vamos à praia.”

A ONG Acreditar, Elizete e sua família fazem parte do grupo que sustentam a expansão de um novo segmento das finanças dentro do Brasil: o microcrédito. Como o próprio nome explica, trata-se do empréstimo de pequenas quantias para a criação de negócios igualmente pequenos: a venda bolos, o plantio de hortas, a produção de estamparias. No ano passado, o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo do Ministério do Trabalho, que concentra as operações no segmento, contabilizou a concessão de R$ 2,3 bilhões, um valor recorde que representa quase o dobro dos recursos liberados no ano passado.

O desempenho pode ser atribuído ao crescimento desse mercado no Nordeste. Em número de estados representados, a região não chega a ter maioria dentro do progama. São oito em um total de 22. No entanto, são os nordestinos que se destacam. Mais de 70% dos tomadores do programa vivem na região. No começo de 2009, os empréstimos liberados no Nordeste representavam cerca de 60% de o total de operações. No último semestre do ano, essa participação havia subido para 66%.

Em parte, as mudanças econômicas justificam essa liderança. A classe C tem sido a grande beneficiada pelo crescimento vivido na região. As classes D e E, ainda excluídas do mercado formal, buscam alternativas para aproveitar o momento e encontram no microcrédito uma alternativa . Hoje esse segmento da indústria financeira é considero um dos mais eficientes para a erradicação da pobreza. “Com o microcrédito orientado ao empreendedorismo, pequenas quantias não apenas financiam o trabalho e geram renda”, diz Jerônimo Ramos, superintendente de Microcrédito do Santander, que adquiriu o ABNAmro, este último um dos primeiros grandes bancos instalados no Brasil a trabalhar com o microcrédito. “Onde antes havia falta de perspectiva, cria-se um circulo virtuoso de crescimento que se espalha pela economia.”

LIÇÕES DE YUNUS

O uso da microfinança como ferramenta para o desenvolvimento é um fenômeno recente. Seu potencial de combate a pobreza só foi reconhecido formalmente pelas Nações Unidas em 1998. Para promover seu desenvolvimento, o organismo elegeu 2005 como o Ano Internacional das Microfinanças. No mundo, estima-se que hoje há 10 mil instituições operando no segmento. No Brasil, são cerca de 270 – a maioria, Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) e cooperativas de crédito. O número pode até parecer robusto, mas é insuficiente para atender a clientela potencial. Estudo realizado pelo Banco Central estima que cerca de 35 milhões de brasileiros que ganham até três salários mínimos são candidatos a uma operação de microcrédito.

Quem idealizou o modelo de gestão do sistema e até criou o termo microfinanças foi o economista Muhammad Yunus. “Na Bangladesh dos anos 70, Yunus emprestou 27 dólares para 42 mulheres até então submissas a agiotas e todas pagaram”, diz Jerônimo Ramos, do Santander. “A história moderna das microfinanças começa ali.”

Yunus fundou o Grameen Bank, instituição que se tornou referência na área. Por sua iniciativa, recebeu duas honrarias: o apelido de banqueiro dos pobres e o prêmio Nobel da Paz em 2006. Seu livro “O Banqueiro dos Pobres” inspirou profissionais e instituições ao redor do mundo. O microcrédito tem espaço em alguns países latino americanos, como México, Colômbia e Peru. No Brasil, o segmento ainda é marginal se comparado à movimentação do crédito tradicional. “O microcrédito no Brasil ainda é pequeno porque temos instituições muito fortes que se especializaram a oferecer crédito para o trabalhador formal’, diz Ramos. “Mas as instituições estão aprendendo.”

CREDIAMIGO NA LIDERANÇA

Outro fator para o fato do Nordeste ser destaque é o Crediamigo, braço para o microcrédito do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), com sede em Fortaleza, Ceará. Foi lançado em 1998 e cresceu rapidamente, primeiro com apoio de entidades como o Banco Mundial, depois de forma autônoma e rentável. Hoje é de longe a maior instituição do País no segmento de microcrédito. Atende 12 estados – os nove do Nordeste, mais Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santos. Em 2009, atingiu a marca de 530 mil clientes ativos e R$ 500 milhões em carteira. A meta da instituição é chegar a um milhão de clientes até o final de 2011. “O ganho de escala nos possibilita captar recursos a custa cada vez mais baixos que são repassados aos clientes”, diz Marcelo Azevedo Teixeira, gerente de Microfinança Urbana do Crediamigo. “Recentemente conseguimos reduzir os juros a 0,99% ao mês.”

A instituição tornou-se símbolo do setor no Brasil. Presta consultoria internacional na área e seus representantes já estiveram em países como Angola e Cabo Verde, na África. Também recebe visita de funcionários de grandes bancos interessados em conhecer seu modelo. Nessa lista constam até Grameen Bank de Yunus — curiosamente uma das primeiras instituições que foram visitadas por executivos do BNB há mais de uma década quando se decidiu entrar no microcrédito.

O sucesso do Crediamigo representou uma mudança de paradigma na área financeira nordestina. Não apenas fomentou a economia como inspirou a atraiu instituições estrangeiras bem como a criação de instituições locais. No seu rastro a Fin Sol, do México, e o Santander lançou operações na Paraíba e em Pernambuco. “Hoje celeiro do microcrédito brasileiro está no Nordeste”, diz Teixeira, do Crediamigo. “A corrente inverteu-se e são instituições instaladas aqui que exportam tecnologia financeira para Sudeste.”

Fonte: Economia.ig.com.br

Santander vai abrir 150 agências em 2010

April 29th, 2010 No comments

O Banco Santander vai abrir 150 agências este ano, já dentro do novo conceito visual que surgir após a conclusão da incorporação do Banco Real. A inauguração de grande parte dessas unidades vai ocorrer no final do ano. O banco começa a última fase da integração do Real e a marca começa a desaparecer nos próximos meses, dando lugar apenas ao nome do banco espanhol, informou o diretor Financeiro (CFO) e de Relações com Investidores do Santander Brasil, Carlos Lopez Galán, durante teleconferência com a imprensa para apresentar o balanço do primeiro trimestre.

Dentro da integração, o Santander fará no começo do terceiro trimestre o que chama de “big bang” das agências, integrando todos os sistemas tecnológicos de modo que os dois bancos fiquem sendo, de fato, um só. Com esse processo, o banco começa a fazer a troca da marca, substituindo o Real por Santander. Mas segundo Galán, a ideia foi aproveitar o que o Real tinha de melhor, como os serviços Van Gogh para clientes de mais alta renda e os dez dias sem juros no cheque especial.

No primeiro trimestre, o banco ganhou 150 mil novos correntistas, chegando a marca 10,4 milhões de correntistas no Brasil.

Fonte: Estadão

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Lucro do Bradesco sobe 22% no trimestre

April 28th, 2010 No comments

O Bradesco encerrou o primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 2,103 bilhões, passando em 22% o R$ 1,723 bilhão de mesmo intervalo de um ano antes. Ajustado, o ganho correspondeu a R$ 2,147 bilhões, uma alta de 9,8% perante o montante dos três primeiros meses de 2009, de R$ 1,956 bilhão.

Ao fim de março, a carteira de crédito total, incluindo avais e fianças, antecipação de recebíveis de cartões de crédito e cessões de crédito (FIDC e CRI), situou-se em R$ 235,238 bilhões, representando crescimento de 10,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 86,012 bilhões, com elevação de de 16,7%, e as com pessoas jurídicas equivaleram R$ 149,226 bilhões, expansão de 7,1%.

“No segmento de Pessoa Física, os produtos que apresentaram maior evolução nos últimos 12 meses foram crédito pessoal consignado, cartão de crédito e financiamento de veículos – CDC. Já no segmento de Pessoa Jurídica, os principais destaques foram o financiamento imobiliário – planos empresariais, repasses do BNDES/Finame e capital de giro”, observou o banco em nota.

O índice de inadimplência superior a 90 dias foi de 4,4% no primeiro trimestre de 2010. Nos três meses antecedentes, estava em 4,9%. No trimestre inicial do ano passado, equivalia a 4,2%. A redução, segundo o Bradesco, foi associada a uma melhoria do ambiente econômico,”com a retomada do nível de atividade, que propiciou o incremento das operações de crédito no último período”.

Também no encerramento do trimestre, o Bradesco apontou patrimônio líquido da ordem de R$ 43,087 bilhões, ou 22% acima do resultado de um ano antes. O índice de Basileia chegou a 16,8% em março deste calendário, sendo 14,3% de Capital Nível I, informou a instituição.

O balanço do banco foi conhecido um dia depois de o Bradesco e o Banco do Brasil (BB) anunciarem parceria no segmento de cartões.

Fonte:: Valor Online

Seguradora criada por Mapfre e BB é avaliada em R$ 11 bilhões

April 27th, 2010 No comments

A aliança estratégica entre o Banco do Brasil (BB) e a espanhola Mapfre deve sair do papel nos próximos dias e vai criar uma das maiores empresas de seguros da América Latina. A nova empresa foi avaliada em cerca de R$ 11 bilhões e o contrato está praticamente fechado. Falta acertar o valor que será pago à SulAmérica por sua fatia de 30% na Brasilveículos, que será comprada pelo BB e passará a integrar a seguradora resultante da associação.

O desenho da nova seguradora contempla duas holdings. Uma delas, cujo nome provisório seria Mapfre BB, terá 50,01% das ações ordinárias nas mãos da Mapfre e 49,99% em poder do BB. Apenas com capital ordinário, essa empresa vai abrigar as operações de vida, seguros imobiliários e rural. O presidente do conselho de administração será indicado pelo grupo espanhol e o presidente executivo, pelo BB.

Na outra holding (BB Mapfre), 25% de ações preferenciais serão d Mapfre e 75%, do BB, sendo a composição do capital ordinário semelhante à da primeira holding. Ou seja, nessa segunda empresa, o BB deterá a maior parte do capital total, embora não seja o controlador. Debaixo do guarda-chuva da BB Mapfre ficarão os chamados ramos elementares – seguros de carros, residências e empresas. A estrutura de comando funcionará de forma inversa à da primeira holding – o presidente do conselho de administração será indicado pelo BB e o presidente executivo, pela Mapfre. Os nomes dos executivos que comandarão o grupo ainda não foram definidos.

Pelo desenho societário, cada uma das holdings terá duas divisões de negócios, segundo a lógica comercial. Uma para atender o canal corretores, modelo hoje adotado pela Mapfre, e outra para distribuir apólices pelas agências, padrão atual do BB. A empresa resultante terá um total de 4 mil funcionários e avalia-se que a possibilidade de demissões é baixa, já que praticamente não existem sobreposições.

A parceria entre BB e Mapfre vem sendo costurada desde meados do ano passado e faz parte de uma grande reestruturação que o Banco do Brasil está promovendo em sua atividade de seguros.

Para a área de capitalização, a parceira escolhida foi a Icatu Hartford, que já era acionista da Brasilcap e passará a ser sua controladora. Na área de previdência, o sócio exclusivo será a americana Principal, com a qual o banco renovou recentemente a parceria por mais 20 anos na Brasilprev.

Fonte: Valor Online

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Bradesco e BB vão lançar bandeira brasileira de cartões

April 27th, 2010 No comments

SÃO PAULO – O Bradesco e Banco do Brasil assinaram hoje memorando de entendimentos com o objetivo de lançar uma bandeira brasileira de cartões e integrar parte de suas operações. De acordo com nota ao mercado, a bandeira brasileira, que se chamará Elo, será de cartões de crédito, débito e pré-pagos para correntistas e não correntistas.

O modelo de negócios inclui a criação de uma empresa para a venda de cartões para determinados grupos de clientes não correntistas e para formatar, em conjunto, novos negócios para cartões private label, via parceiros varejistas. O acordo objetiva ainda transferir para a sociedade a ser criada participações societárias, detidas pelas duas instituições ou por suas subsidiárias na Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS – ou Visa Vale).

Ontem, o vice-presidente de Cartões e Novos Negócios de Varejo do BB, Paulo Cafarelli, em teleconferência com a imprensa, disse que o Bradesco e o Banco do Brasil não descartam fazer a abertura de capital da CBSS. “O assunto não é pauta imediata, mas está no radar e pode vir a acontecer”, disse então. “A empresa tem histórico parecido com a Cielo”, complementou, referindo-se à empresa na qual os dois bancos participavam e que fez abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) em 2009.

Na última sexta-feira, Bradesco e Banco do Brasil fizeram proposta de compra da participação do Banco Santander na CBSS e na Cielo pelo valor total de R$ 1,6 bilhão. O Bradesco e o Banco do Brasil passarão a deter, cada um, o equivalente a 28,65% do capital social da Cielo. Na CBSS, a participação do BB sobe de 40,35% para 45,0%, enquanto a do Bradesco passa de 34,33% para iguais 45%.

Bradesco e BB informaram também que estão estudando a possibilidade de transferir suas participações acionárias detidas na Cielo para a nova sociedade a ser criada, observados os interesses dos acionistas, as exigências do Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e o estatuto da companhia.

Se concluída a operação, o Bradesco e o BB pretendem criar uma holding que integrará e gerenciará os negócios de cartão. Essa holding, segundo o comunicado, teria como o objetivo, também, “a obtenção de ganhos de sinergia, estruturação de novos negócios de private label, outros negócios afins e construção de um modelo de empresa que possibilite a oferta de cartões com bandeira de atuação em âmbito nacional”. Segundo a nota, a efetivação da operação está sujeita à realização de estudos técnicos, jurídicos e financeiros, à negociação dos documentos definitivos e ao cumprimento das formalidades da lei e dos órgãos reguladores.

Fonte: Estadão

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Falta de Credibilidade: Argentinos desconfiam do setor bancário

April 19th, 2010 No comments

BUENOS AIRES – A Argentina conta com 67 bancos em todo o território nacional. Deste total, 12 bancos são públicos, enquanto que os outros 55 são particulares. O sistema financeiro argentino conta com 4.065 filiais bancárias, que possuem apenas 10.700 caixas eletrônicos.

Segundo estimativas da city financeira portenha, o grau de bancarização dos argentinos é um dos mais baixos do ocidente. O volume de créditos representa somente 14,7% do PIB (enquanto que a média da América Latina é de 33%). Além disso, após décadas de frequentes falências de bancos na Argentina e diversos confiscos bancários, a desconfiança no sistema financeiro é significativa entre os argentinos, já que 53% das famílias do país não operam com banco algum.

Desconfiados dos bancos e dos governos de plantão, os argentinos acostumaram-se desde os anos 70 a acumular suas economias dentro dos colchões, em latas nas despensas de suas cozinhas e demais esconderijos domésticos, além de caixas de segurança e contas em bancos no exterior.

No total, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), os argentinos possuem fora do sistema bancário um total de US$ 131,03 bilhões. Esse volume é US$ 41 bilhões superior ao volume de dinheiro fora do sistema que os argentinos possuíam em 2002, em plena crise econômica e social. O total de dinheiro que os argentinos guardam fora dos bancos instalados na Argentina quase triplica o total das reservas do Banco Central argentino, de US$ 48 bilhões.

Desde 1975 o país passou por seis graves crises econômicas que incluíram períodos recessivos, confiscos bancários, mega-desvalorizações da moeda, calote dos títulos públicos entre outros acontecimentos. De quebra, nesse período de 35 anos a Argentina teve turbulências políticas e guinadas de rumo a granel, com 14 diferentes presidentes (entre militares, civis eleitos nas urnas, além de civis provisórios colocados pelo Parlamento). O país também alternou fases de políticas estatizantes, privatizações e reestatizações.

Fonte: Estadão

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Remuneração de alto escalão dos bancos brasileiros deve subir 50% em 2010

April 15th, 2010 No comments

Os quatro principais bancos do país – Banco do Brasil (BB), Itaú Unibanco, Bradesco e Santander – gastaram R$ 541 milhões com diretores e conselheiros fiscais e de administração em 2009. Para este ano, a previsão é que eles desembolsem R$ 811 milhões, uma alta de praticamente 50%.

A abertura dos números, exigida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a partir deste ano, mostra que as principais instituições possuem estruturas de comando e políticas de remuneração bem diferentes entre si.

O Bradesco, por exemplo, tem 82 diretores estatutários e praticamente não paga remuneração variável. Já o Itaú Unibanco, seu principal concorrente no setor privado, possui apenas 16 diretores e concentra 85% do total pago na forma de bônus ou ações.

A média de pagamento por diretor também difere bastante entre as instituições. O que paga mais é o Itaú, com R$ 7,9 milhões, ante R$ 3,69 milhões do Santander, R$ 1,13 milhão do Bradesco e R$ 726 mil do Banco do Brasil.

Esses valores foram calculadas tendo como base a remuneração total das diretorias e o número de executivos dentro dos órgãos.

O gasto total com diretoria e conselhos também varia. O que gastou mais em 2009 foi o Bradesco, com R$ 210 milhões, seguido por Santander (R$ 168 milhões), Itaú (134 milhões) e BB (R$ 27 milhões).

Não é possível comparar o valor máximo pago pelos bancos dentro da diretoria, já que o Itaú Unibanco e o Santander usaram a liminar obtida pela regional Rio do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-Rio) para manter esse dado em sigilo. O Bradesco e o Banco do Brasil abriram a remuneração máxima, média e mínima dos diretores e conselheiros, mas o fizeram antes de a CVM esclarecer como queria essa informação. O Bradesco não incluiu os valores pagos em planos de previdência e o BB divulgou apenas o salário fixo mensal.

O cálculo para o gasto total dos bancos neste ano, de R$ 811 milhões, leva em conta a manutenção da remuneração variável do Itaú, que não divulgou uma estimativa detalhada para esses pagamentos, como pede a CVM.

REGULAMENTAÇÃO DO BANCO CENTRAL: A análise dos dados permite notar que, entre os grandes bancos, o Bradesco é aquele que está mais longe da proposta feita pelo Banco Central (BC) para remuneração dos executivos das instituições financeiras.

Na minuta que está em audiência pública até o dia 2 de maio, o BC propõe que uma “parcela substancial” da remuneração dos principais executivos dos bancos seja variável. Dentro desse subtotal, que deve ser atrelado ao desempenho, o órgão regulador sugere que o mínimo de 50% seja pago em ações ou em instrumentos baseados em ações.

Ainda dentro da parcela variável, o Banco Central pede que pelo menos 40% sejam diferidos para pagamento futuro, com prazo mínimo de três anos. Conforme o texto da minuta, esse percentual de 40% “deve crescer com o nível de responsabilidade do administrador ou empregado”.

O BC propõe ainda que, se houver redução significativa do lucro no período de diferimento, a parcela ainda não paga pode ser reduzida na mesma proporção.

Na opinião de Vicente Picarelli, sócio responsável pela área de capital humano da Deloitte, o modelo proposto pelo Banco Central é positivo por alinhar a remuneração dos executivos com o desempenho de longo prazo dos bancos. Segundo ele, na situação atual, em que não há regra, muitos executivos recebem prêmios por ganhos que ainda não foram realizados e que podem não se concretizar.

Fonte: Valor Econômico

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