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Archive for the ‘Cooperativas de Crédito no Brasil’ Category

Diretor do BC fala sobre os desafios para o cooperativismo de crédito brasileiro

May 16th, 2012 No comments

A criação de um Fundo Garantidor de Crédito para o cooperativismo foi abordada como prioridade do órgão regulador em 2012

Durante abertura da reunião do Conselho Consultivo de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB), realizada nesta quinta-feira (10/5), em Brasília (DF), o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Controle de Operações do Crédito Rural do Banco Central, Sidnei Marques, aproveitou a oportunidade para apresentar a visão do órgão regulador sobre os desafios e expectativas para o cooperativismo brasileiro de crédito nos próximos anos. “O Banco Central cumpre, dentro do sistema financeiro nacional, o papel de assegurar a solidez e regular o seu funcionamento. Nesse contexto, o cooperativismo de crédito desempenha um papel essencial para o país, promovendo a inclusão financeira em localidades e segmentos sociais de todas as partes do Brasil, ampliando o aporte de produtos financeiros e elevando o nível de concorrência no mercado“, declarou o diretor.

Marques apontou números relevantes do setor: “São indiscutíveis alguns avanços do cooperativismo nos últimos anos: de 2002 a 2011 o número de associados passou de 1,6 milhão para 5,8 milhões – um crescimento de 262%. Os PAC’s e sedes de cooperativas aumentaram de 3.626 em 2005 para 4.847 em abril de 2012. Se comparados aos pontos de atendimento do sistema bancário, a rede de atendimento cooperativa seria a quarta maior do país, atrás apenas dos três maiores bancos nacionais”. E enfatizou ainda há muito espaço para expansão do segmento.

Apesar do crescimento nos últimos anos, o número atual de associados ao cooperativismo de crédito representa pouco mais de 5% da população economicamente ativa do país, e a participação do setor nas operações de crédito ainda está, “aquém do potencial que a gente visualiza para o sistema”, afirmou. O dirigente. “Além disso, o segmento se depara atualmente com outros desafios, decorrentes da tendência de redução das taxas de juros e da maior competição com os bancos”, complementou.

Dentro desse contexto, Marques avaliou que as cooperativas têm o desafio de assegurar a sua competitividade, e ampliar a sua participação no sistema financeiro nacional, cabendo ao órgão regulador propiciar um adequado ambiente normativo para que os negócios sejam realizados com confiabilidade e segurança. E elencou quatro pontos como de extrema relevância para alcançar esse objetivo:

  1. a implantação efetiva da estrutura administrativa prevista no artigo 18 da resolução 3.859/2010, composta por Conselho de Administração e Diretoria;
  2. a regulação do regime de cogestão por cooperativa central ou por confederação de crédito, de que trata o artigo 16 da lei complementar 130/2009;
  3. o recondicionamento de questões relacionadas à auditoria externa especializada – “essencial para propiciar adequada confiabilidade e qualidade nas demonstrações financeiras” –
  4. e a criação de um fundo garantidor de crédito para o setor cooperativo. 

Segundo o diretor, esses quatro pontos, em especial a criação do Fundo Garantidor, compõem uma agenda do Banco Central, acompanhada de perto pelo presidente da instituição, para ser implementada ainda em 2012.

Fonte: OCB

Sicredi é sinônimo de cooperativismo de crédito

May 16th, 2012 No comments

Seria difícil imaginar o que representaria a fundação da primeira caixa rural da América Latina, em 1902, no município gaúcho de Nova Petrópolis, depois de passados 102 anos da iniciativa dos primeiros imigrantes que chagavam ao País para substituir a mão de obra escrava, abolida em 1888. Em mais de um século, diferentes governos, ideais políticos e planos econômicos se sucederam, mas os valores do cooperativismo permaneceram vivos no Sicredi, uma rede financeira que atualmente possui 2 milhões de associados em 10 estado do Brasil.

Com uma postura atuante em momentos marcantes desta história, o presidente da Central Sicredi Sul, Orlando Müller, brinca que só não participou do pioneirismo do início do século “por pura falta de tempo”, mas relembra as conquistas obtidas a partir da década de 1980 com a criação da Cooperativa Central de Crédito Rural (Cocecrer) e, em seguida, o reconhecimento na Constituição de 1988, após o ostracismo em razão da reformulação do Sistema Financeiro Nacional, imposta pelo regime Militar em 1964.

Em 1988, vencemos a barreira da Constituição, com o reconhecimento no artigo 193. Foi nossa primeira vitória. Antes trabalhávamos sem qualquer amparo jurídico“, ilustra o presidente da Central Sul, Orlando Müller.

Na década seguinte, a adoção da marca Sicredi em todas as cooperativas integrantes do sistema é considerada o passo inicial para chegar ao atual modelo – onde cada unidade permanece independente – e criar o primeiro Banco Cooperativo do Brasil, formalizado em 1995. Segundo Müller, foram mais de dez anos de lutas com o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional até que fossem concedidas as autorizações para oferecer serviços financeiros como a compensação de cheques e, mais tarde, a operacionalização de crédito rural com encargos equalizados pelo Tesouro Nacional.

“A ideia em 1985, com a fundação da Cocecrer, sempre foi buscar a equiparação dos serviços, até então, exclusivos de agências bancárias. Retomamos o cooperativismo por uma necessidade agropecuária, mas com o passar do tempo buscamos inspiração em outros modelos do resto do mundo para diversificar as áreas de atuação”, revela.

O foco das atenções voltado ao agronegócio foi responsável pelo salto de 99,1 mil para 369,3 mil associados e de 191 para 627 unidades em quatro estados, entre os anos de 1992 e 2000. No período, o patrimônio líquido avançou de R$ 16,256 milhões para R$ 256,1 milhões. Com resultados em franca expansão, o prestígio também aumentou. Até 2012 – instituído pela ONU como o ano do cooperativismo – a organização econômica registrou novos progressos e ingressou nas áreas de seguros e cartões de crédito, além de receber a aprovação da livre admissão de associados em 2003.

Os principais diferenciais competitivos frente aos sistemas tradicionais, segundo Müller, são os mesmos valores responsáveis pela manutenção do cooperativismo por mais de um século no Brasil. O dirigente destaca que, no mercado financeiro, os clientes são usuários, enquanto na cooperativa são donos, pois administram lucros, ao mesmo tempo em que assumem os riscos de suas unidades, o que, segundo ele, significa a adaptação a uma cultura econômica alternativa.

Meta é duplicar número de associados

As conquistas da última década e a diversificação das áreas de atuação, que culminaram em reconhecimentos na legislação financeira, formam o panorama ideal para a expansão dos bancos cooperativos no País. Presente em dez estados e em 90% dos municípios do Rio Grande do Sul, a meta do Sicredi é cobrir todas as cidades gaúchas até 2015. Conforme explica o presidente da Central Sul, Orlando Müller, o objetivo é dobrar o número de associados no Brasil – dos atuais 2 milhões para 4 milhões – no período.

Com 1,2 milhão de associados, o Estado deve consolidar o pioneirismo nos próximos quatro anos. Enquanto em países como a França, a representatividade do cooperativismo no PIB financeiro chega a 30%, no Brasil é de apenas 2%. Entretanto, no ano passado, reforçado por uma das maiores redes bancárias gaúchas, o Rio Grande do Sul alcançou 10% de participação e a intenção é ultrapassar os 20% em curto prazo, estima Müller.

“Não tenho dúvidas de que o cooperativismo tem um longo caminho a percorrer no Brasil. Para chegarmos ao nível dos países mais desenvolvidos, teríamos de dobrar a participação aqui no Estado e vamos conseguir isso em pouco tempo, só que precisamos de fortalecimento nos demais estados da Federação”, analisa.

Na opinião do presidente da Central Sul, o momento é propício ao desenvolvimento. Neste cenário, a criação de produtos de qualidade e a fidelização das mais variadas atividades econômicas são essenciais para gerar os investimentos necessários e conquistar espaço em um mercado “gigante” e cada vez mais acirrado.

Fonte: Jornal do Comércio RS – ANA PAULA APRATO/JC

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Novo cenário do cooperativismo de crédito e mudanças na Unicred Central MG são propulsores de desenvolvimento de cooperativas filiadas

May 16th, 2012 No comments

O mercado financeiro, foco das atenções nacionais nos últimos meses, tem como desafio a fidelização de clientes com geração de produtos e serviços que atendam às suas necessidades. O número de associados de cooperativas de crédito, ligadas à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), superou a marca de 10 milhões de pessoas, em 2011. O cooperativismo no Brasil destaca-se com o Ramo de Crédito e acaba de ganhar um dia de comemoração nacional, 28 de dezembro, sancionado pela Presidenta Dilma Rousseff, através da nova lei 12.620/2012.

O ano de 2012 foi escolhido pela ONU para ser o Ano Internacional das Cooperativas. Um ano de desenvolvimento e crescimento para todo o setor, já que conta com mais de 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo. Tais números demonstram o grande potencial das cooperativas no mercado financeiro e a Unicred Central Minas Gerais teve grande destaque, em 2011, ficando entre as 50 maiores cooperativas de crédito de Minas Gerais no ranking da OCEMG – Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais, ocupando as seguintes posições: 

  • 13º lugar em Lucros Líquidos (sobras)
  • 24º lugar em Depósitos
  • 25º lugar em Patrimônio Líquido
  • 38º em Ativos Totais.

Em março, a instituição completou 18 anos e mantém o foco no desenvolvimento, oferecendo soluções e melhorias para todas as cooperativas singulares. A Unicred é uma cooperativa de crédito mútuo que oferece serviços similares às instituições financeiras tradicionais e se diferencia por dar, ao cliente, o perfil de dono do seu negócio, participando diretamente na gestão da cooperativa, definindo suas diretrizes e linhas de atuação. O associado ainda conta com um atendimento diferenciado, melhores taxas e, principalmente, participação nos resultados. Atualmente, a Unicred Central possui 15 cooperativas singulares, 64 agências filiadas e mais de 23 mil associados ativos em Minas Gerais, Bahia e Espirito Santo, que comemoram mais de R$ 14 milhões em sobras distribuídas no último ano.

Após quatro anos, a Unicred Central renovou seu quadro de diretores executivos. Quem assumiu como diretor-presidente foi o Dr. Carlos Antônio Alves Farah, da Unicred Uberaba, a diretoria administrativa financeira foi ocupada pelo Dr. Mauro Toledo Sirimarco, da Unicred Juiz de Fora e o Dr. José Alencar de Castro, da Unicred Sul de Minas, assumiu o cargo de Diretor de Supervisão. Na reunião extraordinária, houve também a posse de 12 conselheiros de administração e 3 membros efetivos do conselho fiscal e 3 suplentes. A nova diretoria conduzirá as ações desta cooperativa durante a gestão 2012-2016.

Na oportunidade, o novo diretor-presidente falou sobre seus projetos para a nova gestão: “Esse é um momento no qual estou focado 100% na Unicred para desenvolver uma gestão ambiciosa de crescimento”, anuncia Farah.

A nova gestão será responsável pela condução de projetos já em andamento com as cooperativas singulares, bem como pelo desenvolvimento de novas estratégias voltadas para o crescimento de todo o Sistema. “Estou muito motivado para liderar a Unicred Central em todo o desafio que ela representa. O atual momento que o mercado financeiro vive não poderia ser melhor para uma nova gestão, pois será possível inovarmos em um cenário que está se ajustando às mudanças implantadas pelo Governo Dilma Rousseff. Tivemos uma excelente receptividade por todas as cooperativas singulares no momento da posse, o que reforça nossos ideais e projetos para os próximos 4 anos.” O executivo ainda explica que a expectativa é de que as iniciativas da Unicred Central garantam respaldo para as decisões estratégicas e tragam maiores resultados à gestão de toda cooperativa filiada.

Com o slogan “Faz sentido operar com uma instituição financeira que é sua”, a Unicred Central demonstra que a concentração da movimentação financeira na cooperativa e participação ativa dos associados geram resultados crescentes, contribuindo significativamente na rentabilidade de cada associado.

Para dar continuidade a essas conquistas, a nova diretoria executiva está pronta para atuar no desenvolvimento do Setor Cooperativista. A posição que a Unicred Central possui no mercado foi sendo consolidada pela confiança necessária em consequência do compromisso e profissionalismo, sempre fiéis às necessidades dos associados que partilham do objetivo de fazer, da Unicred, uma cooperativa de referência na região e no País.

 

Resultados da Unicred do Brasil – Sistema Nacional, em 2011:

Cooperativas no Sistema Unicred

100

Postos de Atendimento ao cliente

419

Associados em todo o Brasil

245.640

Ativo Total

R$ 7.3 bilhões

Depósitos Totais

R$ 5.3 bilhões

Empréstimos

R$ 4.2 bilhões

Sobras

R$ 316 milhões

Fonte: Unicred Central MG

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Sescoop investe na formação de conselheiros de cooperativas de crédito

May 16th, 2012 No comments

Grupo formado por 44 conselheiros fiscais e de administração integra a turma piloto do Formacred, curso de formação que compõe Programa Nacional de Educação do Crédito Cooperativo (Educred)

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) inicia esta semana a execução do Programa Nacional de Educação do Crédito Cooperativo (Educred) com a realização do primeiro módulo do Curso de Formação de Conselheiros de Cooperativas de Crédito (Formacred). Concebido para atender a uma demanda do Conselho Especializado do Ramo Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB), e do Banco Central do Brasil (BC), para que fossem desenvolvidos programas de capacitação e treinamento de dirigentes e empregados das cooperativas de crédito, o Formacred tem como objetivo oferecer formação de qualidade a conselheiros de Administração e Fiscal, contribuindo para o processo de desenvolvimento, profissionalização e aumento da competitividade desses empreendimentos frente ao sistema financeiro nacional. “Trata-se de uma oportunidade para ampliarmos nossas redes de relacionamento pessoal e profissional, e de criarmos condições para continuarmos contribuindo com o fortalecimento do cooperativismo brasileiro”, afirma o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

A capacitação acontecerá entre nos dias 16 a 18 e 23 a 25 de maio, em Brasília (DF) e contará com a participação de 44 conselheiros – 22 fiscais e 22 de administração. O primeiro módulo, que trará uma abordagem comportamental, será dividido em dois blocos, cada um com carga horária de 24 horas. O primeiro acontece nesta semana e, o segundo, na próxima, e serão conduzidos pelo instrutor Inocêncio Oliveira. Segundo o gerente geral de Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop, Maurício Alves, “a participação dos alunos será imprescindível para validar esse programa de formação, que visa atender às demandas do ramo crédito e às expectativas apontadas pelo próprio Banco Central, de contínuo desenvolvimento e fortalecimento das cooperativas de crédito brasileiras”.

Conforme explica a gerente de Formação e Qualificação Profissional do Sescoop, Andréa Sayar, para a composição da turma piloto foram estabelecidos critérios com o objetivo de “garantir que esse laboratório propicie a reprodução da diversidade presente no ramo e, também, que as unidades estaduais fossem contempladas de forma igualitária”. De acordo com a gestora, os estados foram responsáveis pela indicação dos conselheiros, e o objetivo foi compor um grupo diversificado. “Solicitamos às unidades o cuidado de indicarem conselheiros pertencentes a cooperativas diferentes, para oportunizar que a formação alcance o maior número de entidades possível”, ressalta.

Os próximos módulos do Formacred já estão previstos e deverão ser realizados nos meses de junho, agosto, setembro e novembro de 2012. Ao final das 96 horas, os participantes serão certificados pelo Sescoop.

Fonte: OCB

Projeto de cooperação com a instituição canadense DSI

May 16th, 2012 No comments

Inicia segunda etapa de oficinas nas Bases Regionais de Serviços da Cresol Central

Nos dias 09 e 10 de maio, o Sistema Cresol Central iniciou a segunda etapa de oficinas do Projeto de Cooperação com o Développement Solidaire International (DSI), cuja sede está localizada na Província de Québec – Canadá. A primeira oficina deste ciclo foi realizada em Curitibanos – SC e reuniu representantes das Cooperativas Singulares e Unidades de Atendimento Cooperativo (UAC’s) vinculadas a Cresol Base Serrana.

O encontro teve o objetivo de apresentar e debater sobre o tema governança no Sistema. A atividade foi coordenada pelo Diretor de Desenvolvimento e Educação da Cresol Central, Rivaldo Ferron, pelo Assessor, Cledir Magri, pelo assistente de formação Sergio Schneider e pelo representante da instituição canadense, Jean Bergevin. Conforme Magri, a atividade é importante pois representa um amplo momento e debate com os dirigentes. “Os debates que estão sendo construídos nas Bases Regionais, de forma participativa, nos permitem avaliar a estrutura de governança e de gestão em vista de qualificar nossas ações e, assim, fortalecer o Sistema Cresol Central a partir da sua estrutura sistêmica”, explica.

Esta oficina será realizada em cada uma das Bases Regionais de Serviços da Cresol Central e, desta forma, contemplará, todas as cooperativas e unidades de atendimento do Sistema. Além das oficinas, as próximas etapas do projeto consistem em curso internacional previsto para o segundo semestre deste ano, com delegação de 15 lideranças do Sistema Cresol Central ao Canadá, e, ainda, outros seminários.

Fonte: Cresol Central

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Presidenta Dilma Rousseff sanciona lei que cria o Dia Nacional do Cooperativismo de Crédito

May 9th, 2012 3 comments

Presidenta Dilma Rousseff com o Presidente da Sicredi Pioneira RS, Márcio Port

A Presidenta da República Dilva Rousseff sancionou no dia 08/05/2012 a Lei 12.620 (link) que criou o Dia Nacional do Cooperativismo de Crédito, a ser comemorado anualmente no dia 28 de dezembro.

O dia escolhido pela Presidenta Dilma é a mesma data em que ocorreu a fundação da Sicredi Pioneira RS, em Nova Petrópolis/RS, no ano de 1902.

Para o Presidente da Sicredi Pioneira RS, Márcio Port, “é motivo de grande satisfação termos o reconhecimento da Presidenta Dilma Rousseff acerca da importância do Cooperativismo de Crédito no Ano Internacional das Cooperativas, inclusive criando o Dia Nacional do Cooperativismo de Crédito no mesmo dia em que é comemorado o aniversário da Sicredi Pioneira RS, a mais antiga cooperativa de crédito da América Latina”.

O projeto da lei é de autoria do deputado Luis Carlos Heinze (PP/RS), que o apresentou em 2007 com o objetivo de chamar a atenção do governo e da sociedade brasileira sobre a importância do cooperativismo de crédito para o país.

Heinze explica que a data foi escolhida foi a mesma em que ocorreu a fundação da primeira cooperativa de crédito no Brasil, a então Pioneira RS, em Nova Petrópolis (RS), em 1902.

 “Além da homenagem que estamos prestando ao sistema, a memória e a garra de seus fundadores e aos funcionários e associados, nossa proposta tem por objetivo contribuir com o crescimento desse setor e, consequentemente, com a economia dos municípios onde estão inseridos e na geração de empregos e renda”, destaca.

 

Cnac com relevante atuação no crédito cooperativo brasileiro em 2011

May 7th, 2012 No comments

Com base em índices percentuais é possível ter um panorama da atuação da Cnac (Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa) no cooperativismo de crédito, que em 2011 representou 31% das cooperativas de crédito do Brasil.

Com base em informações levantadas junto ao Banco Central do Brasil e OCB é possível ter uma visão geral da participação da Cnac na prestação de serviços de auditoria externa, em índices percentuais, junto ao cooperativismo de crédito brasileiro no ano de 2011.

Segue abaixo quadro ilustrativo:

Dados – 2011

Total

Cnac

%

Ativos¹

86,5

42,7

49%

Operações de Crédito¹

37,8

23,8

63%

Depósitos¹

38,1

25,7

67%

Patrimônio Líquido¹

15,9

7,7

48%

Cooperativas

1.312

403

31%

PAC´s

3.502

1.848

53%

Cooperados²

5,8

3,6

62%

Legenda: 1 – Em bilhões de R$ ;  2 – Em milhões      

Em análise ao quadro podemos evidenciar que no período, a Cnac respondeu pela auditoria externa de 49% dos ativos, 63% das operações de crédito, 67% dos depósitos e 48% do patrimônio líquido, do crédito cooperativo brasileiro.

Além disso, auditou 31% das cooperativas de crédito, o que representou 53% dos pontos de atendimento cooperativos. Seu trabalho atingiu 62% do total de cooperados de cooperativas de crédito do Brasil, algo em torno de 3,6 milhões pessoas.

Com isso a Cnac reafirma seu compromisso junto ao cooperativismo de crédito, no sentido de levar informações fidedignas aos usuários das informações contábeis, proporcionando maior credibilidade, segurança e transparência.

Fonte:  Cnac

Central Sicredi PR/SP chega a 500 mil associados

May 7th, 2012 No comments

Cooperativas de crédito Sicredi nos dois estados possuem R$ 5 bilhões em recursos administrados

As cooperativas de crédito Sicredi que atuam no Paraná e São Paulo ultrapassaram 500 mil associados em abril, um marco nos 27 anos de história da Central Sicredi PR/SP. Neste contexto, as cooperativas atingiram, também, a marca também de R$ 5,3 bilhões em recursos administrados nos dois estados, configurando um aumento de aproximadamente 6%, nos dois indicadores, nos primeiros meses do ano.

Atualmente o sistema de cooperativas Sicredi possui dois milhões de associados nos 10 estados que atua, e a meta estabelecida no Planejamento Estratégico 2011-2015, é chegar a três milhões e meio de associados.

De acordo com o presidente da Sicredi Participações e Central Sicredi PR/SP, Manfred Dasenbrock, esta conquista cumpre com as metas estabelecidas no planejamento estratégico da Central, com foco no aumento da base de associados e no crescimento dos depósitos, para ampliação das carteiras de crédito.

Para esta conquista, os dirigentes e executivos das 39 cooperativas em atuação nos dois estados estão conduzindo diferentes projetos com suas equipes, para aprimoramento dos resultados, como: treinamentos corporativos, ações de marketing, campanhas de endomarketing, ações de aproximação com as comunidades (como o Programa A União Faz a Vida), a ampliação da participação dos associados na gestão da cooperativa pelos Programas Crescer e Pertencer, entre outras que diferenciam as atividades das instituições financeiras cooperativistas das demais. Entre elas, o resultado de R$ 44 milhões em sobras (lucro da operação), apenas no primeiro trimestre de 2012.

Ano internacional – As cooperativas de crédito têm se firmado no mercado financeiro como um sistema mais inclusivo, participativo e justo, atuando como instrumento de organização econômica da sociedade. A ONU reconheceu essa importância e declarou 2012 o Ano Internacional das Cooperativas.

“No Sicredi, a utilização de produtos financeiros como conta corrente, cartão de crédito, investimentos, seguros e consórcios, trazem benefícios aos associados,pois os resultados de uma cooperativa de crédito são repassados proporcionalmente ao volume das suas operações e reinvestidos no lugar onde vivem, fortalecendo a economia da região”, explica Dasenbrock.

Fonte: Sicredi

Concred: Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito – faça hoje mesmo a sua inscrição

May 1st, 2012 1 comment

Já estão abertas as inscrições para o 9º Concred a ser realizado em Nova Petrópolis/RS de 21 a 23 de Agosto de 2012.

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No Brasil, o ponto máximo da celebração do Ano Internacional das Cooperativas será o 9º CONCRED – Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito, que apoiado e incrementando o slogan criado pela ACI, acolheu como tema desta 9ª edição: “As Cooperativas de Crédito constroem um mundo melhor”.

O objetivo é de fortalecer esta celebração ímpar que é o Ano Internacional do Cooperativismo. Por isso a Confebras em parceria com a Sicredi Pioneira RS farão esforços hercúleos para realizarem o maior evento do Cooperativismo de Crédito Brasileiro, uma 9ª edição especial, que acontecerá na cidade Nova Petrópolis/RS, a Capital Nacional do Cooperativismo.

O CONCRED é uma oportunidade para reunir as maiores Instituições Cooperativistas do ramo Crédito que fazem a cultura e os negócios do Cooperativismo continuarem em perfeita sintonia. Esta edição do Congresso possui diferenciais que remetem ao atual momento vivido, revelando-se uma ótima oportunidade para celebrar e discutir os próximos passos para o contínuo progresso da categoria cooperativista de crédito, bem como a ascensão da cultura do cooperativismo.

A Confebras tem consciência da repercussão e influência que o 9º CONCRED proporciona no Sistema Cooperativista de Crédito brasileiro, por isso a cada edição busca superar-se, na realização, na promoção e na produção do maior evento do cooperativismo de crédito nacional. Por esta e tantas outras razões, este 2012 será das Cooperativas de Crédito que estão ainda mais motivadas e prontas para evoluir em grande escala durante este ano e nas próximas décadas.

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Hotéis, passagens aéreas e transfer

Para o transfer aéreo, terrestre e para as reservas de hotéis o 9º Concred contará com os serviços da Brocker Turismo (http://www.brockerturismo.com.br/eventos-feiras/1/concred2012-gramadors), agência oficial para o evento.

Através da negociação com as companhias aéreas, a Brocker Turismo e a Confebrás conseguiram descontos expressivos sobre os preços normalmente oferecidos no balcão ou na internet. Ao reservar seu hotel não deixe de conferir os preços das tarifas aéreas.

A Brocker também fará todo o transfer terrestre desde o aeroporto até os hotéis e dos hotéis até o Centro de Eventos de Nova Petrópolis onde será realizado o Concred, valores estes já negociados pela Confebrás e com redução de custos para quem contratar tais serviços. Importante ressaltar que a Brocker Turismo possui uma sala de atendimento dentro do Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre, estando preparada para prestar o melhor atendimento à todos os congressistas.

Para sua melhor comodidade e conforto durante o Concred, contrate todos os serviços através do site da Brocker Turismo.

Acesse www.confebras.com.br/concred e participe do maior e mais importante evento do Cooperativismo de Crédito.

Fonte: Confebrás

Assembleia Geral da Central Cresol Baser reúne parceiros e lideranças no Ano das Cooperativas

May 1st, 2012 No comments

Diretores, colaboradores e assessores do Sistema Cresol reuniram-se na nos dias 24 e 25 de abril para a realização da Assembleia Geral Ordinária da Central Cresol Baser. A AGO foi realizada no Santa Fé Clube de Campo em Francisco Beltrão/PR e contou com mais de 300 participantes.

Neste ano a Assembleia teve início com painéis onde fomentaram debates sobre temas do de relevância para o trabalho cooperativista junto à agricultura familiar no Sistema. Os painéis abordaram três temáticas: a educação no campo, políticas públicas e ainda um terceiro painel que trouxe experiências positivas de agricultores e suas organizações em diferentes atividades de produção.

Após os painéis a Assembleia realizou uma mesa de honra onde estiveram presentes parceiros e autoridades que enalteceram a história de sucesso da Cresol em prol ao desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito.

Na oportunidade também foi realizada a assinatura da ficha matrícula com as cooperativas filiadas dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, e ainda um acordo de cooperação, uma parceria com o Trias e as novas cooperativas para o desenvolvimento das regiões através do repasse do microcrédito.

Sorteios

Para o encerramento do primeiro dia de Assembleia, foi realizado o Sorteio da Campanha Interna para Colaboradores e Diretores do Sistema, com o sorteio de uma TV LCD 32″ e uma MOTO, onde os contemplados foram Johannes Antonio Vogelaers da Central Cresol Baser com a TV, e a colaboradora Salete Godzink da Cresol São Miguel do Oeste com uma MOTO.

Além de premiar os colaboradores a Assembleia também realizou o último sorteio da Campanha que durante todo o ano já havia premiado mais de 500 famílias com TVs LCS 32″, computadores e motos. Com aproximadamente quatro milhões de cupons de agricultores familiares do Paraná e Santa Catarina que concorreram a UMA CASA e UM TRATOR.

O ganhador da Casa foi o cooperado Miguel Cordeiro de São João do Triunfo na região metropolitana do Paraná, e o cooperado Altamiro Stedile foi o premiado com o trator ele é sócio da Unidade de Atendimento de Guabiruba, que pertence a Botuverá em Santa Catarina.

UM MILHÃO EM PRÊMIOS

As Cooperativas Cresol buscam premiar o cooperado como forma de valorizar cada vez mais o agricultor familiar que acredita nos produtos e serviços da Cooperativa. E para a Campanha de Prêmios da Cresol deste ano a Cresol vai distribuir UM MILHÃO em prêmios.

São vales compra de R$ 500,00, 160 Tvs LCDs 32″, 80 motos, carro, casa e um trator. Um milhão em prêmios para toda a família.

Você concorre Capitalizando na Cresol, Poupando na Cresol, usando o Cartão Cresol, fazendo um Seguro na Cresol.

Prestação de Contas 2011

No dia 25 de abril, finalizou a Assembleia com a prestação de contas do Instituto de Formação – Infocos e da Central Cresol Baser, onde foram aprovados por unanimidade os gastos e sobras e suas destinações.

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Sistema Unicred RS atinge R$ 1 bilhão em ativos

May 1st, 2012 No comments

Ver imagem em tamanho grandeCom 22 anos de atuação no Estado, o Sistema Unicred RS alcançou, neste mês, a marca de R$ 1 bilhão em ativos totais e 26,5 mil associados. “Esse valor significa um aumento na capacidade de empréstimo do Sistema Unicred RS para com seus sócios, representa um potencial de crescimento ainda maior e demonstra a confiança por parte do cooperado no sistema”, comenta o superintendente da Unicred Central RS, Mauro Costa. Ele acrescenta que a relação entre o elevado montante de ativos (R$ 1 bilhão) e o número de associados (26,5 mil) comprova que o cooperado acredita no negócio no qual passou a investir ainda mais e na solidez financeira da Unicred.

Mauro destaca também a vantagem do sistema cooperativo de crédito sobre os bancos públicos e privados em que, seguindo a essência cooperativista, já oferece aos sócios taxas inferiores às praticadas pelo mercado. “O que os bancos estão fazendo, neste momento, a Unicred já faz há tempo. E o associado, que toma empréstimo junto à cooperativa, ainda recebe retorno de sobras sobre esse volume“, enfatiza o superintendente. No mesmo período do ano passado, o Sistema Unicred RS contava com R$ 799 milhões em ativos e 23,9 mil sócios.

Fonte: Unicred RS

12 temas para reflexão dos gestores líderes do Cooperativismo de Crédito, por Ricardo Coelho

May 1st, 2012 1 comment

Os sábios orientavam que quando um problema parece complexo, é prudente que o esqueçamos temporariamente e o substituamos por um novo problema, que seja de preferência lúdico. Pois assim, o problema original sai de cena, para que foquemos no novo tema. Quando voltarmos ao tema original, muito provavelmente o veremos com outros olhos, mais oxigenado e com mais possibilidades de solução. Ou seja, sem o ranço original e a forte carga de emoção e tecnicismo que inicialmente existia. Dessa maneira, esse é o motivo deste artigo, já que o Cooperativismo de Crédito se vê diante de inúmeros temas recorrentes, que por vezes são empacotados como novos, como é o caso da redução de juros pelos bancos públicos.

Mas antes deveríamos analisar o que nos ofusca para que sejamos eficazes na gestão de nossa Singular. Será a complexidade da crise internacional e de como ela irá nos impactar? Será o desconhecimento de como o fluxo de capitais externos reagirá diante das abruptas reduções da Selic? Será que o “boom” econômico nacional já sinaliza estagnação? Será nossa baixa astúcia em antever e entender as ações “populistas” de todo governo próximo a eleições? Será que realmente conhecemos a previsão econômica de nosso micro-mercado para os próximos anos? Etc.

Certamente temos respostas macros para muitas destas perguntas já que são realidades que podem vir a afetar nosso micro cenário no médio prazo. Assim, propomos 12 grandes temas para que sejam analisados em reunião junto com sua equipe sênior, permitindo que já nos próximos 60 dias desenhem uma estratégia vitoriosa para o segundo semestre.

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1ª) Percepções políticas dos líderes: Sabemos que o cenário desenhado até 2014 – fim do governo Dilma; Copa do Mundo – será muito influenciado por ações “populistas”, visando atacar a “forma” e não o “conteúdo” dos problema socioeconômicos, tal qual como vimos com a ação de redução de juros pelos bancos públicos. Ou seja, atacam o que dá “mídia social”, sem foco nas necessárias ações macros como redução dos gastos do governo, reforma tributária, redução dos casos de corrupção etc.

Percebamos que estamos a seis meses das eleições para prefeitos e vereadores e “casualmente” vemos medidas “estratégicas” dos governos atuais potencializando suas reeleições, em especial focado na grande massa formada pela classe menos abastada que pode fazer toda a diferença no pleito. Mas este efeito na mídia será curto, pois há muitos fatos cíclicos que ganharão destaque e irão vender muito mais audiência, além do fato das campanhas suportadas por TV serem caríssimas, mesmo para a Caixa e BB. Ou seja, tão logo um novo tema “social” ganhe a mídia, rapidamente veremos a redução da dita eficácia socioeconômica da redução dos juros definida por uma “canetada” da Dilma.

Portanto, como os gestores da sua Singular vêem o peso político eleitoreiro das atuais medidas de redução de taxas de juros do BB e da Caixa? Os quais focam sobremaneira em consignado, veículos, crédito imobiliário (todos com garantia) e aos clientes atendidos por programas sociais, sempre pedindo “reciprocidade explícita” e abertura de C/C para que possam acessar taxas menores. Qual é o prazo de impacto, de duração e do destaque deste tema na mídia, diante a aproximação da eleição em seis meses para prefeito e vereador, da CPI do Bicheiro Carlinhos Cachoeira, dos dias das mães, dos finais dos campeonatos estaduais, das festas juninas, das férias escolares de inverno etc?

Por fim, qual é o impacto na receita e nas sobras que a sua Singular pode absorver diante de qualquer medida de redução do spread líquido? Havendo redução de juros em linhas de crédito, sabemos realmente sua percepção de valor para o sócio e se isto será realmente visto por ele como uma ação indispensável para que nos elejam como sua melhor opção? E se adotarmos a redução de juros de forma intempestiva, sabemos claramente o risco que isto pode trazer na precificação de nossa inadimplência e no adiamento de projetos pela perda “inesperada” de recursos/sobras? Etc. Assim, nossos líderes precisam ser mais reflexivos do que impulsivos.

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2ª) Receita com Tarifas de Serviços: Não adianta atacar o problema da redução de juros como se fosse algo isolado. Nosso cobertor é curto. Temos que ter receita líquida eficaz e crescente, e as tarifas são parte deste bolo. Então respondamos: Sua Singular ainda tem um discurso retrógrado de que não cobrará tarifas, em especial pacotes de serviço, já que este seria um grande diferencial competitivo? Qual é a relevância que sua Singular dá (ou deu) para as receitas com tarifas, inclusive pela implementação eficaz do pacote de serviço? Qual será a estratégica comercial para que sua Singular tenha receitas representativas com serviços já para o próximo semestre? Como evoluíram as receitas de serviços nestes primeiro semestre comparadas ao mesmo período do ano anterior? Quanto da despesa bruta da folha de pagamento é coberta com as receitas de tarifas saudáveis, excluindo as punitivas? Têm evoluído as receitas com tarifas punitivas perigosas como: adiantamento a depositantes, exclusão de CCF, multas etc?

 

3ª) Força de venda: Sua Singular tem um plano de cargos e salários que foca preferencialmente na carreira dos profissionais de vendas? O plano de meritocracia é dinâmico, incentivador, respeita a produção, é no mínimo semestral e é individualizado ou no máximo agrupado pela agência? As avaliações semestrais dos profissionais são simples, focadas e feitas pelo seu chefe imediato? As seleções de novos profissionais seguem preceitos técnicos acompanhados por empresas terceirizadas ou apenas indicações? O pessoal de atendimento/venda tem recebido capacitação e reciclagem constantes? A sede se comporta como uma serviçal das unidades, apoiando-as eficazmente? O prêmio variável da sede está atrelado ao resultado médio das agências? etc

 

4ª) Aluguel do Dinheiro: Os critérios para definição de taxas de juros em sua Singular seguem o preceito de competitividade frente ao mercado ou simplesmente o preceito do “barato”? As taxas de juros realmente estão levando em conta a inadimplência potencial, esta baseada na safra, região, linha etc? Há taxas de juros distintas para linhas com vários prazos, de tal sorte que estejam precificadas visando evoluírem conforme o prazo, já que o prazo agrava o risco? Há ainda muitas taxas atreladas ao CDI sem que se tenha clareza da sua eficácia interna e atratividade comercial? Sua Singular tem uma área profissional para cobrança de crédito? Há visitas técnicas para conceder, acompanhar e eventualmente cobrar dívidas de porte? etc

 

5ª) Compra de Depósito a Prazo: Qual é a estratégica da sua Singular para continuar a crescer o saldo líquido em depósito a prazo, mantendo-o atrativo para seus contumazes investidores, sem agravar a concentração? Qual é a evolução em depósito a prazo nos últimos 12 meses em sua Singular, já deduzidos o crescimento vegetativo? Caso esteja havendo perdas líquidas nestes saldos, qual está sendo a ação efetiva para estancá-las? Esperamos que não estejam adotando a previsível e arriscada ação de apenas elevar ainda mais da remuneração do CDI, passando em alguns casos para índices muito acima de 100% do CDI. Vendemos confiança e esta ação em nada nos ajuda?

Qual foi a real percepção de seus gestores e executivos quanto à perda líquida de 50% de ganho em poucos meses destes tradicionais investidores? Já que com uma inflação prevista de 4,5% a.a., aplicavam a 12,5% a.a., permitindo um ganho líquido de 8% a.a. . Agora com uma taxa Selic de 9%a.a. irão ganhar apenas 4,5% a.a. . Ou seja, isto representa uma perda líquida de 50% em seus ganhos anuais ou se preferirem, demoraram o dobro do prazo para multiplicarem seu patrimônio líquido investido.

O que fazer para que não fujam para investimentos especulativos ou empreendedorismo, ou até mesmo para a velha e temida poupança? Precisamos e dependemos muito da permanência destes recursos em nossos depósitos a prazo.

Qual está sendo o impacto em sua Singular por não adotar uma tabela de remuneração que premie aos investidores proporcionalmente ao valor investido e que se comprometam a travar suas aplicações por mais tempo? Isso evitaria manter a perigosa concentração das aplicações naquelas que permitem resgates com 31 dias, pois estas não mantêm a coerência comercial frente o maior prazo da carteira de crédito, além de permitir o saque ao menor desconforto financeiro do cliente, sem qualquer pênalti.

Sua Singular está realmente utilizando o diferencial comercial potencializado pelo Fundo Garantidor de Crédito, quando necessário e oportuno? Seus gerentes de carteiras sabem realmente o objetivo final das aplicações dos seus 10 maiores investidores? Etc.

 

6ª) Atenção a captação em Poupança: Como seus líderes analisam a provável e indesejável concorrência da Poupança que sempre ressurge quando temos Selic abaixo de 9% a.a.? Vamos ver este exemplo: Dificilmente um cliente ganhará 100% do CDI em uma aplicação, então vamos imaginar que ganhará 95% do CDI de 9% a.a. (ex), e deste seu ganho deduz-se o IR de 25%. Ou seja, seu ganho líquido será muito próximo a poupança. E pior, sabemos que poupança tem um direcionamento nada interessante para aquelas Singulares que pretendem avançar no varejo dito urbano, no qual precisam de astúcia para comprar recursos que possam ser alugados (emprestados a juros) para o varejo financeiro.

Mesmo sabendo da sua utilidade na linha rural, devemos ter cautela em promover o crescimento da captação em poupança, especialmente neste momento da economia. Reforço o que já orientamos anteriormente: “Nossos clientes querem poupar e não poupança“. Portanto o depósito a prazo atende perfeitamente nossos clientes.

 

7ª) Compra do dinheiro:
Nunca devemos nos esquecer de nosso grande gol. Precisamos fazer resultados consistentes frente a nosso modelo de negócio no micromundo onde competimos. E um dos grandes desafios de nossos gestores será a boa compra de recursos. Seria saudável que diante do cenário cada vez mais competitivo que se desenha, entendêssemos a lógica de nosso mercado, pois é ela que dirá se iremos ou não nos mantermos saudáveis.

Assim, paremos de gastar esforços em nos envaidecer sobre nossas evoluções em números brutos baseados nos anos anteriores ou comparados com nossas coirmãs. Isto é importante em nossas AGOs, mas não é referência para o mercado financeiro massificado de varejo onde competimos. Além de nos afastar de nossa missão de perpetuar comercialmente nossa Singular em seu micromercado.

Sendo assim, precisamos aprender rapidamente a comprar nossos recursos da melhor forma, observando o prazo médio da sua provável alocação, além de obter um custo baixo, pois isto nos permite gerir com mais eficiência nossa carteira de crédito. Desta boa gestão, outra desaguara naturalmente. Que é o recurso aportado em nossa central como reserva de liquidez, pois se nossos recursos forem baratos na compra, este montante “apartado” na Central se torna uma fonte real de receita e não um mero empate contábil.

A pergunta que sua Singular deve se fazer é: Somos eficazes na compra do dinheiro que vendemos? Na compra, os recursos já internalizados estão estáveis para um médio prazo e se mantêm a custos competitivos? A redução da Selic para 9% a.a. teve quais impactos em nossa gestão macro? Já foi sentido um “desconforto” junto aos grandes e concentrados aplicadores? Sua Singular é eficaz na conquista do Depósito à Vista já que é um dos funding mais baratos do mercado? Sendo apenas medianamente eficaz neste esforço frente ao Depósito à Vista, será que isso não seria pelo baixíssimo uso e aderência de nossos “sócios” as nossas soluções, incluindo aqui as soluções da conta corrente? O que estão fazendo para mudar esta perigosa realidade?

 

8ª) Sobras e Reservas:
Como sua Singular analisa as últimas Sobras quando compara o verdadeiro potencial da base de associados e o realizado comercialmente? Acreditamos que em sua Singular há um grande caminho a percorrer para saturar saudavelmente sua base com as soluções comerciais disponíveis em sua prateleira de soluções. E dessa maneira, mesmo com Sobras numericamente crescentes, elas tendem a ser, de fato, fracas comercialmente.

Como as Reservas guardam uma relação direta com o volume das Sobras, se deduz que as Reservas foram convertidas em montante insuficiente para alicerçar o projeto de perenidade da Singular, mesmo que tenha sido direcionado 50% das sobras para esta conta.

Seria oportuno analisar o crescimento das Reservas da sua Singular, deflacionando a inflação, para ver se, apesar de crescente, ela não é fraca diante do real potencial comercial da instituição. Portanto, diante do cenário que se desenha, não seria prudente nos dar ao luxo de apenas elevar o percentual direcionado das Sobras para a Reserva. Precisamos rapidamente crescer as Sobras com eficácia mercadológica, pois dela derivam as melhores opções para alicerçar consistentemente uma Singular que deseja competir de frente com os bancos de varejo massificado. E este é o único caminho possível.

 

9ª) Sobras e Capital Social:
Como sua Singular está se estruturando para fazer uma reengenharia no valor e na utilidade do Capital Social? Na última AGO houve “Sobras Eficazes” (ver artigo específico sobre o tema) ou apenas os números brutos cresceram acima da inflação ou do esperado? Quanto foi direcionado para as Sobras a serem distribuídas em cota capital? Quanto foi creditado em Conta Corrente? Esta decisão focou no julgamento estratégico de curto ou longo prazo? Etc.

Sua Singular precisa muito de fontes de recurso fortes, distintas e travadas para fazer frente a sua carteira de crédito de varejo massificado. O Capital Social, junto com as Reservas, são seus grandes pilares, já que os repasses federais têm estruturas e focos distantes do varejo.

Então, sem rodeio, é hora de buscar crescer o Capital Social da Singular fortemente sobre os tomadores de crédito de varejo. Seja com aportes “voluntários” quando vierem demandar crédito, que muitas vezes são maquiados por “rifas” convertidas em capital social e que permitem concorrer a prêmios. Ou mesmo através do necessário e desajeitado Procapcred.

Imaginar crescer o Capital Social sobre os investidores é desconhecer o processador mental destes clientes. Contudo, pode haver alguns poucos investidores amigos dos executivos ou sócios fundadores que podem até vir a aportar mais algum capital, mas esta fonte logo seca. Portanto, os tomadores de crédito são o único caminho rápido e consistente para que cresçamos em Capital Social.

Fica claro que devemos crescer verdadeiramente em Capital Social, mas será que sua Singular não reduziu há poucos anos seu patamar para valores pífios, alegando que isto evitaria um entrave para a conquista de novos sócios? Será que esta decisão não pode estar sendo um tiro no pé, já que provavelmente não há incentivo (ou métrica) para que nossos sócios aportem mais recursos no capital social? Este tema tem inúmeros e sérios desdobramentos, que devem ser geridos em bloco, pois é algo muito delicado para ser analisado de forma pontual e intempestiva como usualmente se vê. Ele é um dos grandes temas discutidos em nossas consultorias e em nossos treinamentos de gestão para líderes e executivos seniores do cooperativismo de crédito. Estes líderes devem pensar e agir como banqueiros, para que possam competir no mercado e assim entregar os benefícios do cooperativismo a seus sócios.

 

10ª) Taxas Baratas – Onde estão nossos diferenciais? Reforçamos há anos que somos ineficazes na venda de nossos inúmeros diferenciais (IOF, Sobras, Voto, Desenvolvimento local, tarifas, taxas competitivas etc). E agora diante da redução das taxas de juros dos bancos públicos vimos o desespero de alguns para reduzir a taxas, tornando inútil o conceito de que no cooperativismo de crédito há ganhos para quem concentra para ganhar.

Calma ao optar por reduzir taxas! Se nós entrarmos neste jogo de cabeça quente perdemos muito, e esta ação descuidada pode ter consequências fatais para muitas Singulares, já que lhes faltarão recursos para reinvestir em tecnologia, marketing, pessoal, expansão, remunerar capital social, ou mesmo absorver inadimplências elevadas e não corretamente precificadas. Isso sem contar que muitas Singulares não dispõe de gordura nem mesmo para estas atividades tão elementares.

Observemos minuciosamente a nossa base e percebamos que para a grande maioria de nossos sócios este tema macro – redução de taxa – está sendo muito bem conduzido pelos executivos da Singular. E eles estão certos, pois somos um corpo vivo e não uma financeira onde só se atende crédito para “taxeiros”. Bem como, que muitos de nossos clientes não irão fazer demanda de crédito neste trimestre onde o tema está em voga, e, portanto, após baixar a poeira, tudo se manterá. Lembremos que tudo na vida é passageiro, e esta enxurrada logo perderá força, pois como exposto no início deste artigo temos a chegada de fatos macros como uma importante eleição, CPI do Cachoeira, dias das mães, festas juninas, final de campeonatos regionais, etc. Todos temas tradicionais que sobrepõe involuntariamente os demais. Por mais que queiramos discordar, isto é o Brasil.

Alguns bancos comerciais sinalizaram reduções, mas na grande maioria delas você terá que trocar de banco transferindo seu salário para lá, ou são linhas com excesso de garantia e disponível apenas para alguns extremamente bons e antigos clientes. Vamos e convenhamos. Isto não pega no Brasil. No fundo sabemos que os bancos de varejo são todos iguais e logo estaremos pagando o mesmo que no banco antigo (ou até mais nos créditos e nas tarifas). Além de contar com limites menores, já que não o conhecem e não tem a certeza que o banco antigo retirou seus limites. A tudo isto se soma o processo de abrir conta, a proximidade da nova agência, a necessidade de decorar novas senhas, entre outros problemas.

Os bancos públicos não podem ser o guia para as Singulares, pois irão fazer sempre estripulias comerciais desfocadas do bom senso mercadológico. Estas estripulias irão em breve desaguar em discretos, mas severos entraves comerciais, como: elevação do já deficitário atendimento com maiores reclamações junto ao Procon; maior inadimplência, pois muito do crédito é demandado por clientes já bem endividados e com contas e limites em mais de um banco; funcionários desmotivados, seja pelo excesso de serviço ou pela redução/extinção de prêmios por participação nos resultados, devido à redução abrupta de taxas com reflexos no resultados, etc.

Este nosso mercado não é para amadores, bem intencionados e puros de alma. Não podemos agir como se fossemos ingênuos e desatentos às jogadas previsíveis que de forma cíclica irão nos afrontar. Vemos casos de clientes (que não podem ser chamados de sócios) que bravam que no banco “X” é mais barato na linha tal. Mas será que este seria o perfil de sócios que estamos buscando para edificar nosso projeto? Se não é, então por que damos tanta atenção as suas bravatas, e muitas vezes oriundas de poucos clientes “taxeiros”? Entretanto, por outro lado, muitas vezes já vimos depoimentos de alguns destes sócios “taxeiros” que foram nos bancos atrás das promoções de taxas, e voltaram ao analisarem que no final das contas, eles perdem.

Somos bons e precisamos acreditar nisto, em especial na ponta da caneta no final do ano para quem nos prestigiou. É uma boa hora para saber quem são os nossos clientes que merecem ser reconhecidos pela aderência as nossas soluções e, por conseguinte, desejados no projeto de perenidade de nossa Singular. Se não formos seletivos, perderemos. Fora “tranqueiras”!

Precisamos de serenidade em nossas jogadas, pois como sempre orientamos quanto a nosso modelo de negócio: “não se pode jogar dama com peça de xadrez”. Seria prudente, de forma discreta e escalonada, irmos criando alguns movimentos para que nossos clientes percebam que, apesar de sermos muito competitivos em nossas soluções (e vantagens), estamos sempre analisando melhorias em nossas soluções. Quem sabe, não seria oportuno adotarmos a redução em uma ou duas linhas de crédito de financiamento já para os próximos 30 dias. Linhas estas que tenham realmente pouca saída para não expropriar nosso já delicado funding, mas tragam boas garantias. Ex: Crédito de veículos novos em 12 meses com 50% de financiamento a X%a.m., ou Crédito Consignado de clientes que recebam salário conosco, em até 06 meses com uma taxa hiper bonificada. Sabemos que poucos farão uso destas linhas, mas realmente estaremos demonstrando um movimento pró-ativo diante do cenário macro do mercado.

 

11ª) É hora de convocar nossos sócios para remar ainda mais? Somos um modelo de negócio muito interessante para os sócios que concentrarem suas necessidades conosco. Mas isto não se observa por inúmeras razões, entre elas a nossa complacência com os sócios, deixando que se portem como espertos clientes. Esta inversão de valores dificulta que entendam nosso mantra com o qual batizamos uma de nossas palestras feitas aos sócios e potenciais sócios: Concentrar para ganhar. O cliente foge facilmente do desejado ganha-ganha ao nos cotar em uma solução específica como se fosse um leilão, colocando toda a brasa na sardinha dele, de tal sorte que só ele ganha. Somos uma sociedade de interesses comuns, e a concentração deste tipo de “parceiro” fará nosso projeto ruir. Este comum cenário é eventualmente encontrado em muitas Singulares que rezam que o cliente é “dono”. Se não os acompanharmos e os auditarmos, perdemos sempre.

 

12ª) Foco no relacionamento e não em produtos:
Devemos cuidar muito para que não haja esforço na promoção de um determinado produto ou serviço. Esta é uma visão imediatista e desfocada dos mais singelos preceitos comerciais, e com resultados nefastos ao nosso modelo de negócio e a perpetuação da Singular. Portanto, é equivocado acharmos que ganhamos algo comercialmente ao atender o cliente em uma solução pontual. Só sobreviveremos se atender cada um de nossa base de sócios em sua gama de demanda. Qualquer foco fora deste é desconhecer a lógica deste maquiavélico mercado.

Na crise se cresce melhor, pois só há musculatura na medida em que há resistência a superar. É hora de convocar nossos sócios para que se portem como tal. Aqueles que se portarem como “taxeiros” de crédito ou de serviços devem ser disciplinados ou finalmente descartados. Já os “taxeiros” aplicadores, inclusive em capital social, devem sempre ser bem cuidados e muito bem vindos. Se não desovamos os recursos que aportam na Singular é um problema mais fácil de resolver do que buscar captação barata e de longo prazo.

Cabe aqui uma ressalva. Se há concentração nestes aplicadores e estas aplicações são de curtos prazos, deve a Singular ter ciência que precisam alongar e pulverizar sua captação de forma discreta e no médio prazo. Caso contrário, ela viverá unicamente a mercê das constantes e crescentes reivindicações destes poucos aplicadores. Um enorme e usual risco.

 

Reflexão final: A condução de uma Cooperativa de Crédito precede de uma fortíssima veia comercial, pois sem resultados não há como distribuir os benefícios sociais que estão contidos em nosso modelo de negócio, e muito menos apresentar para a sociedade local nossa solução como uma verdadeira e racional proposta.

Relembramos o que orientamos há anos. Devemos perseguir taxas e tarifas competitivas e nunca Baratas. Assim, diante do novo cenário pontual da redução das taxas de juros impigido pelo governo através de seus braços finaceiros – BB e Caixa – é bom analisarmos os inúmeros outros coadjuvantes deste cenário. Estes apresentados em cada um dos 12 temas deste artigo.

Somos e podemos ofertar muito mais vantagens que os bancos Baratos. Nossos bons sócios que aqui concentrarem terão ganhos racionais no todo e não em um produto ou serviço. Se formos nesta linha simplista de taxa e tarifa Barata, o futuro não nos pertence.

Boa reunião com sua equipe de executivos para discutirem estes temas.

Ricardo Coelho Consultoria e Treinamento Comercial para Instituições Financeiras – www.ricardocoelhoconsult.com.br

Cresol Central realiza Assembleia Geral Ordinária

May 1st, 2012 No comments

Encontro possibilitou o debate de assuntos estratégicos para o Sistema

Nesta sexta-feira (27 de abril), a Cresol Central realizou as Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária (AGO e AGE) de 2012. O encontro aconteceu em Chapecó – SC e reuniu diretores e funcionários das Cooperativas Singulares e Bases Regionais de Serviço para debater assuntos importantes para o fortalecimento do Sistema.

Durante as Assembleias, foram debatidas e aprovadas ações estratégicas que nortearão as atividades da Cresol Central no próximo período. Entre os assuntos abordados estiveram: prestação de contas do exercício de 2011, habitação, crédito e código de ética. Além disso, os participantes acompanharam um painel sobre o atual cenário econômico brasileiro, ministrado pelo Economista e Coordenador do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), José Martins dos Santos.

A AGO da Cresol Central marcou ainda o encerramento do ciclo de assembleias que foi realizado nas Cooperativas e Bases Regionais, no período de fevereiro a abril deste ano.

Fonte: Cresol Central

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Morya Brasil, associada ao Grupo ABC, é a nova agencia de publicidade do Sicredi

May 1st, 2012 No comments

O Sicredi tem uma nova agência de publicidade. A Morya Brasil será a responsável pela criação e produção das campanhas publicitárias do Sicredi, que nos últimos oito anos foi atendido pela Competence.

A Morya Brasil tem 56 anos, está presente em 10 estados e em todas as regiões do país por meio de parceiros locais. Desde 2011 é associada ao grupo ABC, maior holding brasileira de comunicação e 19ª no ranking mundial, liderado pelo publicitário Nizan Guanaes. 

Em Porto Alegre, a agência tem um ano e meio de operação, e desde janeiro de 2012 conta com a liderança dos sócios Fábio Bernardi, diretor de criação, e Lara Piccoli, diretora de Planejamento. A Morya construirá uma operação 100% dedicada ao Sicredi e Tania Grigoletto está deixando a Competence para contribuir com a operação como diretora da conta na Morya.

“Foi um intenso processo. A Morya se destacou por ser uma agência que conhece o potencial regional brasileiro, além de sua estrutura nacional, forte know-how em pesquisa e questões muito similares ao nosso DNA”, declara Daniel Fuchs Ferretti, superintendente de Comunicação e Marketing do Banco Cooperativo Sicredi.

A notícia de ser a escolhida para atender a conta foi recebida com muita alegria na Morya: “O Sicredi, por sua natureza e visão, irá proporcionar uma rica pauta para trabalharmos”, afirma Gustavo Queiroz, sócio-diretor de Novos Negócios.

Além da conta publicitária, a Morya será também a porta de entrada para as demais empresas do Grupo ABC. “Estamos investindo em novas frentes e desenvolvendo um novo instrumental de Marketing, incluindo desde o digital até o marketing direto, e o expertise do Grupo ABC poderá nos auxiliar muito” comenta Edson Nassar, diretor executivo de Produtos e Negócios do Banco Cooperativo Sicredi.

“Nós do Grupo ABC vemos o Sicredi com um enorme potencial em um mercado ainda pouco explorado no mundo da publicidade, o cooperativismo”, declara Manuk Masseredjian, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios do Grupo.

Fonte: Sicredi

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Viacredi atinge a marca de 200 mil cooperados

April 24th, 2012 No comments

A Viacredi está comemorando a marca de 200 mil cooperados conquistada no mês de abril, o que consolida sua liderança como a maior cooperativa de crédito do Brasil em número de associados. A conquista ocorreu na semana em que a Viacredi realizou sua Assembleia Geral Ordinária (quinta-feira, dia 19/4), evento que reuniu cerca de três mil cooperados para aprovar os balanços do exercício anterior, eleger os dirigentes da cooperativa, definir a forma de destinação das sobras e projetar as metas para o ano corrente. No período que antecedeu a Assembléia Ordinária foram realizadas 179 pré-assembleias, com a participação de 35,9 mil pessoas.

Presente em 19 municípios do Médio Vale, Alto Vale e Vale do Itapocu, a Viacredi tem uma estrutura com 60 Postos de Atendimento ao Cooperado e mais de 150 caixas eletrônicos. No ano passado a cooperativa comemorou 60 anos de constituição (é uma das mais antigas do Brasil). O balanço de 2011, aprovado pelos cooperados na Assembleia, registrou um crescimento de 38% no volume de ativos (alcançando R$ 1,1 bilhão) e de 24% no quadro social.

Em 2012 a cooperativa já deu mais um salto de crescimento, alcançando a marca histórica de 200 mil cooperados, ancorada na confiança que as pessoas estão depositando na cooperativa e no cooperativismo de crédito. Para a Viacredi, chegar aos 200 mil cooperados reforça a sua importância na economia da região, por oferecer diferenciais em produtos e serviços, permitindo o acesso de todos ao crédito facilitado e mais barato, às opções de investimento e ao atendimento personalizado, já que o cooperado é também dono da cooperativa.

Para o corpo diretivo, o sucesso da Viacredi se deve à sua credibilidade junto à sociedade, graças ao trabalho comprometido com os valores cooperativistas e focado no desenvolvimento das comunidades. A conquista coincide com outro marco na história do cooperativismo, já que 2012 está sendo lembrado como o Ano Internacional das Cooperativas, instituído pela ONU.

Fonte: Viacredi

Sicoob lança funcionalidade para impressão a partir de dispositivos móveis

April 24th, 2012 No comments

Inovação tecnológica para o setor financeiro

O Sicoob, maior sistema de cooperativas de crédito do país, lança no dia 25 de abril uma atualização do seu aplicativo que possibilitará a impressão de extratos e comprovantes diretamente de celulares e tablets. O Sicoob é a primeira instituição financeira do país a oferecer esse serviço no mercado. Para ter acesso à funcionalidade é necessário atualizar o aplicativo Sicoob, gratuitamente, nas lojas virtuas App Store (Apple) e Android Market (Google).

Nos aparelhos Apple iOS, o aplicativo Sicoob utiliza a tecnologia AirPrint que foi lançada a partir da versão 4.2 do iOS para os dispositivos iPad (todos os modelos), iPhone (3GS ou superior) e iPod touch (3ª geração ou superior). Esta tecnologia é suportada por impressoras de diversos fabricantes.

Nos dispositivos Google Android, o aplicativo Sicoob utiliza a tecnologia Google Cloud Print, suportada nativamente em alguns modelos de impressoras. Esta tecnologia também permite o uso de impressoras tradicionais, desde que conectadas à internet por meio de um laptop ou PC. O Google Cloud Print conecta as impressoras na web, podendo ser utilizadas de qualquer dispositivo Android. A lista completa de impressoras compatíveis com a nova funcionalidade pode ser obtida no site do Sicoob (www.sicoob.com.br).

De acordo com o diretor de Tecnologia da Informação do Sicoob, Ricardo Antônio de Sousa Batista, o lançamento da nova funcionalidade surgiu da necessidade das pessoas obterem comprovantes de forma rápida e prática. “A impressão de comprovantes e extratos diretamente de dispositivos móveis, facilitará a vida dos associados que buscam maior comodidade ao realizar transações financeiras no dia a dia”, diz.

Fonte: Sicoob

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Sicredi conquista o Prêmio Mérito Lojista Brasil 2011

April 18th, 2012 No comments

Pelo oitavo ano consecutivo, instituição é destaque na categoria Serviços

O Sicredi obteve o reconhecimento de lojistas, empresas e entidades ligadas ao varejo com o Prêmio Mérito Lojista Brasil 2011, na categoria Serviços, segmento Banco Cooperativo. A distinção, promovida pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) desde 1980, foi entregue na quinta-feira, 12 de abril, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília.

Os vencedores, instituições que mais se destacaram na promoção do desenvolvimento do varejo nacional, foram escolhidos durante a Convenção Nacional do Comércio Lojista, realizada em Fortaleza/CE. A partir de uma pesquisa espontânea sem indicação de marcas, os associados apontaram a empresa que melhor presta serviço ao seu negócio, levando em conta a qualidade do produto oferecido, preço, atendimento, promoção e propaganda.

Considerado o “Oscar do Varejo”, o prêmio é realizado pela Confederação há 33 anos, para homenagear seus parceiros. Esta é a oitava vez consecutiva em que o Sicredi recebe o Prêmio Mérito Lojista Brasil na categoria.

 Fonte: Sicredi

Sicoob ingressa no mercado de consórcios

April 18th, 2012 No comments

O Sicoob, maior sistema de cooperativas de crédito do Brasil, entrou no ramo de consórcios há pouco mais de quatro meses e já apresenta um crescimento acentuado nesse período. De dezembro de 2011 a março de 2012, o Sicoob Consórcios, que possibilita a aquisição de veículos e imóveis, já comercializou mais de R$ 50 milhões em cartas de crédito.

Uma das vantagens do consórcio no sistema cooperativista de crédito são as taxas de administração mais acessíveis em relação ao mercado. De acordo com o superintendente de Negócios do Bancoob (Banco Cooperativo do Brasil), provedor do produto para as cooperativas de crédito do Sicoob, Marcelo Carneiro, os valores praticados no Sicoob são muito competitivos.

Além de disponibilizar o produto a um custo competitivo para o cooperado, a maior parte das receitas advindas do negócio, vai para as cooperativas do Sicoob. Adicionalmente, o cooperado do Sicoob é beneficiado com as sobras (equivalente ao lucro dos bancos comerciais) de sua cooperativa, todo final de ano, que se torna maior à medida que a cooperativa recebe receitas pela comercialização das cotas.

De acordo com Marcelo, a meta para 2012 é comercializar 5 mil cotas, com um valor total aproximado de R$ 300 milhões. “O mercado de consórcios no Brasil está em uma fase de crescimento muito satisfatória, o que significa uma ótima oportunidade para a comercialização desse produto. O objetivo é posicionar o Sicoob Consórcios, no médio prazo, entre os dez maiores do ranking nacional”, completa.

O Sicoob Consórcios é administrado pela Ponta Administradora de Consórcios Ltda, empresa adquirida pelo Bancoob em julho de 2011. Fundada em fevereiro de 1972, em Belo Horizonte, foi a primeira administradora de consórcios do Brasil a obter autorização de funcionamento pelo Banco Central do Brasil (BC), servindo de modelo para a estruturação de outras empresas do segmento.

Fonte: Sicoob

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Sicredi lança campanha para celebrar o Ano Internacional das Cooperativas

April 18th, 2012 1 comment

A Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas para destacar a contribuição das cooperativas no desenvolvimento da sociedade. E o Sicredi, um dos principais sistemas cooperativos do país e da América Latina, está reforçando esse reconhecimento com a campanha “Gente que coopera constrói um mundo melhor”, ressaltando a força da cooperação na construção de um mundo melhor.

O conceito principal da campanha é resultado da união dos slogans do Sicredi, Gente que coopera cresce, e da ONU, Cooperativas constroem um mundo melhor. A campanha destaca a importância das cooperativas. Tem como pano de fundo a cor branca, símbolo universal da paz, a linguagem gráfica é jovem e moderna. As crianças unidas, cooperando para pintar o mundo, expressam valores e atitudes que devem estar presentes no dia a dia das pessoas para que o mundo seja um lugar mais humano e igualitário. Além disso, as peças fazem uso da ilustração e da pintura como elementos visuais que fortalecem o tema “construir um mundo melhor”.

A campanha é composta por três imagens conceituais, que são desdobradas num enxoval de 50 peças de comunicação, que serão veiculadas em jornais e revistas de grande circulação, mídia externa (outdoor, front light e mobiliário urbano), rádio e internet, por meio do hotsite gentequecooperacresce.com.br e dos canais do Sicredi nas redes sociais.

A campanha também terá desdobramentos internos, entre colaboradores e dirigentes das cooperativas do Sicredi, e em eventos e ações de relacionamento que destacam as comemorações do Ano Internacional das Cooperativas.

gentequecooperacresce.com.br

O hotsite gentequecooperacresce.com.br é uma plataforma do Sicredi para falar sobre cooperativismo. Em formato de blog, é uma fonte de conhecimento e informação sobre cooperação, por meio da divulgação de notícias, cases e práticas modernas de cooperação e colaboração que acontecem no Sicredi, em outras cooperativas e no mundo.

Fonte: Sicredi

Taxas de Juros: Cooperativas vão entrar na briga

April 18th, 2012 No comments

Enquanto os bancos privados resistem em reduzir os juros e o spread (diferença entre a taxa cobrada dos clientes e a que é paga aos investidores), as cooperativas já começam a avaliar o novo cenário e a possibilidade de baixar ainda mais suas taxas, acompanhando o movimento de incentivo ao crédito capitaneado pelos bancos públicos. Elas se apresentam como uma opção mais barata, com a vantagem de tornar o cidadão, ao mesmo tempo, cliente, investidor e dono do negócio.

Segundo Abelardo Duarte de Melo Sobrinho, diretor de Negócios do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), os juros das cooperativas são competitivos e diferenciados. No crédito pessoal, a taxa média cobrada pelo sistema é de 2,2% ao mês, contou. Nos grandes bancos, chegam a 4,6%. No cheque especial, as cooperativas oferecem 4,6%, contra os 6,5% dos concorrentes. No cartão de crédito, a diferença é de 7% para 10,5%.

O Sicoob aponta também vários outros benefícios, como o contato direto, personalizado e cordial com o colega dirigente, orientação financeira especializada e o privilégio de contar com distribuição de lucro, ao final de cada ano.

A estratégia de baixo custo do dinheiro rendeu excelente retorno mesmo no auge da crise. “Em 2008, o sistema financeiro praticamente parou. Para nós, foi o melhor período. A procura por recursos cresceu 27%”, revelou Márcio Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Ele destacou que as cooperativas não cobram tarifas de manutenção de conta ou talão de cheque.

Em 2011, o total de associados da OCB passou dos 10 milhões, crescimento de 11% em relação a 2010. O número de empregados subiu para 296 mil, 9,3% a mais que em 2010.

A guerra entre as cooperativas e as instituições financeiras tomou corpo com a portabilidade das contas dos servidores públicos. A disputa envolvia uma polpuda movimentação de mais de R$ 200 bilhões, ao longo de 2012, de um público com estabilidade no emprego, baixo risco de calote e alto poder aquisitivo.

Fonte: Fazenda.gov.br – Correio Braziliense – 12/04/2012, por Vera Batista

Taxas de Juros: Sicoob é destaque no Correio Braziliense

April 18th, 2012 No comments

O Sicoob foi fonte em reportagem intitulada Cooperativas vão entrar na briga, sobre a redução das tarifas e taxas dos bancos públicos, do jornal Correio Braziliense, edição de quinta-feira, dia 12 de abril.

Na matéria, a jornalista Vera Batista destaca as cooperativas de crédito como uma opção mais econômica de acesso ao crédito para o cidadão, onde ao mesmo tempo é cliente, investidor e dono do negócio. Aponta também vários outros benefícios que as cooperativas de crédito oferecem, como o contato direto e personalizado, orientação financeira especializada e o privilégio de contar com distribuição de lucro, ao final de cada ano.

Abelardo Duarte de Melo Sobrinho, diretor de Negócios do Sicoob Confederação, demonstra como os juros das cooperativas são competitivos e diferenciados. No crédito pessoal, a taxa média cobrada pelo Sistema é de 2,2% ao mês, enquanto nos grandes bancos, chegam a 4,6%. No cheque especial, as cooperativas oferecem 4,6%, contra os 6,5% dos concorrentes. No cartão de crédito, a diferença é de 7% para 10,5%.

Desde que o governo determinou aos bancos públicos, Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, baixarem a taxa de juros cobrada do consumidor, o assunto tem sido pauta em toda a imprensa nacional.

Depois dos bancos públicos, os bancos privados também entraram na mira do Banco Central. Na última semana, o HSBC cedeu à pressão do BC e anunciou redução dos juros em algumas linhas de crédito voltadas à pessoa física. Os cortes foram nas linhas de empréstimo pessoal, financiamento de veículos e crédito consignado, segundo comunicado do banco inglês à imprensa. As taxas menores começam a valer imediatamente. O HSBC foi o primeiro banco privado a reduzir taxas.

Fonte: Blog do Sicoob

Cooperativismo: desenvolvimento por meio da cooperação

April 18th, 2012 No comments

Uma nova alternativa para o desenvolvimento sustentável está em evidência no cenário mundial: o cooperativismo. A Organização das Nações Unidas (ONU) elegeu 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas, com o slogan “Cooperativas constroem um mundo melhor”. O objetivo é despertar o interesse e sensibilizar o governo e a sociedade sobre o papel das cooperativas para o desenvolvimento socioeconômico e comunidades onde atuam, bem como destacar a importância da criação de políticas que contribuam para o crescimento do setor.

O desenvolvimento do cooperativismo no Brasil e no mundo tem contribuído para a conscientização das pessoas sobre a importância da construção de uma sociedade mais equilibrada, sustentável e inclusiva. A cooperação mútua entre os indivíduos desempenha papel fundamental na consolidação de perspectivas para a redução das desigualdades e a promoção do crescimento econômico das localidades onde atuam.

Cerca de um bilhão de pessoas, em mais de 100 países, estão inseridas no cooperativismo. O cooperativismo de crédito brasileiro, por exemplo, desempenha um papel fundamental na inclusão financeira de mais de cinco milhões de cooperados, proporcionando a oferta de crédito àquelas que não têm acesso a esses recursos nas instituições financeiras convencionais.

No Brasil, existem mais de nove milhões de associados e mais de 6.500 cooperativas atuantes em 13 ramos de atividades econômicas. No cooperativismo de crédito são mais de 1.100 cooperativas que oferecem aos seus associados um amplo portfólio de serviços e produtos financeiros com vantagens competitivas em relação ao mercado.

As possibilidades e as vantagens oferecidas pelo segmento de crédito cooperativo têm contribuído para o crescimento contínuo do setor nos últimos anos. Uma das maiores vantagens é o retorno dos investimentos aplicados na cooperativa em prol dos seus associados e das regiões em que atuam. Os serviços oferecidos pelas cooperativas de crédito possibilitam a democratização do acesso a recursos financeiros e a oportunidade de crescimento qualitativo das sociedades.

Outra grande vantagem do segmento é a valorização do capital humano, pois as cooperativas de crédito são organizações formadas por pessoas que não visam o lucro e têm o objetivo essencial de atender às necessidades sociais e econômicas de cada indivíduo que compõe a instituição, considerados também como sócios do negócio e com direito de participar das decisões da cooperativa.

Este ano é especial para todos os cooperativistas do mundo. Para que o setor se consolide de forma plena, cabe a nós o engajamento, com o intuito de disseminar a cultura cooperativista no Brasil e promover o desenvolvimento sustentável do país. Dessa forma, poderemos sonhar com uma sociedade mais democrática e inclusiva para todos.

Fonte: Correio Braziliense - por José Salvino de Menezes – Presidente do Sicoob Confederação

Sicoob Confederação divulga nova estrutura organizacional

April 16th, 2012 No comments

O Sicoob Confederação divulgou na última terça-feira, 10 de abril, a criação de novos componentes e a reorganização da sua estrutura organizacional, aprovada durante reunião do Conselho de Administração da instituição realizada em 3 de abril de 2012.

A principal mudança é a criação de uma nova diretoria e superintendências denominadas respectivamente de Diretoria de Negócios e Superintendência de Negócios. A partir de agora a Confederação passa a contar com três diretorias. Até então a instituição trabalhava com duas: Diretoria de Desenvolvimento Organizacional e Diretoria de Tecnologia da Informação. “É preciso estar cada vez mais preparado para apoiar o crescimento do Sistema. Estamos nos estruturando para atender às nossas cooperativas com mais agilidade e maior eficiência.”, disse o diretor-presidente do Conselho de Administração do Sicoob Confederação, José Salvino de Menezes.

Com a nova estrutura Abelardo Duarte de Melo Sobrinho assume o cargo de diretor de Negócios. Antes dessa posição Abelardo estava como diretor de Desenvolvimento Organizacional, cargo que agora passa a ser ocupado por Marden Marques Soares, até então superintendente de Desenvolvimento Organizacional.

Para Abelardo, o principal ganho que se tem com a nova estrutura apresentada é a divisão no que se refere à organização interna da Confederação e ao atendimento às cooperativas. “Entre as atribuições da nova diretoria está o atendimento mais direcionado e focado nas cooperativas do Sicoob em termos de geração de produtos financeiros e tecnológicos e negócios. Nosso desafio continua sendo o mesmo, que o Sistema esteja satisfeito e que a Confederação cumpra seu papel de organização sistêmica”, enfatizou.

A expectativa do novo diretor de Desenvolvimento Organizacional, Marden Soares, na nova função é aumentar a qualidade dos serviços que o Sicoob Confederação presta na área de Desenvolvimento Organizacional, às cooperativas do Sistema. “Nosso objetivo é aproximar mais nossos cooperados dos nossos serviços”, afirmou.

Para ocupar o cargo de superintendente de Negócios, foi designada Daniela Pimenta Pinheiro Cancian, e como superintendente de Desenvolvimento Organizacional, José Carlos de Assunção. Antes de assumirem a nova função, os novos superintendentes eram os titulares das gerências de Normas e de Controles Internos, respectivamente. Assume a gerência de Normas, Cristine Nolêto Alves Meireles e a gerência de Controles Internos e Riscos, Maria Tereza Arantes Rodrigues da Cunha.

De acordo com a superintendente de Negócios, Daniela Cancian, as expectativas não podiam ser melhores. Além de estar entre os profissionais que ajudaram a constituir a Confederação, Daniela é a primeira mulher a assumir um cargo diretivo na instituição. “Representar as meninas em um cargo de gestão é bacana. É mais um marco e espero que essa minha nomeação seja uma porta de entrada para muitas outras mulheres assumirem um papel diretivo não só na Confederação, como também nas centrais e singulares, onde mulheres no comando são uma realidade. Espero estar à altura desse novo desafio. Nasci e me criei no Sicoob e espero continuar no Sistema pelo tempo que ele precisar de mim”, falou.

Já o novo superintendente de Desenvolvimento Organizacional, José Carlos, espera continuar contribuindo na nova função, com um novo papel e responsabilidades. “Há anos venho trabalhando no Sistema, desde uma cooperativa singular. Entendo que só vai valer a pena se realmente eu estiver à altura do desafio em continuar contribuindo com minha humilde e pequena parcela para levar o Sicoob, com o apoio dos associados, ao papel que está reservado para ele, por meio dos nossos planos estratégicos”, finalizou.
Estão vinculadas administrativamente à Diretoria de Negócios e à Diretoria de Desenvolvimento Organizacional, respectivamente, a Assessoria de Planejamento e Projetos Corporativos e a Gerência de Auditoria. O novo organograma ainda prevê mais um componente na Diretoria de Tecnologia da Informação, que é composta pela Superintendência de Tecnologia da Informação e pela Superintendência de Sistemas de Informação, denominado de Assessoria de Tecnologia da Informação.

Fonte: Sicoob

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Cooperativas avançam em ritmo acelerado

April 16th, 2012 No comments

Diante de um cenário de debate sobre a necessidade de redução do spread bancário – diferença entre o custo de captação e aplicação – no sistema bancário brasileiro, as cooperativas de crédito sobressaem ao fechar 2011 com R$ 86,5 bilhões em ativos, acréscimo de 25,8% ante 2010, o que representa um total 8,7% superior às demais instituições financeiras. De acordo com os representantes da Organização das Cooperativas de Crédito (OCB) e do Sescoop-SP, a função está na inclusão bancária e regulação das taxas de juros, já que o objetivo não está no lucro.

Até fevereiro, o saldo de empréstimos concedidos para pessoas físicas por meio de cooperativas de crédito totalizou R$ 32,956 bilhões, crescimento de 24,5% em 12 meses, segundo dados do Banco Central. Mas no acumulado total, em 2011, o estoque de financiamentos concedidos atingiu R$ 37,8 bilhões, alta de 25% na comparação com 2010.

No que se refere ao total de ativos, o segmento acumulou até dezembro do último ano R$ 86 bilhões, com a entrada de R$ 17,8 bilhões em recursos financeiros, enquanto em 2010 os ingressos somaram R$ 15,9 bilhões. Em depósitos, o saldo ficou em R$ 38,1 bilhões, alta de 26,3%, enquanto o sistema financeiro nacional apresentou expansão de 14,1% no mesmo período. Já em patrimônio líquido, as cooperativas somaram R$ 15,9 bilhões em 2011, contra R$ 13,1 bilhões do ano anterior, o que representa um acréscimo de 20,6%.

Questionado sobre o papel das cooperativas de crédito para estímulo da economia, o gerente do ramo Crédito da OCB, Sílvio Giusti, explica que a função, também estimulada pelo Banco Central, está na regulação, além da inclusão bancária. “As cooperativas servem como reguladores de preço com taxas mais atrativas e, assim, o banco tem a pressão de fazer com que as taxas caiam. Quanto maior for a participação, maior será a eficiência de promover a queda.”

No entanto, a média de participação no Brasil ainda é pequena, de 2% do sistema financeiro nacional ante outros países, como a Alemanha, que detém até 30%, ou a França, na qual 43% do crédito estão nas cooperativas. “Apesar do crescimento acima do do mercado, estamos expandindo em torno de 2%. Mas temos o objetivo a perseguir de 10%, porque o nosso papel é de desconcentrar o mercado com alternativas para a sociedade”, ressalta Giusti.

O consultor do ramo de crédito do Sescoop-SP, Gil Agrela, concorda: “No interior de São Paulo, as cooperativas têm um poder de regular o mercado com força muito maior. Em certas cidades a movimentação é superior do que em agências de banco”.

Outro ponto a ser destacado em 2011, segundo o gerente do ramo Crédito da OCB, Sílvio Giusti, foi a entrada de novos associados: 700 mil, para 5,8 milhões. Giusti explica que o conceito garante o crescimento, no qual a relação é de dono e não cliente.

Presente em 45% dos municípios brasileiros, há 4,8 mil pontos que somam cooperativas e postos de atendimento cooperativo (PACs), saindo da marca de 4,5 mil em dezembro de 2010. Do total de PACs -3,159 mil-, 354 novos foram implantados no último ano. “Este foi o melhor desempenho dos últimos seis anos e permite a inclusão financeira das classes C,D e E, além de manter a característica que não visa ao lucro, com o objetivo de atender o quadro social com taxas de juros mais justas”, diz o gerente da OCB.

As cooperativas de crédito são instituições financeiras reguladas e fiscalizadas pelo Banco Central, e o consultor do ramo de crédito do Sescoop-SP explica que as instituições devem ser vinculadas a algum segmento ou de livre admissão, também chamadas de cooperativas abertas. No último caso, a legislação permite a atuação livre somente com patrimônio líquido de mais de R$ 25 milhões, caso contrário fica restrito ao limite máximo de população por município.

Na Grande São Paulo, Agrela revela que mais de 80% são ligadas a alguma empresa, como do Grupo Pão de Açúcar, que concentra 68 mil associados. “Mas de 2003 para cá têm crescido muito as de empresários, que basta ter um CNPJ para participar.”

Outra tendência observada no estado e Região Sudeste, também repetida na Sul, está na consolidação das cooperativas. “Há um incentivo do BC para a aglutinação de cooperativas para aumentar a eficiência e reduzir custos.” Essa convergência deve continuar em 2012 junto com a expansão da área de atuação. “Hoje estamos em 52% dos municípios e trabalhamos para chegar mais próximo dos cooperados”, pontua o consultor do Sescoop-SP.

Fonte: Agronotícias

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Cooperativas de Crédito são credenciadas no Programa de Microcrédito

April 16th, 2012 No comments

Governador do Estado do RS fez entrega simbólica de três cheques do Microcrédito aos associados.Vinte e cinco cooperativas de crédito singular no âmbito do Sistema das Cooperativas de Crédito Rural com Interação Solidária (Cresol) foram credenciadas, nesta segunda-feira (9), para operar o Programa Gaúcho de Microcrédito. Ela atuam diretamente com os microempreendedores e agricultores familiares.

Na cerimônia, realizada no Palácio Piratini, o governador e o titular da Sesampe fizeram a entrega simbólica de três cheques do Microcrédito aos associados da cooperativa. O programa conta atualmente com 37 instituições de microcrédito credenciadas.

Governador fez entrega simbólica de três cheques do Microcrédito aos associados.O secretário da Economia Solidária e Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sesampe), Maurício Dziedricki, destacou que o Programa Gaúcho de Microcrédito liberou, até o agora, R$ 12 milhões em 1,6 mil operações de crédito aos pequenos empreendimentos. “Esse é o objetivo do programa. Oferecer financiamentos de forma simples e rápida aos empreendedores, possibilitando investir e ampliar os pequenos negócios no Estado”, destacou.

O Programa Gaúcho de Microcrédito é desenvolvido pelo Governo do Estado e coordenado pela Sesampe com o objetivo de atender às demandas de crédito das pessoas físicas ou jurídicas, formais ou informais, individuais ou coletivas, que não possuem acesso ao sistema de crédito convencional. Também é destinado às microempresas, à economia solidária, à agricultura familiar e aos profissionais registrados como Microempreendedores Individuais (MEI).

Fonte: Jornal do Comércio

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Sicredi reafirma compromisso com seu associado

April 16th, 2012 No comments

Instituição financeira já oferece ao seu associado crédito com taxas justas

O momento de mudanças que o mercado financeiro brasileiro está passando com a adequação de taxas das linhas de crédito já é realidade para os associados do Sicredi. O diferencial de uma instituição financeira cooperativa está no foco de sua atuação, que é atender o seu associado de forma eficaz e manter com ele um relacionamento de proximidade para poder oferecer, sempre, o que ele busca e o que está dentro de suas expectativas. Pela natureza do cooperativismo de crédito, de trabalhar para agregar renda aos seus associados e à comunidade onde está inserido, o crédito é uma ferramenta essencial para o crescimento de todos e o acesso a ele deve ser justo. Dessa forma, as taxas médias praticadas pelo Sicredi, em grande parte dos produtos do crédito comercial, já se encontram abaixo da média praticada pelo mercado.

O modelo de negócio cooperativo também apresenta como diferencial competitivo a distribuição de sobras aos associados, decorrente da utilização dos produtos e serviços e do crescimento das cooperativas.

Dessa forma, para o Sicredi, as novas taxas no mercado financeiro deverão incentivar o desenvolvimento no País e tornar esses recursos mais acessíveis para a população. O cooperativismo de crédito está alinhado aos pressupostos de crescimento sustentado, onde a organização das pessoas é a base do seu desenvolvimento, dessa forma, o Sicredi trabalha com o conceito de crédito responsável, orientando o associado em seu planejamento financeiro.

Gerson Seefeld, vice-presidente da Central Sicredi Sul diz que oferecer crédito com uma precificação equilibrada é condição necessária para que as pessoas façam negócios com segurança e um planejamento adequado a sua realidade. “À medida que o crédito se constitui em uma ferramenta de auxílio no desenvolvimento e crescimento, e não o contrário, as pessoas saberão usá-lo da melhor maneira. Hoje, no Sicredi, trabalhamos para que o nosso associado use o crédito consciente e orientamos para que ele faça seu planejamento financeiro de acordo com o que ele precisa”, afirma o vice-presidente.

O Sicredi ocupa o 7° lugar na rede de atendimento das instituições financeiras do País , com mais de 1,1 mil unidades de atendimento. E, em 2011, o Sicredi no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, teve um crescimento de 23,5% nos ativos administrados. As cooperativas de crédito, por causa da sua proposta de organização social e econômica, têm alcançado um reconhecimento significativo no Brasil. Recentemente, o Banco Central do Brasil divulgou dados que colocam as cooperativas de crédito, quando somadas, em 7° lugar em ativos administrados.

A Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB informou que as cooperativas de crédito no País fechou 2011 com R$ 86,5 bilhões em ativos, contra R$ 68,7 bilhões contabilizados em 2010, registrando, assim, um aumento de 25,8%. A ampliação do quadro de associados às cooperativas de crédito também deve ser ressaltada, uma vez que registrou o maior número de adesões em todos os anos. Com os 700 mil novos sócios que passaram a integrar o setor em 2011, as cooperativas de crédito já somam 5,8 milhões de cooperados. O mesmo se pode dizer dos pontos de atendimento. Em 2011, foram inauguradas 354 novas unidades de atendimento, mais de uma por dia útil, ou seja, praticamente 30 por mês. Essa foi a maior evolução dos últimos seis anos.

Fonte: Sicredi

Cooperativas de crédito crescem acima da média do mercado

April 10th, 2012 No comments

O cooperativismo de crédito brasileiro continua crescendo e consolidando seu papel no processo de inclusão financeira no país. O segmento fechou 2011 com R$ 86,5 bilhões em ativos, contra R$ 68,7 bilhões contabilizados em 2010, registrando, assim, um aumento de 25,8%, perfazendo um total 8,7% superior às demais instituições financeiras. Os dados sobre o sistema financeiro nacional foram divulgados pelo Banco Central do Brasil (BC), incluindo as 1.312 cooperativas atuantes, e, dentre elas, as 1.047 ligadas ao Sistema OCB.

A evolução patrimonial foi outro indicador de destaque, no qual o setor registrou uma expansão de 20,6%, praticamente o dobro do percentual percebido pelo restante do mercado, chegando a R$ 15,9 bilhões no último ano. Segundo o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, isso se deve principalmente às ações do Programa de Capitalização das Cooperativas de Crédito (Procapcred), mas também ao reinvestimento em reservas de capital social decorrente das sobras apresentadas no final de cada exercício.

Para Freitas, os resultados alcançados em 2011 refletem o olhar do cooperativismo de crédito para o profissionalismo da gestão dos negócios. “Temos trabalhado para oferecer produtos e serviços diferenciados, com um atendimento personalizado aos nossos associados. Dessa forma, temos ganhado espaço no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e vamos continuar atuando nesse sentido”, diz.

Os depósitos, por sua vez, totalizaram um crescimento de R$ 8 bilhões, passando de R$ 30,1 bilhões para R$ 38,1 bilhões, com um aumento de 26,3%. Ao mesmo tempo, a média das instituições financeiras restantes foi de 14,1%. As operações de crédito também tiveram uma evolução significativa, superando o mercado, que apresentou 22,3% de expansão nesse indicador, apontando incremento de 26%.

A ampliação do quadro de associados às cooperativas de crédito também deve ser ressaltada, uma vez que registrou o maior número de adesões em todos os anos. Com os 700 mil novos sócios que passaram a integrar o setor em 2011, as cooperativas de crédito já somam 5,8 milhões de cooperados.

O mesmo se pode dizer dos postos de atendimento cooperativo (PAC). Em 2011, foram inauguradas 354 novas unidades, mais de um PAC por dia útil, ou seja, praticamente 30 por mês. Essa foi a maior evolução dos últimos seis anos.

Ramo crédito (dados – BC/Sistema OCB) – Hoje, existem no país 1.312 cooperativas de crédito em atuação, reunindo 5,8 milhões de associados.

Fonte: OCB

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Sistema Sicredi registra crescimento de 31% no patrimônio líquido em 2011

April 10th, 2012 No comments

Os resultados consolidados do Sistema estão disponíveis no Relatório Anual

Os números do Sicredi apresentados no Relatório Anual 2011 evidenciam o crescimento das cooperativas integrantes do Sistema e, também, o aumento da identificação das pessoas com o modelo de negócio cooperativo. Em 2011, o Sicredi chegou a R$ 26 bilhões em seus ativos totais, registrando um crescimento de 28,4% em relação a 2010.

O patrimônio líquido consolidado cresceu 31,6%, alcançando R$ 3,6 bilhões, além de R$ 16,2 bilhões em depósitos totais, um incremento de 24,7%.

O Sistema também obteve um incremento de 72,1% na geração de sobras, totalizando R$ 518,2 milhões.

O ano de 2011 também foi histórico pela conquista dos 2 milhões de associados, crescimento de 100% em apenas cinco anos.

Os resultados acima estão disponíveis no Relatório Anual 2011 (link), que destaca também o desempenho do conjunto das cooperativas de crédito singulares, Centrais, Confederação, Fundação, Banco Cooperativo e empresas controladas, integrantes do Sicredi.

O documento apresenta as realizações importantes para o Sistema em 2011, como a modernização da infraestrutura, processos, tecnologias, sistemas, além de melhorias nos canais de distribuição e produtos e serviços. O ano foi marcado pela consolidação dos processos referentes à implantação do Planejamento Estratégico (PE) 2011-2015 do Sicredi. Construído coletivamente, o PE tem como grande objetivo preparar o Sistema para os próximos anos.

Atualmente, o Sicredi congrega 115 cooperativas em dez estados brasileiros, quatro cooperativas Centrais e mais de 2 milhões de associados, que têm à disposição mais de 1,1 mil unidades de atendimento em 905 municípios. A participação do Sicredi é efetiva no desenvolvimento econômico e social das comunidades e regiões em que atua, sendo hoje um dos maiores sistemas de crédito cooperativo do Brasil e da América Latina.

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Banco Cooperativo Sicredi

O primeiro banco cooperativo privado do Brasil nasceu em 1995 para ser o instrumento de acesso das cooperativas ao mercado financeiro e a programas de financiamento. Ao longo de sua trajetória, vem colocando sua experiência e a reconhecida qualificação de seus profissionais a serviço do cooperativismo de crédito. Em 2011, novamente o desempenho do Banco Cooperativo Sicredi foi expressivo. Alcançou a marca de R$ 16,8 bilhões em ativos totais e um patrimônio líquido que ultrapassa R$ 437 milhões, com lucro líquido de R$ 54 milhões.

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Produtos e Serviços

Em 2011, o Sicredi concedeu 14,4 bilhões em crédito, um incremento de 27% em relação a 2010. O crédito comercial atingiu a marca histórica de R$ 10 bilhões. Parte deste desempenho é resultado de inovações como o Sicredi Crédito Fácil, que trouxe aos associados agilidade e acessibilidade ao crédito.

No Crédito Rural foram liberados mais de R$ 4,32 bilhões no Plano Safra 2010/2011 em cerca de 140 mil operações, recorde que posicionou o Sicredi como o quinto maior agente do Brasil. Deste montante, R$ 3,26 bilhões foram liberados para operações de custeio, comercialização e investimento e mais R$ 1,06 bilhão em operações com recursos do BNDES.

Nos meios eletrônicos de pagamento, o Sicredi alcançou, em 2011, a uma base total de 1,7 milhão de cartões emitidos. As compras realizadas por meio dos Cartões Sicredi e Visa ultrapassaram a soma de R$ 1 bilhão, valor 34,7% superior a 2010. Já as transações online chegaram a um volume de R$ 70 milhões, que equivalem a 59% de todas as transações do Sistema.

O volume de prêmios de seguros cresceu 24% contra média de 17% no mercado. O aumento das receitas alcançou 39%, com a contribuição fundamental do segmento de automóveis. O ano também significou a conquista de uma marca histórica na distribuição de receita para as cooperativas: R$ 100 milhões. Com novos produtos e remodelações do portfólio, houve um crescimento de 24% na produção de seguros em relação a 2010, com destaque para os seguros de vida em grupo, que cresceram 33%. A entrada do Sicredi no marketing esportivo, com a criação da equipe Sicredi Racing, patrocinada pelas seguradoras parceiras Icatu e Mapfre, também teve papel significativo no desempenho do segmento.

Também foi relevante a performance em consórcios, a Administradora do Sicredi fechou 2011 como a 13ª no ranking geral em número de cotas administradas. No final de 2011, eram 87.658 cotas ativas e 377 grupos (crescimento de 49% em relação a 2010, superando os 33% previstos). Um dos pontos relevantes do ano foi o desempenho da carteira de imóveis, implementada há apenas dois anos. O crescimento foi de 84,82% em relação ao ano anterior, em parte impulsionado pelo lançamento de novas opções de utilização da carta de crédito para construção e reforma e para imóveis na planta. Outro segmento que é novidade é o consórcio de serviços, que pode ser utilizado para serviços de qualquer natureza.

Na captação dos produtos de investimento, o Sicredi obteve um crescimento de 30,38% nos depósitos a prazo, incremento de R$ 2,07 bilhões comparado ao ano anterior. A poupança captou R$ 503 milhões em 2011, representando um crescimento de 34% em relação a 2010. Em cobrança e pagamentos foram movimentados R$ 37,7 bilhões e processados de mais de 65 milhões de documentos.

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Cooperativas Centrais

As quatro cooperativas Centrais do Sicredi difundem o cooperativismo de crédito e coordenam a atuação das cooperativas filiadas, apoiando-as nas atividades de desenvolvimento e expansão.

Em 2011, a Central Sicredi Sul, que atua no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, ultrapassou R$ 11 bilhões em ativos totais e R$ 241,3 milhões em sobras, aumento de 39% em relação ao ano anterior. Para 2012, a Central tem como objetivos aumentar a participação dos associados nas decisões das cooperativas, potencializar o retorno financeiro aos associados, dar maior eficiência à gestão e aumentar a participação de mercado.

A Central Sicredi PR/SP foi marcada, em 2011, pela união das Centrais Paraná e São Paulo, que permitiu ganhos de escala e a expansão das cooperativas. Os ativos totais superaram R$ 5 bilhões e as cooperativas geraram R$ 119,8 milhões em sobras. Crescer a base de associados, ampliar a rede de unidades de atendimento, aumentar o volume de negócios e rentabilizar o patrimônio líquido estão entre as metas para este ano.

A Central Sicredi Brasil Central, que compreende os Estados do Mato Grosso do Sul, Tocantins e Goiás obteve, em 2011, um crescimento de 34% em seus ativos totais, chegando a R$ 1 bilhão, assim como a ampliação de 78% no volume de sobras geradas pelas cooperativas, atingindo R$ 31,5 milhões. A atuação da Central, em 2012, terá como objetivos chegar a mais de 100 mil associados, aumentar em 33% os ativos totais, consolidar a atuação em Goiás e Tocantins e ampliar a rede de atendimento no Mato Grosso do Sul.

No consolidado de 2011, a Central Sicredi MT/PA/RO, que atua nos Estados do Mato Grosso, Pará e Rondônia, ultrapassou R$ 3 bilhões em ativos totais, crescimento de 36% em relação ao ano anterior, e as cooperativas geraram sobras no valor de R$ 93,7 milhões. Para 2012, as grandes prioridades são chegar a 250 mil associados e a R$ 140 milhões de sobras.

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Comunidade

Por meio da Fundação Sicredi, uma Oscip, o Sicredi difunde o cooperativismo de crédito em programas educacionais voltados a crianças e jovens em idade escolar e à participação ativa dos associados nas decisões das cooperativas, semeando os valores cooperativos nas comunidades onde atuam.

Os Programas Crescer e Pertencer oportunizam aos associados conhecer e participar dos processos que permeiam o funcionamento das cooperativas. Em 2011, foi ampliado o número de cooperativas com voto delegado, o que representou o envolvimento de mais de 190 mil associados.

O Programa A União Faz a Vida, considerado o principal programa de responsabilidade social do Sicredi, chegou aos 16 anos de atuação envolvendo mais de 17 mil educadores e 158 mil crianças e adolescentes em mais de mil escolas distribuídas em cerca de 100 municípios. Em 2011, foram investidos mais de R$ 1,48 milhões no Programa por meio das cooperativas do Sistema.

Outra ação educativa teve destaque em 2011, com o apoio do Ministério da Cultura através da Lei Rouanet. A peça teatral itinerante Caravana dos Poupedis visitou 36 cidades do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo, apresentando a cerca de 26,9 mil crianças a importância da cooperação, o respeito à individualidade, a necessidade de poupar e evitar o consumismo. Em 2012, a Caravana visitou os estados do Mato Grosso, Goiás e Tocantins.

O Relatório Anual do Sicredi está disponível no site sicredi.com.br.

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Sobre o Sicredi

O Sicredi é um sistema composto por 115 cooperativas de crédito, integradas horizontal e verticalmente. A integração horizontal representa a rede de unidades de atendimento (1.169 unidades de atendimento), distribuídas em 10 Estados* – 905 municípios. No processo de integração vertical, as cooperativas estão organizadas em quatro Cooperativas Centrais, uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo, que controla as empresas específicas que atuam na distribuição de seguros, administração de cartões e de consórcios. Mais informações no site sicredi.com.br.
* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

Fonte: Sicredi

Sicoob divulga relatório anual 2011

April 10th, 2012 No comments

O Sicoob (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil) divulgou este mês o Relatório Anual 2011 nas versões online e impresso, reforçando o posicionamento de uma instituição que trabalha por um sistema financeiro sustentável e inclusivo. O documento está disponível no site www.sicoob.com.br. Os resultados do Sistema no período refletem o crescimento do setor cooperativista de crédito no país. Reforçando esse cenário, o Sicoob registrou um crescimento de 18,23% em ativos totais, alcançando a marca de R$ 28,2 bilhões. Nas operações de crédito, houve um acréscimo de 25,41% com R$ 16,5 bilhões.

O relatório apresenta um panorama geral do Sicoob (cooperativas centrais e singulares, Confederação, Bancoob e Fundo Garantidor do Sicoob), os seus principais números, aspectos da organização e projetos sistêmicos, governança corporativa, entre outros. Além disso, o documento traz gráficos e tabelas com informações consolidadas sobre o Sistema, além da prestação de contas e demonstrações financeiras do Sicoob Confederação e do Fundo Garantidor do Sicoob (FGS).

Sobre o Sicoob

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui mais de dois milhões de associados em todo o país e está presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. O Sicoob é composto por 552 cooperativas singulares, 15 cooperativas centrais, o Sicoob Confederação (Confederação Nacional de Cooperativas de Crédito do Sicoob) e pelo Bancoob (Banco Cooperativo do Brasil), um banco comercial privado, sociedade anônima de capital fechado, cujo controle acionário pertence às entidades filiadas ao Sicoob, e que opera como provedor de produtos e serviços financeiros para as cooperativas.

Conta ainda com um Fundo Garantidor do Sicoob (FGS), implantando com o objetivo de garantir e realizar a cobertura dos depósitos à vista e a prazo dos associados de cooperativas singulares do Sicoob, até o valor de R$ 70 mil.

A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com aproximadamente dois mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem um amplo portfólio de produtos e serviços para seus associados e possibilitam acesso a recursos financeiros especiais para empréstimo, investimento e capital de giro, com taxas e juros mais acessíveis.

Fonte: Sicoob

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Secretário Executivo do Bacen realça a importância do cooperativismo para o Sistema Financeiro

April 8th, 2012 No comments

A palestra do Secretário Executivo do Banco Central, Edson Feltrin, que teve como tema “Banco Central e a Economia Nacional”, lotou o auditório da Fiemt na terça-feira, 03 de abril. Profundo conhecedor do Sistema Financeiro Nacional, Feltrin tem atuado de forma significativa junto ao sistema de cooperativismo de crédito nos últimos 10 anos. A apresentação do Secretário abriu o 7° Encontro de Conselheiros e Gerentes do Sicoob MT/MS, que aconteceu nos dias 03 e 04 de abril.

Para Feltrin, o cooperativismo de crédito exerce um importante papel na economia do país. “As cooperativas fomentam o empreendedorismo no Brasil, o que ajuda no desenvolvimento econômico e social e contribui para a consolidação do sistema financeiro”, comentou.
 
Ele destacou que atualmente existem mais de 5 milhões de cooperados no país. “O sistema cooperativista permite que uma gama maior da população passe a ter acesso ao sistema financeiro. Nos últimos anos pudemos perceber uma transformação nas classes sociais e um aumento no número de consumidores. Parte desta nova realidade se deve ao trabalho realizado pelas cooperativas de crédito”, elogiou.
 
O Secretário Executivo disse que ainda há muito espaço para as cooperativas de crédito continuarem se expandindo. “O crédito imobiliário, por exemplo, ainda é uma modalidade pouco utilizada no Brasil. Este é um nicho que tem muito para crescer e que o cooperativismo de crédito deve olhar com carinho”, sugeriu.
 
O palestrante falou ainda da importância da participação dos dirigentes do sistema cooperativo na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. “Este será um evento de extrema importância para o mundo todo, pois definirá a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas. O cooperativismo de crédito tem muito a contribuir neste processo e espero ver o que o segmento tem a oferecer.
 
Fonte: 24 horas news
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Sicoob passa a recolher FGTS

April 4th, 2012 No comments

A partir desta quarta-feira, 4 de abril, por meio de convênio celebrado entre a Caixa Econômica Federal e o Bancoob, os canais de atendimento Caixa, ATM, Sicoobnet Pessoal, Sicoobnet Empresarial e Sicoobnet Celular estarão habilitados para o recebimento da guia de recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Este convênio é muito importante para as cooperativas, principalmente no que se refere à melhoria do atendimento aos associados pessoa jurídica que possuem maior demanda para pagamento mensal das contribuições ao fundo que incide sobre a folha de pagamento.

Fonte: Sicoob

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O Brasil já tem mais de 10 milhões de brasileiros ligados aos 13 ramos do cooperativismo

April 4th, 2012 No comments

O cooperativismo tem se consolidado como fonte de renda e inserção social a um universo cada vez maior de pessoas. Os indicadores do Sistema OCB confirmam essa tendência. Em 2011, o total de associados às cooperativas ligadas à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) passou dos 10 milhões, registrando um crescimento de 11% em relação ao ano anterior, quando foram contabilizados cerca de 9 milhões. Seguindo essa mesma linha, também foi observado crescimento no quadro de empregados, que fechou o último período em 296 mil, 9,3% a mais do que em 2010. Os dados fazem parte de um estudo da Gerência de Monitoramento e Desenvolvimento do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

O número de cooperativas ficou em 6.586, representando um decréscimo de 1% no comparativo a 2010. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, essa redução mostra um caminho natural, de busca por maior competitividade no mercado.

“As cooperativas se juntam, seja por fusão ou incorporação, para ter maior escala e, assim, ganharem mais espaço e ampliarem seus negócios. Em consequência disso, observa-se uma evolução significativa no total de associados e de empregados, ou seja, na força de trabalho”, diz.

Nesse contexto, o ramo crédito se destaca, apresentando o maior contingente de associados, com crescimento de 16% em relação ao ano anterior. Em 2011, o segmento chegou a 4,7 milhões de cooperados. Já em 2010, eram 4 milhões. Em seguida, aparecem os ramos consumo, com 2,7 milhões e 18% de aumento, e agropecuário, chegando próximo de 1 milhão, com 3% de expansão.   

  • Das 1.330 cooperativas de crédito do país, 1.047 são filiadas à OCB, motivo pelo qual o número de associados informado para tais cooperativas é de 4,7 milhões, número este que agregando-se as demais cooperativas do país deve chegar a 5,7 milhões.

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REGIÕES DO PAÍS

Quando avaliada a quantidade de cooperativas, a região Sudeste aparece em primeiro lugar, com 2.349 empreendimentos e crescimento de 3% no comparativo ao ano anterior. Em seguida, está o Nordeste, com 1.738 e 1% de aumento. A região Sul aparece em terceiro lugar, com 1.050, mesmo tendo registrado 14% de diminuição no total de sociedades cooperativas no comparativo com 2010.

No tocante à relação de cooperados, o quadro muda um pouco. O Sudeste continua na primeira posição, com 4,7 milhões e 36% de expansão. Nesse caso, a região Sul ocupa o segundo lugar, com praticamente 4 milhões de associados e 15% de aumento. O Centro-Oeste aparece na terceira posição, com 644 mil e 10% de crescimento.   

E quanto à geração de empregos diretos, a realidade é outra. A região Sul é a que tem maior quadro de colaboradores – 152 mil e 10% de expansão, e a Sudeste, figura em segundo, com 94 mil e 13% de crescimento. Também nesse item, o Centro-Oeste ocupa a terceira colocação, com 21 mil empregados e 20% de aumento no período.

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DADOS ESTADUAIS

O Estado de São Paulo é o que tem mais cooperativas registradas no Sistema OCB – 932. Minas Gerais e Bahia aparecem em seguida, praticamente empatados, com 785 e 783, respectivamente, no ano.   

No total de cooperados, destacam-se os estados de São Paulo (3,4 milhões), Rio Grande do Sul (1,9 milhões) e Santa Catarina (1,2 milhões). Já no de empregados, quem lidera é o Paraná (64,9 mil), seguido do Rio Grande do Sul (48,7 mil) e de São Paulo (48,5 mil).

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PERSPECTIVAS

Com base nos dados históricos, é possível fazer, estatisticamente, uma previsão do comportamento desses indicadores para os próximos cinco anos. A estimativa é de que o número de cooperativas registradas no Sistema OCB permaneça estabilizado. Já o total de cooperados, segue uma linha ascendente e constante, prevendo chegar, também até esse ano, a 12 milhões. Seguindo a mesma metodologia, espera-se que o Sistema ofereça, até 2016, 353 mil  empregos.

CLIQUE AQUI para acessar o estudo da GeMDC/Sescoop.

CLIQUE AQUI para acessar a matéria veiculada no Valor Econômico.

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Cooperativas têm Procapcred prorrogado, com novo prazo e orçamento

April 4th, 2012 No comments

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou a Circular nº 14/2012 prorrogando o Programa de Capitalização de Cooperativas de Crédito (Procapcred) para março de 2014, com orçamento de R$ 1,5 bilhão.

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), representada pelo presidente Márcio Lopes de Freitas, e o Conselho Consultivo de Crédito da OCB (Ceco) atuaram fortemente e de forma preventiva para que o programa não fosse interrompido. A princípio, a vigência terminaria no final do mês de março.

“O Procapcred tem proporcionado o aumento do patrimônio das cooperativas de crédito permitindo que elas alavanquem sua condição de atender a gradativa demanda de crédito aos seus associados e, ainda, que o cooperativismo mantenha sua marcha de crescimento”, explicou o gerente do Ramo Crédito da OCB, Silvio Giusti. “Além disso – complementou o gestor – a prorrogação do Procapcred, reflete o entendimento do BNDES e do Governo quanto ao importante papel das cooperativas de crédito no sentido de contribuir com o sistema financeiro nacional na oferta de crédito, na inclusão financeira e no fomento a produção de produtos e serviços“.

A prorrogação e nova dotação orçamentária do Procapcred são fundamentais para a continuidade da expansão do cooperativismo de crédito brasileiro. “Sem sombra de dúvidas, é motivo de celebração, principalmente porque não deixa de ser também o reconhecimento ao cooperativismo neste ano de 2012 em que mundialmente se comemora o ano internacional das cooperativas, com o tema ‘cooperativas constroem um mundo melhor’, ressalta Giusti.

Saiba mais

 Desde 2006, quando o programa foi lançado, mais de 170 mil liberações foram feitas, atingindo cerca de R$ 900 milhões de reais. Este montante contribuiu para o fortalecimento das cooperativas de crédito e os atuais índices de desenvolvimento do ramo crédito. Hoje, são mais de 1,3 mil cooperativas, com cerca de 5,7 milhões de associados, quase 5 mil pontos de atendimento, presentes em mais de 45% dos municípios do país.

O programa tem como objetivo promover o fortalecimento da estrutura patrimonial das cooperativas de crédito, por meio da concessão de financiamentos diretamente aos cooperados, na prática, os sócios das cooperativas de crédito podem financiar o aumento de suas cotas-partes na cooperativa no valor de até R$ 10.000,00 (dez mil reais) com prazo total de até 6 anos considerando até 1 ano de carência.

Fonte: OCB

Quando somadas, as cooperativas de crédito ocupam a 7ª posição no mercado financeiro do país

April 1st, 2012 2 comments

Dados divulgados pelo Banco Central do Brasil, baseados nos dados de dez/2011 demonstram que as 1.330 cooperativas de crédito brasileiras, quando somadas, ocupam a 7ª posição entre as instituições financeiras de varejo do país, administrando 2,25% dos ativos totais.

Volume de Ativos Administrados 

O volume de recursos administrados pelas cooperativas de crédito brasileiras atingiu R$ 87 bilhões em ativos em dez/2011, mas quando somados também os recursos administrados pelos Bancos Cooperativos Sicredi e Bancoob, instituições estas que atuam como braços financeiros das cooperativas de crédito dos Sistemas Sicredi e Sicoob, este montante sobe para R$ 115 bilhões.

Operações de Crédito

Quando analisada a participação das Cooperativas de Crédito nas operações de crédito o market share passa a 2,45%, totalizando R$ 49 bilhões em operações contratadas.

Patrimônio Líquido

As cooperativas de crédito demonstram estrutura patrimonial mais alta do que a dos bancos, sendo que os R$ 16,7 bilhões de Patrimônio Líquido das cooperativas representam 3,51% do patrimônio do Sistema Financeiro Nacional.

Associados no país

Dados ainda preliminares indicam que aproximadamente 5,7 milhões de brasileiros são associados à alguma cooperativa de crédito, existindo aproximadamente 5.000 pontos de atendimento cooperativo no país.

Ativos administrados pelas Instituições Financeiras de Varejo - base dez/2011

Ativos administrados pelas Instituições Financeiras de Varejo - base dez/2011

Fonte: Dados do BACEN

Cooperativismo de crédito estuda integração de redes de atendimento

April 1st, 2012 No comments

Cerca de 3.500 pontos de atendimento dos Sistemas Sicredi, Sicoob e Unicred poderão ser interligados, criando assim a 4ª maior rede de atendimento do país, atrás apenas do Banco do Brasil, Bradesco e Itaú.

Proposta será avaliada pelo Conselho Consultivo do Ramo Crédito (Ceco) ainda no mês de abril

Integrar redes e compartilhar estruturas de atendimento. Esse é um dos desafios internos traçados pelo Conselho Consultivo de Crédito da OCB (Ceco) em seu plano de ação e que está sendo construído com o suporte da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Reunidos na sede do Sistema OCB, em Brasília (DF), nesta quarta-feira (28/3), técnicos responsáveis pelas áreas de tecnologia da informação dos Sistemas Sicredi, Sicoob e Unicred discutiram os pontos preliminares de um estudo para a construção do modelo de compartilhamento. De acordo com o gerente do Ramo Crédito da OCB, Silvio Giusti, o estudo inicial prevê, inclusive, a possibilidade de integração com outros sistemas.

O gestor conta que o estudo sugere a realização da primeira etapa do projeto com as máquinas de auto-atendimento espalhadas por todo o país: “Existem várias possibilidades de compartilhamento de estruturas, que passam pelas operações de pagamentos, depósitos, convênios, etc. A equipe técnica decidiu, neste primeiro momento, apresentar um estudo de interligação dos caixas eletrônicos, como forma de propiciar ao cooperado a facilidade de acesso a saques e emissão de saldos”.

Giusti ressalta que o projeto trará benefícios tanto aos cooperados quanto aos sistemas, proporcionando, inclusive, a otimização no investimento de recursos. “Com a criação desta possível integração de redes, os sistemas cooperativos poderão pensar em investir em tecnologia de forma conjunta e não mais isoladamente, gerando a redução de despesas e a consequente economia e ganho de escala”, explica.

A iniciativa está gerando uma expectativa bastante positiva. Segundo Giusti, a integração de redes de atendimento é uma ação frequente no mercado nos dias de hoje e o cooperativismo está constantemente se estruturando para acompanhar essa tendência. “Depois da avaliação e aprovação, daremos continuidade à construção do modelo, analisando os requisitos técnicos, e acreditamos que ele é extremamente possível de ser realizado”, ponderou o gestor. O estudo será apresentado à coordenação do Ceco no próximo dia 11.

Fonte: OCB

BC aprova novas opções de negociação de títulos públicos, inclusive para cooperativas de crédito

April 1st, 2012 No comments

26/03/2012 – O Banco Central (BC) anunciou novas opções de negociação no mercado secundário de títulos públicos, com o objetivo de incentivar o mercado e dar mais confiança a investidores. Agora, qualquer uma das partes (compradores e vendedores) podem rescindir o contrato do título quando acharem conveniente.

Além disso, o BC instituiu a plataforma eletrônica de negociações de títulos do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), já que atualmente as operações de títulos públicos no mercado secundário são feitas por telefone. A plataforma está prevista para estrear no segundo semestre de 2012.

Um terceira medida permite que cooperativas de crédito negociem diretamente no mercado secundário, sem a necessidade de serem intermediadas por instituições financeiras. Antes, as cooperativas só poderiam negociar diretamente com o governo a compra dos títulos.

Fonte: Terra Economia

Cooperativismo de crédito mantém representatividade no Ministério da Fazenda

April 1st, 2012 No comments

gerente jurídico do Bancoob, Ricardo Belízio de Faria Senra, foi designado membro suplente do Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN) e tomará posse do cargo ainda no mês de março.

Mais conhecido como “Conselhinho”, o órgão colegiado de segundo grau integra a estrutura do Ministério da Fazenda e é responsável pelo julgamento, em última instância, dos processos administrativos punitivos decididos pelo Banco Central (BC).

Para o diretor-presidente do Bancoob, Marco Aurélio Almada, a decisão é motivo de orgulho para todo o Sistema. “O gerente Ricardo tem conhecimento acerca das matérias jurídicas afetas às decisões do Conselhinho e também conhece as especificidades do Sistema Cooperativista de Crédito, reunindo, assim, todas as características necessárias a uma boa representação do setor”.

O Conselhinho é composto por membros da sociedade civil indicados pelos órgãos de representação das instituições financeiras e por membros do Governo, nomeados para mandatos de dois anos.

Ricardo Belízio irá ocupar vaga destinada ao Conselho Consultivo do Ramo Crédito (Ceco) da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), representando, dessa forma, todo o cooperativismo de crédito nacional. Anteriormente, a vaga era designada a outro integrante do Sicoob: o diretor de desenvolvimento organizacional do Sicoob Confederação, Abelardo Duarte.

Sobre a indicação e a atuação no Conselhinho, Ricardo Belízio declarou: “Recebo a indicação com muita honra. Representar o cooperativismo de crédito em um órgão responsável por julgamentos de ilícitos administrativos não é tarefa fácil. Espero desempenhar tal função pública com a responsabilidade que o cargo exige, aplicando nas decisões os conhecimentos que adquiri na minha experiência profissional, e agradeço muito a confiança do sistema cooperativista de crédito brasileiro”.

Fonte: Bancoob

ProcapCred impulsionou o crescimento do cooperativismo de crédito

March 25th, 2012 No comments

O programa já soma R$ 1 bilhão nos sistemas cooperativos brasileiros

Atualmente, o cooperativismo de crédito no Brasil vive um novo momento no Sistema Financeiro Nacional. O setor passa por transformações e expressa o crescimento acentuado através das ações desenvolvidas em diferentes esferas. Esta fase legitima a função de impulsionar o desenvolvimento o que também é comprovado através do reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) ao declarar 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas. Neste contexto, um dos principais fatores que contribuiu para o crescimento do setor foi a criação do Programa de Capitalização das Cooperativas de Crédito – ProcapCred, instituído em 2006 através da Resolução nº 3.346, que tem como objetivo promover o fortalecimento da estrutura patrimonial das cooperativas de crédito, por meio da concessão de financiamentos diretamente aos cooperados.

No período compreendido entre 2006 e 2011, os sistemas cooperativos brasileiros que operam com o ProcapCred alcançaram valores expressivos e, atualmente, o Programa soma, cerca de, R$ 1 bilhão capitalizados. Deste montante, as Cresóis Central e Baser somam juntas, aproximadamente, R$123 milhões, através de 67.966 contratos. Estes dados revelam a importância do ProcapCred para o setor e justificam a reunião, realizada no dia 16 março, com os Ministérios da Fazenda (MF) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para debater a continuidade do programa.

Conforme o Diretor Presidente da Cresol Central, Egon Gabriel Junior, o encontro foi importante para o fortalecimento das cooperativas de crédito através do financiamento de cota capital aos associados. “Junto a continuidade, nós também propomos algumas mudanças que vão contribuir para melhorias nesse financiamento, como o aumento individual do associado, a redução da taxa de juros equivalente ao Pronaf Mais Alimentos, aumento no prazo de pagamento de cinco para dez anos e a elevação do endividamento das cooperativas de 100% para 150% do seu patrimônio”, explica.

Para o Diretor Operacional de Crédito, Cláudio Risson, a agenda foi produtiva. “O ProcapCred é uma injeção direta no capital das cooperativas, fortalece o patrimônio, dá mais solidez e capacidade para que elas tomem e emprestem recursos e, ainda, faz com que o cooperativismo de crédito amadureça de forma mais rápida. Por isso, encontros como este são positivos porque podemos expor propostas e debater melhorias que irão qualificar ainda mais o programa”, afirma. Risson destaca ainda a importância do papel desempenhado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) enquanto agente financeiro que operacionaliza o ProcapCred.

As propostas sugeridas durante o encontro serão encaminhadas para avaliação do Conselho Monetário Nacional (CMN) e a expectativa é de resultados positivos nas próximas reuniões.

Fonte: Cresol Central

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Sicredi PR/SP supera resultado histórico

March 25th, 2012 No comments

Sicredi PR/SP cresce 19% em associados e 29% em recursos administrados em 2011, nos estados do Paraná e São Paulo

No Ano Internacional das Cooperativas, a Central Sicredi PR/SP apresenta o melhor resultado da história do Sistema de Cooperativas de Crédito nos estados do Paraná e São Paulo. No balanço divulgado ontem, durante Assembleia Geral Ordinária, realizada em Curitiba, estão contabilizados os resultados das cooperativas filiadas nos dois estados, devido a conclusão do projeto de fusão das centrais do Paraná e São Paulo em 2011.

Segundo o presidente da Sicredi Participações e Central Sicredi PR/SP, Manfred Alfonso Dasenbrock, a fusão das Centrais Paraná e São Paulo foi um marco estratégico para o Sistema, pois representou a união de esforços para o crescimento das cooperativas nos dois estados. O presidente afirma, ainda, que o fator que mais influenciou nos resultados positivos de 2011, foi a consolidação do novo processo assemblear, que torna cada vez mais efetiva a participação do associado nas decisões sobre o futuro da sua cooperativa.

“Este é o diferencial da atuação do cooperativismo de crédito em relação às demais instituições financeiras, e que, além de elevar os resultados das cooperativas Sicredi no Paraná e São Paulo, a patamares históricos a cada novo ano, garantem a sustentabilidade do negócio”, declara Dasenbrock.

Atuação reconhecida pelo presidente da Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná), João Paulo Koslovski, que esteve presente na Assembleia. “As cooperativas de crédito do Sicredi atuam com um processo e gestão moderno e eficiente, uma referência no setor e que contribuem efetivamente para o sucesso do trabalho cooperativista no Paraná“, declara.

Resultados – A atuação das 39 cooperativas do Sicredi no Paraná e São Paulo obtiveram um crescimento de associados 19% maior que em 2010, totalizando 474 mil cooperados.

Já o valor de recursos administrados pelo Sicredi nos dois estados conquistou um resultado 29% superior a 2010, refletido na inclusão de aproximadamente R$ 1 bilhão em depósitos realizados nas unidades de atendimento, totalizando R$ 4,7 bilhões em 2011.

“Isso demonstra a credibilidade do cooperativismo de crédito praticado pelo Sicredi nos dois estados, valor intangível que é reforçado por um modelo de atuação sistêmica referência mundial no setor”, declara o presidente que também é um dos diretores do Conselho Mundial e Cooperativismo de Crédito (Woccu).

A operação, dentro do modelo cooperativista, resultou em um crescimento de 103% nas sobras (lucro) de R$ 119 milhões, sendo que deste total, mais de R$15 milhões foram devolvidos como juros ao capital social dos associados.

Segundo Dasenbrock, o Sicredi proporciona uma opção mais racional e econômica para a movimentação financeira, agregando renda aos associados e desenvolvendo as comunidades, uma vez que todo o recurso aplicado na cooperativa, permanece na região.

Outros destaques – A atuação do Sicredi nos dois estados resultou em um crescimento bem expressivo de alguns serviços e produtos financeiros, como o crescimento de 52% do Consórcio Sicredi, hoje listado entre as maiores administradoras de consórcios do País, oferecendo um portifólio amplo nos segmentos de bens móveis, imóveis e serviços.

Já a área de Seguros obteve um crescimento de 25% em relação a 2010, com a oferta de produtos com diferenciais como o seguro Mais em Vida, que premia todo o mês um associado.

O presidente do Sicredi destaca também o aumento de 37% nas operações de crédito total, registrando a movimentação de R$ 3,6 bilhões na economia das 324 cidades em que as cooperativas atuam, e 32% nas operações de crédito rural, injetando R$ 1,8 bilhão no agronegócio, com foco no Paraná. O Sicredi é considerado uma das instituições que mais libera operações nos Programas Agrícolas do Governo Federal, no montante liberado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Um dos produtos que vem mantendo uma performance positiva, desde o lançamento, e impulsiona o resultado do crédito rural, é a caderneta de poupança. O Poupedi Sicredi obteve um crescimento de 27% em 2011, totalizando R$ 663 milhões, em 2011.

Fonte: Sicredi

Sicredi RS/SC tem crescimento de 23,5% no Rio Grande do Sul e Santa Catarina em 2011

March 25th, 2012 No comments

O ano de 2011 foi de conquistas para o Sicredi no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Os ativos totais administrados tiveram aumento de 23,5% e atingiram R$ 13,9 bilhões e o patrimônio líquido chegou a R$ 1,9 bilhão, um crescimento de 24%. “O Sicredi se consolida como instituição financeira de referência para a sociedade. Estamos trabalhando para atender cada vez melhor nosso associado, investindo em profissionalização dos nossos colaboradores e ampliação da nossa rede de atendimento”, diz Gerson Seefeld, vice-presidente da Central Sicredi Sul.

Hoje, o Sicredi reúne 590 pontos de atendimento nos dois Estados.

No Rio Grande do Sul tem uma cobertura de 88% dos municípios, sendo a instituição financeira com a maior rede de atendimento em solo gaúcho – 539 pontos. “Nosso objetivo é chegar a 100% das cidades gaúchas”, comenta Seefeld. Já, o número de associados chegou a 1,2 milhão, 127 mil a mais que em 2010. Para 2012, a expectativa é fechar o ano com 1,3 milhão de associados e inaugurar 26 pontos de atendimento.

Este ano também será relevante para o Sicredi e para o setor cooperativista. A Organização das Nações Unidas – ONU chancelou 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas. “É um momento de satisfação para todos nós que vivemos o cooperativismo e acreditamos em uma nova forma de organização econômica e social. As 51 cooperativas integrantes do Sicredi no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina promoverão diversos eventos no decorrer dos próximos 12 meses para comemorar esta conquista”, finaliza o vice-presidente.

Fonte: Sicredi

Pesquisa aponta que 81,8% dos associados do Sicoob ES estão satisfeitos com a instituição financeira

March 25th, 2012 No comments

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) no Espírito Santo alcançou 81,8% de aprovação entre os seus associados. O número foi apontado em uma pesquisa encomendada pela instituição financeira para medir a satisfação dos clientes. O percentual mostra que o Sicoob conquistou o nível de excelência quanto aos produtos e serviços prestados.
Segundo o presidente da cooperativa, Bento Venturim, o resultado é motivo de comemoração. “Nossos associados são muito exigentes, o que nos faz buscar sempre prestar um serviço melhor. E os números indicam que o Sicoob tem uma imagem muito positiva perante os seus associados”, afirmou Venturim.

Fidelização

Ao todo, 6.177 associados foram entrevistados pelo Instituto Futura entre os dias 25 de outubro e 1º de dezembro de 2011.
O diretor-executivo do Sicoob ES, Francisco Reposse Junior, ressaltou que o estudo contribuiu para identificar pontos de melhoria capazes de maximizar a satisfação e fidelização dos cooperados.
“O objetivo do Sicoob é ser reconhecido como a principal instituição financeira propulsora do desenvolvimento econômico e social dos seus associados, e essa pesquisa mostra que estamos no caminho certo”, disse.

Pessoa física

Os associados analisaram 21 atributos e, desse total, em 13 quesitos o Sicoob conquistou mais de 80% de aprovação, ou seja, a excelência nos serviços.
Entre os itens avaliados estão: educação/cordialidade dos funcionários, instalações físicas, rapidez/eficiência no atendimento, capacidade em resolver os problemas dos associados, variedade de serviços oferecidos via internet, segurança na realização das transações bancárias via internet e outros.
Quando perguntados sobre o grau de satisfação em relação à agência do Sicoob onde têm conta, 95,2% dos entrevistados afirmaram estar “muito satisfeitos” e “satisfeitos”.
Os associados também se mostraram muito fiéis ao Sicoob. Para eles, o principal fator que os mantêm na cooperativa é a qualidade no atendimento (46,4%), seguido da localização das agências (20,5%), da facilidade em obter crédito (19,4%) e da rapidez no atendimento (19%).

Transparência

A quase totalidade dos entrevistados (96,7%) não pretende encerrar sua conta na instituição e 95,9% indicariam o Sicoob a algum parente ou amigo. Além disso, para 71,7% dos clientes a cooperativa é a melhor instituição financeira do Estado.
Os associados também reconhecem a transparência na prestação de contas e a distribuição dos lucros como uma vantagem do Sicoob diante dos outros bancos – 87,8% concordaram com essa afirmação quando questionados sobre o tema.

Pessoa jurídica

As empresas associadas destacaram a qualidade (36,6%) e a rapidez no atendimento (26,2%), além da confiança no Sicoob (24,3%) como os principais atributos da instituição financeira.
Ao todo, 97,5% dos entrevistados não pretendem encerrar sua conta e 92,3% indicariam o Sicoob a alguma outra empresa.
E, de maneira geral, 91,6% estão “muito satisfeitos” e “satisfeitos” em relação à agência do Sicoob onde têm conta.
Quanto aos hábitos de consumo, 70,2% afirmaram utilizar os serviços disponíveis no internet banking, enquanto 66,9% usam os terminais de autoatendimento.
Os entrevistados analisaram 23 atributos das agências localizadas na Grande Vitória, em Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Aracruz, Linhares e São Mateus. Em 11 pontos o Sicoob conquistou mais de 80% de aprovação.

Fonte: Sicoob ES

Equilíbrio de forças no crédito, por Edivaldo Del Grande

March 25th, 2012 No comments

Ao contrário das instituições financeiras tradicionais, as cooperativas de crédito caminham juntas com seus cooperados. Historicamente, os lucros astronômicos dos bancos instalados no país contrastam com as dificuldades de crédito e o endividamento de boa parte da população brasileira. Os ventos sempre sopraram a favor das grandes instituições financeiras, que gozam de grande poder no mercado brasileiro. Mas novas perspectivas trazem a possibilidade de equilíbrio e maior competição no setor.

Assim, uma nova história começa a ser escrita com o crescimento das cooperativas de crédito. Em 2010, essas instituições aumentaram em 330% os depósitos em relação a 2002, passando de R$ 6,9 bilhões para R$ 30,1 bilhões. No mesmo período, o patrimônio líquido aumentou 400%, saltando de R$ 2,6 bilhões em 2002 para R$ 13,1 bilhões em 2010.

Os resultados positivos e a seriedade do cooperativismo de crédito não passaram despercebidos ao nosso governo. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, por exemplo, destacou recentemente a importância do papel das cooperativas de crédito. O economista lembrou que o sistema de cooperativismo passou bem pela crise de 2008 e 2009 e deu uma contribuição importante, principalmente nos municípios do interior do País, quando os bancos retraíram sua oferta de crédito. Em reconhecimento à eficiência de nosso sistema, Tombini afirmou a tendência de as tarifas e juros de empréstimos serem menores, principalmente nos municípios com forte presença do cooperativismo.

Ao contrário das instituições financeiras tradicionais, as cooperativas de crédito caminham juntas com seus cooperados. Os diferenciais das cooperativas começam com atendimento personalizado, direto com o gerente. Ele é responsável pela análise geral da vida financeira do cooperado, auxiliando sua recuperação, estabelecendo prioridades e trabalhando como um consultor financeiro. Por sua vez, os bancos oferecem dinheiro ao correntista, até o seu limite de pagamento. Apesar dos benefícios evidentes e da eficiência de sua atuação, o cooperativismo de crédito responde por apenas 2% do mercado.

Está aí uma missão para nosso setor. As portas se abrem e devemos passar por elas. O Estado de São Paulo, que comporta o maior centro financeiro do País e é responsável pela maior fatia do PIB brasileiro, se apresenta como um celeiro fértil para o crescimento das operações de crédito por cooperativas. As 290 cooperativas paulistas, por exemplo, já administram R$ 10 bilhões de ativos financeiros e desfrutam de R$ 3,5 bilhões de Patrimônio Líquido, além de R$ 5 bilhões em depósitos e uma rede de 659 Postos de Atendimento Cooperativo (PACs). O cooperativismo de crédito já faz história internacional, enfrentando de igual para igual grandes corporações, que atuam no mercado financeiro como verdadeiros apostadores de cassino.

No Ano Internacional das Cooperativas, os números das cooperativas de créditos mostram que essa nova maré chegou para trazer boas novas aos correntistas e a todos aqueles que precisam de crédito justo. No Brasil, um novo rumo está em curso, freando a ganância e oferecendo uma oportunidade verdadeira de crescimento com responsabilidade.

Por Edivaldo Del Grande é presidente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de São Paulo (Sescoop/SP) e da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp)

Fonte: incorporativa.com.br

Quem ganhará esta guerra de Titãs à Reservas X Sobras X Capital Social, por Ricardo Coelho

March 18th, 2012 6 comments

Ricardo Coelho é Consultor para Cooperativas de Crédito

Na mitologia grega, os Titãs estão entre a série de deuses que enfrentaram Zeus e os deuses do Olimpo na sua ascensão ao poder. Por vezes os deuses maiores são derrotados. Outras os rebeldes perdem, e são afastados totalmente do poder ou ainda incorporados no panteão – deuses de uma determinada região. O que tem a ver os deuses Titãs com: Reservas, Sobras e Capital Social?

Vamos analisar juntos a correlação de força entre estes três importantes atores de nosso modelo de negócio, pois como gestores da eficácia de nossa engenharia comercial devemos fazer resultados através de coerente alavancagem de negócios. Mas como fazer isto se há interesses tão díspares nas engrenagens de nosso funcionamento (gestores, sócios, clientes …). Vejamos apenas 3 deles

1º – Sustentabilidade da Singular: Como executivos temos de permitir que a máquina flua com sustentabilidade comercial e, para tanto, não podemos priorizar o interesse individual do sócio. De forma macro, devemos buscar gerir o máximo de recurso a um menor custo (reserva, capital social, depósito a vista, depósito a prazo…) e prestar serviços a um preço comercialmente interessante, nunca barato, passando a idéia que pelo custo pago, o atendimento e os ganhos estão acima do mercado.

2º – Sócios com elevadas posições de Capital Social: Eles podem estar desanimados com este seu investimento, como já explicitado no artigo: “Capital Social e sua não correlação com as Sobras”, onde explicitamos que não há correlação entre capital social e sobras recebidas. Assim sendo, muitos destes clientes já se sentem desconfortáveis com a incoerência deste seu investimento aportado na Singular, em especial se a singular não o remunerar ou se o fizer em percentuais abaixo da Selic.

3º – Usuários da Singular: Um boa parcela do “lucro” da Singular será distribuída como Sobras àqueles que usaram suas soluções, e portanto este tema só é relevante se para o cliente que lhe couber uma parcela “gorda” deste rateio. Em artigos apresentamos as várias distorções deste rateio, e após a LC 130-2.009 ainda não fomos capazes de transformar as Sobras distribuídas em algo “sexy”.

Os interesses antagônicos dos três Deuses Titãs: Reserva X Capital Social X Sobras.

Se a singular seguir a coerência comercial remunerando seu capital social, lançará esta despesa de captações em 31/12, dando uma punhalada no grande Deus: Sobras. Sim, pois, a remuneração do capital social é uma despesa financeira e reduz as Sobras brutas na AGO.

Atenção: Podemos até apresentar este custo na AGO como integrante das Sobras do ano anterior, mas será apenas uma jogada comercial, já que é devida a remuneração aos sócios investidores. Também é um equívoco somar este custo no “atingimento” de metas e PPR, pois ele é despesa e não compõe o resultado.

Mas o Deus Reserva também pretende dar uma punhalada no Deus Sobra Bruta quando da AGO, e fará de tudo para obter para si o máximo de recursos. Como gestores sabemos que a Reserva é uma rica fonte de oxigênio para nossa Singular, em especial para as novas e para aquelas que desejam alavancar sua carteira de crédito e fazer frente à agressividade de seu mercado. É nossa missão gerir esta complexa fonte de recursos, já que a instituição precisa de alicerces e ações de longo prazo e os sócios/clientes são imediatistas e têm dificuldades em abrir mão de ganhos para aportar em Reservas. Mas qual seria o percentual das Sobras Brutas a se direcionar para as Reservas? Depende do momento da Singular, mas é sensato elevar gradualmente a percentuais entre 30% e 50%. Mais que isso agredimos os diferencias comerciais já debilitados das Sobras, tornando-os insignificantes. Contudo, não se tem mostrado saudável a adoção constante de percentuais próximo aos 10% mínimo legal. De forma macro temos que pensar nas Reservas como:

  • Captações a custo zero, e que já será fonte de lucros no próximo período, pois mesmo que não tenhamos tomadores para ela, será remunerada pela sua concentração financeira.
  • Uma fonte que a Singular não deve satisfação individual a nenhum sócio
  • Uma alavanca de concessão de crédito e um ótimo balizador para alavancar longos créditos
  • Um pilar que dá segurança aos líderes e favorece os preceitos da boa Governança,  etc   

Mas o Deus Sobras Distribuídas fará de tudo para se esquivar das punhaladas dos Deus Reserva e Deus Remuneração de Capital Social. Irá alegar que sem valores expressivos não terá como se manter no panteão dos Deus deste time e que seus discípulos irão buscar outros deuses, pois o diferencial vendido e entregue como um grande chafariz de vinho passará a ser um minguado filete de vinagre, que pouco soma racionalmente.

Que tenhamos sabedoria para gerir esta guerra de vaidades destes nossos três Deuses Titãs

Ricardo Coelho  Consult                          www.ricardocoelhoconsult.com.br
Consultoria de Gestão e Capacitação Comercial para o Cooperativa de Crédito

Negociação: o que é essencial para obter resultados sustentáveis, por Enio Meinen

March 14th, 2012 3 comments

Enio Meinen

Quem de nós já não foi “escalado” para sentar à mesa de negociações? Refiro-me, aqui, às tratativas na seara profissional (condições comerciais de parcerias e negócios em geral, termos de cláusulas contratuais, assuntos internos da empresa ou relativos a interesses corporativos intra e intersistêmicos, matérias legislativas e regulamentares e outros temas de nossa rotina organizacional), embora as reflexões que adiante desenvolverei possam, em essência, ser úteis em outros campos (familiar, social etc).

Bem, sem recorrer aos bordões do “livro texto”, vou tentar descrever alguns bons (ou maus) exemplos que selecionei a partir de testemunho (ou eventualmente participação) de práticas negociais ao longo de minha atuação no cooperativismo de crédito.

O primeiro movimento, sem dúvida, passa por reunir todas as informações possíveis sobre o assunto em torno do qual gira o desafio da composição (dominância do tema). É preciso saber claramente a nossa situação diante do interlocutor, se ela é mais ou menos favorável. Conhecer, na medida do possível, o perfil de quem está (ou estará) do “lado de lá” é, igualmente, providência desejável.

Para iniciar a conversa temos de ter em conta o que não gostaríamos que o “outro” fizesse conosco. Com isso, aplicando a reciprocidade, já sabemos, em boa medida, o que não devemos fazer que possa desapontar ou desprestigiar o nosso interlocutor.

Vamos lá. Ninguém, por exemplo, suporta uma postura arrogante. Por isso, não tente demonstrar que você é o “sabe tudo”, que é o “dono da razão”, muito mais ainda quando tem tudo a perder em caso de ruptura. Esqueça a sua mania de “dar aula” para a o interlocutor sobre o negócio ou a vida dele (do tipo: eu acho que para a sua empresa o melhor é isso, ou a solução da sua vida passa por aquilo…). Controle a sua ansiedade e evite reafirmar coisas óbvias (isso irrita de verdade…). Da mesma forma, não queira fazer valer a sua condição social ou a sua posição hierárquica (cargo) – aliás, o uso da hierarquia é útil numa única situação: organizar ou disciplinar processos internos. Ganhar no grito ou na ameaça é igualmente condenável. Não seja inflexível ou intolerante.  Quando a serviço de uma organização, lembre-se de que as suas convicções pessoais não podem ser obstáculo para uma boa solução institucional. Portanto, vença a “birra”!  A vaidade, decididamente, frustra muitas negociações.

Se você domina bem as circunstâncias, é o que basta. Deixe o interlocutor falar à vontade. Ouça-o, ouça-o e ouça-o.  Aliás, suscite\evidencie os seus atributos (com honestidade), incentive-o a falar sobre aspectos que ele valorize (lembre-se que, em consideração a quem você for procurar, é preciso buscar informações prévias a seu respeito: qualificativos profissionais, clube do coração, preferências por leituras, lugares, vinhos, culinária etc). A confiança em você aumenta (ou diminui) conforme a deferência que você for expressar e o espaço que vier a conceder ao parceiro.  

Tendo merecido boa acolhida, fale, resumidamente, de sua situação pessoal, que nunca se deverá sobrepor (em importância) a do interlocutor. Sei que, por vezes, é difícil evitar a menção aos nossos grandes feitos, ao nosso protagonismo nisso e naquilo, ao quanto somos “venerados” pela nossa posição profissional e social… Em síntese, de forma amável e humilde, com pureza e um pouco de coração, tente buscar um “encaixe” no cenário descrito pelo interlocutor.

A essa altura, se havia uma grande distância antes da conversa, no mínimo ela terá encolhido significativamente. Assim, estará criado o ambiente para tratar do assunto propriamente dito. Tente, então, obter, primeiro, a impressão do interlocutor sobre o tema da pauta. Depois disso, chegando a sua vez, fale de como é socialmente\coletivamente (o bem que fará para muitas pessoas) importante você ter a sua posição considerada. Dê conta do amparo principiológico, do justo, da equidade da “concessão”. Seja firme, fluente, preciso e consistente (jamais mostre nervosismo ou indecisão – “perderá pontos” na certa).  Não minta, não invente, não blefe…, não se iluda! Enfim, com verdade e transparência – e um sentido de quase imparcialidade -, faça ver as suas boas e bem lastreadas intenções.

Não pressione por uma decisão na hora, embora, sendo o caso, fale de quanto seria desejável – lembrando impactos que possam sensibilizar – uma manifestação a curto prazo. A paciência e a serenidade são posturas milenarmente consagradas.

Pesa muito no resultado final a sua disponibilidade para fazer as tarefas por vezes mais árduas ou trabalhosas: pesquisas, simulações, produção de textos (para os acordos, inclusive quando envolver tratativas visando à construção de texto legal ou regulamentar, novos contatos etc). Seja, portanto, solícito e voluntarioso. Prontifique-se!

Procure manter-se fiel às combinações. Não deixe de cumprir os prazos que você venha a assumir. Preferencialmente, antecipe as suas entregas. Assim, não deixará margem para que o interlocutor justifique encaminhamentos adversos por mera “inadimplência” (sua) na forma.

Já sobre o mérito que for defender, jamais pretenda algo que desequilibre a relação.  Do tipo eu ganho e o outro perde. Ou, eu tenho de “levar vantagem em tudo” (a maldição da “Lei de Gérson”…).  Além de dar mau exemplo do ponto de vista da ética negocial, e ver a sua “vitória”  “dar água” a curto prazo – a condição “imposta”, a par de iníqua, invariavelmente é também inexequível -, em futuras negociações terá o “universo” (mercado) conspirando contra você.

Não perca de vista que as pessoas e as organizações se comunicam e que os interlocutores mudam de empresa, de posição. Logo, logo você estará diante de um novo desafio, talvez muito mais importante daquele no qual você (pensa que) “triunfou”, e pode reencontrar-se com o mesmo interlocutor ou alguém (da mesma ou outra empresa, do mesmo órgão…) que já conhece o seu “jeito”. Um futuro reencontro pode dar-se também com a mesma organização. A sua condição nessa nova conversa pode ser boa ou ruim, dependendo do seu comportamento nas tratativas anteriores… Por sinal, tem uma máxima que diz que você sempre tem de “juntar” quem estiver caído na sua volta, pois nunca saberá o “buraco” em que um dia poderá cair. E para sair dele, muito possivelmente você vai precisar de quem um dia acudiu (ou perdeu a oportunidade de acudir…!).

O certo não é “convencer” a outra parte (impor-lhe uma vitória, como indica a raiz do vocábulo), mas influenciá-la de maneira a alcançar-se o verdadeiro consenso. O resultado virtuoso na negociação é o que conduz ao “ganha-ganha”, à justa composição. Qualquer outra solução é insustentável na linha de tempo (portanto, precária e efêmera).

Tem mais: em nosso meio, considerando o universo institucional em que militamos, voltado para uma causa nobre e de alto apelo social – o cooperativismo -, que é orientada por princípios e valores éticos e morais, agir certo é um dever, uma questão de exemplo!

Por fim, tão importante quanto à (adequada) postura durante a negociação é a conduta após a conclusão desta. Com efeito, uma vez alcançado o consenso, honre o trato, honre a sua instituição, honre o seu próprio nome!

E lembre-se de que:

“Nem toda vitória é honesta, nem todo sucesso é decente”. (Mário Sérgio Cortella, filósofo e professor universitário)

Por Enio Meinen, advogado, pós-graduado em gestão estratégica de pessoas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e atualmente diretor Operacional do Banco Cooperativo do Brasil – Bancoob.

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Centralização Financeira traz avanços na rentabilidade as Cooperativas Cresol

March 10th, 2012 No comments

Desde o início do ano de 2012, as Cooperativas Cresol iniciaram o processo de centralização financeira de sua liquidez, e em apenas dois meses já se pode observar resultados positivos da aplicação desse novo formato no Sistema Cresol Baser.

O Diretor Financeiro da Central Cresol Baser, Alzimiro Thomé, juntamente com o departamento financeiro da Central, durante o ano de 2011 visitaram as cooperativas do Sistema para explicar como ocorreria a transição, que hoje já apresenta vantagens a rentabilidade das cooperativas.

Antes da Centralização Financeira nosso saldo de liquidez que estava em banco tinha 03 destinos básicos: Saldo em Conta Convênio/Movimento/Tributada, Saldo Aplicado em Fundos de Investimento na Conta Convênio e Saldo na Aplicação Centralizada. Nesse formato, tínhamos as seguintes situações: o saldo em conta corrente não era remunerado, o saldo aplicado na conta convênio tinha rendimento geralmente 5 a 10% inferior à centralizada e ainda tínhamos outros custos”, comenta Alzimiro Thomé.

No novo formato com a Centralização Financeira automaticamente ao final do dia o Sistema aplica ou resgata da centralização conforme a necessidade da cooperativa.

“A rentabilidade no mês de fevereiro (um mês com menos dias úteis que os meses normais), da centralização financeira foi de 0, 73% a.m. Detalhe: líquido para a cooperativa sem custo de tributos. Caso tivéssemos no formato antigo, seguramente teríamos uma rentabilidade líquida abaixo de 0,6800% a.m”, destaca Alzimiro Thomé.

Fonte: Cresol Baser

Sistema Cresol Central inicia construção de planejamento estratégico

March 10th, 2012 No comments

Proposta é definir estratégias de atuação para os próximos três anos

Visando construir um planejamento estratégico que observe as necessidades, tendências e desafios impostos pelo atual cenário econômico às cooperativas de crédito, dirigentes das cooperativas singulares afiliadas a Cresol Central reuniram-se nos dias 6 e 7 de março, na Casa de Retiro Santa Cruz em Passo Fundo – RS. O encontro contou com painéis ministrados pelo Assessor do Departamento de Estudos Sócio-Econômicos Rurais (Deser), Amadeu Bonatto e pelo Diretor Pedagógico do Instituto Superior de Filosofia Berthier (IFIBE), Paulo César Carbonari.

Analisou-se o cenário internacional, destacando a crise econômica e ambiental, a atuação dos Governos, e o papel da agricultura familiar neste cenário. Foi realizado o resgate dos planejamentos realizados pela Cresol Central nos anos de 2004 e 2007 e ainda os dados da pesquisa feita no ano passado no Sistema Cresol, a qual contempla a visão dos associados, dirigentes e funcionários perante o Sistema.

Em sua apresentação, Bonatto destacou que as políticas públicas deram propulsão e conseguiram reter muitos na agricultura e, ainda, introduziu um conjunto de agricultores à dinâmica produtiva. No entanto, apontou que é preciso renovar o Pronaf, as políticas de seguro e de comercialização, a assistência técnica e a articulação destas políticas para não haver dificuldades na continuidade dos avanços conquistados. “É uma encruzilhada em como enfrentar a atual conjuntura que está em mudança e criar um projeto de desenvolvimento com novas ações e políticas renovadas, o que é determinante para a agricultura familiar. E a Cresol está envolvida não somente enquanto agente financeiro, mas também enquanto ator social e político neste processo. É preciso contribuir com um novo passo na dinâmica dos movimentos, nas articulações”, destaca.

De acordo com o Diretor Presidente da Cresol Central, Egon Gabriel Junior, diante do conjunto de eixos temáticos debatidos nos dois dias, os que surgiram com maior ênfase foram da governança e formato, pois se tratam de dois temas centrais dentro do Sistema. “Debater estes temas nos permitiu apontar várias elementos que devemos preservar e várias necessidades de avanços que devemos realizar. É preciso melhor atender as demandas e necessidades dos nossos associados e manter os diferenciais enquanto cooperativismo de crédito solidário”.

A participante Teresinha Aparecida Neto Engels, Diretora Presidente da Cresol Rio Fortuna, destaca que o planejamento foi importante para fortalecer e divulgar os trabalhos que a Central e as cooperativas realizam. “O encontro foi muito produtivo porque mostrou que a luta que a Central faz é para as cooperativas. Além disso, mostrou o que a gente fez e o que pode pode fazer para melhorar as ações”, finaliza.

Gabriel Junior destaca que desde a constituição da Cresol Central foram feitos dois planejamentos e estes encontros remetem a fazer, de tempos em tempos, reavaliações. “Precisamos fazer uma análise do atual cenário da Cresol, como o Sistema se coloca diante das mudanças impostas, a exemplo do êxodo rural. É preciso reafirmar nosso trabalho para continuarmos fazer o desenvolvimento local e regional sustentável”. O presidente salienta ainda que este foi um importante momento de participação e envolvimento dos dirigentes e funcionários, e que a dedicação das cooperativas será vital na construção das próximas etapas deste planejamento estratégico.

A metodologia utilizada na atividade contemplou apresentação de informações que destacam a evolução e os desafios da Cresol. Além disso, foram organizados grupos de discussões para apontar as principais possibilidades, necessidades e o que se deve preservar no Sistema com relação ao Formato, Formação, Crédito, Governança, Relações Institucionais e Tecnologia da Informação. A partir desta etapa, será elaborado um documento base que norteará as próximas etapas do planejamento estratégico.

Fonte: Cresol Central

Sicredi fecha Expodireto 2012 com mais de 1.400 pedidos de protocolo

March 10th, 2012 No comments

Primeiro ano com sede própria, o Sicredi atendeu associados de todo o Brasil na Expodireto Cotrijal 2012.

Nos cinco dias da feira, a instituição financeira protocolou mais de 1.400 pedidos de financiamento em um valor de R$ 80 milhões – a média por pedido foi de R$ 60 mil.

“Tivemos o resultado esperado para o momento que agricultura gaúcha está passando. Durante a feira, conversamos com nosso associado e prestamos consultoria para que ele decidisse o que era melhor para sua propriedade”, diz Orlando Müller, presidente da Central Sicredi Sul.

A linha mais procurada foi o Mais Alimentos e o equipamento, tratores de até R$ 75 mil.

Fonte: Central Sicredi Sul

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Sicoob Paraná completa 10 anos

March 10th, 2012 No comments

Os 10 anos do Sicoob Paraná foram comemoradosno último sábado, dia 25 de Fevereiro de 2012, no Centro de Eventos Excellence em Maringá-PR. O evento reuniu mais de 1200 pessoas, entre elas autoridades cooperativistas de todo o País, dirigentes e colaboradores das 19 cooperativas que compõem o sistema no Paraná.

O momento das homenagens foi emocionante, todos que fizeram parte dessa década de existência puderam receber das mãos de Dirigentes do Sicoob PR, Jefferson Nogaroli, Luiz Ajita, João Bactista Manfroi e Marino Delgado uma escultura do artista plástico maringaense Zanzal Mattar, que simboliza o cooperativismo no Paraná.

O evento ainda contou com o lançamento do livro “Escrevendo o próprio destino”, escrito por Sérgio Gini e Dirceu Herrero, relatando “Como incertezas, desafios e sonhos transformaram,em apenas 10 anos, a história do cooperativismo de crédito empresarial no Brasil”. Palestras com Jussier Ramalho e Ricardo Amorim, no período do dia, e shows com o comediante Paulinho Mixaria, a dupla serteneja João Carreiro e Capataz e a Banda Blindagemencerraram a noite e o evento.

O Sicoob Paraná é o reflexo mais puro do que somos coletivamente. É o resultado da união associativista com o espírito cooperativo. Fruto de visionários que, com o coração cheio de esperanças e o ideal do bem comum, procuraram não apenas viver, mas saber porque viviam. Eis aqui o resultado em 10 anos. Pouco tempo, mas um tempo que passou muito rápido. Que deixou alguns pelo caminho, que reuniu outros e que se abriu para todos os que tiveram determinação, coragem e profissionalismo.

Hoje somos 19 cooperativas, 89.000 cooperados, 86 postos de atendimento cooperativo e uma movimentação em 2011 de R$ 1,1 bilhão em ativos. Hoje e sempre somos o Sicoob Central Paraná.

Fonte: Sicoob Paraná

Sicoob já tem mais de 21 mil acessos à conta corrente pelo Facebook

March 10th, 2012 No comments

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), maior sistema de cooperativas de crédito do país, alcançou a marca de 21 mil acessos à conta corrente pelo Facebook. A ferramenta possibilita que o cooperado faça consultas financeiras, visualização de saldos, últimos lançamentos e lançamentos futuros da conta corrente. As informações das consultas não são publicadas no mural do usuário, mantendo o sigilo e garantindo a segurança dos associados .

O aplicativo, lançado e disponibilizado desde julho de 2011, segue as tendências de inovações tecnológicas, proporcionando aos cooperados uma forma pioneira de acesso às informações bancárias com economia e praticidade, uma vez que possibilita a visualização das operações na conta corrente de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora do dia ou da noite, por meio do Facebook. O Sicoob foi a primeira instituição financeira no Brasil a disponibilizar um aplicativo que possibilita a realização de consulta financeira na rede social.

De acordo com o gerente de Canais de Atendimento do Sicoob, Luiz Cândido Severino Junior, a possibilidade de integração com informações disponibilizadas pelo Facebook é um diferencial entre as instituições financeiras do país. “A integração com as redes sociais é um dos grandes diferencias do Internet Banking do Sicoob e a perspectiva é que esse serviço ganhe novas funcionalidades em breve”, afirma o gerente.

Fonte: Sicoob

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Governança Coorporativa em lua de mel com o Cooperativismo de Crédito, por Ricardo Coelho

March 6th, 2012 1 comment

Ricardo Coelho é Consultor para Cooperativas de Crédito

A parcela mais aguerrida comercialmente do Cooperativismo de Crédito – livre admissão e empresários – está em lua de mel com a Governança Coorporativa. E para que seja uma vida repleta de realizações e felicidade é necessário transparência e parceira na saúde e na doença. Portanto, esta formosa esposa deve explicitar suas verdades. Só assim aproveitaremos seus ricos ensinamentos apregoados aos quatro ventos, em especial junto as grandes empresas com ações negociadas em bolsa. Caso contrário, estaremos casando atraídos pela sua beleza plástica e modismo como acontece com um ingênuo adolescente diante do seu primeiro amor. Isso traria perdas irreparáveis de tempo, recursos e oportunidades para a Singular.

Tudo bem. Admitimos, então, que ela é uma dama de ouro e nosso relacionamento tem tudo para dar certo. Porém, antes de entrar de cabeça neste relacionamento e nos mudarmos para a casa da Sra. Governança, precisamos que ela nos conheça profundamente e não nos pasteurize como se fôssemos os outros relacionamentos que já teve. Só assim poderá se sintonizar a nossa realidade e gradualmente nos apoiar, em especial, no esforço de fazer-nos esquecer alguns paradigmas de gestão que edificamos anos a fio e que pouco irão nos ajudar na implementação do projeto de Governança.

Mas que a bela dama Governança não se engane! Ela deve primeiro aceitar que uma grande parcela do cooperativismo de crédito irá se casar (ou já se casou) com ela não por desejar, mas sim por ser esta uma determinação legal. Portanto, ela deverá ter calma e tato político e profissional para conduzir com maestria esta mudança de visão e atitude na mente de nossos líderes. Caso contrário, serão pífios os benefícios desta união, e com um divórcio previsível e custoso para a Singulares.

Já que muitos de nós vão ser obrigados a nos casar com a Governança, vamos ser práticos e lhe expor algumas de nossas verdades para que ela não venha alegar desconhecimento. Só assim nos ajudará como uma equipe – marido e mulher – que busca edificar algo grandioso durante anos a fio.

Vamos juntos analisar certas premissas internalizadas em alguns de nossos líderes e que precisam ser revistas com a ajuda da Sra. Governança, agora nossa esposa:

a) Uma parcela de nossos líderes ainda não domina completamente a complexidade da gestão de uma instituição financeira massificada frente à competitividade deste agressivo mercado.

  • Alguns líderes necessitam de intensa capacitação em gestão comercial para que possam dar fluidez ao processo de perpetuação da Singular. Só assim, com resultados aplaudidos pelo mercado é que haverá espaço para que estes executivos absorvam e apliquem os ensinamentos da Governança. Atenção: Em época de crise de sustentabilidade não há clima para aprimorar conceitos sem elevado estresse. Como costumamos dizer: Criança com fome ou estresse não aprende;

b) Muitos dos atuais executivos acreditam no projeto da Singular, mas mantêm uma intensa vida política e comercial na sociedade. Pela sua carência de tempo, apoiam o projeto emprestando sua notoriedade e nome à direção da Singular, bem como concentram nela a movimentação financeira de seu grupo socioeconômico. Neste cenário de falta de tempo e apenas superficial conhecimento do negócio, delegam ao(s) executivo(s) líder(es) a condução da Singular.

  • Como consequência direta, são deficitários nos pré-estudos dos temas pautados para as reuniões do conselho, não permitindo um debate saudável dos direcionamentos estratégicos da Singular. Assim, não dispõe de notoriedade no tema e no mercado para apoiar ou propor metas, posicionamentos mercadológicos e o planejamento estratégico, tendendo a concordar com o(s) executivo(s) líder(es). Portanto, ainda mais fracos serão na cobrança e acompanhamento dos resultados. Este cenário não se muda pela simples aprovação de um belo organograma na AGO direcionado para atender ao órgão regulador.

c) A Governança orienta que nossos conselheiros sejam conhecedores da lógica de nosso negócio para poder absorver os anseios dos sócios e retransmiti-los como missão macro para a diretoria executiva. Devemos gradualmente rever os critérios de seleção de conselheiros, buscando profissionais que, além da força socioeconômica, tenham desejo e tempo para aprender cada vez mais sobre nosso negócio, e assim realizarem sua missão com eficácia. Portanto, tenderão a dar parcial expediente e não mais estarão presentes somente em breves e esparsas reuniões. Em contrapartida teremos que elevar substancialmente as remunerações (cédulas de presença) para podermos mantê-los motivados a crescer com a instituição. Um custo direto da Governança.

d) Diante da Sra. Governança há uma tendência a definir no organograma dois cargos de presidentes: Conselho (Institucional) e da Diretoria Executiva (Operacional). Como passaremos de um modelo de décadas baseado em um único presidente para um novo modelo com dois presidentes e ainda não temos maturidade aguda para lidar com dois cargos de mesma nomenclatura, sugerimos que na Diretoria Executiva o cargo mais elevado seja o de Diretor Superintendente. Pois ficaria estranho em nosso meio termos um: Presidente da Diretoria Executiva, haja vista que presidente é um cargo acima de diretor.

  • Apesar de termos mudanças de cargos e mandos formais, devemos lembrar que cultura não se muda por decreto definido na última AGO e aprovado pelo BC algum tempo depois. Por um bom tempo ainda teremos a hierarquia real apontada em um de nossos recentes artigos: “A” manda em “B” que manda em “C”. Ou seja, será comum vermos um presidente do conselho, participando e conduzindo a diretoria executiva, contratando e demitindo funcionários, aprovando créditos, apesar de seu nome eventualmente não constar na ata.

e) Será um enorme aprendizado para o cooperativismo de crédito fazer com que seus atuais diretores executivos, e que passam a conselheiros, se limitem aos temas estratégicos delimitados pelo anseio de seus sócios na AGO. Pois, devem se abster totalmente dos temas operacionais que tanto se envolviam e lhes davam a percepção de utilidade prática e liderança.

f) Há outro aprendizado a ser imputado aos conselheiros. Ocorre que a diretoria executiva (Direx) deverá ser uma réplica das boas práticas de mercado para que possamos atrair e reter bons profissionais. Ou seja, deveremos propor uma boa remuneração fixa com atrativos benefícios, além de altos ganhos variáveis por metas atingidas. Ocorre que alguns conselheiros tradicionais tendem a considerá-los elevados e uma afronta ao preceito do cooperativismo. Algo a ser gerido.

g) A Governança é uma elevação substancial dos custos de uma Singular, sem certeza de melhoria nos resultados operacionais em curto prazo. Portanto poderá ser um agravante a ser implementado e administrado por Singulares pequenas ou debilitadas financeiramente.

h) Há algo delicado quando à Governança e que pode causar um certo desconforto, já que usualmente temos três executivos remunerados. Na nova configuração, apenas o presidente do conselho será remunerado e o resto do conselho só receberá cédula de presença. Assim, dos três atuais executivos, um teria sua situação resolvida, o outro poderia se utilizar da abertura legal de ser o único do conselho com cargo de diretor executivo, mas o terceiro ficaria sem remuneração.

i) Outro tema é que a contratação e a demissão de um diretor executivo é algo impactante para qualquer empresa, em especial para as Singulares que ainda não detêm expertise frente a um tema tão delicado. Assim, poderá haver equívocos de gestão com demissões recorrentes com perda gradual de governabilidade para a Singular, potencializando o resurgimento do mando operacional do antigo líder, mesmo sobre as vestes da Governança.

Não será fácil contratar diretores executivos no mercado sem estes chamarizes, além do que muitas grandes Singulares estão localizadas em cidades pequenas que podem não ser atrativas para os profissionais mais preparados do mercado.

Para pensarmos:

  • Quem demitirá o diretor executivo que também é conselheiro? Como ficará sua situação diante dos demais conselheiros, funcionários e sócios?
  • Qual a utilidade para a Governança e para o BC de conselheiros e diretores executivos sem patrimônio? Suscita um risco pífio pessoal e nenhuma perda de patrimônio diante dos demais conselheiros com patrimônio.

Reflexão final:

Muita calma nesta hora e extremo cuidado com o uso excessivo do jeitinho brasileiro diante das prerrogativas da Governança Corporativa, em especial quanto à simples mudança de nomenclatura e organograma para atender o prazo, o processual do BC e a plástica da Governança.

Saibamos aproveitar os ensinamentos desta coerente proposta nos apresentada pela Sra. Governança e passemos a implementá-la gradualmente em nosso modelo de negócio, sempre respeitando cada Singular em seu momento, tamanho, história, capacidade financeira e humana, e em especial sua ambição mercadológica.

Por fim, fiquemos espertos, pois sabemos que ainda não somos os melhores do mercado e se desviarmos muito esforços (pessoas, tempo, recursos…) para este projeto, poderá debilitar nossa eficácia mercadológica. E é o mercado que nos julgará, com ou sem Governança Corporativa.

Ricardo Coelho Consult www.ricardocoelhoconsult.com.br
Consultoria de Gestão e Capacitação Comercial para o Cooperativismo de Crédito