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Archive for the ‘SICOOB’ Category

Sicoob lança funcionalidade para impressão a partir de dispositivos móveis

April 24th, 2012 No comments

Inovação tecnológica para o setor financeiro

O Sicoob, maior sistema de cooperativas de crédito do país, lança no dia 25 de abril uma atualização do seu aplicativo que possibilitará a impressão de extratos e comprovantes diretamente de celulares e tablets. O Sicoob é a primeira instituição financeira do país a oferecer esse serviço no mercado. Para ter acesso à funcionalidade é necessário atualizar o aplicativo Sicoob, gratuitamente, nas lojas virtuas App Store (Apple) e Android Market (Google).

Nos aparelhos Apple iOS, o aplicativo Sicoob utiliza a tecnologia AirPrint que foi lançada a partir da versão 4.2 do iOS para os dispositivos iPad (todos os modelos), iPhone (3GS ou superior) e iPod touch (3ª geração ou superior). Esta tecnologia é suportada por impressoras de diversos fabricantes.

Nos dispositivos Google Android, o aplicativo Sicoob utiliza a tecnologia Google Cloud Print, suportada nativamente em alguns modelos de impressoras. Esta tecnologia também permite o uso de impressoras tradicionais, desde que conectadas à internet por meio de um laptop ou PC. O Google Cloud Print conecta as impressoras na web, podendo ser utilizadas de qualquer dispositivo Android. A lista completa de impressoras compatíveis com a nova funcionalidade pode ser obtida no site do Sicoob (www.sicoob.com.br).

De acordo com o diretor de Tecnologia da Informação do Sicoob, Ricardo Antônio de Sousa Batista, o lançamento da nova funcionalidade surgiu da necessidade das pessoas obterem comprovantes de forma rápida e prática. “A impressão de comprovantes e extratos diretamente de dispositivos móveis, facilitará a vida dos associados que buscam maior comodidade ao realizar transações financeiras no dia a dia”, diz.

Fonte: Sicoob

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Sicoob ingressa no mercado de consórcios

April 18th, 2012 No comments

O Sicoob, maior sistema de cooperativas de crédito do Brasil, entrou no ramo de consórcios há pouco mais de quatro meses e já apresenta um crescimento acentuado nesse período. De dezembro de 2011 a março de 2012, o Sicoob Consórcios, que possibilita a aquisição de veículos e imóveis, já comercializou mais de R$ 50 milhões em cartas de crédito.

Uma das vantagens do consórcio no sistema cooperativista de crédito são as taxas de administração mais acessíveis em relação ao mercado. De acordo com o superintendente de Negócios do Bancoob (Banco Cooperativo do Brasil), provedor do produto para as cooperativas de crédito do Sicoob, Marcelo Carneiro, os valores praticados no Sicoob são muito competitivos.

Além de disponibilizar o produto a um custo competitivo para o cooperado, a maior parte das receitas advindas do negócio, vai para as cooperativas do Sicoob. Adicionalmente, o cooperado do Sicoob é beneficiado com as sobras (equivalente ao lucro dos bancos comerciais) de sua cooperativa, todo final de ano, que se torna maior à medida que a cooperativa recebe receitas pela comercialização das cotas.

De acordo com Marcelo, a meta para 2012 é comercializar 5 mil cotas, com um valor total aproximado de R$ 300 milhões. “O mercado de consórcios no Brasil está em uma fase de crescimento muito satisfatória, o que significa uma ótima oportunidade para a comercialização desse produto. O objetivo é posicionar o Sicoob Consórcios, no médio prazo, entre os dez maiores do ranking nacional”, completa.

O Sicoob Consórcios é administrado pela Ponta Administradora de Consórcios Ltda, empresa adquirida pelo Bancoob em julho de 2011. Fundada em fevereiro de 1972, em Belo Horizonte, foi a primeira administradora de consórcios do Brasil a obter autorização de funcionamento pelo Banco Central do Brasil (BC), servindo de modelo para a estruturação de outras empresas do segmento.

Fonte: Sicoob

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Taxas de Juros: Cooperativas vão entrar na briga

April 18th, 2012 No comments

Enquanto os bancos privados resistem em reduzir os juros e o spread (diferença entre a taxa cobrada dos clientes e a que é paga aos investidores), as cooperativas já começam a avaliar o novo cenário e a possibilidade de baixar ainda mais suas taxas, acompanhando o movimento de incentivo ao crédito capitaneado pelos bancos públicos. Elas se apresentam como uma opção mais barata, com a vantagem de tornar o cidadão, ao mesmo tempo, cliente, investidor e dono do negócio.

Segundo Abelardo Duarte de Melo Sobrinho, diretor de Negócios do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), os juros das cooperativas são competitivos e diferenciados. No crédito pessoal, a taxa média cobrada pelo sistema é de 2,2% ao mês, contou. Nos grandes bancos, chegam a 4,6%. No cheque especial, as cooperativas oferecem 4,6%, contra os 6,5% dos concorrentes. No cartão de crédito, a diferença é de 7% para 10,5%.

O Sicoob aponta também vários outros benefícios, como o contato direto, personalizado e cordial com o colega dirigente, orientação financeira especializada e o privilégio de contar com distribuição de lucro, ao final de cada ano.

A estratégia de baixo custo do dinheiro rendeu excelente retorno mesmo no auge da crise. “Em 2008, o sistema financeiro praticamente parou. Para nós, foi o melhor período. A procura por recursos cresceu 27%”, revelou Márcio Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Ele destacou que as cooperativas não cobram tarifas de manutenção de conta ou talão de cheque.

Em 2011, o total de associados da OCB passou dos 10 milhões, crescimento de 11% em relação a 2010. O número de empregados subiu para 296 mil, 9,3% a mais que em 2010.

A guerra entre as cooperativas e as instituições financeiras tomou corpo com a portabilidade das contas dos servidores públicos. A disputa envolvia uma polpuda movimentação de mais de R$ 200 bilhões, ao longo de 2012, de um público com estabilidade no emprego, baixo risco de calote e alto poder aquisitivo.

Fonte: Fazenda.gov.br – Correio Braziliense – 12/04/2012, por Vera Batista

Taxas de Juros: Sicoob é destaque no Correio Braziliense

April 18th, 2012 No comments

O Sicoob foi fonte em reportagem intitulada Cooperativas vão entrar na briga, sobre a redução das tarifas e taxas dos bancos públicos, do jornal Correio Braziliense, edição de quinta-feira, dia 12 de abril.

Na matéria, a jornalista Vera Batista destaca as cooperativas de crédito como uma opção mais econômica de acesso ao crédito para o cidadão, onde ao mesmo tempo é cliente, investidor e dono do negócio. Aponta também vários outros benefícios que as cooperativas de crédito oferecem, como o contato direto e personalizado, orientação financeira especializada e o privilégio de contar com distribuição de lucro, ao final de cada ano.

Abelardo Duarte de Melo Sobrinho, diretor de Negócios do Sicoob Confederação, demonstra como os juros das cooperativas são competitivos e diferenciados. No crédito pessoal, a taxa média cobrada pelo Sistema é de 2,2% ao mês, enquanto nos grandes bancos, chegam a 4,6%. No cheque especial, as cooperativas oferecem 4,6%, contra os 6,5% dos concorrentes. No cartão de crédito, a diferença é de 7% para 10,5%.

Desde que o governo determinou aos bancos públicos, Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, baixarem a taxa de juros cobrada do consumidor, o assunto tem sido pauta em toda a imprensa nacional.

Depois dos bancos públicos, os bancos privados também entraram na mira do Banco Central. Na última semana, o HSBC cedeu à pressão do BC e anunciou redução dos juros em algumas linhas de crédito voltadas à pessoa física. Os cortes foram nas linhas de empréstimo pessoal, financiamento de veículos e crédito consignado, segundo comunicado do banco inglês à imprensa. As taxas menores começam a valer imediatamente. O HSBC foi o primeiro banco privado a reduzir taxas.

Fonte: Blog do Sicoob

Cooperativismo: desenvolvimento por meio da cooperação

April 18th, 2012 No comments

Uma nova alternativa para o desenvolvimento sustentável está em evidência no cenário mundial: o cooperativismo. A Organização das Nações Unidas (ONU) elegeu 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas, com o slogan “Cooperativas constroem um mundo melhor”. O objetivo é despertar o interesse e sensibilizar o governo e a sociedade sobre o papel das cooperativas para o desenvolvimento socioeconômico e comunidades onde atuam, bem como destacar a importância da criação de políticas que contribuam para o crescimento do setor.

O desenvolvimento do cooperativismo no Brasil e no mundo tem contribuído para a conscientização das pessoas sobre a importância da construção de uma sociedade mais equilibrada, sustentável e inclusiva. A cooperação mútua entre os indivíduos desempenha papel fundamental na consolidação de perspectivas para a redução das desigualdades e a promoção do crescimento econômico das localidades onde atuam.

Cerca de um bilhão de pessoas, em mais de 100 países, estão inseridas no cooperativismo. O cooperativismo de crédito brasileiro, por exemplo, desempenha um papel fundamental na inclusão financeira de mais de cinco milhões de cooperados, proporcionando a oferta de crédito àquelas que não têm acesso a esses recursos nas instituições financeiras convencionais.

No Brasil, existem mais de nove milhões de associados e mais de 6.500 cooperativas atuantes em 13 ramos de atividades econômicas. No cooperativismo de crédito são mais de 1.100 cooperativas que oferecem aos seus associados um amplo portfólio de serviços e produtos financeiros com vantagens competitivas em relação ao mercado.

As possibilidades e as vantagens oferecidas pelo segmento de crédito cooperativo têm contribuído para o crescimento contínuo do setor nos últimos anos. Uma das maiores vantagens é o retorno dos investimentos aplicados na cooperativa em prol dos seus associados e das regiões em que atuam. Os serviços oferecidos pelas cooperativas de crédito possibilitam a democratização do acesso a recursos financeiros e a oportunidade de crescimento qualitativo das sociedades.

Outra grande vantagem do segmento é a valorização do capital humano, pois as cooperativas de crédito são organizações formadas por pessoas que não visam o lucro e têm o objetivo essencial de atender às necessidades sociais e econômicas de cada indivíduo que compõe a instituição, considerados também como sócios do negócio e com direito de participar das decisões da cooperativa.

Este ano é especial para todos os cooperativistas do mundo. Para que o setor se consolide de forma plena, cabe a nós o engajamento, com o intuito de disseminar a cultura cooperativista no Brasil e promover o desenvolvimento sustentável do país. Dessa forma, poderemos sonhar com uma sociedade mais democrática e inclusiva para todos.

Fonte: Correio Braziliense - por José Salvino de Menezes – Presidente do Sicoob Confederação

Sicoob Confederação divulga nova estrutura organizacional

April 16th, 2012 No comments

O Sicoob Confederação divulgou na última terça-feira, 10 de abril, a criação de novos componentes e a reorganização da sua estrutura organizacional, aprovada durante reunião do Conselho de Administração da instituição realizada em 3 de abril de 2012.

A principal mudança é a criação de uma nova diretoria e superintendências denominadas respectivamente de Diretoria de Negócios e Superintendência de Negócios. A partir de agora a Confederação passa a contar com três diretorias. Até então a instituição trabalhava com duas: Diretoria de Desenvolvimento Organizacional e Diretoria de Tecnologia da Informação. “É preciso estar cada vez mais preparado para apoiar o crescimento do Sistema. Estamos nos estruturando para atender às nossas cooperativas com mais agilidade e maior eficiência.”, disse o diretor-presidente do Conselho de Administração do Sicoob Confederação, José Salvino de Menezes.

Com a nova estrutura Abelardo Duarte de Melo Sobrinho assume o cargo de diretor de Negócios. Antes dessa posição Abelardo estava como diretor de Desenvolvimento Organizacional, cargo que agora passa a ser ocupado por Marden Marques Soares, até então superintendente de Desenvolvimento Organizacional.

Para Abelardo, o principal ganho que se tem com a nova estrutura apresentada é a divisão no que se refere à organização interna da Confederação e ao atendimento às cooperativas. “Entre as atribuições da nova diretoria está o atendimento mais direcionado e focado nas cooperativas do Sicoob em termos de geração de produtos financeiros e tecnológicos e negócios. Nosso desafio continua sendo o mesmo, que o Sistema esteja satisfeito e que a Confederação cumpra seu papel de organização sistêmica”, enfatizou.

A expectativa do novo diretor de Desenvolvimento Organizacional, Marden Soares, na nova função é aumentar a qualidade dos serviços que o Sicoob Confederação presta na área de Desenvolvimento Organizacional, às cooperativas do Sistema. “Nosso objetivo é aproximar mais nossos cooperados dos nossos serviços”, afirmou.

Para ocupar o cargo de superintendente de Negócios, foi designada Daniela Pimenta Pinheiro Cancian, e como superintendente de Desenvolvimento Organizacional, José Carlos de Assunção. Antes de assumirem a nova função, os novos superintendentes eram os titulares das gerências de Normas e de Controles Internos, respectivamente. Assume a gerência de Normas, Cristine Nolêto Alves Meireles e a gerência de Controles Internos e Riscos, Maria Tereza Arantes Rodrigues da Cunha.

De acordo com a superintendente de Negócios, Daniela Cancian, as expectativas não podiam ser melhores. Além de estar entre os profissionais que ajudaram a constituir a Confederação, Daniela é a primeira mulher a assumir um cargo diretivo na instituição. “Representar as meninas em um cargo de gestão é bacana. É mais um marco e espero que essa minha nomeação seja uma porta de entrada para muitas outras mulheres assumirem um papel diretivo não só na Confederação, como também nas centrais e singulares, onde mulheres no comando são uma realidade. Espero estar à altura desse novo desafio. Nasci e me criei no Sicoob e espero continuar no Sistema pelo tempo que ele precisar de mim”, falou.

Já o novo superintendente de Desenvolvimento Organizacional, José Carlos, espera continuar contribuindo na nova função, com um novo papel e responsabilidades. “Há anos venho trabalhando no Sistema, desde uma cooperativa singular. Entendo que só vai valer a pena se realmente eu estiver à altura do desafio em continuar contribuindo com minha humilde e pequena parcela para levar o Sicoob, com o apoio dos associados, ao papel que está reservado para ele, por meio dos nossos planos estratégicos”, finalizou.
Estão vinculadas administrativamente à Diretoria de Negócios e à Diretoria de Desenvolvimento Organizacional, respectivamente, a Assessoria de Planejamento e Projetos Corporativos e a Gerência de Auditoria. O novo organograma ainda prevê mais um componente na Diretoria de Tecnologia da Informação, que é composta pela Superintendência de Tecnologia da Informação e pela Superintendência de Sistemas de Informação, denominado de Assessoria de Tecnologia da Informação.

Fonte: Sicoob

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Sicoob divulga relatório anual 2011

April 10th, 2012 No comments

O Sicoob (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil) divulgou este mês o Relatório Anual 2011 nas versões online e impresso, reforçando o posicionamento de uma instituição que trabalha por um sistema financeiro sustentável e inclusivo. O documento está disponível no site www.sicoob.com.br. Os resultados do Sistema no período refletem o crescimento do setor cooperativista de crédito no país. Reforçando esse cenário, o Sicoob registrou um crescimento de 18,23% em ativos totais, alcançando a marca de R$ 28,2 bilhões. Nas operações de crédito, houve um acréscimo de 25,41% com R$ 16,5 bilhões.

O relatório apresenta um panorama geral do Sicoob (cooperativas centrais e singulares, Confederação, Bancoob e Fundo Garantidor do Sicoob), os seus principais números, aspectos da organização e projetos sistêmicos, governança corporativa, entre outros. Além disso, o documento traz gráficos e tabelas com informações consolidadas sobre o Sistema, além da prestação de contas e demonstrações financeiras do Sicoob Confederação e do Fundo Garantidor do Sicoob (FGS).

Sobre o Sicoob

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui mais de dois milhões de associados em todo o país e está presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. O Sicoob é composto por 552 cooperativas singulares, 15 cooperativas centrais, o Sicoob Confederação (Confederação Nacional de Cooperativas de Crédito do Sicoob) e pelo Bancoob (Banco Cooperativo do Brasil), um banco comercial privado, sociedade anônima de capital fechado, cujo controle acionário pertence às entidades filiadas ao Sicoob, e que opera como provedor de produtos e serviços financeiros para as cooperativas.

Conta ainda com um Fundo Garantidor do Sicoob (FGS), implantando com o objetivo de garantir e realizar a cobertura dos depósitos à vista e a prazo dos associados de cooperativas singulares do Sicoob, até o valor de R$ 70 mil.

A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com aproximadamente dois mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem um amplo portfólio de produtos e serviços para seus associados e possibilitam acesso a recursos financeiros especiais para empréstimo, investimento e capital de giro, com taxas e juros mais acessíveis.

Fonte: Sicoob

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Secretário Executivo do Bacen realça a importância do cooperativismo para o Sistema Financeiro

April 8th, 2012 No comments

A palestra do Secretário Executivo do Banco Central, Edson Feltrin, que teve como tema “Banco Central e a Economia Nacional”, lotou o auditório da Fiemt na terça-feira, 03 de abril. Profundo conhecedor do Sistema Financeiro Nacional, Feltrin tem atuado de forma significativa junto ao sistema de cooperativismo de crédito nos últimos 10 anos. A apresentação do Secretário abriu o 7° Encontro de Conselheiros e Gerentes do Sicoob MT/MS, que aconteceu nos dias 03 e 04 de abril.

Para Feltrin, o cooperativismo de crédito exerce um importante papel na economia do país. “As cooperativas fomentam o empreendedorismo no Brasil, o que ajuda no desenvolvimento econômico e social e contribui para a consolidação do sistema financeiro”, comentou.
 
Ele destacou que atualmente existem mais de 5 milhões de cooperados no país. “O sistema cooperativista permite que uma gama maior da população passe a ter acesso ao sistema financeiro. Nos últimos anos pudemos perceber uma transformação nas classes sociais e um aumento no número de consumidores. Parte desta nova realidade se deve ao trabalho realizado pelas cooperativas de crédito”, elogiou.
 
O Secretário Executivo disse que ainda há muito espaço para as cooperativas de crédito continuarem se expandindo. “O crédito imobiliário, por exemplo, ainda é uma modalidade pouco utilizada no Brasil. Este é um nicho que tem muito para crescer e que o cooperativismo de crédito deve olhar com carinho”, sugeriu.
 
O palestrante falou ainda da importância da participação dos dirigentes do sistema cooperativo na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. “Este será um evento de extrema importância para o mundo todo, pois definirá a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas. O cooperativismo de crédito tem muito a contribuir neste processo e espero ver o que o segmento tem a oferecer.
 
Fonte: 24 horas news
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Sicoob passa a recolher FGTS

April 4th, 2012 No comments

A partir desta quarta-feira, 4 de abril, por meio de convênio celebrado entre a Caixa Econômica Federal e o Bancoob, os canais de atendimento Caixa, ATM, Sicoobnet Pessoal, Sicoobnet Empresarial e Sicoobnet Celular estarão habilitados para o recebimento da guia de recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Este convênio é muito importante para as cooperativas, principalmente no que se refere à melhoria do atendimento aos associados pessoa jurídica que possuem maior demanda para pagamento mensal das contribuições ao fundo que incide sobre a folha de pagamento.

Fonte: Sicoob

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Cooperativismo de crédito estuda integração de redes de atendimento

April 1st, 2012 No comments

Cerca de 3.500 pontos de atendimento dos Sistemas Sicredi, Sicoob e Unicred poderão ser interligados, criando assim a 4ª maior rede de atendimento do país, atrás apenas do Banco do Brasil, Bradesco e Itaú.

Proposta será avaliada pelo Conselho Consultivo do Ramo Crédito (Ceco) ainda no mês de abril

Integrar redes e compartilhar estruturas de atendimento. Esse é um dos desafios internos traçados pelo Conselho Consultivo de Crédito da OCB (Ceco) em seu plano de ação e que está sendo construído com o suporte da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Reunidos na sede do Sistema OCB, em Brasília (DF), nesta quarta-feira (28/3), técnicos responsáveis pelas áreas de tecnologia da informação dos Sistemas Sicredi, Sicoob e Unicred discutiram os pontos preliminares de um estudo para a construção do modelo de compartilhamento. De acordo com o gerente do Ramo Crédito da OCB, Silvio Giusti, o estudo inicial prevê, inclusive, a possibilidade de integração com outros sistemas.

O gestor conta que o estudo sugere a realização da primeira etapa do projeto com as máquinas de auto-atendimento espalhadas por todo o país: “Existem várias possibilidades de compartilhamento de estruturas, que passam pelas operações de pagamentos, depósitos, convênios, etc. A equipe técnica decidiu, neste primeiro momento, apresentar um estudo de interligação dos caixas eletrônicos, como forma de propiciar ao cooperado a facilidade de acesso a saques e emissão de saldos”.

Giusti ressalta que o projeto trará benefícios tanto aos cooperados quanto aos sistemas, proporcionando, inclusive, a otimização no investimento de recursos. “Com a criação desta possível integração de redes, os sistemas cooperativos poderão pensar em investir em tecnologia de forma conjunta e não mais isoladamente, gerando a redução de despesas e a consequente economia e ganho de escala”, explica.

A iniciativa está gerando uma expectativa bastante positiva. Segundo Giusti, a integração de redes de atendimento é uma ação frequente no mercado nos dias de hoje e o cooperativismo está constantemente se estruturando para acompanhar essa tendência. “Depois da avaliação e aprovação, daremos continuidade à construção do modelo, analisando os requisitos técnicos, e acreditamos que ele é extremamente possível de ser realizado”, ponderou o gestor. O estudo será apresentado à coordenação do Ceco no próximo dia 11.

Fonte: OCB

Cooperativismo de crédito mantém representatividade no Ministério da Fazenda

April 1st, 2012 No comments

gerente jurídico do Bancoob, Ricardo Belízio de Faria Senra, foi designado membro suplente do Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN) e tomará posse do cargo ainda no mês de março.

Mais conhecido como “Conselhinho”, o órgão colegiado de segundo grau integra a estrutura do Ministério da Fazenda e é responsável pelo julgamento, em última instância, dos processos administrativos punitivos decididos pelo Banco Central (BC).

Para o diretor-presidente do Bancoob, Marco Aurélio Almada, a decisão é motivo de orgulho para todo o Sistema. “O gerente Ricardo tem conhecimento acerca das matérias jurídicas afetas às decisões do Conselhinho e também conhece as especificidades do Sistema Cooperativista de Crédito, reunindo, assim, todas as características necessárias a uma boa representação do setor”.

O Conselhinho é composto por membros da sociedade civil indicados pelos órgãos de representação das instituições financeiras e por membros do Governo, nomeados para mandatos de dois anos.

Ricardo Belízio irá ocupar vaga destinada ao Conselho Consultivo do Ramo Crédito (Ceco) da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), representando, dessa forma, todo o cooperativismo de crédito nacional. Anteriormente, a vaga era designada a outro integrante do Sicoob: o diretor de desenvolvimento organizacional do Sicoob Confederação, Abelardo Duarte.

Sobre a indicação e a atuação no Conselhinho, Ricardo Belízio declarou: “Recebo a indicação com muita honra. Representar o cooperativismo de crédito em um órgão responsável por julgamentos de ilícitos administrativos não é tarefa fácil. Espero desempenhar tal função pública com a responsabilidade que o cargo exige, aplicando nas decisões os conhecimentos que adquiri na minha experiência profissional, e agradeço muito a confiança do sistema cooperativista de crédito brasileiro”.

Fonte: Bancoob

Pesquisa aponta que 81,8% dos associados do Sicoob ES estão satisfeitos com a instituição financeira

March 25th, 2012 No comments

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) no Espírito Santo alcançou 81,8% de aprovação entre os seus associados. O número foi apontado em uma pesquisa encomendada pela instituição financeira para medir a satisfação dos clientes. O percentual mostra que o Sicoob conquistou o nível de excelência quanto aos produtos e serviços prestados.
Segundo o presidente da cooperativa, Bento Venturim, o resultado é motivo de comemoração. “Nossos associados são muito exigentes, o que nos faz buscar sempre prestar um serviço melhor. E os números indicam que o Sicoob tem uma imagem muito positiva perante os seus associados”, afirmou Venturim.

Fidelização

Ao todo, 6.177 associados foram entrevistados pelo Instituto Futura entre os dias 25 de outubro e 1º de dezembro de 2011.
O diretor-executivo do Sicoob ES, Francisco Reposse Junior, ressaltou que o estudo contribuiu para identificar pontos de melhoria capazes de maximizar a satisfação e fidelização dos cooperados.
“O objetivo do Sicoob é ser reconhecido como a principal instituição financeira propulsora do desenvolvimento econômico e social dos seus associados, e essa pesquisa mostra que estamos no caminho certo”, disse.

Pessoa física

Os associados analisaram 21 atributos e, desse total, em 13 quesitos o Sicoob conquistou mais de 80% de aprovação, ou seja, a excelência nos serviços.
Entre os itens avaliados estão: educação/cordialidade dos funcionários, instalações físicas, rapidez/eficiência no atendimento, capacidade em resolver os problemas dos associados, variedade de serviços oferecidos via internet, segurança na realização das transações bancárias via internet e outros.
Quando perguntados sobre o grau de satisfação em relação à agência do Sicoob onde têm conta, 95,2% dos entrevistados afirmaram estar “muito satisfeitos” e “satisfeitos”.
Os associados também se mostraram muito fiéis ao Sicoob. Para eles, o principal fator que os mantêm na cooperativa é a qualidade no atendimento (46,4%), seguido da localização das agências (20,5%), da facilidade em obter crédito (19,4%) e da rapidez no atendimento (19%).

Transparência

A quase totalidade dos entrevistados (96,7%) não pretende encerrar sua conta na instituição e 95,9% indicariam o Sicoob a algum parente ou amigo. Além disso, para 71,7% dos clientes a cooperativa é a melhor instituição financeira do Estado.
Os associados também reconhecem a transparência na prestação de contas e a distribuição dos lucros como uma vantagem do Sicoob diante dos outros bancos – 87,8% concordaram com essa afirmação quando questionados sobre o tema.

Pessoa jurídica

As empresas associadas destacaram a qualidade (36,6%) e a rapidez no atendimento (26,2%), além da confiança no Sicoob (24,3%) como os principais atributos da instituição financeira.
Ao todo, 97,5% dos entrevistados não pretendem encerrar sua conta e 92,3% indicariam o Sicoob a alguma outra empresa.
E, de maneira geral, 91,6% estão “muito satisfeitos” e “satisfeitos” em relação à agência do Sicoob onde têm conta.
Quanto aos hábitos de consumo, 70,2% afirmaram utilizar os serviços disponíveis no internet banking, enquanto 66,9% usam os terminais de autoatendimento.
Os entrevistados analisaram 23 atributos das agências localizadas na Grande Vitória, em Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Aracruz, Linhares e São Mateus. Em 11 pontos o Sicoob conquistou mais de 80% de aprovação.

Fonte: Sicoob ES

Negociação: o que é essencial para obter resultados sustentáveis, por Enio Meinen

March 14th, 2012 3 comments

Enio Meinen

Quem de nós já não foi “escalado” para sentar à mesa de negociações? Refiro-me, aqui, às tratativas na seara profissional (condições comerciais de parcerias e negócios em geral, termos de cláusulas contratuais, assuntos internos da empresa ou relativos a interesses corporativos intra e intersistêmicos, matérias legislativas e regulamentares e outros temas de nossa rotina organizacional), embora as reflexões que adiante desenvolverei possam, em essência, ser úteis em outros campos (familiar, social etc).

Bem, sem recorrer aos bordões do “livro texto”, vou tentar descrever alguns bons (ou maus) exemplos que selecionei a partir de testemunho (ou eventualmente participação) de práticas negociais ao longo de minha atuação no cooperativismo de crédito.

O primeiro movimento, sem dúvida, passa por reunir todas as informações possíveis sobre o assunto em torno do qual gira o desafio da composição (dominância do tema). É preciso saber claramente a nossa situação diante do interlocutor, se ela é mais ou menos favorável. Conhecer, na medida do possível, o perfil de quem está (ou estará) do “lado de lá” é, igualmente, providência desejável.

Para iniciar a conversa temos de ter em conta o que não gostaríamos que o “outro” fizesse conosco. Com isso, aplicando a reciprocidade, já sabemos, em boa medida, o que não devemos fazer que possa desapontar ou desprestigiar o nosso interlocutor.

Vamos lá. Ninguém, por exemplo, suporta uma postura arrogante. Por isso, não tente demonstrar que você é o “sabe tudo”, que é o “dono da razão”, muito mais ainda quando tem tudo a perder em caso de ruptura. Esqueça a sua mania de “dar aula” para a o interlocutor sobre o negócio ou a vida dele (do tipo: eu acho que para a sua empresa o melhor é isso, ou a solução da sua vida passa por aquilo…). Controle a sua ansiedade e evite reafirmar coisas óbvias (isso irrita de verdade…). Da mesma forma, não queira fazer valer a sua condição social ou a sua posição hierárquica (cargo) – aliás, o uso da hierarquia é útil numa única situação: organizar ou disciplinar processos internos. Ganhar no grito ou na ameaça é igualmente condenável. Não seja inflexível ou intolerante.  Quando a serviço de uma organização, lembre-se de que as suas convicções pessoais não podem ser obstáculo para uma boa solução institucional. Portanto, vença a “birra”!  A vaidade, decididamente, frustra muitas negociações.

Se você domina bem as circunstâncias, é o que basta. Deixe o interlocutor falar à vontade. Ouça-o, ouça-o e ouça-o.  Aliás, suscite\evidencie os seus atributos (com honestidade), incentive-o a falar sobre aspectos que ele valorize (lembre-se que, em consideração a quem você for procurar, é preciso buscar informações prévias a seu respeito: qualificativos profissionais, clube do coração, preferências por leituras, lugares, vinhos, culinária etc). A confiança em você aumenta (ou diminui) conforme a deferência que você for expressar e o espaço que vier a conceder ao parceiro.  

Tendo merecido boa acolhida, fale, resumidamente, de sua situação pessoal, que nunca se deverá sobrepor (em importância) a do interlocutor. Sei que, por vezes, é difícil evitar a menção aos nossos grandes feitos, ao nosso protagonismo nisso e naquilo, ao quanto somos “venerados” pela nossa posição profissional e social… Em síntese, de forma amável e humilde, com pureza e um pouco de coração, tente buscar um “encaixe” no cenário descrito pelo interlocutor.

A essa altura, se havia uma grande distância antes da conversa, no mínimo ela terá encolhido significativamente. Assim, estará criado o ambiente para tratar do assunto propriamente dito. Tente, então, obter, primeiro, a impressão do interlocutor sobre o tema da pauta. Depois disso, chegando a sua vez, fale de como é socialmente\coletivamente (o bem que fará para muitas pessoas) importante você ter a sua posição considerada. Dê conta do amparo principiológico, do justo, da equidade da “concessão”. Seja firme, fluente, preciso e consistente (jamais mostre nervosismo ou indecisão – “perderá pontos” na certa).  Não minta, não invente, não blefe…, não se iluda! Enfim, com verdade e transparência – e um sentido de quase imparcialidade -, faça ver as suas boas e bem lastreadas intenções.

Não pressione por uma decisão na hora, embora, sendo o caso, fale de quanto seria desejável – lembrando impactos que possam sensibilizar – uma manifestação a curto prazo. A paciência e a serenidade são posturas milenarmente consagradas.

Pesa muito no resultado final a sua disponibilidade para fazer as tarefas por vezes mais árduas ou trabalhosas: pesquisas, simulações, produção de textos (para os acordos, inclusive quando envolver tratativas visando à construção de texto legal ou regulamentar, novos contatos etc). Seja, portanto, solícito e voluntarioso. Prontifique-se!

Procure manter-se fiel às combinações. Não deixe de cumprir os prazos que você venha a assumir. Preferencialmente, antecipe as suas entregas. Assim, não deixará margem para que o interlocutor justifique encaminhamentos adversos por mera “inadimplência” (sua) na forma.

Já sobre o mérito que for defender, jamais pretenda algo que desequilibre a relação.  Do tipo eu ganho e o outro perde. Ou, eu tenho de “levar vantagem em tudo” (a maldição da “Lei de Gérson”…).  Além de dar mau exemplo do ponto de vista da ética negocial, e ver a sua “vitória”  “dar água” a curto prazo – a condição “imposta”, a par de iníqua, invariavelmente é também inexequível -, em futuras negociações terá o “universo” (mercado) conspirando contra você.

Não perca de vista que as pessoas e as organizações se comunicam e que os interlocutores mudam de empresa, de posição. Logo, logo você estará diante de um novo desafio, talvez muito mais importante daquele no qual você (pensa que) “triunfou”, e pode reencontrar-se com o mesmo interlocutor ou alguém (da mesma ou outra empresa, do mesmo órgão…) que já conhece o seu “jeito”. Um futuro reencontro pode dar-se também com a mesma organização. A sua condição nessa nova conversa pode ser boa ou ruim, dependendo do seu comportamento nas tratativas anteriores… Por sinal, tem uma máxima que diz que você sempre tem de “juntar” quem estiver caído na sua volta, pois nunca saberá o “buraco” em que um dia poderá cair. E para sair dele, muito possivelmente você vai precisar de quem um dia acudiu (ou perdeu a oportunidade de acudir…!).

O certo não é “convencer” a outra parte (impor-lhe uma vitória, como indica a raiz do vocábulo), mas influenciá-la de maneira a alcançar-se o verdadeiro consenso. O resultado virtuoso na negociação é o que conduz ao “ganha-ganha”, à justa composição. Qualquer outra solução é insustentável na linha de tempo (portanto, precária e efêmera).

Tem mais: em nosso meio, considerando o universo institucional em que militamos, voltado para uma causa nobre e de alto apelo social – o cooperativismo -, que é orientada por princípios e valores éticos e morais, agir certo é um dever, uma questão de exemplo!

Por fim, tão importante quanto à (adequada) postura durante a negociação é a conduta após a conclusão desta. Com efeito, uma vez alcançado o consenso, honre o trato, honre a sua instituição, honre o seu próprio nome!

E lembre-se de que:

“Nem toda vitória é honesta, nem todo sucesso é decente”. (Mário Sérgio Cortella, filósofo e professor universitário)

Por Enio Meinen, advogado, pós-graduado em gestão estratégica de pessoas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e atualmente diretor Operacional do Banco Cooperativo do Brasil – Bancoob.

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Sicoob Paraná completa 10 anos

March 10th, 2012 No comments

Os 10 anos do Sicoob Paraná foram comemoradosno último sábado, dia 25 de Fevereiro de 2012, no Centro de Eventos Excellence em Maringá-PR. O evento reuniu mais de 1200 pessoas, entre elas autoridades cooperativistas de todo o País, dirigentes e colaboradores das 19 cooperativas que compõem o sistema no Paraná.

O momento das homenagens foi emocionante, todos que fizeram parte dessa década de existência puderam receber das mãos de Dirigentes do Sicoob PR, Jefferson Nogaroli, Luiz Ajita, João Bactista Manfroi e Marino Delgado uma escultura do artista plástico maringaense Zanzal Mattar, que simboliza o cooperativismo no Paraná.

O evento ainda contou com o lançamento do livro “Escrevendo o próprio destino”, escrito por Sérgio Gini e Dirceu Herrero, relatando “Como incertezas, desafios e sonhos transformaram,em apenas 10 anos, a história do cooperativismo de crédito empresarial no Brasil”. Palestras com Jussier Ramalho e Ricardo Amorim, no período do dia, e shows com o comediante Paulinho Mixaria, a dupla serteneja João Carreiro e Capataz e a Banda Blindagemencerraram a noite e o evento.

O Sicoob Paraná é o reflexo mais puro do que somos coletivamente. É o resultado da união associativista com o espírito cooperativo. Fruto de visionários que, com o coração cheio de esperanças e o ideal do bem comum, procuraram não apenas viver, mas saber porque viviam. Eis aqui o resultado em 10 anos. Pouco tempo, mas um tempo que passou muito rápido. Que deixou alguns pelo caminho, que reuniu outros e que se abriu para todos os que tiveram determinação, coragem e profissionalismo.

Hoje somos 19 cooperativas, 89.000 cooperados, 86 postos de atendimento cooperativo e uma movimentação em 2011 de R$ 1,1 bilhão em ativos. Hoje e sempre somos o Sicoob Central Paraná.

Fonte: Sicoob Paraná

Sicoob já tem mais de 21 mil acessos à conta corrente pelo Facebook

March 10th, 2012 No comments

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), maior sistema de cooperativas de crédito do país, alcançou a marca de 21 mil acessos à conta corrente pelo Facebook. A ferramenta possibilita que o cooperado faça consultas financeiras, visualização de saldos, últimos lançamentos e lançamentos futuros da conta corrente. As informações das consultas não são publicadas no mural do usuário, mantendo o sigilo e garantindo a segurança dos associados .

O aplicativo, lançado e disponibilizado desde julho de 2011, segue as tendências de inovações tecnológicas, proporcionando aos cooperados uma forma pioneira de acesso às informações bancárias com economia e praticidade, uma vez que possibilita a visualização das operações na conta corrente de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora do dia ou da noite, por meio do Facebook. O Sicoob foi a primeira instituição financeira no Brasil a disponibilizar um aplicativo que possibilita a realização de consulta financeira na rede social.

De acordo com o gerente de Canais de Atendimento do Sicoob, Luiz Cândido Severino Junior, a possibilidade de integração com informações disponibilizadas pelo Facebook é um diferencial entre as instituições financeiras do país. “A integração com as redes sociais é um dos grandes diferencias do Internet Banking do Sicoob e a perspectiva é que esse serviço ganhe novas funcionalidades em breve”, afirma o gerente.

Fonte: Sicoob

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Sicoob qualifica serviço de atendimento pela internet

March 4th, 2012 No comments

A partir do dia 2 de março os associados poderão consultar o extrato de sua conta corrente dos últimos 12 meses pela internet

O Sicoob está com mais uma vantagem aos associados. A partir do dia 2 de março os associados poderão consultar o extrato de sua conta corrente dos últimos 12 meses pela internet. A gerente administrativa do Sicoob-Oestecredi/SC, Eliana Berlt, diz que se trata de uma evolução do sistema, já que antes as consultas de extrato já eram possíveis para até seis meses. Para ter acesso ao serviço basta acessar www.sicoobnet.com.br e seguir os caminhos: Sicoobnet Pessoal > Conta Corrente > Consultas > Extrato de Conta Corrente.

O Sicoob, líder no segmento de cooperativismo de crédito, disponibiliza hoje pela internet os serviços Sicoobnet Pessoal com possibilidade de acesso a saldos, extratos, pagamentos, transferências, empréstimos, investimentos, cartões e previdência; e o Sicoobnet Empresarial para movimentação de contas empresariais. A gerente administrativa, Eliana Berlt, salienta que o serviço se tornou um importante canal de conveniência do associado e está em crescente expansão, com possibilidade de acesso as informações financeiras de qualquer lugar do mundo e a qualquer hora do dia.

Hoje, mais de 400 mil associados já utilizam os serviços do Sicoob na internet diariamente para realizar operações financeiras. Conforme a gerente administrativa, o Sicoob adota rigorosas medidas e incorpora as tecnologias mais avançadas para que o associado realize suas transações com segurança.

Além dos atendimentos na cooperativa e na internet, o Sicoob disponibiliza hoje atendimento nos caixas eletrônicos e através dos correspondentes Sicoob.

A seguir, algumas dicas do Sicoob-Oestecredi/SC para utilização segura de serviços internet banking.

- Nunca responda e-mails que solicitam seus dados bancários, por exemplo, número de conta, agência, senhas de acesso, etc.;
- Mantenha o hábito de verificar data e hora do seu último acesso ao Internet Banking;
- Compras virtuais: em qualquer transação pela Internet, leia com atenção as condições de venda e garantias de segurança e privacidade que a loja virtual fornece;
- Instale e mantenha sempre atualizado programas de proteção (antivírus, anti-spyware, anti-trojan e firewall) em seu computador;
- Evite acessar as conta através de computadores compartilhados;
- Não abra arquivos ou e-mails de pessoas ou empresas desconhecidas;
- Jamais revele suas senhas para outras pessoas, e quando for digitar a senha, verifique se não há alguém tentando visualizar sua digitação;
- Ao escolher sua senha, evite combinações óbvias como seu aniversário, sua idade seu nome, iniciais ou qualquer outro de mesma natureza.;
- Memorize sua senha, não a anote em papel nem a deixe armazenada no seu computador. Procure alterar sua senha periodicamente, a fim de dificultar a adivinhação por pessoas mal-intencionadas;
- Não utilize recursos de “gravar senha” no computador, pois outras pessoas podem utilizar-se desta funcionalidade para acessar sua conta.

Fonte: Sicoob Oestecredi

Tarifas em cooperativas de crédito: razões antigas e novas para a sua cobrança, por Enio Meinen

February 28th, 2012 6 comments
Enio Meinen

Se, de um lado, para a maioria das cooperativas de crédito a cobrança de tarifas é assunto superado, de outro, para um grande grupo delas, a questão continua marcada por muitas indefinições.

Aquelas que cobram tarifas se veem motivadas pelo fato de a atitude ser uma boa oportunidade de geração de receitas a complementarem as rendas com a atividade bancária típica, que é a da intermediação financeira (captar e emprestar dinheiro). O parâmetro de eficiência que adotam, na linha do que se pratica no mercado financeiro tradicional, tem a ver com o montante dos custos com pessoal cobertos pelos ingressos daí decorrentes.

As cooperativas que não cobram tarifas, por sua vez, identificam nisso um diferencial competitivo na comparação com as demais instituições financeiras. Algumas delas, aliás, até mesmo elevam a objeção ao grau de preconceito, inadmitindo tal prática na seara cooperativa.

Na essência, contudo, nenhum dos dois argumentos (mais receita e diferencial competitivo), embora procedentes em si, é suficiente para esgotar a justificação.

Com efeito, há uma circunstância, ligada à própria natureza operacional da sociedade cooperativa, que se sobrepõe a qualquer outra motivação, seja ela a favor ou contra a tarifação. Vejamos.

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Reflita …

Durante o ano, dada uma estrutura e dado um portfólio que a cooperativa coloca à disposição do quadro social, um grupo de cooperados deposita recursos (e deixa uma margem – de custeio – para a cooperativa, identificada pela diferença entre o que ela vai conseguir aplicando os recursos em escala e a remuneração que vier a pagar para o associado); outro grupo de associados toma empréstimos (e paga juros por isso); e um terceiro grupo toma serviços (pela movimentação das contas-correntes, pelas atividades envolvidas para a concessão de crédito – elaboração e renovação de cadastro, por exemplo -, entre outras atividades).

No final do exercício, apura-se o resultado pela diferença entre as receitas e as despesas incorridas em todo o período. Significa dizer que, se cada associado pagar pelos produtos e serviços de que se valeu na cooperativa, a sobra será invariavelmente maior. Do contrário, se houver um grupo que não pagar pelas soluções, a sobra fatalmente será menor.

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E é aqui que entra o “x” da questão:

  • se um grupo de usuários (tomadores de serviços) não pagar pelo uso da estrutura durante o ano, a despesa alocada para essa oferta (de serviços) não terá uma correspondente receita, sendo assim diluída entre todos. Logo, associados que não lograram proveito (mesmo indireto) com certas atividades, vão suportar o ônus.

Resumindo, toda solução ofertada pela cooperativa tem um custo (uma “tarifa”), que, se não cobrado na origem, incidirá “passivamente” no fechamento das contas.

A escolha está em atribuí-lo (o custo), na devida proporção, a quem se beneficia do negócio ou socializá-lo entre todos (mesmo que apenas uma parcela se valha de dados serviços).

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A socialização tem um problema, representado pela conta que vai para os que não têm nada a ver com isso. Por exemplo: quem toma empréstimo paga por ele (todos os custos da estrutura estão embutidos, além do spread). Da mesma forma, quem deposita recursos deixa uma margem (paga um preço) para a cooperativa, como gestora em escala. Para estes, ou mesmo para quem tem apenas capital e não faz operação alguma, significará, portanto, uma sobreoneração responder pelos dispêndios daqueles que tiveram proveito com determinados serviços.

Por outro lado, as receitas com tarifas – fixadas em valores módicos, compatíveis com a natureza não lucrativa das cooperativas – devem, a exemplo dos encargos pagos pelos empréstimos e os volumes de depósitos, compor a base de cálculo para apurar as sobras a serem devolvidas aos associados (de preferência, em qualquer caso, convertidas em novas quotas-partes de capital).  Com isso, faz-se justiça, tanto com os associados que não utilizaram, no todo ou em parte, os mesmos serviços (ao não responderem pela conta), como com aqueles que pagaram as tarifas (pois as terão de volta na razão do excesso sobre as despesas alocadas para o mesmo fim).

Demonstrada a razão maior a justificar a medida, nunca é demais lembrar que a cobrança de tarifas (que pode assumir o formato de “pacotes”, considerando o grau de fidelidade\rciprocidade do associado) – em padrões compatíveis com o nosso discurso de melhor instituição financeira do nosso associado – representa um reforço substantivo para o incremento da “última linha do balanço”, especialmente em cenário de redução dos spreads financeiros (diferença entre o custo de captação dos recursos e a remuneração dos correspondentes ativos). E com a vantagem (além da justiça para o quadro social) de, ao contrário das atividades clássicas, não implicar risco a requerer suporte de capital social (tão escasso no meio cooperativo).

O mercado bancário tem na relação tarifas x despesas com pessoal uma de suas medidas de eficiência. Inúmeras, por sinal, são também as cooperativas – e até mesmo sistemas inteiros – que já adotam parâmetro de proporcionalidade entre as duas rubricas. Um bom exemplo entre nós é o caso da cooperativa de Janaúba – Sicoob Credivag – situada no Norte de Minas Gerais, que adota esta correlação como meta, e consegue custear 100% da folha de pagamento com receitas oriundas de tarifas e prestação de serviços.

Há, também, cooperativas que utilizam a cobrança de tarifas como forma de direcionamento dos associados para os meios eletrônicos ao praticarem níveis de preços diferentes (maiores) nos guichês de caixas – canais mais dispendiosos – em comparação com os dos terminais de autoatendimento e internet. Essa medida motiva uma preferenciação pelos cartões, atm’s e internet. Outras, ainda, valem-se das tarifas como ferramenta educativa. No intuito de sancionar associados que deixam suas contas correntes devedoras mais recorrentemente, aplicam taxações mais representativas em eventos como adiantamento a depositantes e sustação e devolução de cheques.

Aliás, falando em (mais) ingressos x (menos) despesas, vale inserir aqui uma recomendação quanto à ampliação do portfólio de serviços das cooperativas para os cooperados, de modo a incorporar receitas – não necessariamente pagas diretamente pelos associados – com cartões, seguros, consórcios, convênios de arrecadação (locais, regionais e nacionais), cobrança, captação de recursos de previdência privada, intermediação de quotas de fundos de investimento, captação de poupança (para os bancos cooperativos), prospecção de operações de crédito consignado; originação de créditos para fundos de investimentos em direitos creditórios (FIDCs), entre outros. Além de melhorar o resultado (nos maiores conglomerados bancários do país, essa lista chega a representar 60% de todo o lucro), a cooperativa amplia o nível de fidelização e satisfação do associado.

Esse conjunto de providências, além de “calibrar” as sobras, ajudando a alimentar os fundos (de reserva, em especial), a incrementar as quotas partes (pela conversão das sobras) e a diminuir a dependência das “inconvenientes” ou mal recebidas chamadas para capitalização, segura o associado e melhora a imagem da cooperativa.

”Riobaldo, a colheita é comum, mas o capinar é sozinho”
(João Guimarães Rosa, poeta mineiro de Cordisburgo, em Grande Sertão: Veredas).

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Por Enio Meinen, advogado e Diretor Operacional do Bancoob

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Sicoob inicia o calendário de ações em comemoração ao Ano Internacional das Cooperativas

February 21st, 2012 No comments

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), maior sistema de cooperativas de crédito do país, lançou na última quinta-feira (9) o calendário de comemorações ao Ano Internacional das Cooperativas. Durante todo o dia, a sede do Sicoob, em Brasília, exibiu em sua fachada 3 faixas com as cores do Sistema, no formato gigante, fazendo alusão e imitando a fitinha de pulso que foi distribuída entre os funcionários da entidade, que também utilizaram camisetas com o tema da campanha. O objetivo das ações propostas é despertar, de forma diferente, a atenção das pessoas em relação ao cooperativismo e mobilizar aqueles que já se identificam com os seus valores.

O ano de 2012 foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), como o Ano Internacional das Cooperativas, durante a 66ª Assembleia Geral realizada no dia 31 de outubro de 2011, em sua sede em Nova York. O objetivo é destacar a contribuição das cooperativas para o desenvolvimento socioeconômico e reconhecer seu trabalho para a redução da pobreza, geração de emprego e integração social. O tema do Ano Internacional das Cooperativas será “Empresas Cooperativas ajudam a construir um mundo melhor.”

Sobre o Sicoob

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui 2 milhões de associados em todo o país e está presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. O Sicoob é composto por 576 cooperativas singulares, 15 cooperativas centrais e a Confederação Nacional de Cooperativas de Crédito do Sicoob (Sicoob Confederação). Compõe ainda o Sistema o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), um banco comercial privado, sociedade anônima de capital fechado, cujo controle acionário pertence às entidades filiadas ao Sicoob, e que opera como provedor de produtos e serviços financeiros para as cooperativas. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com aproximadamente 2 mil pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no Sistema oferecem um amplo portfolio de produtos e serviços para seus associados e possibilita acesso a recursos financeiros especiais para empréstimo, investimento e capital de giro, com taxas e juros mais acessíveis.

Medianeira/PR: Mais de 400 pessoas participam de Seminário sobre Cooperativismo promovido pelo SICOOB

February 21st, 2012 No comments

Uma história envolvente e motivadora encantou os mais de 400 participantes do Seminário “Cooperativas: Desenvolvendo pessoas, Fortalecendo seus negócios e a comunidade”, realizado em Medianeira, na quarta-feira, dia 08 de fevereiro.

Empresários, moradores e estudantes lotaram o auditório do CPC Arandurá para assistir a palestra do mineiro João Carlos Leite. Ele contou a história da cidade São Roque de Minas e como o cooperativismo de crédito contribuiu para o desenvolvimento dessa cidade.

Com a falência da única agência financeira de São Roque, os moradores não viam mais futuro para o município, já que para ter acesso a serviços financeiros, era preciso deslocar-se até a cidade vizinha, Piuí, 60 quilômetros distante. Com IDH e PIB cada vez menores, nenhum banco quis abrir agência no município e o maior desejo dos moradores era sair da cidade.

A única solução encontrada foi a abertura de uma cooperativa de crédito. Com ousadia e coragem, um grupo de moradores investiu na ideia, mesmo sem garantias de sucesso. Pouco a pouco, todos os moradores foram se tornando associados e hoje a cooperativa é a principal propulsora do desenvolvimento econômico e social de São Roque. “Mais que proporcionar o desenvolvimento da cidade, nós recuperamos a autoestima dos moradores. Se antes todos queriam sair da cidade, agora recebemos gente de fora, pessoas que vêm investir em São Roque de Minas”, diz João Carlos, fundador e atual presidente do SICOOB Saroncredi. A história já virou livro, filme e foi tema de trabalhos acadêmicos e de reportagens especiais.

O seminário foi uma iniciativa do SICOOB Três Fronteiras, com parceria da Acime, UDC Medianeira e apoio da Faciap, Caciopar e Garantioeste. O evento marcou, oficialmente, os trabalhos para abertura do PAC Medianeira, que deve ser inaugurado em abril, com sede na rua Paraguai – Centro.

Estiveram presentes importantes autoridades, representando organizações que apoiam a abertura do SICOOB em Medianeira, entre eles o presidente do BANCOOB, Marco Aurélio Almada, presidente do SICOOB Central Paraná e Sebrae Paraná, Jefferson Nogaroli, presidente da Caciopar, Kaled Nakka, presidente da Acime, Ricardo Zadinello, vice-prefeito de Medianeira, Ricardo Endrigo e a presidente do SICOOB Três Fronteiras, Manuele Fritzen.

No final do evento aconteceu sorteio de brindes e apresentação da equipe de colaboradores do SICOOB em Medianeira. Conforme destacou o gerente Fábio Poletto, mesmo sem a inauguração da estrutura física, o SICOOB já conta com 25 cooperados medianeirenses, em apenas duas semanas de trabalhos. O SICOOB é o maior sistema de cooperativas de crédito do Brasil. Na microrregião Oeste do Estado, está presente nas cidades de São Miguel e Foz do Iguaçu.

Fotos: Crédito Assessoria SICOOB Três Fronteiras

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Bancoob participa da Conferência dos Bancos Populares na Itália

February 21st, 2012 No comments

O Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), instituição integrante do maior sistema de cooperativas de crédito do Brasil, o Sicoob, participou nos dias 17 e 18 de Fevereiro da Conferência dos Bancos Populares da Itália, que está sendo realizada na cidade de Bologna. A entidade será representada pelo seu diretor-presidente, Marco Aurélio Almada, e pelo diretor de controle, Rubens Rodrigues.

Na ocasião, será realizada a Assembleia da Confederação Internacional dos Bancos Populares (CIBP). O Bancoob é a única instituição brasileira a participar oficialmente do grupo de membros efetivos da Confederação, cujo trabalho é reconhecido internacionalmente pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O evento, que terá como tema “Bancos Populares e competitividade local”, reunirá representantes nacionais e internacionais do sistema bancário e cooperativo, acadêmicos e especialistas do setor econômico, membros do parlamento Italiano e formadores de opinião da Europa. O Comitê Executivo da CIBP, composto por representantes do cooperativismo de 15 países, focará a atenção sobre o papel dos Bancos Cooperativos no desenvolvimento local, além do relacionamento das cooperativas de crédito com as pequenas e médias empresas.

Fonte: Bancoob

Sicoob Espírito Santo distribui R$ 53,7 milhões aos seus associados

February 21st, 2012 No comments

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) no Espírito Santo está distribuindo R$ 53,7 milhões entre os seus associados. Desse total, R$ 24,36 milhões foram destinados à remuneração do capital dos sócios, em 31 de dezembro último, e equivalem a juros de 11,62% ao ano, percentual acumulado da Selic (taxa básica de juros da economia).

Outros R$ 29,3 milhões serão colocados à disposição dos associados nas assembleias de prestação de contas, que começam no dia 15 de março próximo. Esse valor representa um crescimento de 46% com relação ao resultado do exercício de 2010.

Os resultados de 2011 foram divulgados hoje (quarta-feira) pelo diretor-executivo do Sicoob ES, Francisco Reposse Junior, durante coletiva de imprensa.

Na ocasião, o diretor destacou uma das grandes apostas do Sicoob para 2012: o lançamento de uma linha de crédito habitacional, que será oferecida a partir do segundo semestre.

“De 2008 para 2011, a carteira de crédito imobiliário passou de 5% de participação para 11%. O Sicoob quer entrar nesse mercado, mas ainda estamos estruturando o produto. Nosso objetivo é oferecer um serviço com menos burocracia e mais agilidade”, afirmou.

Fonte: Vera Caser Comunicação em 17/02/2012

Sistema Sicoob divulga dados consolidados de 2011

February 15th, 2012 No comments

Os dados consolidados das 552 cooperativas de crédito do Sicoob foram divulgados na última sexta-feira, 10 de fevereiro.

Com 2.138.454 milhões de associados, 1.949 pontos de atendimento e ativos totais de R$ 28,2 bilhões, o Sicoob se mantém como o maior sistema de cooperativas de crédito do país.

Os dados mostram ainda o crescimento de 18% no volume de ativos e de 25% nas operações de crédito. O Patrimônio Líquido do Sistema encerrou o exercício de 2011 com R$ 7.238 bilhões e sobras de R$ 875 milhões.

 

Fonte: Sicoob

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Realizado primeiro sorteio do Sicoob Consórcios

February 15th, 2012 No comments

No dia 8 de fevereiro o Bancoob divulgou os nomes dos primeiros contemplados do Sicoob Consórcios da modalidade veículo. Dos contemplados, dois foram por sorteio e oito por lance.

Lançado em novembro de 2011, inicialmente o produto foi disponibilizado apenas para as cooperativas do Sicoob Central ES, empregados do Sicoob Confederação e Bancoob. Além da Central ES, as Centrais NE, DF, BA, MT, Cocecrer e Cecresp já aderiram ao produto. Em breve as Centrais AM e GO também estarão habilitadas para comercializar o Sicoob Consórcios.

Fonte: Sicoob

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Depósitos do setor cooperativista de crédito têm crescimento de 28% em 2011

February 8th, 2012 No comments

Os depósitos do setor cooperativista de crédito no Brasil alcançaram a marca de R$ 42 bilhões em volume de depósitos no final de 2011. O crescimento registrado pelo segmento é 28% maior em comparação com o mesmo período de 2010. O crescimento do cooperativismo também pode ser verificado no saldo da caderneta de poupança que registrou a marca de R$ 3,1 bilhões no final do ano passado.

No Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), maior sistema de cooperativas de crédito do país, o saldo da caderneta de poupança teve crescimento de 35% e alcançou a marca de R$ 1,1 bilhão no final de 2011, enquanto o mercado teve evolução de 11% em seu saldo no mesmo período. Para o gerente de captações do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), entidade financeira provedora da poupança para as cooperativas de crédito do Sistema, Ricardo de Amorim, o diferencial no investimento é o retorno dos recursos aplicados para as cooperativas de crédito e para as regiões onde o investimento foi realizado. “Diferente dos bancos comerciais, que investem os recursos da poupança nos grandes centros e em crédito imobiliário, os recursos captados nas cooperativas retornam em benefício para as comunidades, viabilizando o desenvolvimento local”, diz o especialista.

Para investir na poupança do setor cooperativista de crédito não é necessário se associar a uma cooperativa. A taxa de rendimento anual é de 6,17% ao ano acrescido da taxa referencial (TR), mesmo valor praticado pelos bancos comerciais, porém com a vantagem da isenção da incidência de impostos e tarifas sobre os rendimentos.

Fonte: Sicoob

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Pâmella Oliveira recebe nova bicicleta do Sicoob

February 8th, 2012 No comments

A triatleta capixaba Pâmella Oliveira, patrocinada com exclusividade pelo Sicoob ES, ganhou uma surpresa da cooperativa: uma nova bicicleta que será utilizada na temporada de competições deste ano.

A expectativa da atleta é que as pedaladas na nova bike a ajudem a alcançar o seu grande objetivo, a vaga nas Olimpíadas de Londres.

Pâmella, que já está usando a bicicleta nos treinamentos em Portugal, agradeceu o apoio do Sicoob. A cooperativa a acompanha desde as categorias de base da natação.

Mais uma vez o Sicoob investe em mim e acredita nos meus sonhos. A nova bike para esta temporada serve como motivação para os novos desafios e me dá a tranquilidade de treinar com um equipamento de primeiríssima qualidade. Estou muito confiante de que ótimos resultados virão”, afirmou Pâmella, que atualmente lidera o ranking nacional de atletismo.

A próxima competição da atleta que contará pontos para as Olimpíadas será no dia 24 de março, em Mooloolaba, Austrália.

Fonte: Sicoob

Sicoob cria espaço para a imprensa

January 25th, 2012 1 comment

Com o objetivo de manter a imprensa e também os associados informados com as últimas notícias o Sistema Sicoob criou um espaço específico para a divulgação de releases e notícias.

Conheça o conteúdo no http://www.sicoob.com.br/site/conteudo/sistema_sicoob/sala_de_imprensa/

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Cooperforte virtualiza estrutura para crescer

January 25th, 2012 No comments

Sede da Cooperforte em BrasíliaA Cooperforte, a 2ª maior Cooperativa de Crédito do Brasil reduziu consumo de energia, ganhou espaço físico e aumentou disponibilidade.

A necessidade de atualizar a infraestrutura tecnológica para atender ao crescimento esperado dos negócios somada à limitação de espaço fez a cooperativa de crédito urbano Cooperforte acelerar os passos rumo à virtualização. Por mês, a companhia realiza cerca de 3 milhões de transações, que incluem saques, empréstimos e aplicações, e registra incremento na base de associados que hoje soma 110 mil. Atender a essa massa com qualidade e agilidade tornou-se um desafio.

“O ambiente que tínhamos não estava compatível com a demanda gerada pela expansão da Cooperforte nos últimos anos. Já enfrentávamos limitações de disponibilidade das informações e segurança”, afirma Wilson Celso Petry, gerente de TI da Cooperforte.

Petry diz que metade dos associados da companhia se relaciona com a Cooperforte via canais virtuais e call center. Esse cenário, prossegue, gera demanda de serviços cada vez maior. “Estávamos no limite”, observa.

O executivo explica que enxergou na virtualização a saída adequada para eliminar esses problemas. “Identificamos que a tecnologia poderia diminuir o custo de propriedade, reduzir consumo de energia e de refrigeração e aprimorar o gerenciamento de equipamentos. Foi o que conquistamos”, lista.

Ele acrescenta ainda a queda nos custos com a renovação dos contratos de licenças de software. O executivo aponta que o conhecimento adquirido por ter trabalhado muitos anos com plataforma alta, que há tempos vem sendo virtualizada, o ajudou a executar o projeto com tranquilidade. Mas o apoio do seu time, diz, foi fundamental para o sucesso da iniciativa.

A empresa contava com 36 servidores físicos e decidiu renová-los por outros da HP, mas manteve o mesmo número de equipamentos, adicionando 55 servidores virtuais, com o auxílio da tecnologia VMware. Petry diz que cerca de 2 milhões foram investidos no projeto e que a iniciativa trouxe benefícios.

Assim como as empresas que estão ingressando no mundo da virtualização, a Cooperforte começou a testar a tecnologia pelos sistemas que geram menos impacto aos negócios para depois conquistar maturidade e estendê-la para as aplicações de missão crítica. “Tínhamos de ter certeza do seu potencial e segurança. Hoje, nosso servidor de e-mail, ERP, aplicações web e banco de dados estão em ambiente virtual”, assinala.

Há pouco mais de um ano com a nova estrutura, Petry diz que além dos objetivos propostos terem sido alcançados, o tempo de backup sofreu redução considerável, de 14 horas para 7 horas, ganho de 50% na realização da atividade. “Agora, temos cópias de segurança de máquinas inteiras, o que nos permite prover equipamentos virtuais mais rapidamente”, assegura.

O gerente de TI notou que antes de colocar em prática o projeto, a equipe de TI consumia boa parte do tempo apagando incêndios, prejudicando a capacidade de abraçar novas demandas e o desenvolvimento de soluções para os negócios. Mas com a facilidade de administração do ambiente, esse cenário ficou para trás, avalia.

Com a infraestrutura em dia, a Cooperforte conseguiu aumentar os negócios, ampliar a velocidade das atividades, garantir disponibilidade e, de acordo com Petry, essa combinação de fatores reflete diretamente nos associados.

Animada com os resultados, a cooperativa de crédito faz muitos planos para o futuro. O novo ambiente permitiu que a companhia estivesse pronta para ampliar os serviços prestados aos associados. Como exemplo, Petry cita que, de olho na mobilidade, a Cooperforte quer oferecer no primeiro trimestre de 2012 atendimento por meio de dispositivos móveis, inicialmente no iPad e iPhone, e que a partir de agora é possível suportar essa demanda.

“Com virtualização, não preciso aumentar a quantidade de racks, consigo suportar o aumento previsto sem dificuldades”, pontua. Para ele, a estrutura anterior certamente iria frear a expansão dos negócios e, com isso, a companhia perderia competitividade.

Diante dos resultados positivos que a virtualização possibilitou para a companhia sediada em Brasília (DF), um dos próximos passos é ampliar o uso da tecnologia para o site de contingência, que está instalado no Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), a alguns quilômetros do site principal. “Aprendemos que virtualização não é um ‘bicho de sete cabeças’, é um caminho sem volta”, avalia.

Uma nova rodada de aquisições de servidores está prevista. Seis da linha blade serão adquiridos e virtualizados. Mas isso não significa, segundo Petry, que a estrutura atual não comporta as demandas. “A garantia de alguns servidores do parque vai vencer e ampliar a de equipamentos ociosos, o que é mais caro do que adquirir novos”, explica.

Ele acrescenta que os equipamentos vão permitir à Cooperforte ganhar eficiência e performance e ficar em linha com o posicionamento estratégico da companhia, que busca cada vez mais a sustentabilidade. “Os blades nos ajudam nessa missão.” Agora, a Cooperforte, com fôlego para crescer, está preparada para demandas atuais e futuras, finaliza o gerente de TI.

Leia mais sobre a Cooperforte no http://www.cooperativismodecredito.com.br/SICOOBCooperforte.html

Fonte: computerworld.uol.com.br

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Poupança Sicoob terá divulgação durante amistoso no Pacaembu entre o Ajax e o Palmeiras

January 12th, 2012 No comments

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), maior sistema de cooperativas de crédito do País, terá um espaço de divulgação da Poupança Sicoob no jogo amistoso entre Ajax (Holanda) e Palmeiras, no próximo dia 14 de janeiro, às 17h, no estádio do Pacaembu, em São Paulo. O espaço foi oferecido ao Bancoob pela MongeralAegon, uma das patrocinadores do evento e também parceira do Sicoob em produtos oferecidos pela instituição.

Os espaços para divulgação serão placas de LED no campo de futebol do jogo que terá transmissão nacional. De acordo com a supervisora de Marketing e Comunicação de Produtos e Serviços do Sicoob, Ryvanne Alessandra Pires, a escolha do produto para divulgação foi feita com o objetivo de aumentar a captação da poupança, um produto estratégico para o Sicoob. “A partir do momento em que aumentamos o volume captado de poupança, temos a possibilidade de oferecer mais crédito para os associados atendendo às suas necessidades de crédito rural”.

Sobre o Sicoob

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui 2 milhões de associados em todo o país e está presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. O Sicoob é composto por 576 cooperativas singulares, 15 cooperativas centrais e a Confederação Nacional de Cooperativas de Crédito do Sicoob (Sicoob Confederação). Compõe ainda o Sistema o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), um banco comercial privado, sociedade anônima de capital fechado, cujo controle acionário pertence às entidades filiadas ao Sicoob, e que opera como provedor de produtos e serviços financeiros para as cooperativas. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com aproximadamente 2 mil pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no Sistema oferecem um amplo portfólio de produtos e serviços para seus associados e possibilita acesso a recursos financeiros especiais para empréstimo, investimento e capital de giro, com taxas e juros mais acessíveis.

Data: 14 de janeiro de 2012 – Hora: 17h – Local: Estádio do Pacaembu, São Paulo (SP).

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Cooperativas do Sicoob buscam ampliar atuação no Rio Grande do Sul

January 10th, 2012 No comments

O Sicoob Central SC realizou, no dia 13 de dezembro de 2011, reunião com as cooperativas do sistema interessadas em ampliar a sua área de atuação para municípios do Rio Grande do Sul. Esta foi a terceira reunião sobre o tema, que definiu critérios sobre os procedimentos a serem adotados pelas cooperativas. Doze das quarenta e duas cooperativas do sistema em Santa Catarina pretendem, gradativamente, oferecer os produtos e serviços do Sicoob em território gaúcho.

Seis cooperativas do Sicoob SC já atuam no Rio Grande do Sul, com cinco pontos de atendimento. No ano de 2010, o Sicoob Ecocredi, de Três Coroas, no Vale do Paranhana, tornou-se a primeira cooperativa do Sicoob no estado vizinho. Atualmente, 79 municípios riograndenses fazem parte da área de ação das cooperativas catarinenses Oestecredi, Transcredi, Creditapiranga, Credisulca e Credija, além da Ecocredi, que já nasceu em território gaúcho.

Segundo o presidente do Sicoob Central SC, Rui Schneider da Silva, “o Sicoob segue um modelo baseado na essência do cooperativismo de crédito, com atenção total às necessidades e urgências de cada associado, por isso se diferencia fortemente do tratamento dispensado por bancos e demais instituições financeiras aos clientes, que no cooperativismo de crédito são também os donos do negócio”.

Fonte: Sicoob Central SC

Sicoob ES lança consórcio para compra de imóveis e veículos

January 8th, 2012 1 comment

Quem sonha com a casa própria ou quer começar o ano com um carro novo na garagem conta agora com o Consórcio Sicoob. O cliente tem a possibilidade de parcelar em até 75 meses a compra do veículo e até 180 meses a aquisição do imóvel, sem a cobrança de juros.

O interessado pode escolher a marca e o modelo do carro de sua preferência; e o imóvel pode ser novo ou usado, residencial ou comercial.

Segundo o diretor-executivo do Sicoob ES, Francisco Reposse Junior, um dos diferenciais é que o consórcio tem as melhores taxas de administrção do mercado.

“Além disso, tem a credibilidade do Sicoob, que garante ao cliente a segurança de fazer um plano a longo prazo”, ressalta. O diretor acrescenta outras vantagens do consórcio: “A contratação é ágil, o associado pode comprar o bem que deseja de forma planejada e sem pagar juros, apenas a taxa de administração, que será diluída nas parcelas”.

No caso do consórcio imobiliário, o cliente pode usar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para quitar ou amortizar o saldo devedor e pagar as parcelas.

Também é possível utilizar o Fundo para dar lances e tentar receber o bem antes do encerramento do grupo. O cliente pode ser contemplado com o crédito por meio de sorteio ou ainda por lances, informando o número de parcelas que pretende quitar. Quando contemplado, ele retira a carta de crédito e compra o veículo ou imóvel onde quiser.

Fonte: Sicoob ES

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Sistema SICOOB passa a arrecadar o Simples Nacional

January 8th, 2012 No comments

A partir de janeiro de 2012, o Sistema de Cooperativas de Crédito SICOOB passa a arrecadar Tributo Federais através do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Os empreendedores que possuem negócios vinculados a esse regime já podem quitar as obrigações de suas empresas no SICOOB.

O recebimento do Simples é mais um serviço disponibilizado pela cooperativa para beneficiar seus cooperados, que agora poderão centralizar a movimentação financeira na própria cooperativa.

Além do Simples, o SICOOB está habilitado para receber o DARF (Documento de Arrecadação Federal), boletos, contas de luz, água, telefone, entre outros recebimentos.

Os principais tributos federais recebidos por meio do DAS são:

  • o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);
  • Contribuição para o PIS/PASEP;
  • contribuição Patronal Previdenciária (CPP);
  • Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS);
  • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS);
  • e a Contribuição para a Seguridade Social (GPS).

No momento, as arrecadações no Sicoob foram liberadas apenas no caixa da cooperativa, tanto para associados quanto não associados. Em breve, os canais de autoatendimento do Sistema também serão habilitados para arrecadação.

Fonte: Sicoob

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O Cooperativismo de Crédito se despede de Mário Kruel Guimarães

December 25th, 2011 No comments

Mário Kruel Guimarães

24/12/2011 – O cooperativismo de crédito brasileiro lamenta o falecimento de Mário Kruel Guimarães, precursor do cooperativismo de crédito contemporâneo, que conduziu a reestruturação do sistema cooperativo de crédito, com a criação, no inicio dos anos 80, da Central das Cooperativas de Credito do RS – Cocecrer/RS, atual Sistema Sicredi.

Mário, natural de Santa Catarina, tinha 88 anos e estava no meio cooperativista, segundo ele mesmo definia, desde a infância. Desde 1944, quando fundou e presidiu a Cooperativa de Consumo Bancário, a trajetória de Mario deixa límpida sua paixão pelo cooperativismo. Dentre outros cargos, foi vice-presidente da Fecotrigo e presidente da Cocecrer RS. Foi também autor de obras, como o ensaio “Passado, presente e futuro do cooperativismo de crédito brasileiro”.

“… Se querem me homenagear, pensem em mim com carinho e façam o que sempre preguei aqui na terra: sejam bons, e honestos; sejam fraternos e se entreajudem nos momentos de dificuldades; nunca façam nada que possa prejudicar um semelhante; não sejam gananciosos, vivam com alegria…” (Mario Kruel Guimarães)

Fonte: http://fgk.com.br/?p=353

Mario Kruel Guimarães

Um dos nomes que ajudou a erigir o cooperativismo de crédito no país, Mario Kruel Guimarães morreu na sexta-feira, aos 87 anos, em Ituporanga (SC), de falência múltipla de órgãos.

Nascido em Santo Ângelo, em 18 de abril de 1924, Guimarães teve como uma das características a mudança constante de endereço. Passou por cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Bahia, Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro, e, na maioria, fixou-se apenas por dois ou três anos.

Autodidata, estudou por conta própria para obter a aprovação na prova do Banco do Brasil e começou a atuar em Erechim. Foi gerente de agência em Getúlio Vargas, exerceu a função de chefe da carteira agrícola do Banco do Brasil e se aposentou em Porto Alegre, como inspetor, em 1968. Também dirigiu um frigorífico em Sarandi e em Duque de Caxias (RJ) e trabalhou no Ministério da Agricultura, em Brasília.

No período do banco, envolveu-se com o cooperativismo de crédito. No início da década de 60, atuou em Itabuna, na Bahia, onde organizou uma cooperativa de cacau. No Estado, foi vice-presidente da Federação das Cooperativas de Trigo e Soja do Rio Grande do Sul (Fecotrigo) e presidente da Cooperativa Central de Crédito do Rio Grande do Sul (Cocecrer).

Dessa forma, ajudou a fundar as bases e o modelo adotado pelo Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi), que hoje atua em 10 Estados.

Em meados da década de 80, Guimarães teve um infarto e se afastou do trabalho. Mudou-se para Palmas (PR) e se dedicou a uma granja em Água Doce (SC), onde plantava maçãs. Lá, permaneceu até 2003, quando foi morar em Ituporanga (SC).

Segundo um dos filhos, Nelson, ele gostava de arte, de música e, nos últimos anos, de cozinhar para a família. Teve dois casamentos e deixa oito filhos, 14 netos e dois bisnetos.

Fonte: Zero Hora

Sicoob e Stefanini recebem Prêmio Relatório Bancário 2011

December 21st, 2011 No comments

Ailtom Barberino, Vice-Presidente da Global Accounts VP, Ricardo Antônio Batista, diretor de Tecnologia da Informação do Sicoob Confederação, Edson Rodrigues Lisboa Júnior, Gerente Sistemas Corporativos, Antônio Cândido Vilaça Junior, superintendente de Sistemas de Informação do Sicoob Confederação, e Dênio Albaro de Lima Rodrigues, superintendente de tecnologia da Informação do Sicoob Confederação.

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) e a Stefanini receberam em São Paulo, o Prêmio Relatório Bancário 2011 na categoria “Destaque” melhor em digitalização de documentos: Solução para verificação automática da qualidade da imagem de cheques.

Mais de 250 cases de soluções adotadas pelo sistema financeiro em 2011 foram inscritos e analisados por um comitê de jurados com notório conhecimento do segmento.

O evento, realizado desde 2005, é reconhecido como a principal premiação do setor financeiro e de toda a cadeia de fornecedores que contribui para o seu desenvolvimento. Nos últimos anos, o Prêmio se firmou como referência de qualidade e eficiência para os bancos, sendo citado nos balanços anuais e comunicados aos investidores das instituições homenageadas. Atualmente, a festa em homenagem aos premiados é um dos acontecimentos mais prestigiados do calendário dos bancos e de seu eco-sistema de negócios.

Ao todo foram entregues 40 prêmios em quatro categorias diferentes: Banco do Ano; Personalidades Financeiras; Excelência, voltado para as instituições financeiras; e Destaques, para empresas de tecnologia. Os vencedores terão seus cases apresentados em uma publicação especial do Relatório Bancário, que será lançada este mês.

Fonte: Sicoob

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Dirigente do Sicoob é homenageado em evento do Banco Central

November 27th, 2011 No comments

O superintendente de desenvolvimento organizacional do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), Marden Marques Soares, foi homenageado durante o III Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, em Brasília.

O reconhecimento foi pelo empenho no trabalho desenvolvido por Marden na consolidação das ações voltadas para a inclusão financeira da população de baixa renda e na organização de eventos do Banco Central sobre o setor de microfinanças, finalizados entre 2001 e 2008, quando ainda servidor daquela autarquia.

O III Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, promovido pelo Banco Central, reuniu representantes do governo, do setor de microfinanças, estudiosos e fomentadores, nacionais e internacionais, para discutir sobre a promoção da inclusão social e financeira no país.

Fonte: Sicoob

Pequenas instituições desafiam poder de banco grande

November 24th, 2011 No comments

O movimento de contestação ao sistema financeiro “Ocupe Wall Street” ganhou uma versão local no Brasil, porém focada contra a atuação das grandes instituições financeiras, que impõem preços e padrões de serviço.

Diferentemente dos EUA, onde é um movimento social, a bandeira aqui é levantada por corretoras independentes, butiques de investimentos, cooperativas de crédito e instituições financeiras de pequeno porte que desafiam a concentração do setor oferecendo taxas competitivas e serviços diferenciados, informa reportagem de Tatiana Freitas e Toni Sciarretta publicada na edição desta segunda-feira da Folha.

Se nos EUA os manifestantes pregam a retirada dos depósitos mantidos nos bancos para levar às cooperativas de crédito, sem fins lucrativos, os contestadores no Brasil tentam romper o preconceito quanto à fragilidade das pequenas instituições.

Um dos argumentos é a segurança total para os CDBs e contas até R$ 70 mil.

Cooperativas de crédito como a Secres (funcionários da Sabesp) oferecem taxas de 1,49% ao mês para “adiantar” o dinheiro da restituição do Imposto de Renda. No Bradesco e no Santander, a taxa é de 2,45% e 3,29% ao mês.

OUTRO LADO

De acordo com a Febraban (Federação dos Bancos), o brasileiro vê os bancos como agentes do desenvolvimento e o crédito como uma conquista da estabilidade.

“Não há um descontentamento. A discussão aqui é de nível de juros e de spread (diferença entre taxas captadas e repassadas), mas quem verbaliza isso é parte da indústria”, diz Rubens Sardenberg, economista da Febraban.

Quanto às pequenas instituições, a visão é que se trata mais de uma chance para ganhar mercado do que uma crítica à concentração. “Estudos mostram que não há relação entre concentração e alta rentabilidade.

Fonte: Folha.com

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Dirigentes do Banco Central visitam sede do Sicoob em Brasília

November 24th, 2011 No comments

Secretário-executivo do BC, Luiz Edson Feltrim, e o Presidente do Sicoob Confederação, José Salvino de Menezes

Representantes do Banco Central do Brasil visitaram ontem (23) a sede do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), em Brasília (DF). Entre os presentes estavam o secretário-executivo do BC, Luiz Edson Feltrim, o diretor de Regulação do Sistema Financeiro, Luiz Awazu Pereira da Silva, e o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Controle de Operações do Crédito Rural, Sidnei Corrêa Marques.

Durante o encontro, o presidente do Sicoob Confederação, José Salvino de Menezes, apresentou algumas reivindicações do setor de cooperativismo de crédito e fez a entrega oficial de um documento direcionado ao presidente do Banco Central do Brasil, Alexandre Tombini, com algumas propostas para serem discutidas a respeito de temas normativos do segmento. No encontro, Salvino destacou a necessidade da parceria entre a entidade e o BC. “Nós confiamos na seriedade e na responsabilidade do Banco Central, mas devemos acertar os pontos divergentes por meio do diálogo”.

O encontro marcou o último dia do III Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira que reuniu representantes do governo, do setor de microfinanças, estudiosos e fomentadores, nacionais e internacionais, para discutir sobre a promoção da inclusão social e financeira no país.

Fonte: Sicoob

Dirigentes do Sicoob participaram do III Fórum Banco Central sobre inclusão financeira

November 24th, 2011 No comments

Dirigentes do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), maior sistema de cooperativas de crédito do país, participaram do III Fórum Banco Central sobre inclusão financeira, em Brasília, realizado entre os dias 21 e 23/11. O evento reúne representantes do governo, do setor de microfinanças, estudiosos e fomentadores, nacionais e internacionais, para discutir sobre a promoção da inclusão social e financeira no país.

O evento que tem como tema central “Do microcrédito à inclusão financeira: 10 anos de articulação do Banco Central” visa promover um sistema financeiro cada vez mais sustentável, eficiente e inclusivo, além de lançar a Parceria Nacional para Inclusão Financeira (PNIF). Na programação do evento está prevista para hoje (22) uma sessão solene às 16h com a participação da Presidente da República, Dilma Roussef, e do Presidente do Banco Central do Brasil (BCB), Alexandre Antonio Tombini, entre outras autoridades.

Para representar o Sicoob estarão presentes o diretor de Desenvolvimento Organizacional da entidade, Abelardo Duarte de Melo Sobrinho, e o superintendente de Desenvolvimento Organizacional, Marden Marques Soares.

Fonte: Sicoob

Pâmella Oliveira leva medalha de bronze no Pan

November 3rd, 2011 No comments

A brasileira Pâmela Oliveira, tratleta patrocinada pelo Sicoob Central ES, conquistou no domingo (23/10) a medalha de bronze no triatlo dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.

Depois de não conseguir a vaga nos 800 metros livre da natação para o Pan do Rio, em 2007, a brasileira começou a se dedicar ao triatlo, e comemorou muito o terceiro lugar na prova com o tempo de 2h00min32.

“Estou feliz demais, foi um dia perfeito”, disse ela, segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB). “Tentei a vaga nos 800m livre para o Pan do Rio e não consegui. E agora estou aqui, com essa medalha de bronze. Já estava um pouco cansada da natação e queria mudar.”.

Pâmella fez a transição do ciclismo para a corrida na liderança, mas foi superada pela norte-americana Sarah Haskins, que levou a medalha de ouro e a vaga para os Jogos Olímpicos de Londres ao completar o percurso em 1h57m37s, e pela chilena Barbara Riveros, que ultrapassou a brasileira na última volta da corrida e terminou a prova em 2h00m23s.

“Cheguei na última volta da corrida sem conseguir sentir minhas pernas. Terminei a prova, soltei um grito de desabafo e de alegria e caí”, declarou Pâmella, que sentiu enjoo e tontura após a competição. O próximo objetivo da brasileira é conquistar a vaga para a Olimpíada de 2012. “Preciso pontuar nas provas do Circuito Mundial para garantir a minha vaga. No momento, estou fora da zona de classificação, mas ainda há muitas etapas, este ano teremos duas”, explicou.

Fonte: Reuters Brasil

No Paraná, cooperativismo de crédito já contabiliza mais de meio milhão de cooperados

November 3rd, 2011 No comments

No Paraná, o cooperativismo de crédito comemorou o seu Dia Internacional contabilizando avanços expressivos. As 63 cooperativas de crédito filiadas ao Sistema Ocepar fecharam o primeiro semestre de 2011 com mais de meio milhão de cooperados. Em seis meses, mais de 40 mil pessoas associaram-se a uma instituição cooperativa. De acordo com dados da Gerência de Autogestão, as cooperativas de crédito estão presentes em mais de 300 municípios paranaenses – avançando para abranger, nos próximos anos, a totalidade dos 399 municípios do estado.

“A cooperativa está próxima de seu cooperado, o que faz com que haja interação e conhecimento aprofundado sobre a realidade e demandas dos associados”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski. “Em mais de 70 municípios do Paraná, a cooperativa de crédito é a única instituição financeira existente. São distritos e cidades pequenas aonde os bancos não chegam, mas o cooperativismo está presente, com serviços e produtos de qualidade”, enfatiza.

Acesso ao crédito – Segundo Koslovski, por conhecer a realidade de seus cooperados, a cooperativa pode oferecer crédito de forma simplificada e adequada às necessidades de cada associado. “Custos menores em operações de crédito, credibilidade e segurança explicam o crescimento do setor. E há a questão fundamental, que é o fato do cooperado ser dono da cooperativa, participando dos resultados e tendo voz ativa nas decisões da instituição. A cada dia, mais pessoas estão percebendo os diferenciais do cooperativismo, deixando de ser meros correntistas em bancos, para tornarem-se donos em uma cooperativa de crédito”, afirma.

Indicadores em alta – A forte adesão ao cooperativismo de crédito é acompanhada por expressivos indicadores econômicos. No Paraná, as cooperativas do ramo fecharam os primeiros seis meses de 2011 administrando ativos próximos a R$ 9,1 bilhões, crescimento de 36% em comparação ao mesmo período no ano passado. No primeiro semestre, as operações de crédito foram superiores a R$ 4,1 bilhões, um aumento de 46%. Alta também verificada no montante de depósitos nas cooperativas, que ultrapassou os R$ 4,5 bilhões, elevação de 60% ante o primeiro semestre de 2010.

Segundo o gerente de Desenvolvimento e Autogestão do Sistema Ocepar, Gerson Lauermann, os números indicam que os cooperados estão mais capitalizados, face também ao momento positivo da economia brasileira. “O crescimento econômico traz mais pessoas para as classes emergentes e amplia a necessidade de crédito para pequenas e microempresas. As cooperativas estão prontas a atender com eficiência à crescente demanda desses setores, da mesma forma como sempre atenderam às necessidades de crédito do segmento agropecuário”, analisa.

Revista Paraná Cooperativo – Os resultados alcançados pelo cooperativismo de crédito no Paraná e os diferenciais oferecidos aos cooperados foram tema da matéria especial publicada na edição de agosto da revista Paraná Cooperativo, produzida pela assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar. A reportagem traz ainda um perfil dos sistemas presentes no Estado (Sicredi, Sicoob, Unicred e Federalcred) e também das cooperativas singulares independentes, além da experiência de cooperados que conseguiram implementar seus projetos de vida com o apoio das cooperativas.

Fonte: Ocepar em 21/10/2011

7º Feirão Unicred Rio ocorrerá no próximo final de semana

October 23rd, 2011 No comments

Em um exemplo de intercooperação 3 cooperativas do Rio de Janeiro promoverão um feirão nos dias 29 e 30 de Outubro na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. O evento será realizado pela Unicred, Cecremef e pela Coomperj.

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Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito: reflexões sobre o futuro do setor

October 19th, 2011 No comments

20/10/2011 - Dia Internacional do Cooperativismo de CréditoO Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito, celebrada no mundo inteiro sempre na terceira quinta-feira do mês de outubro, representa a força das pessoas que acreditam em um mundo mais sustentável e inclusivo. A data, comemorada este ano no dia 20, foi instituída pelo Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (WOCCU, sigla em inglês), e relembra o empenho dos pioneiros na construção dos valores do cooperativismo de crédito, ao mesmo tempo em que comemora o sucesso e o desenvolvimento do setor.

A concepção do cooperativismo de crédito desde os pioneiros de Rochdale, na Inglaterra, que fundaram a primeira cooperativa do mundo em 1844, se baseia no conceito de cooperação mútua.  As cooperativas de crédito são sociedades de pessoas que buscam, por meio da união e da intercooperação, prestar serviços financeiros exclusivos em benefício de todos seus associados, que também são donos do negócio. Sempre alicerçado em valores éticos, o cooperativismo de crédito não visa lucros e privilegia o valor pessoal de cada cooperado integrante da sociedade. Além disso, os recursos provenientes das cooperativas são aplicados nas comunidades na qual estão inseridas, o que proporciona o desenvolvimento da região de uma forma equilibrada e sustentável.

Neste contexto, o cooperativismo de crédito tem apresentado um crescimento contínuo nos últimos anos. No atual cenário econômico mundial, o modelo se destaca ao oferecer vantagens e serviços financeiros de uma forma mais simples, rápida e fácil, com taxas e juros mais acessíveis do que os praticados por outros segmentos do setor financeiro. A força do cooperativismo de crédito se consolida cada vez mais diante das questões socioeconômicas do país por estabelecer uma gestão financeira satisfatória em benefício de todos seus cooperados.

Podemos observar a expressão do cooperativismo de crédito no mundo quando vemos os números do setor, principalmente na Europa. Na França, por exemplo, 60% dos recursos financeiros do país são movimentados pelos quatro sistemas de crédito existentes. O francês Credit Agricole, maior banco cooperativo do mundo, atualmente ocupa a 5ª posição na lista dos 50 maiores bancos mundiais em volume de ativos administrados. As cooperativas de crédito do mundo inteiro administram US$ 1,3 trilhão em ativos totais. No Brasil, existem 1.370 cooperativas de crédito que administram ativos em torno de R$ 68,7 bilhões, provenientes de seus 5 milhões de associados. O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), o maior sistema do país, possui mais de 2 milhões de associados e quase 2 mil pontos de atendimento.

As cooperativas baseiam-se em valores de ajuda mútua e responsabilidades, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. Os conceitos de justiça e equilíbrio das cooperativas de crédito têm despertado o interesse de grandes organizações que ensaiam mudanças em suas atitudes com o intuito de torná-las mais humanas e sustentáveis. 

A legislação que rege o cooperativismo de crédito já obteve muitos avanços nos últimos anos, principalmente com a regulamentação da Lei Complementar nº130/2009, que estabeleceu o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), reconhecendo de forma definitiva o cooperativismo de Crédito como integrante do Sistema Financeiro Nacional, mas ainda existem muitos desafios para garantir o desenvolvimento das cooperativas de crédito do nosso país e a segurança jurídica do setor. A grande meta do segmento é a aprovação da nova lei geral do cooperativismo que tramita no Senado, o PLS 171/99, a qual reorganiza as sociedades cooperativas no Brasil, define o que é o ato cooperativo e retira do setor o peso dos impostos, proporcionando maior competitividade.

O atual governo da Presidente Dilma Roussef já manifestou seu apoio ao setor cooperativista de crédito, demonstrado logo no início do seu governo com a publicação da lei 12.424/11, que permite às cooperativas de crédito operar no financiamento de habitações e obras previstas no Programa Minha Casa, Minha Vida. O setor também tem o apoio do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, que já se posicionou em defesa do segmento e de uma regulamentação específica para o sistema de crédito cooperativo.

O fortalecimento e a expansão do cooperativismo de crédito no país são instrumentos fundamentais para a consolidação de uma nação mais justa e equilibrada. E, para manter vivos os ideais dos pioneiros de Rochdale, é necessária a conscientização de todos sobre a importância da democratização do crédito e desconcentração de renda. O caráter inclusivo do cooperativismo de crédito e de valorização da individualidade do associado são aspectos importantes na construção um país onde as oportunidades de crescimento sejam oferecidas a todos as pessoas, independente de classe social, gênero, cor ou raça.

Os princípios do cooperativismo devem ser preservados para que, no futuro, a realidade socioeconômica de nossos herdeiros tenha como base uma sociedade mais solidária e democrática com valores que busquem uma existência sustentável, o bem-estar social, a independência e autonomia.

Parabéns a todos os cooperativistas de crédito que contribuem para perpetuação dos valores do segmento e colaboram para a construção de um mundo mais justo e equilibrado!

Por José Salvino de Menezes, Presidente do Sicoob Confederação

Cooperativismo de Crédito – um modelo diferente

October 19th, 2011 No comments

20/10/2011 - Dia Internacional do Cooperativismo de CréditoUma ideia simples e ao mesmo tempo revolucionária: guardar dinheiro e emprestar uns aos outros, sem o objetivo de lucro. Esta é a essência das cooperativas de crédito, uma ideia que se espalhou por mais de 100 países com a adesão de 231 milhões de associados. Em alguns países são a principal instituição financeira. Desde 1948, o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito é comemorado na terceira quinta-feira de outubro. Neste ano, o tema para a celebração é: “As cooperativas de crédito constroem um mundo melhor”. Parece apenas mais um slogan publicitário, mas não é.

No mundo são mais de 113 mil cooperativas e 5 mil bancos cooperativos. O Brasil possui 1,3 mil cooperativas e 5 milhões de associados. Elas ocupam hoje o 7º lugar no ranking de depósitos das instituições financeiras. São mais de 50 mil funcionários em 4.500 pontos de atendimento. E crescem cada vez mais à medida que mais brasileiros conhecem e se associam. O Sicoob – Sistema das Cooperativas de Crédito do Brasil é o maior no ramo, com 2 milhões de sócios. Em Santa Catarina, possui a segunda maior rede de atendimento, com agências em 70% dos municípios.

Numa cooperativa de crédito, o associado é ao mesmo tempo cliente e dono, pois o resultado é dividido proporcionalmente à participação de cada um. Assim, pode praticar tarifas e taxas melhores do que outras instituições financeiras. O órgão máximo de decisão é a assembleia geral, onde cada sócio tem direito a um voto. Ou seja, as decisões são coletivas e o gerenciamento é feito por um Conselho de Administração, sob a fiscalização do Conselho Fiscal – ambos eleitos em assembleia. 

As cooperativas de crédito oferecem os mesmos serviços de um banco, mas de um jeito diferente. Compartilham os resultados com os associados e reciclam seus recursos nas comunidades onde atuam, promovendo o desenvolvimento local. Um modelo eficiente e diferente, que constrói um mundo melhor.

Por Rui Schneider da Silva – Presidente do Sicoob SC

Campanha do Sicoob, “a gente pensa diferente” estreia em mídia nacional

October 16th, 2011 No comments

O Brasil está cheio de pessoas que pensam diferente. Pessoas que reciclam, que contribuem para o desenvolvimento de suas comunidades, que pensam no coletivo, que se preocupam com o meio ambiente e com o futuro das próximas gerações. Pessoas que buscam um estilo de vida diferente, onde a cooperação e a união são valores sempre presentes. É com este conceito que o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), maior sistema de cooperativas de crédito do país, lança a campanha nacional de divulgação do sistema.

Usando como ideia principal o conceito “a gente pensa diferente”, a campanha tem o objetivo de apresentar para a sociedade uma instituição financeira diferente, e reforçar o cooperativismo de crédito como uma alternativa ao modelo tradicional, onde o cooperado é dono do negócio, participa dos resultados e utiliza os serviços e produtos oferecidos pela entidade. “Nossa campanha é muito mais que uma simples campanha. É um manifesto. Um grande movimento. Juntos, vamos mostrar para todo o Brasil que o Sicoob é uma instituição financeira especial, feita para pessoas que pensam diferente”, afirma a gerente de Marketing do Sicoob Confederação, Andrea Hollebach Athayde.

Na mídia impressa, anúncios serão veiculados em revistas de circulação nacional. Será veiculado um spot em rádios nacionais e rádios locais e um VT terá exibição nacional. Foram criados ainda um hot site, www.agentepensadiferente.com.br, e outdoors serão colocados nas principais regiões do país.

Sobre o Sicoob

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui 2 milhões de associados em todo o país e está presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. O Sicoob é composto por 576 cooperativas singulares, 15 centrais de crédito e a Confederação Nacional de Cooperativas de Crédito do Sicoob (Sicoob Confederação). Compõe ainda o Sistema o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), um banco comercial privado, sociedade anônima de capital fechado, cujo controle acionário pertence às cooperativas centrais, e que opera como provedor de produtos e serviços financeiros para as cooperativas. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com aproximadamente 1.900 pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no sistema oferecem uma ampla rede de serviços e produto para todos os associados e proporciona o acesso a recursos financeiros especiais para empréstimo, investimento e capital de giro, com taxas e juros mais acessíveis.

Fonte: Sicoob

Sicoob lança campanha nacional: “A gente pensa diferente”

October 12th, 2011 No comments

“A gente pensa diferente”. Esse é o tema da primeira campanha nacional do Sicoob, que começa a ser veiculada no próximo domingo (16/10), na Rede Globo. O objetivo é divulgar o sistema, mostrando sua presença e abrangência no país, posicionando as cooperativas como instituições financeiras que agem e pensam de maneira diferenciada

O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, ressalta a importância de iniciativas como essa. “Precisamos realmente colocar a cara na rua e mostrar à sociedade que o cooperativismo é uma alternativa socioeconômica diferente, que valoriza o capital humano e defende a busca dos resultados pela integração e união.”

O filme publicitário vai fazer uma relação das pessoas que buscam um estilo de vida onde a cooperação e a união são valores presentes com o Sicoob, que oferece os mesmos serviços e produtos de um banco comum, mas com diferenciais. Compartilha resultados com os associados e recicla seus recursos nas comunidades onde está presente, promovendo o desenvolvimento local.

“Nossa campanha é muito mais que uma simples campanha. É um manifesto. Um grande movimento. Juntos, vamos mostrar para todo o Brasil que o Sicoob é uma instituição financeira especial, feita para pessoas que pensam diferente”, afirma a gerente de Marketing do Sicoob Confederação, Andrea Hollebach Athayde.

Andrea enfatiza que o envolvimento de cada cooperativa, empregados e associados, na execução da campanha é de relevância estratégica. “Vamos todos, Sicoob Confederação, cooperativas centrais e singulares, fazer o esforço necessário para que tudo corra bem e as mensagens e peças da nossa campanha cheguem até os cooperados e ao público em geral, especialmente aqueles que se identificam com os valores e os princípios do Sicoob”, diz.

A campanha - A divulgação vai de 16 de outubro deste ano a 17 de janeiro de 2012. Para dar sustentação e potencializar a eficácia das mensagens, foram desenvolvidas várias peças, entre elas um hotsite (www.agentepensadiferente.com.br,).

Com informações do Sicoob Confederação

Dinheiro Amigo: As cooperativas de crédito são destaque na Revista Você S/A.

October 12th, 2011 1 comment

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As cooperativas de crédito são menos burocráticas, têm atendimento peronalizado e juros menores.

Quando a crise financeira internacional estourou no fim de 2008 e em pouco tempo bateu à porta do Brasil, tendo como principal conseqüência a restrição das linhas de crédito, algumas instituições continuaram emprestando dinheiro com relativa facilidade; as cooperativas de crédito. Embora sejam restritas a determinados grupos profissionais ou a uma comunidade, as cooperativas fazem parte do sistema financeiro nacional como qualquer banco e também estão submetidas à regulação e supervisão do banco central-BC.

No Brasil, elas existem há mais de um século, mas de cinco anos para cá as cooperativas de crédito quase dobraram de tamanho e, segundo dados do BC, no fim do ano passado elas fizeram negócios equivalentes a 2,1% do produto interno bruto-PIB bancário do país. As metas das cooperativas são ambiciosas; querem crescer este ano 30% neste ano pretendem abocanhar uma fatia de 10% do mercado bancário em dez anos.

As principais armas para essa conquista são as taxas de juro mais baixas e o atendimento personalizado. Segundo Luiz Gonzaga, diretor-presidente da cooperativa vale do aço, no interior de Minas Gerais, as taxas de financiamentos concedidos pelas cooperativas são 15% a 20% menores do que a média do mercado para operações correspondentes. Mas, como em qualquer transação financeira feita em um banco, essa vantagem pode ser menor ou maior dependendo do relacionamento que o cliente tem com a instituição.

Além desse beneficio, a concessão do crédito costuma ser mais rápida e menos burocrática nas cooperativas do que nos bancos comerciais de varejo. Afinal, os cooperados —- são chamados os clientes das cooperativas —- são parte de uma comunidade com características parecidas. Pode ser um grupo especifico de profissionais de uma região geográfica limitada —- este ultimo modelo é chamado de livre admissão. A cooperativa é dirigida por membros do mesmo grupo, que conhecem bem a realidade dos cooperados. Já a administração do negócio fica com os profissionais do mercado financeiro.

Cooperativas mistas

A cooperativa vale do aço surgiu há 45 anos para atender exclusivamente os funcionários da Usiminas, em Ipatinga, no interior de Minas Gerais. Com o passar do tempo associou-se a outra instituição de empresários da região e, hoje, é uma cooperativa de livre admissão, aberta a qualquer pessoa que more nos municípios de Ipatinga, coronel Fabriciano e Timóteo. “os bancos têm tecnologia mais avançada do que nós, mas estamos investindo pesadamente nisso” diz Luiz Gonzaga. A vale do aço e associada ao sistema de cooperativas de crédito do Brasil SICOOB, uma rede eletrônica que existe há 15 anos e reúne cooperativas do Sudeste, Centro-este, Norte e Nordeste do país. Na região Sul prevalece uma segunda eletrônica, o sistema de credito cooperativo-SICREDI. São esses dois sistemas que fazem a troca de informações entre as cooperativas do Brasil, permitindo que os clientes possam circular com cheques e cartões por todo o país. Em uma viagem, eles podem recorrer às agencias de qualquer cooperativa associada como se fosse a sua. O Sicoob também opera como banco com Banco24Horas, no qual os cooperados podem fazer saques.

Distribuição de Lucros

As cooperativas de crédito são em cidades do interior, mas isso pode ser ampliado. No ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) liberou a formação de cooperativas de livre admissão em cidades com mais de 2 milhões de habitantes. Quem estiver interessado em se tornar um cooperado deve saber que sempre há uma taxa de adesão, correspondente a um número de cotas de participação na cooperativa. E, em geral, há uma taxa de manutenção que tende a equiparar-se aos valores dos pacotes de tarifas dos bancos.

Dessa forma, o cooperado é também dono de uma parte da instituição. A vantagem é que, no fim de cada ano, as cooperativas de crédito distribuem os lucros entre os participantes, depois de ter sido subtraída uma parcela de, pelo menos, 10%, destinada ao fundo de reserva. A distribuição de créditos é diferente da distribuição de dividendos, que é realizada para quem compra ações de uma segunda empresa. Segundo Samuel Flam, diretor da Credicom, cooperativa de credito de profissionais de nível superior da área de saúde de Minas Gerais, os acionistas de um banco esperam sempre ganho maior.”Já o Cooperado, não. O objetivo dele é ter crédito mais fácil e farto, com juros mais baixos. E isso não necessariamente leva a um lucro sempre maior”, afirma Samuel.

A desvantagem é que, se a cooperativa falir, a responsabilidade é de todos. Neste caso, ela apura os prejuízos e cada cooperado tem responsabilidade no valor de até o patrimônio que possui na instalação. Vale lembrar que os membros têm direito aos recursos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) nos mesmos moldes dos clientes de um banco comercial – de até 60 000 reais por cadastro de Pessoa Física (CPF)

Uma cooperativa bem administrada tem poucos riscos. A taxa de inadimplência da Credicom, por exemplo, está em apenas 0,3%, ante 4 a 6% de calotes registrados nos maiores bancos comerciais do país. “Além do conhecimento maior do publico e de suas necessidades, a cooperativa adota o mesmo procedimento de avaliação de risco do restante das instituições financeiras. A administração é profissional”, diz Samuel Flam.

Fonte: Revista Você S/A – Edição Agosto de 2011, páginas: 80 a 82

Cooperativas de crédito são opção à greve nos bancos

October 6th, 2011 No comments

Os cooperados e clientes do Sicoob SC poderão dispor dos produtos e serviços normais da rede nas 292 agências presentes em 207 municípios catarinenses (70%), pois as cooperativas de crédito, embora tenham os mesmos serviços de um banco, não estão vinculadas às negociações dos sindicatos bancários, que estão em greve em todo o país. Boletos, faturas e prestações pagáveis até a data do vencimento podem ser quitados em qualquer unidade das cooperativas.

Desde o dia 27 de setembro, os clientes de 20 mil agências bancárias estão enfrentando dificuldades para pagar as contas e fazer transações bancárias. E nas agências lotéricas, principalmente em semanas de jogos acumulados, as filas são enormes. Por isso, os clientes de bancos também podem usufruir dos 4.500 pontos de atendimento das cooperativas de crédito brasileiras que atendem 5 milhões de associados e clientes de outras instituições.

As cooperativas de crédito se distinguem das demais instituições financeiras porque têm como principal objetivo a prestação de serviços aos seus associados, donos do empreendimento. O Sicoob dispõe de 1.910 pontos de atendimento no Brasil – a sexta maior rede do país. Clientes de outros bancos podem pagar contas de água, luz, telefone, boletos bancários, carnês, IPVA e todos os tributos com códigos de barra que ainda estejam no prazo de vencimento.

As cooperativas de crédito oferecem uma ampla rede de serviços e produtos e proporcionam o acesso a recursos financeiros especiais para empréstimo, investimento e capital de giro, com taxas e juros mais acessíveis. Além disso, oferecem seguros, consórcios, crédito consignado, poupança, fundos de investimento, Sicoob Previ, RDC, cartões Cabal, Maestro, Mastercard e Visa – entre outros produtos e serviços.

O Sicoob é o maior sistema de cooperativas de crédito em Santa Catarina e no Brasil. São 2 milhões de associados no país, presentes em 23 estados brasileiros. Em Santa Catarina são 365 mil sócios e o crescimento tem sido de cerca de 20% ao ano. “Quem conhece as vantagens do cooperativismo de crédito dificilmente deixa de se tornar sócio, pois como o sistema não visa lucro, todo o resultado obtido pelas cooperativas retorna para os associados”, explicou o presidente do Sicoob Central SC, Rui Schneider da Silva.

 

 

 

Fonte: Sicoob SC

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Sicoob Cocred e Sescoop/SP trazem espetáculo teatral premiado para Ribeirão Preto

October 4th, 2011 No comments

Cooperativa de Sertãozinho reforça parceria no projeto Mosaico Teatral e promove acesso à cultura

Na quinta feira (22/09/11) adultos e crianças de todas as idades aplaudiram “Assembleia dos Bichos”, premiado espetáculo apresentado pela Cia. de Atores Bendita Troupe no Teatro Municipal de Ribeirão Preto, localizado na Praça Alto de São Bento.  

Desde o ano de 2009 a Sicoob Cocred apoia o “Mosaico Teatral”, programa cultural promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de São Paulo (Sescoop/SP), que atua desde 2001 contabilizando 160 peças teatrais assistidas por mais de 80 mil pessoas em parceria com mais de 605 cooperativas de diferentes ramos e atividades econômicas. “É muito importante promover ações que colaborem com a inclusão social e cultural e por isso nós apoiamos o programa”, afirmou Márcio Meloni, diretor administrativo financeiro da Sicoob Cocred, localizada em Sertãozinho (SP), que conta ainda com 25 PAC´s (Posto de Atendimento ao Cooperado) em todo interior paulista.

O programa tem como base os princípios cooperativistas de Intercooperação, Educação, Formação, Informação e Preocupação com a Comunidade e visa garantir o acesso democrático e o direito à cultura não só aos cooperados e colaboradores mas também à comunidade em geral. Além disso, os ingressos dos espetáculos que fazem parte do programa são trocados por alimentos não perecíveis ou outros itens de primeira necessidade, que são destinados à instituições como o Fundo Social de Solidariedade. Durante os 10 anos do programa pelo menos 218 entidades assistenciais já foram beneficiadas e, de acordo com Maristela Teodoro de Sá, analista de projetos culturais do Sescoop/SP, a meta é aumentar ainda mais esses números. “Nosso objetivo é agregar ainda mais parceiros para continuar a trazer peças de grandes companhias de teatro, estimular e promover a cultura de forma acessível em todas as cidades que passamos”, diz.

O espetáculo

Embora seja voltado ao público infantil, “Assembleia dos Bichos” agrada todas as idades e intercala elementos lúdicos, sombras e bonecos. Em 2005, o espetáculo ganhou o Grande Prêmio Crítica da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) e também o prêmio de melhor atriz para Jacqueline Obrigon, que é narradora e dá vida à personagem Catapora do Mato, um ser humano disfarçado que entra de penetra na reunião anual dos bichos de todo o mundo. De forma divertida, o enredo discute o consumismo, a cidadania e a solidariedade, tendo como pano de fundo a conscientização sobre a importância da preservação do meio ambiente e o respeito aos animais.

Victor Felipe Nunes, ator amador de 23 anos, participou do workshop gratuito realizado pela Cia. Bendita Troupe na mesma tarde do dia da apresentação e também aproveitou para conferir a peça. “Achei o máximo, muito divertido. O teatro convida as pessoas a experimentar outro tipo de lazer, ultimamente as pessoas estão muito voltadas para a televisão”, critica.

A peça já está no sexto ano e foi exibida no programa Teatro Ratimbum, da TV Cultura. Para os atores da companhia, o teatro é especial por possibilitar ao público uma vivência única. “No final da apresentação uma das crianças que já tinha nos visto na TV Cultura disse que adorou, que é bem melhor ao vivo!

Sicoob Cocred participa

Colaboradores da cooperativa também estiveram presentes. Luanda Fernandes, assistente de atendimento do PAC de Ribeirão Preto, levou seus dois filhos de 5 e 11 anos para assistir à apresentação. “Adorei a peça. Muito divertida e transmite uma mensagem linda”, diz.

Fonte: Sicoob Cocred

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Sicoob Central Cecremge promove mais uma edição do seminário destinado às cooperativas de crédito

October 2nd, 2011 No comments

O Sicoob Central Cecremge realiza a 13ª edição do Seminário das Cooperativas de Economia e Crédito, com o tema CONEXÃO, nos dias 25, 26 e 27 de outubro, no Ouro Minas Palace Hotel, em Belo Horizonte (MG). A temática do evento este ano propõe uma reflexão sobre a veemente necessidade de atuação conjunta das filiadas ao Sicoob

Direcionado a toda comunidade que integra o cooperativismo de crédito, o XIII Seminário tem por objetivo promover o estudo e a discussão de temas pertinentes à classe, fazendo cumprir princípios básicos do cooperativismo que são educação, formação e informação dos membros das cooperativas.

A programação inclui a apresentação de renomados conferencistas como Paulo Storani, Carlos Alberto Júlio, Ricardo Coelho, Stephen Kanitz, José Roberto Martins, Tom Coelho e Bianko. Palestras sobre gestão de equipes, negócios, mudanças de cenários, liderança, integração sistêmica, perspectivas econômicas e marketing compõem o ciclo de apresentações. A palestra tema do evento “Conexão” será proferida pelo presidente do Bancoob, Marco Aurélio Almada.

Shows artísticos com Sérgio Reis artísticos, banda Gang Lex e feira de negócios complementam os três dias do evento.

Informações e inscrições através do site www.cecremge.org.br/seminario .

Informações:

  • Evento: XIII Seminário das Cooperativas de Economia e Crédito do Estado de Minas Gerais
  • Data: 25, 26 e 27 de outubro.
  • Local: Ouro Minas Palace Hotel
  • Realização: Sicoob Central Cecremge
  • Tel.: (31) 2104-8782 | (31) 9296-3429

Fonte: Sicoob Central Cecremge

Sicoob Metropolitano e Sebrae/PR lançam produtos para empreendedores individuais de Maringá e Região

September 29th, 2011 No comments

Na quinta-feira, dia 15/09, a cooperativa de crédito Sicoob Metropolitano, em parceria com o Sebrae/PR, lançou oficialmente, no Ponto de Atendimento ao Cooperado de Maringá, noroeste do Paraná, um espaço de atendimento exclusivo para empreendedores individuais.  

O “Espaço EI” disponibiliza, desde o início de setembro, atendentes especializados e um pacote de produtos especiais para os empreendedores individuais, como linhas de crédito, seguros, fundos de investimento, e outras conveniências. Empreendedor individual é uma figura jurídica criada para estimular a formalização de informais que trabalham por conta própria, com receita bruta anual de até no máximo R$ 36 mil.

 O novo serviço deve beneficiar 6 mil empreendedores individuais presentes na área de ação do Sicoob Metropolitano, que conta com pontos de atendimento nas cidades de Campo Mourão, Sarandi, Marialva, Mandaguari, Astorga e Cianorte.

O presidente do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, entende que os micro e pequenos negócios precisam ser ‘olhados’ de forma diferente e observa que o segmento não tem sido atendido adequadamente pelo sistema financeiro.

“Com essa ação prática, fomos além do discurso e demos um primeiro passo para suprir a necessidade de quem precisa de produtos e prazos específicos. É uma forma de estender a mão e propiciar acesso ao crédito de forma fácil, ágil e responsável, o que reduz a mortalidade das micro e pequenas empresas e dá suporte para cresçam e se tornem grandes negócios”, assinala Ajita.

O consultor e coordenador estadual de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae/PR, Flavio Locatelli, explica que a proposta é um projeto-piloto que se inicia em Maringá e Região, mas deve se estender, em 2012, para todo o Estado.  Segundo o coordenador, o projeto baseou-se em um levantamento sobre o que o mercado oferecia aos empreendedores individuais.

“A parceria entre o Sebrae/PR e o Sicoob Metropolitano surgiu a partir da identificação das necessidades dos empreendedores individuais. Esse é um complemento de um projeto do Sebrae que definiu boas práticas das cooperativas de crédito para com as micro e pequenas empresas”, resume.

Flavio Locatelli reforça que o diferencial da iniciativa é que o recurso da cooperativa fica na região, contribuindo para o desenvolvimento local. “O fato de o Sicoob Metropolitano ser uma cooperativa e não visar lucro faz com que os cooperados tenham acesso a recursos com melhores condições e ainda participem da divisão das sobras”, comenta.

Em um segundo momento, a ideia é o lançamento de produtos para as micro e pequenas empresas também. O convênio, inicialmente, foi fechado com a cooperativa singular, mas deve abranger as 18 outras cooperativas de crédito que integram a rede Sicoob no Paraná.

“A existência de uma Sociedade de Garantia de Crédito (SGC) na região, a Noroeste Garantias, permite uma convergência de projetos, pois se o empreendedor pleitear um crédito e não tiver garantias suficientes para oferecer, poderá contar com o apoio da SGC”, complementa Flavio Locatelli.

Para que o serviço fosse lançado, o Sebrae/PR capacitou os atendentes da cooperativa para que possam efetuar a formalização dos empreendedores individuais não formalizados. Para acessar o serviço, os interessados poderão procurar as unidades de atendimento do Sicoob Metropolitano e os escritórios do Sebrae/PR na região.

O Sicoob Metropolitano já tem a base de dados de todos os empreendedores individuais de Maringá e Região e, além do atendimento na unidade, deve inclusive, realizar visitas aos empresários para apresentar as facilidades. O Sicoob Metropolitano fica na Avenida Colombo, 7.326, em Maringá.

Fonte: Sicoob Metropolitano

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Congresso abordará o acesso das Cooperativas de Crédito às disponibilidades de caixa dos poderes público federal, estadual e municipal

September 23rd, 2011 No comments

Neste final de semana, em Brasília, estará ocorrendo o XIV Congresso Brasiliense de Direito Constitucional. Um dos painéis a ser apresentado abordará o “Acesso às disponibilidades de caixa por Bancos Privados e de Cooperativas de Créditos“, sendo que o Diretor Operacional Enio Meinen será um dos painelistas a abordar o tema.

Painel 8 – 09h do dia 24/09/2011

  • Presidente: Dr. Adriano Campos Alves – Assessor Jurídico da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB)
  • Painelista: Dr. Enio Meinen – Advogado, Diretor Operacional do Bancoob
  • Painelista: Prof. Dr. Rodrigo Pagani de Souza  – Advogado e Doutor em Direito do Estado pela USP

Descrição: O painel discute a possibilidade de acesso às disponibilidades de caixa por Bancos Privados e Cooperativas de Crédito. Hoje o acesso é reservado aos chamados “Bancos Oficiais”, de acordo com o art. 164, §3º, da Constituição Federal e art. 43, da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Saiba mais sobre o Congresso no link http://eventos.idp.edu.br/ 

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