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Archive for the ‘SICOOB’ Category

Você esteve no 2º Pense Sicoob? Acompanhou pela internet? Registre aqui seus comentários

September 23rd, 2011 1 comment

Se você esteve em Brasília participando do 2º Pense Sicoob ou acompanhou a programação via internet peló www.pensesicoob.com.br, compartilhe aqui seus comentários sobre o evento.

Qual foi o fato ou programação que mais lhe marcou?

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Impacto da crise econômica global no Cooperativismo de Crédito é discutida em painel durante o 2º Pense Sicoob

September 22nd, 2011 No comments

Durante o 2° Pense Sicoob, realizado hoje (22/09) em Brasília, estudiosos e especialistas da área de economia debateram sobre assuntos relacionados ao cooperativismo de crédito.

O jornalista Paulo Henrique Amorim mediou o debate entre o ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco, e o jornalista de economia, Luis Nassif.

No debate, os participantes foram questionados por Amorim sobre os impactos causados pela crise econômica nos Estados Unidos e na Europa, no setor cooperativista de crédito no Brasil.

Gustavo Franco afirmou que, neste cenário, o risco de uma cooperativa, se comparada a um banco, é infinitamente menor. “Momentos como esse, em que os bancos perdem competitividade, é a oportunidade que o cooperativismo tem de avançar. Ele cresce quando o mercado retrai e ganha mais associados”, afirma.

Luis Nassif reforçou o crescimento do cooperativismo de crédito e se mostrou otimista em suas perspectivas. “Se reduz a oferta de crédito no mercado, o cooperativismo cresce. Este cenário de ascensão continuara forte e consistente, pois é um setor que se solidificou e tem visão estratégica, não vejo um fato que mude esse ritmo”.

Fonte: Sicoob

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Personalidades do Cooperativismo de Crédito são homenageados durante o 2º Pense Sicoob

September 22nd, 2011 No comments

Nomes que fizeram a história do Cooperativismo de Crédito no Brasil foram homenageados durante encontro nacional de representantes do setor, em Brasília, na tarde desta quinta-feira, 22/09.

Durante os reconhecimentos foram destacadas histórias de força, liderança e apoio, que contribuíram para tornar o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) o maior do país.O primeiro a receber o reconhecimento foi Lajose Alves Godinho, presidente fundador da Associação Nacional das Cooperativas de Crédito (ANCOOP), diretor-presidente por 17 anos do Sicoob Goiás Central e membro do Conselho de Administração da entidade.

O primeiro diretor-presidente do Sicoob Confederação e presidente do Sicoob Central Crediminas por 17 anos, Heli Penido, também foi reconhecido por sua trajetória no cooperativismo.

O atual diretor-presidente do Sicoob Confederação, José Salvino de Menezes, teve suas conquistas ressaltadas no encontro. Raimundo Mariano do Vale, primeiro presidente do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), teve suas histórias resgatadas e aplaudidas pelos presentes.

Por fim, Antônio Moacyr de Azevedo, presidente da Unicred Central, que recebeu uma homenagem pelo trabalho desenvolvido em prol do cooperativismo de crédito no país.

Confira o 2º Pense Sicoob pela internet: www.pensesicoob.com.br

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Cooperativismo de Crédito do Brasil é discutido durante evento em Brasília

September 22nd, 2011 No comments

Autoridades e representantes do Cooperativismo de Crédito estão reunidos em Brasília, no 2º Pense Sicoob,encontro nacional que tem como objetivo discutir o futuro do setor. O evento, realizado pelo Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), reúne mais de 700 pessoas e esta sendo acompanhado por cerca de 1100 internautas.

José Salvino de Menezes

O 2º Pense Sicoob foi aberto pelo diretor-presidente do Sicoob Confederação, José Salvino de Menezes. Durante seu discurso, Salvino ressaltou a importância em integrar o maior sistema de cooperativas de crédito do Brasil. “Tenho orgulho de dizer que somos a sexta maior rede de atendimento do sistema financeiro do país, com quase 2 mil pontos de atendimento e mais de 2 milhões de associados”. “Nossa vontade é a de que houvesse apenas um sistema cooperativo no Brasil, as lideranças sabem disto e falam sobre isto, mas faltam ações”.

Salvino comentou também que o cooperativismo tem como desafio crescer nas regiões metropolitanas visto que 75% da movimentação financeira do Brasil está concentrada em 32 regiões metropolitanas.

Elvira Cruvinel Ferreira

A consultora do Departamento de Normas do Sistema Financeiro do Banco Central, Elvira Cruvinel Ferreira, destacou que a instituição está trabalhando junto ao Sicoob no aprimoramento de um marco regulatório para o setor, com o objetivo de tornar o sistema financeiro mais inclusivo e sustentável.

O Presidente da OCB, Sr. Márcio Lopes de Freitas, referiu que “da mesma forma que o cooperativismo agropecuário foi o guia do cooperativismo no século passado, o cooperativismo de crédito será o guia do cooperativismo neste século”. “É momento de ousar, inovar e desenhar o futuro que queremos construir, um cooperativismo justo, contribuindo para o desenvolvimento do país”. 

“Os números mostram que estamos em contínuo crescimento. O Bancoob, o banco do Sicoob, foi o que mais cresceu em depósitos no último ano, entre 150 instituições financeiras, segundo levantamento da revista Exame. E isso, nós devemos a todas as cooperativas que integram e acreditam no sistema. Os resultados mostram um esforço conjunto para o aprimoramento dos nossos serviços e produtos”. Com essas palavras, o diretor-presidente do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), Marco Aurélio Almada, falou às lideranças cooperativistas presentes no 2º Pense Sicoob, entre estas o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, na tarde desta quinta-feira (22/9), em Brasília (DF).

O 2º Pense Sicoob foi realizado com o objetivo de avaliar os resultados alcançados nos últimos 15 anos e traçar metas para o futuro.

Confira o 2º Pense Sicoob pela internet: www.pensesicoob.com.br

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Bancoob lança novo site

September 22nd, 2011 No comments
www.bancoob.com.br

O site do Bancoob está de cara nova. Lançado na manhã desta quinta-feira (22/9), o leiaute reformulado já está disponível para todos que acessarem o endereço
www.bancoob.com.br.

O projeto no qual foram planejadas as mudanças levou em consideração aspectos como a missão, a visão e os valores do banco.

As melhorias vêm atender às necessidades de aprimoramento da comunicação institucional e comercial do Bancoob em seu canal online, enfatizando o posicionamento de um banco especializado no atendimento a cooperativas de crédito.

Entre as novidades, estão a especificação dos produtos e serviços disponíveis, a seção de imprensa e a inclusão de um espaço com indicação das perguntas mais frequentes e suas respostas.

Fonte: Bancoob

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2º Pense Sicoob acontece nesta quinta-feira

September 20th, 2011 No comments

Cooperação é a palavra que melhor define o Sicoob. Afinal, foi o trabalho conjunto de dirigentes e empregados, e a confiança de cooperados que o Sistema começou, cresceu e se consolidou. Em 2011, O Sicoob completa 15 anos juntamente com o Bancoob, seu braço financeiro, e o Sisbr, que há 10 anos é a rede que interliga todas as cooperativas do Sistema no País.

Para celebrar essa conquista, um grande encontro acontecerá nesta quinta-feira (22/9), em Brasília (DF), no Centro de Convenções Brasil 21. O 2º Pense Sicoob tem como objetivo comemorar a evolução do Sistema nestes 15 anos e pensar sobre o futuro do cooperativismo de crédito.

O evento, reunirá líderes cooperativistas, autoridades políticas e representantes de instituições do país inteiro e apresentará paineis e palestras sobre o mercado financeiro nacional. Nesta segunda edição do Pense Sicoob será realizada uma exposição histórica construída com materiais, fotos, objetos, entre outros materias, advindos de todas as entidades do Sicoob e também haverá o lançamento da 1ª campanha publicitária nacional, prevista para ir ao ar em outubro.

O encontro terá transmissão simultânea pelo hot site: www.pensesicoob.com.br.

Fonte: Sicoob Notícias

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Sicoob divulga os dados consolidados de junho-2011

September 20th, 2011 No comments

Na última quarta-feira (14/9) foi divulgado pela Assessoria de Planejamento e Projetos Corporativos (Asplan) do Sicoob Confederação os dados consolidados do Sistema e sua posição no Sistema Financeiro Nacional (SFN) na data base de junho/2011.

Fonte: Sicoob Notícias

Bacen autoriza funcionamento do Sicoob Central Rio

September 20th, 2011 No comments

O Banco Central (BC) concedeu autorização de funcionamento da Cooperativa Central de Crédito do Estado do Rio de Janeiro – Sicoob Central Rio. No dia 6/9 o BC divulgou comunicado com os nomes aprovados dos eleitos para os cargos estatutários da Central.

Os componentes do Conselho de Administração são: Luiz Antônio Ferreira de Araujo; Francisco Carlos Bezerra da Silva; Benino Manuel Alonso Lorenzo e Carlos Maurício Lisbôa do Nascimento. Para a Diretoria Executiva: Luiz Antônio Ferreira de Araujo; Mary Virginia Northrup e Myrian Layr Monteiro Pereira Lund. E para para o Conselho Fiscal: José Roberto Menegardo; Eduardo Diniz Arantes Pereira; Paulo Vinícius Cozzolino Abrahão; Marcos Machado de Almeida; Plínio de Sá Martins e Carlos Ney Mello de Uliana.

O projeto de constituição do Sicoob Central Rio havia sido aprovado em 12/4. Desde a liquidação da Central das Cooperativas de Crédito Mútuo do Estado do Rio de Janeiro Ltda. – CECRERJ, em setembro de 2005, as cooperativas de crédito fluminenses, em especial as cooperativas do Sicoob, necessitavam de entidade de segundo grau capaz de organizar, em maior escala, os serviços econômicos, assistenciais e de consultoria necessários a continuidade e expansão dos seus negócios.

Pleitear a constituição de uma nova cooperativa central, respeitando os novos aspectos normativos, exigiu esforços conjugados de várias áreas do Sicoob Confederação e da NK Consultoria, que durante o período de ausência de uma Central, supriram as principais necessidades das cooperativas no Rio. Desta forma um grupo de cooperativas deste estado não ficou à margem de todo o avanço conquistado pelas demais Centrais filiadas ao Sicoob.

Fonte: Sicoob Notícias

2º Pense Sicoob: Evento reúne autoridades do Cooperativismo de Crédito do Brasil

September 15th, 2011 No comments

Com 2 milhões de associados, ativos que crescem em média 40% ao ano e novas adesões se multiplicando, o SICOOB desponta como uma forte alternativa ao sistema financeiro convencional

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), maior sistema de cooperativas de crédito do país, realiza no próximo dia 22 de setembro, em Brasília, um encontro nacional para discutir o futuro do cooperativismo de crédito. O evento, denominado 2º Pense Sicoob, reunirá líderes cooperativistas, autoridades políticas e representantes de instituições do país inteiro e apresentará paineis e palestras sobre o mercado financeiro nacional.

Em um cenário de crise global, o cooperativismo de crédito se reafirma como uma alternativa para as pessoas que buscam uma opção segura e mais acessível aos serviços financeiros. A maioria das recentes medidas econômicas anunciadas pelo governo provocou restrição de crédito nos bancos. Os resultados dessas decisões para o modelo cooperativista são positivos já que a maior parte das alterações no regime tributário e de compulsórios não atinge o segmento.

As cooperativas de crédito oferecem os mesmos produtos disponibilizados pelos bancos comerciais, como cartões de crédito, conta-corrente, aplicações, poupança e seguros, porém, com taxas e juros mais atrativos. Além disso, enquanto nos bancos comerciais existe a figura do cliente, nas cooperativas de crédito os associados são donos do negócio, tem direito a voto nas decisões e participam da distribuição dos resultados da instituição.

O evento celebra também os 15 anos de desenvolvimento do Sicoob, que conta hoje com mais de 2 milhões de associados e está presente em 23 estados e no Distrito Federal. Ainda durante o encontro será realizada uma exposição histórica sobre o Sicoob.

Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito

O cooperativismo de crédito é um setor que se desenvolve em ritmo constante, mesmo diante de uma crise global. Só no ano passado, os ativos do sistema cooperativo de crédito cresceram 30 % em relação ao período de 2009. Os ativos das 1.370 sociedades de crédito eram de R$ 52,8 bilhões em 2009 e evoluíram para R$ 68,7 bilhões em 2010, com perspectiva de chegar a R$ 88 bilhões em 2011. No Sicoob, o crescimento foi de 41,06 % em ativos totais, de R$ 17,6 para R$ 24,8 bilhões. O crescimento nos depósitos totais foi de 75,10% e nas operações de crédito o aumento foi de 37,02%.

Sobre o Sicoob

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui 2 milhões de associados em todo o país e está presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. O Sicoob é composto por 577 cooperativas singulares, 15 centrais de crédito e a Confederação Nacional de Cooperativas de Crédito do Sicoob (Sicoob Confederação). O sistema tem como parceiro financeiro o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) que opera como provedor de produtos e serviços financeiros para as cooperativas. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com aproximadamente 1.900 pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no sistema oferecem uma ampla rede de serviços e produto para todos os associados e proporciona o acesso a recursos financeiros especiais para empréstimo, investimento e capital de giro, com taxas e juros mais acessíveis.

Fonte: Sicoob

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Cooperativas de crédito brasileiras se destacam na América Latina

September 13th, 2011 No comments

Cinco cooperativas brasileiras entre as dez primeiras colocadas em ranking divulgado pela DGRV 

As cooperativas de crédito brasileiras estão entre as maiores instituições da América Latina, conforme estudo sobre o cooperativismo de crédito divulgado pela Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV). São elas quem reúnem o maior número de cooperados, com 5,1 milhões, só perdendo para as mexicanas, que congregam mais de 5,6 milhões. Considerando os ativos totais como critério, o documento apresenta um ranking das maiores organizações, no qual se destacam cinco cooperativas brasileiras entre as dez primeiras colocadas. E, entre as 100 maiores, 61 são do Brasil.

Ranking Geral

  • A Cooperativa de Crédito Credicitrus (SP) aparece em terceiro lugar na relação, com cerca de U$ 1,3 bilhão de ativos. Na liderança, está a cooperativa chilena Coopeuch, que soma U$ 2 bilhões, seguida de mexicana Caja Popular Mexicana, com U$ 1,9 bilhão. 

“O cooperativismo de crédito brasileiro é, sem dúvida, uma excelente referência na América latina”, comemora o gerente de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Sílvio Giusti.

Ele atribui os resultados a algumas características, tais como: verticalização, supervisão e organização. Giusti ressalta ainda que o impacto social da atuação das cooperativas de crédito vai muito além da participação no mercado financeiro. “Todos os recursos captados e os resultados gerados são reaplicados nas comunidades”, destaca o gestor.

O cooperativismo de crédito tem apresentado, nos últimos anos, índices históricos de crescimento no Brasil. Em 2002, o setor movimentava R$ 11,5 bilhões, passando para R$ 68,7 bilhões em 2010, o que indica um aumento de 490%. Hoje, as cooperativas do ramo já são mais de 1.300 no país, gerando cerca de 56 mil empregos diretos e com mais de 4,5 mil pontos de atendimento.

Entre outras informações, o documento traz o percentual de participação das cooperativas dentro do mercado financeiro e cooperativo de cada país. Clique aqui e acesse a íntegra do estudo.

As 20 maiores cooperativas de crédito da América Latina

Fonte: OCB

Bancoob entre os Maiores Bancos Brasileiros

September 13th, 2011 No comments

O Bancoob, é destaque no ranking dos 100 maiores bancos brasileiros divulgado na Valor 1000 – Edição 2011, publicação especial do jornal Valor Econômico, que indicou a posição de mercado das 1000 maiores empresas do país.

Nesta edição, o Bancoob saltou impressionantes 13 posições no ranking geral, passando da 35ª para a 22ª posição.

Além disso:

  • conquistou a 2ª posição entre os bancos que mais cresceram em depósitos totais;
  • assinalou a 8ª posição entre os bancos que mais cresceram em operações de crédito;
  • figurou entre os 20 maiores em depósitos totais, ocupando a 14ª posição;
  • marcou a 16ª posição entre os bancos com menor custo operacional;
  • registrou a 17ª maior rentabilidade operacional, sem a equivalência patrimonial;
  • e esteve entre os 20 mais rentáveis sobre o patrimônio, na 18ª posição.

Fonte: Bancoob

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Bancoob é membro oficial da CIBP

September 13th, 2011 No comments

O Bancoob foi incluído na base de membros oficiais da Confederação Internacional dos Bancos Populares (CIBP), bem como representante do Cooperativismo de Crédito no Brasil para o mundo. O banco já havia sido aceito como membro, desde julho de 2011, mas somente agora foi incluído no site da CIBP: http://www.cibp.eu/

A CIBP é uma ONG internacional reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), e tem por missão fornecer aos bancos populares um fórum internacional de aprendizagem e uma rede de negócios que promove o desenvolvimento dos negócios e da cooperativa de forma geral. São aceitas na CIBP apenas organizações que mantêm uma ética baseada em transparência e responsabilidade social.

A CIBP foi fundada em 1950 e conta com membros de 22 países, sendo os mais conhecidos: Banco Credicoop (Argentina), Federação Desjardins (Canadá), BPCE (França), DZ Bank (Alemanha), entre outros.

Fonte: Sicoob Notícias

 

SICOOB Credip entre as 150 melhores empresas para se trabalhar em 2011

September 8th, 2011 1 comment

No ano em que a SICOOB Credip completa 15 anos de história, mais um marco agrega-se a sua trajetória. Além da marca de 10.000 cooperados, alcançada em junho, e da 20ª localidade com atendimento ao cooperado, conquistamos um lugar entre as 150 melhores empresas para se trabalhar.

A CREDIP foi a primeira Cooperativa de Crédito fundada no Estado de Rondonia. A fundação ocorreu no dia 21/12/1996 por incentivo do então Governo do Estado.

Eleita, a SICOOB Credip está no Guia Você S/A Exame: As melhores empresas para você trabalhar 2011. O guia é uma vitrine para as empresas ampliarem sua visibilidade nacional frente ao setor em que atuam, aos parceiros em potencial e aos profissionais qualificados com maior facilidade. Mais do que isso, esta conquista vem para afirmar o quanto o ambiente da nossa cooperativa é agradável aos seus colaboradores, uma vez que são estes que a elegeram entre as melhores.

Além disso, em outubro, as empresas presentes no anuário receberão o Sumário Executivo. Este é produto de análises realizadas, pela equipe da Fundação Instituto de Administração (FIA), do ambiente interno da empresa em relação ao setor em que atua e ao porte da organização e poderá ser adotado como instrumento de planejamento e gestão. Assim, nossos colaboradores se sentirão cada vez mais satisfeitos no ambiente organizacional, refletindo na eficiência dos resultados da cooperativa e, principalmente, na qualidade de atendimento ao cooperado (que é peça fundamental na cooperativa).

Que a 15ª edição seja a primeira de inúmeras outras que a SICOOB Credip marque presença. O prêmio significa muito mais que um destaque a nível nacional, ele representa a solidez da cooperativa, enquanto modelo organizacional, e a união de esforços dos colaboradores que se mostram, a cada dia, mais empenhados e orgulhosos de sua empresa.

Fonte: Sicoob Credip

O Cooperativismo de Crédito na Alemanha

September 5th, 2011 5 comments

Por Marco Aurélio Almada, diretor-presidente do Bancoob, e Ênio Meinen, diretor operacional do Bancoob.

No período de 22 a 26 de agosto último, tivemos a oportunidade de (re)visitar o sistema cooperativo financeiro alemão com o intuito de aprofundar conhecimentos sobre as práticas cooperativas adotadas naquele país. A ação de intercooperação internacional, desta vez, deu-se a convite da Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV) e envolveu, também, o presidente do Sicoob Confederação, José Salvino de Menezes e o diretor operacional do Sicoob Central Bahia e conselheiro fiscal do Bancoob, Cérgio Tecchio.

Em razão do tempo mais generoso que nos foi destinado, combinado com uma riquíssima agenda proposta pelos anfitriões, a experiência pôde ser muito enriquecedora, permitindo que conhecêssemos melhor o funcionamento do cooperativismo de crédito na Alemanha. A seguir, compartilhamos informações e dados relevantes acerca do sistema e das entidades individualmente contatadas:

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Macroestrutura

Como entidade de cúpula, a DGRV cuida da coordenação entre as várias entidades do sistema alemão (a exemplo da Confederação do Sicoob), sendo responsável pela representação institucional nos âmbitos nacional e internacional, pela assessoria contábil-jurídico-tributária, pela macrocoordenação das ações de desenvolvimento de recursos humanos (executadas via academias de capacitação) e, ainda, com respaldo legal, via federações regionais, pela fiscalização das cooperativas de todos os ramos e dos bancos cooperativos alemães.

Na área financeira, com funções negociais e operacionais, existem dois bancos cooperativos centralizadores, com os quais os bancos cooperativos locais se relacionam: o DZ Bank (com sede em Frankfurt e abrangência nacional) e o WGZ Bank (de caráter mais regional, estabelecido em Düsserdorf). Ambos exercem papel semelhante ao Bancoob em relação às cooperativas do Sicoob, disponibilizando produtos e serviços e gerindo a liquidez dos bancos singulares.

logo_BVRTambém com abrangência nacional, atua a Federação Cooperativa Alemã (BVR). Com  75 anos de vida, a entidade tem como incumbências fundamentais a gestão e o aporte de recursos do fundo de proteção e a administração da marca única dos bancos cooperativos alemães, marca essa resultante da fusão das logos dos bancos populares ou urbanos, conhecidos como “Volksbanks”,  e dos bancos rurais Raiffeisen.

O fundo de proteção assemelha-se, em parte, ao Fundo Garantidor do Sicoob (FGS), mas possui uma característica distintiva importante: na Alemanha – onde os bancos cooperativos também não integram o fundo de garantia dos bancos em geral – os recursos são utilizados basicamente para ações preventivas, objetivando a recuperação econômico-financeira dos bancos cooperativos em dificuldade, ou para a sua reorganização com vistas a processos de incorporação.

Para essas ações de saneamento, a BVR conta com os trabalhos de auditoria das federações regionais. Trata-se, portanto, de um fundo de caráter mais institucional do que de depósitos, atuando fundamentalmente para evitar que os bancos quebrem. A entidade tem o poder de requerer auditorias especiais e de determinar a substituição de dirigentes e executivos dos bancos socorridos.

Há, ainda, outras entidades corporativas, como é o caso da R+V (seguros), a VR leasing (leasing), o Team Bank (especializada em crédito a consumo para assalariados, cujo modelo é conhecido como e@syCredit), a  Union Investiment (gestão de recursos), dois bancos hipotecários, além de duas empresas de informática, todas elas voltadas para a prestação de serviços ao conjunto dos bancos cooperativos.

Merecem, também, destaque as federações regionais (filiadas à DGRV), que têm a incumbência legal de realizar a auditoria externa do conjunto dos bancos cooperativos, inclusive do DZ Bank e do WGZ Bank. O seu papel é semelhante ao exercido pela Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa (CNAC), uma vez que as nossas centrais cuidam apenas da auditoria interna das cooperativas.  Na Alemanha, a auditoria interna é atribuída aos próprios bancos cooperativos, que possuem componentes organizacionais próprios para essa tarefa. 

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Preparação / Formação Profissional

No campo da preparação/formação de profissional, os bancos cooperativos possuem 7 academias regionais/locais (contando com a de Giessen), e 1 academia nacional (ADG), todas elas entidades associativas sem fins lucrativos. As academias regionais são encarregadas da formação do quadro técnico dos bancos, cuja certificação é obrigatória na Alemanha. Já a Academia Nacional das Cooperativas tem a incumbência de preparar, na área de gestão e finanças, os diretores e executivos imediatos e especialistas dos bancos cooperativos. A entidade é a responsável legal pela capacitação dos dirigentes dos bancos cooperativas para fins de habilitação junto ao Banco Central da Alemanha. Os candidatos, cumprindo pré-requisito para homologação de seus nomes pela Supervisão Bancária, passam por um ano de treinamento, reunindo-se em seminários/encontros distribuídos em 16 semanas.

Com entidades locais ou regionais, em razão de sua área de atuação, o sistema é composto por 1.138 bancos cooperativos “singulares”, que se relacionam com os 2 bancos centrais cooperativos e com as demais entidades cooperativas e corporativas de prestação de serviços, voltando-se essencialmente ao contato negocial com associados e clientes. Na Alemanha as entidades cooperativas podem operar com associados e com não-associados, os quais têm acesso a todos os produtos e serviços dos bancos em geral, sem, no entanto, fazer jus a qualquer prerrogativa tributária. A “expertise” negocial dos bancos contempla o universo das pessoas físicas e das micro e pequenas empresas.

Em resumo, as entidades alinham-se em dois blocos, tendo na base os bancos cooperativos “singulares” e no topo (coordenação geral) a DGRV. De um lado, há o grupo de entidades ligadas aos negócios, representadas pelos bancos centrais cooperativos e as empresas corporativas de produtos e serviços, a quem estão submetidas também as duas empresas de informática e as academias (regionais e nacionais) de formação e capacitação. De outro, formando o grupo de controles, estão as federações regionais, também designadas federações de auditoria (são 7, ao todo, reunindo cerca de 1,5 mil auditores), e a BVR (fundo de proteção).

Digno de nota nesse modelo organizacional, diante da circunstância de o vínculo entre os bancos “singulares” e os “centrais” ser livre, é o índice de fidelidade no relacionamento negocial (utilização de produtos e serviços dos bancos “centrais”), que alcança a expressivo marca de 99%. Tal número refere-se, naturalmente, à abrangência e à qualidade das soluções, aliadas ao modelo de interrelação instituído entre as partes, que pressupõe forte participação dos bancos “singulares” na definição dos rumos e do portfólio de negócios.

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Alguns números

Os atuais 1.138 bancos cooperativos “singulares” (que já foram 11 mil bancos em 1950 e 7,1 mil em 1970), detêm uma rede de 13,5 mil pontos de atendimento, aproximadamente 17 milhões de associados e mais 30 milhões de clientes.

Somando-se os dois bancos centrais (excluídos os dados dos respectivos conglomerados), o conjunto dos bancos cooperativos alemães administra ativos da ordem de 1,2 trilhão de euros (ou 1,7 trilhão de dólares), o que equivale a cerca de 20% do sistema financeiro local e 80% do PIB (conjunto da riqueza) brasileiro. Em depósitos, detêm 507 bilhões de euros (cerca de 25% do total dos depósitos bancários do país). Os empréstimos, por sua vez, alcançam 406 bilhões de Euros.

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Curiosidades

VOLKSBANK MITTELHESSEN - Uma das instituições visitadas foi o Volksbank Mittelhessen, sediado na cidade de Giessen (estado de Hessen), de 70 mil habitantes. O banco cooperativo singular, fundado em 1858, já passou por 200 incorporações (isso mesmo!) e hoje detêm ativos de cerca de 5,8 bilhões de Euros, sendo o 3º maior banco cooperativo singular da Alemanha. Com 179,3 mil associados e 350 mil clientes, leva os benefícios do cooperativismo a um entre cada dois habitantes de sua área de atuação. Outro dado interessante refere-se ao fato de que, em razão do grande número de associados e comunidades atendidas, todos os anos o banco realiza 43 pré-assembleias, fóruns nos quais são discutidos os temas relacionados à prestação de contas do exercício e a definição de ações para o ano em curso. Além disso, há alguns anos a instituição vem sendo eleita como uma das melhores empresas para trabalhar em toda a Alemanha.

TEAM BANK - Outra entidade que nos recebeu foi o Team Bank, localizado em Nuremberg, cuja referência é o seu modelo de crédito ao consumidor assalariado. Conhecido como e@syCredit, é o processo de crédito fácil mais conhecido e apreciado do sistema bancário alemão. Verdadeira “fábrica” automatizada de crédito a serviço dos bancos cooperativos alemães, também é utilizado por bancos cooperativos que atuam na Áustria. O mecanismo consiste, basicamente, na seguinte rotina: o beneficiário do crédito (que pode valer-se, também, da internet) apresenta-se no ponto de atendimento (do próprio Team Bank ou de banco cooperativo singular) e entrega ao atendente o contracheque dos últimos dois meses e a sua carteira de identidade, além de assinar uma autorização para a consulta às centrais de dados restritivos e positivos (são 4 na Alemanha e 2 na Áustria).

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    • Enquanto o atendente preenche o cadastro (são 7 telas, ao todo), a central de atendimento já providencia a consulta aos dados restritivos (e positivos) do candidato, calcula o limite de crédito do pretendente e apura o número sugestivo de parcelas, o prazo do crédito e a taxa de juros (que tem a ver também com o “risco”). Concluído o cadastro, e tendo em mãos a posição de crédito do assalariado, o atendente, em caso positivo, colhe a assinatura no contrato ou nos contratos (se for entregue cartão de crédito, o tomador tem de assinar outro contrato), e providencia a remessa digitalizada da primeira e da última via dos contratos, dos contracheques e da carteira de identidade para a central de atendimento. Esta confere apenas aspectos formais e dá o retorno em um tempo médio de 4,5 minutos. Feito isso, o crédito é liberado instantaneamente e os recursos são disponibilizados no dia seguinte, em conta corrente indicada pelo mutuário. Em razão da agilidade do processo, em dias de pico o número de liberações chega a 1,7 mil operações de crédito, sendo que a inadimplência tem sido mantida abaixo de 2,5%.  

WGZ BANK Merece destaque, ainda, um aspecto peculiar relacionado ao WGZ Bank (banco central regional). Embora seja uma sociedade anônima (AG), o sistema deliberatório obedece à lógica cooperativa. Ou seja, cada banco cooperativo acionista, independente do seu capital, tem apenas um voto na sociedade. Isso só é possível em razão de uma “engenharia” jurídico-societária que permitiu a criação de uma holding não submetida à lei das sociedades anônimas, sede na qual são tomadas as decisões.

BANK IM BISTUM ESSEN - O Bank im Bistum Essen (em português, Banco Cooperativo na Eparquia de Essen) é uma entidade ligada à circunscrição eclesiástica, cujo público-alvo (associados e clientes) são instituições religiosas de fé católica, cooperativas e respectivos empregados. As instituições desse tipo estimulam o chamado “crédito ético”. Na Alemanha, existes 7 entidades que trabalham nesse modelo, sendo 4 vinculadas à igreja católica e 3 às instituições protestantes.

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Governança

Uma particularidade da governança nos bancos cooperativos (e cooperativas em geral) refere-se ao fato de que os órgãos sociais são representados pela assembleia geral dos associados, pelo conselho fiscal (os membros têm de ser associados ou empregados dos bancos) e por uma diretoria eleita e destituível pelo conselho fiscal. Ou seja, não há conselho de administração.

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Entidades visitadas

No total, pudemos manter contato com 9 entidades: DGRV e BVR, situadas em Bonn, antiga capital alemã;   WGZ Bank AG e Bank im Bistum Esse, localizados em Düsseldorf; ADG e Volksbank Mittelhessen, situados, respectivamente, em Montabaur e Giessen; DZ Bank, localizado em Frankfurt; Winzergenossenschaft DIVINO Nordheim eG (cooperativa de produtores de vinho), situada em Nordheim e Team Bank AG, localizado em Nüremberg.

Autores: Marco Aurélio Almada, diretor-presidente do Bancoob, e Ênio Meinen, diretor operacional do Bancoob.

Sobras do Sicoob ES aumenta 124,42% no 1º semestre e carteira de crédito chega a quase R$ 1 bi

September 5th, 2011 1 comment

As sobras do Sicoob ES (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil) no primeiro semestre de 2011 foi 124,42% superior ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 42,3 milhões.

O crédito continua sendo o carro-chefe da instituição, totalizando uma carteira de R$ 994 milhões de reais. O crescimento no semestre foi de 25% em relação ao ano anterior – um incremento de R$ 210 milhões.

“Nos primeiros seis meses de 2010, ainda tivemos reflexos de operações realizadas no final de 2008 e início de 2009 – período de crise financeira internacional – e as provisões de crédito foram 42,8% menores neste ano do que em 2010”, avalia o presidente do Sicoob ES, Bento Venturim.

Outro fato importante foi o crescimento das receitas de serviços do Sicoob ES, que representaram 34,2% do resultado. O destaque do semestre no setor foram os seguros e a previdência privada, que, juntas, foram responsáveis por 15% do total das receitas de serviços e por 5,41% do resultado geral do Sicoob ES. As receitas com arrecadação e convênios cresceram 50,23%, enquanto os cartões (crédito e débito) geraram receita 44,2% maior que no primeiro semestre do ano passado.

“Deixamos de ser apenas uma fonte de crédito e financiamento e entramos de vez na prestação de serviços. Temos um portfólio completo de serviços para as empresas e as pessoas físicas em geral e estamos mantendo o mesmo diferencial dos produtos de crédito: custos mais baixos e boa qualidade”, afirma o diretor-executivo do Sicoob ES, Francisco Reposse Junior.

Das receitas de intermediação financeira, somente 16% são oriundas de operações em tesouraria. Os 84% restantes são provenientes do crédito, o que mostra a vocação do Sicoob ES e sua determinação em apoiar o desenvolvimento das atividades produtivas do Estado.

Juros permaneceram baixos, mesmo com a oscilação da Selic

Prova disso é que o Sicoob ES manteve praticamente inalteradas as suas taxas de juros no período, mesmo com as altas constantes da Selic (taxa básica de juros). Os juros médios dos empréstimos foram de 13,42% em 2011 e 13,21% em 2010 – um acréscimo de 1,21% no período, enquanto que a Selic foi de 8,78% em 2010 e 11,30% em 2011, um incremento de 28,7%. “Como o sistema de cooperativas de crédito não visa lucro, não tivemos necessidade de repassar o aumento da taxa da Selic para os associados. Mantivemos as taxas dos empréstimos, mesmo tendo um custo de captação mais alto. Se a Selic não sofrer mais pressão, pretendemos manter as taxas no mesmo patamar, isto é, baixas”, afirma Reposse.

Expansão da rede de atendimento aos associados

Outra mostra do crescimento vigoroso do Sicoob ES é que três novas agências já foram inauguradas este ano: em Vitória (Reta da Penha), Vila Velha (Glória) e Serra (Laranjeiras). Uma nova agência será inaugurada no dia 12 de agosto, em Mimoso do Sul e, até o final do ano, está programada a abertura de mais uma agência do Sicoob ES em Vila Velha, desta vez em Santa Mônica.

Fonte: Sicoob ES

XIII Seminário das Cooperativas de Crédito, promovido pelo Sicoob Central Cecremge

September 4th, 2011 No comments

As inscrições para o XIII Seminário das Cooperativas de Economia e Crédito, evento promovido pelo Sicoob Central Cecremge, já começaram. A programação do evento, que será realizado nos dias 25, 26 e 27 /10/2011 no Hotel Ouro Minas, em Belo Horizonte (MG), inclui palestras de renomados conferencistas do Brasil, como Paulo Storani, Carlos Alberto Júlio, Ricardo Coelho, Stephen Kanitz, José Roberto Martins, Tom Coelho e Bianko.

A palestra tema do evento “Conexão” será proferida pelo presidente do Bancoob, Marco Aurélio Almada. Também serão ministradas palestras sobre Gestão de Equipes, Negócios, Mudanças de Cenários, Liderança, Integração Sistêmica, Perspectivas Econômicas, Força da Marca e outros assuntos de interesse do segmento. A programação inclui show com o cantor Sérgio Reis, noite de autógrafos e lançamento do livro de causos “Aconteceu sim… Me contaram e eu escrevi!”, de autoria do diretor-presidente do Sicoob Central Cecremge, Luiz Gonzaga Viana Lage. O baile de encerramento contará com a animação da banda Gang Lex.

As inscrições para o Seminário podem ser feitas pelo Portal do Sicoob Central Cecremge.

Fonte: Sicoob Central Cecremge

Poupança Sicoob atinge R$ 1 bilhão em captações

August 16th, 2011 No comments

A Poupança Sicoob acaba de registrar novo recorde de captações. Na primeira semana de agosto, a modalidade de investimento ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão, o que corresponde a um crescimento de 42% sobre o mesmo período do ano passado, quando as captações somavam R$ 705,6 milhões. Além das vantagens que a tornaram o produto de investimento mais popular do país, como isenção da incidência de impostos e tarifas sobre os rendimentos, a poupança no Sicoob é um instrumento de desenvolvimento local. Isso por que os recursos reunidos são destinados para operações de crédito na própria região onde foram captados, o que não ocorre nas demais instituições financeiras.

Para o gerente de captações do Bancoob, Ricardo de Amorim Hermes, a Poupança Sicoob permite a realização dos sonhos do poupador e também dos sonhos de outros cooperados. “Na cooperativa, a acumulação de recursos de poupança gera autonomia para operações de crédito, viabilizando o desenvolvimento mútuo. O alcance dessa marca histórica representa o sucesso das cooperativas no atendimento aos poupadores e nossa expectativa é que as captações atinja R$ 1,2 bilhão até o final do ano“, disse Ricardo.

Assegurados pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), os investimentos na Poupança Sicoob podem ser feitos por cooperados e não cooperados. Além dos benefícios diretos proporcionados pela aplicação local dos recursos subsidiados, a Poupança Sicoob ainda oferece vantagens às cooperativas por meio de comissões sobre o volume de captações. Somente nos primeiros sete meses deste ano, as receitas das cooperativas foram incrementadas em um total de R$ 2,5 milhões em comissionamentos.

Fonte: Bancoob

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Ministério e Secretaria da Agricultura lançam Plano Safra 2011/2012 e Sicoob assina termo de cooperação

August 4th, 2011 No comments

Com a presença do governador Raimundo Colombo, a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, o Banco do Brasil e o Ministério do Desenvolvimento Agrário lançaram no dia 28 de julho, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, o Plano Safra 2011/2012. Na oportunidade, foram assinados termos de cooperação entre o Estado, o Banco do Brasil e o Sicoob SC, com o objetivo de financiar a próxima safra agrícola.

No caso da agricultura familiar, o Ministério do Desenvolvimento Agrário anunciou a disponibilidade de R$ 1,7 bilhão para investimentos e custeio das propriedades rurais. Ainda serão disponibilizados R$ 5 milhões para a assistência técnica e extensão rural, inclusive na área de gestão de agronegócios.

O vice-presidente do Sicoob SC, Francisco Greselle, que juntamente com o secretário Hermes Barbieri representou o sistema na assinatura dos termos de cooperação, disse que “a parceria com o governo e o Banco do Brasil dará condições às cooperativas do Sicoob SC de financiarem os agricultores familiares do quadro associativo”. Com isto – acrescentou – “haverá também um aumento significativo na economia do Estado, que conta com um grande número de agricultores aptos a trabalhar com o Pronaf”.

Mas Francisco Greselle destacou que proporcionar incremento à produção não depende apenas dos agentes financeiros, mas de “um conjunto de ações que envolve governos, agricultores, assistência técnica e instituições financeiras”. Acrescentou que é preciso ter garantia de preços mínimos, manutenção correta de cada propriedade, incentivo e agregação de outras culturas, educação rural, planejamento familiar e assistência técnica e extensão rural, entre outros fatores.

Segundo o gerente Comercial do Sicoob Central SC, Luiz Carlos Pizzolo da Silva, “com o convênio temos um estímulo a mais para os agricultores familiares investirem em projetos que ampliam a renda e que estão em harmonia com os planos de desenvolvimento regionais do governo do Estado, já que os projetos devem fazer parte dos programas da Secretaria de Agricultura ou das Secretarias de Desenvolvimento Regionais”.

O Sicoob SC é a segunda instituição financeira do Estado que mais financia a agricultura catarinense. No ano passado foram R$ 377 milhões e o crescimento anual tem sido de 25%, em média.

O secretário da Agricultura e da Pesca, João Rodrigues, anunciou o lançamento do programa Juro Zero, através do qual os agricultores terão acesso até R$ 50 mil, com 100% dos juros subsidiados, para as operações de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Também foi lançado o programa SC Rural (Microbacias III), que terá US$ 189 milhões, além da previsão de implantação de telefonia fixa e internet banda larga nas pequenas propriedades.

O Juro Zero é uma reformulação do Programa Revitalizar e irá disponibilizar R$ 100 milhões em investimentos aos produtores rurais para incentivar a agricultura catarinense. Por meio dele, os agricultores terão acesso a até R$ 50 mil com subsídio de 100% dos juros previstos para operações de crédito dos produtores rurais que se enquadrarem no Pronaf.

Pelo Sicoob SC, além do vice-presidente Francisco Greselle e do secretário Hermes Barbieri, estiveram presentes o presidente do Sicoob Alto Vale, Henrique Backmeier, o presidente do Sicoob Crediaraucária, Elmo Meurer, o gerente Comercial Luiz Carlos Pizzolo da Silva e o supervisor de Análise de Projetos Marcelo Tasca – ambos do Sicoob Central SC.

Fonte: Sicoob Central SC – Assessoria de Imprensa (com informações da Assembleia Legislativa de SC).

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Assembleia aprova incorporação da Crediban pela Credisc

August 4th, 2011 No comments

Santa Catarina – Em assembleia realizada no dia 29 de julho, pela manhã, foi aprovada por unanimidade pelos associados a incorporação do Sicoob Crediban pelo Sicoob Credisc. Juntas, as cooperativas passam a ter 4.574 sócios, R$ 45,9 milhões em ativos, depósitos de R$ 36,5 milhões e patrimônio líquido de R$ 4,4 milhões. A assembleia, realizada no auditório do Sicoob Central SC, em Florianópolis, também aprovou a mudança de Estatuto que inclui dois novos membros no Conselho de Administração – preferencialmente da incorporada –, passando de nove para 11 integrantes.

Segundo o presidente do Sicoob Credisc, Sergio Ferreira de Oliveira, “esta se mostrou uma decisão acertada para enfrentar os desafios do mercado financeiro, pois as exigências legais são cada vez mais onerosas e a união de forças é o caminho natural para o fortalecimento do cooperativismo de crédito”.

Para o presidente do Sicoob Crediban, Romero de Carvalho Lima, “duas cooperativas bem estruturadas e sólidas, resolveram unir-se para formar uma cooperativa mais forte, mais ágil, mais segura e de maior qualidade, para oferecer mais benefícios a seus associados”.

A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores Públicos do Estado de Santa Catarina – Sicoob Credisc –, de Florianópolis, foi fundada em 1999.

Fonte: Sicoob Central SC – Assessoria de Imprensa.

Sicoob Central NE realiza I Encontro Estratégico da Marca Sicoob

August 2nd, 2011 No comments

O Sicoob Central NE realizou, no dia 28/7, em João Pessoa (PB), o I Encontro Estratégico da Marca Sicoob. O encontro faz parte da “Campanha de Estímulo à Troca das fachadas das Cooperativas” e tem como objetivo principal incentivar a troca das placas de fachadas dos pontos de atendimento das cooperativas do Sistema, tendo em vista o lançamento da 1ª campanha publicitária nacional do Sicoob, prevista para outubro. Os próximos encontros acontecerão no Sicoob Central DF (22/8), Sicoob Central Cecremge (25/8), Sicoob Central Crediminas (26/8) e Sicoob Central MT/MS (31/8).

Durante o encontro, a gerente de Comunicação e Marketing do Sicoob Confederação, Andrea Hollerbach Athayde, ministrou a palestra “A Importância das Marcas no Mercado Financeiro” e em seguida a analista de Comunicação e Marketing, também da Confederação, Mariane Reis, apresentou o Manual de Instruções Gerais (MIG) – Identidade Sicoob e Práticas para Gestão de marcas, por meio de jogos e atividades. Foram abordados temas como: A importância da marca para uma empresa; Histórico da marca Sicoob relacionado ao crescimento sistêmico; Conceito criativo da marca Sicoob; e Normativos vigentes relacionados ao assunto.

Fonte: Sicoob Notícias

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Associado Sicoob pode realizar consulta pelo Facebook

July 28th, 2011 No comments

Os integrantes do Sitema Financeiro Nacional apresentam, cada vez mais, opções inovadoras de acesso aos produtos e serviços sem a necessidade presencial dos clientes nos pontos de atendimento.

Seguindo a tendência de inovação tecnológica, o Sicoob, por intermédio de suas cooperativas, é a primeira instituição financeira no país a disponibilizar um aplicativo nas redes sociais, possibilitando a realização de consultas financeiras.

A partir desta sexta-feira (29/7), associado Sicoob poderá realizar transações de consulta, por meio do aplicativo Sicoob, na rede social Facebook.

O aplicativo fornecerá saldo, últimos lançamentos e lançamentos futuros da conta corrente associada ao perfil ativo no Facebook. As informações de consultas não serão publicadas no mural do usuário, serão apenas um mecanismo de consulta rápida às últimas atualizações da conta corrente.

O primeiro passo para ter acesso a essa facilidade é cadastrar o perfil no Sicoobnet Pessoal (Outras Opções, Redes Sociais, Perfis cadastrados), informar a rede social desejada (no momento, disponível apenas o Facebook), o email principal da conta do usuário no Facebook e concordar com os termos e condições de uso do serviço, digitando a senha do cartão. Em seguida acessar o endereço e permitir o acesso à funcionalidade.

A adesão somente será possível por meio de computadores cadastrados e liberados, no Sicoobnet Pessoal. É importante ressaltar que o aplicativo Sicoob no Facebook não solicita nenhuma informação ou senha do usuário.

Fonte: Sicoob Notícias

Acesso ao Sicoobnet já pode ser feito pelo BlackBerry

July 28th, 2011 No comments

Nesta sexta-feira (29/7), cooperados Sicoob de todo país poderão realizar transações financeiras nos dispositivos BlackBerry. O aplicativo é compatível com BlackBerry versão 5.0 ou superior. Para o acesso, o associado deve baixar gratuitamente o aplicativo na loja virtual BlackBerry App World e usar as mesmas senhas do Sicoobnet (Pessoal ou Empresarial).

Desde fevereiro, o Sicoob já havia disponibilizado o aplicativo a seus associados usuários do iPhone, iPad, iPod Touch e aparelhos Android. O aplicativo para o BlackBerry realiza todas transações financeiras que são feitas nos dispositivos Apple e Android. Exceção apenas para mecanismo de leitura “automática” de código de barras por meio de câmera fotográfica, exclusividade do iPhone 4.

Fonte: Sicoob Notícias

Servidores da União inauguram cooperativa de crédito da Federalcred no Paraná

July 26th, 2011 No comments

Foi inaugurada na última sexta-feira, dia 22 de julho, a Federalcred Sul, Cooperativa de Crédito Mútuo dos Servidores da União no Paraná e em Santa Catarina. A Cooperativa, que já existe em vários estados, tem o objetivo de proporcionar diversas transações financeiras aos servidores, especialmente concessão de crédito.

Entre os sócios constituidores do início da instituição estão:

  • Sindicato dos Policiais Federais no Paraná e de Santa Catarina,
  • Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais do Paraná e de Santa Catarina,
  • Sindicato dos Servidores do Ministério da Fazenda do Paraná e Santa Catarina e
  • Associação Nacional dos Servidores da Polícia Federal em Santa Catarina.

Com o mote “A união faz a força, o Cooperativismo de Crédito é a Solução de Gestão Financeira”, a Federalcred Sul nasce nos dois estados para atender a uma grande demanda da parte dos servidores, que passam a contar com seu próprio fundo de crédito financeiro. A Cooperativa irá funcionar como uma instituição financeira, em que o associado é também dono do negócio e não apenas seu cliente. O associado pode movimentar sua conta corrente nos mesmos moldes de uma conta bancária, fazendo investimentos, utilizando créditos e agendando pagamentos.

Para o associado, as tarifas são reduzidas, as taxas cobradas são menores e as sobras são divididas entre os participantes. A Cooperativa tem a função de disponibilizar aos sócios produtos e serviços bancários para que eles administrem seu dinheiro com eficiência, com custos abaixo dos praticados pelos bancos tradicionais. A Federalcred Sul é regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional, autorizada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil. A instituição é filiada à Federalcred Central e conveniada ao Bancoob- Banco Cooperativo do Brasil e Sicoob, com mais de 1800 pontos de atendimento em todo o território nacional.

Entre os produtos e serviços oferecidos pela Federalcred Sul estão: Conta corrente, cheque especial, cartões de crédito e débito, financiamentos, empréstimos, convênios, aplicações financeiras, seguros, cobranças bancárias, recebimento de títulos e tributos e internet banking.

Para o tomador de empréstimos, a maior vantagem é o fato de o sistema ser de cooperativa, ou seja, os recursos emprestados são dos próprios sócios. Por não visar lucro, as taxas de juros são mais baixas. Os juros pagos nas operações de crédito somam receitas que gerarão sobras a serem distribuídas no final do exercício – e os sócios receberão de volta parte dos juros pagos.

Podem ser associados da Federalcred Sul todos os servidores da União lotados no Paraná e em Santa Catarina, colaboradores da Cooperativa e das Pessoas Jurídicas associadas, pais, cônjuges, viúvos e dependentes de associados, Pessoas Jurídicas sem fins lucrativos e Pessoas Jurídicas que tenham por objeto atividades voltadas ao interesse dos Servidores Públicos Federais, Pessoas Físicas e Jurídicas prestadoras de serviços em caráter não eventual às entidades e órgãos federais associados.

Fonte: Paranashop

Sicoob entra no mercado de consórcios e planeja estar entre os 10 maiores

July 26th, 2011 1 comment

Maior sistema de cooperativas de crédito do Brasil adquire empresa tradicional no ramo de consórcios e planeja posicioná-la entre as dez maiores do País

O Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), instituição financeira integrante do maior Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, o Sicoob, fechou acordo para aquisição da Ponta Administradora de Consórcios Ltda (Consórcio Ponta). A transação foi formalizada nesta segunda-feira (25/7) e vem incrementar os negócios do Sistema, que pretende posicionar o Consórcio Nacional Sicoob entre os dez maiores do ranking nacional.

Há 39 anos no mercado, o Consórcio Ponta foi a primeira administradora de consórcios do Brasil a obter autorização de funcionamento pelo Banco Central (BC), servindo de modelo para a estruturação de outras empresas do segmento. A empresa tem atuação em todo o território nacional, com foco no Distrito Federal e Minas Gerais.

De acordo com o presidente da Confederação nacional do Sicoob, José Salvino de Menezes, a aquisição trará benefícios às cooperativas e seus associados. “O Sicoob ganha muito com a aquisição de uma empresa consolidada no mercado de consórcios. A tradição da Ponta Administradora de Consórcios garantirá aos nossos mais de 2 milhões de associados o acesso seguro e vantajoso a mais um produto financeiro”, disse Salvino.

Para o diretor-presidente do Bancoob, Marco Aurélio Almada, o negócio fortalece o Sicoob e otimiza o atendimento aos associados. “Temos trabalhado de forma vigorosa no desenvolvimento de soluções financeiras cada vez mais completas e ajustadas às necessidades dos cooperados. Com a integração do Consórcio Ponta ao Sistema Sicoob, ampliamos as possibilidades de atendimento às cooperativas e reforçamos nosso objetivo de torná-las instituições financeiras plenas no atendimento de seus associados”, disse Almada.

A conclusão da transação será submetida aos processos de praxe, tais como auditorias nas operações da administradora e aprovação dos órgãos reguladores.

Fonte: Sicoob

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Sicoob Espírito Santo lança nova campanha

July 19th, 2011 No comments

O VT da nova campanha do Sicoob, que está no ar em duas emissoras capixabas, destaca a diferença entre a instituição e os bancos, reforçando a importância do cooperativismo. “O que o filme mostra é que o Sicoob não fica só no discurso, ele realmente faz pelas pessoas, porque essa é a essência do que somos”, afirma Marcelo Silva, Gerente de Comunicação e Marketing do Sicoob ES. O filme, produzido na Argentina e assinado pela agência Criativa, pode ser visto abaixo no You Tube http://www.youtube.com/sicoobes .

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sicoob ES em 18/07/2011

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Cooperativas de crédito querem ampliar operação no Tocantins

July 12th, 2011 No comments

Representantes da SicoobSolicitaram apoio institucional para abertura de novos postos de atendimento cooperativoRepresentantes da Sicoob solicitaram apoio institucional para abertura de novos postos de atendimento cooperativo

O diretor de desenvolvimento do Sicoob – Sistema de Crédito Cooperativo do Brasil, Abelardo Duarte, acompanhado do presidente da Cooperativa de Livre Admissão de Paraíso do Tocantins e região – Sicoob /Credipar, Gilberto Alves de Moraes, e diretores da entidade, estiveram no dia 05 de julho, em audiência com o governador Siqueira Campos para comunicar a ampliação de sua carteira de crédito no Estado e solicitar apoio para operar com da Agência de Fomento do Tocantins. Solicitaram também apoio institucional para abertura de novos postos de atendimento cooperativo, aplicação de recursos do Instituto de Previdência do Estado e repasse da folha de pagamento e créditos consignados dos funcionários públicos onde o sistema tem agência.

Na audiência, os representantes do Sicoob solicitaram ainda, apoio do governador no sentido de se posicionar a favor da PL 409/2011, de autoria do deputado Dr. Ubiali (SP), que garante repasse do Fundo Constitucional do Norte – FNO, aos BancosCooperativos/Cooperativas de Crédito e ao PL 04/2011, da senadora Ana Amélia (RS) e PL 7.142/2002, do deputado Wellington Fagundes (MT), que prevê repasse do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O governador se comprometeu a apoiar os projetos de Lei e comunicou que a orientação é que os recursos do Estado sejam aplicados onde ofereçam a melhor taxa de retorno da aplicação.

Fonte: Secretária de Comunicação do Estado de Tocantins

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Sicoob acelera rede com Riverbed

July 3rd, 2011 No comments

O Sicoob obteve uma redução de 77% no tráfego da sua rede WAN após adotar uma solução de aceleração de redes da Riverbed com implementação da gaúcha TechChannel. Além disso, a velocidade dos links ficou cinco vezes mais rápida. O retorno do investimento é aguardado para um período entre 8 e 12 meses.

“As cooperativas que usaram o acelerador em fase de teste não queriam devolver”, revela Carmo.

Com 1,8 mil pontos de atendimento no país atendendo 1,9 milhão de associados, o Sicoob tem a sexta maior rede operando no país, atrás somente de bancos como Banco do Brasil, Itaú e Caixa Econômica Federal e a frente do HSBC.

“Compensamos 348 mil cheques ao dia, cada um pesando 64 KB. A exigência, da Febraban para o projeto Compe por Imagem, representa muito tráfego adicional”, revela Adriano Carmo, gerente de Infraestrutura de Redes e Segurança do Sicoob Confederação, que esteve em Bento Gonçalves, participando do Seminário de Gestão de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicações).

Fonte: BAGUETE.COM.BR

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Seminário de Cooperativismo de Crédito do Sicoob Cecresp

July 3rd, 2011 No comments

O 24º Seminário de Cooperativismo de Crédito, promovido pelo Sicoob Central Cecresp acontecerá de 13 a 16 de outubro, no Casa Grande Hotel, no Guarujá (SP).

O tema desta edição será “Desenvolver pessoas, gerando negócios inovadores e competitivos“. O objetivo é abordar de forma descontraída assuntos como competitividade, crescimento de pessoas e negócios. Para inscrição e informações adicionais ligue: (11) 3327-1674, falar com Meire.

Fonte: Sicoob Central Cecresp

Entrevista: Alexandre Tombini destaca a importância do Cooperativismo de Crédito

June 26th, 2011 1 comment

A Revista Sicoob, edição de junho/2011 entrevistou o Presidente do Banco Central do Brasil, Alexandre Tombini.

O presidente do Banco Central do Brasil, Alexandre Tombini, reúne perfil técnico. E, por isso, é reconhecido por sua competência administrativa. O cooperativismo de crédito o tem como grande incentivador do segmento, pois é conhecedor do meio e valoriza o papel das cooperativas de crédito na economia do País.

Ex-diretor de Normas e Organização do Sistema Financeiro da instituição, Tombini não é de falar muito. Prefere ser objetivo e ágil nas soluções, por mais complexos que os problemas possam parecer. Cercado por uma excelente equipe técnica, em poucos meses de atuação já imprimiu sua marca no Bacen e sua metodologia de trabalho.

Natural de Porto Alegre e, declaradamente, torcedor do Internacional, o presidente do Banco Central tem 47 anos e exerce cargos públicos desde 1991. Economista pela Universidade de Brasília (UnB), Tombini fez doutorado na Universidade de Illinois (EUA). Foi coordenador da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, assessor especial da Casa Civil e representante do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI). No Bacen, passou por três diretorias, além de ter sido consultor da presidência e o primeiro chefe do Departamento de Estudos Especiais.

Na véspera do feriado de Carnaval, o presidente do Banco Central do Brasil, Alexandre Tombini recebeu os diretores do Sicoob Confederação e Bancoob. Na ocasião, elogiou a Revista Sicoob e comprometeu-se a falar com nossa reportagem. Dias depois ele cumpriu a promessa e nos concedeu uma entrevista exclusiva. Confira a seguir.

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Em comparação aos países desenvolvidos, sobretudo aos europeus, o cooperativismo de crédito brasileiro ainda possui pouca representatividade no mercado financeiro. O que pode ser feito para reverter essa situação?

Houve expressivo aumento do número de associados entre 2002 e 2010, de 1,6 milhão para cerca de 5 milhões; entretanto, a taxa de penetração ainda é pouco representativa: apenas 5% da população economicamente ativa (PEA).

O aumento de associados passa pela ocupação territorial via instalação de postos de atendimento cooperativo ou constituição de cooperativas nas regiões menos assistidas e ainda por ganhos de escala para maior competitividade nas regiões com maior presença física dessas instituições.

Ainda, faz-se necessário a adequação de oferta de produtos e serviços financeiros às necessidades dos associados, principalmente pessoas jurídicas.

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Que desafios deverão merecer maior atenção dos líderes cooperativistas nos próximos anos?

Por estarem à frente da condução dos sistemas, os líderes cooperativistas têm maior visão e compreensão das novidades trazidas pela Resolução 3.859/2010 e devem conduzir o processo de adequação a tais dispositivos regulamentares.

O desafio mais imediato é o da condução, com êxito, do processo de transição para a estrutura administrativa prevista no art. 18 da Resolução 3.859. Tal estrutura compõe-se de conselho de administração e por diretoria executiva a ele subordinada, com membros eleitos pelo conselho entre as pessoas físicas associadas ou não.

Decorre tal mudança não só da possibilidade advinda da Lei Complementar 130 como também do diagnóstico efetuado no projeto Governança Cooperativa, com ampla participação do segmento, que evidenciou a necessidade de clara separação entre os papéis desempenhados pelos administradores com funções estratégicas (Conselho de Administração) e por aqueles com funções executivas (Diretoria), para que haja a indispensável dedicação integral dos diretores às atividades da cooperativa e ainda se alcance uma capacitação técnica e gerencial dos diretores compatível com a complexidade das funções exercidas, e necessário à sobrevivência num ambiente concorrencial cada vez mais competitivo.

Também como decorrência da Resolução 3.859, as lideranças cooperativistas devem contribuir para a definição da política de governança a ser aprovada pela assembléia geral das cooperativas, abordando os aspectos de representatividade e participação, direção estratégica, gestão executiva e fiscalização e controle, contemplando a aplicação dos princípios de segregação de funções na administração, transparência, equidade, ética, educação cooperativista, responsabilidade corporativa e prestação de contas.

Outra novidade trazida pela Resolução, de fundamental importância para a melhor organização do segmento, é o estabelecimento de diretrizes de atuação sistêmica com vistas aos princípios da eficiência, da economicidade, da utilidade e dos demais princípios cooperativistas.

Ademais, em algumas regiões a presença do cooperativismo de crédito ainda é modesta. Na região Norte 88,7% dos municípios ainda não contam com cooperativas de crédito enquanto que na região Nordeste o percentual é de 92,4%. Em contraposição, nas regiões Sudeste e Sul esses percentuais são, respectivamente, 52,1% e 16,9%. Por fim, a criação de fundo garantidor único do sistema cooperativista é um assunto que o setor irá precisar avançar.  

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As cooperativas de crédito fomentam o desenvolvimento econômico das regiões onde atuam. Qual a importância delas para o Brasil?

A importância do cooperativismo de crédito para o país concentra-se nos objetivos de prover e ampliar a oferta de serviços financeiros, fomentando assim a promoção da  inclusão financeira e do desenvolvimento regional. Consequentemente, contribui também para a melhoria da qualidade e redução dos custos da atividade de intermediação financeira.

Na medida em que promove a aplicação local dos recursos, a cooperativa contribui para o crescimento regional sustentável, a partir da formação de poupança e de financiamento de iniciativas empreendedoras que geram emprego e distribuição de renda.

A adequada inclusão financeira pode colaborar para a redução da pobreza por meio de duas contribuições que se relacionam diretamente: o desenvolvimento da indústria financeira, fomentando o crescimento econômico, e o aumento da qualidade de vida da população a partir do atendimento às demandas por serviços financeiros adequados. Nos municípios com menos de 5 mil habitantes, as cooperativas têm participação de 14% nas operações de crédito do sistema financeiro concedidas a pessoas físicas.  

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Que análise o senhor faz dos resultados já obtidos com a LC 130 e das diretrizes do Banco Central para uma boa governança?

A LC 130 fortaleceu o arcabouço legal do crédito cooperativo, contribuindo assim para o desenvolvimento do segmento.

A ampliação do mandato do Conselho Fiscal para 3 anos cumprirá o objetivo principal de dar maior experiência aos eleitos pela sua atuação por maior  prazo e, em conseqüência, maior qualidade aos trabalhos do conselho.

Ainda com relação à governança, a faculdade de adoção de diretoria profissionalizada, composta por não associados, deu amparo à estrutura administrativa segmentada de que trata o artigo 18 da Resolução 3.859, com os benefícios que citei anteriormente.

Com relação às diretrizes para governança, o projeto conduzido pelo Banco Central propiciou a divulgação e assimilação de conceitos e princípios de governança, gerando iniciativas de eventos sobre o tema em todo o país. Nas regiões Norte Nordeste foram realizados eventos de capacitação baseados em gestão e governança, voltados para dirigentes, gerentes e colaboradores de cooperativas de crédito. Tais princípios foram incorporados pela Lei Complementar 130 e pela Resolução 3.859.

Algumas cooperativas, voluntariamente, procuram estar alinhadas com as melhoras práticas de governança e os sistemas procuraram induzir, mesmo para as cooperativas que não estão obrigadas a isso pela regulamentação, a implementar estrutura de gestão baseada nas diretrizes do projeto,

O Método de Avaliação de Cooperativa Central – MACC adotado pela supervisão do Banco Central incorporou módulo sobre governança, devendo as centrais serem avaliadas pela supervisão com base nos critérios ali estabelecidos.  

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Depois de adotar princípios de governança e promover capilaridade, por meio de PACs, quais são os desafios do cooperativismo de crédito a partir de agora?

Além dos desafios já citados anteriormente, é necessária maior eficiência na intermediação financeira, em razão da redução do custo dessa intermediação.

Uma das ações para ganho de escala e diminuição de custos administrativos é a redução de estruturas sobrepostas, cuja existência pode ser observada até mesmo dentro de um mesmo sistema, com cooperativas competindo entre si pelo mesmo público alvo.

Também com objetivo de redução de custos e ainda para ampliar o interesse por novas associações, os sistemas devem buscar o compartilhamento de tecnologias e serviços.  

 

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No ano passado, ainda como diretor de Normas e Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, o senhor visitou o Sicoob Confederação e falou sobre o projeto de estratificação das cooperativas de crédito. Explane um pouco mais sobre este projeto.

Naquela ocasião, estavam sendo desenvolvidos os estudos que culminaram na edição da Resolução 3.897, adequando o regime prudencial do segmento das cooperativas de crédito ao grau de risco e ao perfil de seus negócios. Sem prejuízo dos princípios de prudência e transparência, objetivou-se racionalizar o processo de acompanhamento contínuo da saúde financeira das cooperativas de crédito e reduzir os custos de observância da regulamentação em vigor.

As cooperativas de crédito singulares, com ativo total inferior a R$ 200 milhões (mais de 90% do universo fiscalizável pelo Banco Central – BC),  e as cooperativas de crédito centrais, com ativo total inferior a R$ 100 milhões (cerca de 40% das cooperativas centrais), caso apresentem operações sem complexidade e com baixo risco, poderão se submeter a um regime de regulamentação prudencial diferenciada, simplificando o cálculo do capital regulatório mínimo exigido.

O regime prudencial simplificado foi adotado por 1.248 cooperativas, de um total de 1.368, consideradas ainda as centrais e as confederações, segundo dados de janeiro de 2011. Das que optaram pelo regime simplificado, 686 têm ativos inferiores a R$10 mi e estão desobrigadas do envio do DLO. O regime completo está restrito a 120 instituições e tende a ser observado, no futuro, somente nas centrais e singulares de grande porte.  

 

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Qual a avaliação do senhor em relação às respostas do cooperativismo de crédito desde a normatização de 2003? Quais os próximos projetos do Banco Central voltados ao cooperativismo de crédito?

A resposta do setor de crédito cooperativo foi excelente. Os números comprovam isso. O número de associados, como destaquei, saltou de 1,6 milhão em 2002 para 5 milhões em 2010. As cooperativas de livre admissão, modalidade existente desde 2003, hoje em número de 231, corresponde a 18% do total de cooperativas singulares, e respondem por 49% da carteira de crédito do segmento. Na crise financeira internacional de 2008, as cooperativas aumentaram o volume de crédito de 46% no primeiro semestre para 54% dos recursos disponíveis (depósitos e capital de giro) em dezembro/2008. 

Quanto a projetos do Banco Central para o cooperativismo, a atual preocupação é com fundo garantidor único para o segmento cooperativista. Porém, de maneira geral, os assuntos cooperativistas têm constituído, sistematicamente, a agenda da Diretoria do Banco Central. Reafirmo a disposição do Banco Central do Brasil em continuar contribuindo para o aperfeiçoamento da regulamentação do cooperativismo, de forma a promover  seu crescimento com solidez e eficiência, com aumento do número de cooperados e ampliação de sua participação no sistema financeiro nacional.  

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Como o senhor avalia o papel da Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa (CNAC). Há expectativa de ampliação de seu escopo?

A CNAC veio atender à previsão regulamentar de possibilidade de auditoria externa por entidade de auditoria cooperativa com a relevante especificidade de ter sido constituída com a participação dos três grandes sistemas cooperativistas. Isso é importante porque cabe aos próprios sistemas, sem perda de qualidade na prestação de serviços, resolver questões internas que estão impedindo a adesão de todas as cooperativas dos sistemas fundadores.

Na visita do Sicoob ao Banco Central foram anunciados estudos para elaboração de proposta para ampliar o escopo operacional da CNAC, mediante ganho de escala e melhora da relação custo-benefício, o que poderá ampliar o número de cooperativas que contratarão seus serviços. Como frisei na ocasião, inexistindo conflito legal, é viável a discussão da proposta.

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Hoje os sistemas cooperativos possuem os seus fundos garantidores individualizados e com várias finalidades. Há perspectiva do órgão regulador de promover uma discussão de um fundo único cooperativista?

A matéria é uma das prioridades na agenda de discussão das áreas de normas e fiscalização. Também está em discussão entre representantes dessas áreas com o grupo técnico do Ceco da OCB, nas reuniões do acordo de cooperação técnica mantida entre as instituições. A tendência é de regulação para o estabelecimento de regras harmônicas para os fundos garantidores dos sistemas, para convergência a um fundo único do cooperativismo, que dará maior segurança e credibilidade ao segmento.

Fonte: Revista Sicoob

Cooperados do Sicoob Saromcredi economizam quase R$ 150 mil em negociação conjunta

June 16th, 2011 No comments

O Sicoob Saromcredi promove o crescimento e o desenvolvimento de seus cooperados ao oferecer produtos e serviços financeiros, além de apoiar negociações com fornecedores. Procurada por produtores que buscavam financiamento para aquisição de subsídios necessários a lavoura, a cooperativa decidiu unir forças para oferecer mais que juros baixos e crédito facilitado, e passou a ajudar o cooperado a adquirir máquinas e tratores também.

No dia 2 de junho, dezesseis cooperados foram beneficiados com mais de R$ 1 milhão investidos em recursos para a aquisição de máquinas agrícolas e tratores. Assim, o Sicoob Saromcredi reuniu um grupo maior de compradores e negociou descontos para o pagamento à vista diretamente com as empresas Palini & Alves (máquinas agrícolas) e Prodoeste (tratores).

Os números são surpreendentes: uma média de 25% de desconto nas máquinas agrícolas e 5% nos tratores. “Esse é um investimento em tecnologia, que gera crescimento na produção, com menor custo, e, consequentemente, aumenta o volume financeiro na cooperativa”, esclarece João Carlos leite, presidente da cooperativa.

Fonte: Sicoob Notícias

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Banco cooperativo não responde por relações entre cooperativa de crédito e seus associados

June 14th, 2011 No comments

Entendimento foi adotado pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ)

Não há solidariedade passiva entre bancos cooperativos e cooperativas de crédito em relação às operações que estas últimas realizam com seus cooperados.

O entendimento foi adotado pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reformou decisão da Justiça de São Paulo para isentar o Banco Cooperativo do Brasil S/A (Bancoob) da responsabilidade pelos valores que um grupo de investidores havia aplicado na Cooperativa de Crédito Rural das Regiões Nordeste Paulista e Sul Mineira (Credibrag), na cidade de Bragança Paulista.

De acordo com o ministro João Otávio de Noronha, relator de recurso especial interposto pelo Bancoob contra decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), “o sistema de crédito cooperativo funciona de molde a preservar a autonomia e independência – e consequente responsabilidade – de cada uma das entidades que o compõem”. Segundo ele, a obrigação solidária só existiria se fosse prevista em acordo entre essas entidades ou imposta por lei, não podendo jamais ser presumida – como estabelece o Código Civil.

Os investidores haviam ingressado com ação na Justiça pretendendo que o Bancoob lhes devolvesse o dinheiro de depósitos e aplicações financeiras que mantinham na Credibrag, à época em regime de liquidação extrajudicial. Os autores da ação alegaram que os valores estariam depositados no Bancoob, que é a instituição responsável por administrar o fluxo financeiro do sistema de cooperativas ao qual a Credibrag estava vinculada.

O juiz de primeira instância considerou, e o TJSP confirmou, que haveria solidariedade passiva para responder pela ação judicial entre o Bancoob e a cooperativa de crédito, razão pela qual determinaram ao banco o pagamento dos valores reclamados na ação. Em recurso ao STJ, o Bancoob alegou sua ilegitimidade para figurar no lado passivo da ação, sustentando que não teria que responder solidariamente pelas operações da cooperativa.

Ilegitimidade

Em seu voto, o ministro João Otávio de Noronha fez uma análise da estruturação do sistema de crédito cooperativo no Brasil, citando vários autores e dispositivos legais para concluir que o Bancoob não é parte legítima para responder à cobrança, pois não contratou diretamente com os cooperados, “cabendo à cooperativa de crédito responder pelos prejuízos a que der causa”.

A criação dos bancos cooperativos no Brasil foi autorizada em 1995, por resolução do Banco Central, para permitir que as cooperativas de crédito ampliassem a prestação de serviços aos seus associados. As cooperativas de crédito puderam instituir os bancos cooperativos, dos quais se tornaram acionistas preferenciais.

Já o controle do banco ficou a cargo de cooperativas centrais de crédito, detentoras das ações ordinárias e formadas pela união de cooperativas singulares. Todas essas entidades – cooperativas singulares, cooperativas centrais e bancos cooperativos – são pessoas jurídicas independentes, cada qual responsável por suas obrigações. Para atender seus associados, as cooperativas singulares usam os serviços do banco cooperativo, mas não se caracterizam como agências deste.

De acordo com a doutrina mencionada pelo ministro, as cooperativas de crédito singulares recebem depósitos e oferecem os demais serviços bancários em seu próprio nome, respondendo diretamente pela relação jurídica com os cooperados. Assim, não há vínculo jurídico direto entre os cooperados e o banco, cuja responsabilidade só diz respeito aos serviços que presta para as cooperativas, suas acionistas.

Associado como beneficiário e dono

“Contrariar essa lógica, atribuindo responsabilidades a entidades que não participaram diretamente dos negócios jurídicos, acarreta fragilidade a todo o sistema, fazendo com que todos paguem pela inércia de alguns, uma vez que, no sistema cooperativo, o cooperado é, ao mesmo tempo, o beneficiário e o dono da estrutura cooperativista, cabendo-lhe usufruir das vantagens, mas também fiscalizar as atividades da entidade a que se encontra vinculado”, disse Noronha.

O ministro, cujo voto foi seguido de forma unânime pela Quarta Turma, lamentou os problemas que emperram o desenvolvimento do crédito cooperativo: “O que parece ocorrer, neste e noutros casos envolvendo cooperativas de crédito, é que a desinformação, bem como o mau gerenciamento daquelas entidades, são fatores preponderantes para que este poderoso mecanismo de assistência financeira não se tenha tornado ainda tão confiável a ponto de cumprir integralmente sua importante missão social”.

Fonte: Site STJ – Clipping da OCB

Triatleta patrocinada pelo Sicoob é campeã da Corrida das Pontes em Portugal

June 7th, 2011 No comments

Mesmo após uma intensa semana de treinamentos, a triatleta Pâmella Oliveira foi o grande destaque entre as mulheres na 7ª Corrida das Pontes, disputada no dia 29 de maio, no pequeno município de Coruche, em Portugal.

Com o tempo de 39min30s, a brasileira não teve grandes dificuldades para superar os dez quilômetros do percurso e cruzou a linha de chegada três minutos à frente da segunda colocada, a portuguesa Maria Lucas (42min31s).

Reunindo cerca de 400 corredores, a competição foi uma espécie de “prova surpresa” para Pâmella, que se prepara para os próximos desafios do triathlon. “Meu técnico (Sérgio Santos) só me avisou que eu iria competir nessa prova na sexta-feira (27). Mas, eu segui as orientações dele e, mesmo muito cansada dos treinos, fiz um bom tempo”, comemora.

A triatleta Pâmella Oliveira é patrocinada pelo Sicoob Central ES e conta com o apoio da Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri), do Exército Brasileiro e da Asics.

Fonte: Assessoria de Imprensa Pâmella Oliveira

Incorporações no Sicoob Central BA

May 24th, 2011 No comments

Seguindo a tendência visível no mundo empresarial, as instituições financeiras estão promovendo incorporações, inclusive entre grandes entidades. O cooperativismo de crédito também está se fortalecendo por meio da integração, e aumentado significativamente os seus dados patrimoniais e o número de pontos de atendimento, mesmo com a redução do número de cooperativas singulares, de acordo com dados recentes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Apesar desse processo de aglutinação de cooperativas ter sido, há um bom tempo, adotado pelo Sicoob em diversos estados, onde já foram realizadas 35 incorporações, somente agora o Sicoob Central BA promoveu suas primeiras experiências, já que no segundo semestre de 2010 o Sicoob Extremo Sul incorporou o Sicoob Comércio e, em abril de 2011, o Sicoob Itabatã. Agora o Sicoob Extremo Sul somou 1.673 sócios, um patrimônio de mais de 39 milhões, carteira de crédito de 45 milhões e volume de depósitos de 37 milhões de reais. A união possibilitará a combinação de diferenciais competitivos das duas cooperativas, a exemplo das políticas de crédito, de produtos e serviços financeiros, do relacionamento e atendimento. Permitirá a redução do custo operacional e proporcionará oportunidades para novos negócios, ampliando a capacidade de geração de receitas e, consequentemente, de sobras.

Fonte: Sicoob Central BA

Tomar empréstimo em cooperativas de crédito é mais barato e rápido

May 23rd, 2011 No comments

No momento em que os financiamentos começam a ficar raros e com juros em alta no Brasil, por causa das medidas do governo para conter a escalada da inflação, as cooperativas de crédito surgem como uma opção mais barata. Com a vantagem de tornar o cidadão ao mesmo tempo cliente, investidor e dono do negócio, além dos benefícios do contato direto e personalizado com o colega dirigente, orientação financeira especializada e distribuição de parte das sobras (o equivalente ao lucro dos bancos) no fim do ano. Esse conjunto de fatores foi responsável pelo crescimento do setor, até mesmo no auge da crise global.

  • “Em 2008, o sistema financeiro praticamente parou. Para nós, foi o melhor período. A procura por recursos cresceu 27%”, revela Márcio Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Preços justos e distribuição das sobras

Por determinação legal, as cooperativas não têm fins lucrativos. Assim, são obrigadas a devolver os resultados positivos a cada ano. Quando o cooperado entra, contribui com uma cota, que é a representação da sociedade, cujo valor depende de decisão do conselho. Cada vez que toma um empréstimo, parte dos juros pagos retornam para o associado aumentando seu capital inicial. As sobras são divididas somente entre quem movimentou com a cooperativa. “Em acordo com os associados, uma parte pode ser dirigida para a expansão ou o desenvolvimento de novos produtos. Mas um pedaço sempre será distribuído”, diz Freitas.

As cooperativas também não cobram tarifas de manutenção de conta ou talão de cheques, enquanto os cinco maiores bancos, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), reajustaram os serviços em 124% de 2008 para cá. Para os cooperados, os juros no crédito pessoal, de acordo com a OCB, vão de 2% a 2,5% ao mês; no cheque especial, variam de 3,5% a 5%; e o cartão de crédito tem custo de 5% a 6%. Segundo levantamento do Procon-SP, a média da taxa de juros para pessoas físicas em maio, no sistema financeiro, chegou ao maior nível desde 2003. Os bancos cobram 5,74% no empréstimo pessoal e 9,47%, no cheque especial.

O crescimento em 2010

Em 2009, as cooperativas registraram crescimento recorde de captação de recursos, que atingiu R$ 8,3 bilhões. O ano passado foi 91,5% melhor, com ativos da ordem de R$ 15,9 bilhões, o que elevou o total para R$ 68,7 bilhões. Em dezembro de 2010, a carteira de empréstimos chegou a R$ 30 bilhões. Atualmente, o cooperativismo de crédito tem 4.529 pontos, entre cooperativas e postos de atendimento, 5,1 milhões de associados e 56.178 empregados.

A 2ª maior rede de atendimento do Brasil

Poderia ter mais interessados, não fosse o entrave na legislação. “Só a partir de abril de 2010 tivemos a permissão para atuar em municípios com mais de dois milhões de habitantes”, explica Silvio Giusti, gerente de Relacionamento do Cooperativismo de Crédito da OCB. Pesquisa divulgada pela entidade apontou que, “se o segmento compartilhasse suas estruturas e atendimento, seria a segunda maior rede do país, atrás apenas do Banco do Brasil (5.087) e na frente do Itaú (3.739)”.

Captação de novos associados

As cooperativas nasceram da ideia de união de pessoas com interesses comuns. No início , mantiveram-se fechadas entre profissionais de segmentos específicos, como funcionários públicos, agricultores, advogados, …. “Apenas 20% das cooperativas de crédito são de livre associação”, assinala Marden Soares, superintendente de Desenvolvimento Organizacional do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob). Esse número tende a crescer — o Distrito Federal deverá contar com pelo menos uma entidade de livre associação aberta até o fim do ano, diz Márcio Freitas. Ele explica que a forma de captação de cada uma é particular. O Sicoob Judiciário de Brasília, por exemplo, agrega servidores do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Universidade de Brasília. O associado contribui com 1% do salário.

“Temos todos os tipos de produtos. Qualquer valor é liberado com rapidez, porque nosso comitê de crédito se reúne diariamente”, destaca Miguel Ferreira Oliveira, presidente do sistema da Justiça. O técnico judiciário Viriato Gaspar, 59 anos, é sócio-fundador. Ele vivia pendurado. “Entrei na cooperativa para sair dessa roda-viva de agiotas. Foi um grande benefício, que livrou o servidor público da turma que bebia o seu sangue e roía seu osso”, afirma.

Raimunda Maria, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), é entusiasmada com o serviço. Já comprou terreno, está construindo uma casa no Lago Sul e, sempre que a situação aperta, recorre à cooperativa. “O tratamento é humanizado, todo mundo é conhecido e, ainda por cima, recebo um dinheirinho no fim do ano, como retorno dos meus empréstimos”, celebra.

Outras cooperativas, como a Cooperforte, que atende 108 mil funcionários de bancos públicos espalhados pelo país, prefere ter poucos produtos de investimento, “para não atritar com os do Banco do Brasil”, onde ela nasceu para atender os empregados, justifica José Valdir dos Reis, presidente da entidade.

Desenvolvimento

Márcio Port, presidente da Sicredi Pioneira RS, a mais antiga da América Latina, fundada no Rio Grande do Sul em 1902, ressalta que as cooperativas contribuem para o desenvolvimento econômico e social onde atuam.

O Banco Central comprovou que 77% de tudo o que os cinco maiores bancos captam são aplicados na Região Sudeste do Brasil. Para eles, é mais fácil emprestar R$ 100 milhões para uma grande empresa do que R$ 10 mil para várias pessoas. Nós fazemos o trabalho de formiguinha. Movimentamos o crédito solidário”, diz.

Inadimplência

O presidente da OCB sublinha que a inadimplência é baixíssima e o risco, reduzido. “Conhecemos o cliente, seus hábitos e o resultado do negócio fica dentro do próprio negócio”, descreve. Há também serviços diferenciados que atraem o consumidor. Freitas é presidente de uma cooperativa de crédito rural, no interior de São Paulo. Presenciou tristes momentos em que cafeicultores perderam as terras para agiotas. “O sistema bancário nos apunhalava.”

Governança

Com a edição da Lei Complementar 130, publicada em 2009, um novo movimento está iniciando nas cooperativas de crédito: a governança e a profissionalização dos gestores. “A nova legislação prega a segregação de atividades entre dirigentes e gestores. Este movimento gerará maior profissionalização para o setor”, afirma Márcio Port.

Fonte: texto de Vera Batista publicado no Correio Braziliense, edição de 22/05/2011, com adaptações por Márcio Port

Sicoob é destaque na compensação de cheques por imagem

May 23rd, 2011 1 comment

Desde o dia 20 de maio, todo o Sistema Financeiro Nacional dotou um novo processo de compensação de cheques, agora por imagem. O projeto foi conduzido pela Federação Brasileira de Bancos – Febraban – e o Sicoob, por intermédio do seu banco cooperativo – o Bancoob – é uma das 11 instituições financeiras de todo o país a atingir o percentual entre 90% e 100% de envio de imagens desde o dia 10 de maio.

As outras instituições que alcançaram previamente esta meta foram o Itaú, Santander, Banrisul, Bradesco, Citibank, HSBC, CEF, Banco do Brasil, Safra e Asbace. Segundo o gerente Administrativo do Sicoob Central SC, Olavo Lazzarotto, isto demonstra a capacidade do sistema Sicoob, que “investiu em tecnologia e capacitação dos funcionários das nossas cooperativas filiadas para atender às novas normas, obtendo um resultado expressivo que nos coloca ao lado de renomadas instituições financeiras do país”.

Com o novo sistema de compensação, não haverá mais o trânsito físico dos cheques, por meio de malotes e carros blindados. A imagem do cheque será capturada direto dos caixas das agências para os sistemas de compensação. “Haverá redução de custos e se evitará a clonagem”, afirmou Olavo Lazzarotto.

Fonte: Sicoob Central SC – Assessoria de Imprensa.

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Amapá inaugura a primeira cooperativa de crédito de empresários do Estado

May 17th, 2011 No comments

Nesta terça-feira (17/5), às 19h, empresários de diversos setores econômicos reúnem-se na Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amapá (Fecomercio/AP) para inaugurar a primeira Cooperativa de Crédito de Empresários do estado: Sicoob CredEmpresas-AP, que nasce com a missão de impulsionar o crescimento da região, aquecer a economia e oferecer condições favoráveis aos investidores e empresários de micro e pequenas empresas para acesso ao crédito. O gerente de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Cédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Sílvio Giusti, representará a instituição na inauguração.

Há mais de dois anos, a Fecomercio/AP vem incentivando e patrocinando a iniciativa de fundação da CredEmpresas/AP como forma de apoiar o crescimento da livre iniciativa no Amapá. O Sicoob CredEmpresas-AP foi fundada por 46 empresários das áreas de comércio de bens, serviços e turismo, além da indústria, e está filiado ao Sistema Sicoob através da Central Amazônia, instalada em Belém/PA.

A CredEmpresas-AP passou por todo o processo necessário e exigido pelo Banco Central do Brasil e terá total condição de prestar serviços bancários com o diferencial de ser uma cooperativa, pertencendo portanto aos seus sócios cooperados.

Segundo o presidente da cooperativa, Ladislao Pedroso Monte, a instituição vai atender, principalmente, às necessidades dos empresários de micro e pequenas empresas, que terão mais facilidade de acesso ao crédito. “Eles terão menores taxas e menor burocracia para acesso aos serviços financeiros e microcrédito.”

Com sede em Macapá (no prédio da Federação do Comércio), a CredEmpresas-AP também vai abranger a cidade de Santana. Mais a ideia é que, futuramente, outras cidades possam usufruir do serviços da cooperativa.

Fonte: OCB

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Sicoob Paraná dá início a Gincana Sustentável 2011

May 8th, 2011 No comments

Uma gincana que integra colaboradores em projetos voluntários, buscando o benefício da comunidade. Assim configura-se a Gincana Sustentável, promovida pelo Instituto Sicoob Paraná e que integra as cooperativas singulares do Estado.

A segunda edição da gincana teve início no mês de abril e segue, durante todo ano de 2011. Funcionários, diretores e cooperados do Sicoob estarão mobilizados em campanhas beneficentes, como a arrecadação de donativos, cursos de capacitação, ações de acessibilidade, de conscientização e preservação do meio ambiente, auxílio a projetos sociais locais, entre outros. A programação proposta pelo Instituto contempla 10 projetos e um cronograma com duração de sete meses para elaboração das ações e execução das mesmas.

A presidente do Instituto Sicoob, também presidente do Sicoob Credioeste (que contempla postos de atendimento em Foz do Iguaçu e São Miguel do Iguaçu), Manuele Fritzen, destaca que o propósito da gincana dá ênfase ao sétimo princípio do cooperativismo, o interesse pela comunidade.

Além de promover ações para o desenvolvimento local, a gincana é uma forma de integração entre os colaboradores das 19 singulares Sicoob do Estado, que estarão reunidos no mês de novembro, para o VI Encontro de Colaboradores, evento que marca o fim da gincana. Nesta data, as singulares que realizaram os 10 projetos propostos, dentro do prazo e determinações do edital, receberão o selo “Cooperativa Amiga da Comunidade”.

Fonte: Sicoob Central PR

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Sicoob Central BA recebe presidência da DGRV

May 3rd, 2011 No comments

Durante a última semana do mês de abril, o presidente da DGRV, Manfred Nuessel; e os diretores executivos, Eckard Ott e Dirk Lehnhoff; estiveram no Brasil visitando projetos da DGRV América Latina.

Durante o período, no dia 25/4, foram ao Sicoob Central BA, para discutir sobre o projeto de “Microfinanças” e tiveram a oportunidade de conhecer os diretores da Central.

Na oportunidade, parabenizaram o Sicoob Central BA pelo desenvolvimento positivo alcançado nos últimos anos e ressaltaram a importância da implementação profissional das microfinanças para garantir desenvolvimento sustentável das Cooperativas de Crédito em regiões carentes.

Também foi destacada a importância da intercooperação e a satisfação em verificar que este conceito está sendo aplicado na fase piloto do projeto na Central NE (João Pessoa).

Após a visita, a presidência da DGRV seguiu para Porto Alegre, onde na noite do mesmo dia, reuniram-se com os presidentes do Sicoob Confederação, Bancoob, Confebras, Sicredi e OCERGS, para discutir o desenvolvimento e desafios do Cooperativismo Brasileiro, além de refletir sobre as linhas gerais da linha de atuação da DGRV nos próximos anos.

Fonte: Sicoob Central BA

Principais sistemas cooperativos reúnem 1.020 cooperativas no Brasil

May 1st, 2011 No comments

Em Dez/2010 o Brasil contava com 1.020 cooperativas ligadas aos sistemas SICOOB, SICREDI, UNICRED, CECRED e CONFESOL. Estas Cooperativas de Crédito detinham aproximadamente 60% do total dos Ativos administrados por Cooperativas de Crédito e Bancos Cooperativos no Brasil.

Estas 1.020 cooperativas representam 74,5% das 1.370 cooperativas de crédito do pais.

Estas 1.020 cooperativas contavam em 2010 com 4.169.000 associados, representando 83% do quadro social das cooperativas de crédito brasileiras.

Com base nestes números é possível demonstrar a participação de cada Sistema Cooperativo no universo do cooperativismo de crédito do país:

  • Sicoob: 38% dos associados
  • Sicredi: 35% dos associados
  • Unicred: 5% dos associados
  • Confesol: 5% dos associados
  • Cecred: 4% dos associados

As Cooperativas ligadas à estes sistemas cresceram 13% o seu quadro de associados em 2010 e 40% o volume de ativos.

Veja os todos os dados completos desta análise no http://www.cooperativismodecredito.com.br/DadosConsolidados.php

Sicoob Engecred-GO em crescimento constante

May 1st, 2011 No comments

O Sicoob Engecred-GO apresentou aos seus cooperados recentemente o relatório anual com os balanços da cooperativa do ano de 2010. Os resultados foram altamente positivos e possibilitaram a entrada da cooperativa no seleto clube das 50 maiores do Brasil. Em 2010, o Sicoob Engecred-GO atingiu a marca histórica de R$ 14,6 milhões em sobras.

As sobras equivalem ao que instituições financeiras privadas (os bancos) chamam de lucro. Tal resultado corresponde a um crescimento de 22% em relação ao ano de 2009. As sobras serão distribuídas aos cooperados num rateio de acordo com a movimentação.

Neste período, também foi registrado o crescimento no quadro social. O Sicoob Engecred-GO atingiu o número de 1.799 cooperados, perfazendo um crescimento de 32% em relação a 2009.

Números

O patrimônio líquido ajustado, que é a soma do capital social, dos fundos estatutários e das sobras, atingiu R$ 72 milhões em 31 de dezembro de 2010, apresentando crescimento de 51% em relação a dezembro de 2009.

As aplicações no Sicoob Goiás Central atingiram R$ 70 milhões em 2010, o que representa um incremento de 16% em relação a 2009, e estampa a atuação conservadora da administração da cooperativa e a boa liquidez.

Os depósitos totalizaram R$ 98 milhões: R$ 34 milhões de depósitos à vista, e R$ 70 milhões de depósitos a prazo, representando um crescimento na ordem de 18% do total dos depósitos, comparando-se a 2009.

Nova sede

Destaque para a nova sede da instituição. Localizada na Av. República do Líbano, o prédio vai atender os cooperados com conforto e comodidade. A sede contará com 1.100 m² de área útil e garagem com capacidade para 40 veículos. O trabalho está sob a responsabilidade dos profissionais da Univence Construtora Ltda. O novo prédio do Sicoob Engecred-GO está localizado na Avenida República do Líbano, acima da Praça Tamandaré.

Fonte: Sicoob Engecred

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Sicoob Sistema Crediminas divulga resultados de 2010

May 1st, 2011 No comments

Reafirmando seu compromisso com a qualidade dos serviços para seus associados, o Sicoob Sistema Crediminas (uma das duas Centrais de Cooperativas do Sicoob em Minas Gerais) divulga o balanço dos resultados de 2010. No período, o Sistema apresentou um crescimento de 18,25% em seus ativos totais, o que representa uma evolução de cerca de R$587 milhões em valores nominais.

Referente às duas principais fontes de recurso da Cooperativa, os depósitos totais cresceram R$449 milhões, ou 31,12% se comparado a 2009, ao passo que o patrimônio líquido cresceu R$111 milhões, o que representa um aumento de 15,78% no mesmo período.

O diretor-superintendente do Sicoob Central Crediminas, Élson Rocha Justino, ressaltou a importância do bom desempenho do Sistema no ano de 2010. ”Nós temos, além de um resultado positivo, um percentual mínimo de cooperativas que não atingiram as suas metas, o que demonstra o bom momento e a nossa solidez”, disse.

Evolução das Operações de Crédito

Em suas Operações de Crédito Totais, o Sicoob Sistema Crediminas fechou 2010 com alta de 7,61% na aplicação dos recursos, o que equivale a um aumento de R$150 milhões. O resultado, confirmou o propósito de ampliar suas carteiras de crédito de forma sustentada, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento dos negócios de seus associados e das comunidades onde está presente.

A Carteira Comercial teve participação significativa nesse resultado, com cerca de R$ 1,176 bilhão em operações, representando uma evolução de 16,99% em comparação a 2009. Este desempenho está diretamente associado com as transformações das cooperativas em livre admissão de associados.

Em 2010, a Poupança Sicoob foi a mais significativa fonte de recursos para repasses ao crédito rural no Sicoob Sistema Crediminas, contribuindo com R$198,441 milhões. O valor representa um incremento de 45,32%, se comparado a 2009.

Sobre o Sicoob Sistema Crediminas

O Sicoob Sistema Crediminas reúne 83 cooperativas de crédito totalizando 486 pontos de atendimento localizadas em 418 municípios mineiros, que atuam na captação e administração de recursos financeiros, empréstimos e na prestação de serviços a cerca de 410 mil associados, gerando mais de 4.000 empregos diretos. As cooperativas proporcionam o acesso a recursos financeiros especiais para investimento e capital de giro direcionado a pequenos e médios empreendedores de vários segmentos, incluindo produtores rurais e outros agentes do setor produtivo.

Fonte: Sicoob Central Crediminas

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Presidentes e gerentes do Sicoob SC debatem gestão e metas

April 27th, 2011 No comments

Presidentes e gerentes de 41 cooperativas do Sicoob SC reuniram-se no dia 14 de abril, no Centro Empresarial Terra Firme, em São José, para debater ações com o objetivo de melhorar a gestão das cooperativas e decidir sobre novos investimentos. Presentes à reunião, o diretor Executivo do Sicoob Confederação, Abelardo Duarte e o diretor Operacional do Bancoob, Enio Meinen, que ministraram palestra e esclareceram dúvidas sobre produtos e serviços.

Abelardo apresentou os novos desafios da Confederação para fazer uma gestão sistêmica e apontou a necessidade de investimentos em várias áreas, especialmente em Tecnologia da Informação, em função do crescimento do sistema. O dirigente do Sicoob Confederação foi questionado por vários presidentes de cooperativas sobre a urgência de algumas demandas.

O presidente do Sicoob Central SC, Rui Schneider da Silva, considerou que a reunião foi positiva e que resultou na ideia de criar uma reunião específica para tratar de tecnologia, em breve, com o Sicoob Confederação e o Bancoob.

O diretor Operacional do Bancoob, Enio Meinen apresentou os novos cartões – com destaque para o relançamento do Cartão Cabal – e se mostrou otimista sobre o momento vivenciado pelo cooperativismo de crédito em todo o país.

Fonte: Sicoob Central SC – Assessoria de Imprensa.

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Sistema Sicoob divulga os dados consolidados de dez/2010

April 26th, 2011 No comments

O Sistema Sicoob divulgou os dados consolidados de suas 584 cooperativas de crédito, apresentando 1.921.322 associados, 1.884 pontos de atendimento e ativos totais de R$ 24,7 bilhões.

Os dados mostram ainda o crescimento de 31% no volume de ativos e de 25% nas operações de crédito.

O Patrimônio Líquido do Sicoob encerrou o exercício de 2010 com R$ 6,146 bilhões e as sobras acumuladas no ano foram de R$ 667 milhões.

Com a divulgação destes dados é possível comparar os dados do Sicoob com os demais sistemas cooperativos do país. Caso algum leitor tenha os dados atualizados da Confesol/Ancosol pode enviá-lo por email.

Veja os dados completos no link http://cooperativismodecredito.com.br/DadosConsolidados.php

 

Fonte: Sicoob Notícias

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Assembleia Geral da Credicitrus reúne quase 2 mil associados

April 23rd, 2011 No comments

Resultados de 2010 consolidaram uma década de crescimento acelerado. A Sicoob Credicitrus é a maior cooperativa de crédito do Brasil.

A Assembleia Geral Ordinária da Sicoob Credicitrus, realizada no dia 14 de abril na Estação Experimental de Bebedouro, teve como principal destaque a apresentação dos bons resultados registrados pela cooperativa em 2010, consolidando o período de crescimento acelerado da cooperativa, iniciado em 2001. O desempenho da cooperativa no ano passado, quando seu quadro associativo somou mais de 43 mil cooperados, foi caracterizado por grandes números, como o patrimônio líquido de R$ 579 milhões, o total de ativos superior a R$ 2,2 bilhões, o volume de operações de crédito da ordem de R$ 1,2 bilhão e o resultado social econômico (economia feita pelos cooperados em comparação com o que teriam desembolsado ao operar no sistema financeiro tradicional), que superou R$ 380 milhões. Completando esse quadro, enquanto a AGO se desenrolava, a Credicitrus conquistou a classificação de crédito A3, o grau máximo de segurança entre as instituições financeiras do País, demonstrando sua solidez e a qualidade de sua gestão.

Outro destaque foi a participação recorde de quase 2 mil cooperados, representando os 43 municípios nos quais a Sicoob Credicitrus está instalada no Estado de São Paulo e no Triângulo Mineiro e ainda dos quatro municípios paulistas nos quais inaugurará filiais neste ano: Borborema, Paraíso, Tabatinga e Vista Alegre do Alto. Isso fez dessa AGO provavelmente a maior reunião já realizada por uma cooperativa no País. O encontro ainda contou com as presenças do secretário da Agricultura e do Abastecimento do Estado de São Paulo, João de Almeida Sampaio, do secretário adjunto da mesma pasta, Antonio Júlio Queiroz, do superintendente da OCESP/Sescoop-SP, Aramis Moutinho Junior e de David Andrade, conselheiro do Bancoob – Banco Cooperativo do Brasil.

Evolução

O diretor-presidente da Sicoob Credicitrus, Raul Huss de Almeida, comandou a AGO ao lado dos demais diretores executivos da cooperativa, Moacyr Pegoraro (Operacional), Siguetoci Matusita (Planejamento e Controle) e Maria Madalena Fernandes Rocha (Administrativa), além dos membros dos Conselhos de Administração e Fiscal. Em sua saudação aos cooperados presentes, fez inicialmente uma breve alusão à evolução do cooperativismo de crédito nos países desenvolvidos.

Ele citou que, na Europa, o setor reúne mais de 50 milhões de cooperados e o quarto maior banco do mundo, o francês Crédit Agricole, é uma cooperativa. Nos Estados Unidos, as 8 mil credit unions congregam mais de 90 milhões de cooperados, quase um terço da população. Enquanto isso, a principal organização brasileira do setor, o Sicoob – Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, reúne aproximadamente 600 cooperativas e o número de cooperados não chega a 2 milhões. Mas Raul Huss de Almeida ressalvou: “Essa diferença tem um lado positivo, pois demonstra o enorme potencial de crescimento do cooperativismo de crédito no Brasil”. E acrescentou: “A Credicitrus é um exemplo de como podemos chegar longe”.

Responsabilidade social

Além do aspecto econômico, a AGO também focalizou as ações desenvolvidas pela Sicoob Credicitrus na área de responsabilidade social, como a exposição “Homem x Natureza – um percurso pelos 4 elementos”, criada para conscientizar a população para a importância do equilíbrio ambiental e do reaproveitamento dos materiais recicláveis. Em 2010, a exposição foi montada em Bebedouro, Araraquara, Barretos, Fernandópolis e São José do Rio Preto e recebeu mais de 50 mil visitantes.

Também foram citadas as ações desenvolvidas com o apoio do FISC – Fundo de Investimento Social e Cultural da Coopercitrus e da Credicitrus, com destaque para a Cooperlimpo – Cooperativa dos Coletores de Materiais Sólidos de Bebedouro (fundada com o apoio das cooperativas sediadas no município), o projeto de educação ambiental para crianças mantido na Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro e a distribuição de baús literário (contendo livros infantis e infanto-juvenis) e pedagógico (contendo brinquedos e objetos lúdicos confeccionados com material reciclável pelos alunos da APAE Bebedouro).

O FISC também apoiou financeiramente projetos sociais de 48 entidades de 24 municípios, com cerca de 30 mil beneficiários, principalmente crianças, jovens e pessoas com necessidades especiais. E ainda liderou três campanhas (doação de cobertores e cestas de Natal e destinação de parte do Imposto de Renda a pagar para os fundos municipais de apoio à infância e à juventude), beneficiando cerca de 70 mil pessoas.

Fonte: Sicoob Credicitrus

Sicoob Credicitrus reestrutura seu ambiente de TI

April 17th, 2011 No comments

A cooperativa de crédito adquiriu dois Chassis IBM Blade H e dois Storages IBM Storwize

A SICOOB CREDICITRUS, maior cooperativa de crédito do Brasil, localizada em Bebedouro (SP), investiu em um projeto de expansão e atualização da sua arquitetura de TI com a C&C, parceira de negócio da IBM Brasil. Com a estrutura modernizada, alguns benefícios já podem ser percebidos pela cooperativa, como o ganho de tempo, centralização e gestão das informações por meio dos recursos de virtualização. A nova tecnologia instalada permite armazenar informações dentro de diversos equipamentos como se estes fossem um sistema único.

O objetivo da cooperativa de crédito era redesenhar seu parque tecnológico para apoiar o crescimento dos negócios por meio de uma plataforma robusta, que viabilizasse a implementação gradativa de melhorias no ambiente já utilizado e a expansão de funcionalidades. Para atender a essa necessidade, a SICOOB CREDICITRUS adquiriu dois Chassis IBM Blade H e dois Storages IBM Storwize V7000.

A solução é o que existe de mais avançado para o mercado de pequenas e médias empresas, pois combina a redução do custo total de propriedade em até 50% e o aumento da utilização de disco em até 30%. Além disso, reúne funções tais como virtualização da infraestrutura de storage e interface gráfica interativa.

As ferramentas estão divididas em duas localidades. Uma delas, a principal, abriga um blade com dez lâminas conectadas a um Storwize, que virtualiza um storage mais antigo. Já soluções backup, instaladas em outra localidade, hospedam o outro blade, este com nove lâminas ligadas ao segundo Storwize, que suporta mais um storage que já pertencia à cooperativa. “Essa estrutura mostra o avanço tecnológico das soluções para este nicho de mercado. O Storwize traz recursos antes encontrados apenas em sistemas de grande porte por um custo que é pago pela economia feita com os benefícios que ele oferece. Um exemplo disso é que ele permite a virtualização do armazenamento, que só era possível em grandes computadores”, diz a gerente de território da IBM Brasil, Denise Cremonini.

O projeto na SICOOB CREDICITRUS está alinhado à preocupação da IBM em desenvolver tecnologias inteligentes que contribuam para aumentar a eficiência das companhias e, ao mesmo tempo, reduzam custos e desperdícios. Com a iniciativa implementada na cooperativa de crédito é possível contribuir para o meio ambiente ao reduzir a produção de lixo eletrônico, já que a nova arquitetura promove atualizações diretas, além do aproveitamento total dos sistemas de armazenamento já utilizados.

Segundo o gerente de TI da SICOOB CREDICITRUS, Marcelo Martins, as características que impulsionaram a escolha das soluções IBM foram a confiabilidade, a segurança e o alto grau de processamento das ferramentas utilizadas. “Hoje temos na Sicoob Credicitrus um ambiente de TI completo e atualizado. Uma das vantagens da implantação destas novas tecnologias foi permitir a gestão de espaços ociosos, distribuídos em sistemas de armazenamento mais antigos, possibilitando o aproveitamento total de todos estes recursos,” ressalta.

Fonte: IBM e Credicitrus

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Bacen autoriza constituição do Sicoob Central Rio

April 17th, 2011 6 comments

O Sicoob comemora uma importante vitória: o Banco Central aprovou, na última terça-feira (12), o projeto de constituição da Cooperativa Central de Crédito do Estado do Rio de Janeiro – Sicoob Central Rio. O projeto é símbolo da maturidade da organização sistêmica alcançada pelo Sicoob nos últimos anos.

Desde a liquidação da Central das Cooperativas de Crédito Mútuo do Estado do Rio de Janeiro Ltda. – CECRERJ, em setembro de 2005, as cooperativas de crédito fluminenses, em especial as cooperativas do Sicoob, necessitavam de entidade de segundo grau capaz de organizar, em maior escala, os serviços econômicos, assistênciais e de consultoria necessários a continuidade e expansão dos seus negócios.

Pleitear a constituição de uma nova cooperativa central, respeitando os novos aspectos normativos, exigiu esforços conjugados de várias áreas do Sicoob Confederação e da NK Consultoria, além de intensa articulação política entre as cooperativas singulares no estado. Agora o Rio de Janeiro poderá, enfim, celebrar o retorno do Sicoob, dentro dos padrões sistêmicos que cada vez mais permeiam as relações cooperativistas.

Fonte: Sicoob

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Sicoob Central SC apresenta resultados de 2010

April 13th, 2011 No comments

Sicoob Central SC apresenta resultados de 2010 e elege novo Conselho FiscalRepresentantes de 41 das 44 cooperativas que integram o Sicoob SC participaram no dia 31 de março da Assembleia Geral Ordinária que aprovou o Balanço Geral de 2010 e elegeu um novo Conselho Fiscal, com mandato até 2012.

O presidente do Sicoob Central SC, Rui Schneider da Silva, destacou a rentabilidade de 18,6% sobre o Patrimônio Líquido e uma sobra de R$ 86 milhões. Os depósitos totais tiveram aumento de 41,1%, e as operações de crédito, um incremento de 28,2%.

Com a filiação, em 2010, da Cejascred em Jaraguá do Sul e da Ecocredi em Três Coroas/RS, o Sicoob SC reúne atualmente 44 cooperativas de crédito singulares. Essas cooperativas abriram mais 18 agências no ano passado e agora estão presentes em 198 municípios catarinenses, três municípios paranaenses e dois municípios gaúchos.

  • O sistema concluiu o ano com 330.226 associados, um crescimento de 19,9% em relação a 2009.

O presidente do Sicoob SC ressaltou o empenho para cumprir o plano de metas, que busca, cada vez mais, a profissionalização de todo o sistema. Além dos 24 projetos operacionais elaborados em 2009, o Sicoob trabalha hoje com outros 95 projetos e desenvolve tarefas fundamentais para melhorar a qualidade dos serviços prestados. São investimentos em infraestrutura, tecnologia, comunicação e marketing, recursos humanos, gestão e formação de dirigentes e funcionários – entre outras.

“Cada vez mais buscamos uma administração eficiente e transparente, com mais consciência, responsabilidade e profissionalismo, o que tem permitido alcançar resultados expressivos sem perder de vista os princípios de democratizar o acesso ao crédito e contribuir para o desenvolvimento individual e coletivo das comunidades onde o Sicoob atua”, afirmou Rui Schneider da Silva.

Fonte: Sicoob Central SC – Assessoria de Imprensa

Novo site do Sicoob já está no ar: Confira

April 8th, 2011 No comments

Confira o novo site do Sicoob no www.sicoob.com.br

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Sicoob chega no Amapá

April 7th, 2011 1 comment

Criação de cooperativa do Sicoob no Amapá consolida a força do Sistema no país

Impulsionar o crescimento da região, aquecer sua economia e oferecer condições favoráveis aos investidores. Com essa missão, o Sicoob chega ao Amapá, fundando a primeira cooperativa de crédito a atuar no Estado desde 1990.

As negociações para implantação do Sicoob CredEmpresas/AP iniciaram-se há cerca de dois anos. Segundo o presidente da cooperativa, Ladislao Monte, a instituição vai atender, principalmente, às necessidades dos micro e pequenos empresários, que terão mais facilidade de acesso ao crédito. “Eles terão menores taxas e menos burocracia para acesso aos serviços financeiros.”

A cooperativa de crédito é formada por 46 empresários das áreas de comércio de bens, serviços e turismo, além do ramo industrial. “No Amapá, cerca de 80% do Produto Interno Bruto (PIB) é gerado pelo comércio. Com o Sicoob, as empresas terão um suporte para crescerem ainda mais e, junto com elas, todo o Estado”, comenta Ladislao.

Com sede na capital Macapá, a CredEmpresas também vai abranger a cidade de Santana – segundo município mais populoso do Estado. Mas a ideia é que, futuramente, outras cidades possam usufruir dos serviços da entidade. Fundada em dezembro de 2010, a cooperativa de crédito deve iniciar suas atividades em março deste ano. “No século XXI, o Amapá foi o último Estado da Federação a constituir uma cooperativa de crédito. Vemos que o Sistema Sicoob oferece a tão almejada cidadania financeira ao povo amapaense, ajudando a libertá-lo da agiotagem formal e informal”, ressalta o presidente do Sicoob Central Amazônia, Valdecir Palhares.

Fonte: Revista Sicoob

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Dilma Rousseff concede entrevista ao Sicoob e fala do cooperativismo de crédito

April 3rd, 2011 1 comment

Defensora do cooperativismo de crédito – Em entrevista exclusiva à Revista Sicoob, Dilma diz que contará com as cooperativas para a democratização do crédito no Brasil

REVISTA SICOOB – O Governo do Lula entra para a história como um dos melhores para o cooperativismo de crédito. Em seu Governo, o cooperativismo de crédito brasileiro saltou de 1,5 milhão de associados para 4,5 milhões. A senhora pretende dar continuidade a esse trabalho?

Dilma Rousseff: O cooperativismo encontrou no Governo do ex-presidente Lula o estímulo que faltava ao setor. Foram muitas iniciativas atestando isso. Eu quero dizer que, assim como o Lula, acredito no cooperativismo pelo papel que exerce no desenvolvimento dos municípios e das regiões do país. Continuaremos sendo parceiros.

SICOOB: Então, o fortalecimento do cooperativismo de crédito é um dos seus objetivos?

Dilma Rousseff: Pretendo continuar discutindo nossas propostas para o Brasil seguir mudando, entre as quais está a continuidade do fortalecimento do cooperativismo de crédito.´

SICOOB: Há, em seu plano de Governo, políticas de incentivo ao cooperativismo, especialmente o de crédito? 

Dilma Rousseff: Desde 2003, o Governo do presidente Lula adotou um conjunto de medidas para eliminar as restrições à atuação e estimular o crescimento do cooperativismo de crédito no Brasil. Essas ações foram orientadas pela convicção de que as cooperativas de crédito são parte fundamental de um sistema de crédito democrático e voltado ao apoio à produção. Por isso, foram revistos vários normativos do Conselho Monetário Nacional, foi concedido tratamento diferenciado para cooperativas com relação às questões de segurança e, finalmente, após negociações com o segmento e o Banco Central do Brasil, foi aprovada a Lei Complementar 130/2009, que criou um novo e mais adequado marco legal para as cooperativas de crédito. O Governo garantiu, ainda, isenções tributárias para fortalecer as cooperativas de crédito, criou o Procapcred, para capitalização das cooperativas de crédito e o Prodecoop, para o setor agropecuário. A partir dessa base, continuaremos incentivando o cooperativismo de crédito ainda mais.

SICOOB: Vários municípios e alguns Estados já instituíram a disciplina do cooperativismo nas grades curriculares de algumas escolas, o que vem ajudando a desenvolver a consciência de cidadania e coletividade nas crianças. Há possibilidade de isso acontecer com todas as escolas do Brasil?

Dilma Rousseff: O cooperativismo é um movimento pautado por participação democrática, solidariedade, independência e autonomia, valores fundamentais em uma sociedade que quer continuar avançando em direção ao desenvolvimento com inclusão social. O interesse da sociedade pelo cooperativismo tem crescido, e é natural que o sistema educacional também dê, progressivamente, maior relevância à cultura cooperativista. Por isso, acredito que a instituição de disciplina do cooperativismo nas escolas pode contribuir para o desenvolvimento da consciência de cidadania, da coletividade e da solidariedade entre crianças e jovens e que esse processo poderá ser discutido com as redes de ensino.

"Darei continuidade e reforçarei as políticas de fortalecimento do cooperativismo adotadas pelo Governo do presidente Lula, em especial aquelas voltadas ao cooperativismo de crédito”.

SICOOB: Em países da Europa, o cooperativismo de crédito alcança mais de 30% da população. O Sicoob é o maior sistema de cooperativismo de crédito do país. Junto com os demais sistemas, detém cerca de 2% do Sistema Financeiro Nacional. O que o Governo pode fazer para estimular o crescimento desse setor?

Dilma Rousseff: Darei continuidade e reforçarei as políticas de fortalecimento do cooperativismo já adotadas, em especial aquelas voltadas ao cooperativismo de crédito. As cooperativas de crédito são atores essenciais no processo de desenvolvimento econômico do país, fundamentais para a democratização do crédito. Fortalecer o cooperativismo e estimular seu crescimento é uma exigência para um desenvolvimento com justiça social e mobilidade.

SICOOB: Uma das maiores frentes parlamentares é a do cooperativismo (Frencoop). Como será o seu diálogo com a Frencoop e as entidades que representam o cooperativismo?

Dilma Rousseff: Mostramos, durante o Governo do Lula, a diferença que faz ter um Governo disposto ao diálogo, com capacidade para reunir diferentes setores, seja numa esfera geral, como o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, seja em grupos de trabalho, câmaras setoriais, conferências nacionais. Esse é um legado fundamental que será preservado em meu Governo.

SICOOB: Que mensagem a senhora gostaria de deixar para o Sicoob e todos os demais sistemas de cooperativas de crédito do país?

Dilma Rousseff: Com o Governo do Lula, assentamos uma boa base, capaz de criar os alicerces para uma cultura cooperativista em todo o país. Coube-me a honra de representar a continuidade dessas grandes mudanças, iniciadas pelo Lula. Ao Sicoob e seus mais de dois milhões de associados em todo o país, digo, com orgulho: se o primeiro operário presidente do Brasil foi o presidente que mais apoiou o cooperativismo, a primeira mulher na Presidência da República dará continuidade a esse trabalho.

Fonte: Revista Sicoob – edição de Março/2011