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Se você ainda não respondeu a pesquisa contribua agora mesmo

April 17th, 2011 No comments

Até.o momento 130 pessoas responderam à pesquisa disponível no link abaixo.

O resultado parcial demonstra que 59% dos respondentes acessam o site diariamente, 45% são ligados ao Sicredi, 19% ao Sicoob e 10% à Unicred. 61% são colaboradores, 12% dirigentes e 11% são associados.

 

Será este o retrato fiel dos leitores do site?

Com o objetivo de conhecer um pouco de seus hábitos em relação à este site destine 1 minuto para responder a 4 rápidas perguntas.

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Participe de uma rápida pesquisa para conhecer melhor seus hábitos em relação à este site

April 13th, 2011 No comments

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Excesso de Reuniões: reflita antes de agendá-las

February 27th, 2011 No comments

Matéria da Revista Amanhã

Antes de marcar um encontro com outros profissionais que trabalham com você, pondere sobre a real necessidade dessa formalidade

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Durante minha rotina de trabalho, sempre me deparo com muitas reuniões ao longo da semana. Umas muito importantes, outras nem tanto. Alguns desses momentos são fundamentais para alinhar questões pendentes na empresa. São ocasiões onde decisões são tomadas, ações são criadas e outra infinidade de coisas realmente importantes são solucionadas. A minha preocupação é: reuniões muitas vezes são vistas como perda de tempo, até porque frequentemente são mal conduzidas.

reuniao350Acredito que existam três tipos básicos de reunião:

  1. As INFORMATIVAS, onde comunicados são feitos, mudanças explanadas e crises amenizadas.
  2. As CONSULTIVAS, quando se pede conselhos, ideias e/ou apoio para alguma coisa.
  3. E, as que considero mais importantes, reuniões DECISÓRIAS

Todas são importantes, desde que bem aproveitadas.

Infelizmente, muitos profissionais utilizam o pretexto desses encontros para procrastinar algumas tarefas que consideram chatas ou, até mesmo, que encontram dificuldade em cumprir. Vários são os benefícios de uma reunião. São nelas que surgem as boas ideias que vemos diariamente no mundo corporativo. Aliás, não dá para imaginar grandes feitos, como fusões, compras, campanhas e lançamentos, sem uma infinidade de encontros entre as pessoas envolvidas no assunto.

Mas, para que você não se torne um daqueles profissionais que vivem enfurnados em salas com grandes mesas, reunidos com profissionais, clientes e/ou fornecedores, é fundamental entender que até as reuniões precisam ser planejadas. Assim, o tempo é utilizado de forma mais assertiva. Caso contrário, esses encontros serão sempre contraproducentes. Ora, cada hora trabalhada por um funcionário é dinheiro investido nele. Se um funcionário, por sua vez, perde seu tempo reunindo-se com colegas de forma ineficaz, para resolver assuntos irrelevantes, isso se torna um monte de frações de salários jogados no lixo. Sem contar na indisponibilidade. Há coisa mais chata que um profissional inacessível por estar sempre em reuniões? Por isso, sugiro alguns cuidados ao tomar algumas horas de seu colega de trabalho:

IMPORTÂNCIA:

  • Antes de marcar um encontro com outros profissionais que trabalham com você, pondere sobre a real necessidade dessa formalidade. Algumas pessoas gostam de marcar reunião para tudo. Porém, muitos assuntos podem, e devem, ser tratados de forma mais rápida. Por exemplo, a simples ação de ir à mesa de um colega e decidir ali, em pé mesmo, algum assunto, já resolve o que, em uma reunião, tomaria horas dos dois.

PAUTA

  • Defina pauta para as reuniões. Não há porque agendar um horário simplesmente para “definir ações”. É fundamental que todos os participantes da reunião saibam quais ações são essas antes de se encontrarem, para que eles pensem sobre o assunto, façam os levantamentos necessários e não sejam pegos de surpresa com nenhum assunto desconhecido.

PONTUALIDADE

  • Seja pontual e exija que todos os envolvidos sejam também. Aliás, cabe aqui o lembrete: convide para a reunião somente as pessoas realmente necessárias para aquele assunto. Não há porque envolver pessoas que nada tem a ver com um determinado tema. Além de ocupar o tempo do indivíduo desnecessariamente, ele, certamente, não contribuirá em nada, correndo o risco de atrapalhar as pessoas que são realmente fundamentais ali. Mas, voltando à pontualidade, quando um dos participantes se atrasar, não volte às coisas que já foram conversadas. Apenas peça que ele se inteire sobre o assunto posteriormente.

TOME NOTA

  • Anote tudo que for dito. Nem mesmo quem tem boa memória consegue lembrar de tudo que é falado em uma reunião. Anotações são importantes para auxiliá-lo futuramente no cumprimento das tarefas que ali foram tratadas, ou que venham a surgir em outros momentos.

Fonte: Revista Amanhã

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Ricardo Coelho: Talão de Cheque – Complacente ou Defensável

February 4th, 2011 No comments

O Consultor para Cooperativas de Crédito Ricardo Coelho, em recente texto fala do uso e da concessão de talonário de cheques por parte de associados de cooperativas de crédito. A reflexão leva em conta a análise da legislação em vigor, o risco de imagem da instituição, os custos envolvidos na utilização do talão de cheques e a amplitude do contrato de abertura de conta.

Leia abaixo um pequeno resumo do texto e veja no link o texto completo.

“O tema – talão de cheque – é um tabu no cooperativismo de crédito e as interpretações dos normativos tendem a ser as mais previsíveis possíveis e não são digeridas com a parcimônia e brasilidade que se vêem nos bancos de varejo massificado, inclusive os públicos.

Será que o Bradesco, Santander, Caixa, BB etc dão talão de cheque a todos os seus novos clientes, inclusive aos egressos da classe “D”, que não adquiriram, em sua maioria, a devida cultura sobre esta modalidade de pagamento? A resposta correta é depende. E assim deveria ser também nas Cooperativas de Crédito. Neste artigo iremos contextualizar pontos relevantes para que sua Singular possa criar sua própria política e quem sabe seguir as melhores práticas corriqueiras dos concorrentes, as quais se alicerçam na interpretação daquilo que é defensável dos normativos.

A Legislação dos Bancos e as prerrogativas do Cooperativismo de Crédito

A Resolução 3.518 determina à instituição financeira fornecer gratuitamente: “dez folhas de cheques por mês, desde que o correntista reúna os requisitos necessários à utilização de cheques, de acordo com a regulamentação em vigor e as condições pactuadas”.  Ou seja, abre-se um grande precedente, pois se sinaliza que também serão observadas as condições estabelecidas na ficha-proposta relativa à abertura da conta de depósitos à vista. A legislação, no entanto, dá à instituição o direito de não fornecer novos cheques ao correntista que tiver mais de 19 folhas não liquidadas ou que não tiver liquidadas 50% das folhas a ele fornecidas nos últimos três meses.

Ocorre que nossos clientes não são apenas correntistas. Eles têm a condição de “donos” e, para tanto, participam de uma sociedade que tem regras claras de conduta. Assim, além da ficha de abertura de conta, podemos facilmente determinar em nossos regulamentos internos que a concessão, manutenção e suspensão de talão dependerão da análise da área interna competente.

Risco de Imagem

Observa-se na prática que os bancos de varejo dão à totalidade de sua base o cartão de débito, cujo custo é pífio e o risco de imagem e de crédito é ZERO. Já conceder um talão de cheques precede de uma rigorosa análise quanto ao risco de imagem da instituição, pois este cliente pode, caso os emita sem fundos, no mínimo, colocar 20 folhas de propaganda negativa difamando a instituição. Lembremos que imagem é tudo em nosso modelo de negócio.

Claro que temos risco de crédito, mas este só se concretiza ao pagarmos cheque a descoberto, quando o “mico” do credor do cliente passa a ser nosso. Se optarmos por pagar um cheque sem fundos, que o façamos com astúcia, para que o foco seja evitar riscos de imagem à nossa instituição em nossa praça e não obter renda com as tarifas “burras” de adiantamento a depositantes e os juros “burros” decorrentes deste excesso. Se desejar veja no site o artigo: “Adiantamento a Depositante – Aprenda domá-lo”.

Entregar um talão de cheque requer sim uma análise de risco de crédito. Portanto, o cooperativismo de crédito deveria seguir os ensinamentos dos grandes bancos, que se vêem protegidos pela amplitude da lei e pela sensatez e coerência com que fazem suas defesas junto às instituições fiscalizadoras.”

Leia o conteúdo completo no link.

Por Ricardo Coelho

A importância do líder para o bom relacionamento entre empresa e equipe

January 20th, 2011 1 comment

Mais do que uma posição na hierarquia da empresa, o exercício da liderança é uma questão de postura

Algumas características são essenciais para quem assume a árdua tarefa de ser líder. Relacionamento interpessoal, saber ouvir e administrar conflitos, praticar elogios, resolver problemas, tomar decisões, mostrar confiança e credibilidade são algumas delas.

Nas relações de trabalho, mais do que um guia para os colaboradores, quem assume esta postura gera o comprometimento de todos para alcançar as metas da empresa. “O mercado precisa de líderes que garantam uma flexibilidade necessária diante das mudanças, que sejam inovadores, engajem sua equipe e tenham credibilidade com visão de futuro“, explica Crismeri Delfino Corrêa, vice-presidente de Gestão e Inovação da ABRH-RS.

Esta habilidade pode ser treinada, mas depende da vontade de cada profissional. Sabe-se que o líder pode ser construído, treinado, capacitado, e para isto, precisa colocar todos os seus esforços nas competências de liderança que possui.

O verdadeiro líder se desenvolve quando aprende a ensinar e delegar tarefas de forma eficaz, mas isso não deve ser confundido com rigidez. “Antigamente entendia-se que os líderes eram aqueles que tinham mais força física. Entretanto, hoje em dia, ninguém consegue ser rígido com um público que sabe o que quer e não admite mais submissão”, completa Crismeri.

Fonte: Administradores.com.br

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Cooperativa de Crédito – Sua melhor decisão

September 28th, 2010 No comments

Ricardo Coelho é Consultor para Cooperativas de Crédito

No Brasil, a história do Cooperativismo de Crédito tem mais de 100 anos e já beneficia mais de 4 milhões de associados em nossas 1.400 Cooperativas de Crédito. É uma forte solução adotada em vários países, já atendendo 2/3 dos canadenses e representando 73% da rede de agências “bancárias” francesas. Este artigo apresenta as características deste modelo de negócio e as ótimas vantagens para você e sua comunidade.

A Cooperativa de Crédito é uma ótima solução diante do atendimento e custos ofertados pelos bancos. Na verdade ela se porta como um grande “banco” regional que atende clientes que vivem na sua área de ação, os quais, ao se associarem se tornam donos da Instituição. Nela desfrutam de:

  • competitivas taxas de juros;
  • IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) 9 vezes menor que no banco;
  • tarifas de serviços bem menores que as praticadas no mercado;
  • remunerações atrativas nas aplicações financeiras, inclusive para pequenos e médios valores e ótimas soluções de seguros.
  • Além de um ótimo atendimento e de uma consultoria financeira simples e realista.
  • Verá que no cooperativismo de crédito terá fácil acesso aos diretores e conselheiros, algo impensável em seu banco.

E o mais importante: ao se associar, você participará de um grande projeto sócio-econômico regional, onde, como sócio, terá direito a voto na assembléia geral realizada anualmente, ajudando a definir os rumos da Cooperativa. Pois ela foi criada para apoiar principalmente os projetos pessoais e empresarias dos seus sócios. A Cooperativa de Crédito difere dos bancos, pois os recursos que capta são repassados na própria região através de financiamentos e créditos. Isto fomenta o comércio e a elevação do nível de emprego local, desenvolvendo fortemente a região.

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É importante frisar que as Cooperativas de Crédito são instituições financeiras supervisionadas pelo Banco Central o qual exige: fortes pilares para sua operacionalização, rígidos controles, auditorias independentes e transparência na gestão. Ele ainda orienta que a gestão deva ser feita por executivos quem vivem e conhecem muito bem a realidade regional, para que assim a Instituição tenha total clareza nos esforços para o desenvolvimento da área de ação da Cooperativa de Crédito.

O lucro líquido de uma Cooperativa de Crédito é chamado de Sobras. Na assembléia geral anual, realizada no início do ano, você e os demais associados decidem o destino deste recurso através de voto igualitário. A distribuição destas Sobras entre os sócios é feita com base no volume de negócios realizados, após a assembléia definir a parcela que ficará retida para projetos de fortalecimento da Instituição e para as reservas técnicas definidas pelo Banco Central. É importante reforçar que o “lucro” da Cooperativa de Crédito fica na região onde ela atua, já que uma boa parcela das Sobras é distribuída entre os sócios. Um enorme diferencial se comparado com os bancos, os quais não devolvem seus lucros aos seus correntistas, e os enviam para regiões ou países distantes.

Portanto, para que possa usufruir de todos os benefícios da sua Cooperativa de Crédito você deve se portar como um verdadeiro dono desta Instituição, concentrando nela suas transações financeiras e participando para ganhar sempre. Como parceiro neste projeto você deve permitir que os funcionários que lhe atendem conheçam a plenitude de suas demandas de serviços e produtos financeiros. Isto permite que, ao concentrar, obtenha reais ganhos financeiros e um atendimento de altíssima qualidade. Assim, construirá uma relação comercial de confiança mútua e se sentirá confortável em divulgar na sua sociedade os benefícios, a qualidade e a solidez da sua Cooperativa de Crédito.

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Faça como milhões de brasileiros. Conheça ainda mais sobre esta excelente, racional e social solução para suas demandas de serviços e produtos financeiros e obtenha ainda mais sucesso. Associe-se amanhã mesmo a uma Cooperativa de Crédito de sua cidade.

Ricardo Coelho – Consultor do Cooperativismo de Crédito
Visite www.ricardocoelhoconsult.com.br