A vida dura do missionário Theodor Amstad
As paróquias que, em 1885, estavam sob a administração da paróquia de São Sebastião do Caí eram as de São Salvador (hoje, Tupandi), Bom Princípio, Santo Inácio da Feliz, Caxias do Sul e Cima da Serra (atual São Francisco de Paula). Isto na margem direita do rio Caí. Na margem esquerda, havia outras cinco paróquias: Sant’Ana do Rio dos Sinos, São José do Hortêncio, Bom Jardim (atual Ivoti), Dois Irmãos e Mundo Novo (atual Taquara).
E grande parte deste extenso território cabia ao padre Teodor Amstad percorrer, em lombo de mula, enfrentando caminhos dificeis e perigosos. Amstad tinha 34 anos quando chegou ao Caí, em dezembro de 1885 e permaneceu ali até janeiro de 1908. 23 anos a fio.
O padre Theodor Amstad era suíço e viveu no Brasil por 53 anos. Nasceu em 9 de novembro de 1851, na cidade de Beckenried, junto ao Lago dos Quatro Cantões. Ordenou-se padre jesuíta na Inglaterra, em 1883. Depois de breve permanência em Porto Alegre, onde dedicou-se com afinco ao estudo do idioma português, foi encaminhado depois a São Leopoldo. Jovem ainda, Amstad era destinado, pelos padres mais idosos, para o atendimento às capelas do interior e, especialmente, à assistência a pessoas doentes, que precisavam ser visitadas em casa.
Em 1885, recentemente chegado da Europa, o padre Theodor Amstad assumiu o posto de padre coadjutor do vigário Carlos Teschauer. Coadjutor quer dizer ajudante e, neste caso, queria dizer que enquanto o vigário cuidava das almas na sede da paróquia de São Sebastião do Caí e alguns arredores, cabia ao seu ajudante percorrer as localidades interioranas que pertenciam à área administrada pela paróquia de São Sebastião. Como o domínio que Amstad tinha, então, do idioma português não era dos melhores, cabia a ele, principalmente, trabalhar com as colônias alemãs.
A área a ser abrangida por Theodor Amstad era tão grande que não parecia uma paróquia, mas sim uma diocese. Tanto que o bispo Dom Cláudio José Ponce de Leão, o superior da igreja na então província do Rio Grande do Sul, apelidou Amstad de Bispo de Nova Petrópolis.
Memórias do Padre Amstad
O Padre Amstad era homem culto e como todo jesuíta tinha o hábito de escrever. Entre seus muitos escritos está a Memória Autobiográfica, que a Editora Amstad, de Nova Petrópolis, publicou em 2002. O padre Amstad escreveu suas memórias em alemão, mas tivemos a tradução da sua obra foi feita pelo padre Arthur Rabuske.
Contam as memórias:
Certa vez o padre percorria uma picada, rumo à Linha Italiana, quando anoiteceu. O caminho estreito, no meio do mato era em declive acentuado, em direção ao rio. Podia se ouvir o murmúrio forte da corrente feroz. Não havia opção: ele tinha de arriscar a travessia, do contrário teria de voltar ou pernoitar no mato.
Conta o padre, nas suas memórias:
“Puxei do meu terço e recomendei ao Anjo da Guarda, pedindo que ele guiasse a minha mula e que ela não desse qualquer passo em falso.”
Como nos cultos dos luteranos os fiéis não se ajoelham, havia uma anedota na época. Diziam os luteranos que numa situação de grande dificuldade na travessia do rio, um padre esclamou:
- Salve-me, Nossa Senhora!
Foi a sua perdição, pois ouvindo isto, a sua mula ajoelhou-se e o padre caiu na corrente, sendo tragado pelas águas revoltas.
Ainda no inicio da sua atuação no Caí, o padre Amstad teve, certa vez, teve de atravessar o rio, cujas águas estavam revoltosos devido a uma enxurrada recentemente ocorrida. A travessia foi bem sucedida. Mas um comerciante que assistiu o feito, disse ao padre – tempos depois – que nem que lhe pagassem dez mil réis ele se arriscaria a fazer a travessia naquelas condições.
Noutra ocasião, Amstad percorria uma estreita picada no interior da paróquia de Nova Petrópolis. Estava escurecendo e começou a chover. A visibilidade tornou-se mínima. “De repente, senti-me puxado para trás, pos sobre a cavalgadura, até que tombasse no chão. Parecia que isso tivesse acontecido por um força invisível. De fato, porém, (um galho?) havia se enredado na manga da minha batina, furando-a. Minha alimária, nada preguiçosa naquele instante, continuou sem cavaleiro a sua marcha e eu tive de arrastar-me para frente, por bem 10 minutos, varando o caminho lodoso, até alcançar o portão do potreiro de quem me ia hospedar.”
Padre Theodor Amstad, um grande cavaleiro
O padre Theodor Amastad foi um cavaleiro. Estabelecido na paróquia de São Sebastião do Caí ele percorria quase toda a região colonial do Vale do Caí (de Pareci Novo até Nova Petrópolis) dando assistência às pequenas comunidades que não contavam com um padre residente. Tarefa semelhante era exercida pelo pastor Heinrich Hunsche, que se estabeleceu em Linha Nova mas dava assistência aos evangélicos de várias outras localidades da região. Na época havia um grande antagonismo entre as comunidades católicas e as protestantes, mas o padre Amstad e o pastor Hunsche mantinham um bom relacionamento entre si.
Sobre eles contava-se uma anedota que reflete principalmente a discórdia então existente entre os fiéis das duas religiões. Mas ela também retrata as grandes dificuldades enfrentadas pelos viajantes da época. Diz-se que o Padre Amstad apareceu certo dia em Linha Nova. Ele estava a pé e carregava os arreios nos ombros. Ao encontrá-lo nesta situação, o pastor Hunsche perguntou:
“Que é isto, colega Amstad?”
Ao que o sacerdote respondeu.
“Pois é, colega Hunsche. O meu burro caiu morto.”
Entre as diferenças existentes entre as duas religiões havia a prática da extrema-unção, que era feita apenas pelos católicos e que os evangélicos reprovavam. Por isto, o pastor aproveitou para fazer uma brincadeira com o colega católico e lhe disse:
“Suponho que lhe tenha dado a extrema-unção.”
o que o Padre Amstad, com grande presença de espírito, respondeu:
“Não, colega Hunsche, o meu burro era protestante.”
5.000Km por ano no lombo de burro
Padre Theodor Amstad era bom de cálculos. Conforme os seus registros, no período de 12 anos em que atuou na paróquia de São Sebastião do Caí, como padre coadjutor, ele percorria 5.000 quilômetros por ano nas suas viagens pelo interior, visitando famílias, dando assistência a doentes, ensinando crianças para a comunhão, rezando missas….Toda esta quilomentragem ele fazia andando em lombo de burro. A velocidade média desenvolvida pela sua “viatura” era de 7 quilômetros por hora, nos caminhos ruins e escarpados que haviam naquela época. Num ano ele passava, portanto, mais do que 700 horas (quae um mês) sobre a sela do seu burro.
A importância dada aos Padres
Mas quando um colono ficava gravemente enfermo, correndo risco de morrer, era necessário avisar o padre, para que ele viesse lhe ministrar o sacramento de extrema unção. A benção dada pelo padre a uma pessoa que está “a ponto de morrer”. Por isso Amstad, em cada localidade que passava, deixava uma cópia do seu roteiro de viagem. Para que os familiares de algum enfermo grave o pudessem encontrar, no caso da necessidade extrema.
Fonte: historiasvaledocai.blogspot.com
Associação Theodor Amstad – 1º Centenário (1912 – 2012)
A Associação Theodor Amstad, constituída em 26 de Fevereiro de 1912 está prestes a comemorar 100 anos de atividades. Para entender os motivos da criação desta associação, também conhecida como Volksverein é importante conhecer um pouco da história do Rio Grande do Sul.
A imigração alemã no Rio Grande do Sul
A história da imigração alemã no Rio Grande do Sul inicia-se em 25 de Julho de 1824, quando 39 imigrantes chegaram em São Leopoldo. Após esta data uma grande quantidade de imigrantes chegaram ao Brasil, tendo como causas deste processo os freqüentes problemas sociais que ocorriam na Europa (Revolução Industrial) e a fartura de terras no Brasil.
A tabela abaixo demonstra que de 1824 a 1899 o Rio Grande do Sul recebeu 78 mil imigrantes alemães.
A ocupação das terras
Os alemães inicialmente ocuparam o Vale do Rio do Sinos, sendo que durante a Revolução Farroupilha (de 1835 a 1845) alguns se deslocaram para Santa Maria, buscando se afastar dos combates. Durante o período da Revolução Farroupilha a imigração foi interrompida.
Depois de terminada a Revolução, os colonos se espalharam fundando colônias nos Vales dos Rios Taquari, Pardo e Pardinho, fundando Santa Cruz do Sul, a Colônia Santo Ângelo e a Colônia de Santa Maria do Mundo Novo. Às margens da Lagoa dos Patos fundaram São Lourenço do Sul.
Com a Proclamação da República no Brasil (1889), as terras devolutas passaram para os estados, assim como a responsabilidade pela colonização. No Rio Grande do Sul, o governo positivista defendeu a imigração espontânea e a colonização particular. Rapidamente, o planalto gaúcho foi transformada em zona colonial, com a instalação das colônias novas de iniciativa pública e privada, atraídas pelas possibilidades de exploração do comércio de terras e pela obtenção de lucros fáceis.
Foi neste cenário que surgiram o Bauerverein (1899) e o Volksverein (1912), ambos preocupados com as condições de vida dos imigrantes alemães que por muitas vezes ficavam à própria sorte após sua chegada da Europa.
O Volksverein (atual Associação Theodor Amstad) e seus objetivos

No dia 26 de fevereiro de 1912, em grande concentração popular pelo “Katholikentag” realizado em Venâncio Aires/RS, fundou-se a Sociedade União Popular do Rio Grande do Sul, o popular “Volksverein”. Seu idealizador e maior propugnador foi, sem dúvida, o jesuíta suíço radicado no Brasil desde 1885, Padre Theodor Amstad.
O seu principal objetivo era congregar os descendentes de imigrantes alemães, incentivando-os para uma vida comunitária intensa e ativa sob os parâmetros da solidariedade cristã, que conduzisse a um desenvolvimento equilibrado e sadio das suas comunidades nos aspectos religioso, social, político e econômico.
Na época, as regiões coloniais mais antigas já apresentavam excedentes populacionais, constituindo uma geração de jovens agricultores sem terra. Estes jovens eram atraídos para as cidades em expansão sem estarem preparados para adaptar-se ao meio urbano; e, sem perspectivas, entravam em perigo de proletarizar-se e perder os rumos social, religioso e ético de suas vidas.
O papel da Igreja
A solução óbvia e imediata do problema era a abertura de novas fronteiras agrícolas no Brasil, para o que sobravam terras férteis e devolutas, mas faltavam iniciativas e recursos governamentais.
Então as Igrejas, conscientes da sua responsabilidade pelos membros de suas comunidades rurais, assumiram a tarefa de realizar uma verdadeira “Reforma Agrária”. Uma primeira tentativa conjunta, num arroubo ecumênico (interconfessional) para o qual o tempo ainda não estava maduro, levou à fundação do Bauernverein (Associação de Agricultores), constituído em 1899 e que funcionou por aproximadamente 10 anos. Esta tentativa não conseguiu empolgar as comunidades devido aos preconceitos então dominantes. Mas as Igrejas não desistiram do intento, e partiram para a ação independente.
O Volksverein e a colonização do Rio Grande do Sul
Foi assim que nasceu o “Volksverein” (Sociedade União Popular para os Alemães Católicos do Rio Grande do Sul), que logo partiu para a mobilização das comunidades e a concretização de metas voltadas para a valorização de seus membros.
O Volksverein buscou formas autônomas de desenvolvimento, que representariam a conquista da liberdade e da cidadania dos teuto-brasileiros e a legitimidade social da Igreja, incrementando e fomentando a educação, a difusão cultural, a assistência social, o cooperativismo de crédito e organizando novas colônias.
As mais relevantes de suas realizações foram a instalação de grandes colonizações: Serro Azul (hoje Cerro Largo), Santo Cristo, e, já fora dos limites do Rio Grande do Sul, Porto Novo.
Milhares de jovens agricultores foram assentados ali com suas famílias. Nada recebiam gratuitamente, mas adquiriam seus lotes em condições amplamente favoráveis e eram assistidos em suas necessidades sociais, culturais e espirituais.
Entretanto, outras medidas foram aos poucos sendo tomadas: de assistência médica através do Hospital Sagrada Família, em São Sebastião do Caí; de atendimento a idosos através de um lar adequado; de atendimento a crianças através da formação de professores no Seminário Católico de Professores em Novo Hamburgo. Ressalte-se aqui: os professores formados eram capacitados e estimulados a agir nas comunidades rurais isoladas, não só como educadores nas escolas, mas como agentes culturais na direção de corais e organização de eventos, e econômicos na orientação às cooperativas que se constituíam (especialmente as “caixas rurais” do sistema Raiffeisen, de tão grande importância para o desenvolvimento rural). Eram ainda líderes religiosos oficiando cultos dominicais naquelas comunidades que só com grandes intervalos de tempo recebiam a visita de padres para a celebração da missa.
Omnibus Omnia – Tudo para Todos
Esta amplitude e profundidade da ação do “Volksverein” se tornou possível devido à adequação de sua ação aos objetivos e necessidades da época, à sua intensa divulgação na sociedade teuto-brasileira, e à mobilização solidária de todas as categorias sociais da mesma. Porque era consenso, então, que o cerne do elemento teuto-brasileiro estava na colônia e o colono era o seu representante mais autêntico. O apoio a esta classe, portanto, constituía um apelo a todos os descendentes dos imigrantes e mesmo de simpatizantes em outras denominações eclesiásticas e etnias.
As módicas contribuições dos membros se multiplicavam e instrumentalizavam a concretização dos objetivos comuns. Assim, o lema latino do “Volksverein”: OMNIBUS OMNIA – Tudo para Todos – se entranhou naturalmente nas consciências individuais e constituiu uma mentalidade solidária que se tornou (e transformou a entidade) num fator preponderante no desenvolvimento da “colônia”, do Rio Grande do Sul e de todo o Sul do Brasil.
As Cooperativas de Crédito e Agropecuárias

Cooperativas de Crédito criadas pelo Volksverein - as identificadas em vermelho continuam em funcionamento até hoje
As Uniões Coloniais remanescentes do Bauerverein constituíram, em 1929, a Liga das Uniões Coloniais, que, sob marcante liderança evangélico-luterana, manteve-se próxima do Estado e exerceu papel vital na organização sindical e no desenvolvimento do cooperativismo de produção.
Até a edição do Decreto Federal Nº 581/1938, que definiu nova estrutura para o cooperativismo, vinculando-o ao controle dos órgãos públicos federais, haviam sido constituídas em torno de 35 cooperativas de crédito, organizadas pelo Volksverein, e 289 de produção, fomentadas pela Liga. O associativismo promovido pelos teuto-brasileiros marcou o cenário sociocultural e econômico do sul do Brasil.
As Cooperativas de Crédito assumiram importante papel durante a colonização do Rio Grande do Sul. Um exemplo prático, dentre muitos, é a colonização de Itapiranga em Santa Catarina. Na ocasião, a Cooperativa de Crédito de Santa Cruz do Sul adquiriu os 100 primeiros lotes, viabilizando a criação da colônia. As cooperativas de crédito foram portanto uma importante ferramenta para viabilizar a vida dos imigrantes nas novas colônias que foram criadas.
A repressão à língua alemã e a Revista Sankt Paulusblatt

Sabe-se hoje que este desenvolvimento sofreu uma ruptura violenta pela famigerada “nacionalização” preconizada pelo regime Vargas nos anos 30. A proibição do uso da língua materna, o fechamento das entidades sociais, culturais e mesmo das escolas comunitárias, arrasou a vida e o espírito comunitário e a disposição para a solidariedade fraterna de toda uma população.
Já antes da segunda guerra mundial, mas principalmente durante e nos primeiros anos após a mesma, a “colônia” foi sendo transformada, de uma sociedade estuante de vitalidade, num ajuntamento de indivíduos reprimidos, oprimidos e deprimidos. E, envolvido neste quadro desolador, o “Volksverein” ficou sem um quadro social efetivo, sem recursos e sem objetivos ou possibilidade de realizá-los. Restou-lhe, como monumento à sua antiga pujança, a publicação da revista “Sankt Paulusblatt”, única revista em língua alemã publicada hoje no Brasil.
Fonte: BrasilAlemanha.com.br, Wikipedia

Monumento em homenagem ao Padre Theodor Amstad - Registro da inauguração no ano de 1942, em Linha Imperial, distrito de Nova Petrópolis
Márcio Port é eleito presidente da Sicredi Pioneira RS
15/03/2011 – Assembleia de Delegados confirmou a aprovação de todos os itens da Ordem do Dia, ocorrida nesta segunda-feira
A partir desta segunda-feira, dia 14, uma nova e histórica fase começou para a Sicredi Pioneira RS. Através da 1ª Assembleia Geral Ordinária de Delegados, ocorrida no Centro de Eventos de Nova Petrópolis, foram eleitos Márcio Port como novo presidente da Sicredi Pioneira RS, Mário José Konzen como vice e também dez conselheiros titulares e dez suplentes, compondo o Conselho de Administração da cooperativa, gestão 2011-2015. A aprovação da chapa pelos associados foi unânime.
A Assembleia reuniu, de forma inédita, 139 coordenadores dos núcleos, escolhidos nas 26 Assembleias de Núcleos para representar os 62.626 associados. Compuseram a mesa oficial da Assembleia: Gerson Seefeld, vice-presidente da Central Sicredi Sul; Mário José Konzen e Werno Blásio Neumann, presidente e vice da Sicredi Pioneira RS; José Mário Hansen, conselheiro de administração; Reni Luiz Stahl, coordenador do Conselho Fiscal; Solon Stapassola Stahl, superintendente, e Eduardo Spier, gerente administrativo-financeiro.
Além do novo conselho de administração, foram aprovadas as seguintes pautas: a destinação das sobras, honorários da diretoria, cédulas de presença do conselho e a prestação de contas do ano de 2010, compreendendo o relatório da gestão, balanço, demonstrativo de sobras, parecer do Conselho Fiscal e parecer da auditoria.
Durante a Assembléia ocorreu também a homenagem ao Sr. Werno Blásio Neumann, atual Vice-Presidente da Sicredi Pioneira RS, e que dedicou os últimos 53 anos ao cooperativismo de crédito.
A nova diretoria da Sicredi Pioneira RS tomará posse após a homologação do Banco Central do Brasil, que deverá ocorrer entre abril e maio.
METAS DO CONSELHO
A primeira meta prevista pelo conselho será colocar em prática a política de governança de acordo com a nova resolução do Banco Central do Brasil, que é separar bem as funções da superintendência e do presidente, além de colocar no papel todas as políticas da cooperativa e seus respectivos porquês. A nova diretoria também formará comitês não-operacionais, compostos pelos conselheiros efetivos e suplentas, que estudarão assuntos relativos à estratégia, educação cooperativa, gestão de pessoas, governança e riscos; para que ocorra maior envolvimento do conselho na estratégia da cooperativa.
Para o presidente Márcio Port, “com trabalho em equipe, união de esforços e baseado nos princípios do cooperativismo, o Conselho de Administração está preparado para, junto com as associados, buscar o crescimento da cooperativa e dos próprios associados”.
Confira os novos nomes que compõem a diretoria junto a Márcio Port e Mário José Konzen:
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO TITULAR
Alceu Dalle Mole (Caxias do Sul)
Evandro Carlos Knob (Santa Maria do Herval)
Gilberto Luis Muller (Estância Velha)
João Carlos Federhen (Picada Café)
Jorge Germano Schaefer (Nova Petrópolis)
Jorge Maldaner (Gramado)
José Mário Hansen (Nova Petrópolis)
Sirlei Bertollo (Caxias do Sul)
Vera Regina Schmitz (São Leopoldo)
Vitor Affonso Grings (Nova Petrópolis)
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO SUPLENTE
Alcides Perini (Caxias do Sul)
Cátia Muller (Vale Real)
Elton Roberto Weber (Nova Petrópolis)
Evandro Kunz (Presidente Lucena)
Heloiza Helena Lopes (Feliz)
Maicon Motter (Alto Feliz)
Moacir Bueno da Silva (Caxias do Sul)
Olavo Augusto Kipper (Novo Hamburgo)
Patrícia Spohr (Ivoti)
Werno Blásio Neumann (Nova Petrópolis)
Fonte: Sicredi Pioneira RS
Solon Stahl assume a Superintendência da Sicredi Pioneira RS
Com a eleição de Márcio Port, ex-superintendente da Sicredi Pioneira RS, à Presidência da Sicredi Pioneira RS, o Conselho de Administração da cooperativa nomeou para a função o colaborador Solon Stapassola Stahl, de 40 anos. O novo superintendente, que trabalha há 11 anos na cooperativa e cuidará da gestão executiva da Pioneira.
Solon é graduado em Administração de Empresas pela Feevale, pós-graduado em Gestão de Cooperativas pela Univates e está cursando MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Antes da nova função, atuou por cinco anos como gerente da unidade de atendimento de Novo Hamburgo, passando ao cargo de assessor de desenvolvimento por dois anos e, após, como gerente regional de desenvolvimento por três anos.
Entre as metas para a superintendência, Solon aponta a continuidade do trabalho feito até hoje e, com o tempo, aperfeiçoar o sistema interno de gestão, visando ampliar a velocidade dos negócios, para que se possa atender melhor aos associados em suas demandas. “Desta forma estaremos melhorando nossa performance, resultando, ao final, maiores sobras para nossos associados, que são os donos do negócio”, destaca.
Para Solon, “estar à frente da superintendência da Pioneira é um desafio muito grande, pois significa liderar a maior cooperativa do Sistema Sicredi e a 5ª maior do país”.
Fonte: Sicredi Pioneira RS
Sicredi Pioneira RS disponibiliza crédito facilitado para restituição do Imposto de Renda
Na Sicredi Pioneira RS, o associado conta com a melhor solução para amansar o “Leão” do Imposto de Renda. Basta indicar sua conta na declaração do imposto para receber a restituição; o número do banco é 748 e a agência é 0101. Assim, o associado aproveita a linha de crédito especial, podendo antecipar até 100% do valor.
Entre as vantagens está a taxa de juros atrativa, sem necessidade de avalista; vencimento único, junto com a data de restituição do Imposto de Renda; antecipação de até 100% do valor da restituição e empréstimos sem comprometer a renda pessoal.
Para mais informações, visite sua unidade de atendimento da Sicredi Pioneira RS ou fale com seu contador.
Entrevista da Revista Unimed com Márcio Port, candidato à Presidência da Sicredi Pioneira RS

Márcio Port, candidato à Presidente da Sicredi Pioneira RS
Após exercer a Superintendência Regional da Sicredi Pioneira RS, Márcio Port, em março próximo, será eleito presidente da instituição que, como uma das 119 cooperativas de crédito do Sistema Sicredi, administra recursos na ordem de R$ 700 milhões e se constitui a mais antiga da América Latina e a 5ª maior dentre as 1.370 cooperativas existentes no Brasil.
Na cooperativa desde 1992, onde implantou as principais ferramentas de gestão – como CRM, Semáforo, Planejamento e Mapa Estratégicos –, Port é bacharel em administração de empresas e pós-graduado em administração de serviços e gestão de cooperativas. Entre outras atividades, atuou como docente da Faculdade Cenecista de Nova Petrópolis, na disciplina de Gestão de Pessoas e Gestão de Talentos; criou e mantém o site www.cooperativismodecredito.com.br.
Sendo a mais antiga cooperativa de crédito em atividade no Brasil, como vê a evolução do cooperativismo em nosso País?
O Brasil conta atualmente com uma rede de atendimento formada por 130 bancos e por 1.370 cooperativas de crédito. As cooperativas de crédito oferecem a seus associados produtos muito semelhantes aos oferecidos pelos bancos com a vantagem de dividirem as sobras (lucro) entre os “clientes” que a geraram (nas cooperativas, o cliente é também dono, chamado de associado).
Esta diversidade de produtos faz com que, quando somadas, as 1.370 cooperativas ocupem a 7ª posição no ranking do Sistema Financeiro quando analisado o volume de depósitos bancários. Ficamos atrás apenas dos seis maiores bancos brasileiros (Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, CEF, Santander, HSBC). O cooperativismo de crédito administra aproximadamente 2,7% dos depósitos do País. Há 10 anos, esta participação de mercado era de apenas 0,98% e ocupávamos a 17ª posição entre os bancos.
Esse avanço foi maior ou menor do que o esperado? Quais os motivos que fundamentam a resposta?
A evolução observada no período foi muito expressiva. Crescemos nossos depósitos 1.124% em 10 anos, sendo que os bancos também cresceram, mas em percentual menor (339%). Neste período houve, entre os bancos, muitas fusões e incorporações, tornando o mercado extremamente competitivo e concentrado. Vários pequenos bancos foram incorporados pelos maiores bancos do País. Apesar deste cenário, conseguimos avançar e hoje somos reconhecidos como instituições financeiras sólidas e confiáveis. Estamos em um momento de estruturação da tecnologia que nos acompanhará pelos próximos anos e com isto esperamos, em breve, alcançar a 6ª posição no volume de depósitos.
É possível comparar com a evolução e a situação atual de outros países? Quais?
Em nível mundial existem países que possuem grande expressão no Cooperativismo de Crédito. Na Europa, onde tudo começou, temos países como a França, Holanda e Alemanha, onde os Bancos Cooperativos administram 60%, 41% e 25%, respectivamente. Em outros países como EUA e Canadá, a participação é de 10%.
O Brasil está hoje abaixo da média mundial, mas vem chamando a atenção pelo crescimento sólido e estruturado. Das 25 mil agências bancárias brasileiras, 16% são de cooperativas de crédito, sendo que em muitos municípios do País, as cooperativas são a principal instituição financeira. Da mesma forma que na Europa, o Cooperativismo de Crédito do Brasil é forte nos pequenos e médios municípios, ainda não tendo expressão nos grandes centros urbanos.
Como surgiu a cooperativa e quais os objetivos de sua criação?
Nossa cooperativa, a Sicredi Pioneira RS, foi fundada no ano de 1902, e é a mais antiga cooperativa de crédito da América Latina. Somos uma das 119 cooperativas do Sistema Sicredi, sendo atualmente a maior delas. A fundação da cooperativa é fruto da insistência do padre jesuíta Theodor Amstad, que, percebendo as dificuldades que assolavam a população de nossa região, iniciou um movimento que culminou com a fundação de várias entidades, tais como cooperativas, asilos, hospitais, escolas, sindicatos e outros. Pode-se dizer que o crescimento da região teve grande influência das entidades constituídas pelo Padre Amstad.
Além da Sicredi Pioneira RS, com sede em Nova Petrópolis/RS, o padre criou outras 35 cooperativas de crédito no Rio Grande do Sul. Um dos principais motivos de Nova Petrópolis ter recebido o título de “Capital Nacional do Cooperativismo” é justamente o fato de sediar a primeira cooperativa de crédito brasileira.
Como esses objetivos evoluíram ao longo desses mais de 100 anos?
Quando da constituição da cooperativa, em 1902, não haviam bancos na região. A população tinha de ir a Porto Alegre para encontrar algum banco. A finalidade específica da cooperativa naquela época era a de receber depósitos e conceder empréstimos. Hoje, os bancos estão presentes em praticamente todos os municípios, motivo pelo qual as cooperativas de crédito se reposicionaram e oferecem a seus associados todos os serviços bancários necessários para uma pessoa física ou empresa.
O grande diferencial da Sicredi Pioneira RS é “ser cooperativa”, portanto, mais próxima aos associados, que nos bancos são apenas clientes, e que nas cooperativas são os donos do negócio. São os associados que em assembleia decidem o futuro da cooperativa e que no final do ano recebem a devolução de grande parte das sobras (lucro).
Quanto à forma de gestão, houve mudanças?
O mercado financeiro brasileiro é muito dinâmico: novos produtos são lançados a todo momento, os spreads das operações vêm caindo e a tecnologia é a principal ferramenta para melhoria de produtividade. Neste cenário temos de estar permanentemente atualizados e atentos aos movimentos do mercado. Nossos colaboradores (funcionários) precisam estar preparados para oferecer aos associados um portfólio de mais de 100 produtos, demandando formação e atualização constantes.
Diria que o principal desafio é manter os colaboradores motivados, treinados e engajados. São eles que constroem a história da cooperativa.
Como vê a intercooperação? Como a Cooperativa de Crédito Sicredi Pioneira RS participa desse movimento?
A intercooperação é um grande desafio para o setor, e devemos sempre buscar aumentar o relacionamento e os negócios com outras cooperativas. Em Nova Petrópolis, estamos estruturando uma entidade intitulada “Casa Cooperativa”, com o objetivo de congregar todas as cooperativas da região, unificar ações e definir estratégias de avanço para o setor. Para trabalharmos a intercooperação, precisamos, primeiramente, aproximar as lideranças das mais diversas cooperativas. Por isso, apoiamos e nos envolvemos diretamente com a “Casa Cooperativa de Nova Petrópolis”.
Quais as principais colaborações que a Cooperativa de Crédito Sicredi Pioneira RS pode dar a outras cooperativas?
Recebemos mensalmente diversas visitas de cooperativas de crédito do Brasil e também do exterior. Muitos são os relatos de visitantes que dizem que, conhecendo a história iniciada pelo Padre Amstad, conseguem se motivar e reenergizar suas equipes para continuar com a expansão do cooperativismo.
Quais os planos futuros da cooperativa?
Estamos em uma região (Serra Gaúcha, Vale dos Sinos e Vale do Caí) que congrega 1,2 milhão de habitantes em 18 municípios. Nesta região, temos 64 mil associados distribuídos em 31 Unidades de Atendimento (agências). Apesar de sermos a principal instituição financeira em muitos dos 18 municípios, em outros – como Caxias do Sul, Novo Hamburgo e São Leopoldo, que juntos totalizam 900 mil habitantes – ainda somos muito pequenos. Para os próximos anos, buscaremos ampliar o quadro de associados para 150 mil pessoas, inaugurando mais 15 novas Unidades de Atendimento.
Quem pode ser associado de uma cooperativa de crédito?
A legislação brasileira permite a existência de vários tipos de cooperativas de crédito, sendo o público-alvo o principal diferencial. As mais comuns de serem encontradas são:
a) cooperativas de livre admissão, que permitem a associação de qualquer pessoa física ou jurídica; b) cooperativas de crédito rural, que trabalham essencialmente com produtores rurais; c) cooperativas de micro e pequenos empresários, que atuam essencialmente com proprietários de empresas e também com as empresas de seus sócios; d) cooperativas de crédito mútuo, que normalmente atuam dentro de empresas, entidades e associações, associando somente as pessoas ligadas a estas.Para associar-se a uma cooperativa de crédito é necessário primeiramente localizar uma que atue próximo de você, somente efetuando a associação após essa certeza. O valor do capital social a ser integralizado na associação varia de cooperativa para cooperativa, mas normalmente nas de livre admissão e nas de crédito rural o valor é próximo de R$ 100,00.
Sendo uma instituição financeira, que organismo fiscaliza as Cooperativas de Crédito?
A legislação em vigor para as Cooperativas de Crédito é praticamente a mesma que a existente para os bancos. O Banco Central do Brasil é a entidade que fiscaliza tanto os bancos como as cooperativas de crédito. Uma cooperativa de crédito não pode ser confundida com uma financeira ou uma factoring.
O processo de associação a uma cooperativa de crédito é muito similar à abertura de uma conta em um banco. As cooperativas de crédito como a nossa são tão ou mais criteriosas e cautelosas do que os bancos. Este é o ponto-chave para ter adquirido a credibilidade e a confiança dos associados.
De que forma os interessados podem obter mais informações sobre as cooperativas de crédito?
A melhor forma de conhecer melhor o trabalho realizado pelas cooperativas de crédito é pelo site www.cooperativismodecredito.com.br, onde estão reunidas informações do Brasil e também do mundo.
Fonte: http://www.peppercom.com.br/unimed/encontros/home/index.php
Sicredi Pioneira RS apresenta o 3º maior resultado do Sistema Sicredi
A Sicredi Pioneira RS apresentou em 2010 um resultado líquido de R$ 15,1 milhões, valor este que representa 5% do total das sobras do Sistema Sicredi (veja o link).
Com este montante a cooperativa apresentou a 3ª colocação no volume de sobras do Sistema Sicredi, composto por 119 cooperativas de crédito. As cooperativas do Sicredi que apresentaram maiores sobras em 2010 foram:
1) Sicredi União RS (sede Cerro Largo-RS): R$ 15,603 milhões 2) Sicredi Região dos Vales RS (sede Encantado-RS): R$ 15,561 milhões 3) Sicredi Pioneira RS (sede Nova Petrópolis – RS): R$ 15,129 milhões 4) Sicredi Cataratas do Iguaçú PR (sede Medianeira-PR): R$ 13,563 milhões 5) Sicredi Mutum MT (sede Nova Mutum-MT): R$ 13,108 milhões 6) Sicredi Ouro Verde MT (sede Lucas do Rio Verde-MT): R$ 12,278 milhões 7) Sicredi Celeiro MT (sede Sorriso-MT): R$ 11,911 milhõesAs 10 cooperativas acima respondem por 34% do total das sobras geradas pelo Sistema Sicredi em 2010.
Fonte: Sicredi Pioneira RS
Mapa terrestre feito pelo Padre Amstad: resgate histórico de Nova Petrópolis-RS
O Padre suíço Theodor Amstad, além de atender as comunidades alemãs e italianas nas redondezas do município de Nova Petrópolis, foi o fundador da 1ª Cooperativa de Crédito da América Latina, a Sicredi Pioneira RS, de outras 35 cooperativas de crédito no Rio Grande do Sul e Santa Catarina e fundou ainda o 1º Sindicato Agrícola do Brasil.
Além de todos estes feitos históricos o Padre tinha ainda entre suas habilidades a elaboração de mapas da região em que atuava. O mapa abaixo (clique sobre ele para ampliar) foi feito entre os anos de 1925 e 1938 e apresenta a região que hoje forma o município de Nova Petrópolis.
Sicredi Pioneira RS divulga resultados de 2010
A Sicredi Pioneira RS, a 5ª maior Cooperativa de Crédito do Brasil dentre as 1.400 existentes, divulgou as primeiras informações relativas ao seu desempenho no ano de 2010.
A Cooperativa de Crédito contava ao final de 2010 com 440 colaboradores e 62.626 associados, contando com 31 Unidades de Atendimento na região abrangida pela Serra Gaúcha, Vale dos Sinos e Vale do Caí.
Total de Recursos Administrados: R$ 710 milhões (crescimento de 45% em 2010) Total do Patrimônio Líquido: R$ 115 milhões (+ 33%) Sobras Acumuladas em 2010: R$ 15,1 milhões (+ 20%) Total da Carteira de Crédito: R$ 395 milhões (+ 54% em 2010)Do total das sobras de 2010 (R$ 15,1 milhões), um total de R$ 6,3 milhões já foram pagos aos associados em dez/2010 a título de Juros ao Capital Social, tendo o mesmo sido remunerado em 9%. Das sobras remanescentes 45% foram direcionadas ao Fundo de Reserva, 5% para o FATES e os 50% restantes, R$ 4,423 milhões, serão levados à Assembléia Geral com a proposta de destinação aos associados na proporção da rentabilidade gerada por cada um deles.
Abaixo temos o gráfico das Sobras Anuais da Sicredi Pioneira RS dos últimos 10 anos, onde visualiza-se um resultado acumulado na última década de R$ 76,8 milhões.
Sicredi Pioneira RS iniciará suas Assembléias de Núcleo em Fevereiro/2011
24/01/2011 – A Sicredi Pioneira RS iniciará nos na próxima semana suas Assembléias de Núcleo e espera reunir aproximadamente 7.000 associados de seus 139 núcleos constituídos. No total serão realizadas 26 reuniões.
As Assembléias de Núcleo iniciarão no dia 01/02/2011 e terão seu término em 14/03/2011 quando ocorrerá em Nova Petrópolis a Assembléia de Delegados.
A ordem do dia das Assembléias de Núcleo é a seguinte:
1) Eleição dos Delegados dos Núcleos 2) Prestação de Contas do Exercício encerrado em Dez/2010 3) Destinação das Sobras 4) Eleição dos integrantes do Conselho de Administração 5) Fixação dos Honorários e Benefícios do Presidente, Vice-Presidente e das Cédulas de Presença do Conselho de Administração e FiscalVeja abaixo as datas e locais das Assembléias de Núcleos da Sicredi Pioneira RS:
01/02/2011 - Portão 01/02/2011 – Caxias do Sul – Unidades de Atendimento de São Ciro, Cruzeiro e Ana Rech 03/02/2011 – Santa Maria do Herval 03/02/2011 - São Leopoldo – Unidade de Atendimento Centro 08/02/2011 – Novo Hamburgo – Unidade de Atendimento Canudos 08/02/2011 – Caxias do Sul – Unidades de Atendimento de PIO X e Vinte de Setembro 10/02/2011 – Alto Feliz 10/02/2011 – Caxias do Sul – Unidades de Atendimento Júlio de Castilhos e Rio Branco 14/02/2011 – Gramado 14/02/2011 – Caxias do Sul – Unidade de Atendimento Vila Cristina 15/02/2011 – Ivoti 15/02/2011 – Morro Reuter 17/02/2011 – Novo Hamburgo – Unidade de Atendimento Feevale 17/02/2011 – Presidente Lucena 21/02/2011 – Novo Hamburgo – Unidade de Atendimento Centro 21/02/2011 – Picada Café 22/02/2011 – Estância Velha 22/02/2011 – Nova Petrópolis – Unidade de Atendimento Pinhal Alto 24/02/2011 – Vale Real 24/02/2011 – Dois Irmãos 28/02/2011 – Nova Petrópolis – Unidade de Atendimento Centro 28/02/2011 – São Leopoldo – Unidade de Atendimento Unisinos 01/03/2011 – Linha Nova 01/03/2011 – Caxias do Sul – Unidades de Atendimento Borges de Medeiros e Lourdes 03/03/2011 – Feliz 03/03/2011 – São José do Hortêncio 14/03/2011 – Assembléia de Delegados em Nova PetrópolisProcure sua Unidade de Atendimento e confirme sua presença na Assembléia de Núcleo de sua Unidade de Atendimento.
Fonte: Sicredi Pioneira RS







